terça-feira, fevereiro 12, 2008

A Seguir Curiosidades Antigas...





1º Curiosidade )

** Descrições dos Antigos **

As marcas e imagens gravadas na pedra, de grande antiguidade, são indícios importantes. Mais importante ainda é o testemunho dos homens de um passado não tão remoto: desenhos e relatos escritos do surgimento de estranhos aparelhos no céu e dos seres que deles desembarcavam. Exitem milhares de referências assim: clipei ardentis (escudos redondos brilhantes) eram fenômeno freqüente nos céus da Roma antiga. Registra-se uma observação no ano 77 de nossa era, e outra de "um disco acompanhado de reflexos de luz", avistado no ano 60 a.C.. Plínio, o Velho, Sêneca eTito Lívio falam deles, qualificando-os como "prodígios do céu". Muito mais antigas são as passagens de certos livros hindus, como o Ramayana e o Mahabarata. Ali está escrito como os indianos, há milhares de anos, sabiam construir máquinas aéreas chamadas vimanas capazes de elevarem-se "esplendorosamente no céu", e como haviam aprendido essas coisas "dos deuses vindos do céu em veículos mais poderosos".
É por exemplo o caso do Samarangana Sutradhara, documento que os antigos indianos classificam como "manusa", ou seja, "estritamente verídico", e que diz textualmente:
Por meio dessas máquinas os seres humanos podem viajar ao céu e os seres celestes podem descer à Terra".
Em outras palavras, os antigos indianos estavam acostumados a visitantes vindos do espaço, tanto que a isso faziam referências em seus escritos, não escondendo que com eles haviam aprendido muitas coisas.
Noutro ponto da mesma obra afirmam sem a menor hesitação "que alguns vimanas fechados podiam subir às regiões solares (surymandala) e até às regiões estelares (naksatramandala)", o que se pressupõe habilidade e meios para vôos no espaço, conhecimento naturalmente ensinados por seres acostumados a fazê-lo.
As Estâncias de Dizan são uma velha compilação de antiqüíssimas lendas orientas, conservadas pela tradição oral até que surgiu a escrita. O livro foi escrito há pelo menos 3000 anos atrás, mas alguns estudiosos julgam que alguns dos fatos nele descritos remontam a até 10.000 anos. Seja como for, existe neste livro uma passagem impressionante que relata, com riqueza de detalhes, a vinda à Terra de homens do espaço:

"… Um grupo de entes celestes veio à Terra muitos milhares de anos atrás num barco de metal que antes de pousar circulou a Terra várias vezes. Estes seres estabeleceram-se aqui e eram reverenciados pelos homens entre os quais viviam. Com o tempo, porém, surgiram rixas entre eles, e um determinado grupo separou-se, indo-se instalar em uma outra cidade, levando consigo suas mulheres e seus filhos.
"A separação não trouxe a paz e sua ira chegou a tal ponto que um dia o governante da cidade original tomou consigo um grupo de homens e viajando num esplendoroso barco aéreo de metal voaram para a cidade do inimigo. Ainda a grande distância lançaram contra ela um dardo flamejante que voava com o rugido de um trovão. Quando ele atingiu a cidade inimiga destruiu-a numa imensa bola de fogo, que se elevou ao céu, quase até as estrelas. Todos os que estavam na cidade pereceram horrivelmente queimados. Os que estavam fora da cidade, mas nas suas proximidades, morreram também. Os que olharam para a bola de fogo ficaram cegos para sempre. Aqueles que mais tarde entraram a pé na cidade adoeceram e morreram. Até a poeira que cobria a cidade ficou envenenada, assim como o rio que passava por ela. Ninguém mais voltou a se aventurar lá e seus escombros acabaram sendo destruídos pelo tempo e esquecidos pelos homens".
"Vendo o que tinha feito contra sua própria gente, o chefe retirou-se para seu palácio, recusando-se receber quem quer que fosse. Dias depois reuniu os homens que ainda lhe sobravam, suas mulheres e filhos, e embarcaram todos nos navios aéreos. Um a um, afastaram-se da Terra para não mais voltar…"
Numa simples descrição encontramos referência a vôo orbital, descida de seres do espaço, mísseis dirigidos, explosões nucleares e contaminação radioativa. Nada de novo sobre a Terra…
Aleksadr Kasantsev, cientista russo, escritor e arqueólogo, revela que foram encontrados no deserto de Gobi os esqueletos de um bisonte e de um hominídeo tipo Neandertal, próximos um do outro. Ambos tinham o crânio perfurados por projéteis de alta velocidade, a julgar pelos orifícios perfeitos neles encontrados. Há 50 mil anos atrás alguém esteve ali, armado com um tipo avançado de arma de fogo, e os matou. O exame dos ossos confirma que morreram na mesma época. E quando isso se deu, não existia ainda a civilização atlante, nem a indiana.


