quinta-feira, outubro 04, 2007

Abdução Parte 3

Doenças que nós acreditamos serem crônicas são facilmente curadas pelos extraterrestres. Somente isso revelaria que quando os médicos dizem que uma doença é incurável, o que eles realmente estão querendo dizer é que eles não podem curá-la. Portanto,será que existem doenças que podem ser chamadas de crônicas? Ou esse rótulo convenientemente encobre nossa óbvia e profunda falta de conhecimento sobre o corpo humano? De qualquer forma, cada um desses casos de cura possui o potencial de nos ensinar muito sobre doenças, saúde e o organismo humano. Imagine se nós pudéssemos fazer o que parece que os alienígenas estão fazendo.
Fonte: Revista UFO.

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Ex-soldado do exército é curado por Extraterrestres **

Soldado Marcos Costa Lobo passou 14 anos com ferimento nas costas

19/01/2006 - É surpreendente encontrar histórias como esta escondidas por baixo do tapete da ação humana oficial.Um rapaz à época, em 1991 com 22 anos, foi convocado para prestar o Serviço Militar Obrigatório Inicial mesmo considerado ''refratário'' por ter idade superior à exigida : 18 anos.
Marcos Costa Lobo foi admitido na 03º Brigada de Infantaria Motorizada sediada no município de Goiânia - no estado de Goiás/Brasil - naquele ano e de imediato recebera instruções - mesmo ainda sendo o que os militares chamam de ''conscrito'' - de que deveria participar dos treinamentos especiais para combater na guerra do Golfo Pérsico, empreitada pelo governo dos Estados Unidos. Naquele período já se faziam dois anos consecutivos que o conflito armado internacional naquela região dos países árabes havia iniciado. O Exército Brasileiro corria o risco de enviar um bom contingente e teve que iniciar preparativos para este fim. Futuramente foi-se apenas realmente empregado alguns pelotões do estado do Rio de Janeiro, mas a preparação foi feita por pelo menos 70% da força nacional.O Soldado Lobo, como veio a ser batizado por nome de guerra, foi duramente espancado nas instruções de combate. Os oficiais exigiam este tipo de expediente pois a tropa iria enfrentar os maiores horrores e precisava estar em condições de suportá-lo, assim como de atingir níveis psicológicos que permitissem abater o inimigo com facilidade.No que pôde-se chamar de ''instrução de combate'', ele veio a receber uma pancada crucial na coluna dorsal vindo a quebrá-la. Seguidamente e ao mesmo tempo em que encontrava-se ferido, uma bomba supostamente de ''morteiro'' explodiu próximo fazendo com que os estilhaços o atingissem também.
Estava então a partir daquele instante, dado inicio aos seus longos anos de sofrimento. O Exército Brasileiro custou a identificar o estado de saúde daquele soldado como grave. O médico que atendia naquele momento apenas o receitou um analgésico para controlar a dor e seus superiores o colocaram em regime normal de trabalho pois não reconheceram - assim como o médico - os danos que havia sofrido a coluna do rapaz.

Somente após terem inicio os sintomas de perda de coordenação motora das pernas, é que foi finalmente encaminhado ao Hospital Geral de Brasília - hospital especializado do exército - para um tratamento adequado. Apesar de que o próprio hospital lhe escondeu informações como a biópsia da mancha escura que nasceu em suas costas no local da lesão.A mancha não desaparecia mais e nenhum médico oficial dizia ao certo o que estava se passando ou qual era o procedimento correto a ser empregado para sanar o avanço da mesma e curá-la. A suspeita desta vítima era a de que havia sido contaminado por algum estilhaço de uma suposta bomba com agentes químicos ou material contaminado usado para desferir-lhe o golpe que o atingiu.Quatorze longos anos se passaram e muitas reportagens a respeito do que vivia foram feitas.Até chegar o ano de 2005 onde em meados do mês de outubro em sua casa, agora já casado e pai de quatro filhos, estava à beira de um fogareiro esquentando água numa lata e nela se formar uma imagem perfeita de Nossa Senhora. Foi mais um fato em sua vida, pois já vivenciara quando garoto e em alguns supostos sonhos a aparição de seres e vultos luminosos que vinham ao seu encontro onde até atravessavam as paredes.A questão toda não se foca apenas neste momento da aparição da imagem de Nossa Senhora numa lata queimada, mas o que se deu na noite seguinte.O agora ex-soldado Lobo encontrava-se semi-encostado no sofá da sala de sua casa naquela noite, com as faixas do curativo como sempre enroladas em sua cintura para conter o sangramento e secreção constante do ferimento que há 14 anos não sarava e fazia somente aumentar de tamanho, quando algo o chamou a atenção : Uma luz apareceu à frente e veio em sua direção. Era um vulto brilhante que tinha a forma humana com uns 2,0 metros de altura e que naquele momento flutuava sobre o piso da sala na sua direção. Lobo não se assustara pois como dito anteriormente, já possuia algumas experiências neste sentido inclusive herdadas de seu falecido pai que estudava a fundo o fenômeno OVNI e sempre fazia questão de mostrar alguns eventos para o mesmo.O ser de luz aproximou-se até junto de Lobo causando-lhe neste momento uma sonolência repentina mas que o fez projetar-se de seu corpo - o espírito, digamos - e ver o que estava acontecendo numa outra condição - digamos - dimensional. O que ele conseguiu explicar para nós do Portal Ufo-Gênesis foi que ele inexplicavelmente conseguiu assistir de fora o que acontecia com seu corpo físico e daí o que deduzimos ser uma ''projeção do espírito/alma''. O ser de luz agora já se encontrava num formato físico que podia-se defini-lo como sendo um individuo alto e esguio, cabeça desproporcional ao corpo, olhos grandes e amendoados, nariz e boca pequenos e a pele lisa. Ele estava acompanhado de mais um com a sua estatura e outros dois com a mesma característica, mas pequenos com no máximo 1,50 metros de altura. Este quarteto manipulava as costas do corpo deitado de Lobo e um deles disse-o : ''...não tenha medo, não vai doer nada.'' _Disse esta pequena frase num tom de voz muito suave e acomodador. Após fazer um gesto como o da retirada do ferimento, disse novamente : ''...você viu como não doeu nada?'' Após este momento, a testemunha não se recorda de mais nada pois sofreu um apagamento repentino vindo a acordar pela manhã com o sol já claro. E o mais interessante : ''deitado no sofá''. Fato que não podia fazer há muitos anos por causa do ferimento que não lhe proporcionava condições para encostar-se totalmente nem mesmo em sua cama.

