terça-feira, fevereiro 12, 2008

Conjunto de Curiosidades...


1) Curiosidade

** O Experimento Filadélfia **

O "Andrew Furuseth" dirigiu sua quilha rumo ao ponto de atraque que lhe correspondia. Os motores, já quase parando, deixavam escutar os gritos, na forma de ordens, que se proferiam desde a terra. "Andrew Furuseth" volveu-se em sua manobra à direita, um pouco perigosamente. Se não tivesse corrigido seu rumo quase imediatamente, haveria abalroado um vaso de guerra cuja proa sobressaía alguns metros do limite de uns dos embarcadouros. Carlos Allende, marinheiro, pôde distinguir até os mais mínimos detalhes do barco militar, a atividade dos marinheiros sobre as pontes, as armas de guerra brilhantes, os aparelhos... e leu perfeitamente seu nome: ELDRIDGE D. E. 173. De repente, um leve murmúrio, ao princípio imperceptível, converteu-se em um lapso de tempo muito breve, em verdadeiro rugido que machucava os tímpanos e aconteceu algo surpreendente. Deixemos que seja o próprio Allende quem prossiga o relato:
"Vi que o ar que rodeava o barco de guerra tornava-se um pouco mais escuro que o resto do ar e em poucos minutos, vi erguer-se uma névoa verdosa, como uma nuvem muito tênue... E então, vi que o D. E. 173 desaparecia rapidamente de minha vista. Começou como um zumbido, que foi crescendo até converter-se em rugido, como uma torrente. A extensão que cobria a nuvem esverdeada estava rodeada de eletricidade pura." Outros tripulantes do cargueiro contemplaram também o fato prodigioso, mas com menos detalhes que Allende, porque estavam ocupados com outras coisas e mais distantes do ponto onde se produziu a desaparição. Já em terra, ninguém tinha visto nada, os soldados que guardavam o cais responderam às perguntas de Allende com um soriso irônico; ao que parecia, não havia acontecido absolutamente nada anormal; e o que fez Allende esfregar os olhos para dar crédito ao que via: o ELDRIDGE D.E.173 ali estava, atracado em seu lugar, sobressaindo alguns metros do limite do embarcadouro, como se não tivesse se movido nem um centímetro, como se nada tivesse sucedido. Simultaneamente à misteriosa desaparição do barco de guerra - e assim foram recebidas diversas informações posteriores- , no porto de Norfolk, a centenas de quilômetros do Centro Naval da Filadélfia, apareceu misteriosamente e só por uns instantes um navio de guerra da marinha dos EUA. cujo nome de referência era ELDRIDGE D. E. 173. Subitamente fez sua aparição no cais, perfeitamente atracado; e de repente, também, se esfumou. O misterioso acontecimento ocorreu no mês de outubro de 1943. O governo dos Estados Unidos, os altos comandos militares, os investigadores aeronáuticos, ninguém fez o menor comentário. Os meios de difusão social não escreveram nem uma só linha nem pronunciaram uma só palavra.
Confirmações do desaparecimento
Um jornal do estado da Filadélfia - também em um número correspondente aos últimos meses do ano 1943- noticiava em sua seção de acontecimentos uma tremenda confusão promovida por um grupo de marinheiros em um bar dos subúrbios. Pelos dados que o periódico informava e segundo se ia lendo a notícia, a briga se produziu sem motivo aparente, como consequência do álcool ingerido e os ânimos exaltados, em uma discussão trivial entre os soldados e um grupo de clientes que compartilhavam entre si a bebida. Um acontecimento vulgar, sem maior transcendência; a não ser que consideremos que, ao chegar a polícia para acabar com a desordem, no interior do bar não havia nem um só dos marujos revoltosos. Não haviam abandonado o local pela porta, senão que, como se costuma dizer, esfumaçaram-se como por arte de mágica, quer dizer, se haviam tomado invisíveis. A notícia, assim divulgada, não era crível. Não estamos acostumados, nem sequer a polícia, a acontecimentos tão chocantes. As coisas não passaram daí e a insólita notícia foi esquecida, ao mesmo tempo que o jornal passou a dormir seu sono de data passada nos arquivos. E contudo, tanto à polícia com aos repórteres, passou desapercebida a circunstância de que os marujos brigões pertenciam a um navio de guerra experimental identificado como o D. E.173. Se o que Carlos Allende presenciou era verdade, o desenlace da confusão começa a ter sentido: os marinheiros que promoveram o tumulto eram os mesmos que, antes ou depois, conseguiram a invisibilidade a bordo do ELDRIDGE D. E. 173, voando Deus sabe por quê meios e em um instante até Norfolk, onde recobraram sua identidade visível durante breves momentos, para esfumaçar-se novamente e reaparecer em seu lugar de origem, o Centro Naval da Filadélfia, em uma viagem de ida e volta incrível, quebrando em mil pedaços todas as sólidas leis do tempo e do espaço. Depois, soube-se que praticamente a totalidade da tripulação do prodigioso barco foi licenciada e muitos de seus componentes foram considerados pouco menos que dementes pelas autoridades; outros desapareceram, desta vez, teme-se que, por procedimentos mais