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2º Curiosidade )

** ETs ensinaram?
Arqueólogo diz que faraós conheciam a clonagem **

No antigo Egito, na época dos faraós, já se conhecia a clonagem e era possível produzir cópias de pessoas, animais, pássaros e plantas. A informação surpreendente foi dada por Ali Hassan, a máxima autoridade do Governo Egípcio no campo arqueológico, conforme publicação no diário Al Ahram em maio de 1999.
Segundo Hassan , textos datados da Época do Antigo Reinado (3.500 – 2.000 A.C.) relatam que os faraós dessa dinastia produziram cópias clonadas de animais, seres humanos e plantas. O arqueólogos não explicou, contudo, por que esses mesmos faraós não fizeram cópias clonadas de si próprios, ao invés de terem os corpos mumificados. Suas cópias clonadas garantiriam a sobrevivência de seu reinado.
Se a notícia dada pelo arqueólogo for correta, a descoberta reforça a tese de que civilizações de outros planetas teriam interagido com povos da Terra na antigüidade, transmitindo até conhecimentos sobre clonagem.

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3º Curiosidade )

** A Magia das Pirâmides **


Por que construíram pirâmides? É muito compreensível que os arqueólogos digam que não, porque com esta linguagem desapareceram tanto as genealogias dos deuses como as artes mágicas, as cerimônias, os ritos, etc, que constituem o material de sua erudição. Mas sua negativa por incompreensão do delineamento cientificamente unitário do problema, e de suas conseqüências interpretativas, não pode nem deve perturbar o sono de ninguém que queira chegar ao fundo da questão, que não é outra senão a inteligência do por que, por exemplo, os egípcios construiam pirâmides e não cubos para obter a mumificação, ou por que dedicavam tanta atenção à influência dos astros nos acontecimentos terrestres e humanos. Razões. Poderia alguém negar que os egípcios, por exemplo, já que estamos com eles, desconheciam o mecanismo produtor das marés? Ou que desconheciam a influência do sol e da lua nos ciclos vegetativos? Claro que não, nem sequer os arqueólogos poderiam negá-lo. Pois bem: se é assim, é preciso conceder aos egípcios uma base teórica que lhes permitiu entender como eram possíveis tais ações à distância.







** As flores do Egito **


O puro lótus branco, a única planta que frutifica e floresce simultaneamente, emerge das profundezas dos pântanos e simboliza a manifestação da natureza universal de Buda ou a consciência de Cristo. Suas flores são consideradas sagradas pelos budistas da Índia, Tibet, e China. As flores de lótus foram muito usadas na arte e na arquitetura do Egito antigo.



