terça-feira, fevereiro 12, 2008

Zonas de Desaparecimentos alem do Triangulo das Bermudas



** Zonas de Desaparecimentos alem do Triangulo das Bermudas **

Afeganistão, Golfo Pérsico e as Rodas Luminosas

Ainda que o Triângulo das Bermudas goze de muito mais celebridade, existem em nosso plane ta vários "vértices" ou "centros" de anomalias magnéticas, que em número de doze são distribuídas a intervalos regularmente espaçados sobre os paralelos 36° norte e sul. Como você deve recordar, foi Ívan Sanderson quem se ocupou do estudo destas zonas perigosas em sua obra "Residentes invisíveis", e quem formulou pela primeira vez esta hipótese. Ainda que a casuística nestas zonas não é tão espetacular como a do Triângulo das Bermudas, merece que conheçamos alguns acontecimentos surpreendentes.





Nestas outras "zonas malditas", os aparelhos eletrônicos dos barcos e aviões sofreram in terferências ou anulações, desapareceram homens e naves e o espaço-tempo normal sofreu estranhas distorções. Ígual ao que acontece com o Triângulo das Bermudas nada se sabe acerca de que ou quem pode produzir tão misteriosas perturbações.

** Afeganistão e o Golfo Pérsico **

Das 12 zonas mortais que se encontram distribuidas em espaços regulares por todo o planeta, somente dois, a do Afeganistão e a Antártida, se apresentam na massa continental terrestre, sendo todas as demais marinhas.

O ponto terrestre de perturbações magnéticas localizado no Afeganistão constitui, com o Golfo Pérsico, pelo sudeste, um "rombóide mortal", centralizado nos 36° norte e os 75° leste aproximadamente.

A história das desaparições aéreas no Afeganistão é relativamente recente, tendo ocorrido quase todas elas durante a segunda guerra mundial. Durante os anos da guerra (1939-1945) os aliados, junto com os norte-americanos, estabeleceram uma rota aérea de abastecimento e controle que sobrevoava o Afeganistão. Neste período desapareceram misteriosamente vários aviões norte-americanos, alguns dos quais, segundo informação revelada posteriormente, parece que transportavam carregamentos de barras de ouro. Nunca conseguiram localizar os restos dos aviões ou de seus tripulantes e oficialmente foram dados por desaparecidos.

Mais que desaparições, o que nestas águas vem sendo produzidas são estranhas visões de "rodas fosforescentes" submarinas. Em 15 de maio de 1879, o comandante J. E. Pringle, que viajava no comando do navio de guerra britânico "Vulture" por águas do Golfo Pérsico, observou a presença de ondas luminosas por baixo da água que se moviam a grande velocidade, passando por baixo do navio.

Segundo puderam observar, para o leste, o estranho fenômeno oferecia a forma de uma grande roda giratória com o centro naquela mesma direção. Os raios da gigantesca roda eram luminosos. E olhando para o oeste puderam ver outra roda similar que girava em direção contrária. Antes e depois desta estranha visão parece que o barco navegou por zonas cobertas de certa substância flutuante de aspecto oleoso.

Depois desta data inúmeros testemunhos de navegantes e viajantes que atravessaram estas águas foram conhecidos através de diversas publicações.

** As "rodas luminosas" de Charles Fort **

O famoso autor americano Charles Fort, em sua obra "Livro dos condenados", recolhe grande quantidade de testemunhos sobre "rodas luminosas" nesta e outras zonas.

Apesar das coincidências entre todos os acontecimentos referidos pelas testemunhas presenciais, não está claro de como é possível que gigantescas rodas luminosas são encontradas sob a superficie do Golfo e o que podem estar fazendo naquelas águas.

Para explicar estes fatos, alguns prestigiosos autores e pesquisadores apontaram diferentes hipóteses.

O célebre astrônomo norte-americano Carl Sagan, junto com os autores franceses L. Pauwells e J. Bergier ("O retorno dos bruxos"), concordaram em afirmar que, possivelmente, "a civilização nasceu na Suméria, graças à vinda de misteriosos homens-peixes, chegados do espaço e que se instalaram nas profundezas do Golfo Pérsico. Estes visitantes extra-terrestres seriam chamados Akpalus e conhecemos sua existência graças a Be-roso, sacerdote babilônico do século ÍV antes de Cristo.

No entanto, nas águas do Golfo Pérsico que formam o limite sudoeste desta zona mais ou menos ramboidal, desde há quase duzentos anos vem acontecendo testemunhos de estranhas visões e anomalias em barcos que viajavam pelas águas próximas ao Golfo Pérsico e o Golfo de Omán.

Beroso teve acesso a rolos e tábuas de escrita cuneiforme, de milhões de anos de antiguidade, que ele sabia ler e cujos textos traduziu ao grego clássico.

