terça-feira, fevereiro 12, 2008

Zonas de Desaparecimentos alem do Triangulo das Bermudas



** Zonas de Desaparecimentos alem do Triangulo das Bermudas **

Afeganistão, Golfo Pérsico e as Rodas Luminosas

Ainda que o Triângulo das Bermudas goze de muito mais celebridade, existem em nosso plane ta vários "vértices" ou "centros" de anomalias magnéticas, que em número de doze são distribuídas a intervalos regularmente espaçados sobre os paralelos 36° norte e sul. Como você deve recordar, foi Ívan Sanderson quem se ocupou do estudo destas zonas perigosas em sua obra "Residentes invisíveis", e quem formulou pela primeira vez esta hipótese. Ainda que a casuística nestas zonas não é tão espetacular como a do Triângulo das Bermudas, merece que conheçamos alguns acontecimentos surpreendentes.





Nestas outras "zonas malditas", os aparelhos eletrônicos dos barcos e aviões sofreram in terferências ou anulações, desapareceram homens e naves e o espaço-tempo normal sofreu estranhas distorções. Ígual ao que acontece com o Triângulo das Bermudas nada se sabe acerca de que ou quem pode produzir tão misteriosas perturbações.

** Afeganistão e o Golfo Pérsico **

Das 12 zonas mortais que se encontram distribuidas em espaços regulares por todo o planeta, somente dois, a do Afeganistão e a Antártida, se apresentam na massa continental terrestre, sendo todas as demais marinhas.

O ponto terrestre de perturbações magnéticas localizado no Afeganistão constitui, com o Golfo Pérsico, pelo sudeste, um "rombóide mortal", centralizado nos 36° norte e os 75° leste aproximadamente.

A história das desaparições aéreas no Afeganistão é relativamente recente, tendo ocorrido quase todas elas durante a segunda guerra mundial. Durante os anos da guerra (1939-1945) os aliados, junto com os norte-americanos, estabeleceram uma rota aérea de abastecimento e controle que sobrevoava o Afeganistão. Neste período desapareceram misteriosamente vários aviões norte-americanos, alguns dos quais, segundo informação revelada posteriormente, parece que transportavam carregamentos de barras de ouro. Nunca conseguiram localizar os restos dos aviões ou de seus tripulantes e oficialmente foram dados por desaparecidos.

Mais que desaparições, o que nestas águas vem sendo produzidas são estranhas visões de "rodas fosforescentes" submarinas. Em 15 de maio de 1879, o comandante J. E. Pringle, que viajava no comando do navio de guerra britânico "Vulture" por águas do Golfo Pérsico, observou a presença de ondas luminosas por baixo da água que se moviam a grande velocidade, passando por baixo do navio.

Segundo puderam observar, para o leste, o estranho fenômeno oferecia a forma de uma grande roda giratória com o centro naquela mesma direção. Os raios da gigantesca roda eram luminosos. E olhando para o oeste puderam ver outra roda similar que girava em direção contrária. Antes e depois desta estranha visão parece que o barco navegou por zonas cobertas de certa substância flutuante de aspecto oleoso.

Depois desta data inúmeros testemunhos de navegantes e viajantes que atravessaram estas águas foram conhecidos através de diversas publicações.

** As "rodas luminosas" de Charles Fort **

O famoso autor americano Charles Fort, em sua obra "Livro dos condenados", recolhe grande quantidade de testemunhos sobre "rodas luminosas" nesta e outras zonas.

Apesar das coincidências entre todos os acontecimentos referidos pelas testemunhas presenciais, não está claro de como é possível que gigantescas rodas luminosas são encontradas sob a superficie do Golfo e o que podem estar fazendo naquelas águas.

Para explicar estes fatos, alguns prestigiosos autores e pesquisadores apontaram diferentes hipóteses.

O célebre astrônomo norte-americano Carl Sagan, junto com os autores franceses L. Pauwells e J. Bergier ("O retorno dos bruxos"), concordaram em afirmar que, possivelmente, "a civilização nasceu na Suméria, graças à vinda de misteriosos homens-peixes, chegados do espaço e que se instalaram nas profundezas do Golfo Pérsico. Estes visitantes extra-terrestres seriam chamados Akpalus e conhecemos sua existência graças a Be-roso, sacerdote babilônico do século ÍV antes de Cristo.

No entanto, nas águas do Golfo Pérsico que formam o limite sudoeste desta zona mais ou menos ramboidal, desde há quase duzentos anos vem acontecendo testemunhos de estranhas visões e anomalias em barcos que viajavam pelas águas próximas ao Golfo Pérsico e o Golfo de Omán.

Beroso teve acesso a rolos e tábuas de escrita cuneiforme, de milhões de anos de antiguidade, que ele sabia ler e cujos textos traduziu ao grego clássico.

Carl Sagan baseia suas afirmações nos fragmentos antigos de Cory, onde foram compilados vários textos de Beroso. Pela leitura destes textos sabemos da existência de um homem-peixe chamado Oanes, que tinha um corpo pisciforme, mas andava erguido e vivia como um anfíbio. Segundo se descreve a esta fantástica criatura, sob sua cabeça de peixe tinha uma segunda cabeça, e se apresentava a nós corno o primeiro "educador", ensinando aos homens a construir suas casas e iniciando-os na escrita, nas ciências e na arte.


** As zonas "sinistras" da Argentina e Patagônia **

As observações de verdadeiras "frotas luminosas" constituem um fato bastante freqüente na região patagônica argentina, situada aproximadamente por baixo do paralelo 40°S.

Patagónia ou Patagônia é uma região natural no extremo sul do continente americano que abarca a parte sul do Chile e da Argentina, incluíndo os chamados Andes patagónicos.

A região do extremo sul do continente americano, conhecido pelo locais como Região de Magalhães, compreende o sul da Argentina e o sul do Chile.

A última região do continente está a conhecida Terra do Fogo - Tierra del Fuego. Nessa região está localizada a cidade mais austral do planeta, Ushuaia.

Dessa região é que partem as famosas excursões para a Antártida.












Além de leões-marinhos, nessa região existe uma grande concentração de Pingüins.

Em inúmeros pontos da Patagônia, como Santa Cruz, Rio Gallegos, San Sebastián e Rio Grande (no território da Terra de Fogo) é freqüente conhecer os testemunhos de habitantes e viajantes destas terras.

Uma zona maritima onde também foram registrados misteriosos incidentes é o golfo de San Jorge, situado entre as províncias de Chubut e Santa Cruz.

** Uma estranha luz de bengala **

No dia 28 de julho de 1964, a Subprefeitura de Puerto Madryn (Chubut) recebeu uma mensagem por rádio do navio-tanque argentino "Gaza-dor", que comunicava a visão de uma estranha luz de bengala.

Também o "San Antonio", outro navio-tanque, colaborou na tarefa de inspecionar a zona e pode confirmar o testemunho do capitão do "Cazador". Ao mesmo tempo, foi recebida uma informação complementar procedente dos tripulantes do barco norueguês "Sumber", cuja posição era próxima a dos outros dois navios.

Poucos meses depois estas mesmas águas de San Jorge foram cenário de outro fenômeno semelhante.

O observador que se dirigia à cidade de Comodoro Rivadavia (capital de Chubut), procedente de Caleta Oliva, pode ver à saída desta cidade quatro aparelhos que, descrevendo parábolas, se precipitavam um após outro ao mar.

Os testemunhos nestas zonas são numerosissimos. A importância científica destes fatos foi analisada em sua total magnitude pelo Círculo Argentino de Investigações Ufológicas, que no ano 1968 incluiu o estudo dos OVNIS em seu programa investigador de alcance nacional, devendo orientar seus estudos para corpos submarinos não identificados e sua possivel relação com o fenômeno dos OVNIS.

** O Mediterrâneo e as Ilhas Canárias **

Talvez de todos os triângulos que vamos conhecendo, o mais interessante seja, sem dúvida, o do Mediterrâneo e das Ilhas Canárias, pelos efeitos das desaparições de naves e tripulantes que vem sendo produzidas até a presente data.





O Mar Mediterrâneo é um mar do Atlântico oriental, compreendido entre a Europa meridional, a Ásia ocidental e a África do norte; com aproximadamente 2,5 milhões de km², é o maior mar interior do mundo.As águas do Mar Mediterrâneo banham as três penínsulas do sul da Europa (Ibérica, Itálica e a dos Balcãs) e uma da Ásia, que se ligam com o Atlântico através do Estreito de Gibraltar, com o Mar Negro (pelos estreitos do Bósforo e dos Dardanelos), e com o Mar vermelho (no canal de Suez)

Esse "triângulo mortal" é comparável em tudo ao grande Triângulo das Bermudas.

Desde patrulhas aéreas desaparecidas a barcos abandonados e perdidos que posteriormente foram localizados fora de sua rota marcada.

Pelos incidentes e desaparições produzidas pode supor-se que nesta zona existe vários "buracos negros", em um ponto do Mediterrâneo ocidental, no céu sobre Córdoba e Sevilha e nas proximidades das Canárias..., além do maciço de Canigó e a zona de Rosas-Gerona.

** O naufrágio do lagosteiro "Maena"**

O acidente de barco que mais interesse suscitou foi o naufrágio ocorrido no mês de julho de 1964, nas águas das Canárias, do lagosteiro "Maena". Este acidente, sem explicação lógica, custou a vida de 16 pescadores islenhos, o que comoveu profundamente a população e as autoridades locais. Assim o refletiu a imprensa local, que publicou a notícia em 8 de agosto.

A história deste mistério, cujo total esclarecimento talvez nunca chegue a ser conhecido, começou em 27 de julho de 1964, quando a estação de Arrecife recebeu uma mensagem urgente do pesqueiro "Santa Genoveva", comunicando que em água do C abino, algumas milhas ao norte do Cabo Bojador, haviam recolhido sete cadáveres, que foram identificados como tripulantes do "Marna".

Nenhum resto mais pode ser encontrado naquelas águas. A partir daquele momento, as estações do arquipélago difundiram mensagens de salvamento para conseguir encontrar alguns restos. O "Anifal" e outros navios conseguiram localizar mais alguns restos humanos, até no litoral africano.

** Sem possível explicação **

Inúmeras versões trataram de explicar o ocorrido. É inadmissível explicar a causa da morte dos marinheiros por inanição, sem que além disso possa ser explicada a total desaparição do barco. ' Também é descartável a versão de uma possivel explosão a bordo, pois não foram encontrados sinais de feridas nem machucados nos cadáveres encontrados e o possível encalhe do barco, pois a zona era perfeitamente conhecida pelos marinheiros do "Maena", que, como já dissemos, eram pescadores locais e experientes. No ano 1972, as águas de Canárias volta a ser cenário de um novo acidente.

O dia 13 de maio de dito ano se conheceu pela imprensa a noticia do achado, a uma milha aproximadamente do Cabo Bojador, de uma nave abandonada.

O barco perdido e abandonado estava matriculado na França e se chamava "Progress". As autoridades da Marinha encarregadas de esclarecer o mistério deram por insolúvel a investigação.

** Zonas perigosas: Austrália e Nova Zelândia **

A certa distância da costa sudocidental da Austrália, em pleno Oceano Índico, é encontrada uma nova zona "perigosa".

E quase sobre a Nova Zelândia, 62° mais ao leste da anterior, existe outra. Desde há aproximadamente um século vêm sendo recolhidos testemunhos de misteriosas visões nesta zona.

O incansável Charles Fort, do qual nos é imprescindível seu trabalho nesses temas, nos informa dos casos mais antigos.

Todos esses supostos casos se referem a "aterrissagens" em mares, rios, lagos, etc...

Em sua obra conhecemos os testemunhos oferecidos pelos tripulantes do bergantim "Ímnerwich" quando viajavam entre Yokohama e Victoria (Austrália), em 24 de fevereiro de 1885. Anteriormente, em 1881, duas testemunhas de privilégio, pois eram os filhos do príncipe de Gales, observaram a bordo do navio "La Bacante", quando navegavam entre Melbourne e Sydney, "um objeto completamente resplandescente".

A geografia da Nova Zelândia é muito peculiar, composto por duas ilhas principais e numerosas pequenas ilhas, algumas das quais bastante longínquas.

A Ilha Sul é a maior massa de terra e está dividida ao longo do seu comprimento pelos Alpes do Sul, cujo maior pico é o Monte Cook com 3 754 m. Na Ilha Sul há dezoito picos com mais de três mil metros de altitude.

A Ilha Norte é menos montanhosa do que a Sul mas está marcada por vulcanismo.

