segunda-feira, agosto 20, 2012

Uma Visão Abrangente Da Ufologia - PARTE 3

Uma Visão
Abrangente
Da Ufologia - PARTE 3


ogia
John Lilly

Os militares estariam interessados em formas de controle do pensamento por meio do hipnotismo,
para serem utilizadas como armas militares estratégicas. O controle mental e o hipnotismo já vinham
sendo intensamente estudados militares e pela CIA, que obtiveram avanços estupendos neste campo.
Conforme relata o pesquisador Jerry Smith,
O doutor Schapitz escreveu que as palavras faladas por um hipnotizador podiam ser
conduzidas diretamente à porção subconsciente do cérebro por meio de energia
eletromagnética modulada. Ele acreditava poder usaresse método para programar o
subconsciente sem precisar empregar nenhum dispositivo tecnológico para receber
ou codificar/decodificar as mensagens, e sem que a pessoa exposta tivesse a menor
prossibilidade de controlar a entrada das informações. Essa tecnlogia, disse ele,
poderia ser usada para produzir estados hipnóticos a distância nos pacientes; e
usando palavras moduladas na freqüência das microondas portadoras, seres
humanos poderiam ser condicionados a executar diversos atos.
331
Smith relata também as experiências levadas a cabo pelo Dr. Michael Persinger, da Universidade
Laurenciana de Ontário, Canadá. Persinger inventou um capacete (Capacete de Persinger) que ele
utilizava para realizar pesquisas no cérebro humano.
Com esse capacete ele descobriu, no fim dos anos 1980, que, quando freqüências
específicas eram dirigidas ao hipocampo – uma área localizada na parte posterior
do cérebro –, uma grande percentagem dos pacientes descrevia como reais
aventuras que incluíam abdução em OVNIs, experiências fora do corpo e um amplo
leque de estados alterados de consciência, incluindo a sensação mística de “união
com Deus”. A experiência do capacete, segundo o doutor Persinger, “envolve uma
malévola. (Seria uma vida autônoma tal como a retratada na série de filmes Exterminador do Futuro – The Terminator). Ver:
http://en.wikipedia.org/wiki/John_C._Lilly.
331
SMITH, 2005, pp. 223-224.
234
amplificação tal do significado emocional que uma série de coisas e fatos que
normalmente não seriam considerados significativos passam agora a parecer cheios
de significado”, ao mesmo tempo que faz com que as alucinações “sejam
percebidas como extremamente reais.”
332


Capacete de Persinger


Cérebro e Hipocampo


CAPÍTULO V
A VIDA TERRESTRE E EXTRA-TERRESTRE

“O Universo não é apenas mais estranho do que imaginamos,
ele é mais estranho do que nós podemos imaginar.”
J.B.S. Haldane
“Em escala cósmica, somente o fantástico tem
a possibilidade de ser verdadeiro.”
Teilhard de Chardin
5.1 – A Criação Bíblica
A Bíblia, no capítulo do Gênese, afirma que a vida teve início no Paraíso, com a criação do
primeiro homem, Adão, e da primeira mulher, Eva. Os primeiros livros da Bíblia foram recolhidos e
assimilados pelos judeus durante o seu cativeiro na Babilônia, de parte da tradição religiosa babilônica, e
com posteriores contribuições pelos profetas judeus. A tradição babilônica, entretanto, é herdeira da
tradição suméria, a mais antiga civilização do passado, e cuja contribuição à cultura e a civilização
ocidental não foi ainda perfeitamente reconhecida. A descoberta da biblioteca de Nínive, formada por
Assurbanípal, constituída por tabuinhas de argila, após a sua decifração pelos assiriólogos, deixou
estupefatos todos os historiadores que dela tomaram conhecimento. A versão bíblica do Gênese teve de sofrer uma re-leitura, em virtude dos novos fatos que vieram a público.

Guerreiros da Babilônia

Já era conhecida a similaridade entre as histórias do bíblico Noé e a do babilônico Gilgamesh
(Utnapishtin), no que se refere à inundação conhecida como dilúvio. Os textos de Nínive, por outro lado,
mostraram de maneira irretorquível que todo o episódio da criação do homem estava narrado em textos
extremamente antigos, de origem suméria. De acordo com estes textos, a criação do primeiro ser humano
inteligente deu-se há aproximadamente 300.000 anos, na África.
Os estudos combinados de arqueologia e antropologia situam a história dos primeiros primatas
desde 45 a 50 milhões de anos no passado, quando surgiram pela primeira vez, também na África. Um
precursor dos primatas afastou-se desta linha evolutiva depois de 25 a 30 milhões de anos,
236
aproximadamente. O ramo que deu origem aos humanos separou-se há cerca de 14 milhões de anos, e
mais nove milhões de anos se passariam antes que surgissem os primeiros símios com aspecto humano.
Após esta lentíssima evolução, cerca de dois milhões de anos atrás o homem ainda estava muito
próximo aos símios, sendo que apenas há 1,5 milhões de anos deve ter surgido o primeiro hominídeo
capaz de lidar com ferramentas. Dessa época até cerca de 300.000 anos no passado, não existem traços da
história evolutiva humana. Então, subitamente, surge o Homo Sapiens, em um salto evolutivo
incompreensível. Tudo isto, naturalmente, está mais do que provado e comprovado, porque os últimos 3
milhões de anos é o período mais bem estudado pelos paleontólogos.

Cena bíblica da criação do homem

5.2 – O Início

Para a ciência, a evolução conduz do simples ao complexo, e do inferior ao superior, segundo
linhas de evolução bem definidas, tanto a nível biológico quanto histórico. A criação, de todo modo, deve
incluir a própria criação ou surgimento do Universo, e se este é capaz de produzir vida inteligente por
todo lado, ou se esta é tão somente um acidente raro e isolado.333
Não existe uma teoria que seja definitiva com relação à origem do Universo. Existem atualmente
muitas hipóteses: teoria do estado constante, teoria do Big-Bang, teoria dos infinitos universos, etc.
333 Existem uma teoria chamada teoria antrópica, pela qual o Universo forçosamente teria que criar o homem. Nada a ver com
o Criacionismo, que por sua vez varia desde a teoria bíblica ortodoxa até o chamado Criacionismo Inteligente.
Teoria do Big-Bang

Qualquer que seja a teoria da criação do Universo, o que se admite atualmente é a sua extrema
complexidade e o seu extremo tamanho. O universo possui bilhões de galáxias, cada um com bilhões de
estrelas.
A galáxia na qual o Sistema Solar se situa, a Via Láctea, admite-se que tenha de 100 a 200 bilhões
de estrelas, com um diâmetro de cem mil anos-luz.

Galáxia espiral

Os telescópios mais potentes conseguem enxergar um “espaço profundo” cuja borda estaria a uma
distância de cerca de 14 bilhões de anos-luz, e mesmo nessa borda mais externa, podem ser notadas mais
e mais galáxias, interminavelmente.

Borda visível do Universo

5.3 – Da Pré-História à História
Com relação à história conhecida e oficial, os primeiros povos seriam nômades, no estágio da
coleta (estágio pré-agrícola) e com tecnologia extremamente rudimentar; e, por viverem em tendas, não
construiriam cidades. Basicamente, estes fatos são verdadeiros; entretanto, o fato de ter existido no mais
remoto passado da humanidade uma civilização (a Suméria) possuidora de um corpo de conhecimento
avançadíssimo, não pode ser explicado segundo este modo de ver.
Zecharia Sitchin diz que, “A antiga tese de que a civilização poderá ter começado no Egito foi já
posta de lado. Há numerosas provas, hoje em dia, que mostram que a sociedade e a civilização
organizadas egípcias, que terão começado a meio do 1º. Milênio a.C. e, mais ainda, depois da civilização
suméria, retiraram sua cultura, arquitetura e tecnologia, arte e escrita e muitos outros aspectos de uma alta
civilização da Suméria. O peso da evidência mostra também que os deuses egípcios derivam dos
sumérios.”
A Suméria possuía uma ciência avançada, uma legislação incomparável (que inspirou o famoso
Código de Hamurábi), bem como costumes sociais extremamente sofisticados, incabíveis em um povo
contemporâneo do neolítico. O sistema sexagesimal de medida de tempo (horas, minutos, segundos), bem
como a divisão do círculo em 360º, são apenas alguns exemplos da extrema influência dos sumérios nos
costumes e na ciência atual. A própria astronomia moderna não foi capaz de melhorar o sistema de
catalogação de constelações usados por eles, que dividiam as estrelas da abóboda celeste em 88
constelações. De acordo com os textos sumérios, eles atribuíam o seu conhecimento aos deuses, que
diziam provir “dos céus.” Afirmavam igualmente que foram estes que transformaram o bruto e primitivo
hominídeo em um ser provido de inteligência.334
5.4 – A Criação de “Eva”
Tudo isto recebeu uma inesperada comprovação oriunda de estudos realizados por geneticistas. A
genética molecular, ramo avançado da genética, descobriu que existe um pouco de ADN no citoplasma da
célula da mãe, que se aloja em corpúsculos chamados mitocôndrios, o qual, por não se misturar com o
ADN do pai, passa de um modo inalterado de mãe para filha, durante gerações. O cientista Douglas
Wallace, da Universidade de Emory, após uma pesquisa realizada em mais de 800 mulheres de vários
países, anunciou em 1986 que o mitoncôndrio-ADN destas mulheres era tão similar, que a única
explicação era a de que todas elas deviam descender de uma única mulher ancestral.
Essa pesquisa foi continuada pelo cientista Wesley Brown, da Universidade de Michigan. A sua
tese era a de que, se fosse possível determinar a taxa de mutação natural deste mitocôndrio-DNA (taxa de
mutação esta extremamente lenta), então poder-se-ia calcular a época provável em que viveu essa
ancestral comum. Após estudar diversas mulheres de variadas raças e locais geográficos, Brown concluiu
que elas tiveram essa ancestral vivendo na África, entre 300.000 e 180.000 anos atrás.
Os cronistas e historiadores árabes já mencionavam no séc. X a existência de um túmulo de
imensa antigüidade, que eles atribuíam à mulher primordial, Eva. Tal túmulo estaria na cidade portuária
de Dschida, na rota de peregrinação para Meca. Diz-se que, durante séculos, os peregrinos aproveitavam
sua estada nesta cidade para visitar este túmulo. Alguns poucos ocidentais também o visitaram, no século
passado, o francês Maurice Tamisier, em 1840, e o alemão Heinrich von Malzan, dez anos depois, em
1850. No dizer deles, quem quer que estivesse lá enterrado deveria ser um gigante, em vista do tamanho
enorme do túmulo. Em 1928, por acreditar que esta veneração era um tipo de paganismo, o rei Abdul-
Aziz (também conhecido com Ibn-Saud) ordenou a sua demolição.
O escritor e ensaísta húngaro Arthur Koestler publicou em 1967 uma extraordinária obra,
denominada The Ghost in the Machine (O Fantasma da Máquina). Nesta obra, entre outras coisas, ele
analisa, com base nas teorias do professor Paul Maclean, a evolução da estrutura cerebral. Por estas
teorias, o cérebro humano é constituído essencialmente por três estruturas superpostas, como se houvesse
três cérebros, ao invés de um único. Evolutivamente, o cérebro mantém a organização hierárquica dessas
334 Uma tribo africana encontrada no Sub-Saara, os Dogons, possuem uma inexplicável tradição que os vincula à estrela Sírius.
Eles afirmam que teria ocorrido um desembarque dos chamados Nommos, provindos deste sistema estelar, em um passado
distante. Tudo isto poderia parecer muito acadêmico, se os Dogons não possuíssem um complexo conhecimento do Sistema
Solar e mesmo de Sírius, como a existência de uma companheira invisível desta estrela, desconhecida à época em que houve os
primeiros contatos dos europeus com os Dogons.
três estruturas, que podem ser assim rotuladas: cérebro reptiliano; cérebro paleomamífero; cérebro
neomamífero.335
Anatomicamente, o cérebro divide-se em medula e córtex. A medula é a continuação da medula
espinhal e prolonga-se no tronco cerebral. Neste, encontram-se o hipotálamo, o sistema reticular e os
gânglios basais, que filogeneticamente constituem a parte mais antiga do cérebro. É nesta estrutura que se
encontram as partes reguladoras das vísceras e glândulas, bem como das atividades primitivas de instintos
e reflexos e dos centros de vigília. O córtex, por outro lado, corresponde à parte evolutiva capaz de
aprendizagem, reações inteligentes e atividade intelectual. O córtex é a camada superficial dos
hemisférios cerebrais, constituída de uma camada cinzenta de células e outra camada branca, de fibras,
subjacente a esta. O córtex se desenvolve em torno do tronco cerebral, enrolando-se em volta dele em
circunvoluções, convoluções e invaginações, formando uma massa denominada pálio. Seguindo uma
antiga tendência de classificação, MacLean dividiu-o em três partes, o arquicórtex, o mesocórtex e o
neocórtex, correspondentes respectivos dos cérebros reptiliano, paleomamífero e neomamífero.
Dá-se o nome de córtex límbico (lobo límbico) a uma grande circunvolução em torno do tronco
cerebral, sendo ambos estreitamente relacionados, formando o sistema límbico. O córtex límbico é
primitivo, apresentando-se estruturalmente mais grosseiro e com padrões de funcionamento
característicos dos mamíferos inferiores. Ele é o centro integrativo mas alto para os impulsos básicos
(fome, luta, sexo, etc) nos animais inferiores, os quais não possuem os centros corticais mais evoluídos
presentes no homem.
No homem, o córtex límbico, além de comandar as funções básicas e primitivas, procura muitas
vezes comandar igualmente os processos mais superiores, próprios do sistema cortical (ou seja, procura
usurpar as funções do segundo). O sistema límbico, no entanto, não possui as funções mentais
apropriadas; usa um processo mental rudimentar, sem conceitos verbais, mais de base emocional. De
tudo isto, conclui-se que, ao invés de ter ocorrido um desenvolvimento normal e gradual, no qual o
sistema límbico regrediria a uma função residual, e o neocórtex assumiria aos poucos todos os processos
mentais, houve uma brusca superposição de estruturas (uma nova sobre uma antiga), com funções
parcialmente superpostas.
Aparentemente, em um ponto da história evolutiva do ser humano, aconteceu uma intervenção
genética que provocou uma mutação súbita, acelerando o processo evolutivo.336 Talvez esta mutação
provocada tenha a ver com a “criação” do homem relatada nas crônicas religiosas.337 Isto também traz à
tona os antigos mitos de Prometeu, que trouxe o “fogo” à Terra, e de Lúcifer, o que “traz a luz”, na
interpretação original, não teológica (“fogo” e “luz”, são metáforas para “consciência”, ou “auto-
335 KOESTLER, 1969, pp. 309-340.
336 Francis Crick, um dos descobridores da molécula de DNA, afirma sem hesitar que esta molécula jamais teria tido tempo de
se desenvolver em toda a sua complexidade aqui na Terra, e que ela teria sido “trazida” até aqui de um modo desconhecido.
337 A este respeito, é curioso o fato de que a vidente russa Helena Blavatski, em sua monumental obra A Doutrina Secreta,
menciona que a Humanidade, evolutivamente, está todo um ciclo (de milhares ou milhões de anos) adiantado, em virtude de
uma “interferência externa.”
consciência”, que o animal não possui). Mitologicamente, ambos, Prometeu e Lúcifer, foram punidos pela
sua audácia.
5.4.1 – A Manipulação Genética de “Adão”
Zecharia Sitchin afirma que a história da formação de Eva a partir da costela de Adão é uma
metáfora para uma manipulação genética, realizada pelos Annunaki, que a Bíblia chama de elohim. Adão,
por sua vez, teria surgido a partir de experiências genéticas (o barro misturado, da Bíblia) realizadas
sobre hominídeos. Em um selo sumério que ele traduziu, a deusa Ninti exclama, triunfante: “Eu o criei!
Minhas mãos o fizeram!”
Se esta intervenção genética deveu-se a deuses ou extraterrestres, não é possível saber. Também
não é possível saber com certeza se os UFOs fazem parte desta história. O que as evidências mostram é
que, em um passado remoto, a Terra foi visitada por alguém que manipulou geneticamente o ser humano
e o ajudou a construir grandes civilizações. De onde vieram, é uma incógnita.
Entretanto, como diz John Michell,
(...) Alguns acreditam que, em épocas remotas, os homens da Terra entraram em
contato com habitantes de outras galáxias, e que foi deles que receberam o
conhecimento do universo e as artes da civilização. Evidentemente não há nada
absurdo ou improvável nesta idéia. As viagens espaciais podem ter se realizado
perfeitamente no passado, e muito provavelmente se realizaram. Contudo, como
admitiam os filósofos do mundo antigo, as viagens físicas pelo espaço são
desnecessárias e até certo ponto absurdas. As chaves que explicam a natureza da
vida e da morte, a estrutura do próprio universo, estão perfeitamente ao alcance dos
homens na Terra, porque se encontam ao alcance dos sentidos humanos naturais.338
5.5 – Antigas Civilizações Terrestres
O contato com civilizações extraterrestres não é necessário, então, para que a civilização terrestre
e humana produza as suas próprias obras monumentais, de avançada técnica e tecnologia. É até possível
que as visitas da antiguidade se fizessem entre “iguais”.
Existem atualmente bastante evidências de que existiram, em épocas distantes, civilizações
terrestres capazes de produzir tecnologia avançada.
A Índia, por exemplo, tem relatos de carros voadores chamados vimanas. O Prof. Dr. Dileep
Kumar Kanjilal, profundo conhecedor de sânscrito e das antigas tradições hindus fez uma tradução
moderna dos Vedas, e afirmou categoricamente que não se tratavam de objetos mitológicos. Tanto o
Ramaiana quanto o Mahabharata, antiqüíssimos textos védicos, falam a respeito de naves voadoras e de
338 MICHELL, s/d, p. 119.
armas terríveis, cuja descrição lembra as armas atômicas e a laser. Outro autor, D. D. Kosambi, fez uma
exaustiva e profunda investigação da Índia antes da história conhecida, que deixou na sua obra The
Culture and Civilisation of Ancient Indian in Historical Outline.
Mesmo a China antiga possui relatos dessas naves voadoras, principalmente entre as crônicas que
falam de um povo antigo, o chi-kung. De acordo com um livro escrito no século III, o Po Wy Chin, eles
possuiriam um tipo de máquina chamada fei-chi, com a qual podiam viajar pelo ar a grande distância. De
acordo com o Doutor Alexander Kovda, e também conforme o historiador inglês Joseph Needham, os
antigos chineses detinham conhecimentos avançados sobre vários ramos científicos.
O antigo Egito possui relatos e imagens que descrevem uma tecnologia perdida para os pósteros.
Sem entrar no mérito da construção das pirâmides, um feito ainda hoje irreproduzível pela engenharia
moderna, algumas imagens dentro de templos egípcios lembram enormes lâmpadas e isoladores elétricos
para alta-tensão.

