terça-feira, fevereiro 12, 2008

Telepátia e Variedades....




** A paranormalidade e oscontatos telepáticos com ETs **

por Valter Morandi


Quando uma civilização de outro planeta tenta se comunicar conosco, sem o conhecimento das línguas faladas aqui, qual seria o melhor meio para se efetivar o contato?
É evidente que o contato telepático se torna o melhor e mais seguro meio de comunicação.
Se o comunicador, que aciona o contato, está devidamente preparado e tem a necessária experiência ele induz a concentração correta na mente do elemento comunicado. Dessa maneira o contato telepático é feito por comando e controle do elemento principal.
Sabemos que, para o pensamento, não importam muito o tempo e a distância mas quanto mais próximos estiverem os comunicadores mais fácil se torna o entendimento, pois são menores as possibilidades de interferências e desvios.
Os Et´s, claramente mais avançados do que nós, utilizam a comunicação telepática entre si e também conosco, conforme foi relatado pelas testemunhas de centenas de casos de observações de OVEt´s (Objetos Voadores Extraterrestres) e seus tripulantes. Por este meio os Et´s percebem o que o observador pretende fazer e qual está sendo a sua reação no momento do contato. Tendo em vista as condições recebidas eles acionam dispositivos de anulação dos movimentos e do raciocínio dos observadores impossibilitando qualquer reação agressiva. Esses dispositivos são geradores de freqüências variadas, dirigidas em forma de feixe, para atingir os observadores que apresentarem disposição de ataque contra eles.
Da mesma forma que os Et´s nos induzem a recebermos suas comunicações eles logicamente captam as nossas informações mentais, que transmitimos mesmo sem uma intenção premeditada.
Como já anotamos a comunicação telepática não se torna muito difícil de acontecer, desde que um dos elementos tenha uma forte disposição para tal.
Poucas pessoas, aqui na Terra, utilizam a comunicação telepática estando a mesma ainda em fase experimental. No entanto, algumas pessoas sensitivas desenvolvem essa aptidão e podem servir de pólos para comunicações mais fáceis. Devemos entender que, para pessoas não tanto preparadas, o contato telepático pode ficar mesclado com outras informações anímicas, isto é, geradas pelos próprios pensamentos. Isso é bastante comum, ocasionando distorções da realidade, mas com certa aparência de positivo, quando realmente não acontece.
As declarações dessas pessoas sensitivas mostram contatos com elementos não localizados no espaço, não se sabendo se estão próximos ou muito distantes e mesmo podendo serem criados pelas próprias mentes delas. É´ o que geralmente ocorre, não havendo nenhum contato telepático e sim a presença de informações anímicas.
Essa forma de comunicação telepática com supostas entidades alienígenas, algumas se apresentando como comandantes de naves espaciais, outras como mensageiros do futuro etc é provocada por grandes confusões mentais e restando pouca coisa de real. As diversas pessoas que se dizem “contatadas” transmitem mensagens, recebidas telepaticamente, sendo que cada uma delas é diferente das outras. Não há uniformidade porque também não existe suficiente realidade.
A publicidade desses pseudo-contatos serve muito bem aos interesses de quem trabalha para esconder, despistar e difamar a Ufologia, transformando-a num amontoado de bobagens e desacreditando-a. Eles gostam muito dessas comunicações de “contatados” e os sensitivos que assim se apresentam fazem o jogo de “inocentes úteis”, servindo contra a verdade dos fatos.
Teremos que procurar desenvolver esse tipo de comunicação pois será através dele que vamos nos entender com os Et´s. As bases sugeridas para preparação do contato oficial com os Et´s incluem a participação telepática.
Já escrevemos, anteriormente, que a mentira não prevalece quando utilizamos a telepatia e ela ajuda muito no aperfeiçoamento moral das civilizações
Como vimos, algumas pessoas sensitivas identificadas como “paranormais” podem receber informações por telepatia sendo, às vezes, verdadeiras, parcialmente reais ou completamente distorcidas por ação anímica delas próprias.
Dessa forma têm sido publicadas declarações de “contatos”, com entidades estranhas ao nosso meio e, às vezes, trazendo informações até absurdas. As informações transmitidas são diferentes uma das outras, quase nada têm em comum, a não ser as mensagens de paz e alertas contra o perigo atômico.
Não podemos afirmar, entretanto, que todas as declarações são mentirosas, mas entendemos que existem interferências e desvios, misturando poucas realidades com muitas informações anímicas.
A Igreja Católica não admite a comunicação entre pessoas vivas com as já falecidas, classificando esse possível contato como demoníaco. Já a Doutrina Espírita aceita perfeitamente esse contato e admite que todas as pessoas possuem “mediunidade” em diversos graus de desenvolvimento, isto é, possibilidade de manterem contato entre vivos e mortos. Tanto é assim que o termo “mediunidade” significa capacidade de ser intermediário entre uns e outros, vivos e “desencarnados”. Existem muitas formas de expressão dessa aptidão mediúnica, sendo que ela é desenvolvida ou aperfeiçoada através do seu exercício. A condição principal para o exercício dessa faculdade é a concentração. É através dessa concentração que os “médiuns” iniciam o procedimento de intermediação.
Outros cultos admitem processos de comunicação mediúnica e sempre através da concentração. Mesmo pajés, xamâns etc, de seitas tribais, possuem algum grau de “mediunidade”.
Também, para o contato telepático algum grau de concentração é necessário. Sendo assim o fator de preparação mental, ou concentração, é comum tanto para a expressão da “mediunidade” como para a simples comunicação telepática, ou seja, a transmissão de pensamento e a recepção de informações mentais. Todo “médium”, em plena atividade, tem maior facilidade de se concentrar mentalmente devido ao exercício contínuo dessa condição e passa, então, a ser também um bom pólo de comunicação telepática.
Dentro do Espiritismo mostra-se, continuamente, a existência de espíritos de pessoas falecidas que podem ser bons, maus, amigos, inimigos, brincalhões, zombeteiros, sérios, honestos, desonestos etc, tal como eram quando “encarnados”, isto é, ocupando corpos físicos durante suas vidas. Em conseqüência disso o contato mediúnico pode ocorrer com espíritos negativos e as informações recebidas poderão ser enganosas, falsas, absurdas e perigosas. Muitas vezes os “médiuns” e as pessoas que participam das reuniões são enganados e não percebem o que está acontecendo de negativo e prejudicial.