Na Ilha Norte, a montanha mais alta, Ruapehu (2797m) é um cone vulcânico activo. A área total da Nova Zelândia, 270 500 km² é um pouco menor que a do Japão ou que as Ilhas Britânicas e um pouco maior do que a do Colorado nos EUA. O país estende-se por mais de 1600 Km ao longo do seu eixo principal norte-nordeste.

O clima é ameno, com temperaturas raramente inferiores a 0ºC ou superiores a 30ºC. A temperatura média diária em Wellington, a capital, localizada no centro do país, é de 5,9ºC no Inverno e 20,3ºC no Verão.

Muito afastada das terras mais próximas, a Nova Zelândia é, entre as massas de terra de dimensões consideráveis do planeta aquela que está mais isolada. Os seus vizinhos mais próximos são a Austrália, para noroeste, e a Nova Caledónia, Fiji e Tonga, para norte.

** Casos relatados por Guieu **

Quanto aos casos mais modernos é o pesquisador francês Jimmy Guieu quem nos oferece abundante material.

Por exemplo, em 14 de julho de 1959, segundo testemunho de alguns caçadores, na ilha do Príncipe de Gales foi produzida a aterrissagem de um estranho objeto de cor vermelha.

Ao mesmo tempo outro grupo de testemunhas informou ter visto um objeto similar no chamado Refúgio de Karumba. Novamente em 16 de junho de 1962 voltou a ser observada uma nova aterrissagem de outro misterioso aparelho de cor prateada, na mesma ilha, sobre a lateral de uma colina.

Também na zona da Nova Zelândia puderam ser constatados casos de OVNÍS. Em 27 de novembro de 1952 foi visto, por um piloto aviador, sobre a zona de Nedim, no bairro de Auckland, um grande objeto que emitiu um resplendor cinza azulado e que voava a uma velocidade estimada em 450 km/h.

** Submarinos e Aviões desaparecidos **


Muito pouco depois deste incidente em águas canárias foram produzidos outros similares na zona mediterrânea.

Assim, em 1975 foi publicada a notícia do desaparecimento de um barco, o "Maribel Rivas", e seus nove tripulantes.

O navio cargueiro zarpou do porto de Castellón de la Plana em 22 de agosto de 1974, com destino ao porto libio de Bengasi, transportando um carregamento de materiais de construção. A travessia desde Castellón à Libia costumava ser coberta em nove ou dez dias.

Não foi recebida nenhuma mensagem de auxílio da tripulação do barco e todas as gestões feitas pela empresa proprietária do navio e as autoridades resultaram inúteis. Também vem sendo observada a "periculosidade" de outra rota fatidica, que é a que une a ilha de Mallorca e Menorca com a Argélia, tanto por mar como por ar.

Já são conhecidos casos de naufrágios inexplicáveis de embarcações que faziam esta rota e de desaparições de aviões.

Muitos submarinos perdidos...

Das perdas de submarinos, o Mediterrâneo ocidental leva o primeiro lugar em casos registrados, sendo as águas francesas as mais "perigosas". E este trágico fato tem que ser ressaltado se temos em conta as dimensões relativamente reduzidas deste mar e suas condições climatológicas mais benignas que as que reinam no Atlântico e outros grandes oceanos.

Dentro das águas francesas, a zona de Tolón é onde mais misteriosos desaparecimentos foram produzidos. Frente a esta zona se estendem, perpendicularmente a ela, uma série de "canyons" que alcançam mais de 2.000 metros de profundidade muito próxima da costa.

Em um periodo de uns vinte anos se perderam quatro submarinos franceses em águas próximas ao Golfo de Tolón: O "2.326", desaparecido em 1946: o "Sibylle", em 1952; o "Minerve", em 20 de janeiro de 1968, ao mesmo tempo que o submarino israelense "Dakar", nas proximidades de Chipre, e o "Euridyce", em 4 de março de 1970.

...E aviões

O Triângulo do Mediterrâneo conta também em seu haver com estranhas desaparições de aviões. O primeiro caso conhecido foi produzido em 1944, no dia 31 de julho, quando o insigne escritor francês Saint Exupéry decolou com seu avião, um "Lightning", desde Bastia, em Córsega, para fazer um vôo pelo Mediterrâneo. Desde aquele dia nunca pode saber-se nada acerca da sorte que aconteceu com tão célebre piloto.

Em 5 de setembro de 1948, foi perdido um avião Lancaster, com sete homens, que havia decolado de Malta para realizar umas manobras no Mediterrâneo.

Ainda que os acidentes e desaparecimentos de aviões militares e comerciais na zona do Mediterrâneo e das Ílhas Canárias parecem ser produzidos por "fendas", seria interminável, neste espaço, enumerar todos os casos registrados. Porisso, saltando no tempo, registramos casos mais recentes.

Em 18 de setembro de 1974 desapareceu, novamente, um avião militar que havia decolado de Jerez da Fronteira. Desapareceram seus oito tripulantes e nunca foi possível localizar os restos do aparelho.

Um mês depois, na zona de Canárias, desapareceram dois aviões Saeta C-10. Os dois aviões colado de Sevilha para dirigir-se à ilha de Lanzarote.

** O maciço de Canigó, outro ponto trágico **

Já mencionamos anteriormente que outro dos pontos "quentes" era o maciço de Canigó. O monte Canigó tem 2.785 metros e pertence ao sistema montanhoso dos Pirineus, situado em sua parte oriental e em território francês.

Pode considerar-se esta zona como o maior cemitério de aviões da Europa. No periodo de 1945-1967 foram produzidas 11 catástrofes aéreas.

Em março de 1945, um avião inglês, Liberator; em dezembro de 1950, um DC-3 de Air Maroc; em fevereiro de 1953, um Nord-Atlas francês; em março de 1955, um C-47 norte-americano; em julho de 1957, um Nord-2.051 francês: em 1958, um Broussard francês; em 1961, um DC-3 inglês; em 1963, um Constellation militar francês e um Viking Air N inglês, e em 1967, um DC-4 inglês. O total de vitimas estimadas nestes acidentes foi de 250 pessoas.

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Telepátia e Variedades....




** A paranormalidade e oscontatos telepáticos com ETs **

por Valter Morandi


Quando uma civilização de outro planeta tenta se comunicar conosco, sem o conhecimento das línguas faladas aqui, qual seria o melhor meio para se efetivar o contato?
É evidente que o contato telepático se torna o melhor e mais seguro meio de comunicação.
Se o comunicador, que aciona o contato, está devidamente preparado e tem a necessária experiência ele induz a concentração correta na mente do elemento comunicado. Dessa maneira o contato telepático é feito por comando e controle do elemento principal.
Sabemos que, para o pensamento, não importam muito o tempo e a distância mas quanto mais próximos estiverem os comunicadores mais fácil se torna o entendimento, pois são menores as possibilidades de interferências e desvios.
Os Et´s, claramente mais avançados do que nós, utilizam a comunicação telepática entre si e também conosco, conforme foi relatado pelas testemunhas de centenas de casos de observações de OVEt´s (Objetos Voadores Extraterrestres) e seus tripulantes. Por este meio os Et´s percebem o que o observador pretende fazer e qual está sendo a sua reação no momento do contato. Tendo em vista as condições recebidas eles acionam dispositivos de anulação dos movimentos e do raciocínio dos observadores impossibilitando qualquer reação agressiva. Esses dispositivos são geradores de freqüências variadas, dirigidas em forma de feixe, para atingir os observadores que apresentarem disposição de ataque contra eles.
Da mesma forma que os Et´s nos induzem a recebermos suas comunicações eles logicamente captam as nossas informações mentais, que transmitimos mesmo sem uma intenção premeditada.
Como já anotamos a comunicação telepática não se torna muito difícil de acontecer, desde que um dos elementos tenha uma forte disposição para tal.
Poucas pessoas, aqui na Terra, utilizam a comunicação telepática estando a mesma ainda em fase experimental. No entanto, algumas pessoas sensitivas desenvolvem essa aptidão e podem servir de pólos para comunicações mais fáceis. Devemos entender que, para pessoas não tanto preparadas, o contato telepático pode ficar mesclado com outras informações anímicas, isto é, geradas pelos próprios pensamentos. Isso é bastante comum, ocasionando distorções da realidade, mas com certa aparência de positivo, quando realmente não acontece.
As declarações dessas pessoas sensitivas mostram contatos com elementos não localizados no espaço, não se sabendo se estão próximos ou muito distantes e mesmo podendo serem criados pelas próprias mentes delas. É´ o que geralmente ocorre, não havendo nenhum contato telepático e sim a presença de informações anímicas.
Essa forma de comunicação telepática com supostas entidades alienígenas, algumas se apresentando como comandantes de naves espaciais, outras como mensageiros do futuro etc é provocada por grandes confusões mentais e restando pouca coisa de real. As diversas pessoas que se dizem “contatadas” transmitem mensagens, recebidas telepaticamente, sendo que cada uma delas é diferente das outras. Não há uniformidade porque também não existe suficiente realidade.
A publicidade desses pseudo-contatos serve muito bem aos interesses de quem trabalha para esconder, despistar e difamar a Ufologia, transformando-a num amontoado de bobagens e desacreditando-a. Eles gostam muito dessas comunicações de “contatados” e os sensitivos que assim se apresentam fazem o jogo de “inocentes úteis”, servindo contra a verdade dos fatos.
Teremos que procurar desenvolver esse tipo de comunicação pois será através dele que vamos nos entender com os Et´s. As bases sugeridas para preparação do contato oficial com os Et´s incluem a participação telepática.
Já escrevemos, anteriormente, que a mentira não prevalece quando utilizamos a telepatia e ela ajuda muito no aperfeiçoamento moral das civilizações
Como vimos, algumas pessoas sensitivas identificadas como “paranormais” podem receber informações por telepatia sendo, às vezes, verdadeiras, parcialmente reais ou completamente distorcidas por ação anímica delas próprias.
Dessa forma têm sido publicadas declarações de “contatos”, com entidades estranhas ao nosso meio e, às vezes, trazendo informações até absurdas. As informações transmitidas são diferentes uma das outras, quase nada têm em comum, a não ser as mensagens de paz e alertas contra o perigo atômico.
Não podemos afirmar, entretanto, que todas as declarações são mentirosas, mas entendemos que existem interferências e desvios, misturando poucas realidades com muitas informações anímicas.
A Igreja Católica não admite a comunicação entre pessoas vivas com as já falecidas, classificando esse possível contato como demoníaco. Já a Doutrina Espírita aceita perfeitamente esse contato e admite que todas as pessoas possuem “mediunidade” em diversos graus de desenvolvimento, isto é, possibilidade de manterem contato entre vivos e mortos. Tanto é assim que o termo “mediunidade” significa capacidade de ser intermediário entre uns e outros, vivos e “desencarnados”. Existem muitas formas de expressão dessa aptidão mediúnica, sendo que ela é desenvolvida ou aperfeiçoada através do seu exercício. A condição principal para o exercício dessa faculdade é a concentração. É através dessa concentração que os “médiuns” iniciam o procedimento de intermediação.
Outros cultos admitem processos de comunicação mediúnica e sempre através da concentração. Mesmo pajés, xamâns etc, de seitas tribais, possuem algum grau de “mediunidade”.
Também, para o contato telepático algum grau de concentração é necessário. Sendo assim o fator de preparação mental, ou concentração, é comum tanto para a expressão da “mediunidade” como para a simples comunicação telepática, ou seja, a transmissão de pensamento e a recepção de informações mentais. Todo “médium”, em plena atividade, tem maior facilidade de se concentrar mentalmente devido ao exercício contínuo dessa condição e passa, então, a ser também um bom pólo de comunicação telepática.
Dentro do Espiritismo mostra-se, continuamente, a existência de espíritos de pessoas falecidas que podem ser bons, maus, amigos, inimigos, brincalhões, zombeteiros, sérios, honestos, desonestos etc, tal como eram quando “encarnados”, isto é, ocupando corpos físicos durante suas vidas. Em conseqüência disso o contato mediúnico pode ocorrer com espíritos negativos e as informações recebidas poderão ser enganosas, falsas, absurdas e perigosas. Muitas vezes os “médiuns” e as pessoas que participam das reuniões são enganados e não percebem o que está acontecendo de negativo e prejudicial.
Também o Espiritismo prega a “lei da afinidade” como fator de extrema importância, isto é, o bom atrai o bem e o mau atrai o mal. Quando “médiuns” e ou as pessoas participantes gostam de ostentação podem acabar se comunicando com espíritos zombeteiros e gozadores que fingirão condições realmente não existentes. Muitas vezes são recebidas comunicações de nomes que foram famosos em vida mas procedem de espíritos mentirosos, que apenas se divertem com a nossa ignorância. Espíritos de ex-presidentes, artistas famosos, cientistas de renome etc, surgem trazendo informações que não são verdadeiras e, do outro lado, dão gargalhadas, os falsos comunicadores.
A maneira mais conveniente é aquela de agir com seriedade, respeito, investigação, humildade e falar em nome de Deus, para que as comunicações sejam verdadeiras.
Tanto o contato telepático como a comunicação mediúnica quando não são bem preparados, em bases sólidas e honestas, podem ser deturpados e mistificados.
A paranormalidade, a condição sensitiva e a mediunidade são sinônimos das mesmas manifestações, estando sempre sujeitas às interferências mentais, enganos e às emissões anímicas.
O animismo, ou seja, a criação própria de condições pelo paranormal é um grande obstáculo para a total autenticidade das informações. Tudo aquilo que pode ser gerado pelo organismo físico e psíquico do paranormal acaba sendo mesclado com os demais efeitos, deixando dúvidas, já que a maioria dos fenômenos não é controlada cientificamente através de aparelhos e instrumentação adequados. Dessa forma todas e quaisquer declarações de fenômenos paranormais, feitas com intenção de exclusivismo ou exibicionismo e envolvendo informações ufológicas, passam, a ser muito úteis para aqueles que trabalham para o despistamento e acobertamento da verdade. É por isso que são preparados vídeos, séries de TV, livros, artigos etc, mostrando coisas absurdas que só servem para desacreditar a Ufologia e os ufólogos honestos.
Procuramos, agora, definir a relação que existe entre a paranormalidade e os Et´s.
Já vimos que os Et´s, que nos visitam, utilizam freqüentemente a telepatia e os paranormais, em condição de concentração, são pólos mais preparados para o contato. Através dessa uniformidade podem surgir condições onde os Et´s, funcionando como os elementos principais do contato, passam a comandar as emissões e recepções mentais. Assim, podem ocorrer algumas formas de comunicação, não se sabendo até que ponto são verdadeiras, devido à falta de monitoramento.
Não queremos afirmar que os Et´s permaneçam voando em nossa atmosfera exclusivamente afim de captar transmissões mentais dos nossos paranormais. Isso pode acontecer em locais onde os Et´s já estejam fazendo pesquisas ou mantendo alguma espécie de contato com pessoas, de forma repetitiva, periódica e onde possam ocorrer, paralelamente, reuniões mediúnicas.
Várias ocorrências de contatos com Et´s foram relatadas pelo Gal. Uchoa no seu livro A Parapsicologia e os discos voadores e se referem a fatos acontecidos de maneira periódica e repetitiva, num local onde eram realizadas reuniões mediúnicas. Acreditamos como explicação, sem termos provas, de que essas reuniões coincidiram em local e época com pesquisas que já estavam sendo feitas pelos Et´s. Em função da presença de paranormais e das condições de concentração passaram a acontecer os contatos telepáticos, através dos quais surgiram os entendimentos necessários para a seqüência dos fatos. E, lá, muitos fatos aconteceram de maneira periódica, perfeitamente combinados e na presença de várias testemunhas. Muitos efeitos, específicos do fenômeno OVEt, ocorreram naquela ocasião.
Aceitamos que as ocorrências de Alexânia, relatados pelo Gal. Uchoa, são verdadeiras, justamente pelos efeitos provocados pelos Et´s e suas relações intrínsecas com o fenômeno OVEt.
Alguns relatos, apresentando contatos telepáticos entre os tripulantes dos OVEt´s e as testemunhas, achamos também que são verdadeiros porque incluem efeitos característicos.
Em contrapartida, outros relatos são provenientes de ignorância, egoísmo, exibicionismo, oportunismo financeiro e servem apenas de “inocentes úteis” para os despistadores. Quando as informações são publicadas com o objetivo previsto, planejado e manipulado para despistamento, lucro financeiro e promoção pessoal os autores delas devem ser execrados publicamente, combatidos e punidos judicialmente, se possível. São lobos cercando cordeiros de boa intenção.
Portanto, procuramos deixar claro que existe uma relação entre a paranormalidade e os Et´s quanto aos fatores comuns entre concentração e possibilidade de contato telepático. Não endossamos, entretanto, as inclusões de criações anímicas e, muito menos, de “invenções” feitas para ganhar fama e dinheiro, tal como acontece com alguns freqüentadores assíduos de seminários e congressos de Ufologia.
Achamos necessário definir bem a diferença que existe entre a Paranormalidade e os contatos mediúnicos com os espíritos desencarnados, com aquelas afinidades telepáticas com os Et´s vivos.
Os espíritos desencarnados, pertencentes à esfera espiritual do planeta Terra, podem fazer contatos mediúnicos com aqueles aqui encarnados em corpos físicos. Os mesmos médiuns que servem de intermediários para esses contatos podem servir de pólos, ou antenas, condicionados para receberem comunicações telepáticas de seres vivos, ou espíritos encarnados, da própria Terra ou de qualquer outro planeta, ou seja, dos Et´s vivos que nos visitam. As duas situações são perfeitamente distintas não podendo ser misturadas porque provocam as confusões que são transmitidas através de relatos, artigos, livros, palestras, filmes e vídeos.
Dessa forma um paranormal pode receber informações de espíritos da esfera espiritual da própria Terra, já desencarnados e considerar que seja um contato com Et´s vivos. Somada à essa condição ainda podem aparecer informações adicionais, anímicas, criadas pelo próprio sensitivo, aumentando assim a dificuldade de entendimento ou provocando o descrédito.
Se esse informante espiritual estiver afim de provocar maior confusão ou preparar zombarias ele pode fazer o papel de um Et vivo, transmitindo coisas absurdas e mentirosas. Essa condição pode surgir quando o próprio médium busca contatos pessoais, diferentes e exclusivistas com os Et´s e acaba recebendo falsas informações, através de espíritos desencarnados pertencentes à própria esfera terrestre.
Portanto não pode haver mistura do intercâmbio de espíritos encarnados e desencarnados com comunicações telepáticas com Et´s vivos, iguais à nós.
Fonte: Portal Ufo- Gênesis – Valter Morandi