A Flor de Lótus ou Nelumbo nucifera é uma planta aquática da gênero Nelumbo, conhecida vulgarmente como lótus. Apesar disto, esta planta não integra a família Nymphaeaceae (Nymphaeales), onde estão classificados a maioria dos lótus, fazendo parte da família Nelumbonaceae (Proteales).
Trata-se de uma planta nativa da Ásia, habitante de cursos d'água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade. É enraizada no fundo lodoso por um rizoma vigoroso, do qual partem grandes folhas arredondadas, sustentadas acima do espelho d'água por longos pecíolos. Produz belas flores rosadas ou brancas, grandes e com muitas pétalas.
Este lótus é cultivado como planta ornamental em jardins aquáticos de todo o mundo. Sua simbologia, entretanto, é uma de suas virtudes mais visadas: é associada à pureza e à ressurreição. Segundo o Budismo, o Buda teria nascido embalado por uma folha de lótus, e logo ao nascer teria caminhado sobre a água, e de cada passo seu, teria brotado uma flor desta espécie. "Flor de lótus" também é o nome de uma posição de meditação.
Cultivo da Flor de Lótus (Nelumbo nucifera)
A flor de lótus pode ser cultivada em vasos imersos, tanques de jardim, lagos ou lagoas. Para montar os vasos, use a seguinte mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de esterco bovino bem curtido ou composto orgânico. Por ser uma planta aquática, dispensa regas. Propaga-se na primavera por sementes¹ ou por divisão de rizomas².
Necessita de podas apenas dos ramos secos, doentes ou mal formados
Exige adubação pelo menos uma vez por ano com torta de mamona, esterco bem curtido ou húmus de minhoca.
1) Propagação por Sementes: As sementes devem ser escarificadas (com uma faca, vá cortando até aparecer a parte branca da semente) e colocadas num saco com o adubo por cima. Ponha, então, este saco no recipiente onde você deseja cultivar a planta.
2) Divisão de Rizomas: No rizoma a ser dividido deve haver pontos de crescimento (chamados "olhos". Os rizomas excedentes da planta devem ser cortados a cada 10 cm com uma tesoura afiada. Lembre-se de deixar dois ou três "olhos" em cada rizoma. Agora, é enterrá-los na posição horizontal em um vaso ou saco com o adubo por cima. Em cerca de dois meses nascem os brotos.

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4º Curiosidade )
** O uso do Cristal no Antigo Egito **





Os cristais, desde as culturas antigas do mundo, eram usados para curar e equilibrar o ser humano. Na cultura antiga da Índia, Grécia e Egito, os cristais eram usados para energizar remédios e auxiliar na medicina, trazendo a cura para muitas pessoas. Os cristais são poderosas ferramentas que trazem o equilíbrio natural para as partes: físicas, psicológicas e espirituais. Eles representam o poder da natureza superior. Os cristais podem ser usados em conjunto com outras terapias, tendo uma afinidade especial com a terapia de cores.
A energia que sai dos cristais, é uma composição dos elementos da natureza e dos raios vibracionais. Transmitem uma espécie de raio que é absorvido pelo corpo fisico. Esses raios absorvidos pelo corpo, desbloqueiam e alinham os chakras, que são os sete centros de energia que todos nós possuímos.
Os cristais podem ser usados nas práticas de meditações e visualizações. Podemos invocar a presença de um cristal através de nossos pensamentos, apenas imaginando sua cor. Eles trazem energia vibracional de alta frequência, amplificado e focalizado nas energias naturais do corpo e da mente.

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5º Curiosidade )

O Nilo é um rio africano formado pela confluência de dois outros rios, o Nilo Branco (Bahr-el-Abiad) e o Nilo Azul (Bahr-el-Azrak). O Nilo Branco é formado principalmente do degelo do Monte Heha, que se torna um curso de água no Burundi com nome de Kagera e desagua no lago Vitória, de onde nasce o Nilo Branco. O Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) nasce no lago Tana (Etiópia), confluindo com o Nilo Branco em Cartum, capital do Sudão. O Nilo desagua no mar Mediterrâneo, no Egito, e sua bacia hidrográfica abrange 3 milhões de km²,. Foi revelado em uma pesquisa recente que o Nilo é o segundo maior rio do mundo em extensão com 6695 km, perdendo apenas para o Rio Amazonas, no Brasil, que tem 6868 km.
O Nilo, desde tempos imemoriais, é a base de tudo para as populações ribeirinhas a ele. Era o Nilo que fornecia a água necessária à sobrevivência e do plantio do Egito. No período das cheias, as águas do rio Nilo transbordam o leito normal, cerca de 20 km, e inundam as margens, depositando aí uma camada riquíssima de húmus, aproveitada com sabedoria pelos egípcios. Tão logo o período de enchente passa, aproveitam ao máximo o solo fértil para o cultivo. Atualmente, o Nilo garante a sobrevivência de um décimo da população africana.