Também o Espiritismo prega a “lei da afinidade” como fator de extrema importância, isto é, o bom atrai o bem e o mau atrai o mal. Quando “médiuns” e ou as pessoas participantes gostam de ostentação podem acabar se comunicando com espíritos zombeteiros e gozadores que fingirão condições realmente não existentes. Muitas vezes são recebidas comunicações de nomes que foram famosos em vida mas procedem de espíritos mentirosos, que apenas se divertem com a nossa ignorância. Espíritos de ex-presidentes, artistas famosos, cientistas de renome etc, surgem trazendo informações que não são verdadeiras e, do outro lado, dão gargalhadas, os falsos comunicadores.
A maneira mais conveniente é aquela de agir com seriedade, respeito, investigação, humildade e falar em nome de Deus, para que as comunicações sejam verdadeiras.
Tanto o contato telepático como a comunicação mediúnica quando não são bem preparados, em bases sólidas e honestas, podem ser deturpados e mistificados.
A paranormalidade, a condição sensitiva e a mediunidade são sinônimos das mesmas manifestações, estando sempre sujeitas às interferências mentais, enganos e às emissões anímicas.
O animismo, ou seja, a criação própria de condições pelo paranormal é um grande obstáculo para a total autenticidade das informações. Tudo aquilo que pode ser gerado pelo organismo físico e psíquico do paranormal acaba sendo mesclado com os demais efeitos, deixando dúvidas, já que a maioria dos fenômenos não é controlada cientificamente através de aparelhos e instrumentação adequados. Dessa forma todas e quaisquer declarações de fenômenos paranormais, feitas com intenção de exclusivismo ou exibicionismo e envolvendo informações ufológicas, passam, a ser muito úteis para aqueles que trabalham para o despistamento e acobertamento da verdade. É por isso que são preparados vídeos, séries de TV, livros, artigos etc, mostrando coisas absurdas que só servem para desacreditar a Ufologia e os ufólogos honestos.
Procuramos, agora, definir a relação que existe entre a paranormalidade e os Et´s.
Já vimos que os Et´s, que nos visitam, utilizam freqüentemente a telepatia e os paranormais, em condição de concentração, são pólos mais preparados para o contato. Através dessa uniformidade podem surgir condições onde os Et´s, funcionando como os elementos principais do contato, passam a comandar as emissões e recepções mentais. Assim, podem ocorrer algumas formas de comunicação, não se sabendo até que ponto são verdadeiras, devido à falta de monitoramento.
Não queremos afirmar que os Et´s permaneçam voando em nossa atmosfera exclusivamente afim de captar transmissões mentais dos nossos paranormais. Isso pode acontecer em locais onde os Et´s já estejam fazendo pesquisas ou mantendo alguma espécie de contato com pessoas, de forma repetitiva, periódica e onde possam ocorrer, paralelamente, reuniões mediúnicas.
Várias ocorrências de contatos com Et´s foram relatadas pelo Gal. Uchoa no seu livro A Parapsicologia e os discos voadores e se referem a fatos acontecidos de maneira periódica e repetitiva, num local onde eram realizadas reuniões mediúnicas. Acreditamos como explicação, sem termos provas, de que essas reuniões coincidiram em local e época com pesquisas que já estavam sendo feitas pelos Et´s. Em função da presença de paranormais e das condições de concentração passaram a acontecer os contatos telepáticos, através dos quais surgiram os entendimentos necessários para a seqüência dos fatos. E, lá, muitos fatos aconteceram de maneira periódica, perfeitamente combinados e na presença de várias testemunhas. Muitos efeitos, específicos do fenômeno OVEt, ocorreram naquela ocasião.
Aceitamos que as ocorrências de Alexânia, relatados pelo Gal. Uchoa, são verdadeiras, justamente pelos efeitos provocados pelos Et´s e suas relações intrínsecas com o fenômeno OVEt.
Alguns relatos, apresentando contatos telepáticos entre os tripulantes dos OVEt´s e as testemunhas, achamos também que são verdadeiros porque incluem efeitos característicos.
Em contrapartida, outros relatos são provenientes de ignorância, egoísmo, exibicionismo, oportunismo financeiro e servem apenas de “inocentes úteis” para os despistadores. Quando as informações são publicadas com o objetivo previsto, planejado e manipulado para despistamento, lucro financeiro e promoção pessoal os autores delas devem ser execrados publicamente, combatidos e punidos judicialmente, se possível. São lobos cercando cordeiros de boa intenção.
Portanto, procuramos deixar claro que existe uma relação entre a paranormalidade e os Et´s quanto aos fatores comuns entre concentração e possibilidade de contato telepático. Não endossamos, entretanto, as inclusões de criações anímicas e, muito menos, de “invenções” feitas para ganhar fama e dinheiro, tal como acontece com alguns freqüentadores assíduos de seminários e congressos de Ufologia.
Achamos necessário definir bem a diferença que existe entre a Paranormalidade e os contatos mediúnicos com os espíritos desencarnados, com aquelas afinidades telepáticas com os Et´s vivos.
Os espíritos desencarnados, pertencentes à esfera espiritual do planeta Terra, podem fazer contatos mediúnicos com aqueles aqui encarnados em corpos físicos. Os mesmos médiuns que servem de intermediários para esses contatos podem servir de pólos, ou antenas, condicionados para receberem comunicações telepáticas de seres vivos, ou espíritos encarnados, da própria Terra ou de qualquer outro planeta, ou seja, dos Et´s vivos que nos visitam. As duas situações são perfeitamente distintas não podendo ser misturadas porque provocam as confusões que são transmitidas através de relatos, artigos, livros, palestras, filmes e vídeos.
Dessa forma um paranormal pode receber informações de espíritos da esfera espiritual da própria Terra, já desencarnados e considerar que seja um contato com Et´s vivos. Somada à essa condição ainda podem aparecer informações adicionais, anímicas, criadas pelo próprio sensitivo, aumentando assim a dificuldade de entendimento ou provocando o descrédito.
Se esse informante espiritual estiver afim de provocar maior confusão ou preparar zombarias ele pode fazer o papel de um Et vivo, transmitindo coisas absurdas e mentirosas. Essa condição pode surgir quando o próprio médium busca contatos pessoais, diferentes e exclusivistas com os Et´s e acaba recebendo falsas informações, através de espíritos desencarnados pertencentes à própria esfera terrestre.
Portanto não pode haver mistura do intercâmbio de espíritos encarnados e desencarnados com comunicações telepáticas com Et´s vivos, iguais à nós.
Fonte: Portal Ufo- Gênesis – Valter Morandi