Carl Sagan baseia suas afirmações nos fragmentos antigos de Cory, onde foram compilados vários textos de Beroso. Pela leitura destes textos sabemos da existência de um homem-peixe chamado Oanes, que tinha um corpo pisciforme, mas andava erguido e vivia como um anfíbio. Segundo se descreve a esta fantástica criatura, sob sua cabeça de peixe tinha uma segunda cabeça, e se apresentava a nós corno o primeiro "educador", ensinando aos homens a construir suas casas e iniciando-os na escrita, nas ciências e na arte.


** As zonas "sinistras" da Argentina e Patagônia **

As observações de verdadeiras "frotas luminosas" constituem um fato bastante freqüente na região patagônica argentina, situada aproximadamente por baixo do paralelo 40°S.

Patagónia ou Patagônia é uma região natural no extremo sul do continente americano que abarca a parte sul do Chile e da Argentina, incluíndo os chamados Andes patagónicos.

A região do extremo sul do continente americano, conhecido pelo locais como Região de Magalhães, compreende o sul da Argentina e o sul do Chile.

A última região do continente está a conhecida Terra do Fogo - Tierra del Fuego. Nessa região está localizada a cidade mais austral do planeta, Ushuaia.

Dessa região é que partem as famosas excursões para a Antártida.












Além de leões-marinhos, nessa região existe uma grande concentração de Pingüins.

Em inúmeros pontos da Patagônia, como Santa Cruz, Rio Gallegos, San Sebastián e Rio Grande (no território da Terra de Fogo) é freqüente conhecer os testemunhos de habitantes e viajantes destas terras.

Uma zona maritima onde também foram registrados misteriosos incidentes é o golfo de San Jorge, situado entre as províncias de Chubut e Santa Cruz.

** Uma estranha luz de bengala **

No dia 28 de julho de 1964, a Subprefeitura de Puerto Madryn (Chubut) recebeu uma mensagem por rádio do navio-tanque argentino "Gaza-dor", que comunicava a visão de uma estranha luz de bengala.

Também o "San Antonio", outro navio-tanque, colaborou na tarefa de inspecionar a zona e pode confirmar o testemunho do capitão do "Cazador". Ao mesmo tempo, foi recebida uma informação complementar procedente dos tripulantes do barco norueguês "Sumber", cuja posição era próxima a dos outros dois navios.

Poucos meses depois estas mesmas águas de San Jorge foram cenário de outro fenômeno semelhante.

O observador que se dirigia à cidade de Comodoro Rivadavia (capital de Chubut), procedente de Caleta Oliva, pode ver à saída desta cidade quatro aparelhos que, descrevendo parábolas, se precipitavam um após outro ao mar.

Os testemunhos nestas zonas são numerosissimos. A importância científica destes fatos foi analisada em sua total magnitude pelo Círculo Argentino de Investigações Ufológicas, que no ano 1968 incluiu o estudo dos OVNIS em seu programa investigador de alcance nacional, devendo orientar seus estudos para corpos submarinos não identificados e sua possivel relação com o fenômeno dos OVNIS.

** O Mediterrâneo e as Ilhas Canárias **

Talvez de todos os triângulos que vamos conhecendo, o mais interessante seja, sem dúvida, o do Mediterrâneo e das Ilhas Canárias, pelos efeitos das desaparições de naves e tripulantes que vem sendo produzidas até a presente data.





O Mar Mediterrâneo é um mar do Atlântico oriental, compreendido entre a Europa meridional, a Ásia ocidental e a África do norte; com aproximadamente 2,5 milhões de km², é o maior mar interior do mundo.As águas do Mar Mediterrâneo banham as três penínsulas do sul da Europa (Ibérica, Itálica e a dos Balcãs) e uma da Ásia, que se ligam com o Atlântico através do Estreito de Gibraltar, com o Mar Negro (pelos estreitos do Bósforo e dos Dardanelos), e com o Mar vermelho (no canal de Suez)

Esse "triângulo mortal" é comparável em tudo ao grande Triângulo das Bermudas.

Desde patrulhas aéreas desaparecidas a barcos abandonados e perdidos que posteriormente foram localizados fora de sua rota marcada.

Pelos incidentes e desaparições produzidas pode supor-se que nesta zona existe vários "buracos negros", em um ponto do Mediterrâneo ocidental, no céu sobre Córdoba e Sevilha e nas proximidades das Canárias..., além do maciço de Canigó e a zona de Rosas-Gerona.

** O naufrágio do lagosteiro "Maena"**

O acidente de barco que mais interesse suscitou foi o naufrágio ocorrido no mês de julho de 1964, nas águas das Canárias, do lagosteiro "Maena". Este acidente, sem explicação lógica, custou a vida de 16 pescadores islenhos, o que comoveu profundamente a população e as autoridades locais. Assim o refletiu a imprensa local, que publicou a notícia em 8 de agosto.