Símbolos de Tit e Djed

Mas a surpresa vira estupor quando se verifica que antiqüíssimas tabletas egípcias parecem
mostrar aparelhos voadores em tudo idênticos aos modernos.

Tableta do antigo Egito mostrando objetos voadores
Detalhes da tableta
Templo egípcio de Abydos, onde estão as tabletas

As lendas irlandesas falam também de máquinas voadoras, o Roth Fail e as “cápsulas de prata”,
como também os “pratos antigravidade”, tais como os citados nas tradições pré-colombianas.
Mas as civilizações da meso-américa também apresentam outros resquícios do que parece ser uma
antiga tecnologia. Na pirâmide de Palenque foi encontrada uma tumba em cuja tampa estava ilustrada
uma figura de alguém aparentemente controlando uma nave espacial.

Palenque – reprodução

Planalto de Nazca

5.5.1 – A Atlântida
Anteriores a estas antigas civilizações, uma outra parece ter se erguido a alturas prodigiosas na
realização científica e tecnológica: esta foi a civilização da Atlântida (cuja existência foi primeiramente
relatada pelo filósofo Platão, nas obras Timeu e Crítias). Platão a coloca além das Colunas de Hércules,
no oceano Atlântico.
339
Segundo ele, do lado oriental a Atlântida estava bastante perto das costas da
Espanha.
De acordo com Professor soviético N. Zirov,
A questão sobre o tipo de cultura da Atlântida é meramente especulativa e, talvez,
secundária. Ela poderá ter resposta segura somente depois que forem descobertos
os restos dessa civilização. Nenhuma pesquisa histórica, étnica, filológica ou de
tipo parecido, deu ou poderá dar uma solução positiva ou negativa do problema. É
necessário, antes de mais nada, provar a realidade da Atlântida como objeto
geológico-geográfico. Somente definindo a história geológica do Oceano Atlântico,
particularmente do período glacial e pós-glacial, em comcomitância com pesquisas
339
Um detalhe tem passado despercebido por aqueles céticos que negam categoricamente a verdade do relatode Platão e
conseqüentemente a realidade deste continente. Platão afirma claramente que “naquele tempo [à época daAtlântida] aquele
mar [além das Colunas de Hércules] era navegável”. Ora, uma afirmação dessas só se justifica se se considerar que ele não era
navegável, à época de Platão! E se não era navegável, só há um motivo. Os sedimentos produzidos pelas águas revoltas ainda
não tinham se assentado no fundo do mar; o mar poderia ser muito barrento, impedindo uma navegação segura.
246
oceanográficas no Norte do Atlântico, poderemos desvendar este mistério
secular.
340
Reconhecer ou aceitar que tenha existido um continente que veio a afundar no oceano é um
problema controverso que vem atravessando gerações.Rios de tintas correram sobre livros, com autores
de diversas tendências tentando provar que o continente da Atlântida existiu ou que não existiu.
É e claro, sempre faltou (como disse o Prof. Zirov) uma prova física e concreta palpável, que
pudesse vir se juntar às inumeráveis teses.
A moderna tecnologia talvez possa ser usada neste sentido; o que se fará então, é juntar uma prova
positiva, provinda do uso do programa Google Earth.
Em determinada região do Atlântico existem marcas no fundo do oceano que parece que tem
passado desapercebidas de todos, e estas marcas mostram uma característica artificial irrefutável. Comos
seus cantos retos, é absolutamente impossível que seja considerada uma obra natural. A forma geral
sugere uma aparente cidade ou núcleo habitacional de grande porte
Sua localização pode ser encontrada ao largo das costa norte da África, conforme se pode ver pelas
figuras seguintes.

(31º 18’ 21,86” N, 24º 16’ 44,28” O), altitude 344,89 km.

Esta estrutura, com cerca de 166 km de comprimento e 129 km de largura, encontra-se a uma
profundidade
341
de cerca 5.460 metros e está localizada a 707 km da ilha da Madeira e 683 km da ilha de
Palma.
342


Comprimento da estrutura

Largura da estrutura

Distância a Porto Santo

Distância à ilha de Palma


5.6 – A Solução pela Exploração Espacial
O programa espacial norte-americano, mesmo sem querer, talvez tenha ajudado a levantar o véu
do mistério, ainda que somente uma pontinha. As sondas automáticas de exploração espacial encontraram
mais mistérios do que os cientistas da NASA gostariam, principalmente porque se referem à possibilidade
de vida fora da Terra.
5.6.1 – Mistérios da Lua
Não é de hoje que se sabe que a Lua contém mistérios e fenômenos inexplicados. Luzes sobre a
sua superfície; alteração no formato de crateras; objetos que atravessam sua superfície, etc.

Inexplicáveis estruturas lunares (em destaque, à direita)

Já em 1879 a Real Sociedade Astronômica Britânica solicitou aos seus membros que enviassem
quaisquer observações anômalas na Lua. Em pouco tempo chegaram milhares de relatos sobre luzes e
explosões sobre a superfície lunar, o que acabou fazendo que a Sociedade encerrasse a investigação.
Nos últimos 200 anos tem-se relatado que uma grandequantidade de estruturas simplesmente
muda de lugar sem razão aparente, na superfície lunar. Estes fenômenos são chamados pela NASA de
Fenômenos Transitórios Lunares (LTP – Lunar Transiente Phenomena).
343
343
O presidente da Comissão de Energia Atômica dos EUA, (AEC), o físico nuclear Glenn Seaborg, visitou aUnião Soviética
em dezembro de 1969. Em Moscou, ele declarou que a missão Apolo XI tinha descoberto estranhas marcas no lado oculto da
Lua, que pareciam artificiais. Esta declaração, contudo, não surpreendeu a comunidade científica, já acostumada com a
“estranheza” da Lua

Foto da Lua – Zond 3

Em 1966, analisando fotos do Orbiter-2 (tiradas quando em órbita sobre a Lua, em 2 de abril deste
ano), o professor William Blair descobriu o que passou a ser conhecido como Cúspides de Blair, que são
monólitos de mais de 200 metros de altura distribuídos de forma geométrica sobre a superfície lunar.

Cúspides de Blair – Orbiter-2

Cratera lunar de formato triangular

Também a sonda soviética Zond 3 fotografou uma espécie de torre lunar em 1965. Esta foto, tirada
na lado escuro da Lua, foi feita em 20 de julho de 1965. A foto tinha resolução de 1.100 linhas
horizontais, bem superior à da sonda americana Ranger 9, que fotografou a Lua em 21 de março de 1965.
A surpresa, quando revelaram a foto, foi encontrarem esta estrutura (que foi chamada de torre lunar, e
que, pela escala, deveria ter inacreditáveis 20 milhas (cerca de 36 km) de altura.


Além dessa estrutura, a Zond 3 também fotografou uma espécie de domo de cristal:


Domo transparente – Zond 3

5.6.2 – Mistérios em Marte
As sondas Mariner e Viking enviadas a Marte e que fotografaram a sua superfície, encontraram
inequívocos sinais de vida, comprovados pela existência de construções artificiais. Na região marciana
conhecida como Cydonia, foram encontradas pirâmidesou formações parecidas com pirâmides, bem
como uma estranha construção em formato de rosto, de mais de 400 metros de altura, voltada para
cima.
344


Um estudo da face em Marte


As construções em Cydonia foram fotografadas pelo Orbiterda Viking, em 1976, mas foram
rapidamente catalogadas e arquivadas como sendo ou formações naturais, ou jogo de luz e sombra sobre a
superfície marciana. Em 1979 o engenheiro Vincent Pietro, entre outros, fez uma análise computadorizada
dos relevos na imagem original e comprovou que as construções eram artificiais. Isto porque, podem ser
encontradas tantas relações matemáticas e geométricas nas relações das figuras entre si que seria quase
impossível que resultassem apenas do acaso.
344
Em 1989, Richard Hoagland e Erol O. Torun escreveram em um artigo que “As constantes geométricas e matemáticas que
encontramos em Cydonia parecem ser uma altamente específica comunicação de ‘geometria tetrahédrica embutida’. Seu
propósito aparente: a predição geométrica de uma latitude geodésica específica – 19,5 graus N e S – resultante da localização
de um ‘tetrahedro circunscrito’ girando no interiorde um planetário ou esfera estelar. Esta conclusãoé reforçada pela
observação geomorfológica de uma maior ‘pirâmide tetrahédrica’ em Cydonia – ligada geometricamente (por um ângulo de
19,5 graus com o meridiano geodésico local) para igualar óbvias representações morfológicas de ‘esferas’ em Cydonia mesmo.
O propósito de tudo isto parece ser chamar a atenção para ‘alguma coisa ocorrendo naquelas duas específicas latitudes
planetárias’. Quando examinadas pelos autores, usando mapas geodésicos publicados pela NASA e pelo U.SGeological
Survey, observa-se que estas latitudes estão associadas com um até agora desconhecido fenômeno energético planetário e
estelar – evidentemente emergindo naquelas latitudes específicas – em objetos astronômicos através de todo o sistema solar,
incluindo o Sol. Além disso, o aparecimento deste ‘derramamento de energia’ parece ser modulado pela polaridade do
momento do dipolo magnético planetário (ou estelar)– levantando, na mente dos autores, a possibilidade de que a ‘mensagem’
está tentando dirigir-nos para uma verificável manifestação astrofísica de um ‘campo unificado’ básico, conectando o momento
angular planetário, gravidade e eletromagnetismo, com a energia lançada à superfície.”
255


Relações geométricas em Cydonia

A controvérsia foi tamanha entre o público que a NASA foi obrigada a lançar outra missão (em
2006) para fotografar este monumento mais de perto.


A “face” de Marte, em alta definição

Outro ângulo da “face” de Marte
Com estas novas fotos, os céticos vieram para afirmar que o efeito de pareidolia, nas fotos menos
definidas, teria levado à interpretação de que estemonumento fosse uma face.
257
Contudo, restaria saber se a interpretação como “face” não teria sido intencional, pelo efeito de luz
e sombra. Se se usar a imagem especular simétrica fica uma face perfeita, como mostrado a seguir.

Imagem especular

É claro que isso dependeria da questão de provar sehouve ou não uma civilização que habitou este
planeta, em um remoto passado.
Os outros vestígios na planície de Cydonia parecem também apontar em sentido afirmativo, como
mostra, na foto a seguir, a presença de uma pirâmide (um lado dela encontra-se juncado por detritos
proveniente de uma grande inundação, que já se reconhece ter ocorrido na superfície marciana).
345
345
Fotos oficiais da NASA mostram ilhas (secas) em forma de lágrima na Planície Chryse, o que somente ocorreria se a
superfície de Marte tivesse sofrido uma imensa e catastrófica inundação quando ainda possuia água em sua superfície (o que,
parece, está definitivamente provado).