ortodoxos. E o navio de guerra ELDRIDGE D. E. 173 foi vendido a Grécia a 15 de janeiro de 1951. Quem sabe se continuará ainda cruzando os mares com sua enorme incógnita a bordo. Mas, certamente, o que se deve saber, antes ou depois se saberá. É como se a humanidade dispusesse de alguns recursos de aspectos casuais, capazes de levar à superfície os segredos ainda mais ocultos. E assim, por uma aparente casualidade, vieram a cair alguns testemunhos incoerentes em mãos de determinados investigadores do estranho que, puxando do fio, pouco a pouco, e com muitas dificuldades, pois se deparavam sempre com o muro do silêncio oficial, foram chegando até o princípio. Fruto do esforço de todos eles tem sido o trabalho de William Moore e Charles Berlitz, que, com o título de A experiência de Filadélfia veio à luz recentemente. Tentemos esclarecer os acontecimentos: o que Carlos Allende contemplou desde o convés do navio mercante "Andrew Furuseth" foi uma experiência de invisibilidade realizada com um navio de guerra e sua tripulação no Centro Naval da Filadélfia. Na citada experiência tratava-se de fazer invisível ao barco e todo seu conteúdo, seguramente para empregar o procedimento na guerra com todas as vantagens que isso traria consigo. A este respeito, não é um segredo que o exército dos Estados Unidos contava - como todos os exércitos- com uma ampla equipe de investigadores, entre os quais se encontrava Albert Einstein. E a experiência, segundo todos os indícios e pela informação de Allende, resultou um sucesso, pois a invisibilidade foi conseguida. O ELDRIDGE D. E. 173, de 93 metros de comprimento, 1.240 toneladas e 1.900 a plena carga, desapareceu dentro de um campo de energia. Do fato existem provas suficientes, entre elas filmes oficiais dos E.U.A., totalmente secretos, mas vistos por algumas pessoas.
As Viagens Secretas do D. E. 173
Para levar a cabo uma investigação ordenada do caso, era necessário, em primeiro lugar, encontrar os diários de bordo do navio mercante "Andrew Furuseth" e do ELDRIDGE durante as datas em que a experiência deve ter sido efetuada; logo, localizar aos componentes de ambas tripulações. Os diários de bordo não apareceram, porque as autoridades os haviam requisitado; e dos tripulantes de um e outro barco, só pode saber-se que a maioria havia desaparecido sem deixar rastro ou se achavam internados em centros psiquiátricos sem reabilitação possível. Do "Andrew Furuseth" apareceu o diário do maquinista. Suas anotações colocaram em evidência que no navio mercante havia regressado ao porto da Filadélfia, procedente do norte da África, nos dias em que Carlos Allende e outras testemunhas que apareceram depois, disseram haver presenciado a experiência de invisibilidade. Isto de encontro à versão original que foi recolhida por Jessup e que fazia totalmente impossível que o "Furuseth" houvesse ancorado no porto da Filadélfia em fins de outubro de 1943. Do D. E. 173 soube-se que, ainda que a data de entrega "oficial" em que os comandantes devolveram o barco em mãos das autoridades navais correspondesse ao mês de julho, desde um mês antes aproximadamente, esteve sendo utilizado em uma série de experiências de camuflagem de barcos para radar, em águas do Atlântico Norte. As mencionadas experiências consistiam em tornar invisível o barco aos "olhos" do radar, mediante a criação de um campo magnético envolvente. Consta que as experiências resultaram num sucesso completo. E esse triunfo deve ter sido o que animou ao grupo de investigadores, entre eles - como se disse-Einstein, a prosseguir, buscando a invisibilidade real. Como se conseguia o campo magnético? A resposta pode nos dar a diferença de capacidade de carga que o barco tinha no momento de ser entregue à força naval - verdadeira- e a que tinha quando foi entregue oficialmente. Revisemos as cifras: 1.240 toneladas de peso e 1.900 toneladas a plena carga, ao abandonar os estaleiros. Mas um mês depois as cifras ficaram modificadas da seguinte maneira: 1.620 toneladas de peso e 1.900 toneladas a plena carga. O que indica que o peso do barco se viu aumentado em 380 toneladas. Segundo os peritos, esse incremento de peso corresponde aos potentes eletroímãs que o barco encerrava em seus compartimentos e que tornavam possível e desenvolvimento das experiências. Quando o D. E. 173 foi adquirido pela Grécia, as 380 toneladas de peso haviam desaparecido. Os cientistas asseguram que a experiência é possível e afirmam que a descrição feita por Carlos Allende se ajusta a como deve ser o resultado dos potentes eletroímãs em ação dentro do barco: um zumbido de intensidade progressiva e o aparecimento de uma nuvem magnética, cada vez mais consistente, de cor verde-opaca, que gira em sentido contrário aos ponteiros do relógio. Admite-se que essa espécie de couraça energética pode chegar a camuflar um objeto, neste caso, um barco de guerra, de tal maneira que os radares não consigam capturá-lo.
Fontes: Site Fora do Ar