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Vejamos Logo Abaixo Algumas Outras Informações na qual Pude Pesquisar Sobre Contatos Telepáticos.


** Telepatia **

Nos departamentos parapsicológicos de muitas universidades famosas fenômenos até agora não pesquisados, como clarividência, visões e telepatia são investigados através de métodos científicos exatos. Exames isolados e em série provaram que existe transmissão de pensamento. Excluem-se daí todas as histórias de espíritos e fantasmas de ocultismo duvidoso bem como idéias inspiradas em fanatismo religioso. Consideram-se exclusivamente fenômenos capazes de serem investigados em laboratório. Em agosto de 1959 concluiu-se a experiência "Nautilus". Comprovando-se não só a possibilidade da telepatia como a de que as transmissões de pensamentos entre cérebros humanos são mais intensas que as realizadas por meio de rádio-ondas. A experiência foi esta: - a uma distância de vários milhares de quilômetros do "emissor do pensamento", o submarino "Nautilus" mergulhou algumas centenas de metros sob o nível do mar, todas as ligações de rádio ficaram interrompidas, pois não penetram à níveis profundos de água. Mas funcionou a telepatia entre o senhor X e o senhor Y. Após tais testes científicos, pergunta-se quanto mais o cérebro humano é capaz? Poderá assegurar comunicações mentais mais rápidas que a luz?

Como ligar a TV usando a força mental( Associated Press - julho / 98 )
Uma empresa japonesa apresentou um telecomando, ligado a um terminal de computador, capaz de trocar canais de televisão ou de ligar e desligar qualquer eletrodoméstico por meio de ondas cerebrais. O aparelho será vendido ao equivalente U$ 4.800. O produto, chamado sistema operativo de telecomando cerebral (SOTEC), e fruto da colaboração entre duas empresas japonesas, a Technos Japan Company e o Instituto Himeji de tecnologia. Se o usuário quiser ligar o ar condicionado, concentra seus olhos no símbolo que representa este aparelho na tela do computador. Para que a ordem seja cumprida, precisa usar um par de óculos sensíveis às ondas cerebrais beta. Depois, segundo Sadahiro Ushitani, porta voz da Technos, ele diz para si mesmo algo como " agora " e o aparelho começa a funcionar. Toda ordem mental enérgica produz um sinal que os óculos interceptam e canalizam para o computador principal do SOTEC. O computador então ativa o dispositivo selecionado. "Não se pode apenas "olhar" o símbolo, disse Ushitani, é preciso enviar conscientemente um impulso positivo. Outros dispositivos do menu do computador incluem: as luzes, o sistema de som e outros controles. Este menu pode ser ampliado de acordo com os aparelhos elétricos da casa do usuário. Ushitani acredita que o telecomando possa ajudar pessoas paralíticas ou presas à uma cama. Ele disse que a Technos recebeu muitos pedidos de informações de centros de saúde desde que o aparelho foi apresentado ao público. As pessoas que podem se beneficiar particularmente com o telecomando cerebral são as que sofrem de problemas de fala que às impedem de usar os telecomandos ativos oralmente.




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** O Caso Cayce **









A história, que hoje está na literatura científica, conta como o americano Edgar Cayce descobriu sua fantástica capacidade "mental". Embora tenha morrido em 5 de janeiro de 1945, ainda hoje médicos e psicólogos se ocupam da avaliação de suas ações. Edgar adoeceu gravemente quando ainda era menino. Convulsões e febre alta lhe consumiram até chegar ao coma. Enquanto os médicos tentavam em vão fazer a criança voltar à lucidez, Edgar, repentinamente, começou a falar, alta e nitidamente: explicou porque estava doente, indicou alguns medicamentos dos quais necessitava e disse quais os ingredientes de uma pomada com a qual deveria ser tratado, mediante fricções em sua coluna dorsal. Médicos e parentes ficaram perplexos, pois não podiam imaginar de onde vinham ao garoto esse conhecimento e os vocábulos científicos. Uma vez que o caso parecia sem esperança, executaram suas indicações e a cura procedeu-se clara e rapidamente. A ocorrência divulgou-se por todo o estado do Kentucky. Como Edgar havia falado em estado de coma, muitas propostas surgiram no sentido de hipnotizá-lo para tentar obter conselhos para novas curas. Edgar recusou. Só quando adoeceu um amigo ele ditou uma receita precisa, usando palavras latinas que jamais conhecera. Uma semana mais tarde o amigo estava restabelecido. A austera American Medical Association concedeu a Caye uma licença especial para dar consultas, embora não fosse médico. Certa vez "prescreveu" a um paciente muito rico, certo medicamento que não foi possível descobrir em parte alguma. O homem colocou anúncios em jornais de grande circulação, inclusive no exterior. De Paris(!), um jovem médico escreveu que seu pai havia, anos atrás, preparado este medicamento, cuja produção, no entanto, há muito encerrara. A composição era idêntica às indicações de Edgar. Em outra receita mencionou o endereço de certo laboratório de uma cidade distante. Em uma busca telefônica receberam a informação de que o medicamento já estava sendo preparado, que a fórmula estava pronta apenas buscavam um nome para o produto que, no entanto, ainda não se achava à venda.Edgar declarou crer que podia entrar em contato com qualquer cérebro e lhe extrair as informações que precisava para o diagnóstico. Ele pedia informações ao cérebro do paciente, que sabia exatamente o que estava acontecendo em seu corpo. Depois, procurava, em qualquer lugar do mundo, o cérebro que pudesse lhe dizer o que deveria ser feito.

Fontes: CAYCE, Edgar. The Sleeping Prophet . Hardcover / Published 1997.CAYCE, Edgar, A.Robert Smith (Editor). As Memórias Perdidas de Edgar Cayce. Paperback / Published 1997.


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**Experiência para comprovar a telepatia **

Realizada em 29 e 30 de maio de 1965 esta experiência concentrou 1008 pessoas ao mesmo tempo, sim, no mesmo segundo, sobre figuras, sentenças e grupos de símbolos, que por elas foram "irradiados" com energia concentrada para o universo. Essa experiência, única em vulto e espécie, por si só, já é admirável, porém mais singulares ainda são seus resultados. Nenhuma pessoa que dela participou conhecia qualquer outra. Os participantes viviam a centenas de quilômetros de distância, uns dos outros. Preenchendo formulários impressos, 2.7 % dos participantes responderam que haviam visto uma imagem, a imagem do modelo de um átomo. Como qualquer entendimento prévio ou combinação entre as "cobaias" teria sido impossível, é realmente surpreendente que esta porcentagem tenha visto a mesma imagem pensada. Telepatia? Charlatanismo? Acaso? Admitimos ser tudo um tema de ficção científica, mas tal experiência, organizada por cientistas, efetivamente se realizou.
Fontes: DANIKEN, Erich Von. Eram os Deuses Astronautas?