Em 1988 a (à época) União Soviética lançou a sonda automática denominada Phobos-2, até o
planeta Marte. Em 1989 a sonda entrou em órbita marciana, e deveria entrar em outra órbita paralela à do
satélite de Marte, Fobos (ou Phobos).
346
Logo em seguida, entretanto, os técnicos russos perderam contato
com a nave, definitivamente, de modo inexplicável.
346
Os satélites de Marte, Phobos e Deimos, foram descobertos em 1877 pelo astrônomo Asaph Hall. Mas antes disso eles
tinham sido perfeitamente descritos (suas órbitas) na obra Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, escrita em 1727, bem como
foram também citados por Voltaire (coincidência ou conhecimento vindo do passado?). As característicasextraordinárias do
satélite Phobos fizeram o eminente astrônomo soviético Josif Chklovski (ou Shklovski) declarar em 1964que este era um
satélite oco, possivelmente artificial (aliás, o formato dos dois satélites é extremamente irregular)


Phobos

Deimos


Em 23/08/93, a imprensa internacional noticiou a perda da sonda norte-americana, Mars Observer,
lançada em setembro de 1992 (um empreendimento de um bilhão de dólares), quando se aproximava do
planeta Marte.
Todos estes fatos não significam que existe, atualmente, vida neste planeta, nem que foram os
marcianos os responsáveis pela intervenção na Terra, há 300.000 anos. Talvez os mesmos que estiveram
260
por aqui, nesta época, tenham deixado vestígios de sua passagem pelo planeta Marte, e, igualmente, pode
ou não haver relação entre os UFOs e os extraterrestres que tenham vindo à Terra e Marte.
347
Há um último ponto a ponderar. Se a intervenção genética realmente aconteceu (como parece ter
acontecido), seria ilógico pensar que seus autores tivessem se marginalizado quanto às conseqüências de
seus atos, deixando o homem entregue a si mesmo. Qualquer que tenha sido o propósito desta
intervenção, o mais razoável é pensar que “Eles” (possivelmente aqueles chamados de “elohim”, no
Gênese), ainda continuam por aí, acompanhando a evolução humana, ou mesmo intervindo eventualmente
em determinadas circunstâncias, das quais nada se pode especular.
5.7 – Epílogo?
Isto conduz a uma outra questão, de cunho filosófico. Qual a verdadeira natureza do homem? Qual
a sua origem, e qual o seu destino? Estas são indagações que há séculos os filósofos e os pensadores vem
se colocando, e que as religiões tentam responder, cada uma a seu modo. A ciência de cunho positivista
tentou afastar o problema, alegando que a natureza,o homem e o universo são produtos do acaso, e não
têm uma finalidade intrínseca, teleológica.
Esta postura vem sendo derrubada pela ciência, em suas áreas mais avançadas e complexas. A
tremenda complexidade da moderna astrofísica, da física das partículas, da cosmologia, da genética
molecular, entre outros modernos ramos científicos,leva os pesquisadores avançados a conclusões
metafísicas que os filósofos modernos, afundados emseu cepticismo e em suas enormes dúvidas, não
conseguem aceitar.
A filosofia expressa nos Vedas, textos antiquíssimos da Índia, afirma que todo o universo é pura
ilusão, ou na expressão sânscrita, Maya. Parece quea ciência moderna está chegando a esta mesma
conclusão. E nesta ilusão gigantesca, talvez os UFOs sejam apenas sonhos dentro de sonhos.
FIM
347
Os extremamente céticos, que não acreditam que possa haver vida em outros planetas, costumam apresentar como
argumento o chamado “Paradoxo de Fermi”, que se pode resumir assim: “se eles existem, porque ainda nãoapareceram?” A
base deste paradoxo é a seguinte. Uma civilização avançada poderia criar robôs auto-replicantes para explorarem a galáxia,
que, à medida que fossem se espalhando pelos planetas, iriam se reproduzindo com os recursos naturais de cada um. Em pouco
tempo haveria milhões e milhões deles, que fatalmente chegariam até a Terra. O absurdo desta falácia éevidente. Para que se
repliquem milhões de robôs, nenhum deles pode levarpeças de reposição ou de montagem. Tudo teria que ser fabricado em
cada planeta. Ora, uma indústria exige: matéria prima; energia abundante, unidades fabris, operários, e antes disso: prospecção;
extração; mineração; transporte; manufatura; montagem final. Além disso, nenhuma indústria é auto-suficiente, pois depende da
existência de máquinas-ferramentas, em uma fase inicial, e a de peças complementares produzidas por outras fábricas, em fases
posteriores. Mas basta se ater a alguns pormenores:como seriam reproduzidos os microprocessadores? Como seriam
fabricados os motores capazes de livrá-los da ação da gravidade de cada planeta, até alcançarem órbitas de escape?


APÊNDICES


PÊNDICE I
TENTATIVA DE RESPOSTAS
(PARA PERGUNTAS INOPORTUNAS)
• Qual a razão para o acobertamento? Por que todas asnações do mundo são cúmplices deste
acobertamento?
Há dois tipos de acobertamentos: o proposital, realizado pelas agências governamentais, e o não-proposital, realizado por cientistas que se negam areconhecer o fenômeno, com medo de que isto venha a
prejudicar as suas carreiras (o pesquisador francêsJacques Vallée conta que quando trabalhava em um
observatório astronômico, testemunhou a destruição deliberada de gravações feitas de objetos celestes não
identificados, destruição esta feita pelo seu chefeimediato). O acobertamento proposital, como o próprio
nome diz, tem um propósito deliberado, e sua ação consciente é realizada porque o seu agente sabepor
que está agindo assim.
A ciência oficial, alega-se, não possui provas da existência de vida extraterrestre. Mas os cientistas
envolvidos com este assunto trabalhando para os governos (e que estão submetidos ao sigilo), não têm
dúvidas quanto a isso. Pode-se alegar, é claro, queeles são livres para falar sobre o assunto com outros
colegas. Esta crença, entretanto, alicerça-se no desconhecimento do profundo grau de vigilância pessoal e
de intimidação a que são submetidos todos os que trabalham nesta área. Além disso, o grau de
compartimentação de pesquisas é muito elevado. Há uma multiplicidade de níveis de segurança e de
autorização (clearance), e é estritamente proibida a troca de informação,e até mesmo conversar com
quem não possua as mesmas credenciais de autorização (veja-se, a respeito, as informações do físico
norte-americano Bob Lazar, que trabalhou na famosa área 51. Esta última prática, entretanto, já era
comum no Projeto Manhattan, que criou a bomba atômica).

Bob Lazar

• Quem sabe de tudo? Quem determina quais pessoas podem saber do assunto?
Como se sabe, as autoridades máximas de um país (não necessariamente as eleitas) geralmente
pertencem a um grupo de elite da sociedade, e representam em níveis variados os interesses econômicos e
políticos de outros grupos de poder. A estrutura social, econômica e política mundial é extremamente
complexa e sofisticada, e não há nada como o dinheiro (e o poder conseqüente que ele traz) para unir
interesses diversificados. A estrutura global está apoiada em crenças e instituições fundamentais de vários
tipos: religião, pátria, moral, costumes, fé, autoridade, etc. Solapar esta base seria provocar o
desmoronamento de toda a estrutura de poder mundial.
O pequeno grupo que realmente detém todas as informações sabe que a divulgação deste conhecimento
colocaria em risco a continuidade da sociedade tal como ela é, e poderia eventualmente derrubá-los de sua
posição de poder.
• Por que a verdade não pode ser revelada?
Considere-se o seguinte: a atual sociedade tecnológica, sem qualquer dúvida, ansiaria por um
contato com civilizações alienígenas capazes de nostrazer benefícios científicos, a cura de doenças, novas
tecnologias, etc. O corpo científico mantido à margem do conhecimento sobre UFOs prova isso, com suas
especulações, teses, pesquisas (os projetos OZMA e SETI, por exemplo), etc. Se os alienígenas surgissem
neste contexto, é claro que eles seriam bem recebidos, mesmo às custas de um profundo impacto cultural
e social.
Mas, e se este cenário for ilusório? Considere-se, por exemplo, toda a história conhecida da
humanidade. Um mínimo de pesquisa prova que nosso momento histórico atual é profundamente
diferente de tudo que já existiu neste planeta, historicamente falando. Não existem evidências, no
passado, da existência de uma sociedade tecnológicaao nível da nossa. Por outro lado, o nosso
desconhecimento das civilizações antigas ainda continua abismal. Não sabemos o que os motivava, quais
eram os seus anseios, qual o seu grau real de cultura. Um povo tão recente quanto os maias nos deixa
perplexos, tanto por suas realizações científicas quanto por seus costumes exóticos (e o que nos espanta
realmente, e que ele tenha desaparecido sem deixar vestígios).
A presença alienígena em nosso planeta parece abarcar um espaço de tempo bastante apreciável.
Em todas as épocas conhecidas foram vistos fenômenos estranhos e luzes misteriosas no céu. É fácil
concluir que os alienígenas, até o presente momento, continuam possuindo uma tecnologia bastante
superior à nossa. Se eles quisessem nos dominar, ouconquistar, evidentemente já o teriam feito. Mas
todas estas especulações são feitas sob a perspectiva de nossa própria cultura, totalmente marcada pela
intenção de dominar povos inferiores (a descolonização é um processo bastante recente, em nossa
história). Pensar que povos alienígenas possuam um padrão pelo menos próximo ao nosso, em
comportamento, necessidades pessoais, costumes, mentalidade, etc (para o melhor ou para o pior) é
mostrar muita ingenuidade. Mesmo aqueles que queremvê-los como salvadores, santos, amigos, ou de
qualquer outra maneira, estão agindo segundo os seus próprios preconceitos, e quase sempre com uma
265
extrema desinformação. Neste campo, infelizmente, não existe nenhum tipo de parâmetro que nos possa
balizar.
O contato com extraterrestres reais apresentauma dimensão imprevista, inconcebível e até
assustadora, algo para o qual a humanidade não estápreparada.
348
Procurar desvelar toda a complexa
trama que envolve a fenomenologia UFO, obviamente, é uma empresa arriscada e extremamente perigosa,
porque não envolve apenas conhecer aquele assunto, saber a razão e o porquê de tudo;
349
ao modo da
experimentação científica, o pesquisador torna-se parte da experiência: sujeito e objeto tornam-se um só, e
se o sujeito não possuir um perfeito equilíbrio, ele pode desviar-se de sua realidade pessoal e ficar à
deriva em uma realidade desconhecida e perigosa.
Igualmente, procurar deliberadamente o contato com entidades alienígenas (os supostos “amigos
do espaço”), para quem possua um mínimo de informação sobre o assunto, é algo no mínimo delirante. O
homem precisa de algo mais do que a simples curiosidade para protegê-lo. E os pretensos contactados,
definitivamente, parecem não saber com o quê estão lidando.
350
348
Cada pesquisador deveria se colocar a seguinte pergunta: por que, afinal de contas, o fenômeno UFO é colocado sob o mais
alto nível de sigilo em todos os governos do mundo?
349
É o caso, por exemplo, do fenômeno das luzes inteligentes, ou luzes dançantes, pretensamente comandadas por contatados.
As evidências testemunhais não deixam dúvida sobre este tipo de fenômeno. Acreditar, no entanto, que estas luzes são naves
espaciais que se sujeitam a dar revoadas inúteis apenas para responder aos gestos de um “contactado” écolocar o fenômeno
sob o prisma do ridículo e da imbecilidade.
350
Para os excessivamente ufófilos, o autor recomendaa leitura atenta dos livros de John Keel.
266
APÊNDICE II
O SISTEMA DE SIGILO USADO PELO GOVERNO DOS EUA
351
O governo norte-americano utiliza três níveis de sigilo (classification) para os documentos oficiais
militares, de política externa ou de inteligência: Confidencial (Confidential); Secreto (Secret); Ultra-Secreto (Top Secret).
• Confidencial (C): é aplicado a todo tipo de informação cuja revelação não autorizada poderia
eventualmente causar algum dano à Segurança Nacional.
• Secreto (S): é aplicado a todo tipo de informação cuja revelação não autorizada poderia certamente
causar sério dano à Segurança Nacional.
• Ultra Secreto (TS): é aplicado a todo tipo de informação cuja revelação não autorizada poderia
excepcionalmente causar grave dano à Segurança Nacional.
Outras opções de sigilo:
• Eyes Only (ou Exclusively Eyes Only – Exdis): o documento deve ser apenas lido, sendo proibido
tirar cópias do mesmo.
• Destroy After Reading: o documento deve ser destruído após ser lido.
Aos agentes, aplicam-se as seguintes restrições deacesso:
• Autorização de Segurança (Security Clearance): é aquela pela qual uma pessoa pode ter acesso
a determinada informação classificada. Possui vários níveis.
• Necessidade-de-Saber (Need-to-know): é a determinação feita pelo possuidor de uma
informação classificada para que alguém, no interesse da segurança nacional, tenha acesso,
conhecimento ou posse de uma informação classificada, e aja legalmente com ela visando
objetivos do governo.
352
As autorizações de acesso costumam serem revisadas de tempos em tempos, além do que o agente
tem que passar periódica e obrigatoriamente pelo aparelho Detetor de Mentiras.
Os níveis de classificação da informação são os seguintes:
351
Uma extensa relação pode ser encontrada em: http://www.abovetopsecret.com/forum/thread182353/pg1.
352
Necessidade-de-saber não significa nem implica em poder “saber tudo.” Existe o que se chama Sensitive Compartmented
Information (Informação Sensível Compartimentada). Este é um acordo de sigilo que alguém assina, e pelo qual se obriga a
obedecer ao sigilo de informações dos programas de acesso especial. A violação deste acordo implica emmulta e prisão,
conforme as seções 793, 794, 798 e 952, do Capítulo18 do Código Penal dos EUA.
267
Não-classificada (Unclassified) – aplica-se às informações que, ainda não necessitem de sigilo, são
limitadas ao uso oficial, e não necessariamente destinadas à divulgação pública (Nodis).
A – aplica-se aos documentos aprovados para distribuição pública (inclusive exportação sem
licença).
B – Abrange documentos de Agências governamentais,documentos militares, avaliações sigilosas,
informes sobre governos estrangeiros e informação proprietária.
C – Limitado às Agências Governamentais e empresasprestadoras de serviços ao governo.
Documentos que envolvam tecnologia avançada ou de aplicação militar.
D – Limitado ao Departamento de Defesa e empresas contratadas.
E – Documentos do âmbito interno do Departamento de Defesa.
F – Disseminação dirigida por autoridade competente.
LIMDIS (Disseminação Limitada) – estabelece outras medidas de proteção além das normalmente
usadas.
Outros:
UMBRA – antigo código usado para as comunicações deinteligência.
GAMMA – autorização de alta segurança.
Níveis de sigilo utilizados pela Organização do Tratado do Atlântico Norte – OTAN (NATO):
COSMIC TOP SECRET ATOMAL (CTSA)
NATO COSMIC TOP SECRET (CTS)
NATO SECRET
NATO CONFIDENTIAL
NATO RESTRICTED
NATO UNCLASSIFIED
Sistema de Cores usados em documentos:







Código de Cores

Armário de Segurança para
Documentos Secretos


APÊNDICE III
MENTIRAS E MORTES NO PROGRAMA ESPACIAL SOVIÉTICO
Uma teoria conspiracionista persistente afirma que houve muitos Cosmonautas Perdidos, ou
Cosmonautas Fantasmas, que foram aqueles que deram a vida na tentativa soviética de sobrepujar a todo
custo o Ocidente, na Corrida Espacial.
De acordo com a história oficial, Gagarin teria sido o primeiro homem a sobreviver a uma viagem
espacial. Antes de Gagarin, entretanto, teria havido vários outros mártires dessa Corrida. Por exemplo,
Vladimir Ilyushin, que teria aterrissado fora do curso (ou mesmo caído para a morte), tendo sido
capturado pelos chineses.
353
Ainda que a propaganda ideológica tenha se excedido em sua louvação ao fato de ter, a União
Soviética, se lançado à frente dos Estados Unidos da América com o voo orbital do cosmonauta Yuri
Gagarin, a verdade parece estar bem mais distante. Apesar de possuir realmente uma engenharia
avançada, o problema era que a estrutura industrial, contaminada pelo excesso de “planificação”, pode ter
contribuído para a construção de foguetes com defeitos, os quais viriam a sacrificar vários pioneiros da
conquista espacial.
Ainda que a maioria das evidências tenham sido destruídas, o que resta ainda permite afirmar que
houve, sim, cosmonautas soviéticos cujo nome permanece desconhecido, ainda que tenham dado sua vida
em prol do progresso espacial.
Graças ao fechamento de seu regime, os soviéticos podiam realizar à vontade lançamentos
tripulados, porque somente os sucessos seriam divulgados
354
(e propagandeados por todo o mundo, como
uma “vitória” do socialismo!)
Relação de cosmonautas que supostamente morreram em missões mal sucedidas:
Alexey Ledovsky, 1957.
Serenti Shiborin, 1958.
Andrei Mitkov, 1959.
Mirya Gromova, 1959.
Ivan Kachur, 1960.
Piotr Dolgov, 1960.
Alexis Graciov, 1960.
V. Zavadovski, 1960/61.
353
Nesta época, a China acusava a URSS de tê-la apunhalado pelas costas, ao chamar de volta todos os soviéticos que
ajudavam no Plano Qüinqüenal de desenvolvimento chinês.
354
Foram precisos 40 anos antes que a edição de abrilde 2001 do Pravda (em Inglês) divulgasse algo sobre os três
cosmonautas considerados perdidos, em missões anteriores a Gagarin.
270
Ludmila e Nikolay Tokovy, 1961.
Gennady Michailov, 1961.
Valentim Bondarenko, 1961.
Vladimir Ilyushin, 1961.
Alexis Belokoniov, 1962.
Andrei Mikoyan, 1969.
Ivan Istochnikov, 1993.
.
271
APÊNDICE IV
A VIGILÂNCIA DOS OBJETOS ESPACIAIS
Em 1957 foi lançado o primeiro satélite artificial em órbita à volta da Terra, o Sputinik russo.
Desde então, outras centenas de satélites vem sendolançados, com as mais diversas finalidades: satélites
militares de espionagem, de comunicações, de observação astronômica, de estudos da alta atmosfera, etc.
Até mesmo um gigantesco telescópio espacial encontra-se em órbita desde 1990: o Telescópio Espacial
Hubble. A esta enorme quantidade de satélites (militares e civis) colocados em órbita à volta da Terraveio
se juntar uma enorme quantidade de objetos inertes,formando um chamado Lixo Espacial. Este lixo
espacial é composto de satélites desativados
355
, tanques de combustível, peças de satélites, fragmentos
metálicos, pedaços de mantas térmicas e de foguetese objetos metálicos em geral (até mesmo ferramentas
perdidas por astronautas).
Calcula-se que existam cerca de 18.000 objetos em órbita (cerca de cinco mil toneladas) com mais
de 10 cm,
356
objetos estes que oferecem perigo real aos outros satélites e naves em operação no espaço,
devido ao risco de colisão. Como a velocidade médiadestes objetos é de 28.000 Km/h, eles oferecem
sério risco aos satélites com que porventura venhama chocar-se.
Em operação, atualmente, existem cerca de 845 equipamentos em órbita, que constituem satélites
diversos, civis e militares.


Representação artística dos objetos à volta da Terra

355
Os satélites possuem um tempo de vida útil, após oque se tornam apenas enormes objetos inertes, no espaço.
356
Aos quais se juntam cerca de 200.000 objetos com tamanho entre 1 e 10 centímetros, e dezenas de milhões de partículas
menores que 1 centímetro. Um satélite destruído experimentalmente por um míssil deixou cerca de 275 fragmentos, que foram
registrados por radar.
272
Toda esta situação exigiu que se organizassem agências oficiais encarregadas de vigiar o espaço
aero-espacial (dentro e fora da atmosfera), com vistas a garantir a segurança de voos,
357
bem como a
monitoração da re-entrada de destroços na atmosfera.
358
Ainda na década 1970/1980 a NASA criou um centro destinado à coordenação e realização de
projetos espaciais (NOCC – Network Operations Control Center), com sede no GSFC (Goddard Space
Fligth Center), em Greenbelt, Maryland. Uma das missões do GSFC era a vigilância pela rede STDN
359
,
ou Rede de Seguimento e Aquisição de Dados de Voos Espaciais.
Rede de Estações STDN:
Greenbelt, Maryland, USA (ETC) - Network OperationsControl Center
Orroral Valley, Canberra, Austrália (ORR)
Carnarvon, Austrália (CRO)
Cooby Creek, Toowoomba, Austrália
Joanesburgo, África do Sul (BUR)
Tananarive, Madagascar (TAN)
East Grand Forks, Minnesota, USA
St Johns, Newfoundland, Canadá (NFL)
Fort Myers, Florida, USA
Quito, Equador (QUI)
Lima, Peru
Santiago, Chile (AGO)
Antofagasta, Chile
Fairbanks, Alaska, USA (ULA)
Winkfield, Inglaterra (WNK)
Rosman, Carolina do Norte, USA (ROS)
Goldstone, Califórnia, USA (GDS)
Barstow, Califórnia, USA
Brown Field, perto de Chula Vista, Califórnia, USA
357
Ao lado dos objetivos civis existem os objetivos militares, tais como a monitoração de possíveis foguetes intercontinentais
ou mesmo de aviões ou de satélites espiões. O Quartel General da USAF (AFCIN) criou em 1961 o sistema de alerta Moon
Dust, que deveria se basear em estimativas de re-entrada na atmosfera dos ESV – Earth Satellite Vehicle.
358
Cerca de 35 objetos fazem a re-entrada, por mês. Amaioria deles é consumida durante a própria re-entrada, devido ao atrito
com a atmosfera. Outros, mais volumosos, podem constituir perigo em sua queda. Um estágio do Saturno V, que lançou o
Skylab em 1973, pesava 38 toneladas. Ele passou sobre Los Angeles, antes de cair perto dos Açores. Poresta razão, as suas
órbitas são monitoradas, com vista a um aviso prévio à região onde possam cair.
359
Também conhecida com STADAN, ou Spacecraft Tracking and Data(Acquisition) Network. O STADAN deveria prover
comunicações espaço-terra através de suas antenas parabólicas, para naves em órbita, por períodos de tempo variando de 15 a
90 minutos. Em maio de 1971 a STADAN tornou-se a MSAFN - Manned Space Flight Network. Em 1980 algumas estações da
STADAN (como a Tracking and Data Relay Satellite System– TDRS) assumiram a função de rastrear satélites em órbita
baixa. Outra rede, a Deep Space Network– DSN, rastrearia os satellites situados além de 10.000 milhas da Terra.
273
Paquistão
Creta
Além do controle de voos espaciais, já existia também o centro NORAD
360
, criado para o controle
de voos atmosféricos civis e militares, bem como para o monitoramento de mísseis.
361
O NORAD está
subordinado ao Comando de Defesa Aérea dos Estados Unidos.
O complexo NORAD foi construído no interior das montanhas Cheyenne, no Colorado. É envolto
por portões de aço blindados de 25 toneladas e centenas de metros de granito sólido. Sua área interna é
uma constituída por uma série de grandes câmaras, que ocupam um espaço de quatro acres e meio. Dentro
das câmaras foram construídos prédios, sendo que cada um está assentado sobre imensas molas de aço
(em um total de 900 molas, de 453 quilos cada uma) para isolá-lo do choque sísmico de uma explosão
nuclear ou de terremotos.


NORAD – Uma das portas de aço de 25 toneladas


Em 2006 as operações do NORAD passaram para a Base da Força Aérea de Peterson,em
Colorado Springs. Mas uma equipe básica continua a manter o complexo da Montanha Cheyenne, para
usar em caso de necessidade.
O Quartel-General do NORAD canadense, até recentemente, também se localizava em um
complexo subterrâneo, localizado na Baía do Norte, Ontário. Era equipado com sistemas de computador e
comunicações. O comando do NORAD canadense usa uma base militar em Winnipeg, Manitoba, que
serve como Quartel-General administrativo.
362
360
Cuja construção teve início em 1961, praticamente no auge da Guerra Fria.
361
Em suma, o monitoramento do espaço aéreo norte-americano.
362
O Canadá mudou recentemente suas operações do NORAD: os quartéis-generais agora estão em um prédio naBaía do
Norte.
274
Antigamente, quando um voo ilegal era detectado (fosse nas fronteiras, fosse sobre regiões
interditadas ao voo civil ou mesmo militar, não autorizado), o NORAD enviava um jato para interceptar o
avião. A partir de 2005 passou a ser utilizado um sistema mais simples, mais eficaz e mais barato, queusa
lasers de baixa intensidade para alertar os pilotosdas linhas aéreas comerciais quando eles entram em
espaço aéreo restrito.
363
Como já existia um sistema de monitoramento do tráfego aéreo civil, da FAA -
Administração Federal Norte-Americana de Aviação, todo o sistema foi interagrado ao sistema NORAD.
Desse modo, há um número de funcionários da FAA quetrabalham diretamente com o NORAD.
364
Desde a era Reagan que os EUA persegue um objetivo militar estratégico, que é o de desenvolver
um escudo de defesa militar – SDI
365
– que permita que mísseis inimigos sejam localizados e destruídos,
ainda no ar, por mísseis terra-ar. Por vários motivos, este projeto jamais chegou a ser implementado.
Atualmente, fala-se da chamada Defesa de Médio Alcance Baseada em Terra. Este sistema usaria
sistemas de radar avançados, desenvolvidos especificamente para a detecção e a localização de mísseis
inimigos. E, é claro, os radares do NORAD serão utilizados em conjunto.
Em 1958 a Marinha norte-americana deu início à construção da chamada Cerca Espacial, um
projeto de vigilância de satélites espiões e de navios inimigos em alto-mar (e que faz parte da Rede de
Vigilância Espacial - SSN. Projetado pelo Laboratório de Pesquisa Naval, era originalmente parte do
Sistema de Vigilância Espacial Naval (NAVSPASUR). Em 1961 foi criado e instalado na Virgínia o
NAVYFS (Primeiro Comando Espacial Operacional) paraadministrar a Cerca.
366
Em 1965, a sua configuração de nove estações estavacompleta. Essas estações estão circularmente
espalhadas de San Diego, na Califórnia, até a Geórgia. Três delas agem como transmissores
367
, e o resto
como receptores das ondas retornadas, as quais são capazes de detetar objetos do tamanho de uma bola de
futebol a 30.000 km, e cujo órbita atravesse sua área de atuação.
368
363
Em áreas extremamente sensíveis, tais como a Área 51, é provável que o sistema antigo ainda permaneça.
364
Este sistema foi incrementado principalmente a partir de 11 de setembro de 2001, depois dos atentadosàs Torres Gêmeas,
em Nova Iorque.
365
De acordo com alguns documentos sigilosos desclassificados, a União Soviética (à época) também tentava construir o
equivalente deste escudo (chamado pelos russos de KOHTPOA). A questão é que, de acordo com estes documentos, esta era
uma iniciativa conjunta EUA-URSS. Para uma defesa contra os alienígenas?
366
O Comando Tático e o Controle das Operações da Cerca Espacial estavam em Dahlgren, e o Controle Operacional Global
era provido pelo Centro de Operações Espacial, situado na Base da Força Aérea em Vandenberg na Califórnia.
367
Os transmissores operam na faixa VHF, em uma freqüência de 216 MHz. O transmissor principal fica no Lago Kickapoo, e
consome cerca de 1.000.000 de KW/h por mês para gerar 6,3 bilhões de watts de energia. Cada receptor é composto de 12
antenas, espaçadas de 120 metros entre si, e que contém 96 dipolos.
368
Trata-se de um radar de onda contínuo, capaz de localizar objetos em baixa e média órbita da Terra (LEO e MEO). Ele
provê cerca de 40% das observações totais da Rede de Vigilância Espacial (SSN).

Antenas de Recepção da Cerca Espacia
A responsabilidade da administração do programa da Cerca Espacial da Marinha foi passada, em
1º. de outubro de 2004, para o Controle do Espaço Aéreo da USAF (Força Aérea dos Estados Unidos).
*
A maioria dos países criou órgãos especializados para tratar de assuntos relacionados ao lixo
espacial. Em 1986, a ESA, agência espacial européia, criou um grupo para analisar e estudar os detritos no
espaço (foram investidos 64 milhões de dólares em um programa chamado Conscientização da Situação
Espacial).
Em 1997, a NASA criou o Centro de Estudos de Órbita e Re-entrada de Destroços.
369
Além
dessas há também a Inter-Agency Space Debris Coordination Committee- IADC, que se propõe a ser um
órgão internacional de coordenação das atividades relacionadas ao lixo espacial. O IADC agrega agências
espaciais de países como Alemanha, Índia, China e Japão.
369
Uma lista completa de satélites em órbita pode serbaixada de: http://marionery.com/blog/2007/02/15/lista-completa-dos-satelites-em-orbita/.
276
APÊNDICE V
O CONTINENTE ANTÁRTICO
370
5.1 – O Enigma dos Mapas Antigos
O continente Antártico, ou Antártida. é uma massa continental, cujo centro ocupa o Polo Sul,
geográfico, e o Pólo Sul magnético (aproximadamente). Este continente está em segundo lugar, entre toda
a massa continental terrestre, em que se produzem anomalias magnéticas (o Afeganistão é o primeiro).
A verdade é que a Antártida possui uma história estranha que começa antes mesmo dela ser
(re)descoberta.
No dia 9 de novembro de 1929, por ordem do Diretor Geral dos Museus Turcos, Malil Edhen (ou:
Khalil Edhem) teve início um procedimento de inventário e classificação geral de todo o acervo do museu
Topkapi (na Biblioteca do Serralho), em Istambul. Na ocasião foram descobertos fragmentos de antigos
mapas, sendo que um deles teve sua autoria atribuída ao almirante turco Piri Reis (Piri Muhyi ‘I Din
Re’is, ou então: Piri Ibn Haji Memmed)
371
, sobrinho do famoso corsário Kemal Re’is. Piri Reis era um
cartógrafo escrupuloso, e conhecia o grego, espanhol, português e italiano. Segundo ele mesmo informa,
ele teve acesso a antiqüíssimos mapas, os quais eleconsultou para fazer o seu próprio mapa.
372
O mapa, ao qual faltava uma parte, era desenhado emuma pele de gazela de 85x60 cm, coberto de
iluminuras e inscrições em turco. Ele representava o hemisfério ocidental, com as costas do Atlântico e a
costa oriental da América. Mas ele mostrava também uma zona onde deveria estar o Atlântico, que
correspondia à Terra da Rainha Maud, antes que os gelos a tivessem recoberto.
373
Ou seja, o mapa de Piri
representava o litoral da Antártida com detalhes que só vieram a ser conhecidos quando o contorno do
continente foi mapeado no século 20.
370
Antártico, Antártica, Região Antártica, ContinenteAntártico, Antártida. Todas as formas são válidas.
371
Piri Reis era conhecido como autor de um livro, o Bahrije (Viagens no Mar), sobre a navegação no Mediterrâneoe no Mar
Egeu. No ano 930 da Hégira (1513 A.D.) ele dedicou o mapa que elaborou a Solimão, o Magnífico, que elepróprio chamava
de “Mapa de Colombo”. Veja-se: http://www.saudiaramcoworld.com/issue/199203/piri.reis.and.the.columbus.map.htm, artigo:
Piri Reis and the Columbus Map.
372
As anotações feitas nas suas margens fazem referência a mais de vinte mapas ainda mais antigos, os quais remontariam à
época de Alexandre, o Grande. Para uma completa exposição acerca dos mapas de Piri Reis, veja-se: PAUWELS & BERGIER,
1971, pp. 43-56 (reproduzindo um artigo de Paulo-Émile Victor); DUVAL, 1973, pp. 17-47. Crítica:
http://www.uwgb.edu/dutchs/PSEUDOSC/PiriRies.HTM. Para portulanos: http://butronmaker.blogspot.com/.
373 Os trabalhos dos especialistas Dr. J.-L. Hough, da Universidade do Illinois, e Dr. W. D. Hurry, dos Laboratórios de
Geofísica do Instituto Carnegie, de Washington, realizados no período 1957/1958, permitiram estabelecer que a glaciação no
Pólo Sul teve início entre seis e quinze mil anos, e que a costa mostrada no mapa de Piri Reis devia mostrar a configuração
geológica do Pólo Sul como ele estava, há dez mil anos.
277
Mapa de Piri Reis