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2) Curiosidade

** EBEs Aquáticas **


por Martin Kottmeyer, publicado em REALL News vol.3/n.2 em Fev/1995



Resumindo a estrutura das experiências de abdução alienígena em 1987, Budd Hopkins mencionou o que agora parece uma lacuna enigmática em sua compreensão do que é hoje definido como o "programa híbrido". Algumas mulheres têm seus óvulos removidos dos tubos de Falópio, presumivelmente fertilizados e então "desenvolvidos fora do útero, sob circunstâncias que uma pessoa mal pode imaginar". (Intruders, pág. 196) Ninguém precisa imaginar mais. Vários abduzidos vieram revelar quais são essas circunstâncias.
A fonte mais antiga desta informação é um dos cernes das estórias de entidades biológicas extraterrestres (ou E.B.E.s) que se espalharam nos anos oitenta: The Dulce Papers [Os Documentos de Dulce] de Paul Bennewitz. Estes documentos descrevem uma instalação subterrânea que o governo deu a E.B.E.s em um acordo secreto. Entre os documentos estão desenhos de "criaturas bebê" em um líquido âmbar vistas por uma abduzida, Myrna Hansen, que alegou ter sido levada para lá em maio de 1980. Os seres são submergidos no fluido com dúzias por útero artificial e dezenas ou centenas de tanques com seres em fases diferentes de desenvolvimento. Um desenho mostra um gray deitado em uma incubadora retangular clara submerso em um líquido claro. Outro, desenhado em um estilo diferente, mostra um cinza mais velho flutuando em um fluido âmbar em um tubo de vidro de cinco pés.
Eu não sei quando os documentos de Dulce foram escritos e circulados primeiro. Ele estava mostrando-os a ufologistas e abduzidos muito antes de publicação geral. Uma cópia de uma entrevista de 1984 com Bennewitz indica que eles já existiam por aquela época. Pelo final dos anos oitenta e começo dos noventa eles tinham sido reimpressos em várias publicações. O folclore E.B.E. foi ridicularizado por muitos investigadores e Hopkins muito provavelmente escolheu ignorar esta fonte de informação se ele a conhecia já em 1987.
A próxima a testemunhar foi Betty Andreasson Luca na regressão dela de 19 de novembro de 1987. Ela descreve estar vendo alienígenas removendo um feto de outra mulher em uma cena claramente idêntica à do livro Intruders de Hopkins que tinha chegado às livrarias naquele verão. Depois ela vê um bebê em um líquido em um recipiente de vidro. O recipiente repousa frente a uma parede de recipientes de vidro cheios de plantas e coisas. Símbolos são visíveis. Isto se parece com uma sala de espécimes no estilo de uma sala de discos em Hangar 18 (1980). Em um desenho diferente nós vemos um recipiente diferente, um cilindro transparente com um feto suspenso verticalmente em um fluido e mantido no lugar por fios esticados presos nas orelhas e no topo da cabeça. Nenhum cordão umbilical está presente e a boca e o nariz estavam cobertos. Como poderia viver? Um biólogo profissional admitiu que a situação parecia intrigante para ele e Raymond Fowler é levado a especular que esta é uma unidade temporária para abrigar e transportar o feto em animação suspensa até que alcançasse um útero artificial. (The Watchers, 1990, pp. 20-30.) Pode ser pertinente notar que os documentos de Dulce indicavam que aliens poderiam absorver nutrição como uma esponja colocando as mãos deles em sangue. Embora ainda estranho biologicamente, tal informação emprestaria uma lógica à natureza do desenho dela.
Em A Vida Secreta de 1992 as circunstâncias da ectogênese de híbridos são tão bem conhecidas que são diagramadas na "Common Abduction Scenario Matrix" ["Tabela de Cenário de Abdução Comum"] de David Jacobs. Ele dá o testemunho de três abduzidos -- James Austino, Karen Morgan e Anita Davis -- como exemplos do que está sendo visto. Os fetos ou podem estar na vertical em uma solução líquida ou deitados em condições líquidas ou secas. Tanto quanto de 50 a 100 fetos são vistos no incubatório. Austino descreve uma parede de tanques de peixe com líquido azul e um borbulhamento. O pequeno alien é preso a fios. Anita Davis fala de tanques de peixe borbulhantes cheios de um fluido viscoso. O pequeno feto está conectado a uma corda que provê comida ou algo. Em maio de 1992 a minissérie de TV Intruders foi levada ao ar e reflete o avanço do folclore. Nos são mostrados fetos em um tanque de peixe apesar de sua ausência no livro Intruders que a inspirou.
O livro de John Mack Abduction (1994) também contém testemunho sobre incubatórios. "Jerry" vê um bebê "bem pequeno, magro" flutuando em um cilindro de plástico transparente. Os aliens querem aparentemente que ela se sinta orgulhosa da realização deles com seu bebê. "Por que eles fariam isto?", ela perguntou. Depois ela vê centenas de incubadoras retangulares com fetos. "Catherine" também vê um incubatório repleto do chão ao teto com recipientes de plástico com pequenos humanóides deformados submersos em água. O desenho dela da cena é incluído no livro de Mack. Mack expressa perplexidade sobre o programa híbrido com respeito a como os fetos parecem muito frágeis. Eles são "dificilmente estoque vital para perpetuar a raça humana ou qualquer outra raça". Em resposta, "Jerry", em uma abdução mais recente, descreve "lindos híbridos jovens com pele de porcelana". Outro abduzido insiste que os híbridos não parecem apáticos para ele, mas têm uma vitalidade sem igual. Todo o aparecimento destes testemunhos sobre incubatórios é de forma suspeita novo. A análise meticulosa de Thomas Bullard de 270 casos de abdução e relacionados até 1985 não apresenta nenhuma menção de incubatórios. O mais próximo parece ser a "Conexão de Dakota do Sul" que viu lascas parecidas com cortiça e literalmente centenas de "pequenas pessoas inacabadas por toda a sala". Seria a preparação para uma grande fraude? Mas por que nos dar mesmo tal pista? Também há casos dos próprios abduzidos serem envolvidos em fluido, mas eles provavelmente podem ser traçados ao episódio de 1971 "Ordeal" da série de TV U.F.O. que por sua vez também foi provavelmente inspirada pelas experiências de Leland Clark em 1965 com fluidos respiráveis como o FX-80 também conhecidos como perfluorocarbonos. (Dr. Ron Holtz, "Perfluorocarbons and the Breathing Pool", The Ufologist, abril-junho de 1991, pp. 5-7.) Enquanto alguns poderiam sugerir que estes testemunhos demonstram uma nova abertura por parte dos alienígenas, o fato persiste de que havia exemplos abundantes de tours pelo interior dos discos sendo oferecidos a abduzidos no período estudado por Bullard. Nós também não podemos assumir que o programa de incubadoras é novo. Betty Andreasson Luca antedata a experiência dela a 1973. Alguém não deveria tê-lo testemunhado antes dado o quão freqüentemente é visto agora?