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6º Curiosidade )

** Forças misteriosas e sobrenaturais **

Mediante a evidência de uma força oculta os homens de ciência se declararam impotentes. "Se a geometria da pirâmide é um erro, declarou o chefe da equipe egípcia de investigação, existe um mistério cuja explicação encontra-se mais além de nossos conhecimentos; direi que me inclino para o segundo. Chamem-no vocês como quiserem ocultismo, maldição, bruxaria ou magia aqui existe uma força que desafia todas as leis da Ciência"







E tinha razão. Na geometria estrutural da pirâmide não existe erros, e suas medidas foram centenas de vezes comprovadas nos últimos 150 anos. Portanto? Portanto na pirâmide atua uma força desconhecida e "sobrenatural".


O descobrimento de Bovis

Falar aos arqueólogos de "forças misteriosas e sobrenaturais" em ação nas pirâmides é como projetar-lhes um filme de desenhos animados sobre o tema das galáxias e suas guerras e batalhas, para ver se reagem. De forma que com fina diplomacia tomaram ato do fracasso do eminente físico doutor Alvarez e voltaram, com secreta satisfação, a seus próprios métodos de erudita investigação.


No entanto, quando menos se espera, salta a surpresa. O que é a casualidade. Aconteceu que entre os grupos de turistas que continuamente visitam as "Pirâmides de Gize, uma das sete maravilhas do Mundo", segundo propagam os folhetos, um senhor francês, de nome Bovis, fez uma descoberta importante: encontrando-se no interior do monumento, na câmara mortuária, que está situada no centro do mesmo, exatamente a um terço de sua altura, sentiu-se angustiado, sensação que todos experimentam no lugar devido a sua atmosfera excessivamente úmida; mas, ao invés de limitar-se a manifestar sua sensação de incômodo, pensou que nesse ambiente qualquer substância orgânica rapidamente seria inutilizada.