Mapa de Piri Reis
Uma cópia deste mapa acabou no Gabinete Naval de Hidrografia Americano, de onde veio parar
nas mãos de um cartógrafo, M. I. Walters. Este mostrou-o a um certo Capitão Arlington H. Mallery, que
consultou os padres Linehan e Heyden,
374
especialistas em cartografia polar dos Observatórios de
Georgetown e de Weston, que comprovaram sua exatidão. Mallery então acabou por levar o mapa ao
Professor Charles Hapgood, um especialista em portulanos. Para Hapgood, a projeção do mapa de Piri
Reis tinha como centro de projeção aproximado a cidade de Alexandria, e outras medidas do mapa o
fizeram concluir que o mapa não podia ser grego, sendo mais antigo.
Outro mapa analisado por Hapgood na Biblioteca do Congresso, o mapa do mundo de Oronteus
Finaeus, ou Fineus, (Nova et Integra Universi Orbis Descriptio), de 1531, também o deixou perplexo,
pela sua representação exata do continente Antártico. O mais surpreendente era que este mapa possuía
representações de dez em dez graus, algo que, supunha-se, tinha sido adotado somente a partir do
Renascimento.
374
O padre Daniel Lineham, diretor do Observatório Weston do Colégio de Boston e chefe do Departamento de Sismologia das
expedições à Antártida, afirmou que todas as características topográficas que figuram nos mapas de Pi-ri Reis coincidiam com
os resultados obtidos pelas sondagens ultrasônicas feitas através da crosta de gelo, de mais de um quilômetro de espessura, pela
Marinha norte-americana.
280

Mapa de Finaeus
Todos estes mapas foram exaustivamente investigados por especialistas nas décadas de 1970 a
1990, e embora algumas ressalvas tenham sido colocadas por alguns deles, a maioria concordou que os
mapas baseavam-se em representações extremamente antigas da superfície do globo terrestre, algo que,
por si só, levava a conclusões inaceitáveis para a ciência ortodoxa. Isto porque, o único modo de alguém
conseguir fazer os mapas da forma como eles apresentavam o continente austral seria se este tivesse sido
fotografado a partir do espaço.
375
375
Os mapas de Piri Reis e Finaeus mostram a Antártidasem a calota de gelo, numa época entre 6.000 a 15.000 anos atrás. Em
1949 uma expedição de suecos e britânicos realizou medições sísmicas através da camada de gelo do póloSul. O mapa obtido,
comparado com o mapa de Piri Reis, mostrou uma surpreendente coincidência de contornos na linha da costa da Antártida. Um
outro mapa, elaborado pelo francês Phillipe Bauche em 1737, mostra o Pólo Sul dividido em dois por umafaixa de água. Outra
medição sísmica, esta realizada em 1958, confirmou que a Antártida é dividida por um antigo curso de água, e muitos geólogos
afirmam que uma configuração como essa somente poderia ser observada há milhões de anos atrás.
281
Esta mentalidade céptica voltou com toda força nosdias atuais (2009). Alguns pesquisadores,
simplesmente ignorando as credenciais científicas dos especialistas anteriores, lançam em descrédito
todas as interpretações que eles fizeram a respeitodesses mapas, em especial o mapa de Piri Reis.
Segundo eles, houve um equívoco na interpretação dolitoral da América do Sul, que não se prolongaria
até o continente austral.
Uma “interpretação” atual do mapa de Piri Reis

Uma variante dessa “interpretação”
É claro, a maioria destes “especialistas” gostaria que simplesmente não existissem mapas como os
de Reis, Fineus ou Bauche, ou outros mapas antiquíssimos.
Mapa de Fineus
Mapa de Ptolomeu recuperado em 1400 A.D. em Constantinopla e publicado em Strasbourg em 1513

Terra Australis Incógnita

A crença na existência de um continente austral já vinha desde os gregos antigos, tendo sido
proposta por Ptolomeu e Aristóteles. Por esse motivo, muitos mapas do século XVI incluíam uma massa
de terra nesta região. As primeiras viagens documentadas às águas antárticas aconteceram neste século;
Américo Vespúcio relatou um registro visual de terras na altura dos 52º S. Mas foi com a expedição de
James Cook, que cruzou o Círculo Polar Antártico noséculo XVIII que se começou a ter um vislumbre
deste continente.
Apesar de explorações esporádicas, até o final do século XIX a situação não mudara muito, e a
Antártica permanecia intocada, com uma ocupação humana que se limitava às ilhas subantárticas.
376
5.2 – A Exploração do Pólo Sul no Século XX
Apesar de algumas tentativas feitas no início do século XX, o continente antártico só viria a ser
pisado por um ser humano, na era moderna, em 1911. Neste ano, no dia 14 de dezembro, o norueguês
376
Uma relação completa de todos os navegantes e exploradores que tiveram alguma relação com o Pólo Sul pode ser vista em:
http://www.south-pole.com/p0000052.htm.
285
Roald Amundsen e sua equipe se tornaram os primeiros homens a chegar ao Pólo Sul, chegando à frente
do britânico Robert Falcon Scott.
Ernest Shackleton, que participou de uma tentativa anterior de Scott, mas foi enviado de volta por
ter contraído escorbuto, tentou posteriormente (1908) participar da corrida com a sua própria expedição,
mas foi obrigado a voltar devido aos problemas que enfrentou.
Os exploradores Amundsen e Scott são considerados, atualmente, como os desbravadores do Pólo
Sul.

Roald Amundsen no Pólo Sul
O Contra-Almirante da Marinha dos Estados Unidos, Richard Evelyn Byrd, liderou cinco
expedições para a Antártida: em 1925; em 28/29 de novembro de 1929 (ele sobrevoou o Pólo Sul com o
piloto Bernt Balchen), entre 1939-1941; em 1947;
377
e em 1956.
Almirante R. E. Byrd
377
Durante seu voo sobre o Pólo Norte em 1947, Byrd comunicou por rádio que via abaixo dele, não neve, esim áreas de terra
com montanhas, bosques, vegetação, lagos e rios, e um estranho animal que parecia um mamute (essa irradiação teria sido
cortada neste momento, por motivos desconhecidos). Em janeiro de 1956, após dirigir outra expedição à Antártida, ele afirmou
que sua expedição havia explorado 3.700 km além do Pólo Sul e, além disso, um pouco antes de sua morte, disse que a Terra
além do Pólo era “uma terra encantada e de mistériopermanente.”
Avião especial do Almirante Byrd


Expedições do Almirante Byrd
Oficialmente, até 31 de outubro de 1956 ninguém voltou a pisar no Pólo Sul;
378
nesse dia, o
Contra-Almirante George Dufek e outros pousaram comsucesso uma aeronave R4D Skytrain (um
Douglas DC-3 modificado).
Com a realização do Ano Geofísico Internacional (1957/1958), que foi uma iniciativa científica
conjunta de vários países no sentido de explorar e conhecer melhor o planeta, foi montado um grande
número de expedições para o Pólo Sul. O Tratado da Antártida, que proíbe a anexação ou a exploração
unilateral do continente austral foi assinado em 1 de dezembro de 1959, tendo entrado em vigor em 23 de
junho de 1961.
379
Atualmente, muitos países mantêm bases de pesquisapermanente nesta região; o mapa
seguinte mostra as áreas reivindicadas por cada um.
378
A Alemanha nazista procedeu a uma intensa exploração deste continente, conforme se verá à frente.
379
Este tratado já não tem mais validade.
287
Os limites deste continente formam o que se denomina Convergência Antártica. Esta é uma zona
definida pelos extremos sul dos oceanos Atlântico, Indico e Pacífico, entre os 48º e os 60º de latitude Sul.
A Convergência Antártica marca uma diferença físicanos oceanos,
380
por essa razão a água que rodeia o
Continente Antártico é considerada um oceano em si mesmo, denominado Oceano Glacial Antártico ou
Meridional.
De 17 de julho de 1989 a 24 de fevereiro de 1990 realizou-se a Expedição Transantártica,
formada por exploradores dos Estados Unidos, Japão,França, Inglaterra, China e Rússia. Ela cruzou os
Montes Transantárticos e o continente, na direção de sua maior extensão.
Entre 1956 e 1957 18 tripulantes da Marinha americana construíram uma estação (agora conhecida
como Old Pole – Antigo Pólo) no exato pólo geográfico. A estação foi construída parcialmente no
subsolo, para proteção contra condições climáticas extremas (em 1957 a temperatura mais baixa desceu a
-74°C). Em razão do acúmulo de neve, a estação foi sendo gradativamente soterrada, e acabou sendo
abandonada em 1975. Atualmente, o local é considerado como área de risco, tendo sido isolado e sendo
proibida qualquer visita turística a ele.

Antiga estação – atualmente isolada

Sul.
289
Uma outra base substituta foi construída em forma de cúpula geodésica. Ela tem 50 metros de
largura e 16 metros de altura e foi construída em 1975, distando 100 metros da anterior. De acordo comos
dados oficiais, a base está em uma elevação de 2.835 metros da capa de gelo, que possuiria 2.850 metros
naquele ponto.
Dentro do Domo, que pode abrigar 50 pessoas, existem equipamentos para estudo da atmosfera
superior e estudos astronômicos e astrofísicos. Em 1999 teve início a construção de uma nova estação
elevada adjacente ao Domo, (Elevated Station), que foi terminada em 2003. Ela inclui um projeto
modular capaz de acomodar uma população variável, eum sistema de elevação regulável, para prevenir
que a estação seja enterrada na neve.
Domo e Estação Elevada


Pólo Sul geográfico

Navio de pesquisas no Pólo Sul

Região reivindicada pela Argentina
Estação Pólo Sul Amundsen-Scott

Estação Pólo Sul Amundsen-Scott

Durante o verão, cerca de 130 pessoas trabalham no local. A maioria se retira no início de março,
deixando um pessoal que fica isolado, no inverno, entre fevereiro e final de outubro.
As pesquisas na estação incluem astronomia, astrofísica,
381
glaciologia, geofísica e meteorologia,
além de estudos biomédicos.
381
A maioria dos astrônomos trabalha em astronomia debaixa freqüência.
293

Equipamentos de astronomia no Pólo Sul
5.2.1 – A Participação do Brasil
O Brasil participa da exploração da Antártida através do Programa Antártico Brasileiro – Proantar,
que é gerido por uma parceria entre ministérios e uma agência de fomento:
• CNPq - financia a coordenação da execução das pesquisas;
• Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) - define da política científica;
• Ministério do Meio Ambiente (MMA) - garante o cumprimento das regras internacionais para
minimizar o impacto da presença humana em solo antártico;
• Ministério das Relações Exteriores - responde pela Política Nacional para os Assuntos Antárticos;
• Ministério das Minas e Energia - fornece, por intermédio da Petrobrás, combustíveis
especialmente desenvolvidos para os veículos que atuam nas regiões geladas;
• Ministério da Defesa - atua no Proantar por intermédio do Comandos da Marinha. Sedia a
Secretaria da Comissão Interministerial para Recursos do Mar (SECIRM), que gerencia o
Proantar. Planeja as Operações Antárticas e financia o segmento logístico do Programa e da
Aeronáutica.
5.3 – Mistérios do Continente Antártico
A moderna tecnologia de pesquisa, que introduziu aviões com equipamento sofisticado, bem como
satélites que permitiam fotografias extremamente nítidas, trouxe alguns fatos misteriosos acerca do que
seria o Pólo Sul e do que existiria em sua superfície – ou até mesmo debaixo dela. De fato, as pesquisas
comprovaram a existência, sob a capa de gelo, de nada menos que 140 lagos subglaciais.
A pesquisa por satélites detectou, em 2007, a presença de vários rios e grandes lagos no subsolo
gelado. Um deles é o Lago Vostok, o mais conhecido lago subglacial do mundo. Ele possui 240 km de
294
comprimento e 50 km de largura, concentrando a imensa quantidade de 5.400 km³ de água doce. De
acordo com as pesquisas, ele alcança a profundidadede 1.000 metros em alguns locais.