Um precursor notável para estes relatos de incubatórios aliens "reais" existe dentro do filme estrangeiro maravilhosamente estranho Humanoid Woman (1981). O filme começa com astronautas que entram em uma astronave circular grande que tinha sofrido um acidente meses antes. Humanóides magros com olhos impressionantes estão flutuando sem vida ao redor. À medida que a câmera se move nós vemos um par de cilindros de vidro sendo que cada um contém um embrião que flutua em uma posição vertical. Dentro há um emaranhado de fios presos em lugares como as orelhas e o topo da cabeça. Ao contrário do desenho de Betty Andreasson, estes fios não estão esticados e claramente não estão sendo usados como apoio. Os exploradores concluem eventualmente que esta astronave era um laboratório de clonagem porque acharam seres idênticos em fases diferentes de desenvolvimento. Eles eram evidentemente "criaturas de tubo de ensaio" crescidas in vitro.
Clones eram um item ocasional das estórias OVNI dos anos setenta como o Clássico Sun schlockumentário The Outer Space Connection e o caso Brian Scott, para não mencionar certos rumores de recuperação de acidentes de OVNI. Poderia ser cogitado se poderia ter sido um desenvolvimento natural copiar material deste filme em casos posteriores. É porém um filme bem obscuro e eu não posso dizer que as semelhanças compelem a uma suposição de influência. O cenário era incomum, mas a imagem seguramente não era. Imagens de bebês sendo criados fora do útero têm sido uma noção futurística comum discutida em áreas feministas influentes como A Dialética do Sexo e certas opiniões jornalísticas sobre as tendências da tecnologia reprodutiva representadas por laparoscopia, fertilização in vitro, mães de aluguel, drogas para fertilidade e assim sucessivamente.
Susan Merrill Squier em seu livro publicado recentemente Babies in Bottles: Twentieth Century Visions of Reproductive Technology (Rutgers University Press, 1994) compilou uma história desta imagem ou ícone popular com suas conotações ideológicas mutantes. Ela localiza a imagem tão longe quanto 1863 e a história para crianças de Charles Kingsley The Water Babies [Os Bebês Aquáticos], um conto de moralidade repleto com temas da embriologia e zoologia daquele tempo. Squier documenta o interesse de Julian Huxley na história quando moço e o uso consciente dele disto como um popularizador da ciência. A idéia de bebês crescendo fora do útero passou a ser chamada de "ectogenêse" e era um assunto de debate por pensadores notáveis como J.B.S. Haldane, J.D. Bernal, Eden Paul, Norman Haire e Vera Brittain nos anos 20. A Eugenia estava em moda com suas esperanças e medos sobre como o homem poderia moldar seu futuro biológico. Alguns gostaram da idéia de ectogenêse; outros a acharam detestável na época, assim como hoje.
A ectogenêse foi permanentemente estabelecida como um ícone cultural quando o irmão de T.H. Huxley, Aldous, começou sua obra-prima Admirável Mundo Novo (1921) com uma visita fictícia, 600 anos a partir de então, ao Centro de Incubação e Condicionamento de Londres Central. Óvulos são fertilizados e sujeitos ao "processo bokanovsky" que rende em média 96 embriões idênticos. Padronização de forma contribui à estabilidade desta sociedade futura. Os óvulos são transferidos de tubos de ensaio a bocais, rotulados e transferidos para o porão úmido onde podem ser vistos "os flancos arredondados dos bocais [recipientes] que se alinhavam ao infinito, fileira após fileira, prateleira sobre prateleira". Os ruídos de maquinaria agitam levemente o ar. Os bocais se movem em esteiras lentas, periodicamente injetados com vários extratos. O trauma da decantação procede e nós somos informados de que as mais baixas castas trabalhadoras são alimentadas com menos oxigênio para inibir o crescimento do cérebro. "A 70% do oxigênio normal obtém-se anões". Depois de decantar os humanos desenvolvidos são condicionados para seus trabalhos futuros, "seu inescapável destino social".
Admirável Mundo Novo é requerido em muitas faculdades, um membro estabelecido do Cânone Westran. Mencioná-lo é invocar o horror de uma "distopia" futura de organização, menos sórdida que 1984 [de Orwell] é certo, mas algo que todos vêem que deveria ser evitado. Huxley considerou fazer um filme a partir dele em 1945, mas a RKO havia adquirido os direitos e tinha desejado muito dinheiro na revenda. Enquanto estava negociando, Huxley mencionou a um amigo que ele temia que o filme poderia ser censurado em um ponto fundamental. "Um ponto prático me preocupa. O que dirá o escritório de Hays sobre bebês em garrafas? Nós precisamos tê-los, já que nenhum outro símbolo do triunfo da ciência sobre a natureza pode ser tão efetivo quanto este. Mas eles permitirão? " (Squier, pág. 153.)
Esta função simbólica da ectogenêse não mudou. Bebês sob vidro seriam um troféu tecnológico que mostraria como a ciência dominou a natureza a ponto do próprio mistério da vida isto ter sido arrancado do útero. Você pode estar seguro de que os inventores continuarão almejando esta meta, em todo caso sob a desculpa de evitar as ligações emocionais de gestação conectada a mães de aluguel. Alguns duvidam que algum dia será prático ou compensador. Eu tenho menos dúvida nesse ponto do que sobre como a ectogenêse se parecerá. Cilindros sólidos transparentes e aquários com embriões submergidos foram tão retratados que parecem o caminho óbvio. Entretanto as experiências de Harlow que provam a necessidade de excitação tátil em primatas em desenvolvimento provêem pelo menos uma razão para pensar que a ectogenêse requereria uma forma de recipiente mais orgânica. Até mesmo se houver modos de contornar este problema com neuroquímica caprichosa, minha intuição é que incubadoras alienígenas estão próximas demais das expectativas da imaginação atual e sem as dificuldades e surpresas que tendem a aparecer em projetos de alta tecnologia. Compare os foguetes de revistas populares de ficção científica do começo do século XX à complexidade rica dos veículos no empreendimento do pouso na Lua com a Apollo para ver aonde quero chegar.
A exibição de Mack do desenho de Catherine do incubatório alienígena é irônico de alguns modos. Apresenta uma legenda que começa "Todos os seres no tanque são idênticos...". Mack fala fenômeno de abdução OVNI atingindo o coração do paradigma Ocidental, negando seu senso de domínio e poder e uma visão material da realidade. Contudo, como o comentário de Huxley indicou, não há nada que celebraria mais o excesso de materialismo que mostrar que a ciência futura dominará até mesmo os segredos da vida. O que poderia ser mais Ocidental que embriões em linha de montagem? Poderia algo contrariar mais a ligação Oriental à vida e ao holismo que dizer que a ectogênese é plausível e desejada por seres mais avançados no universo? A visão de abdução alienígena é muito menos uma ameaça para o pensamento Ocidental do que uma reflexão carnavalesca de seus sonhos e pesadelos.