Os pequenos cadáveres conservam-se perfeitamente
Uma associação de idéias normal e comum, mas no caso da pirâmide, decisiva, pois Bovis se deu conta de que ali as coisas deviam funcionar ao contrário. Como pode pensar tal coisa? Simplesmente porque notou que os cadáveres de pequenos animaizinhos do deserto (na caixa de lixo situada à esquerda da entrada da câmara para que os turistas joguem ali seus desperdícios e não no chão), mortos por haver ingerido o veneno que é colocado com o fim de não infestar o monumento, tratando-se de ratinhos, estavam em perfeito estado de conservação, secos e sem denunciar sinais de alteração. O que acontece aqui? - pensou Bovis - parece como se neste ambiente algo produz uma espécie de mumificação natural.
Da teoria à prática
Empenhou-se com sua intuição e, de volta ao seu lar, quis comprovar se estava certo. Para isto, construiu uma maquete da pirâmide, cuidando que na redução em escala todas as dimensões do monumento resultassem exatas. Em seguida, na mesma altura em que seria encontrada a câmara do faraó, colocou o cadáver de um gato e orientou a maquete conforme ao original, segundo os eixos norte-sul e leste-oeste. Pois bem, sem a ajuda de nenhuma substância, o cadáver do gato ficou mumificado. Aleluia! Bovis havia descoberto que a configuração piramidal produzia um efeito dissecador e assim preservava da putrefação. Entusiasmado, deu ampla publicidade a sua sensacional descoberta, que, por fim, depois de tantos milhões de anos revelava um dos enigmas mais apaixonantes acerca das pirâmides: os egípcios construíram seus sepulcros assim porque conheciam o segredo da propriedade de sua configuração, ou melhor ainda, conheciam como atuava a "forçasobrenatural" capaz de inverter o curso normal dos acontecimentos físicos.
Não era encontrada uma explicação
Como sempre as novidades encontram partidários e difamadores, e assim a experiência de Bovis não passou de notícia sensacional; a Ciência não podia fazer mais que constatar a autenticidade do fenômeno, mas continuava sem vislumbrar nenhum caminho para explicá-lo. E nesta situação, aproximadamente, continuamos, ainda que algo mais foi conseguido saber, graças às experiências realizadas por Karel Drbal, um engenheiro de telecomunicações tcheco-eslovaco. Drbal leu uma reportagem sobre a descoberta de Bovis e sua primeira reação foi de ceticismo: "Já estamos com os milagrinhos, a gente está disposta a acreditar em qualquer coisa, com tanto que se propague sua ditosa tendência à superstição, etc."
O invento funcionou!
E para demonstrar que Bovis era um vulgar caçador de notoriedade como existem tantos, um charlatão sem escrúpulos disposto a jogar com a credibilidade das pessoas, ele mesmo decidiu realizar a experiência.
Com surpresa e assombro não teve mais remédio que admitir que o invento funcionava, já que foram vários os animais que conseguiu mumificar.
Então dedicou-se a estudar que relação podia dar-se entre a causa (forma da pirâmide) e o efeito obtido em seu interior. O mais lógico era supor que era a forma da pirâmide a que determinava o comportamento de seu interior, isto é, os acontecimentos de seu espaço interior, pelo qual cabia estabelecer como hipótese que, usando formas apropriadas e configurações a elas relativas, poderiam ser obtidos cedo ou tarde efeitos desejados e pré-fixados.
Foi regenerado o fio da lâmina
O que poderia acontecer, se perguntou Drbal contudo muito pouco convencido da correção de sua hipótese, se no interior da pirâmide forem colocados objetos inanimados ou inorgânicos? Dito e feito, experimentou com objetos e substâncias variadas, sem resultados apreciáveis. Então, já no plano da brincadeira, colocou no lugar "mágico" uma lâmina de barbear usada. E qual não foi sua surpresa, quando a pegou, para comprovar que continuava tal qual quando a colocou, ao descobrir que a lâmina cortava como se estivesse nova. Simplesmente, havia recuperado seu fio.