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Vou Falar um Pouco Sobre Conspiração Governamental... Boa Leitura...

** A história secreta dos espiões psíquicos dos Estados Unidos. **









Não era um segredo mundial o fato de que a União Soviética mantinha um serviço de espionagem psíquica nos tempos da guerra fria. Os russos possuíam psicobiofísicos (como preferiam chamar os parapsicólogos) de um grande gabarito: Naumov, Leonid Vasiliev e outros, apesar do "sistema" então vigente. De vez em quando, corriam notícias acerca de "top secrets" dos Estados Unidos divulgados a partir da União Soviética o que, evidentemente, criava surpresa e mal estar aos americanos.Um sistema de radar barato- Parece-me que seria um tipo de sistema de radar barato, infernal. E se os russos o possuem e nós não, estamos envolvidos em um sério problema. Repreentative Charlie Rose - D-NC, House Select Comittee on Intelligence (1979).Radar barato? Que radar seria este?Os americanos resolveram convocar dentro das suas Forças Armadas os oficiais que manifestassem talentos e pendores paranormais. Não teriam o dispêndio de fortunas extra, criação de novos cargos e, sendo militares, os convocados já estariam acostumados ao comando das hierarquias e a manterem o sigilo diante dos segredos que lhes fossem confiados. O livro de Sheila Ostrander e Lynn Shroeder - Descobertas Psíquicas atrás da Cortina de Ferro (Psychic Discoveries behind the Iron Curtain), publicado em 1970 acendeu o temor de que o atraso americano em relação ao emprego da "Energia Psi" como forma de espionagem, colocasse o país desarmado e sem reação diante daquele tipo inusitado de arma secreta. Ostrander e Shroeder noticiavam quarenta cidades do bloco soviético como possuidoras de "centros de adestramento" e pesquisas psíquicas muito bem administrados por um Prêmio Lenin - Leonid Vasiliev - também diretor de fisiologia da Universidade de Leningrado.O estímuloO "Caso Nautilus" foi um dos fortes estímulos que impulsionaram a "corrida psíquica" na União Soviética. A revista francesa "Science et Vie" publicou, em 1960, um artigo sensacional intitulado "O Segredo do Nautilus". O artigo relatava o fato de que os Estados Unidos haviam empregado a telepatia para se comunicarem, de terra, com o submarino Nautilus, o primeiro submarino nuclear americano, submerso sob a capa de gelo do Ártico. D acordo com o relato, o presidente Eisenhower dedicara um carinho especial a este projeto que demonstrou índices de sucesso superiores a todos os que envolviam, até então, o uso da telepatia. No projeto figuravam a Marinha, a Força Aérea, a Westinghouse, General Electric, laboratórios Bell e a Rand Corporation. O item de relevo era o de que um submarino quando imerso em águas muito profundas não conseguia receber ou transmitir informações, devido ao forte bloqueio feito pelas águas do mar nas freqüências do rádio. Para se comunicar, o submarino teria que emergir e subir a sua antena se expondo ao ataque inimigo, a telepatia aparecia como solução ideal para estes problemas devido a ausência de quaisquer obstáculos à sua ação. Se a telepatia podia ser usada com tal sucesso, todos os outros meios de comunicação, tecnológicos ou não, estariam, desde já, obsoletos. O autor do artigo, Gerard Messadiè, citou como FONTE o cientista, jornalista, escritor e herói da resistência francesa na 2ª Guerra Mundial, Jacques Bergier, co-autor do "best seller" - O Despertar dos Mágicos - Bergier desculpou-se e tirou o corpo fora da estória. Os americanos negaram o fato veementemente, mas a União Soviética acreditou piamente na existência do "affair", julgando que todas as negativas americanas eram devidas ao "SEGREDO", tão comum, em eventos como este. Estimulados, os russos mergulharam profundamente nos trabalhos referentes à espionagem psíquica. Eduard Naumov pode reportar que os russos haviam obtido um sucesso extremo em experiências semelhantes a do Nautilus e que já haviam desenvolvido um método de espionar telepaticamente as comunicações psíquicas de outros povos. O livro de Ostrander e Schroeder apareceu nesta época. Estes fatos dispararam os mecanismos de ATENÇÃO dos Estados Unidos. A CIA e o Pentágono, que jamais haviam dado a menor importância às pesquisas efetuadas no território americano (anos 50 e 60), resolveram observar e executar trabalhos e pesquisas mais concretas nesta área. Partiram para a seleção dos "talentos psíquicos", procurando-os dentro das suas Forças Armadas.-"Nunca apreciei os debates mantidos com os céticos, porque se você não acredita que a "visão remota" (remote view) é real, você não fez o seu "Para Casa". Não sabemos explicá-la, mas não estamos interessados nisto e sim em determinarmos onde há um uso prático para ela". -Major General Edmund R. Thompson.Army Assitant Chief of Staff for Intelligence (1977/81).Quando foi finalmente selecionado um "dream team" de atletas PSI, este time estabeleceu-se em Fort Mead com a denominação inicial de - Gondola Wish - um projeto apresentado por Skip Atwater, já entrosado no assunto da espionagem psíquica e com um curriculum realizado no SRI (Stanford Research Institute) de "efeitos" paranormais: a habilidade de "sair fora do corpo" (out of body experience - obe) adquirido na sua adolescência. A tarefa de selecionar "dream team" de operadores psíquicos lhe foi imposta, tendo como companheiro de trabalho o Major Watt. O grupo, inicialmente, foi composto por: Mel Riley, Steve Hauson, Nancy Stern, Bud Duncan, Fernand Gauvin, Steve Holloway, Ken Bell, Joe MacMoneagle e outros (alguns desses nomes são pseudônimos). Joe MacMoneagle, posteriormente, foi eleito o mais-que-perfeito dentre todos eles e Mel Riley foi um outro destaque. Mais tarde, Pat Prince agigantou-se no cômputo geral de excelência do "dream team", como os chamou Jim Schnabel, biógrafo dos acontecimentos.Remote viewing (visão remota)O que é "visão remota"? Esta designação foi cunhada por Joe MacMoneagle como um tipo de sinônimo para clarividência (clairvoyance). A visão remota ultrapassa as bases da clarividência e algumas das suas características. Tecnicamente, o clarividente possui a habilidade de perceber coisas à distância, mas, NO TEMPO DITO REAL. A visão remota ultrapassa a 4ª dimensão - O TEMPO. -MacMoneagle e alguns dos seus companheiros conheceram tempos remotos e tempos futuros, visitaram e argüíram pessoas, mentalmente, no momento já ultrapassado de suas experiências e delas conseguiram extrair segredos capitais. Em alguns casos, os "remote viewers" tiveram o poder de influenciar mentes e inspirar acontecimentos futuros nas vidas das pessoas que pesquisavam. Ken Bell, um dos sensitivos, calcou na mente de um membro da KGB, a idéia de que deveria voltar para a União Soviética, pelos seus filhos, Sergei e Svetlana, que se ressentiam da sua ausência e das promessas que o pai lhes fizera. Segundo Jim Schnabel, esta foi uma das mais bizarras das investigações psíquicas levadas a efeito. Quando Bell percebeu que a resistência mental do russo havia arriado, conseguiu retirar as respostas de que necessitava, com urgência, no seu trabalho de espionagem.The Monroe InstituteFundado pelo engenheiro Robert Monroe, ele próprio um paranormal cuja especialidade era a "saída fora do corpo" / OBE. Bob Monroe escreveu três livros sobre o tema sendo que o primeiro deles em co-autoria com o Dr. Charles Tart, quem o pesquisou.Monroe dedicou uma grande parte da sua vida à pesquisa dos Estados de Consciência Alterados, razão do seu instituto. O marco número 1 do seu programa de cursos e treinamentos - o Gateway Voyage - foi freqüentado por diversas turmas de oficiais graduados e de militares pertencentes às Forças Armadas Americanas. Joe MacMoneagle acabou por casar-se com a enteada de Bob Monroe, Nancy, quem dirigiu por anos a fio o The Monroe Institute. Hoje, o casal mantém o seu próprio centro de estudos. O vidente 518 (número código de Moneagle) foi apelidado de "Joe of Arc", devido à semelhança dos eventos paranormais na sua vida, com os ocorridos na vida de Joana D'Arc - a donzela de Orleans.Uri Geller (The Trickster - o Prestidigitador)-"Eu seria um enigma acima de qualquer outra coisa mais" - Uri Geller.Até hoje Uri Geller, ao que parece, continua sendo um enigma para os cientistas: um paranormal genuíno? Um mágico? Ilusionista? Shaman? Prestidigitador?Uri Geller já havia encontrado em Moshe Dayan um ardente fã, quando o herói da Guerra dos Seis Dias o testou e obteve a prova dos seus talentos. - O que pode você fazer por Israel? - perguntou-lhe Dayan.Uri Geller não pertencia ao exército americano, mas fora testado no SRI (Stanford Research Institute) pelo físico Harold Puthoff e Russel Targ. O astronauta Edgard Mitchell que após visitar a lua tornou-se em um entusiasta das pesquisas parapsicológicas fundando o "Institute of Noetic Science", também já fora conquistado pelos talentos do jovem israelense apresentado a ele por Andrija Puharich (na época, mentor de Geller), um cientista muito conhecido e afamado internacionalmente. Edgard Mitchell foi o introdutor de Geller no círculo da PSI americana. Testado, Uri continuou sendo um enigma: obtinha sucessos fenomenais e alguns fracassos desorientadores. As opiniões sobre as suas atuações eram divididas: uns o julgavam um talento genuíno e outros se mantinham céticos a respeito. Entretanto, alguns "efeitos" impressionantes aconteceram durante o período em que foi testado, dentro do local dos testes e... nas casas de alguns dos envolvidos na pesquisa. "Efeitos" estes iguais aos que ocorriam durante o tempo em que residia com Andrija Puharich e que foram relatados no livro "Uri", escrito pelo cientista.Na temática deste livro, toma-se conhecimento de que, segundo Puharich, Uri Geller devia os seus talentos às monitorações de SPECTRA e HOOVA, artefatos espaciais alienígenas, que provocavam efeitos "especiais e espaciais" através de Uri Geller, os mesmos efeitos relatados por Jim Schnabel no seu livro sobre a espionagem psíquica secreta, nos Estados Unidos: vozes metálicas profetizando e advertindo fatos, energias coloridas invisíveis a olho nu e tornadas visíveis nos filmes dos pesquisadores, aparições terrificantes de discos voadores tipo hologramas... que apavoravam os familiares dos pesquisadores e outros etcéteras.Harold Puthoff e Russel Targ, já trabalhando do SRI, foram chamados a colaborar com o programa. Através de Puthoff, Ingo Swann, um artista novaiorquino que já se submetera às experiências PSI no "City College of New York" e no "The American Sciety for Psychal Research", veio trabalhar com os pesquisadores e o "exército de espiões psíquicos". Deve-se a Swann o sistema de COORDENADAS, que recebeu psiquicamente, para facilitar os trabalhos dos "remote viewers" e a "observação apurada de exatidão" das pesquisas, que ele denominou de AOL.AOLEsta técnica separa o "sinal-psi" do revestimento turbulento representado pela racionalidade analítica do próprio "sujet" (sujeito - o paranormal) e que surge nas seguintes ocasiões: bem no início da "sessão" o vidente declara - "é igual a ..." ou "me parece ser..." ou "lembra-me..." ou quaisquer outras qualificações, especialmente "igual a..." Nestes casos, o AOL está se manifestando e estragando a informação subliminar recebida sempre nos primeiros instantes. O sensitivo irá se ater às suas racionalizações, deixando de lado as informações genuínas. Se o AOL ocorrer no final de uma "sessão" bem sucedida, então, tornar-se-á em um elemento valioso para os dados subliminares já recebidos. Exemplo: se a tarefa dada foi - a pirâmide do Egito - e após falar a intuição do sensitivo ele oferecer descrições como "é como uma tenda" ou "lembra-me o rio Nilo" o AOL é válido e irá complementar os dados intuitivos, desenvolvendo a análise racional do próprio sensitivo sobre a tarefa imposta para que nela trabalhasse através de coordenadas, isto é, sem saber de início, qual seria o alvo desejado pelo seu testador.Fatos bizarrosDon Curtis, físico do grupo de Livermore, descansava em sua casa com a esposa. Curtis estava envolvido com os testes de Uri Geller. De repente, um braço holográfico, com a mão substituída por um gancho, pairou diante dos dois, balançou-se no ar e desapareceu. Em outra residência, a família de um dos cientistas já presenciara um holograma de um disco voador. Curtis relatou o fato a Kennett, pertencente à CIA, e os dois chamaram, imediatamente, Harold Puthoff e Russel Targ. Puthoff já patenteara a sua descoberta de um laser infravermelho e trabalhava no SRI, para o governo, na área dos lasers. Ele e Russel Targ estavam trabalhando com Uri Geller e foram interrogados se haviam usado lasers para comporem aquelas fantasmagorias. Os dois negaram veementemente a fraude. Então, foram chamados para colaborarem na investigação de uma possível fraude. Targ, Puthoff e Kennet encontraram-se em Washington, Kennet acabava de relatar-lhes a "aparição" do braço na casa de Curtis, quando uma mão pesada bateu na porta do quarto do hotel onde ele se hospedava. Apavorados, Targ escondeu-se atrás das cortinas e Puthoff voou para o banheiro, Kennet não teve opção: foi abrir a porta. Na soleira, um personagem vestido à moda da Idade Média. A inusitada e nebulosa figura caminhou vagarosa e pesadamente até chegar aos pés das camas do aposento, deu meia volta e falou com voz estranha e pomposa - Eu ... devo... estar... no... quarto... errado! E saiu de cena caminhando devagar e dando a chance de ser reconhecida a sua identidade: faltava-lhe um braço, umas das mangas do seu traje pendia vazia. De outra feita, no laboratório onde Geller estava sendo testado, apareceu uma voz metálica durante a gravação feita pelos pesquisadores, PROIBINDO que eles testassem Uri Geller.Um outro pesquisador, testando uma das médiuns do programa, de repente, viu no teto da sala o rosto do seu próprio pai falecido há algum tempo.O próprio Kennet, da CIA, passou por maus pedaços, quando "pescou" de um dos livros de Robert Monroe, a técnica para "sair fora do corpo". Kennett não soube fazer bem o seu para casa. Conseguiu o seu intento mas deparou com um grupo de monstrengos e um horrível duende (goblin) na outra dimensão do seu quarto. Apavorado, encontrou dificuldades extremas em refugiar-se dentro da fortaleza representada pelo seu próprio corpo físico estirado na cama. Bob Monroe sempre forneceu um ALERTA ignorado pelo temerário representante da CIA. Monstros e outras deformidades encontradas "lá fora", podem significar as NOSSAS PRÓPRIAS DEFORMIDADES INTERNAS: de caráter ou de personalidade. É a nossa parte sombria, que precisa ser trabalhada. Com o passar do tempo o programa dos "remote viewers" foi encerrado devido a várias controvérsias nos altos comandos da iniciativa, somente o senador Byrd e Dick D'Amato, fizeram uma pálida reação contra a decisão dos que estavam na Colina do Capitólio, os suportes do programa, para que não encerrassem as pesquisas em Fort Mead: o quartel general dos espiões psíquicos dos Estados Unidos.Fonte:- "Remote Viewers" - The Secret History of America's Psychic Spies- Autor: Jim Schnabel - Dell BookJim Schnabel, autor da pesquisa e do livro, é um escritor científico que contribui com os seus artigos para o The Washington Post, Science, Discover, New Scientist, The (London) Indenpendent, The Observer, The Guardian e The Economist. Autor dos livros: Round inCircles (sobre os "Crop Corcles" ingleses) e Dark White, sobre os pesquisadores de UFOS (OVNIS) na América. É possuidor de graus em engenharia elétrica e em sociologia da ciência, reside em Londres.As pesquisas psíquicas americanas, tema do livro Remote Viewers , foram dirigidas ou financiadas pela CIA, FBI, SRI, Pentágono, dentre os principais Serviços de Inteligência dos Estados Unidos e do Governo Americano.