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3) Curiosidade

"Maior hacker de todos os tempos" procurava ÓVNIS

O "maior hacker de todos os tempos", segundo um juiz americano, é um britânico que poderá ser extraditado aos Estados Unidos por ter acessado os computadores do Pentágono e da Nasa. Gary McKinnon baixou documentos confidenciais, instalou um programa que tornou "inoperante" o distrito militar de Washington, destruiu 1,3 mil contas informatizadas e se apropriou de 950 senhas. Ele procurava dados que pudessem provar a existência dos OVNI (objetos voadores não-identificados). Segundo o britânico, o governo americano esconde este fato do resto do mundo.
· Preso cracker que invadiu a Nasa
McKinnon é acusado de ter acessado ilegalmente e danificado 53 computadores do exército americano, da aeronáutica, do Pentágono e da Agência Espacial Americana (Nasa) entre fevereiro de 2001 e março de 2002. Perseguido em 14 Estados americanos, por oito acusações, "McKinnon é acusado de ter cometido o maior ato de pirataria em informática de todos os tempos", disse o promotor do Estado da Virgínia, Paul McNulty,
Uma das atas de acusação destaca que algumas das informações recolhidas por McKinnon podiam ser "diretamente ou indiretamente úteis a um inimigo" dos Estados Unidos. De acordo com Washington, os prejuízos causados por McKinnon se elevam a um milhão de dólares.
Porém, Gary McKinnon, conhecido como "Solo" no mundo dos hackers, afirma que as autoridades americanas se enganaram sobre suas reais motivações. "Ele não nega que algo tenha acontecido, não nega ter acessado o sistema de informática deles", declarou sua advogada, Karen Todner. "Seu motivo era duplo: comprovar a existência dos OVNI e demonstrar as falhas de segurança do sistema americano", explica Todner.
Durante a audiência em Londres, McKinnon se manteve em silêncio, exceto para se opor a sua extradição. Segundo a advogada, McKinnon teme um julgamento parcial nos Estados Unidos. Todner considera que seu cliente deveria ser processado na Grã-Bretanha. Ela afirma que nos Estados Unidos, McKinnon se arrisca a uma pena de até 70 anos de prisão.