A ação de forças desconhecidas
Bom, mas o que é isto, se perguntou Drbal: aqui existe dois fatos reais e inquestionáveis: a pirâmide tem o poder de mumificar e de regenerar o fio de uma navalha. E posto que não exista nada que aconteça por arte de magia, obviamente no interior do objeto devem atuar forças segundo leis não válidas fora dele. No entanto a capacidade especulativa de Drbal não dava para mais e renunciou a procurar que leis regiam no espaço interior das pirâmides e seu olfato para os negócios o inspirou que podia tirar proveito do assunto das lâminas usadas.
Nos anos 50 a indústria mundial das lâminas de barbear estava em crise, e as previsões de mercado unanimemente a condenavam à morte em um prazo muito breve, devido à batalha que praticamente haviam ganho as firmas fabricantes de barbeadores elétricos. Drbal estudou a situação e chegou à conclusão de que as pessoas preferiam as máquinas elétricas porque tinham a impressão de que com elas, praticamente, realizam uma economia, enquanto que, usando as lâminas, depois de duas, três barbas, não serviam e teriam que comprar continuamente lâminas novas. Mas se a pirâmide caseira era capaz de deixá-las como novas...
O afiador mágico de Drbal
Drbal viu uma possibilidade de negócio e não perdeu tempo, e sem mais solicitou de seu invento denominado "Afiador de Lâminas de Barbear Pirâmide de Quéops". O escritório de patente tcheco-eslovaco não ocultou seu ceticismo, mas depois de que seu engenheiro chefe fabricou por sua conta uma maquete de pirâmide e comprovou sua efetividade, no ano 1959 decidiu homologar o invento e conceder o certificado de proteção de direitos exclusivos. Em princípio as pirâmides colocadas no comércio eram fabricadas em cartão, mas hoje em dia são produzidas massivamente moldadas em espuma, como a que é empregada para encaixes e embalagens.
Os experimentos de Watson
No entanto, deixando de lado o aspecto comercial da questão, como é que as miniaturas de pirâmide conseguem regenerar o fio das lâminas gastas? Com o problema decidiu enfrentar-se um físico, Lyall Watson, e depois de ter efetuado experimentos e mais experimentos (afirma que uma lâmina durou quatro meses apesar de usá-la diariamente, graças à pirâmide), anunciou que acredita ter descoberto a possível explicação do fenômeno. Ei-la aqui: tendo em conta que o fio de uma lâmina, de uma navalha, etc. possui uma estrutura cristalina, quando é usada, obviamente, pelo atrito, perde uma certa quantidade de cristais, em sua superfície extrema.
A pirâmide, lente ou ressonador de energia
Sendo assim, o poder renovador das pirâmides não pode mais que ser devido à que elas funcionam como lentes que concentram energia, ou como ressonadores que captam energia, fazendo-a atuar, no ponto correspondente à câmara mortuária do original, na função de catalizar a reestruturação cristalina. Do qual se deduz que a mesma configuração da pirâmide é algo parecidíssimo à estrutura de um cristal de magnetita, e por isso criaria em seu interior um campo magnético.
Nada mais e nada menos: por um conjunto de fatores, o fato é que a configuração de um compartimento parece que influi nos fenômenos que acontecem em seu interior.
Uma indústria tcheco-eslovaca produtora de cerveja, tendo em conta o princípio, comprovou que quando, por necessidade de tornar mais rentáveis a embalagem dos recipientes de seu produto, adotou para estes a forma poligonal ao invés da tradicional cilíndrica, a qualidade da cerveja sofria diminuição.
Também foi averiguado que cobaias feridas recuperavam mais rapidamente a saúde se fossem alojadas em jaulas redondas.