Mais Informações de Edgar Mitchell







Edgar Dean Mitchell (17 de setembro de 1930), astronauta norte-americano e sexto homem a pisar na Lua, como piloto do Módulo Lunar Antares na Missão Apollo 14, em 9 de fevereiro de 1971.
Mitchell foi oficial da marinha dos Estados Unidos, entre 1953 e 1972, e entrou para a NASA em 1966. Sua viagem para a Lua, junto com Alan Shepard e Stuart Roosa na Apollo 14, foi seu único vôo espacial. No satélite, ele e Shepard exploraram a região de Fra Mauro, cumprindo o objetivo da missão anterior, a Apollo 13, que não pôde pousar na Lua por causa de um acidente com a nave no espaço.
De todos os astronautas que pisaram na Lua, Mitchell foi o maior entusiasta de teses sobre fenômenos paranormais e de vida extra-terrestre. Ele expressou publicamente sua opinião de que tinha 90% de certeza de que “muitos dos milhares de OVNIS avistados desde a década de 40 eram de visitantes de outros planetas” e de que estes OVNIS tinham sido “objetos de desinformação pelos governos, de maneira a desviar a atenção dos povos em geral e criar confusão para evitar que a verdade viesse à tona”, escrevendo livros sobre o assunto.

Edgar Dean Mitchell (17 de setembro de 1930), astronauta norte-americano e sexto homem a pisar na Lua, como piloto do Módulo Lunar Antares na Missão Apollo 14, em 9 de fevereiro de 1971.
Mitchell foi oficial da marinha dos Estados Unidos, entre 1953 e 1972, e entrou para a NASA em 1966. Sua viagem para a Lua, junto com Alan Shepard e Stuart Roosa na Apollo 14, foi seu único vôo espacial. No satélite, ele e Shepard exploraram a região de Fra Mauro, cumprindo o objetivo da missão anterior, a Apollo 13, que não pôde pousar na Lua por causa de um acidente com a nave no espaço.
De todos os astronautas que pisaram na Lua, Mitchell foi o maior entusiasta de teses sobre fenômenos paranormais e de vida extra-terrestre. Ele expressou publicamente sua opinião de que tinha 90% de certeza de que “muitos dos milhares de OVNIS avistados desde a década de 40 eram de visitantes de outros planetas” e de que estes OVNIS tinham sido “objetos de desinformação pelos governos, de maneira a desviar a atenção dos povos em geral e criar confusão para evitar que a verdade viesse à tona”, escrevendo livros sobre o assunto.
Fonte de Edgar Mitchell : Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Astronauta é destaque no encontro Inet-2001

Congresso mostra como as novas tecnologias influenciarão a vida da sociedade em futuro próximo





Mitchell - Estrela maior do Inet 2001, o piloto da missão espacial Apollo 14, Edgar Dean Mitchell, acredita que as novas tecnologias podem ser uma faca de dois gumes nas mãos do ser humano. Ele defende a tese de que o homem não deve desenvolvê-las apenas pensando em acumular poder e riqueza. De acordo com Mitchell, essas ferramentas precisam ser usadas para ajudar na comunicação entre as pessoas, disseminar conhecimento e aumentar o grau de instrução dos povos - o que diminuirá as diferenças sociais no mundo.
Confira a seguir, uma breve entrevista com o astronauta:
Como vê o futuro das tecnologias inteligentes e das redes globais no mundo?
"Tecnologias inteligentes e redes globais são certamente parte importante de nosso futuro. À medida que aprendemos a utilizá-la, a humanidade continuará inovando e inventando, assim como no passado. O que devemos discutir, hoje, é a forma de uso da tecnologia. Ou a utilizamos para melhorar nosso planeta e suas espécies, ou de maneira insensata, e continuamos usando para violência, para prejudicar a civilização e nosso frágil meio ambiente. O problema nunca foi a tecnologia em si, mas a mentalidade de quem a detém".
Acredita que as tecnologias inteligentes podem ajudar o homem a desvendar os mistérios do universo?
"Tecnologia é apenas uma ferramenta para criatividade e geniosidade humanas. Se aplicada para responder os ‘difíceis problemas’ sobre a existência e o universo, seguramente poderá ajudar. Se aplicada apenas na criação de mais tecnologia e maiores lucros, então os mistérios do universo seguramente continuarão mistérios".
Crê que as novas tecnologias ajudarão a diminuir as diferenças sociais do mundo?
"Utilizar tecnologia para ajudar na comunicação entre as pessoas, disseminar conhecimento, e tornar-se mais instruído é o que diminuirá as diferenças sociais no mundo. Novamente, é a intenção humana em utilizar a tecnologia corretamente que fará a diferença, não a tecnologia por si só".
O uso de tecnologias inteligentes na área espacial pode gerar que tipo de avanços para a humanidade?
"Acredito que nosso destino é explorar o universo e tecnologia sofisticada é vital para isso. Porém, antes que isso aconteça, precisamos organizar melhor nossa casa global e entender bem melhor a Natureza. O avanço mais significativo para a humanidade será quando aprendermos a entender e viver em harmonia com o processo natural".
Que tema abordará no Inet 2001?
"Além de abordar o futuro das tecnologias na Terra e no Universo, discutirei recentes desenvolvimentos em ciência e como estes são pertinentes a problemas tão difíceis da civilização humana e nosso lugar nesse sistema maior da existência".
Nascido em 17 de setembro de 1930, em Hereford (Texas/EUA), casado e pai de dois filhos, Edgard Mitchell é titulado em Administração Industrial no Instituto Carnegie de Tecnologia (1952) e em Engenharia Aeronáutica pela Escola de Pós-Graduação Naval Norte-americana (1961), além de doutorado em Aeronáutica e Astronáutica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts em 1964. Sua participação em missões espaciais é relevante: sexto homem a pisar no solo lunar, tem mais horas de vôo espacial do que Neil Armstrong: 216 contra 205.
Aposentado da Marinha, com o grau de capitão, e da Nasa em outubro de 1972, fundou o Institute of NoEtic Sciences, em Palo Alto (Califórnia/EUA), do qual é presidente. Foi presidente da Edgar Mitchell Corporation (Emco) em Palm Beach (Flórida/EUA), de 1974 a 1978. Depois, tornou-se o presidente da Companhia Mitchell de Comunicações, também na Flórida. Escreveu o livro "Exploração Física: Um Desafio para a Ciência".
Fonte: NovoMilenio

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Conjunto de Curiosidades...