Gary McKinnon é acusado de invadir 53 computadores militares nos EUA








Fontes: Terra Vírus e Cia Sexta, 10 de junho de 2005, 14h35

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4) Curiosidade

** Alienígenas curam quatro crianças de câncer **









Eles estão aparecendo em quartos de hospital para pacientes agonizantes, tocando em suas testas e curando-os de câncer terminal !!

Esse é o incrível relatório de 14 doutores altamente respeitados e membros do Pyrenees Hospital de Los Ninos em Andorra, Espanha















Eles viram extraterrestres de 1.5 m de altura usar sua "magia" em quatro crianças doentes terminais no período de um mês. "Eu não pude acreditar em meus olhos", disse a enfermeira noturna Lupe Montoya que estava trabalhando no setor de oncologia do hospital das crianças durante a primeira visita alienígena. "Eu estava preenchendo relatórios quando vi duas pequenas criaturas caminharem na minha direção. No princípio eu pensei que duas das crianças estavam fora de suas camas e assim eu me levantei para levá-las de volta para os seus quartos. Mas quando me aproximei vi eles não eram humanos. Tinham uma cor castanha, com cabeça e olhos amendoados grandes. Eles não pareciam com nada encontrado nesse planeta. Eu tive medo porque eles pareciam muito misteriosos. Mas ao mesmo tempo eu sentia um tipo de inteligência amorosa nesses estranhos olhos". A curaA enfermeira Montoya diz que as criaturas entraram no quarto de Juan Lopez, um menino de 7 anos, que esperava-se que morresse de leucemia dentro de uma semana. Ela alertou o guarda de segurança e chamou o Dr. Tomas Ruiz que estava cuidando de outro paciente. "Quando caminhamos em direção ao pequeno Juan, seu quarto estava banhado de uma luz dourada brilhante", disse o Dr. Ruiz. Os alienígenas estavam ao lado da cama. Parecia existir um laço místico entre eles e o menino. Um dos seres tocou a testa de Juan, com suavidade, com seu dedo longo e ele foi cercado imediatamente por uma luminosa aura. Quando os alienígenas deixaram o hospital, os doutores radiografaram e examinaram Juan. Ele estava completamente livre do câncer. Desde aquela noite, Maria Munoz, 9 anos, Anita Pena, 8 anos e Hector Gomez, 9 anos, todos diagnosticados como doentes terminais, também foram curados pelas criaturas desconhecidas. Os 14 membros do staff do hospital viram os seres executar os milagres. "Há um padrão para essas visitas", diz Dr. Ruiz. "Elas sempre acontecem ao redor 1h da manhã, os alienígenas sempre entram em pares e sempre curam com um toque na testa". Dr. Dego Garcia, famoso metafísico e pesquisador dos aparecimentos de alienígenas há mais de 30 anos, diz que há muito tempo as Montanhas dos Pirineus são conhecidas por sua grande atividade de OVNIs.

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5) Curiosidade
As inúmeras dimensõesA palavra "dimensão" vem do latim e significa "medir completamente". Da mesma forma que só um número basta para definir a posição de um ponto sobre uma reta, caracterizando um "espaço unidimensional", necessitamos de 4 números para caracterizar completamente os corpos em nosso universo, daí dizermos que vivemos em um espaço-tempo quadridimensional. Para isto basta visualizar uma bola em um jogo de tênis, a cada instante precisamos de 4 números para definir completamente a sua posição (ou trajetória). Existem teorias que dizem que podemos estar vivendo em um universo com dimensões ainda maiores. A teoria mais promissora para vencer o desafio de uma teoria gravitacional quântica é a Teoria das Supercordas, mas para que as equações dessa teoria sejam autoconsistentes devemos supor que vivemos em um universo de 10 dimensões.