** Experiência: Mumificação de carne **

É a experiência mais clássica. Para efetuá-la pegaremos um pedaço de carne crua, a metade da qual introduziremos na pirâmide, servindo-nos o outro de referência. A mumificação será produzida mais rapidamente se o pedaço de carne é de escassas dimensões; em todo caso, é somente uma questão de tempo.




Introduzimos na pirâmide um pedaço de carne colocado sobre o taco suporte. Fora deixamos o outro pedaço para comparar os efeitos.


A cor e textura da carne demonstraram que nela foram produzidas algumas mudanças, das que estava isento o pedaço da amostra.


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7º Curiosidade )

** Calendário Solar Egípcio **




O Calendário egípcio é considerado o primeiro calendário da história da humanidade. Iniciou a contagem do tempo com a construção das Pirâmides de Gizé sob a constelação de Orion na conjução Sol/Terra - Sirius/Canopus na Via Láctea.
O calendário egípcio surgiu a 3750 anos a.C. e tem início com a enchente anual do rio Nilo. O ano é composto de 365 dias, divididos em 12 meses de exatos 30 dias, acrescentando-se 5 dias extras ao final para comemorar o aniversário dos deuses Osíris, Horus, Ísis, Neftis e Set.
O calendário solar é utilizado primeiramente no Egito, mas ressalte-se aqui que os 12 meses de 30 dias cada são baseados na lua. O ano tem 365 dias, mas as 6 horas a menos do ano solar representam um atraso de um dia a cada quatro anos.
O calendário egípcio foi estudado e reconhecido pelos astrônomos gregos, tendo se tornado o calendário base da astronomia por muito tempo.