Assustado por ter-se encontrado assim e temendo ter ampliado mais ainda a enfermidade, logo imaginou ter molhado de sangue o sofá e toda sua roupa. Espantou-se em ver que nada do que imaginava ocorreu e incrivelmente sentia-se melhor naquela manhã como se nada de mau há muito não o acometia.As faixas de uso, são trocadas diariamente mas algumas de contato direto com o sangue e secreções não são fáceis de substituir porque unem-se à uma camada de casca que normalmente se forma nas bordas do mesmo. Naquela manhã, sua esposa que toma as vezes de enfermeira, não notou nada de estranho pois não chegara a ver a pele por baixo do curativo e o trocara somente até onde podia.Seis dias após esta experiência - digamos - de outro mundo, uma consulta no Hospital Geral de Brasília fora conseguida a muito custo por conta das insistentes matérias jornalísticas que acusavam o Exército de omissão e descaso. A intenção era fazer uma raspagem à laser na lesão na tentativa de cicatrizá-la. Lobo apesar de estar sentindo-se bem e até conseguir fazer alguns esforços que antes não conseguia e inclusive se encostar na cadeira sem sentir as comuns dores, foi até o referido hospital.O espanto estava nos olhos dos médicos que já conheciam o caso de longa data: Ao retirarem a totalidade das ataduras após uma demorada limpeza, não encontrarem absolutamente nenhuma lesão que indicasse ali ter havido qualquer dano.

*** A pele que recobria os músculos das costas estava intacta e sem nenhuma indicação de intervenção cirúrgica ou cicatrização. A impressão era de que ali nunca fora alvo de nenhum agente agressivo. ***

A equipe médica indagou ser aquilo uma brincadeira e os oficiais superiores que também acompanhavam o caso questionaram sobre o fato de este ex-soldado ter aprontado alguma contra tais.O fato é que nem mesmo este rapaz com atuais 35 anos, podia acreditar neste verdadeiro sonho que agora faz questão de mostrar para o mundo.Uma coisa que Marcos Lobo aprendeu por força da situação, foi a ''arte da escultura''. Ele desenvolveu uma técnica de criação composta por uma fórmula especial que seu pai o ensinara e que possibilitava fornecer alta durabilidade nas suas peças, quais forem. Ele ficou famoso também por esta capacidade que lhe rendeu muitos elogios e uma terapia que o ajudou a suportar o sofrimento que passara.

Isto, somado ao que vivenciou com relação ao fenômeno OVNI, lhe incentivou a valorizar a vida e tudo que nela está contido : a natureza, as pessoas e os animais. Hoje como sempre, empenha-se em transmitir a mensagem de Paz e Esperança às pessoas através da reprodução de sua experiência.Lobo quer provar ao mundo que não estamos sós e que estamos realmente guardados por uma força muito maior e benévola. Ele quer mostrar que não existem somente criaturas terrestres e não terrestres más, como muitos insistem em divulgar. Ele quer mostrar que existem aqueles que sempre nos protegem e querem o nosso bem, em troca somente daquilo que pudermos fazer de bom para o semelhante e para o universo. Ele quer ser mais uma prova e um ajudante na disseminação do amor pelo mundo, que neste momento nem mais sabe o seu significado dada a quantidade de violência e ódio que prosperam na sociedade e nos lares de todo o planeta.

Pensando nisso e como forma de mostrar sua experiência, conseguiu contato com a equipe de produção do programa ''Domingo Legal'' - do SBT - para exibir seu trabalho de artista plástico oferecendo uma destas peças artísticas em homenagem ao apresentador ''Gugu Liberato''. Acordada sua ida à São Paulo para este fim com a produção do programa, após levantar patrocínio da operadora de turismo ''The Best - http://www.thebest.tur.br - e da ''Centrais Elétricas de Goiás'' - http://www.celg.com.br - para a passagem de ída, embarcou dia 17 rumo ao SBT. Parece que o destino lhe preparou mais das suas. Já no aeroporto de Congonhas, enquanto providenciava o transporte e alguns outros contatos, ''foi assaltado''. Sua bagagem, carteira e anotações com telefones de referência foram levados. Mesmo assim com muito custo, conseguiu apoio da empresa Aérea TAM - http://www.tam.com.br - na pessoa da supervisora Hélem para conduzi-lo até a porta da emissora num táxi (restava-lhe apenas a peça de arte que não foi levada mas era pesada para o transporte convencional de coletivo). A decepção maior ainda estava por vir. Na portaria do SBT no complexo da Anhanguera, ninguém da produção pôde entender o que se passava e uma das tantas a quem lhe foi conduzida acabou por tratar-lhe mau pedindo para que se retirasse do estabelecimento. Agora estava completa a situação : sem dinheiro, sem alimentação, sem muda de roupa e sem rumo é que foi encontrado pela equipe de nosso Portal que tentou sem êxito um contato com alguém da TV que pudesse lhe receber ou ao menos ficar com o presente para ''Augusto Liberato''.
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** A SINDROME DE UM ABDUZIDO **