A história deste mistério, cujo total esclarecimento talvez nunca chegue a ser conhecido, começou em 27 de julho de 1964, quando a estação de Arrecife recebeu uma mensagem urgente do pesqueiro "Santa Genoveva", comunicando que em água do C abino, algumas milhas ao norte do Cabo Bojador, haviam recolhido sete cadáveres, que foram identificados como tripulantes do "Marna".

Nenhum resto mais pode ser encontrado naquelas águas. A partir daquele momento, as estações do arquipélago difundiram mensagens de salvamento para conseguir encontrar alguns restos. O "Anifal" e outros navios conseguiram localizar mais alguns restos humanos, até no litoral africano.

** Sem possível explicação **

Inúmeras versões trataram de explicar o ocorrido. É inadmissível explicar a causa da morte dos marinheiros por inanição, sem que além disso possa ser explicada a total desaparição do barco. ' Também é descartável a versão de uma possivel explosão a bordo, pois não foram encontrados sinais de feridas nem machucados nos cadáveres encontrados e o possível encalhe do barco, pois a zona era perfeitamente conhecida pelos marinheiros do "Maena", que, como já dissemos, eram pescadores locais e experientes. No ano 1972, as águas de Canárias volta a ser cenário de um novo acidente.

O dia 13 de maio de dito ano se conheceu pela imprensa a noticia do achado, a uma milha aproximadamente do Cabo Bojador, de uma nave abandonada.

O barco perdido e abandonado estava matriculado na França e se chamava "Progress". As autoridades da Marinha encarregadas de esclarecer o mistério deram por insolúvel a investigação.

** Zonas perigosas: Austrália e Nova Zelândia **

A certa distância da costa sudocidental da Austrália, em pleno Oceano Índico, é encontrada uma nova zona "perigosa".

E quase sobre a Nova Zelândia, 62° mais ao leste da anterior, existe outra. Desde há aproximadamente um século vêm sendo recolhidos testemunhos de misteriosas visões nesta zona.

O incansável Charles Fort, do qual nos é imprescindível seu trabalho nesses temas, nos informa dos casos mais antigos.

Todos esses supostos casos se referem a "aterrissagens" em mares, rios, lagos, etc...

Em sua obra conhecemos os testemunhos oferecidos pelos tripulantes do bergantim "Ímnerwich" quando viajavam entre Yokohama e Victoria (Austrália), em 24 de fevereiro de 1885. Anteriormente, em 1881, duas testemunhas de privilégio, pois eram os filhos do príncipe de Gales, observaram a bordo do navio "La Bacante", quando navegavam entre Melbourne e Sydney, "um objeto completamente resplandescente".

A geografia da Nova Zelândia é muito peculiar, composto por duas ilhas principais e numerosas pequenas ilhas, algumas das quais bastante longínquas.

A Ilha Sul é a maior massa de terra e está dividida ao longo do seu comprimento pelos Alpes do Sul, cujo maior pico é o Monte Cook com 3 754 m. Na Ilha Sul há dezoito picos com mais de três mil metros de altitude.

A Ilha Norte é menos montanhosa do que a Sul mas está marcada por vulcanismo.

Na Ilha Norte, a montanha mais alta, Ruapehu (2797m) é um cone vulcânico activo. A área total da Nova Zelândia, 270 500 km² é um pouco menor que a do Japão ou que as Ilhas Britânicas e um pouco maior do que a do Colorado nos EUA. O país estende-se por mais de 1600 Km ao longo do seu eixo principal norte-nordeste.

O clima é ameno, com temperaturas raramente inferiores a 0ºC ou superiores a 30ºC. A temperatura média diária em Wellington, a capital, localizada no centro do país, é de 5,9ºC no Inverno e 20,3ºC no Verão.

Muito afastada das terras mais próximas, a Nova Zelândia é, entre as massas de terra de dimensões consideráveis do planeta aquela que está mais isolada. Os seus vizinhos mais próximos são a Austrália, para noroeste, e a Nova Caledónia, Fiji e Tonga, para norte.

** Casos relatados por Guieu **

Quanto aos casos mais modernos é o pesquisador francês Jimmy Guieu quem nos oferece abundante material.

Por exemplo, em 14 de julho de 1959, segundo testemunho de alguns caçadores, na ilha do Príncipe de Gales foi produzida a aterrissagem de um estranho objeto de cor vermelha.

Ao mesmo tempo outro grupo de testemunhas informou ter visto um objeto similar no chamado Refúgio de Karumba. Novamente em 16 de junho de 1962 voltou a ser observada uma nova aterrissagem de outro misterioso aparelho de cor prateada, na mesma ilha, sobre a lateral de uma colina.