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Vejamos Logo Abaixo Algumas Outras Informações na qual Pude Pesquisar Sobre Contatos Telepáticos.


** Telepatia **

Nos departamentos parapsicológicos de muitas universidades famosas fenômenos até agora não pesquisados, como clarividência, visões e telepatia são investigados através de métodos científicos exatos. Exames isolados e em série provaram que existe transmissão de pensamento. Excluem-se daí todas as histórias de espíritos e fantasmas de ocultismo duvidoso bem como idéias inspiradas em fanatismo religioso. Consideram-se exclusivamente fenômenos capazes de serem investigados em laboratório. Em agosto de 1959 concluiu-se a experiência "Nautilus". Comprovando-se não só a possibilidade da telepatia como a de que as transmissões de pensamentos entre cérebros humanos são mais intensas que as realizadas por meio de rádio-ondas. A experiência foi esta: - a uma distância de vários milhares de quilômetros do "emissor do pensamento", o submarino "Nautilus" mergulhou algumas centenas de metros sob o nível do mar, todas as ligações de rádio ficaram interrompidas, pois não penetram à níveis profundos de água. Mas funcionou a telepatia entre o senhor X e o senhor Y. Após tais testes científicos, pergunta-se quanto mais o cérebro humano é capaz? Poderá assegurar comunicações mentais mais rápidas que a luz?

Como ligar a TV usando a força mental( Associated Press - julho / 98 )
Uma empresa japonesa apresentou um telecomando, ligado a um terminal de computador, capaz de trocar canais de televisão ou de ligar e desligar qualquer eletrodoméstico por meio de ondas cerebrais. O aparelho será vendido ao equivalente U$ 4.800. O produto, chamado sistema operativo de telecomando cerebral (SOTEC), e fruto da colaboração entre duas empresas japonesas, a Technos Japan Company e o Instituto Himeji de tecnologia. Se o usuário quiser ligar o ar condicionado, concentra seus olhos no símbolo que representa este aparelho na tela do computador. Para que a ordem seja cumprida, precisa usar um par de óculos sensíveis às ondas cerebrais beta. Depois, segundo Sadahiro Ushitani, porta voz da Technos, ele diz para si mesmo algo como " agora " e o aparelho começa a funcionar. Toda ordem mental enérgica produz um sinal que os óculos interceptam e canalizam para o computador principal do SOTEC. O computador então ativa o dispositivo selecionado. "Não se pode apenas "olhar" o símbolo, disse Ushitani, é preciso enviar conscientemente um impulso positivo. Outros dispositivos do menu do computador incluem: as luzes, o sistema de som e outros controles. Este menu pode ser ampliado de acordo com os aparelhos elétricos da casa do usuário. Ushitani acredita que o telecomando possa ajudar pessoas paralíticas ou presas à uma cama. Ele disse que a Technos recebeu muitos pedidos de informações de centros de saúde desde que o aparelho foi apresentado ao público. As pessoas que podem se beneficiar particularmente com o telecomando cerebral são as que sofrem de problemas de fala que às impedem de usar os telecomandos ativos oralmente.