A omissão da classe médica e psicológica, que por medo de se aproximar de assunto tão bizarro, o ignora e procura classificar os que o procuram, após uma experiência extremamente traumática - a abdução em alguma psicopatologia já existente, tem ocasionado sérios problemas.O "drama do contatado & abduzido", é muito sofrido e o leva a se isolar, evitar falar, e até de buscar ajuda de profissionais. O despreparo que nós estamos vivendo, com relação a este fenômeno, é fruto dessa nossa desatenção e muitas vezes superstição, com respeito a todo e qualquer fenómeno anômalo. O negamos como uma proteção de nossos valores ou o vemos como sobrenatural ou extra a nós. E em nenhum dos dois casos ao nos depararmos com essas situações, nos acercamos o suficiente para o entendermos a luz da ciência e dar uma objetiva contribuição.Temendo essa ocorrência Jung, no prefácio do seu livro: "Um mito moderno sobre coisas vistas do céu", já nos alertava. Ele estava preocupado "com a sorte dos que seriam surpreendidos por esses acontecimentos sem estarem preparados, ficando à mercê daquilo que não podem compreender." Por tudo isso resolvi escrever um livro: "UFO - Contacto Alienígena – A História traumatizante de quem o viveu", em que coloco as minhas observações e análise de 18 anos de estudos. A intenção desse livro é esclarecer o fenômeno, não só para os que o viveram, mas para os que devem ajudá-los, através de educação, instrução, aconselhamento ou terapia. Em verdade, estes se encontram tão despreparados quanto os abduzidos que vivem o drama.A partir da constatação de que os sintomas apresentados pêlos abduzidos não são conseqüência de nenhuma psicopatologia conhecida, mas, apenas resultado de um trauma real, ficou mais fácil para nós pesquisadores começarmos a entender esse processo. Essa constatação veio da pressão exercida, nos consultórios médicos e psicológicos nos Estados Unidos, pelas pessoas que passam por essas experiências estranhas e não têm memórias, mas fortes fobias, visões, pesadelos, irritabilidade, e outros sintomas traumáticos sem uma causa "real " aparente.A importante pergunta que aflora nesse momento é: se o fenômeno produz amnésia em quem o experimenta, como poderemos saber quantas pessoas no mundo já passaram por estas experiências e não sabem?Preocupados com as conseqüências dessa incidência desconhecida, um investigador de Urologia - Bud Hopkins. um professor de História David Michaels Jacobs, Ph. D. e um de sociologia Ron Westrum, Ph.D., desenvolveram um questionário para saber a abrangência do fenômeno nos Estados Unidos. Em vista do expressivo resultado encontrado, distribuíram um boletim explicativo, prefaciado por Dr. John E. Mack, professor de Psiquiatria da Escola Médica da Universidade de Harvard, para profissionais de saúde mental. Organizou-se, também uma rede de pequenas conferências elucidativas do fenômeno para auxiliar os interessados da área de saúde mental.Essa pesquisa foi desenvolvida, pela Roper Organization Inc., e seguiu padrões controlados, numa larga escala, em uma amostra selecionada demograficamente.Este exemplo de 5.947 adultos é tão grande que os resultados têm uma margem de erro de apenas mais 1.4. Como a população dos Estados Unidos está em mais ou menos 249.000.000, essa porcentagem de pesquisa corresponde a 185.000.000 da população. Assim quando 8 responde sim a uma pergunta, corresponde a 14.800.000 de americanos.Tomando cada uma das respostas dos 11 itens usados, o resultado foi de que um enorme número de americanos admitem ter vivido experiências anômalas. Os autores, pelo largo conhecimento do fenômeno de abdução, acumulado por muitos anos, consideram que respostas afirmativas a 5 das perguntas chaves indicariam abdução. As perguntas são as seguintes:


1 - Ver um fantasma.


2 - Sentimento de deixar o corpo.


3 - Ver um UFO.




4 - Acordar paralisado com a sensação de uma pessoa estranha ou presença de alguma coisa no quarto.


5 - Sentimento de estar voando através do ar mesmo sem saber porque ou para que;







6 - Ouvindo ou vendo a palavra TRONDANT e sabendo que tem um significado secreto para você.


7 - Experimentar o período de tempo de uma hora ou mais, no qual está aparentemente perdido, mas não pode lembrar-se onde esteve eporque.


8 - Vendo luzes não usuais ou bolas de luz no quarto sem saber quem as causou ou de onde elas vêm.


9 - Encontrando cicatrizes no corpo onde nem você ou outra pessoa pode se lembrar onde as conseguiu ou recebeu.



10 – Ter visto, como adulto ou criança, uma figura terrificante – que poderia ser um monstro, feiticeiro, demônio, ou outra figura do mal, no seu quarto, armário ou outro lugar.


11 - Ter sonhos vívidos sobre UFOS.