Fotografia da NASA da região do Lago Vostok
382
O Lago Vostok é o mais importante ambiente aquáticoisolado da Terra, e supõe-se que ele está
entre um mínimo de três e um máximo de trinta milhões de anos sem contato com os demais ecossistemas
do planeta. Isto porque ele está selado pela calotade gelo, numa espessura que varia entre 3.700 e 4.100
metros. Sua água permanece líquida devido à pressãodo gelo (equivalente à cerca de 350 atmosferas),
além do que parece existir uma atividade geotérmicano fundo do lago.383
382
A foto foi tirada a 500 milhas (800 Km) de altura.A área plana corresponde às dimensões do gigantesco lago subglacial,
localizado sob 4.000 metros de gelo.
383
Em 2001 uma equipe de cientistas da Columbia Universitydescobriu no lago Vostok uma anomalia magnética maciça, na
sua extremidade sudoeste. A causa dessa anomalia tem inspirado muitas teorias, sendo que a mais aceitaé a de que existe um
"afinamento" da crosta terrestre naquela área, sob o lago, e que o escapamento de gases poderia estar provocando essa
anomalia

Pesquisa geológica do Lago Vostok
O nome do lago é o mesmo da base de pesquisas soviética instalada em 1957, em extremas
condições climáticas
384
e de incríveis dificuldades de acesso e de abastecimento. A pesquisa concentrou-se na camada de gelo acima do lago, porque existia uma determinação rigorosa para não chegar às suas
águas, que poderiam ser irreversivelmente contaminadas.
Nesta camada de gelo foram encontrados microorganismos vivos completamente desconhecidos
pela ciência,
385
os quais viviam em um meio inóspito extremamente gelado, suportando imensas pressões,
vivendo quase sem nutrientes e sem a energia do Sol.
386
384
Em 21 de julho de 1983 foi registrada a mais baixatemperatura na base: 89,6 graus negativos!
385
Tirar tais microorganismos de seus ambientes naturais pode não ter sido uma boa idéia. Em 23 de abrilde 2001 irrompeu
uma doença desconhecida que forçou o resgate, sob uma temperatura de 86º negativos, de 11 membros da base de pesquisas da
American McMurdo. Simultaneamente, um membro da base de pesquisa da American Amundsen Scotttambém teve de ser
resgatado. Mas o pior é que a vida selvagem também parece estar sendo atacada por estranhos germes. Emdezembro de 2001,
um "mal desconhecido" começou a matar centenas de pingüins próximo à base Australian Mawson. Em 24 de janeiro de 2001
a NSA – National Security Agency(Agência de Segurança Nacional) assumiu o controleda base sobre o lago Vostok. E em 12
de abril de 2009, o jornal The Independentpublicou um apelo enfático de Hilary Clinton, no sentido de que “urge controlar o
turismo no Pólo Sul.”
386
Em uma outra escala, esta descoberta talvez só encontre paralelo nas estranhíssimas formas de vida dochamado Xisto de
Burgess, descobertas por Charles Walcott, chefe da Smithsonian Institution. O Xisto de Burgess é uma camada formada há 530
milhões de anos na parte canadense das Montanhas Rochosas. Ele contém cerca de 140 espécies de animaisque representam
mais de dez filos, sendo que alguns deles, pela excentricidade de sua forma, ainda aguardam catalogação da ciência.
296

Extremófilos encontrados na camada de gelo do Vostok
Os cientistas acreditam que o lençol de gelo não é inerte, que ocorram movimentações de caudais
de gelo nas camadas inferiores da calota e mesmo derios subterrâneos que, percorrendo vastas extensões
e conectando os lagos entre si, realizam trocas ambientais, e por consequencia, fazem a difusão de formas
de vida por imensas áreas sob a camada de gelo.
*
Além do Lago Vostok, a pesquisa geológica descobriuoutros enigmas sob a capa de gelo, tais
como os picos da montanha Gamburtsev. Estes picos foram descobertos por uma equipe soviética nos
anos 1950, quando realizavam pesquisas sísmicas através do gelo. Eles foram detetados acerca de 4.000
metros abaixo da superfície da camada de gelo.
A existência dessa montanha surpreendeu os cientistas, que não compreendem como ela pôde
subsistir sob a descomunal pressão do gelo. De acordo com o Dr. Robin Bell, do Lamont-Doherty Earth
Observatory, “It's rather like being an archaeologist and opening up a tomb in a pyramid and finding an
astronaut sitting inside. It shouldn't be there.”
387
Em 2008, novas pesquisas abaixo da superfície revelaram que a cadeia de montanhas existente a 4
km sob o gelo era de tamanho comparável aos Alpes.
Uma equipe de ingleses, americanos, alemães, australianos, japoneses e chineses se juntou para
uma pesquisa conjunta, com o propósito de encontrara resposta deste enigma. O Projeto AGAP
(Antarctica's Gamburtsev Province) deve realizar tal estudo a partir de dois campos,a partir dos quais as
equipes irão mapear as regiões subglaciais com a ajuda de instrumentos na superfície e no ar.
388
387
“Seria como se um arqueólogo abrisse a tumba de uma pirâmide e encontrasse lá dentro um astronauta sentado. Ele não
deveria estar lá”.
388
O tratado que foi assinado em 1959 pelos governos da Argentina, Bélgica, França, Chile, África do Sul, Japão, Noruega,
Nova Zelândia, Rússia (ex-União Soviética), Reino Unido, Estados Unidos e Austrália compreendia uma cooperação científica
e reconhecia a importância ecológica da Antártida, além de firmar o compromisso de manter a área livrede conflitos. Durante
Montanhas subglaciais Gamburtsev e sua pesquisa sísmica

Expedições para a pesquisa dos picos Gamburtsev

5.3.1 – Os Vulcões do Pólo Sul
Surpreendentemente, foi constatada a presença de vulcões no continente antártico. Aliás, existem
muitos deles. Os cientistas somente reconhecem estes vulcões através de medições remotas que detectam
diferentes massas rochosas, e dessa maneira identificando as vulcânicas. Um deles é o vulcão Monte
algum tempo aceitou-se que, quem “pusesse os pés” na Antártida, teria direito de ficar lá, no futuro. Hoje, como o tratado
caducou, a coisas mudaram, e podem existir interesses ocultos visando o território. Em 2009 o Reino Unido requisitou direitos
sobre jazidas minerais existentes no mar territorial antártico, potencialmente rico em gás e petróleo.Chile e Argentina uniram-se para contestar a reivindicação britânica. Mas, oque se pode esperar para o futuro?
298
Takahe, que está situado a oeste da Antártida [76,2° S 112° O]. Nesta região, o continente gelado tem
muitos vulcões ocultos sob a camada de gelo.
O monte Takahe tem o cume elevado a mais de mil metros acima do gelo circundante.
Em abril de 2009 a Barranca de Gelo de Wilkins, quemede cerca de 14 quilômetros quadrados,
partiu-se. Este acontecimento tem sido citado freqüentemente como evidência do aquecimento global,
mas pode haver outra explicação. Alguns cientistas acreditam que além da existência de um vulcão ativo,
existem também falhas e aberturas de terreno no subsolo. Em janeiro de 2009 os pesquisadores da Britsh
Antartic Surveydescobriram evidências de cinzas e outros materiais que, eles acreditam, são sinais de que
recentemente aconteceu uma erupção vulcânica sub-glacial.
Igualmente a Geleira de Pine Island está sob observação, porque ela parece estar derretendo muito
rápido. Isto pode se dever a fenômenos de vulcanismo específicos e localizados.
Vulcão Monte Takahe
APÊNDICE VI
A ANTÁRTIDA NAZISTA
6.1 – Os Nazistas no Pólo Sul
Fatos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial permitem deduzir que o Pólo Sul foi
extensamente explorado pela Alemanha nazista.
Em 1938 uma expedição liderada pelo Capitão Alfred Richter, comandante do cargueiro
Schwabenland, foi enviada para o Pólo Sul. A expedição, que durou de três semanas, usou dois
submarinos Tipo II, integrantes da flotilha Weddigen, um quebra-gelo e um cargueiro menor, além de dois
hidroaviões lançados do navio Schwabenland, os quais sobrevoaram o território que a Noruega
reinvidicava, chamado Terra da Rainha Maud(Queen Maud Land). A exploração aérea cobriu uma área
de cerca 370.000 km
2
, fotografando quase metade dela , cujo território foi reclamado para a Alemanha.
389
Para demarcar este território reivindicado, os hidroaviões lançaram centenas de pequenas marcas de
metal, com a suástica e um esporão, de modo que, aocaírem, ficassem cravadas verticalmente no gelo.
Uma outra área ainda maior, de 600.000 km quadradosda Antártida, foi mapeada e reivindicada
como território alemão, recebendo o nome de Neuschwabenland (Nova Suábia, ou Nova Suávia).

Alemães na Antártida
389
Afirma-se que os alemães teriam encontrado uma região com um clima quente e úmido. sem neve, com montanhas e lagos,
Essa região seria a mesma avistada durante os voos do Almirante Byrd, alguns anos antes. Para os alemães, o clima quente
resultaria de atividade vulcânica.
300
O navio alemão Schwaabenland foi enviado à Antártida com a missão de demarcar e instalar uma
base militar de pesquisas científicas. Quando o navio voltou a Hamburgo, em 11 de abril de 1940, toda a
sua tripulação foi recebida e saudada como heróis. Hitler, em pessoa, esteve presente ao evento.
Insígnia da expedição alemã à Nova Suávia.