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** O Caso Cayce **









A história, que hoje está na literatura científica, conta como o americano Edgar Cayce descobriu sua fantástica capacidade "mental". Embora tenha morrido em 5 de janeiro de 1945, ainda hoje médicos e psicólogos se ocupam da avaliação de suas ações. Edgar adoeceu gravemente quando ainda era menino. Convulsões e febre alta lhe consumiram até chegar ao coma. Enquanto os médicos tentavam em vão fazer a criança voltar à lucidez, Edgar, repentinamente, começou a falar, alta e nitidamente: explicou porque estava doente, indicou alguns medicamentos dos quais necessitava e disse quais os ingredientes de uma pomada com a qual deveria ser tratado, mediante fricções em sua coluna dorsal. Médicos e parentes ficaram perplexos, pois não podiam imaginar de onde vinham ao garoto esse conhecimento e os vocábulos científicos. Uma vez que o caso parecia sem esperança, executaram suas indicações e a cura procedeu-se clara e rapidamente. A ocorrência divulgou-se por todo o estado do Kentucky. Como Edgar havia falado em estado de coma, muitas propostas surgiram no sentido de hipnotizá-lo para tentar obter conselhos para novas curas. Edgar recusou. Só quando adoeceu um amigo ele ditou uma receita precisa, usando palavras latinas que jamais conhecera. Uma semana mais tarde o amigo estava restabelecido. A austera American Medical Association concedeu a Caye uma licença especial para dar consultas, embora não fosse médico. Certa vez "prescreveu" a um paciente muito rico, certo medicamento que não foi possível descobrir em parte alguma. O homem colocou anúncios em jornais de grande circulação, inclusive no exterior. De Paris(!), um jovem médico escreveu que seu pai havia, anos atrás, preparado este medicamento, cuja produção, no entanto, há muito encerrara. A composição era idêntica às indicações de Edgar. Em outra receita mencionou o endereço de certo laboratório de uma cidade distante. Em uma busca telefônica receberam a informação de que o medicamento já estava sendo preparado, que a fórmula estava pronta apenas buscavam um nome para o produto que, no entanto, ainda não se achava à venda.Edgar declarou crer que podia entrar em contato com qualquer cérebro e lhe extrair as informações que precisava para o diagnóstico. Ele pedia informações ao cérebro do paciente, que sabia exatamente o que estava acontecendo em seu corpo. Depois, procurava, em qualquer lugar do mundo, o cérebro que pudesse lhe dizer o que deveria ser feito.

Fontes: CAYCE, Edgar. The Sleeping Prophet . Hardcover / Published 1997.CAYCE, Edgar, A.Robert Smith (Editor). As Memórias Perdidas de Edgar Cayce. Paperback / Published 1997.


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**Experiência para comprovar a telepatia **

Realizada em 29 e 30 de maio de 1965 esta experiência concentrou 1008 pessoas ao mesmo tempo, sim, no mesmo segundo, sobre figuras, sentenças e grupos de símbolos, que por elas foram "irradiados" com energia concentrada para o universo. Essa experiência, única em vulto e espécie, por si só, já é admirável, porém mais singulares ainda são seus resultados. Nenhuma pessoa que dela participou conhecia qualquer outra. Os participantes viviam a centenas de quilômetros de distância, uns dos outros. Preenchendo formulários impressos, 2.7 % dos participantes responderam que haviam visto uma imagem, a imagem do modelo de um átomo. Como qualquer entendimento prévio ou combinação entre as "cobaias" teria sido impossível, é realmente surpreendente que esta porcentagem tenha visto a mesma imagem pensada. Telepatia? Charlatanismo? Acaso? Admitimos ser tudo um tema de ficção científica, mas tal experiência, organizada por cientistas, efetivamente se realizou.
Fontes: DANIKEN, Erich Von. Eram os Deuses Astronautas?

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Vou Falar um Pouco Sobre Conspiração Governamental... Boa Leitura...