O total de respondemos com sim a essas perguntas é 119, ou 2 do exemplo 5.947. Dois por cento de 189.000.000 de adultos americanos pela amostra Roper é rjjmnnno de pessoa, abduzidas. Nessa conclusão estão excluídas crianças, populações do Alaska e Havaí.Como vemos é um número bastante expressivo de pessoas vivendo experiências traumáticas, desenvolvendo sintomas não diagnosticados precisamente.Esta situação é suficiente para todos nós, não só profissionais da área médica e saúde mental, mas as pessoas em geral, nos dedicarmos a estudar e conhecer melhor o assunto, para não só colaborarmos com esse entendimento como não sermos nós mesmos apanhados de surpresa. Segundo as palavras dos autores da pesquisa Roper: "Um extraordinário fenômeno requer uma extraordinária investigação."Mas o que é uma abdução?Para nós aqui no Brasil seria qualquer pessoa seqüestrada por alienígenas isto é, levada contra a sua vontade para o interior de uma nave.Para os pesquisadores do projeto Roper, uma pessoa seqüestrada por alienígenas contra a sua vontade e submetida a exames físicos no interior de uma nave.Essa abdução também obedeceria um padrão bem típico de cenário e o abduzido desenvolveria uma série de sintomas que formariam esta síndrome pós-abdução. (SPA) ou (PAS). Uma abdução típica obedeceria o seguinte padrão:A pessoa seria levada pêlos alienígenas do seu lugar habitual ou de um carro Não haveria necessidade de estar isolado ou no campo. Ocorreria em edifícios de apartamentos, em centros populosos e muitas vezes a noite a pessoa no quarto de dormir. Se houver outras pessoas no mesmo quarto, esta pessoa ou pessoas que não são visadas por eles são apagadas ou Mobilizadas. Ha muitos indícios que no momento da abdução a pessoa edesmaterializada. A pessoa seria levada para um local geralmente sem portas aparentes, com uma luz difusa, painéis de controlo e telões de televisão.Nesse local a pessoa seria submetida a exames físicos e mentais numa cadeira ou mesa (tipo centro cirúrgico). Esses exames geralmente seriam conduzidos por seres do tipo alfa (ou Greys). Incluiriam colocação de implantes (em alguns casos), exames ginecológicos, retirada de óvulos e espermas, testes mentais, entre outros. As vezes haveria a Presença de outros seres mais altos e um (diálogo) ocorreria entre eles e o abduzido (na maioria das vezes por telepatia). Os seres mostrariam cenas do futuro ou pessoas nos telões e muitas vezes levariam o abduzido para conhecer outros lugares fora do mundo, e conhecer a própria "nave".Na maioria das vezes haveria a lembrança de uma nave ou luz branca muito forte antes da abdução. O abduzido se recordaria de ter ido para a nave flutuando. E o retorno geralmente repetiria a ida.pelas pesquisas atuais, chegou-se a conclusão que uma abdução começa quando a pessoa ainda é criança, geralmente entre 5 e 6 anos e continua se repetindo muitas vezes, mesmo na idade adulta, quando, a pessoa toma conhecimento. Há uma amnésia total ou parcial dos fatos e esses só são lembrados sob hipnose. A abdução deixaria seqüelas de um trauma que se expressaria em sintomas. Os sintomas mais comuns que as pessoas desenvolveriam se não ansiedade, depressão, fobia e um padrão de sonhos como pesadelos. Os sonhos podem ser lembranças de salas de operação, seres com grandes olhos ou mesmo animais como corujas naves, estar voando, e até catástrofes e inundações. As pessoas poderiam também estar intrigadas com estranhos lapsos de memória. Outros sintomas como: irritabilidade com medo de perder o controle, hipervigilância, dificuldade de concentração, anestesia para respostas em geral, anestesia emocional, que são comuns, reações pós-traumáticas, iriam compor a Síndrome pôs abdução (PÁS) que Já características um pouco diferentes da (PTSD) devido ao fator energético que não está incluído na outra. Na minha experiência pessoal como psicoterapêuta e hipnologa, observo que as memórias do que passou com a pessoa na hora da abdução, surgem fragmentadas em sonhos e fobias não entendidas. Para se chegar á totalidade da vivência são necessárias muitas sessões de hipnose regressiva com o abduzido. Na maioria das vezes, na primeira regressão o consciente não podendo suportar as memórias vivenciadas, e portanto tendo-as apagado, tendem a criar memórias disfarçadas como nos sonhos. Temos que vencer essas imagens, através de interpretações simbólicas e encorajamento para que a pessoa aos poucos libere todaa vivência.A crise pós-traumática faz parte da primeira fase de um processo que o leva a uma evolução de consciência. Este processo, estimulado a partir do impacto na consciência no momento da abdução, é sofrido, longo e só ser melhor compreendido, se observado através dos anos.Após ter mostrado o que é uma abdução inconsciente, darei um pequeno resumo de como desenvolvi minhas observações e cheguei aos resultados preliminares, que nos mostra a complexidade do fenômeno.Entro na investigação Ufológica em 1972, após uma nave ter descido num sítio de meu pai e sido observada quando estava a um metro do solo, ao entardecer, por um grupo de familiares, no qual minha filha mais velha, nesta época no início da adolescência, fazia parte.Em 1980, encontro-me com o primeiro caso de abdução que me intriga, o abduzido após o fato, sofre muitas seqüelas mentais e é internado em um Hospital Psiquiátrico, com diagnóstico de esquizofrenia. Que seres avançados eram esses que danificavam uma mente? Começo, partir dessa época, a observar os abduzidos mais de perto, para entender o que se passava. Aonde estava a tênue linha que separava a loucura da sanidade, a verdade da fantasia?Sozinha na investigação nessa época, pois não podia contar com a colaboração ou apoio dos investigadores da Ufologia porque para eles o estudo da parte psicológica era ameaçador, como se invalidasse a veracidade física do fenômeno. Não contando com a ajuda de profissionais da minha área, porque estes tinham receio de se aproximar de assunto tão bizarro, decido observar, interagir, provocar experiências e apoiar-me nos estudos e literatura mais próximos da fenomenologia observada.Não contava, também, em usar o recurso da hipnose, por não acreditar, por muito tempo, nas histórias que vinham nos relatos. Decido assim, entender as patologias e desvios que ocorriam e verificar se eram anteriores ou posteriores ao contato.Nesses estudos c interações incluo todos os fenômenos anômalos correlatos, isto é, estudo e vivências de mediunidade, canalização e suas múltiplas manifestações, adivinhações, curas, estudos parapsicológicos como poltergeíst, clarividência, telepatia. A partir daí começo a comparar processos mediúnicos, místicos contemplativos, o processo de Individuação Junguiano, processos de Morte e Renascimento e finalmente processos Iniciais. Analisando as histórias e emoções dos contatados e abduzidos incluindo os sonhos e decodificando os símbolos observo que os seres manipulavam, não só a nossa mente, controlando-a, projetando histórias e nos dando sensação tão reais, mas que mais que tudo isso, podiam controlar os nossos arquétipos. Qual seria a finalidade?Se estavam manipulando arquétipos, havia pois um processo de consciência. Centralizo-me a partir daí a estudar processos de evolução de consciência e as patologias e desvios que ocorrem em cada fase da evolução e como resolvê-los. Nesse ponto, estudo de Kundalini e Psicologia Transpessoal foi muito importante.Dentro desse enfoque, o convívio e entendimento do fenômeno ficou mais fácil. Passei a buscar não só os detalhes das histórias mas a ajudar o abduzido e contatados a decodificar seus símbolos. Uma vez entendidos, conscientizado qual o aspecto emocional que ali estava envolvido, o cenário mudava. O processo não parava, mas evoluía em aspecto e mesmo a vida do abduzido mudava. Não é um trabalho fácil, devido a desestruturação em que na maioria das vezes a pessoa se encontra. Uma vez entendido que o processo, apesar de provocado, é natural na sua evolução, a pessoa se acalma. Passa então, a só conviver com o trauma de despreparo frente a uma outra realidade que não controla mas, não mais. o trauma de ser inválido, examinado, violado.Assim que uma abdução é assimilada construtivamente pela psique, sonhos alquímicos ou símbolos arquétipos começam a aparecer.Verifiquei também que, na abdução, a Kunda!ini do abduzido era estimulada e muito dos sintomas energéticos que sofria depois eram conseqüência dessa estimulação. Este processo uma vez começado dificilmente pára, a Kundalini vai seguindo seu caminho ascendente até terminar.Após todas essas observações cheguei a conclusão que o principal estudo seria dos tipos de energias envolvidas e quais as conseqüências da exposição do ser humano a esses campos energéticos desconhecidos.Jacques Vallée se refere a micro ondas, outros a eletromagnetismo ou orgânico mas não sabemos ainda, nem mesmo se estamos lidando com energias sutis ou com um tipo de interação desconhecida.Como não podemos ainda entender o tipo da energia, concentrei-me nos efeitos na nossa mente e metabolismo. Os sintomas e efeitos posteriores desenvolvidos são marcantes, parte é explicado pela atuação dessa energia no nosso sistema nervoso e no nosso metabolismo e parte poderia ser explicado pela estimulação da Kundalini que nos levaria a um processo de evolução de consciência.Os principais efeitos posteriores de uma abdução, fora os já descritos nesse trabalho, no grupo de sintomas, são os seguintes:


Sintomas Psicofïsicos: (Psicológicos, fisiológicos e físicos):


* Choque elétrico no corpo;


* Náuseas;


* Vômitos;


* Desidratação;


* Dor de garganta;


* Intensa irritação nos olhos;


* Frio ou calor intenso;


* Zunidos na cabeça;


* Marcas e cicatrizes;


* Comportamentos compulsivos;


* Medo e pânico;


* Manifestações de habilidades paranormais:



* Telepatia, clarividências;


* Premonição;


* Psicocinése,


* Atividade de poltergeist;Emergências espirituais:


* Visões ou encontros com espíritos;


* Mensagens espirituais,


* Experiências fora do corpo;


* Mudanças sociais e intelectuais:

* Preocupação como a ecologia, o futuro da humanidade, injustiça social;


* Mudanças de profissão e interesse;


* Evolução de consciência:


* Mudança na visão do mundo;


* Transformação da personalidade e experiência de renascimento, etc.

Escolhi para melhor ilustrar toda essa complexidade, um caso de abdução que não só é padrão típico, mas resume todos esses efeitos posteriores. A primeira regressão foi realizada por Fábio Zerpa, no Rio de Janeiro e será apresentada aqui por Irene Granchi .Algum tempo depois descobrimos, que além da vivência que havia saído nessa regressão, ela tinha também memórias disfarçadas (screen memories) e o trauma era muito forte para só existirem lembranças agradáveis. A partir daí procurei concentrar-meem fragmentos dos seus sonhos e assim prossegui a investigação hipnótica regressiva.Na segunda regressão recuperamos detalhes específicos do padrão de abdução como o exalo momento em que ela é desmaterializada, a descrição detalhada do laboratório da Ilhas Canárias, os procedimentos que os alienígenas estão fazendo em escala mundial com respeito aos fetos e manipulação genética. Numa outra, recuperamos vivências das quais ela só tinha memória em fragmentos de sonhos.Regredindo-a à noite em que ela acordou com uma forte luz branca no rosto e ouvindo pessoas dizerem. "Já terminamos." Encontramos o seguinte relato: Alguns meses após a primeira abdução, Sueli sentiu um desejo compulsivo de ir só para a casa de praia. Após preparar um pequeno lanche senta-se na sala para pensar. Ela tem a sensação de seres chegando, se assusta e começa a chorar. Ela vê dois deles, de aparência e altura normalmas com os rostos muito redondos, como se fossem máscaras. Ela vai para o quarto de dormir e começa a rezar. Um dos seres da outra abdução, que ela confia, o comandante Jasper aparece e lhe manda acalmar-se e obedecer.Um dos outros lhe manda buscar uma garrafa na geladeira, ela apanha e coloca o conteúdo num copo, e bebe, um horrível líquido viscoso. Após isso, tudo fica escuro. Quando volta a clarear está flutuando com tubos nos ouvidos, nariz e boca. Ela sente-se nauseada. Quando clareia, se vê numa sala de operações, numa mesa amarrada pêlos pés e mãos.Os seres estavam lhe operando a cabeça para o implante de alguma coisa como um chip. Eles retiram sangue de seus braços com um instrumento como pistola. Após esse relato ela retorna da regressão e se vê no quarto de dormir, quando acorda com a forte luz branca como mercúrio, no rosto.Pode-se notar que a parte traumática só foi revivida após várias sessões hipnóticas. Suas primeiras lembranças e crenças eram de seres belos que lhe tratavam como um deles. Sueli com isso tinha um ego muito inflado.Agora, após a recuperação de mais uma parte de suas memórias, sofreu grande modificação na personalidade, com a consciência que realmente precisa se ajudar para crescer e evoluir como pessoa.Finalizando, para melhor resolver a grande ansiedade gerada por todos esses transtornos, através da recuperação de todas as memórias esquecidas, com o uso de hipnoterapia, aprendizado e estudos relacionados com os fenômenos. Esclarecimento sobre detalhes de abdução.Grupos de suporte para o abduzido não se sentir estranho ou isolado e ajudar a evoluir a consciência. Principalmente calma, segurança, amor e carinho de todos os que o rodeiam e o investigam. Dieta líquida nos dias subseqüentes à abdução, também ajudam a aliviar os sintomas físicos e metabólicos conseqüentes da exposição prolongada a campos energéticos desconhecidos.Mais que vítimas são heróis e devemos apoiá-los nos lembrando da fragilidade e sensibilidade dessa personalidade passando por todos esses transtornos.