1) Curiosidade

** O Experimento Filadélfia **

O "Andrew Furuseth" dirigiu sua quilha rumo ao ponto de atraque que lhe correspondia. Os motores, já quase parando, deixavam escutar os gritos, na forma de ordens, que se proferiam desde a terra. "Andrew Furuseth" volveu-se em sua manobra à direita, um pouco perigosamente. Se não tivesse corrigido seu rumo quase imediatamente, haveria abalroado um vaso de guerra cuja proa sobressaía alguns metros do limite de uns dos embarcadouros. Carlos Allende, marinheiro, pôde distinguir até os mais mínimos detalhes do barco militar, a atividade dos marinheiros sobre as pontes, as armas de guerra brilhantes, os aparelhos... e leu perfeitamente seu nome: ELDRIDGE D. E. 173. De repente, um leve murmúrio, ao princípio imperceptível, converteu-se em um lapso de tempo muito breve, em verdadeiro rugido que machucava os tímpanos e aconteceu algo surpreendente. Deixemos que seja o próprio Allende quem prossiga o relato:
"Vi que o ar que rodeava o barco de guerra tornava-se um pouco mais escuro que o resto do ar e em poucos minutos, vi erguer-se uma névoa verdosa, como uma nuvem muito tênue... E então, vi que o D. E. 173 desaparecia rapidamente de minha vista. Começou como um zumbido, que foi crescendo até converter-se em rugido, como uma torrente. A extensão que cobria a nuvem esverdeada estava rodeada de eletricidade pura." Outros tripulantes do cargueiro contemplaram também o fato prodigioso, mas com menos detalhes que Allende, porque estavam ocupados com outras coisas e mais distantes do ponto onde se produziu a desaparição. Já em terra, ninguém tinha visto nada, os soldados que guardavam o cais responderam às perguntas de Allende com um soriso irônico; ao que parecia, não havia acontecido absolutamente nada anormal; e o que fez Allende esfregar os olhos para dar crédito ao que via: o ELDRIDGE D.E.173 ali estava, atracado em seu lugar, sobressaindo alguns metros do limite do embarcadouro, como se não tivesse se movido nem um centímetro, como se nada tivesse sucedido. Simultaneamente à misteriosa desaparição do barco de guerra - e assim foram recebidas diversas informações posteriores- , no porto de Norfolk, a centenas de quilômetros do Centro Naval da Filadélfia, apareceu misteriosamente e só por uns instantes um navio de guerra da marinha dos EUA. cujo nome de referência era ELDRIDGE D. E. 173. Subitamente fez sua aparição no cais, perfeitamente atracado; e de repente, também, se esfumou. O misterioso acontecimento ocorreu no mês de outubro de 1943. O governo dos Estados Unidos, os altos comandos militares, os investigadores aeronáuticos, ninguém fez o menor comentário. Os meios de difusão social não escreveram nem uma só linha nem pronunciaram uma só palavra.
Confirmações do desaparecimento
Um jornal do estado da Filadélfia - também em um número correspondente aos últimos meses do ano 1943- noticiava em sua seção de acontecimentos uma tremenda confusão promovida por um grupo de marinheiros em um bar dos subúrbios. Pelos dados que o periódico informava e segundo se ia lendo a notícia, a briga se produziu sem motivo aparente, como consequência do álcool ingerido e os ânimos exaltados, em uma discussão trivial entre os soldados e um grupo de clientes que compartilhavam entre si a bebida. Um acontecimento vulgar, sem maior transcendência; a não ser que consideremos que, ao chegar a polícia para acabar com a desordem, no interior do bar não havia nem um só dos marujos revoltosos. Não haviam abandonado o local pela porta, senão que, como se costuma dizer, esfumaçaram-se como por arte de mágica, quer dizer, se haviam tomado invisíveis. A notícia, assim divulgada, não era crível. Não estamos acostumados, nem sequer a polícia, a acontecimentos tão chocantes. As coisas não passaram daí e a insólita notícia foi esquecida, ao mesmo tempo que o jornal passou a dormir seu sono de data passada nos arquivos. E contudo, tanto à polícia com aos repórteres, passou desapercebida a circunstância de que os marujos brigões pertenciam a um navio de guerra experimental identificado como o D. E.173. Se o que Carlos Allende presenciou era verdade, o desenlace da confusão começa a ter sentido: os marinheiros que promoveram o tumulto eram os mesmos que, antes ou depois, conseguiram a invisibilidade a bordo do ELDRIDGE D. E. 173, voando Deus sabe por quê meios e em um instante até Norfolk, onde recobraram sua identidade visível durante breves momentos, para esfumaçar-se novamente e reaparecer em seu lugar de origem, o Centro Naval da Filadélfia, em uma viagem de ida e volta incrível, quebrando em mil pedaços todas as sólidas leis do tempo e do espaço. Depois, soube-se que praticamente a totalidade da tripulação do prodigioso barco foi licenciada e muitos de seus componentes foram considerados pouco menos que dementes pelas autoridades; outros desapareceram, desta vez, teme-se que, por procedimentos mais ortodoxos. E o navio de guerra ELDRIDGE D. E. 173 foi vendido a Grécia a 15 de janeiro de 1951. Quem sabe se continuará ainda cruzando os mares com sua enorme incógnita a bordo. Mas, certamente, o que se deve saber, antes ou depois se saberá. É como se a humanidade dispusesse de alguns recursos de aspectos casuais, capazes de levar à superfície os segredos ainda mais ocultos. E assim, por uma aparente casualidade, vieram a cair alguns testemunhos incoerentes em mãos de determinados investigadores do estranho que, puxando do fio, pouco a pouco, e com muitas dificuldades, pois se deparavam sempre com o muro do silêncio oficial, foram chegando até o princípio. Fruto do esforço de todos eles tem sido o trabalho de William Moore e Charles Berlitz, que, com o título de A experiência de Filadélfia veio à luz recentemente. Tentemos esclarecer os acontecimentos: o que Carlos Allende contemplou desde o convés do navio mercante "Andrew Furuseth" foi uma experiência de invisibilidade realizada com um navio de guerra e sua tripulação no Centro Naval da Filadélfia. Na citada experiência tratava-se de fazer invisível ao barco e todo seu conteúdo, seguramente para empregar o procedimento na guerra com todas as vantagens que isso traria consigo. A este respeito, não é um segredo que o exército dos Estados Unidos contava - como todos os exércitos- com uma ampla equipe de investigadores, entre os quais se encontrava Albert Einstein. E a experiência, segundo todos os indícios e pela informação de Allende, resultou um sucesso, pois a invisibilidade foi conseguida. O ELDRIDGE D. E. 173, de 93 metros de comprimento, 1.240 toneladas e 1.900 a plena carga, desapareceu dentro de um campo de energia. Do fato existem provas suficientes, entre elas filmes oficiais dos E.U.A., totalmente secretos, mas vistos por algumas pessoas.
As Viagens Secretas do D. E. 173
Para levar a cabo uma investigação ordenada do caso, era necessário, em primeiro lugar, encontrar os diários de bordo do navio mercante "Andrew Furuseth" e do ELDRIDGE durante as datas em que a experiência deve ter sido efetuada; logo, localizar aos componentes de ambas tripulações. Os diários de bordo não apareceram, porque as autoridades os haviam requisitado; e dos tripulantes de um e outro barco, só pode saber-se que a maioria havia desaparecido sem deixar rastro ou se achavam internados em centros psiquiátricos sem reabilitação possível. Do "Andrew Furuseth" apareceu o diário do maquinista. Suas anotações colocaram em evidência que no navio mercante havia regressado ao porto da Filadélfia, procedente do norte da África, nos dias em que Carlos Allende e outras testemunhas que apareceram depois, disseram haver presenciado a experiência de invisibilidade. Isto de encontro à versão original que foi recolhida por Jessup e que fazia totalmente impossível que o "Furuseth" houvesse ancorado no porto da Filadélfia em fins de outubro de 1943. Do D. E. 173 soube-se que, ainda que a data de entrega "oficial" em que os comandantes devolveram o barco em mãos das autoridades navais correspondesse ao mês de julho, desde um mês antes aproximadamente, esteve sendo utilizado em uma série de experiências de camuflagem de barcos para radar, em águas do Atlântico Norte. As mencionadas experiências consistiam em tornar invisível o barco aos "olhos" do radar, mediante a criação de um campo magnético envolvente. Consta que as experiências resultaram num sucesso completo. E esse triunfo deve ter sido o que animou ao grupo de investigadores, entre eles - como se disse-Einstein, a prosseguir, buscando a invisibilidade real. Como se conseguia o campo magnético? A resposta pode nos dar a diferença de capacidade de carga que o barco tinha no momento de ser entregue à força naval - verdadeira- e a que tinha quando foi entregue oficialmente. Revisemos as cifras: 1.240 toneladas de peso e 1.900 toneladas a plena carga, ao abandonar os estaleiros. Mas um mês depois as cifras ficaram modificadas da seguinte maneira: 1.620 toneladas de peso e 1.900 toneladas a plena carga. O que indica que o peso do barco se viu aumentado em 380 toneladas. Segundo os peritos, esse incremento de peso corresponde aos potentes eletroímãs que o barco encerrava em seus compartimentos e que tornavam possível e desenvolvimento das experiências. Quando o D. E. 173 foi adquirido pela Grécia, as 380 toneladas de peso haviam desaparecido. Os cientistas asseguram que a experiência é possível e afirmam que a descrição feita por Carlos Allende se ajusta a como deve ser o resultado dos potentes eletroímãs em ação dentro do barco: um zumbido de intensidade progressiva e o aparecimento de uma nuvem magnética, cada vez mais consistente, de cor verde-opaca, que gira em sentido contrário aos ponteiros do relógio. Admite-se que essa espécie de couraça energética pode chegar a camuflar um objeto, neste caso, um barco de guerra, de tal maneira que os radares não consigam capturá-lo.
Fontes: Site Fora do Ar


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2) Curiosidade

** EBEs Aquáticas **


por Martin Kottmeyer, publicado em REALL News vol.3/n.2 em Fev/1995



Resumindo a estrutura das experiências de abdução alienígena em 1987, Budd Hopkins mencionou o que agora parece uma lacuna enigmática em sua compreensão do que é hoje definido como o "programa híbrido". Algumas mulheres têm seus óvulos removidos dos tubos de Falópio, presumivelmente fertilizados e então "desenvolvidos fora do útero, sob circunstâncias que uma pessoa mal pode imaginar". (Intruders, pág. 196) Ninguém precisa imaginar mais. Vários abduzidos vieram revelar quais são essas circunstâncias.
A fonte mais antiga desta informação é um dos cernes das estórias de entidades biológicas extraterrestres (ou E.B.E.s) que se espalharam nos anos oitenta: The Dulce Papers [Os Documentos de Dulce] de Paul Bennewitz. Estes documentos descrevem uma instalação subterrânea que o governo deu a E.B.E.s em um acordo secreto. Entre os documentos estão desenhos de "criaturas bebê" em um líquido âmbar vistas por uma abduzida, Myrna Hansen, que alegou ter sido levada para lá em maio de 1980. Os seres são submergidos no fluido com dúzias por útero artificial e dezenas ou centenas de tanques com seres em fases diferentes de desenvolvimento. Um desenho mostra um gray deitado em uma incubadora retangular clara submerso em um líquido claro. Outro, desenhado em um estilo diferente, mostra um cinza mais velho flutuando em um fluido âmbar em um tubo de vidro de cinco pés.
Eu não sei quando os documentos de Dulce foram escritos e circulados primeiro. Ele estava mostrando-os a ufologistas e abduzidos muito antes de publicação geral. Uma cópia de uma entrevista de 1984 com Bennewitz indica que eles já existiam por aquela época. Pelo final dos anos oitenta e começo dos noventa eles tinham sido reimpressos em várias publicações. O folclore E.B.E. foi ridicularizado por muitos investigadores e Hopkins muito provavelmente escolheu ignorar esta fonte de informação se ele a conhecia já em 1987.
A próxima a testemunhar foi Betty Andreasson Luca na regressão dela de 19 de novembro de 1987. Ela descreve estar vendo alienígenas removendo um feto de outra mulher em uma cena claramente idêntica à do livro Intruders de Hopkins que tinha chegado às livrarias naquele verão. Depois ela vê um bebê em um líquido em um recipiente de vidro. O recipiente repousa frente a uma parede de recipientes de vidro cheios de plantas e coisas. Símbolos são visíveis. Isto se parece com uma sala de espécimes no estilo de uma sala de discos em Hangar 18 (1980). Em um desenho diferente nós vemos um recipiente diferente, um cilindro transparente com um feto suspenso verticalmente em um fluido e mantido no lugar por fios esticados presos nas orelhas e no topo da cabeça. Nenhum cordão umbilical está presente e a boca e o nariz estavam cobertos. Como poderia viver? Um biólogo profissional admitiu que a situação parecia intrigante para ele e Raymond Fowler é levado a especular que esta é uma unidade temporária para abrigar e transportar o feto em animação suspensa até que alcançasse um útero artificial. (The Watchers, 1990, pp. 20-30.) Pode ser pertinente notar que os documentos de Dulce indicavam que aliens poderiam absorver nutrição como uma esponja colocando as mãos deles em sangue. Embora ainda estranho biologicamente, tal informação emprestaria uma lógica à natureza do desenho dela.
Em A Vida Secreta de 1992 as circunstâncias da ectogênese de híbridos são tão bem conhecidas que são diagramadas na "Common Abduction Scenario Matrix" ["Tabela de Cenário de Abdução Comum"] de David Jacobs. Ele dá o testemunho de três abduzidos -- James Austino, Karen Morgan e Anita Davis -- como exemplos do que está sendo visto. Os fetos ou podem estar na vertical em uma solução líquida ou deitados em condições líquidas ou secas. Tanto quanto de 50 a 100 fetos são vistos no incubatório. Austino descreve uma parede de tanques de peixe com líquido azul e um borbulhamento. O pequeno alien é preso a fios. Anita Davis fala de tanques de peixe borbulhantes cheios de um fluido viscoso. O pequeno feto está conectado a uma corda que provê comida ou algo. Em maio de 1992 a minissérie de TV Intruders foi levada ao ar e reflete o avanço do folclore. Nos são mostrados fetos em um tanque de peixe apesar de sua ausência no livro Intruders que a inspirou.
O livro de John Mack Abduction (1994) também contém testemunho sobre incubatórios. "Jerry" vê um bebê "bem pequeno, magro" flutuando em um cilindro de plástico transparente. Os aliens querem aparentemente que ela se sinta orgulhosa da realização deles com seu bebê. "Por que eles fariam isto?", ela perguntou. Depois ela vê centenas de incubadoras retangulares com fetos. "Catherine" também vê um incubatório repleto do chão ao teto com recipientes de plástico com pequenos humanóides deformados submersos em água. O desenho dela da cena é incluído no livro de Mack. Mack expressa perplexidade sobre o programa híbrido com respeito a como os fetos parecem muito frágeis. Eles são "dificilmente estoque vital para perpetuar a raça humana ou qualquer outra raça". Em resposta, "Jerry", em uma abdução mais recente, descreve "lindos híbridos jovens com pele de porcelana". Outro abduzido insiste que os híbridos não parecem apáticos para ele, mas têm uma vitalidade sem igual. Todo o aparecimento destes testemunhos sobre incubatórios é de forma suspeita novo. A análise meticulosa de Thomas Bullard de 270 casos de abdução e relacionados até 1985 não apresenta nenhuma menção de incubatórios. O mais próximo parece ser a "Conexão de Dakota do Sul" que viu lascas parecidas com cortiça e literalmente centenas de "pequenas pessoas inacabadas por toda a sala". Seria a preparação para uma grande fraude? Mas por que nos dar mesmo tal pista? Também há casos dos próprios abduzidos serem envolvidos em fluido, mas eles provavelmente podem ser traçados ao episódio de 1971 "Ordeal" da série de TV U.F.O. que por sua vez também foi provavelmente inspirada pelas experiências de Leland Clark em 1965 com fluidos respiráveis como o FX-80 também conhecidos como perfluorocarbonos. (Dr. Ron Holtz, "Perfluorocarbons and the Breathing Pool", The Ufologist, abril-junho de 1991, pp. 5-7.) Enquanto alguns poderiam sugerir que estes testemunhos demonstram uma nova abertura por parte dos alienígenas, o fato persiste de que havia exemplos abundantes de tours pelo interior dos discos sendo oferecidos a abduzidos no período estudado por Bullard. Nós também não podemos assumir que o programa de incubadoras é novo. Betty Andreasson Luca antedata a experiência dela a 1973. Alguém não deveria tê-lo testemunhado antes dado o quão freqüentemente é visto agora?