** A história secreta dos espiões psíquicos dos Estados Unidos. **









Não era um segredo mundial o fato de que a União Soviética mantinha um serviço de espionagem psíquica nos tempos da guerra fria. Os russos possuíam psicobiofísicos (como preferiam chamar os parapsicólogos) de um grande gabarito: Naumov, Leonid Vasiliev e outros, apesar do "sistema" então vigente. De vez em quando, corriam notícias acerca de "top secrets" dos Estados Unidos divulgados a partir da União Soviética o que, evidentemente, criava surpresa e mal estar aos americanos.Um sistema de radar barato- Parece-me que seria um tipo de sistema de radar barato, infernal. E se os russos o possuem e nós não, estamos envolvidos em um sério problema. Repreentative Charlie Rose - D-NC, House Select Comittee on Intelligence (1979).Radar barato? Que radar seria este?Os americanos resolveram convocar dentro das suas Forças Armadas os oficiais que manifestassem talentos e pendores paranormais. Não teriam o dispêndio de fortunas extra, criação de novos cargos e, sendo militares, os convocados já estariam acostumados ao comando das hierarquias e a manterem o sigilo diante dos segredos que lhes fossem confiados. O livro de Sheila Ostrander e Lynn Shroeder - Descobertas Psíquicas atrás da Cortina de Ferro (Psychic Discoveries behind the Iron Curtain), publicado em 1970 acendeu o temor de que o atraso americano em relação ao emprego da "Energia Psi" como forma de espionagem, colocasse o país desarmado e sem reação diante daquele tipo inusitado de arma secreta. Ostrander e Shroeder noticiavam quarenta cidades do bloco soviético como possuidoras de "centros de adestramento" e pesquisas psíquicas muito bem administrados por um Prêmio Lenin - Leonid Vasiliev - também diretor de fisiologia da Universidade de Leningrado.O estímuloO "Caso Nautilus" foi um dos fortes estímulos que impulsionaram a "corrida psíquica" na União Soviética. A revista francesa "Science et Vie" publicou, em 1960, um artigo sensacional intitulado "O Segredo do Nautilus". O artigo relatava o fato de que os Estados Unidos haviam empregado a telepatia para se comunicarem, de terra, com o submarino Nautilus, o primeiro submarino nuclear americano, submerso sob a capa de gelo do Ártico. D acordo com o relato, o presidente Eisenhower dedicara um carinho especial a este projeto que demonstrou índices de sucesso superiores a todos os que envolviam, até então, o uso da telepatia. No projeto figuravam a Marinha, a Força Aérea, a Westinghouse, General Electric, laboratórios Bell e a Rand Corporation. O item de relevo era o de que um submarino quando imerso em águas muito profundas não conseguia receber ou transmitir informações, devido ao forte bloqueio feito pelas águas do mar nas freqüências do rádio. Para se comunicar, o submarino teria que emergir e subir a sua antena se expondo ao ataque inimigo, a telepatia aparecia como solução ideal para estes problemas devido a ausência de quaisquer obstáculos à sua ação. Se a telepatia podia ser usada com tal sucesso, todos os outros meios de comunicação, tecnológicos ou não, estariam, desde já, obsoletos. O autor do artigo, Gerard Messadiè, citou como FONTE o cientista, jornalista, escritor e herói da resistência francesa na 2ª Guerra Mundial, Jacques Bergier, co-autor do "best seller" - O Despertar dos Mágicos - Bergier desculpou-se e tirou o corpo fora da estória. Os americanos negaram o fato veementemente, mas a União Soviética acreditou piamente na existência do "affair", julgando que todas as negativas americanas eram devidas ao "SEGREDO", tão comum, em eventos como este. Estimulados, os russos mergulharam profundamente nos trabalhos referentes à espionagem psíquica. Eduard Naumov pode reportar que os russos haviam obtido um sucesso extremo em experiências semelhantes a do Nautilus e que já haviam desenvolvido um método de espionar telepaticamente as comunicações psíquicas de outros povos. O livro de Ostrander e Schroeder apareceu nesta época. Estes fatos dispararam os mecanismos de ATENÇÃO dos Estados Unidos. A CIA e o Pentágono, que jamais haviam dado a menor importância às pesquisas efetuadas no território americano (anos 50 e 60), resolveram observar e executar trabalhos e pesquisas mais concretas nesta área. Partiram para a seleção dos "talentos psíquicos", procurando-os dentro das suas Forças Armadas.-"Nunca apreciei os debates mantidos com os céticos, porque se você não acredita que a "visão remota" (remote view) é real, você não fez o seu "Para Casa". Não sabemos explicá-la, mas não estamos interessados nisto e sim em determinarmos onde há um uso prático para ela". -Major General Edmund R. Thompson.Army Assitant Chief of Staff for Intelligence (1977/81).Quando foi finalmente selecionado um "dream team" de atletas PSI, este time estabeleceu-se em Fort Mead com a denominação inicial de - Gondola Wish - um projeto apresentado por Skip Atwater, já entrosado no assunto da espionagem psíquica e com um curriculum realizado no SRI (Stanford Research Institute) de "efeitos" paranormais: a habilidade de "sair fora do corpo" (out of body experience - obe) adquirido na sua adolescência. A tarefa de selecionar "dream team" de operadores psíquicos lhe foi imposta, tendo