Teoria das SupercordasA teoria das supercordas está baseada na premissa de que os constituintes elementares da matéria não são descritos corretamente quando nós o tratamos como objetos pontuais. De acordo com esta teoria, as partículas elementares são realmente minúsculos "laços de cordas" com raio dado aproximadamente pela constante de Planck. Assim, esta teoria trata todas as partículas como se fossem cordas. Quando detectamos a presença de uma partícula não é nada mais que vibrações dessas cordas. Os modernos aceleradores de partículas, que são instrumentos construídos para acelerar, de forma controlada, um conjunto de partículas carregadas, atribuindo as mesmas energias elevadas, da ordem de uma centena de GeV (Gigaeletronvolts), para utilizá-las em reações nucleares, só podem vasculhar até a distâncias muito longe da escala de Planck e conseqüentemente estas cordas parecem, nesta escala, objetos pontuais.Porém, a hipótese da Teorias das Cordas é que eles são minúsculos "laços", mudando drasticamente o modo no qual estes objetos interagem na menor escala de distância. Esta modificação é que permite a gravidade e a mecânica quântica formar uma união harmoniosa. Uma das conseqüências desta solução é que se pode mostrar que as equações da teoria das cordas só são auto-consistentes se o universo contém, além do tempo, nove dimensões de espaço.Assim, se esta teoria estiver correta, temos que admitir, como já admitem por longo tempo alguns segmentos da Ufologia, particularmente a Ufologia mística, que vivemos em um espaço de múltiplas dimensões. Para ser mais exato, segundo a teoria das supercordas, nós viveríamos em um espaço de dez dimensões. E onde estariam estas outras dimensões que ninguém vê? Estas seis dimensões espaciais extras devem se enrolar (espiralar) em um espaço geométrico minúsculo cujo tamanho deve ser comparável ao comprimento da corda. Assim, estas dimensões extras só se apresentariam se observássemos a matéria na "escala de Planck". E nessa escala a "observação" é praticamente impossível, visto que este "tamanho" é da ordem de 10-33 cm. Teoria de Kaluza-Klein A idéia de que nosso universo poderia ter mais que as três dimensões foi introduzida mais de meio século antes do advento de teoria das cordas por T. Kaluza e por O. Klein. A premissa básica da teoria de Kaluza-Klein é que uma dimensão ou pode ser grande e diretamente observável ou pequena e essencialmente invisível. Uma analogia com uma mangueira de jardim pode ser útil. De longe, olhando uma mangueira de jardim longa, parece um longo fio, ou seja, um objeto unidimensional. De um ponto mais próximo (ou de uma distância longa com ajuda de um aparelho de aproximação visual) dimensões adicionais aparecem, a dimensão circular da mangueira fica evidente. Assim, dependendo da escala de sensibilidade do observador, a mangueira ou aparecerá como um objeto de uma ou três dimensões. A teoria de Kaluza-Klein diz que a mesma coisa pode ser verdade no universo.Nenhum experimento governa ou visualiza a possível existência destas dimensões. Estas dimensões adicionais de espaço estão enroladas (como a dimensão circular da mangueira) em escalas menores que 10-12 cm, o limite de acessibilidade hoje. Embora originalmente introduzida no contexto das teorias de partícula pontuais, esta noção pode ser aplicada a cordas. Então, a teoria das cordas é fisicamente sensata se as seis dimensões extras requeridas estão enroladas em minúsculas formas espirais no espaço, da ordem da escala de comprimento de Planck.

Especulações:

Como seriam os habitantes em cada dimensãosegundo a ufologia
As dimensões da natureza se penetram e compenetram sem no entanto confundirem-se. São como ondas de rádio, em freqüências diferentes. É importante observar que perceber outras dimensões é diferente de ter consciência sobre elas, de estar desperto e poder mover-se livremente de uma para outra...Primeira dimensão


(1ªD):Relativa ao comprimento.Seres unidimensionais.Comunicam-se apenas através de sensações: frio, calor, gostos, desgostos, etc.Não percebem outras dimensões conscientemente.Não formulam conceitos.Possuem corpos perceptiveis na 3ªD e deixam um rastro (imaginário ou não) ao moverem-se.Exemplos de seres unidimensionais: minhocas, lesmas e seres rastejantes.Segunda dimensão


(2ªD):Relativa à largura.Seres bidimensionais.Comunicam-se através das sensações e das percepções (os 5 sentidos).Não percebem outras dimensões conscientemente (Excessão ao gato, que pode "perceber" as dimensões superiores).Ainda não formulam conceitos. Observar aqui que existem diferentes níveis evolutivos destes seres, de acordo com a roda de Sansara.Alguns já podem entender pequenos comandos, porém ainda não há uma conceituação sobre eles.Também possuem corpos perceptíveis na 3ªD.Exemplos de seres bidimensionais: cão, gato, cavalo, etc, exceto os seres humanos.Terceira dimensão


(3ªD):Relativa à altura. Também chamado mundo físico ou tridimensional, regido pelas leis físicas da 3ªD.Seres tridimensionais.Comunicam-se através das sensações, das percepções (os 5 sentidos) e os conceitos.Podem perceber as outras dimensões conscientemente, desde que tenham trabalhado fortemente sobre si mesmos,despertando e dominando suas consciências.Ser tridimensional: homem físico, com o corpo físico.Quarta dimensão


(4ªD):Relativa ao tempo. Conhecida pela ciência como 4ª coordenada ou hiperespaço. Seres quadridimensionais.Também chamada de mundo etérico (éter). É conhecida pelas religiões como "O Paraíso".Regida pelas leis da 4ªD.A 4ªD está dividida em duas regiões:. região inferior - ciência dos "jinas negros". Região habitada por "bruxos", "zangões" e outros elementos negativos.. região superior - ciência dos "jinas brancos", os elementais da natureza. Habitada por gnomos, fadas, devas, salamandras, "anjos da vida" etc.Quinta dimensão