Um precursor notável para estes relatos de incubatórios aliens "reais" existe dentro do filme estrangeiro maravilhosamente estranho Humanoid Woman (1981). O filme começa com astronautas que entram em uma astronave circular grande que tinha sofrido um acidente meses antes. Humanóides magros com olhos impressionantes estão flutuando sem vida ao redor. À medida que a câmera se move nós vemos um par de cilindros de vidro sendo que cada um contém um embrião que flutua em uma posição vertical. Dentro há um emaranhado de fios presos em lugares como as orelhas e o topo da cabeça. Ao contrário do desenho de Betty Andreasson, estes fios não estão esticados e claramente não estão sendo usados como apoio. Os exploradores concluem eventualmente que esta astronave era um laboratório de clonagem porque acharam seres idênticos em fases diferentes de desenvolvimento. Eles eram evidentemente "criaturas de tubo de ensaio" crescidas in vitro.
Clones eram um item ocasional das estórias OVNI dos anos setenta como o Clássico Sun schlockumentário The Outer Space Connection e o caso Brian Scott, para não mencionar certos rumores de recuperação de acidentes de OVNI. Poderia ser cogitado se poderia ter sido um desenvolvimento natural copiar material deste filme em casos posteriores. É porém um filme bem obscuro e eu não posso dizer que as semelhanças compelem a uma suposição de influência. O cenário era incomum, mas a imagem seguramente não era. Imagens de bebês sendo criados fora do útero têm sido uma noção futurística comum discutida em áreas feministas influentes como A Dialética do Sexo e certas opiniões jornalísticas sobre as tendências da tecnologia reprodutiva representadas por laparoscopia, fertilização in vitro, mães de aluguel, drogas para fertilidade e assim sucessivamente.
Susan Merrill Squier em seu livro publicado recentemente Babies in Bottles: Twentieth Century Visions of Reproductive Technology (Rutgers University Press, 1994) compilou uma história desta imagem ou ícone popular com suas conotações ideológicas mutantes. Ela localiza a imagem tão longe quanto 1863 e a história para crianças de Charles Kingsley The Water Babies [Os Bebês Aquáticos], um conto de moralidade repleto com temas da embriologia e zoologia daquele tempo. Squier documenta o interesse de Julian Huxley na história quando moço e o uso consciente dele disto como um popularizador da ciência. A idéia de bebês crescendo fora do útero passou a ser chamada de "ectogenêse" e era um assunto de debate por pensadores notáveis como J.B.S. Haldane, J.D. Bernal, Eden Paul, Norman Haire e Vera Brittain nos anos 20. A Eugenia estava em moda com suas esperanças e medos sobre como o homem poderia moldar seu futuro biológico. Alguns gostaram da idéia de ectogenêse; outros a acharam detestável na época, assim como hoje.
A ectogenêse foi permanentemente estabelecida como um ícone cultural quando o irmão de T.H. Huxley, Aldous, começou sua obra-prima Admirável Mundo Novo (1921) com uma visita fictícia, 600 anos a partir de então, ao Centro de Incubação e Condicionamento de Londres Central. Óvulos são fertilizados e sujeitos ao "processo bokanovsky" que rende em média 96 embriões idênticos. Padronização de forma contribui à estabilidade desta sociedade futura. Os óvulos são transferidos de tubos de ensaio a bocais, rotulados e transferidos para o porão úmido onde podem ser vistos "os flancos arredondados dos bocais [recipientes] que se alinhavam ao infinito, fileira após fileira, prateleira sobre prateleira". Os ruídos de maquinaria agitam levemente o ar. Os bocais se movem em esteiras lentas, periodicamente injetados com vários extratos. O trauma da decantação procede e nós somos informados de que as mais baixas castas trabalhadoras são alimentadas com menos oxigênio para inibir o crescimento do cérebro. "A 70% do oxigênio normal obtém-se anões". Depois de decantar os humanos desenvolvidos são condicionados para seus trabalhos futuros, "seu inescapável destino social".
Admirável Mundo Novo é requerido em muitas faculdades, um membro estabelecido do Cânone Westran. Mencioná-lo é invocar o horror de uma "distopia" futura de organização, menos sórdida que 1984 [de Orwell] é certo, mas algo que todos vêem que deveria ser evitado. Huxley considerou fazer um filme a partir dele em 1945, mas a RKO havia adquirido os direitos e tinha desejado muito dinheiro na revenda. Enquanto estava negociando, Huxley mencionou a um amigo que ele temia que o filme poderia ser censurado em um ponto fundamental. "Um ponto prático me preocupa. O que dirá o escritório de Hays sobre bebês em garrafas? Nós precisamos tê-los, já que nenhum outro símbolo do triunfo da ciência sobre a natureza pode ser tão efetivo quanto este. Mas eles permitirão? " (Squier, pág. 153.)
Esta função simbólica da ectogenêse não mudou. Bebês sob vidro seriam um troféu tecnológico que mostraria como a ciência dominou a natureza a ponto do próprio mistério da vida isto ter sido arrancado do útero. Você pode estar seguro de que os inventores continuarão almejando esta meta, em todo caso sob a desculpa de evitar as ligações emocionais de gestação conectada a mães de aluguel. Alguns duvidam que algum dia será prático ou compensador. Eu tenho menos dúvida nesse ponto do que sobre como a ectogenêse se parecerá. Cilindros sólidos transparentes e aquários com embriões submergidos foram tão retratados que parecem o caminho óbvio. Entretanto as experiências de Harlow que provam a necessidade de excitação tátil em primatas em desenvolvimento provêem pelo menos uma razão para pensar que a ectogenêse requereria uma forma de recipiente mais orgânica. Até mesmo se houver modos de contornar este problema com neuroquímica caprichosa, minha intuição é que incubadoras alienígenas estão próximas demais das expectativas da imaginação atual e sem as dificuldades e surpresas que tendem a aparecer em projetos de alta tecnologia. Compare os foguetes de revistas populares de ficção científica do começo do século XX à complexidade rica dos veículos no empreendimento do pouso na Lua com a Apollo para ver aonde quero chegar.
A exibição de Mack do desenho de Catherine do incubatório alienígena é irônico de alguns modos. Apresenta uma legenda que começa "Todos os seres no tanque são idênticos...". Mack fala fenômeno de abdução OVNI atingindo o coração do paradigma Ocidental, negando seu senso de domínio e poder e uma visão material da realidade. Contudo, como o comentário de Huxley indicou, não há nada que celebraria mais o excesso de materialismo que mostrar que a ciência futura dominará até mesmo os segredos da vida. O que poderia ser mais Ocidental que embriões em linha de montagem? Poderia algo contrariar mais a ligação Oriental à vida e ao holismo que dizer que a ectogênese é plausível e desejada por seres mais avançados no universo? A visão de abdução alienígena é muito menos uma ameaça para o pensamento Ocidental do que uma reflexão carnavalesca de seus sonhos e pesadelos.

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3) Curiosidade

"Maior hacker de todos os tempos" procurava ÓVNIS

O "maior hacker de todos os tempos", segundo um juiz americano, é um britânico que poderá ser extraditado aos Estados Unidos por ter acessado os computadores do Pentágono e da Nasa. Gary McKinnon baixou documentos confidenciais, instalou um programa que tornou "inoperante" o distrito militar de Washington, destruiu 1,3 mil contas informatizadas e se apropriou de 950 senhas. Ele procurava dados que pudessem provar a existência dos OVNI (objetos voadores não-identificados). Segundo o britânico, o governo americano esconde este fato do resto do mundo.
· Preso cracker que invadiu a Nasa
McKinnon é acusado de ter acessado ilegalmente e danificado 53 computadores do exército americano, da aeronáutica, do Pentágono e da Agência Espacial Americana (Nasa) entre fevereiro de 2001 e março de 2002. Perseguido em 14 Estados americanos, por oito acusações, "McKinnon é acusado de ter cometido o maior ato de pirataria em informática de todos os tempos", disse o promotor do Estado da Virgínia, Paul McNulty,
Uma das atas de acusação destaca que algumas das informações recolhidas por McKinnon podiam ser "diretamente ou indiretamente úteis a um inimigo" dos Estados Unidos. De acordo com Washington, os prejuízos causados por McKinnon se elevam a um milhão de dólares.
Porém, Gary McKinnon, conhecido como "Solo" no mundo dos hackers, afirma que as autoridades americanas se enganaram sobre suas reais motivações. "Ele não nega que algo tenha acontecido, não nega ter acessado o sistema de informática deles", declarou sua advogada, Karen Todner. "Seu motivo era duplo: comprovar a existência dos OVNI e demonstrar as falhas de segurança do sistema americano", explica Todner.
Durante a audiência em Londres, McKinnon se manteve em silêncio, exceto para se opor a sua extradição. Segundo a advogada, McKinnon teme um julgamento parcial nos Estados Unidos. Todner considera que seu cliente deveria ser processado na Grã-Bretanha. Ela afirma que nos Estados Unidos, McKinnon se arrisca a uma pena de até 70 anos de prisão.



Gary McKinnon é acusado de invadir 53 computadores militares nos EUA








Fontes: Terra Vírus e Cia Sexta, 10 de junho de 2005, 14h35

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4) Curiosidade

** Alienígenas curam quatro crianças de câncer **









Eles estão aparecendo em quartos de hospital para pacientes agonizantes, tocando em suas testas e curando-os de câncer terminal !!

Esse é o incrível relatório de 14 doutores altamente respeitados e membros do Pyrenees Hospital de Los Ninos em Andorra, Espanha















Eles viram extraterrestres de 1.5 m de altura usar sua "magia" em quatro crianças doentes terminais no período de um mês. "Eu não pude acreditar em meus olhos", disse a enfermeira noturna Lupe Montoya que estava trabalhando no setor de oncologia do hospital das crianças durante a primeira visita alienígena. "Eu estava preenchendo relatórios quando vi duas pequenas criaturas caminharem na minha direção. No princípio eu pensei que duas das crianças estavam fora de suas camas e assim eu me levantei para levá-las de volta para os seus quartos. Mas quando me aproximei vi eles não eram humanos. Tinham uma cor castanha, com cabeça e olhos amendoados grandes. Eles não pareciam com nada encontrado nesse planeta. Eu tive medo porque eles pareciam muito misteriosos. Mas ao mesmo tempo eu sentia um tipo de inteligência amorosa nesses estranhos olhos". A curaA enfermeira Montoya diz que as criaturas entraram no quarto de Juan Lopez, um menino de 7 anos, que esperava-se que morresse de leucemia dentro de uma semana. Ela alertou o guarda de segurança e chamou o Dr. Tomas Ruiz que estava cuidando de outro paciente. "Quando caminhamos em direção ao pequeno Juan, seu quarto estava banhado de uma luz dourada brilhante", disse o Dr. Ruiz. Os alienígenas estavam ao lado da cama. Parecia existir um laço místico entre eles e o menino. Um dos seres tocou a testa de Juan, com suavidade, com seu dedo longo e ele foi cercado imediatamente por uma luminosa aura. Quando os alienígenas deixaram o hospital, os doutores radiografaram e examinaram Juan. Ele estava completamente livre do câncer. Desde aquela noite, Maria Munoz, 9 anos, Anita Pena, 8 anos e Hector Gomez, 9 anos, todos diagnosticados como doentes terminais, também foram curados pelas criaturas desconhecidas. Os 14 membros do staff do hospital viram os seres executar os milagres. "Há um padrão para essas visitas", diz Dr. Ruiz. "Elas sempre acontecem ao redor 1h da manhã, os alienígenas sempre entram em pares e sempre curam com um toque na testa". Dr. Dego Garcia, famoso metafísico e pesquisador dos aparecimentos de alienígenas há mais de 30 anos, diz que há muito tempo as Montanhas dos Pirineus são conhecidas por sua grande atividade de OVNIs.