como companheiro de trabalho o Major Watt. O grupo, inicialmente, foi composto por: Mel Riley, Steve Hauson, Nancy Stern, Bud Duncan, Fernand Gauvin, Steve Holloway, Ken Bell, Joe MacMoneagle e outros (alguns desses nomes são pseudônimos). Joe MacMoneagle, posteriormente, foi eleito o mais-que-perfeito dentre todos eles e Mel Riley foi um outro destaque. Mais tarde, Pat Prince agigantou-se no cômputo geral de excelência do "dream team", como os chamou Jim Schnabel, biógrafo dos acontecimentos.Remote viewing (visão remota)O que é "visão remota"? Esta designação foi cunhada por Joe MacMoneagle como um tipo de sinônimo para clarividência (clairvoyance). A visão remota ultrapassa as bases da clarividência e algumas das suas características. Tecnicamente, o clarividente possui a habilidade de perceber coisas à distância, mas, NO TEMPO DITO REAL. A visão remota ultrapassa a 4ª dimensão - O TEMPO. -MacMoneagle e alguns dos seus companheiros conheceram tempos remotos e tempos futuros, visitaram e argüíram pessoas, mentalmente, no momento já ultrapassado de suas experiências e delas conseguiram extrair segredos capitais. Em alguns casos, os "remote viewers" tiveram o poder de influenciar mentes e inspirar acontecimentos futuros nas vidas das pessoas que pesquisavam. Ken Bell, um dos sensitivos, calcou na mente de um membro da KGB, a idéia de que deveria voltar para a União Soviética, pelos seus filhos, Sergei e Svetlana, que se ressentiam da sua ausência e das promessas que o pai lhes fizera. Segundo Jim Schnabel, esta foi uma das mais bizarras das investigações psíquicas levadas a efeito. Quando Bell percebeu que a resistência mental do russo havia arriado, conseguiu retirar as respostas de que necessitava, com urgência, no seu trabalho de espionagem.The Monroe InstituteFundado pelo engenheiro Robert Monroe, ele próprio um paranormal cuja especialidade era a "saída fora do corpo" / OBE. Bob Monroe escreveu três livros sobre o tema sendo que o primeiro deles em co-autoria com o Dr. Charles Tart, quem o pesquisou.Monroe dedicou uma grande parte da sua vida à pesquisa dos Estados de Consciência Alterados, razão do seu instituto. O marco número 1 do seu programa de cursos e treinamentos - o Gateway Voyage - foi freqüentado por diversas turmas de oficiais graduados e de militares pertencentes às Forças Armadas Americanas. Joe MacMoneagle acabou por casar-se com a enteada de Bob Monroe, Nancy, quem dirigiu por anos a fio o The Monroe Institute. Hoje, o casal mantém o seu próprio centro de estudos. O vidente 518 (número código de Moneagle) foi apelidado de "Joe of Arc", devido à semelhança dos eventos paranormais na sua vida, com os ocorridos na vida de Joana D'Arc - a donzela de Orleans.Uri Geller (The Trickster - o Prestidigitador)-"Eu seria um enigma acima de qualquer outra coisa mais" - Uri Geller.Até hoje Uri Geller, ao que parece, continua sendo um enigma para os cientistas: um paranormal genuíno? Um mágico? Ilusionista? Shaman? Prestidigitador?Uri Geller já havia encontrado em Moshe Dayan um ardente fã, quando o herói da Guerra dos Seis Dias o testou e obteve a prova dos seus talentos. - O que pode você fazer por Israel? - perguntou-lhe Dayan.Uri Geller não pertencia ao exército americano, mas fora testado no SRI (Stanford Research Institute) pelo físico Harold Puthoff e Russel Targ. O astronauta Edgard Mitchell que após visitar a lua tornou-se em um entusiasta das pesquisas parapsicológicas fundando o "Institute of Noetic Science", também já fora conquistado pelos talentos do jovem israelense apresentado a ele por Andrija Puharich (na época, mentor de Geller), um cientista muito conhecido e afamado internacionalmente. Edgard Mitchell foi o introdutor de Geller no círculo da PSI americana. Testado, Uri continuou sendo um enigma: obtinha sucessos fenomenais e alguns fracassos desorientadores. As opiniões sobre as suas atuações eram divididas: uns o julgavam um talento genuíno e outros se mantinham céticos a respeito. Entretanto, alguns "efeitos" impressionantes aconteceram durante o período em que foi testado, dentro do local dos testes e... nas casas de alguns dos envolvidos na pesquisa. "Efeitos" estes iguais aos que ocorriam durante o tempo em que residia com Andrija Puharich e que foram relatados no livro "Uri", escrito pelo cientista.Na temática deste livro, toma-se conhecimento de que, segundo Puharich, Uri Geller devia os seus talentos às monitorações de SPECTRA e HOOVA, artefatos espaciais alienígenas, que provocavam efeitos "especiais e espaciais" através de Uri Geller, os mesmos efeitos relatados por Jim Schnabel no seu livro sobre a espionagem psíquica secreta, nos Estados Unidos: vozes metálicas profetizando e advertindo fatos, energias coloridas invisíveis a olho nu e tornadas visíveis nos filmes dos pesquisadores, aparições terrificantes de discos voadores tipo hologramas... que apavoravam os familiares dos pesquisadores e outros etcéteras.Harold Puthoff e Russel Targ, já trabalhando do SRI, foram chamados a colaborar com o programa. Através de Puthoff, Ingo Swann, um artista novaiorquino que já se submetera às experiências PSI no "City College of New York" e no "The American Sciety for Psychal Research", veio