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** Marcas nocturnas em abduzidas **

Desde que as abduções eclodiram com mais força as abduzidas, principalmente, apareceram com cortes enigmáticos, nódoas negras anormais, falta de pequenas parcelas de pele etc. Alguns relatos apontam para que estes acontecimentos estejam inseridos num processo de analise pontual de alguma parte da pele dos abduzidos ou de alguma reação encolerizada do abduzido contra o abdutor, surgindo pequenos acidentes.

Pé ensangüentado sem sujar os lençóis






















Marcelina Artur, é uma senhora de 40 anos de idade a viver em Lisboa na zona do Beato, os seus cabelos negros e os olhos enigmáticos acrescentam-lhe uma beleza exótica. Casada com um para-médico é dona de casa tem a seu cargo um filho de quatro anos, igualmente é dotada de grandes capacidades artísticas.De certa maneira conhecida por alguns de nós dos meios ovniológicos como possuidora de um olhar conotado com algum tipo de entidades alienígenas, o marido e o filho possuem igualmente essa mesma característica no olhar, o que leva aquela família a terem um élan e um estar na vida muito próprio, onde assuntos ligados à percepção do eu interior é conversa comum.Em 2005 percepcionou um ser cinzento debruçado sobre o filho, parecia que ele estava a tomar conta do filho. As diversas percepções que relatou ao longo dos anos dá a entender que poderá ter tido ao longo da sua vida diversas abduções. Até agora não fez nenhuma regressão hipnótica para aprofundar mais aquela parte escondida que está dentro de si.





Por vezes acontece-lhe coisas enigmáticas e no dia 29 de Agosto de 2007, acordou de manhã com o pé direito, bastante




ensangüentado, mas já seco. No dedo mínimo do pé direito notava-se que havia por cima duma zona raspada um pequeno pedaço de algodão, semi encharcado com sangue. A zona afetadas no dedo parecia não ter sido alvo de um corte, mas sim raspada ou talvez lhe tivesse sido retirado um pedaço de pele.De manhã e perante aquela evidência, mostrou ao marido como tinha o pé ensangüentado. Ambos ficaram estupefato com aquele acontecimento, tanto mais que os lençóis da cama, não tinha sido manchados com aquele pé tão ensangüentado. Ás 20 horas desse dia quando a fomos visitar fizemos a foto que juntamos.Porque nem ela nem o marido se lembram de ter havido nenhum acontecimento que lhe pudesse fazer tal ferimento, ficaram ainda mais alarmados, quando verificaram que havia um pedaço de algodão por cima da ferida. Entretanto a Marcelina Artur, guardou religiosamente aquele pedaço de algodão num frasco esterilizado próprio para análises.Referimos que na sua casa não há qualquer animais vertebrados ou invertebrados.O que teria acontecido durante a noite?

Queimada na calada da noite

Acontecimentos noturnos inexplicáveis em pessoas abduzidas são normais e um dos mais bizarros deu-se na zona de Setubal a cerca de 20km a sul de Lisboa em 2005. Uma abduzida nossa conhecida de nome Vera, com 35 anos e especialista em tecnologias de envio de dados, acordou de manhã e começou a tratar do pequeno-almoço para os filhos. A filha disse-lhe “oh mãe o que é que tens na mão”?Com grande surpresa verificou que tinha esta cicatriz enorme na mão direita, parecia que a mesma tinha sido queimada. Perante aquela imensa queimadura, mas que não lhe doía é que se compenetrou de que algo lhe tinha acontecido durante a noite.





O seu marido também não conseguiu encontrar explicação para tal queimadura. Também o braço direito tinha sido de certa maneira afetados. Ao longo dos anos sente que teve diversos episódios de abdução, recordando-se de vários episódios.A foto abaixo mostra o braço direito com enigmáticas marcas que poderão ter origem diversa. Uma das possíveis explicações reside no fato de os abduzidos(as) muitas vezes relatarem que os obrigam a deitar-se em marquesas ou mesas de observação, segurando-lhes os braços. Como as senhoras ganham nódoas negras muito facilmente será que esta marca é originária de algo que lhe fez pressão no braço?










** Arranhão no Hotel **

Uma outra senhora de nome Celeste Gonçalves, com 55 anos de idade e a trabalhar na área dos recursos humanos em seguros, em 1985, foi ao Porto (a 300 Km a norte de Lisboa) em serviço e hospedou-se num hotel.Quando se preparava para ir dormir, alguém bateu à porta do quarto que a recepção lhe tinha reservado. Foi abrir e não viu ninguém no corredor e voltou a fechar a porta. Passados cerca de 10minutos a mesma cena aconteceu, bateram à porta, mas desta vez com mais força. A Celeste Gonçalves, foi abrir e ninguém lá estava. Ficou a partir daquele momento em sobressalto, ligou para a recepção, contando aquilo que lhe tinha acontecido. Os funcionários do hotel, vasculharam todo hotel à procura de alguém anormal nos corredores do hotel e não encontraram ninguém.De manhã esta senhora, verificou que tinha um grande arranhão triplo de forma oblíqua a começar na omoplata esquerda e terminando na anca direita.O que teria acontecido?