Nova Suávia

Área presumidamente demarcada pela Alemanha
No começo da Segunda Guerra Mundial, em 1940, o navio corsário Pinguin, comandado pelo
Capitão Ernst-Felix Krüder, capturou dois navios baleeiros noruegueses (Ole Wegger e Pelagos) quando
estavam atracados na Queen Maud Land. Em seguida conseguiram capturar, além do resto da frota
baleeira, um navio de suprimentos (o Solglimt) e onze outros navios. Dois submarinos e dois cargueiros,
adaptados dos navios capturados dos noruegueses, foram colocados à disposição para dar apoio logísticoà
Nova Suávia.
A partir de 1943 os U-Boats passaram a ter uma intensa movimentação nos Mares do Sul. Os
navios corsários alemães Pingüim, Komet e Atlantis,bem como outros submarinos alemães, tiveram
grande atividade militar na região, antes que fossem afundados por navios ingleses.
390
Sua área de ação,
entretanto, fazia supor a existência de uma base deabastecimento de combustível e de suprimentos na
região, base esta que jamais foi (oficialmente) encontrada pelos Aliados.
391
390
Entre 1940 e 1941 o navio corsário alemão Pinguin afundou mais de 135.000 toneladas em cargueiros aliados, até que em
maio de 1941 foi afundado pelo H.M.S. Cornwall, da marinha britânica. Os seus irmãos gémeos, os naviosKomet e Atlantis,
continuaram em operação até ao fim da guerra.
391
É possível que os submarinos alemães tenham permanecido ativos nos Mares do Sul pelo menos até 1947. E a questão
permanece: a partir de qual base eles operavam?
303
U-Boats alemães
Se estes submarinos deslocavam-se até o continente Antártico, isto exigia uma base de
abastecimento, que, presume-se, deveria estar localizada nos Açores, Canárias ou Cabo Verde.
392
Talvez o conhecimento deste fato tenha feito com que Portugal, país neutro na guerra, recusasse
que os Aliados construissem uma base naval na região.
393
O presidente Getúlio Vargas teria sido
comunicado a respeito, conforme consta em documentoconfidencial (da época) recebido pelo
Embaixador norte-americano no Brasil (1943).
392
Mais provavelmente nos Açores, onde foram fotografados submarinos alemães.
393
A estratégia aliada previa a necessidade de uma futura invasão destas ilhas, fato que, entretanto, não chegou a ocorrer.
Documento enviado ao Embaixador americano no Brasil
Em agosto de 1942, o navio Schwaabenland foi transferido para a Noruega ocupada, com uma
enorme escolta de 24 navios. Entretanto, tais navios não foram mais vistos, no próximo ano e meio.
Alguns pesquisadores afirmam que cerca de uma semana antes que a Alemanha se rendesse, uma
gigantesca esquadra comandada pelo Almirante Karl Doenitz,
394
com 128 submarinos U-Boat das séries
21 e 23, partiu de diversos portos do Mar Báltico com destino ao Atlântico Sul.
395
No percurso inicial,
394
Não exatamente por Doenitz. Antes de morrer (em 30de abril de 1945), Hitler havia nomeado Doenitz como o seu sucessor.
Ele atuou no chamado Governo Flensburg, além de ternegociado a rendição da Alemanha. Preso pelos britânicos em 23 de
maio de 1945, foi julgado por crimes de guerra e condenado a cumprir dez anos de prisão.
395
Sabe-se, com certeza, que antes da rendição a Alemanha enviou vários submarinos com cargas e planos secretos de
construção de aviões avançados e até mesmo de pesquisa da bomba-atômica para o Japão, que também mantinha avançados
305
dirigiu-se em direção às Ilhas Faeroer, atravessando o canal entre elas e a Islândia. Segundo consta, ela
seria interceptada por uma esquadra aliada. O que houve a partir daí permanece um mistério.
Antes de se dirigir à Antártida, três submarinos teriam sido enviados para três direções (e três
missões) diferentes, contendo documentos nazistas. Um foi para Lisboa, outro foi para a Terra do Fogo e
um terceiro para os EUA. Este último teria levado todos os documentos e planos relativos à construção
das mais avançadas máquinas voadoras da época, os quais foram todos entregues ao governo norte-americano.
As razões para tal ato são bastante nebulosas, e têm por base antigas ligações entre as elites dos
EUA e Alemanha. Conforme diz Walter Graziano,
Quando os Estados Unidos decidem entrar na guerra contra o Eixo, o presidente
Roosevelt nomeia como embaixador na Suíça nada menos que Allen Dulles,
proeminente advogado de Wall Street de várias firmas, nas quais os clãs
Rockefeller e Harriman tinham forte interesse. A guerra era um tema especialmente
espinhoso para a elite de negócios anglo-americana,já que esta vinha colaborando
com o regime de Hitler (...). Portanto, ela necessitava efetuar discretas negociações
com ilustres membros do regime nazista para que os seus interesses econômicos
não se vissem seriamente prejudicados uma vez que aguerra tivesse terminado.
(...) Quando começa a ficar evidente que a Alemanhaperderia a guerra, o chefe de
espionagem de Hitler, General Reinhardt Gehler, começa a negociar com o governo
norte-americano os termos da sua rendição. Gehlen –excelente espião – tinha em
seu poder uma grande quantidade de documentos incriminatórios contra políticos e
empresários ingleses e norte-americanos.
396
Portanto, junto com um
superdimensionamento do “perigo soviético” (que a elite não podia desconhecer
como exagerado), ele negociou com a possível difusão dessa informação nos meios
de comunicação. Os Estados Unidos chegaram a um rápido e frutífero acordo com
Gehlen: o General não só ficaria livre, como tambémos Estados Unidos
contratariam os seus serviços e o utilizariam como prático monopolista dos
serviços de espionagem na Europa Oriental e na Rússia. (GRAZIANO, 2004, pp.
147-148).
Além dos serviços do General Gehlen, os EUA se beneficiou dos serviços de um grande número
de cientistas, militares e especialistas alemães detodo tipo, levados clandestinamene para o território
americano após a guerra, em uma operação secreta conhecida como Project Paperclip. Assim, apesar de
estarem em campos opostos durante a guerra, o forteimbricamento existente entre os interesses alemãese
projetos de armas secretas. O bombardeio atômico deHiroshima e Nagasaki já estava, entretanto, iminente, e logo veio dar fim
à guerra no Pacífico.
396
J. Edgar Hoover, o famigerado diretor do FBI, também permaneceu por décadas à frente deste organismo,devido aos
dossiês que ele mantinha sobre eminentes autoridades públicas dos EUA. Nenhum presidente teve coragem para o demitir.
306
americanos levaria, naturalmente, a que os primeiros fornecessem aos segundos os planos e estudos paraa
construção de armas avançadíssimas, após a guerra.
397
De acordo com o autor W. A. Harbinson, a Alemanha teria enviado para a região antártica todos
os planos e componentes de aeronaves discoidais quetinha desenvolvido no chamado Projekt Saucer. Isto
teria ocorrido em abril de 1945,
398
tendo sido utilizados dois cargueiros submarinos, o U-530 e o U-977
(este fato foi citado pela revista Brisantem abril de 1945). Os dois cargueiros submarinos teriam partido
do porto báltico de Kiel. Depois de abastecerem em Christiansund, partiram em 26 de abril de 1945. Sua
viagem teria terminado em 17 de agosto de 1945, no Mar da Prata, na Argentina.
A atuação destes dois cargueiros e de seus comandantes, neste período, mereceria ser transformada
em novela, tal o mistério que a envolve.
399
A primeira questão é: onde estiveram durante o intervalo citado? O comandante do U-977, o
Capitão Heinz Schaeffer, foi interrogado na Argentina, onde se entregou com o seu submarino. Conforme
ele declarou, a sua missão inicial era a de patrulhar o Atlântico Sul, mas, enquanto estavam em
Christiansund, tinham ouvido pelo rádio as notíciasda rendição alemã.
Schaeffer diz que deu aos seus comandados a opção entre ficarem longo tempo nos campos de
prisioneiros aliados, serem deixados nas praias da Noruega, ou então tentarem ir para a Argentina, onde
“desapareceriam” com falsos documentos. Como algunstripulantes optaram por ir para a Noruega, isso os
ocupou até o dia 10 de Maio. Em seguida prosseguiram submersos através do Mar do Norte, Canal da
Mancha, Península Ibérica e a costa ocidental da África.
400
397
“A fenomenal inventidade da ciência nazista só foirevelada após a queda do Reich: a invenção do primeiro jato, gases
mortais, mísseis teleguiados, foguetes interplanetários trinta anos à frente de seu tempo e mísseis balísticos que foram a base
dos programas espaciais no pós-guerra, tanto nos EUA como na URSS.” (PENNICK, 1981, p. 188). Além de todas as
invenções citadas, os nazistas estavam preparando em Higherlock um potente reator nuclear, com o qual a Alemanha se
tornaria o primeiro país do mundo a possuir uma bomba atômica. Entretanto, a inventividade americana não ficava atrás. Os
milhares (centenas de milhares) de registros de patentes no Reg US Pat Off (Escritório Norte-Americanode Registro de
Patentes, criado por Thomas Jefferson em 1793) eramfacilmente acessíveis até meados do início da Guerra, e muitas invenções
nazistas tiveram por base idéias americanas (por outro lado, inaproveitadas – os próprios foguetes alemães se baseavam nas
idéias do norte-americano Robert Goddard, que fizera experiências nas décadas de 1920/1930). Isto se devia muito às idéias
políticas “românticas” ou até mesmo ingênuas, herdadas da época de Woodrow Wilson (presidente durante a 1ª. Guerra
Mundial, conhecido pacifista e partidário do isolacionismo) e do Secretário de Estado Stinson, contrário (este) à espionagem
diplomática (“cavalheiros não lêem a correspondência alheia”).
398
Já quase no final da Guerra prosseguia um esforço desesperado de produção de armas avançadas, sendo que as mais
conhecidas se tornaram a V-1 e V-2. Outras armas teriam sido transferidas, junto com mantimentos e recursos, para um reduto
situado no Pólo Sul.
399
Ver: http://movv.org/2006/09/06/as-bases-secretas-alemas-no-polo-sul/. Ver também: http://www.esoterikha.com/grandes-misterios/triangulos-antartida-ovni-bases.php.
400
A partir de 1943 os novos submarinos (U-Boot TipoXXI ou Tipo XXIII) começaram a ser equipados com um equipamento
chamado Schnorkel(ou Snorkel), que lhes permitia permanecer por muito tempo submersos. Um aperfeiçoamento do Snorkel,
que não chegou a ser utilizado, permitiria que um submarino assim equipado, de tamanho médio, pudesse alcançar a velocidade
de 24 nós, submerso, durante seis horas. Desse modo, um submarino que saísse da Nooruega poderia chegar ao Atlântico Sul
sem reabastecer. Lá, poderia re-abastecer com provisões e combustível nos navios de suprimentos. Já nofinal da guerra, os
307
Emergiram após 66 dias em pleno Atlântico. Passarampela Ilha Branca do arquipélago de Cabo
Verde para pegar mantimentos, e depois tornaram a zarpar. Ao se aproximarem do Rio de Janeiro
ouviram que U-530 tinha aportado no Rio da Prata, tendo a tripulação capturada e entregue aos EUA.
Decidiram então ir para a Argentina, sendo que lá chegaram em 17 de agosto (no Mar da Prata) onde
foram capturados.
Semanas depois, uma comissão anglo-americana desembarcou na Argentina para submeter
Schaefrer a novos interrogatórios, querendo saber sobre o destino de Hitler e de Martin Bormann, e se
tinham sido levados para a Patagônia ou para algumabase secreta na Antártida.
401
Os aliados suspeitavam
que a Alemanha tivesse construído imensos refúgios nesta região, e transferido para lá uma parte de seus
recursos.
6.2 – Operações Militares no Pólo Sul
Em 1945-46, uma Operação chamada Frostbitedeslocou o novo porta-aviões Midway, escoltado
por diversos navios, a uma ilha fora da costa da Groenlândia (no Ártico), onde foram encontrados
equipamentos e instalações, inclusive docas de submarinos abandonadas pelos alemães. Esta descoberta
parecia confirmar a suspeita dos EUA da existência de bases alemãs no Pólo Sul, e os incentivou a
realizar uma incursão na região, buscando por elas.
Em 1946, sob o comando do Almirante Richard Evelyn Byrd (que comandava a Task Force 68),
do almirante Richard H. Cruzen e do Capitão George J. Dufek (comandante da Task Force 68.3– Grupo
Oeste), os EUA organizaram uma gigantesca expediçãoao Pólo Sul, a chamada “Operação Highjump”,
sob o pretexto de “circumnavegar a costa Antártida de 16.000 milhas e mapeá-la”.
A operação combinada com forças aeronavais dispunhade inúmeros navios
402
e um contingente
de 6.500 homens, entre norte-americanos (4.000), ingleses e soviéticos.
Ela teve início em 27 de Janeiro de 1947. Oficialmente, a operação serviria para um maior estudo
da região, com um levantamento hidrográfico, geográfico, geológico e meteorológico. Deveria testar
materiais em condições inóspitas, desenvolver técnicas para estabelecer e manter bases aéreas no gelo,
consolidar e estender a presença americana na área,instalar e manter bases na Antártida bem como
investigar possíveis bases desconhecidas. Extra-oficialmente, era uma operação militar de tomada de um
objetivo, a Neuschwabenland (ou Neu-Schabenland). Odesembarque seria na região oposta,
movimentando-se em seguida nesta direção, com as forças militares divididas em três.
alemães tinham desenvolvido U-Boots de grande velocidade quando submersos, além de grande autonomia. Assim, mesmo
neste campo os alemães demonstraram estar bem à frente dos aliados, em tecnologia e desempenho.
401
Por esta época havia muita dúvida acerca do destino de Hitler, pois se duvidava que fosse seu, o corpo encontrado no
bunker em Berlim.
402
Dois navios-tanques, USS Capacan (ou Cacapon) e USS Canisteo (ou Canisted); dois porta-aviões, o USS Philippines Sea e
o USS Currituck (sendo este um transporte de hidroaviões menor); dois navios de apoio (suprimentos), oUSS Yankee (ou
Yancey) e o USS Merrick; duas fragatas, USS Henderson e USS Browsen; um navio-catapulta (transporte dehidroaviões), o
USS Pine-Island; um destróier, o USS Brownson; um navio de comunicações, o USS Mt. Olympus; um submarino, o USS
Sennet; dois navios quebra-gelo (USCGC Burton Island e USCGC Northwind); seis aviões de transporte R4D; seis hidroaviões
Martin Mariner PBM; seis helicópteros; etc.
308
Operation Highjump na Antártida
O comandante geral das operações foi o Almirante Chester W. Nimitz. Inicialmente, estabeleceu-se uma base no local chamado de Little America III, local da base da expedição de Richard Byrd em
1939/1941. Esta base, chamada agora de Little America IV, foi o ponto de partida para a exploração,
principalmente da parte costeira.
Os relatórios oficiais da Operação Highjump afirmamque houvera completo sucesso e que se
tinha reunido bastante informação sobre o Pólo Sul.Mas relatos chegados à imprensa afirmavam que a
expedição resultou em desastre, sendo que houve cerca de 1.500 baixas, além de perda de material, pois
quatro dos seis hidroaviões teriam desaparecido. Além disso, a expedição, que deveria durar seis meses,
regressou aos EUA ao fim de apenas oito semanas, emfevereiro de 1947.
403
De regresso aos Estados Unidos, passando pelo Chile, Byrd teria afirmado à imprensa, em 5 de
março de 1947, que “era necessário que os EUA adotassem medidas defensivas contra os caças inimigos
que vinham das regiões polares”, e que, segundo ele, podiam voar a velocidades impressionantes.
404
Em 1956 uma outra operação militar foi tentada pelos norte-americanos, a Operation DeepFreeze.
403
É difícil crer que esta tenha sido uma operação militar contra um objetivo militar nazista. Se assim fosse, e os americanos
tivessem sido rechaçados por eles, até hoje a Antártida seria um continente “alemão”, devido à supremacia militar deles. Mas se
eles tinham esta supremacia militar, como é que nãoganharam a guerra? Em todo caso, a documentação oficial desta Operação,
que poderia elucidar as razões desta operação, encontra-se ainda guardada a sete chaves, sendo considerada Segredo de Estado.
404
“Necessary for the USA to take defensive actions against enemy air fighters wich come from the polar regions”. Estes
“caças” inimigos seriam os UFOs, claramente superiores a tudo o que os EUA tinha, como força militar.
Operation Deepfreeze
Os resultados dessa operação foram, aparentemente, piores que os anteriores, tendo os norte-americanos se retirado em maio de 1958. Em 27 de agosto e 6 de setembro deste ano, a África do Sul
detectou três explosões nucleares sobre a região deNeuschwabenland. Isso foi desmentido pelo governo
dos EUA, mas, 17 anos mais tarde, estas explosões foram confirmadas como parte da chamada Operation
Argus.
A Argus foi uma operação secreta
405
conduzida pela Agência de Defesa Nuclear (DNA – Defence
Nuclear Agency) nos meses de agosto e setembro de 1958,
406
testando mísseis X17-A modificados e
bombas nucleares, cujas explosões atômicas se davamna atmosfera, sobre o Atlântico Sul.
Ela foi feita em meio a duas outras operações, a Operation Hardtack I e a Operation Hardtack II.
A operação foi conduzida pela unidade da Marinha TF-88 (Task-Force 88), unidade esta organizada
apenas para executar esta tarefa e que foi dissolvida assim que a operação terminou.
405
Ela foi proposta por Nicholas Christofilos, cientista do Lawrence Radiation Laboratory, com o objetivo de testar uma teoria
sua, de que explosões atômicas na alta atmosfera poderiam criar um cinturão radioativo artificial. Este cinturão poderia ter
possíveis usos táticos em uma eventual guerra (é possível que as atuais experiências com o HAARP tenham algo a ver com esta
teoria).
406
A imprensa só foi informada a respeito em 19 de março de 1959.
Operação Argus
A realização desta operação militar provocou uma violenta reação por parte de diversos países, os
quais exigiram o fim das experiências nucleares.
311
APÊNDICE VII
ANTÁRTIDA, CONTINENTE MISTERIOSO
7.1 – UFOs na Antártida
Conforme um relato de Peter Kolosimo,
Numa tarde de 1958, durante o Ano Geofísico Internacional, o geólogo
estadunidense W. e um seu companheiro achavam-se, com um daqueles pequenos
veículos com esteiras chamados “doninhas”, não muito longe de uma base instalada
na costa Knox, na Antártida. Os dois estavam batendo papo e controlando a
instalação de alguns instrumentos científicos, quando perceberam de improviso,
pouco mais de um quilômetro ao norte, um estranho eviolento turbilhão branco.
Surpresos, olharam um para o outro, quase a se perguntar reciprocamente o que
poderia ser. Não podia ser um fenômeno meteorológico: o dia era maravilhos e, por
outro lado, uma perturbação atmosférica certamente não podia dar-se em área tão
pequena e tão exatamente delimitada.
Os cientistas pensaram nos soviéticos ou nos japonese, instalados nas
proximidades de seu campo e ocupados, naquele dia, numa série de levantamentos,
mas não conseguiram imaginar o que podiam estar fazendo. Decidiram assim ir até
lá para ver, também porque temiam que rivesse acontecido algum acidente com
seus colegas.
Aproximando-se, os americanos perceberam que o turbilhão não era
formado por cristais de neve, mas por uma espécie de vapor branco quente, com
cheiro penetrante e indefinível. No meio da nuvem, que se ia dissolvendo,
divisaram uma formação em cúpula, com altura não muito maior de dois metros,
com diâmetro de 8 a 10 metros aproximadamente, brilhante, como vidro.
“A primeira coisa em que pensei – conta W. – foi namanifestação de um
fenômeno desconhecido no subsolo, talvez de origem vulcânica. Fascinado e
alarmado ao mesmo tempo, comecei a correr em direção à “cúpula”. De início
pensei que alguém tivesse chegado antes de mim, pois vi duas formas em
movimento; mas logo o sangue gelou nas minhas veias: não eram formas humanas,
eram “coisas” redondas, amareladas, com pouco mais de um metro de altura,
parecidas com balões mal cheios, que se moviam de maneira ridícula sobre o gelo,
cambaleando e rodopiando sobre si mesmas.
Perto delas, ou sobre elas, brilhou uma luz que me pareceu a de uma chama
oxídrica. Tive a impressão de que uma bolinha estourava na minha frente,
libertando uma rosa crepitante de faíscas azuis. Tomado pelo pânico, virei-me e
comecei a correr. “Fuja!”, berrei para o companheiro, que tinha ficado atrás.
312
“Depressa!”. Paramos para olhar só quando amparadosatrás da “doninha”. Vimos
por alguns instantes os reflexos da cúpula, depois outro turbilhão branco. No céu
apareceu um reflexo mal visível; quando a nuvem se desfez, nada mais havia sobre
o gelo.
Esta não é uma estória esquisita que escutamos sobre a Antártida: especialmente
durante o Ano Geofísico Internacional, quando o “Sexto Continente” recebeu
cientistas de 11 países, que lá construíram 60 estações de pesquisas, 33 das quais se
tornaram grandes centros estáveis. Os cientistas que trabalharam nas estações
argentinas forneceram pelo menos uma dúzia de notícias relativas a objetos não
identificados vistos no céu ou pousados sobre o gelo, em sua grande maioria corpos
lenticulares ou ovoidais. Vários aviões de reconhecimento americanos e soviéticos
sobrevoaram áreas escuras de natureza desconhecida e “relevos” de formas tão
curiosas a ponto de lembrar esplanadas, muros ciclópicos, regularíssimos, edifícios
recobertos por poderosas lajes de gelo. Alguns cientistas que trabalhavam nas bases
soviéticas mais avançadas (provavlemente Vostok ‘, Vostok 2 ou Sovietskaya)
relataram ter divisado formações “demasiado geométricas” para poderem ser
atribuídas à ação dos agentes atmosféricos e até mesmo “coisas em movimento”,
entre as quais uma tosca massa escura que se arrastava e uma forma branca, alta,
vagamente parecida com a de um urso ou de um ser humano.
407
Já há algum tempo que vários pesquisadores afirmam que existem bases de UFOs no Pólo Sul.
Isto, em razão do avistamento de estranhas naves espaciais vistas sobre a Argentina (na Patagônia,
principalmente), Chile e Brasil. Em julho de 1965 foram feitos avistamentos na base inglesa. Uma
declaração oficial do exército chileno informou queum objeto voador não identificado sobrevoara a sua
base (Arturo Prat) em 19 de junho desse mesmo ano. O objeto luminoso foi observado, igualmente, por
cientistas ingleses, argentinos e chilenos.
A visão deste objeto sobre a ilha Decepcion foi informada também pelo pessoal da Base naval de
Orcadas, do exército chileno, tendo se egistrado perturbações eletro-magnéticas nos aparelhos
meteorológicos desta base. Para os ufólogos, as naves deviam provir de bases submarinas no Antártico.
407
KOLOSIMO, 1973, pp. 73-75.
313
7.2 – Por Que o Google Earth Oculta o Pólo Sul?
As fotos disponíveis na WEB do Pólo Sul (não originadas do Google Earth) mostram um
continente que, aparentemente, nada tem de especial, conforme se pode ver na figura a seguir.
Pólo Sul – foto por satélite
Mas qualquer um que tenha a curiosidade de posicionar o Google Earth sobre o Pólo Sul encontra
uma curiosa e inexplicável imagem: um disco e uma raia brancos ocultando a maior parte do continente,
como se fosse uma coisa “natural” (este ocultamentotalvez seja devido à capacidade de Google Earth de
aproximar e dar detalhes do solo, bem de perto, o que poderia mostrar coisas constrangedoras).
Vista do Google Earth do Pólo Sul
A região ocultada é extremamente vasta, conforme sepode ver pela figura mostrada a seguir, na
qual foi usada a “régua” do Google Earth. Nela, pode-se ver que esta área tem um diâmetro de nada
menos que 1.647 km.