trabalhar com os pesquisadores e o "exército de espiões psíquicos". Deve-se a Swann o sistema de COORDENADAS, que recebeu psiquicamente, para facilitar os trabalhos dos "remote viewers" e a "observação apurada de exatidão" das pesquisas, que ele denominou de AOL.AOLEsta técnica separa o "sinal-psi" do revestimento turbulento representado pela racionalidade analítica do próprio "sujet" (sujeito - o paranormal) e que surge nas seguintes ocasiões: bem no início da "sessão" o vidente declara - "é igual a ..." ou "me parece ser..." ou "lembra-me..." ou quaisquer outras qualificações, especialmente "igual a..." Nestes casos, o AOL está se manifestando e estragando a informação subliminar recebida sempre nos primeiros instantes. O sensitivo irá se ater às suas racionalizações, deixando de lado as informações genuínas. Se o AOL ocorrer no final de uma "sessão" bem sucedida, então, tornar-se-á em um elemento valioso para os dados subliminares já recebidos. Exemplo: se a tarefa dada foi - a pirâmide do Egito - e após falar a intuição do sensitivo ele oferecer descrições como "é como uma tenda" ou "lembra-me o rio Nilo" o AOL é válido e irá complementar os dados intuitivos, desenvolvendo a análise racional do próprio sensitivo sobre a tarefa imposta para que nela trabalhasse através de coordenadas, isto é, sem saber de início, qual seria o alvo desejado pelo seu testador.Fatos bizarrosDon Curtis, físico do grupo de Livermore, descansava em sua casa com a esposa. Curtis estava envolvido com os testes de Uri Geller. De repente, um braço holográfico, com a mão substituída por um gancho, pairou diante dos dois, balançou-se no ar e desapareceu. Em outra residência, a família de um dos cientistas já presenciara um holograma de um disco voador. Curtis relatou o fato a Kennett, pertencente à CIA, e os dois chamaram, imediatamente, Harold Puthoff e Russel Targ. Puthoff já patenteara a sua descoberta de um laser infravermelho e trabalhava no SRI, para o governo, na área dos lasers. Ele e Russel Targ estavam trabalhando com Uri Geller e foram interrogados se haviam usado lasers para comporem aquelas fantasmagorias. Os dois negaram veementemente a fraude. Então, foram chamados para colaborarem na investigação de uma possível fraude. Targ, Puthoff e Kennet encontraram-se em Washington, Kennet acabava de relatar-lhes a "aparição" do braço na casa de Curtis, quando uma mão pesada bateu na porta do quarto do hotel onde ele se hospedava. Apavorados, Targ escondeu-se atrás das cortinas e Puthoff voou para o banheiro, Kennet não teve opção: foi abrir a porta. Na soleira, um personagem vestido à moda da Idade Média. A inusitada e nebulosa figura caminhou vagarosa e pesadamente até chegar aos pés das camas do aposento, deu meia volta e falou com voz estranha e pomposa - Eu ... devo... estar... no... quarto... errado! E saiu de cena caminhando devagar e dando a chance de ser reconhecida a sua identidade: faltava-lhe um braço, umas das mangas do seu traje pendia vazia. De outra feita, no laboratório onde Geller estava sendo testado, apareceu uma voz metálica durante a gravação feita pelos pesquisadores, PROIBINDO que eles testassem Uri Geller.Um outro pesquisador, testando uma das médiuns do programa, de repente, viu no teto da sala o rosto do seu próprio pai falecido há algum tempo.O próprio Kennet, da CIA, passou por maus pedaços, quando "pescou" de um dos livros de Robert Monroe, a técnica para "sair fora do corpo". Kennett não soube fazer bem o seu para casa. Conseguiu o seu intento mas deparou com um grupo de monstrengos e um horrível duende (goblin) na outra dimensão do seu quarto. Apavorado, encontrou dificuldades extremas em refugiar-se dentro da fortaleza representada pelo seu próprio corpo físico estirado na cama. Bob Monroe sempre forneceu um ALERTA ignorado pelo temerário representante da CIA. Monstros e outras deformidades encontradas "lá fora", podem significar as NOSSAS PRÓPRIAS DEFORMIDADES INTERNAS: de caráter ou de personalidade. É a nossa parte sombria, que precisa ser trabalhada. Com o passar do tempo o programa dos "remote viewers" foi encerrado devido a várias controvérsias nos altos comandos da iniciativa, somente o senador Byrd e Dick D'Amato, fizeram uma pálida reação contra a decisão dos que estavam na Colina do Capitólio, os suportes do programa, para que não encerrassem as pesquisas em Fort Mead: o quartel general dos espiões psíquicos dos Estados Unidos.Fonte:- "Remote Viewers" - The Secret History of America's Psychic Spies- Autor: Jim Schnabel - Dell BookJim Schnabel, autor da pesquisa e do livro, é um escritor científico que contribui com os seus artigos para o The Washington Post, Science, Discover, New Scientist, The (London) Indenpendent, The Observer, The Guardian e The Economist. Autor dos livros: Round inCircles (sobre os "Crop Corcles" ingleses) e Dark White, sobre os pesquisadores de UFOS (OVNIS) na América. É possuidor de graus em engenharia elétrica e em sociologia da ciência, reside em Londres.As pesquisas psíquicas americanas, tema do livro Remote Viewers , foram dirigidas ou financiadas pela CIA, FBI, SRI, Pentágono, dentre os principais Serviços de Inteligência dos Estados Unidos e do Governo Americano.