(5ªD)A 5ªD é onde podemos investigar muitas coisas do passado e futuro usando o corpo astral e o corpo mental. É umaoportunidade de descobrir os erros e acertos, pois temos acesso ao 'Livro da Vida' (akasha) onde estão os débitos e os créditos individuais. É possível descobrir o exato momento da nossa próxima morte física. Descobrir poquê, quando, como e onde... é possível transcender esta morte...O ego não ultrapassa esta dimensão. Porém, se não praticarmos o desdobramento astral CONSCIENTE, estaremos sempre a mercê da armadilhas do ego nesta dimensão, pois ele cria formas diversas, muitas vezes belas, para permitir aos eu's continuar manipulando a nossa vontade. Sem consciência nesta dimensão (sem a pratica do desdobramento astral CONSCIENTE) estamos também a mercê dos ataques dos magos negros e seus terríveis poderes.Relativa à Eternidade. Está além do tempo, é um eterno agora. Também chamada de mundo molecular.A 5ªD está dividida em dois mundos (astral e mental), que se subdividem em inferior e superior:. Mundo astralMundo astral inferiorAs religiões denominam esta região de limbo, pois vão para lá os vivos e os mortos. É para esta região que vamos no desdobramento astral *inconsciente* (SONHOS). Existem nesta região muitos templos da 'Loja Negra'.Mundo astral superiorExistem os templos da 'Loja Branca'.Os tribunais divinos da justiça (encarregados de julgar o Karma e o Dharma). Estão aqui os anjos da morte, encarregados dos processos de desligamento.. Mundo MentalMundo mental inferiorMuitos templos da 'Loja Negra' com os mais terríveis e perigosos 'magos negros'.Mundo mental superiorOs indostânicos chamavam esta região de 'devachan'.Muitos templos da 'Loja Branca'.Sexta dimensão


(6ªD)Estão os primeiros mundos eletrônicos (sol espiritual).Está além da própria eternidade.É a morada da Essência.Pode ser explorada apenas pela real meditação, que consegue liberar a Essência aprisionada pelo ego.Divide-se em:. Mundo causal. As religiões chamam esta região de "céu". Refere-se ao corpo causal, construido pela vontade consciente (homem autêntico). Alma humana.. Mundo budico (corpo budico). Alma divina.No mundo causal e budico estão as almas dos seres humanos. É fato que a grande parte da humanidade hoje "não possui alma, nem espirito". É preciso fabricá-los.Sétima dimensão


(7ªD)Faz parte dos mundos eletrônicos.Conhecida como dimensão ou região "zero". É a morada do Pai (ou Absoluto).É a morada do nosso Íntimo.Para onde voltaremos, com a eliminação total do ego, mas somente após a aquisição da total consciência, da fabricação dos corpos solares, da alma, do espírito e da encarnação do nosso Íntimo...eis um longo e difícil caminho a pecorrer...
Claro isso é um Fato, mas um Fato de Especulação....

Teorias de Albert Einstein



Em 1905, o físico alemão Albert Einstein, até então um simples funcionário público do departamento de patentes, publicou três trabalhos em uma pequena revista científica alemã. Entre estes trabalhos estavam a explição do efeito fotoelétrico, que anos mais tarde lhe deu o Prêmio Nobel de Física e um estudo sobre a relatividade que viria, junto com a Mecânica Quântica, revolucionar a física do nosso século. Neste último trabalho, Eisntein postulava que a matéria poderia ser transformada






em energia e vice-versa. A síntese deste postulado está expressa na sua famosa equação:E = mc2 ( energia = massa X velocidade da luz ao quadrado )

Além disso, ele também afirmava que havia uma forte interligação entre o espaço e o tempo e que estas duas grandezas não eram entidades independentes como se pensava na época. Em 1916, Einstein completou seus estudos sobre a relatividade publicando um novo e revolucionário trabalho, a Teoria da Relatividade Generalizada, incluindo sua nova visão do Universo à Gravidade. Na nova formulação a força de atração entre dois corpos deixou de ser uma força e passou a relacionar-se com a "distorção do espaço-tempo". Assim, a presença de uma massa no espaço seria capaz de "entortá-lo", como se o próprio espaço fosse uma folha de borracha. Um raio de luz de uma estrela, ao passar perto do sol, descreve uma pequena curva. Segundo a teoria de Einstein a curva se dá não porque o Sol atrai o raio, mas porque o próprio espaço que o raio atravessa foi "entortado" pela presença da enorme massa do Sol. A luz continua seguindo o caminho reto, o espaço é que estaria curvo. Paralelamente ao desenvolvimento da relatividade, relacionada aos fenômenos dos corpos de grande massa e distância, desde o início do século desenvolveu-se a Mecânica Quântica, permitindo ao homem compreender a matéria e o seu comportamento. De acordo com esta notável teoria, tratando do comportamento dos nêutrons, prótons ou elétrons nos átomos, não podemos definir simultaneamente a velocidade e a posição de qualquer partícula. Também não podemos observar continuamente as orbitas individuais ou movimentos das partículas. De qualquer modo, nem tudo está perdido. Embora nunca possamos conhecer a história precisa de uma partícula, é possível predizer o lugar mais provável em que ela se encontrará. Em outras palavras, para um grande número de partículas, podemos prever quais as posições e os movimentos que tem mais probabilidade de ocorrer. Assim, os resultados da Mecânica Quântica são de natureza estatística. O grande desafio dos Físicos deste século passou a ser: - transformar a relatividade, que trata dos fenômenos físicos de forma geométrica e determinística e a Mecânica Quântica que usa conceitos estatísticos, em uma única linguagem. Encontrando um conjunto único de Leis que possam ser aplicadas a todos os fenômenos da natureza, desde os Quarks (partículas que formam os prótons e nêutrons) até aos buracos negros ou aos superaglomerados de galáxias.



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