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5) Curiosidade
As inúmeras dimensõesA palavra "dimensão" vem do latim e significa "medir completamente". Da mesma forma que só um número basta para definir a posição de um ponto sobre uma reta, caracterizando um "espaço unidimensional", necessitamos de 4 números para caracterizar completamente os corpos em nosso universo, daí dizermos que vivemos em um espaço-tempo quadridimensional. Para isto basta visualizar uma bola em um jogo de tênis, a cada instante precisamos de 4 números para definir completamente a sua posição (ou trajetória). Existem teorias que dizem que podemos estar vivendo em um universo com dimensões ainda maiores. A teoria mais promissora para vencer o desafio de uma teoria gravitacional quântica é a Teoria das Supercordas, mas para que as equações dessa teoria sejam autoconsistentes devemos supor que vivemos em um universo de 10 dimensões.

Teoria das SupercordasA teoria das supercordas está baseada na premissa de que os constituintes elementares da matéria não são descritos corretamente quando nós o tratamos como objetos pontuais. De acordo com esta teoria, as partículas elementares são realmente minúsculos "laços de cordas" com raio dado aproximadamente pela constante de Planck. Assim, esta teoria trata todas as partículas como se fossem cordas. Quando detectamos a presença de uma partícula não é nada mais que vibrações dessas cordas. Os modernos aceleradores de partículas, que são instrumentos construídos para acelerar, de forma controlada, um conjunto de partículas carregadas, atribuindo as mesmas energias elevadas, da ordem de uma centena de GeV (Gigaeletronvolts), para utilizá-las em reações nucleares, só podem vasculhar até a distâncias muito longe da escala de Planck e conseqüentemente estas cordas parecem, nesta escala, objetos pontuais.Porém, a hipótese da Teorias das Cordas é que eles são minúsculos "laços", mudando drasticamente o modo no qual estes objetos interagem na menor escala de distância. Esta modificação é que permite a gravidade e a mecânica quântica formar uma união harmoniosa. Uma das conseqüências desta solução é que se pode mostrar que as equações da teoria das cordas só são auto-consistentes se o universo contém, além do tempo, nove dimensões de espaço.Assim, se esta teoria estiver correta, temos que admitir, como já admitem por longo tempo alguns segmentos da Ufologia, particularmente a Ufologia mística, que vivemos em um espaço de múltiplas dimensões. Para ser mais exato, segundo a teoria das supercordas, nós viveríamos em um espaço de dez dimensões. E onde estariam estas outras dimensões que ninguém vê? Estas seis dimensões espaciais extras devem se enrolar (espiralar) em um espaço geométrico minúsculo cujo tamanho deve ser comparável ao comprimento da corda. Assim, estas dimensões extras só se apresentariam se observássemos a matéria na "escala de Planck". E nessa escala a "observação" é praticamente impossível, visto que este "tamanho" é da ordem de 10-33 cm. Teoria de Kaluza-Klein A idéia de que nosso universo poderia ter mais que as três dimensões foi introduzida mais de meio século antes do advento de teoria das cordas por T. Kaluza e por O. Klein. A premissa básica da teoria de Kaluza-Klein é que uma dimensão ou pode ser grande e diretamente observável ou pequena e essencialmente invisível. Uma analogia com uma mangueira de jardim pode ser útil. De longe, olhando uma mangueira de jardim longa, parece um longo fio, ou seja, um objeto unidimensional. De um ponto mais próximo (ou de uma distância longa com ajuda de um aparelho de aproximação visual) dimensões adicionais aparecem, a dimensão circular da mangueira fica evidente. Assim, dependendo da escala de sensibilidade do observador, a mangueira ou aparecerá como um objeto de uma ou três dimensões. A teoria de Kaluza-Klein diz que a mesma coisa pode ser verdade no universo.Nenhum experimento governa ou visualiza a possível existência destas dimensões. Estas dimensões adicionais de espaço estão enroladas (como a dimensão circular da mangueira) em escalas menores que 10-12 cm, o limite de acessibilidade hoje. Embora originalmente introduzida no contexto das teorias de partícula pontuais, esta noção pode ser aplicada a cordas. Então, a teoria das cordas é fisicamente sensata se as seis dimensões extras requeridas estão enroladas em minúsculas formas espirais no espaço, da ordem da escala de comprimento de Planck.

Especulações:

Como seriam os habitantes em cada dimensãosegundo a ufologia
As dimensões da natureza se penetram e compenetram sem no entanto confundirem-se. São como ondas de rádio, em freqüências diferentes. É importante observar que perceber outras dimensões é diferente de ter consciência sobre elas, de estar desperto e poder mover-se livremente de uma para outra...Primeira dimensão


(1ªD):Relativa ao comprimento.Seres unidimensionais.Comunicam-se apenas através de sensações: frio, calor, gostos, desgostos, etc.Não percebem outras dimensões conscientemente.Não formulam conceitos.Possuem corpos perceptiveis na 3ªD e deixam um rastro (imaginário ou não) ao moverem-se.Exemplos de seres unidimensionais: minhocas, lesmas e seres rastejantes.Segunda dimensão


(2ªD):Relativa à largura.Seres bidimensionais.Comunicam-se através das sensações e das percepções (os 5 sentidos).Não percebem outras dimensões conscientemente (Excessão ao gato, que pode "perceber" as dimensões superiores).Ainda não formulam conceitos. Observar aqui que existem diferentes níveis evolutivos destes seres, de acordo com a roda de Sansara.Alguns já podem entender pequenos comandos, porém ainda não há uma conceituação sobre eles.Também possuem corpos perceptíveis na 3ªD.Exemplos de seres bidimensionais: cão, gato, cavalo, etc, exceto os seres humanos.Terceira dimensão


(3ªD):Relativa à altura. Também chamado mundo físico ou tridimensional, regido pelas leis físicas da 3ªD.Seres tridimensionais.Comunicam-se através das sensações, das percepções (os 5 sentidos) e os conceitos.Podem perceber as outras dimensões conscientemente, desde que tenham trabalhado fortemente sobre si mesmos,despertando e dominando suas consciências.Ser tridimensional: homem físico, com o corpo físico.Quarta dimensão


(4ªD):Relativa ao tempo. Conhecida pela ciência como 4ª coordenada ou hiperespaço. Seres quadridimensionais.Também chamada de mundo etérico (éter). É conhecida pelas religiões como "O Paraíso".Regida pelas leis da 4ªD.A 4ªD está dividida em duas regiões:. região inferior - ciência dos "jinas negros". Região habitada por "bruxos", "zangões" e outros elementos negativos.. região superior - ciência dos "jinas brancos", os elementais da natureza. Habitada por gnomos, fadas, devas, salamandras, "anjos da vida" etc.Quinta dimensão


(5ªD)A 5ªD é onde podemos investigar muitas coisas do passado e futuro usando o corpo astral e o corpo mental. É umaoportunidade de descobrir os erros e acertos, pois temos acesso ao 'Livro da Vida' (akasha) onde estão os débitos e os créditos individuais. É possível descobrir o exato momento da nossa próxima morte física. Descobrir poquê, quando, como e onde... é possível transcender esta morte...O ego não ultrapassa esta dimensão. Porém, se não praticarmos o desdobramento astral CONSCIENTE, estaremos sempre a mercê da armadilhas do ego nesta dimensão, pois ele cria formas diversas, muitas vezes belas, para permitir aos eu's continuar manipulando a nossa vontade. Sem consciência nesta dimensão (sem a pratica do desdobramento astral CONSCIENTE) estamos também a mercê dos ataques dos magos negros e seus terríveis poderes.Relativa à Eternidade. Está além do tempo, é um eterno agora. Também chamada de mundo molecular.A 5ªD está dividida em dois mundos (astral e mental), que se subdividem em inferior e superior:. Mundo astralMundo astral inferiorAs religiões denominam esta região de limbo, pois vão para lá os vivos e os mortos. É para esta região que vamos no desdobramento astral *inconsciente* (SONHOS). Existem nesta região muitos templos da 'Loja Negra'.Mundo astral superiorExistem os templos da 'Loja Branca'.Os tribunais divinos da justiça (encarregados de julgar o Karma e o Dharma). Estão aqui os anjos da morte, encarregados dos processos de desligamento.. Mundo MentalMundo mental inferiorMuitos templos da 'Loja Negra' com os mais terríveis e perigosos 'magos negros'.Mundo mental superiorOs indostânicos chamavam esta região de 'devachan'.Muitos templos da 'Loja Branca'.Sexta dimensão


(6ªD)Estão os primeiros mundos eletrônicos (sol espiritual).Está além da própria eternidade.É a morada da Essência.Pode ser explorada apenas pela real meditação, que consegue liberar a Essência aprisionada pelo ego.Divide-se em:. Mundo causal. As religiões chamam esta região de "céu". Refere-se ao corpo causal, construido pela vontade consciente (homem autêntico). Alma humana.. Mundo budico (corpo budico). Alma divina.No mundo causal e budico estão as almas dos seres humanos. É fato que a grande parte da humanidade hoje "não possui alma, nem espirito". É preciso fabricá-los.Sétima dimensão


(7ªD)Faz parte dos mundos eletrônicos.Conhecida como dimensão ou região "zero". É a morada do Pai (ou Absoluto).É a morada do nosso Íntimo.Para onde voltaremos, com a eliminação total do ego, mas somente após a aquisição da total consciência, da fabricação dos corpos solares, da alma, do espírito e da encarnação do nosso Íntimo...eis um longo e difícil caminho a pecorrer...
Claro isso é um Fato, mas um Fato de Especulação....

Teorias de Albert Einstein



Em 1905, o físico alemão Albert Einstein, até então um simples funcionário público do departamento de patentes, publicou três trabalhos em uma pequena revista científica alemã. Entre estes trabalhos estavam a explição do efeito fotoelétrico, que anos mais tarde lhe deu o Prêmio Nobel de Física e um estudo sobre a relatividade que viria, junto com a Mecânica Quântica, revolucionar a física do nosso século. Neste último trabalho, Eisntein postulava que a matéria poderia ser transformada






em energia e vice-versa. A síntese deste postulado está expressa na sua famosa equação:E = mc2 ( energia = massa X velocidade da luz ao quadrado )

Além disso, ele também afirmava que havia uma forte interligação entre o espaço e o tempo e que estas duas grandezas não eram entidades independentes como se pensava na época. Em 1916, Einstein completou seus estudos sobre a relatividade publicando um novo e revolucionário trabalho, a Teoria da Relatividade Generalizada, incluindo sua nova visão do Universo à Gravidade. Na nova formulação a força de atração entre dois corpos deixou de ser uma força e passou a relacionar-se com a "distorção do espaço-tempo". Assim, a presença de uma massa no espaço seria capaz de "entortá-lo", como se o próprio espaço fosse uma folha de borracha. Um raio de luz de uma estrela, ao passar perto do sol, descreve uma pequena curva. Segundo a teoria de Einstein a curva se dá não porque o Sol atrai o raio, mas porque o próprio espaço que o raio atravessa foi "entortado" pela presença da enorme massa do Sol. A luz continua seguindo o caminho reto, o espaço é que estaria curvo. Paralelamente ao desenvolvimento da relatividade, relacionada aos fenômenos dos corpos de grande massa e distância, desde o início do século desenvolveu-se a Mecânica Quântica, permitindo ao homem compreender a matéria e o seu comportamento. De acordo com esta notável teoria, tratando do comportamento dos nêutrons, prótons ou elétrons nos átomos, não podemos definir simultaneamente a velocidade e a posição de qualquer partícula. Também não podemos observar continuamente as orbitas individuais ou movimentos das partículas. De qualquer modo, nem tudo está perdido. Embora nunca possamos conhecer a história precisa de uma partícula, é possível predizer o lugar mais provável em que ela se encontrará. Em outras palavras, para um grande número de partículas, podemos prever quais as posições e os movimentos que tem mais probabilidade de ocorrer. Assim, os resultados da Mecânica Quântica são de natureza estatística. O grande desafio dos Físicos deste século passou a ser: - transformar a relatividade, que trata dos fenômenos físicos de forma geométrica e determinística e a Mecânica Quântica que usa conceitos estatísticos, em uma única linguagem. Encontrando um conjunto único de Leis que possam ser aplicadas a todos os fenômenos da natureza, desde os Quarks (partículas que formam os prótons e nêutrons) até aos buracos negros ou aos superaglomerados de galáxias.



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