Também na zona da Nova Zelândia puderam ser constatados casos de OVNÍS. Em 27 de novembro de 1952 foi visto, por um piloto aviador, sobre a zona de Nedim, no bairro de Auckland, um grande objeto que emitiu um resplendor cinza azulado e que voava a uma velocidade estimada em 450 km/h.

** Submarinos e Aviões desaparecidos **


Muito pouco depois deste incidente em águas canárias foram produzidos outros similares na zona mediterrânea.

Assim, em 1975 foi publicada a notícia do desaparecimento de um barco, o "Maribel Rivas", e seus nove tripulantes.

O navio cargueiro zarpou do porto de Castellón de la Plana em 22 de agosto de 1974, com destino ao porto libio de Bengasi, transportando um carregamento de materiais de construção. A travessia desde Castellón à Libia costumava ser coberta em nove ou dez dias.

Não foi recebida nenhuma mensagem de auxílio da tripulação do barco e todas as gestões feitas pela empresa proprietária do navio e as autoridades resultaram inúteis. Também vem sendo observada a "periculosidade" de outra rota fatidica, que é a que une a ilha de Mallorca e Menorca com a Argélia, tanto por mar como por ar.

Já são conhecidos casos de naufrágios inexplicáveis de embarcações que faziam esta rota e de desaparições de aviões.

Muitos submarinos perdidos...

Das perdas de submarinos, o Mediterrâneo ocidental leva o primeiro lugar em casos registrados, sendo as águas francesas as mais "perigosas". E este trágico fato tem que ser ressaltado se temos em conta as dimensões relativamente reduzidas deste mar e suas condições climatológicas mais benignas que as que reinam no Atlântico e outros grandes oceanos.

Dentro das águas francesas, a zona de Tolón é onde mais misteriosos desaparecimentos foram produzidos. Frente a esta zona se estendem, perpendicularmente a ela, uma série de "canyons" que alcançam mais de 2.000 metros de profundidade muito próxima da costa.

Em um periodo de uns vinte anos se perderam quatro submarinos franceses em águas próximas ao Golfo de Tolón: O "2.326", desaparecido em 1946: o "Sibylle", em 1952; o "Minerve", em 20 de janeiro de 1968, ao mesmo tempo que o submarino israelense "Dakar", nas proximidades de Chipre, e o "Euridyce", em 4 de março de 1970.

...E aviões

O Triângulo do Mediterrâneo conta também em seu haver com estranhas desaparições de aviões. O primeiro caso conhecido foi produzido em 1944, no dia 31 de julho, quando o insigne escritor francês Saint Exupéry decolou com seu avião, um "Lightning", desde Bastia, em Córsega, para fazer um vôo pelo Mediterrâneo. Desde aquele dia nunca pode saber-se nada acerca da sorte que aconteceu com tão célebre piloto.

Em 5 de setembro de 1948, foi perdido um avião Lancaster, com sete homens, que havia decolado de Malta para realizar umas manobras no Mediterrâneo.

Ainda que os acidentes e desaparecimentos de aviões militares e comerciais na zona do Mediterrâneo e das Ílhas Canárias parecem ser produzidos por "fendas", seria interminável, neste espaço, enumerar todos os casos registrados. Porisso, saltando no tempo, registramos casos mais recentes.

Em 18 de setembro de 1974 desapareceu, novamente, um avião militar que havia decolado de Jerez da Fronteira. Desapareceram seus oito tripulantes e nunca foi possível localizar os restos do aparelho.

Um mês depois, na zona de Canárias, desapareceram dois aviões Saeta C-10. Os dois aviões colado de Sevilha para dirigir-se à ilha de Lanzarote.

** O maciço de Canigó, outro ponto trágico **

Já mencionamos anteriormente que outro dos pontos "quentes" era o maciço de Canigó. O monte Canigó tem 2.785 metros e pertence ao sistema montanhoso dos Pirineus, situado em sua parte oriental e em território francês.

Pode considerar-se esta zona como o maior cemitério de aviões da Europa. No periodo de 1945-1967 foram produzidas 11 catástrofes aéreas.

Em março de 1945, um avião inglês, Liberator; em dezembro de 1950, um DC-3 de Air Maroc; em fevereiro de 1953, um Nord-Atlas francês; em março de 1955, um C-47 norte-americano; em julho de 1957, um Nord-2.051 francês: em 1958, um Broussard francês; em 1961, um DC-3 inglês; em 1963, um Constellation militar francês e um Viking Air N inglês, e em 1967, um DC-4 inglês. O total de vitimas estimadas nestes acidentes foi de 250 pessoas.

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