Área ocultada
Dentro do círculo maior surge um círculo menor (este, devido ao geoprocessamento), cujo
diâmetro é de cerca de 19 km. E dentro deste círculo, por incrível que pareça, o cursor mostra uma cota de
exatamente zero metros! A não ser que exista uma falha do navegador neste ponto específico, a verdade é
que, dentro dessa área, o solo se encontra ao nívelda superfície do mar!
Uma navegação cuidadosa com o Google Earth permitevisualizar esta “depressão” no Pólo Sul,
conforme se pode ver pela figura a seguir.
Aparente depressão no centro do Pólo Sul

* A figura faz supor que a calota polar apresenta uma espessura constante, o que não é verdade. Fora da região de
depressão, ela pode variar desde um máximo de cercade 4.700 metros até pouco mais de algumas dezenas de
metros [a maior depressão do continente embaixo do gelo, é a da Bacia Subglacial Byrd (81º S, 110º O):2.538 m]

A se supor que realmente exista esta depressão no Pólo, uma causa capaz de explicá-la seria a de
ter, a camada de gelo, se “assentado” no fundo do oceano devido ao peso esmagador (deve-se lembrar que
quase não há terras abaixo do pólo exato, conforme se pode ver na figura seguinte) e com isso, “curvado”
a calota neste ponto.

A Antártida sem a camada de gelo
Além desta anomalia, podem existir outras coisas estranhas nessa região austral, tais como
estruturas ou construções inexplicáveis.
Estrutura no Pólo Sul?

De todo modo, o que quer que exista ou esteja acontecendo no Pólo Sul está obrigando a que se
faça esta censura sobre as imagens de satélite da região.
Mas isso não seria nenhuma novidade; o aparecimentode um objeto comprometedor no solo
gelado da Groenlândia fez com que, simplesmente, o objeto fosse “recortado”.
Objeto misterioso na Groenlândia, e vista atual da região
320
APÊNDICE VIII
AVIÕES SECRETOS ALEMÃES E RUSSOS
408
HORTEN HIX:
ANO: março de 1945, VELOCIDADE: 950km/h, ALTITUDE: 16.000m, MOTORES: Junkers
Jumo 004 B-2.



GOTHA P-60:
ANO: fevereiro de 1945, VELOCIDADE: 930km/h, ALTITUDE: 13.300m, MOTORES: Heinkel
Hs S-011.


408
Ver: http://www.mastersite.com.br/Ufologia/alemanha_antartida/alemanha_para_antartida.html. Para os aviões russos, ver:
http://obviousmag.org/archives/2009/01/kalinin_k7_um_aviao_gigantesco.html. Para outros modelos de aviões russos, ver
também: http://www.rusring.net/~levin/k7/k777.htm.
321
GOTHA GO P-60 C:
ANO: fevereiro de 1945, VELOCIDADE: 930km/h, ALTITUDE: 13.300m, MOTORES: Heinkel
Hs S-011.
MISCELÂNEA:
AVIÕES ALEMÃES:





AVIÕES RUSSOS:








Ekranoplanos - KM
409
Vista de frente - KM










APÊNDICE X
FOTOS DE OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS
10.1 – Fotos de UFOs tiradas pelo autor
411
Objeto fotografado no céu acima da residência do autor, em 14 de fevereiro de 2006 (é o objeto
visto lateralmente, ao lado da caixa d’água):

411
Todas as fotos possuem Exif. Máquina utilizada: Kodak CD33 ZOOM DIGITAL. Observação importante: os objetos não
visíveis a olho nu, mas aparecem, invariavelmente, nas fotos tiradas do céu (aleatoriamente). Como a sensibilidade da máquina
é maior do que a do olho humano, os objetos são detectados

Visão ampliada do objeto
Objetos do tipo “sonda”, fotografados no céu sobre a residência do autor em 21/03/2006:

Os objetos assinalados na figura anterior são, respectivamente, a “sonda” (em cima) e a Lua
(embaixo).
Objeto fusiforme fotografado no céu sobre a residência do autor, em 30/03/2006:


Visão ampliada do objeto
Objeto não-identificado fotografado às 23:03:53 h de 05/04/2006, no céu sobre a residência do
autor
412
(observe-se uma espécie de rodà esquerda, em cima
413
):
412
Se a imagem for olhada obliquamente, pode se notarum forte fundo avermelhado, mostrando a possibilidade de existir
muita radiação infra-vermelha no momento da foto.
413
Rod(ou bastonete) é um tipo de minúsculo objeto luminoso que surge em fotos e filmagens atravessando rapidamente o
espaço. Foi descoberto inicialmente pelo casal de pesquisadores, José e Karen Escamilla.

Ampliação do objeto mais brilhante
Imagem ampliada do rod
Objetos não-identificados fotografados às 23:05:28 h de 05/04/2006, no céu sobre a residência do
autor (há pelo menos 17 objetos visíveis):
414
A seguir, a ampliação dos quatro objetos mais destacados, da esquerda para a direita, de cima para baixo.
414
Esta foto não apresenta fundo avermelhado.
Ampliação de um objeto
Ampliação de um objeto
Ampliação de um objeto
Objetos não-identificados fotografados às 23:05:52 h de 05/04/2006, no céu sobre a residência do
autor:
41

Ampliação parcial dos dois objetos mais visíveis
Objeto fotografado no céu sobre a residência do autor, em 19 de abril de 2006, às 19:26:44 h:

Imagem ampliada do objeto

Visão ampliada deste mesmo objeto
417

417
Note-se o formato de “geladeira”, deste estranho objeto, que já foi visto tanto no Nordeste (o caso “Chupa-Chupa”) quanto
na estranhíssima fazenda situada no Nordeste de Utah., conforme afirma esta reportagem: “Na primavera de 1995, os Gormans
começaram a ver coisas estranhas no céu. ‘Eram verdadeiras esquisitices aéreas’. Enquanto verificavam o gado, Gorman e seu
sobrinho observaram o que parecia ser um pequeno veículo parado na propriedade. Eles começaram a se aproximar do objeto,
achando que o motorista poderia estar com problemasmecânicos. À medida em que acercavam tal veículo, este se afastava
silenciosamente. Gorman e o sobrinho tentaram mais uma vez chegar perto, e novamente o objeto se afastou. Eles subiram
então numa cerca para tentar obter uma visão melhordo veículo, quando perceberam que não era nada semelhante ao que
conheciam. O objeto levantou voo por sobre as árvores e lentamente foi embora, sem fazer qualquer som.‘Com certeza aquilo
não era um helicóptero’, disse Gorman. As testemunhas puderam ver tal artefato com bastante clareza e garantiram que tinha o
formato de um refrigerador, com uma luz na frente eoutra vermelha atrás. (Ver: KNAPP, George. RevistaUFO n. 97, mar.
2004, p. 19).

Objetos fotografados (três) no céu sobre a residência do autor, em 08/01/2010, às 08:42:44 h:

Visão destacada, dos objetos
418
Visão destacada, dos objetos
418
Visão destacada, dos objetos
418

10.2 – Comparação entre Fotos do Autor e Fotos Tiradas por Outras Pessoas
As fotos mostradas a seguir são de um mesmo objeto,tiradas, entretanto, em datas e locais
diferentes, por pessoas diferentes.
Primeira foto (do autor):
418
O terceiro objeto encontra-se no canto superior direito, perto da extremidade da foto.
419
O qual, nota-se perfeitamente, é um objeto cilíndrico.
Foto tirada em 7 de maio de 2006, no céu sobre a residência do autor.

Visão ampliada do objeto
420

Segunda foto (francesa):
UFO fotografado provavelmente na França (foto – de autor desconhecido e sem Exif – encontrada
na Internet e designada como: Canaveral-UFO-12-15-02-Fran)

Visão ampliada do objeto
Comparação entre as imagens francesa e brasileira
42

10.3 – Outras Fotos de Terceiros
A foto mostrada a seguir é de autoria
422
desconhecida. Ela foi tirada às 07:20:55 h do dia 17 de
junho de 2004 (conforme Exif), em uma cidade européia:
423
421
Note-se que possuem o mesmo formato.
422
O autor da foto, aparentemente, não notou o objeto(assinalado por LGA).
423
Câmera Canon PowerShot S40. A foto parece fazer parte de um conjunto de fotos turísticas, classificada como IMG_2925.
Objeto voador desconhecido em cidade européia

O objeto com formato de foguete (veja-se a ampliação abaixo) não pode ser o avião que deixou o
rastro de neblina visto acima, no céu; e isto porque aeronaves militares são proibidas de voar tão baixo,
sobre cidades. Uma possibilidade seria a existênciade um aeroporto militar, de onde o avião tivesse
recém-decolado. Mas qual avião tem este formato? E definitivamente, o objeto não tem o formato de um
balão dirigível
Visão ampliada do objeto


APÊNDICE XI
SUGESTÕES PARA A PESQUISA UFOLÓGICA
O estudo da questão ufológica pode ser feito individualmente ou em grupo, informal ou
devidamente registrado.
424
A metodologia apropriada para o estudo desta disciplina pode ser assim descrita:
I – Pesquisa de Campo (Coleta ou Levantamento de Dados em bruto):
• Entrevistas de testemunhas
425
(realizadas com critério, e deixando-as à vontade
426
).
• Análise in locode vestígios, recolhendo os que possam ser analisados em laboratório.
427
• Fotografar locais, objetos e testemunhas, garantindo que as fotos não serão usadas
comercialmente. Se usar fotos das testemunhas, garantir a sua integridade e devolução.
• Fazer esboços do terreno, utilizando mapas que contenham localização norte-sul.
• Fazer esboços de entidades e/ou naves avistadas.
• Fazer uma descrição sucinta do ocorrido, colocando local, data, nome da(s) testemunha(s),
condições climáticas, geologia do terreno, hora do avistamento, duração do evento,
localização do objeto ou entidade, distância aproximada, possíveis efeitos físicos ou
psicológicos sentidos no momento do avistamento.
• Fazer gravações de áudio, quando necessárias.
II – Pesquisa de Gabinete:
• Pesquisa histórica (livros e documentos).
• Pesquisa de atualidade: jornais, revistas, relatórios, etc.
• Uso de métodos estatísticos para os dados coletados.
• Elaboração final dos dados.
• Classificação e catalogação.
424
Filiar-se a uma das diversas organizações já existentes pode ser uma boa opção.
425
A entrevista pode ser informal, ou pode ser conduzida utilizando um questionário previamente elaborado. A testemunha não
deve ser induzida nas respostas. Uma investigação discreta acerca da credibilidade da testemunha pode evitar colocar o
pesquisador em uma situação desagradável.
426
O pesquisador deve evitar o uso do hipnotismo; se realmente necessário, a sessão deve ser conduzida por uma pessoa
habilitada e responsável, que será assessorada por ele.
427
Se possível, a análise do local deve ser conduzidacom a assessoria de um especialista: geólogo; geógrafo; químico, etc.
Caso contrário, os vestígios devem ser acondicionados em invólucros apropriados, e levados imediatamente para análise.
354
III – Fase Final:
• Elaboração de hipóteses.
• Tentativa de explicação científica.
• Publicação (eventual) de Relatórios ou Boletins.
É desejável que o pesquisador:
• tenha algum curso superior;
• esteja familiarizado com o Método Científico;
• seja imparcial em suas análises e investigações;
• tenha uma cultura geral ampla;
• tenha isenção de ânimo (não deve estar movido por crenças ou opiniões pessoais não
fundamentadas). Ou seja, a pesquisa ufológica deve ser aberta, abrangente e não
preconceituosa. Sendo este campo extremamente bizarro, cheio de inconsistências e de
paradoxos, qualquer tipo de investigação extremamente positivista e arraigada à uma
lógica fechada conseguirá tão somente perder-se em seus meandros conceituais.
355
BIBLIOGRAFIA
428
I – Livros:
ALBUQUERQUE, A. Tenório de. Sociedades Secretas. Rio de Janeiro: Aurora, 2000.
AMADOU, R. Parapsicologia. São Paulo: Mestre Jou, 1966.
ANDRADE, Roberto Pereira de; LISBOA, Luis Carlos. Grandes Enigmas da Humanidade. Petrópolis:
VOZES, 1969.
ASSIS, André Koch Torres. Uma Nova Física. São Paulo: Perspectiva, 1999.
BENITEZ, J. J. Operação Cavalo de Tróia 1. São Paulo: Mercuryo, 1987.
__________ Operação Cavalo de Tróia 2. São Paulo: Mercuryo, 1988.
__________ Operação Cavalo de Tróia 3. São Paulo: Mercuryo, 1989.
__________ Operação Cavalo de Tróia 4. São Paulo: Mercuryo, 1989.
__________ Operação Cavalo de Tróia 5. São Paulo: Mercuryo, 1996.
__________ Operação Cavalo de Tróia 6. São Paulo: Mercuryo, 1999.
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__________ A Ponta do Iceberg. Os Humanóides 1. São Paulo: Mercuryo, 1992.
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SCULLY, Frank – Behind the Flying Saucers.
Ummites Physics and Metaphysics – The Essential Texts.
VALLÉE, Jacques – Dimensions: A Casebook of Alien Contact.
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(?) – Alien Abductions.


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