Elouise de gatas na rua









O caso mais interessante de marcas noturnas ocorreu a outra senhora a viver perto de Coimbra a 250 Km a norte de Lisboa.A contabilista Elouise Silva de 40 anos, mãe de dois filhos, apareceu no dia 13 de Junho de 2006 de manhã com estes três duplos arranhões à volta do umbigo nota-se igualmente um outro ponto vermelho grande abaixo do umbigo. Toda a sua vida tem tido episódios de abdução que se estendem igualmente a todos os membros da sua família. Os sintomas que apresenta denota que de certeza já foi diversas vezes abduzida, com episódios bem caricatos como aquele de ir deitar os filhos e sem saber, apareceu na rua.

O marido atônito com essa mudança de lugar quando viu a esposa de gatas na rua, ficou alarmado porque tinha a certeza que tinha fechado todas as portas da casa. Assim ambos não arranjam explicação como é que a Elouise Silva apareceu na rua e de gatas, batendo à porta do lado de fora para que o marido a abrir-se por dentro. Depois deste incidente foram percorrer todas as portas e verificaram que todas elas estavam fechadas à chave por dentro.Em 06 de Junho de 2006, apareceu de manhã com estas duas marcas no braço direito, também sem encontrar nenhum tipo de explicação.Sabemos que os abduzidos atravessam portas, janelas e paredes, será que foi este o caso?

Ver o filho na rua

Em Aveiro a 290 Km a norte de Lisboa, a arqueólogo Ana que teve diversos episódios de abdução e avistamentos de naves perto da sua casa, foi encontrar o seu filho de três anos na rua às duas horas da manhã. Ela estava na cama e lembrou-se de ir ver como é que o filho estava, se estaria tapado com a roupa. Ficou em estado de choque, o seu bem mais precioso não estava na cama, alarmada chamou o marido e enigmaticamente teve um palpite, dirigiu-se ao corredor e abriu a porta que dá para a rua, a mesma estava fechada por dentro. Saiu para a rua e lá fora estava filho, só, enregelado e de pijama. Como é que a criança abria a porta da rua e de pijama ia passear até à rua? A outra pergunta é, foi ela que se lembrou de ir à rua ou alguém lhe deu o palpite para a Ana ir à rua verificar se o filho lá estaria?A colocação do filho na rua, teria o propósito de dar uma prova de que algo manda naquela casa e que os seus habitantes estariam sob proteção?
Marcas temporárias

Anabela Sofia, gestora na área de saúde, de 28 anos e com diversas abduções vividas em 17 de Março de 2004, acordou com estas duas marcas no baixo-ventre, teve a percepção nítida que nessa noite foi abduzida.Estas marcas ao fim de 72 horas tinham desaparecido completamente.

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Abduções e predisposição em pesquisa ouPor que todo Pesquisador de Abdução sempre acha sua Raça Favorita de Alien?