** O conhecimento científico dos Egípcios **


Naturalmente as provas de que a configuração das pirâmides produz em seu interior efeitos do tipo que descrevemos, e a dedução lícita de que os antigos egípcios o sabiam, e que precisamente por isso construiam as pirâmides como sepulcros de seus faraós, foram desdenhosamente rechaçadas pelos arqueólogos e os egiptólogos profissionais. Enfim, já dissemos em que coordenadas intelectuais caminham estes homens de ciência, já se sabe que de física não entendem nada nem lhes interessa entender, por sua formação humanística, etc., então, o fato é que o aceitem ou não os egípcios, que não eram experts em egiptologia, construiam as pirâmides para favorecer a mumificação.






** Magnetismo por fricção **

Sempre foi dito que "os antigos" conheciam algo do fenômeno do magnetismo por fricção, sem deixar de considerá-lo uma curiosidade. É certo?
Se Alvarez não tivesse levado a cabo sua recopilação de dados, a força desta tradicional versão continuaria intacta, e todas as hipóteses que puderam ser formuladas contra a mesma continuariam estourando como bolhas de sabão na sólida parede de papel das opiniões autorizadas dos arqueólogos.


Já vimos que Alvarez e sua equipe trabalharam na detecção e medição dos raios cósmicos, e já sabemos que a pirâmide consegue alterar seu comportamento uma vez penetrados em seu interior.
Associação das pirâmides com a água subterrânea
A teoria de Lyall Watson propõe uma explicação séria sobre o importante papel que joga a configuração piramidal em si, como lente concentradora de energia, ou como ressonador de energia, porém omite um fator muito importante, presente nas pirâmides e em todos os sepulcros megalíticos: sua associação com as águas subterrâneas ou freáticas, e a rígida orientação da construção sobre os eixos norte-sul e leste-oeste. Parece contrário a toda lógica que, se a pretensão era preservar os cadáveres da putrefação, procuraram precisamente que nas câmaras mortuárias o ambiente fosse úmido, como Bovis acertadamente observou.
Existe uma explicação científica
O que procuravam pois "os antigos" com tal irracionalidade, e em virtude de quais conhecimentos? Lamentavelmente os mortos não podem explicar-nos de viva voz sua teoria, mas nós não podemos cruzar os braços como fazem os arqueólogos e os egiptólogos, porque na atualidade temos um caudal de conhecimentos de física mais que suficiente para decifrar, sem necessidade de especulações fantasiosas, o por que de sua aparente irracionalidade, e deduzir, conseqüentemente, que nível de conhecimentos tinham eles, ainda que os egiptólogos continuem entrelaçados entre nomenclaturas de deuses e mitologias, cujo sentido autêntico lhes escapa. As águas subterrâneas atuam como electrólitos e as capas geológicas como eletrodos e os sais dissolvidos como substâncias submetidas a electrólise. Dito com outras palavras, os mantos freáticos são sistemas elétricos, e é óbvio que todo sistema elétrico gera seu próprio campo de forças e um campo de forças magnéticas.
Ação das forças eletromagnéticas
Em física não existe nenhuma dificuldade para entender que as forças eletromagnéticas geradas pelas águas subterrâneas percorrem o córtex terrestre, e ditas forças são denominadas "colombianas", do nome de seu descobridor Coulomb. Pois bem, as pirâmides e as pedras "captam" essas forças (daí a presença das esculturas megalíticas para o emprego das pedras), como ondas negativas. Será oportuno que os egiptólogos e os especialistas de outras culturas antigas, assim como os etnólogos, tenham presente que quando lêem ou ouvem acerca de "forças mágicas, vitais, ocultas, etc.", o que se oculta atrás dessa fraseologia não são mais que forças coulombianas, e que portanto aqueles que delas falam ou deixam consignação escrita, as conheciam e sabiam (ou conhecem) (ou sabem) como usá-las, pelo que não eram nem tontos nem infantis nem irracionais, e se não primitivos atuais, não se deixem despistar por seu aspecto semi-oligofrênico.
A força escapa pela cúspide
Prossigamos. Estas forças coulombianas captadas pelas pedras das pirâmides afluem para a cúspide (ponto onde concorrem os vértices de todos os triângulos que formam as superfícies da pirâmide), acelerando sua velocidade à medida que a configuração no monumento vai estreitando, para escapar pela ponta. Esta fuga significa que as cavidades interiores da pirâmide são drenadas de suas cargas elétricas, exatamente como ocorre na jaula de Faraday, de forma que nas cavidades é produzido um "vazio biológico", apesar do ambiente úmido. Foi comprovado que nele nem sequer podem ser desenvolvido mofos, e também foi demonstrado que com o sistema são obtidas mumificações absolutamente naturais.
Suspensão temporária no vazio biológico
Com este vazio biológico, qualquer coisa situada nele fica como em um estado de suspensão temporária, mas se a hipótese das pirâmides-jaulas de Faraday confirma que o que era perseguido pelos antigos egípcios era a mumificação natural, também foi visto que com a teoria de Lyall Watson a configuração piramidal poderia produzí-la; agora então, é completamente impensável supor que as radiações cósmicas atuem sem a presença das forças coulombianas, ou que estas atuem em ausência das radiações cósmicas, simplesmente porque as pirâmides não são sistemas isolados de laboratório, onde teoricamente poderia ser investigadas se somente as radiações ou se somente as forças coulombianas poderiam provocar as mumificações.
Os complexos conhecimentos dos construtores
Esta constatação nos orienta para entender vá rias coisas: primeiro, que os construtores das pirâmides conheciam a importância do aportamento de energia cósmica e solar (daí todos os cultos ao céu, aos astros, ao sol, etc.); segundo, conheciam a importância do campo magnético terrestre como uma capa protetora e conservadora da biosfera frente às radiações cósmicas; terceiro, deviam conhecer a atividade elétrica do planeta, cujos efeitos eram as forças e campos eletromagnéticos; e quarto, deviam conhecer a radiatividade própria dos elementos químicos integrados no conjunto globo terráqueo, atmosférico e estratosférico. Em uma palavra, deviam conhecer a fundo a teoria dos quanta e dos intercâmbios quânticos de Max Planck, assim como a do indeterminismo de Heinsemberg, de forma que sua concepção do Universo não podia ser mais que a de um sistema unitário, isto é, de uma estrutura única, na qual nenhum elemento podia ser considerado independente do conjunto como algo fixo e estável em si e por si, mas como um efeito de ação próxima e remota, e conseqüentemente recíproca, de todas as forças de um jogo.

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8º Curiosidade )

** Livros Tibetanos **

Os livros tibetanos Tantjua Kantjua mensionam máquinas voadoras pré-históricas, que chamam de "pérolas do céu". Os livros acentuam expressamente que esse saber era secreto e não destinado ao público. No Samarangana Sutradhara há capítulos inteiros em que são decritas naves aéreas, de cujas extremidades emanavam, faiscando, fogo e mercúrio.






Textos Egípcios

Alberto Tulli, ex-diretor da Divisão Egípcia do Museu do Vaticano, encontrou um fragmento da época de Tutmósis III, que viveu cerca de 1500 anos antes de Cristo. Nele está descrito que os escribas enxergaram, vinda do céu, uma bola de fogo, cujo alento era de mau cheiro. Tutmósis e seus soldados observaram esse espetáculo até que a bola afastou-se em direção ao sul, perdendo-se de vista.





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Um comentário:

jose antonio disse...

BEM ELABORADO ESTE BLOGGER PARABÉNS