Mais Informações de Edgar Mitchell







Edgar Dean Mitchell (17 de setembro de 1930), astronauta norte-americano e sexto homem a pisar na Lua, como piloto do Módulo Lunar Antares na Missão Apollo 14, em 9 de fevereiro de 1971.
Mitchell foi oficial da marinha dos Estados Unidos, entre 1953 e 1972, e entrou para a NASA em 1966. Sua viagem para a Lua, junto com Alan Shepard e Stuart Roosa na Apollo 14, foi seu único vôo espacial. No satélite, ele e Shepard exploraram a região de Fra Mauro, cumprindo o objetivo da missão anterior, a Apollo 13, que não pôde pousar na Lua por causa de um acidente com a nave no espaço.
De todos os astronautas que pisaram na Lua, Mitchell foi o maior entusiasta de teses sobre fenômenos paranormais e de vida extra-terrestre. Ele expressou publicamente sua opinião de que tinha 90% de certeza de que “muitos dos milhares de OVNIS avistados desde a década de 40 eram de visitantes de outros planetas” e de que estes OVNIS tinham sido “objetos de desinformação pelos governos, de maneira a desviar a atenção dos povos em geral e criar confusão para evitar que a verdade viesse à tona”, escrevendo livros sobre o assunto.

Edgar Dean Mitchell (17 de setembro de 1930), astronauta norte-americano e sexto homem a pisar na Lua, como piloto do Módulo Lunar Antares na Missão Apollo 14, em 9 de fevereiro de 1971.
Mitchell foi oficial da marinha dos Estados Unidos, entre 1953 e 1972, e entrou para a NASA em 1966. Sua viagem para a Lua, junto com Alan Shepard e Stuart Roosa na Apollo 14, foi seu único vôo espacial. No satélite, ele e Shepard exploraram a região de Fra Mauro, cumprindo o objetivo da missão anterior, a Apollo 13, que não pôde pousar na Lua por causa de um acidente com a nave no espaço.
De todos os astronautas que pisaram na Lua, Mitchell foi o maior entusiasta de teses sobre fenômenos paranormais e de vida extra-terrestre. Ele expressou publicamente sua opinião de que tinha 90% de certeza de que “muitos dos milhares de OVNIS avistados desde a década de 40 eram de visitantes de outros planetas” e de que estes OVNIS tinham sido “objetos de desinformação pelos governos, de maneira a desviar a atenção dos povos em geral e criar confusão para evitar que a verdade viesse à tona”, escrevendo livros sobre o assunto.
Fonte de Edgar Mitchell : Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Astronauta é destaque no encontro Inet-2001

Congresso mostra como as novas tecnologias influenciarão a vida da sociedade em futuro próximo





Mitchell - Estrela maior do Inet 2001, o piloto da missão espacial Apollo 14, Edgar Dean Mitchell, acredita que as novas tecnologias podem ser uma faca de dois gumes nas mãos do ser humano. Ele defende a tese de que o homem não deve desenvolvê-las apenas pensando em acumular poder e riqueza. De acordo com Mitchell, essas ferramentas precisam ser usadas para ajudar na comunicação entre as pessoas, disseminar conhecimento e aumentar o grau de instrução dos povos - o que diminuirá as diferenças sociais no mundo.
Confira a seguir, uma breve entrevista com o astronauta:
Como vê o futuro das tecnologias inteligentes e das redes globais no mundo?
"Tecnologias inteligentes e redes globais são certamente parte importante de nosso futuro. À medida que aprendemos a utilizá-la, a humanidade continuará inovando e inventando, assim como no passado. O que devemos discutir, hoje, é a forma de uso da tecnologia. Ou a utilizamos para melhorar nosso planeta e suas espécies, ou de maneira insensata, e continuamos usando para violência, para prejudicar a civilização e nosso frágil meio ambiente. O problema nunca foi a tecnologia em si, mas a mentalidade de quem a detém".
Acredita que as tecnologias inteligentes podem ajudar o homem a desvendar os mistérios do universo?
"Tecnologia é apenas uma ferramenta para criatividade e geniosidade humanas. Se aplicada para responder os ‘difíceis problemas’ sobre a existência e o universo, seguramente poderá ajudar. Se aplicada apenas na criação de mais tecnologia e maiores lucros, então os mistérios do universo seguramente continuarão mistérios".
Crê que as novas tecnologias ajudarão a diminuir as diferenças sociais do mundo?
"Utilizar tecnologia para ajudar na comunicação entre as pessoas, disseminar conhecimento, e tornar-se mais instruído é o que diminuirá as diferenças sociais no mundo. Novamente, é a intenção humana em utilizar a tecnologia corretamente que fará a diferença, não a tecnologia por si só".
O uso de tecnologias inteligentes na área espacial pode gerar que tipo de avanços para a humanidade?
"Acredito que nosso destino é explorar o universo e tecnologia sofisticada é vital para isso. Porém, antes que isso aconteça, precisamos organizar melhor nossa casa global e entender bem melhor a Natureza. O avanço mais significativo para a humanidade será quando aprendermos a entender e viver em harmonia com o processo natural".
Que tema abordará no Inet 2001?
"Além de abordar o futuro das tecnologias na Terra e no Universo, discutirei recentes desenvolvimentos em ciência e como estes são pertinentes a problemas tão difíceis da civilização humana e nosso lugar nesse sistema maior da existência".
Nascido em 17 de setembro de 1930, em Hereford (Texas/EUA), casado e pai de dois filhos, Edgard Mitchell é titulado em Administração Industrial no Instituto Carnegie de Tecnologia (1952) e em Engenharia Aeronáutica pela Escola de Pós-Graduação Naval Norte-americana (1961), além de doutorado em Aeronáutica e Astronáutica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts em 1964. Sua participação em missões espaciais é relevante: sexto homem a pisar no solo lunar, tem mais horas de vôo espacial do que Neil Armstrong: 216 contra 205.
Aposentado da Marinha, com o grau de capitão, e da Nasa em outubro de 1972, fundou o Institute of NoEtic Sciences, em Palo Alto (Califórnia/EUA), do qual é presidente. Foi presidente da Edgar Mitchell Corporation (Emco) em Palm Beach (Flórida/EUA), de 1974 a 1978. Depois, tornou-se o presidente da Companhia Mitchell de Comunicações, também na Flórida. Escreveu o livro "Exploração Física: Um Desafio para a Ciência".
Fonte: NovoMilenio

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