Você acabou de avaliar um pouco mais de uma dúzia de investigadores de abdução que coletivamente lidaram com mais de 1700 casos. Você descobre que 4 deles dizem que têm uma atitude geralmente favorável sobre a natureza das experiências de abdução; 3 deles dizem que tais experiências são geralmente negativas. Você diz a si mesmo que esta é uma ótima oportunidade para testar se há ou não um efeito de investigador moldando as experiências daqueles com que eles trabalham. Você meticulosamente compila e combina os dados da pesquisa. Finalmente você obtém os seguintes resultados:Abduzidos com investigadores com atitude positiva sentem-se mais freqüentemente positivos sobre suas experiências de abdução. Suas reações às entidades são mais comumente positivas. As entidades são percebidas mais comumente como calorosas e cordiais. Mais comumente uma das entidades parece familiar ou carinhosa. Os abduzidos mais freqüentemente vêem a si mesmos como parceiros na experiência. Eles mais comumente podem até identificar a si mesmos como aliens. Por outro lado, eles têm mais comumente ansiedades vagas depois de suas experiências.Abduzidos com investigadores com atitude negativa, em contraparte, sentem-se mais freqüentemente negativos sobre suas experiências. Eles odeiam e desgostam dos seres mais comumente. Os próprios seres são mais comumente percebidos como frios e um tanto impessoais. Os abduzidos vêem a si mesmos mais comumente como vítimas.Você conclui A) Claramente faz diferença a qual investigador um abduzido vai e seria prudente recomendar que qualquer pessoa querendo explorar sua experiência de abdução procure um investigador com opinião positiva; ou B) Apesar das muitas alegações e medos do contrário, a influência dos investigadores prova ser quase invisível, seu toque é quase negligenciável na formulação da abdução.Embora agora você tenha resolvido a questão pragmática para a satisfação geral, seu trabalho não está pronto ainda. Você também quer saber se estas atitudes influenciam as imagens e o enredo das histórias de abdução. Você olha para as colunas de dados e o que você lê é algo mais ou menos assim:Investigadores com atitude positiva têm uma porcentagem menor de humanóides e Grays padrão e uma porcentagem maior de Nórdicos como humanos em seus arquivos. Seus casos são menos propensos ao envolvimento de tempo perdido e as experiências são mais curtas em duração. Inesperadamente, experiências de exame são mais comuns, mas elas são menos propensas ao envolvimento de implantes, tratamento manual e dos genitais. Os aliens menos comumente dão ameaças ou ordens para esquecer. Mais comumente eles oferecem tours pela nave e instruem o abduzido. Como os Irmãos Cósmicos dos contatados eles advertem sobre catástrofes futuras e cataclismas mais comumente. Seus abduzidos são mais propensos a mostrar habilidades psíquicas aumentadas. Há alguns enigmas. Suas abduções mais comumente envolvem paralisia. Suas naves são mais comumente discóides. Os interiores são mais comumente frios e indiretamente iluminados.Investigadores com atitude negativa, em contraste, têm uma porcentagem maior de humanóides e Grays padrão. Curiosamente, o traço de narizes vestigiais é mais comum. Os exames mais comumente envolvem implantes, tratamento manual e os genitais, mas menos propensas a envolver recolhimento de amostras. Em linha com o cenário Hopkins, há mais cenas envolvendo enfermarias e híbridos. Seus abduzidos são menos propensos a serem levados a um tour pela nave. Eles são mais comumente ameaçados e ordenados a esquecer. Há menos advertências sobre catástrofes futuras. Eles mais comumente têm cicatrizes e marcas no corpo. Há menos sobre habilidades psíquicas aumentadas ou mudanças de hábitos seguintes às experiências. Há também alguns enigmas. Há mais jornadas por outros mundos. Há mais mensagens de reasseguramento. Há menos ansiedade durante sua captura, menos paralisia. Suas experiências são mais longas. As naves são menos propensas a ser discóides. As salas são mais propensas a ser retangulares ou triangulares e menos freqüentemente iluminadas indiretamente. Finalmente, seus abduzidos são menos propensos a sofrer náusea ou diarréia depois de uma experiência.Você conclui A) Os resultados fazem mais sentido que não. Aqueles detalhes que não fazem sentido parecem menos centrais ao drama da história e podem ser solucionáveis através de um estudo aprofundado; ou B) O significado de qualquer relação entre a atitude e a descrição escapa uma pronta compreensão.Você provavelmente já adivinhou que este estudo não é hipotético. Ele foi parte de um estudo muito maior conduzido por Thomas E. Bullard e recentemente publicado pelo Fund for UFO Research sob o título The Sympathetic Ear: Investigators as Variables in UFO Abduction Reports (O Ouvido Simpático: Investigadores como variáveis em Relatos de Abdução OVNI). Os resultados relatados aqui são minha leitura das colunas de dados P e N de sua tabela 37. Se você escolheu A como suas conclusões, sua avaliação concorda com a minha. Se você escolheu B, suas conclusões concordam com a do autor do estudo. Elas são citações respectivamente do sumário depois da página título e na página 89. Eu selecionei a parte do estudo, a maior parte do qual é excelente a propósito, como o teste mais relevante da observação de Philip Klass de que os abduzidos de Leo Sprinkle relatam aliens mais gentis e afáveis que os aliens de Budd Hopkins. Ele sentiu que não era coincidência que as crenças pessoais dos investigadores pareciam colorir as experiências de seus pacientes. Enquanto Bullard cita a opinião de Klass como o que está sob avaliação, ele parece esquecer os detalhes do que Klass diz enquanto o argumento se desenvolve e acaba lutando com uma posição exagerada que nenhum cético que eu conheça jamais propôs. Os dados de Bullard replicam o que Klass diz e a questão pragmática central sobre se é mais aconselhável indicar abduzidos a investigadores de opiniões positivas é demonstrada como prudentemente correta.Por que Bullard oferece as conclusões na citações B? Parece que ele considera os enigmas nos dados como tão supremos que eles invalidam qualquer alegação de um efeito investigador real. Alguns detalhes não são nem um pouco afetados pela atitude do investigador. Embora seja uma questão válida se o que está envolvido é um retrato completo do fenômeno da abdução, o fato permanece que os dados não contradizem as alegações específicas que foram feitas pelos críticos que ele cita.Seria interessante saber quanto leitores deste estudo aceitam a conclusão de Bullard sem olhar para a tabela de resultados. A razão principal que eu me incomodei em checar novamente as coisas é que as duas linhas que eu citei pareciam muito improváveis. Uma pessoa não pode ler a literatura de abdução OVNI sem ver que a mão do investigador é bem visível. Alguns exemplos:* Christie aceita totalmente a idéia de Irmãos Cósmicos e participou de convenções onde ela conversa sobre belíssimos seres espaciais. Ela freqüenta uma reunião entre seu namorado e Budd Hopkins e eventualmente faz regressão, revelando uma experiência envolvendo agulhas em seu nariz e vagina. Hopkins conclui que sua mudança de idéia prova que Irmãos Cósmicos são um mito e que abdução são traumaticamente reais (Int'l UFO Reporter, Jan/Feb. 1987);* Johns Mack repetidamente pergunta a abduzidos por que híbridos, se devem repopular uma terra pós-holocausto, parecem tão apático e pálidos. Nós descobrimos em seguida que Jerry tem uma abdução onde o híbrido é visto como jovens lindos e angélicos. Peter proclama que eles não parecem apáticos para ele, mas têm uma vitalidade própria. (Abduction, p. 415);* David Jacobs acha que os aliens são totalmente não-humanos e declara que alegações de contatados são um critério conveniente para decidir quais relatos são provavelmente falsos. (Secret Life, pp. 236, 284.) Os pacientes de Richard Boylan obtêm uma variedade sugestiva de pelo menos uma dúzia de raças e elas comumente partilham características humanas como uma reverência pela vida e a importância de cuidar de crianças. Um capítulo dedicado a mensagens dessas experiências é preenchido com material idêntico ao de contatados dos anos cinqüenta até mesmo ao ponto da defesa do vegetarianismo. (Close Extraterrestrial Encounters, chapter 14, 15.)Cada um deles irá sem dúvida insistir que seus métodos são superiores, que seus resultados são mais críveis que os pontos de vista anteriores. Também sem dúvida alguma, seus pacientes concordarão. Alguém está errado aqui. Eu não ficaria chocado se todos estão errados aqui. Já que ufologistas estão até certo ponto colhendo o que eles acreditam, tenha cuidado com que pontos de vista você se alinha. Eu imagino se nós poderíamos convencer Camille Paglia
* a se dedicar à ufologia. Eu adoraria ver que tipo de aliens ela descobriria.

NoTa: Camille Paglia é uma intelectual americana polêmica que oferece idéias e análises extremamente originais sobre diversos temas da cultura ocidental, sendo capaz de reconhecer padrões que ligam a família real britânica a Woody Allen em 'arquétipos sexuais'.


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** Ovnilogia e Doença Mental **

" Quero falar de algo muito pouco falado, que é a relação entre fenômeno extraterrestre e doença mental, psicopatologia.

Estou em crer que praticamente toda a doença mental no ser humano é criada por extraterrestres, ou aquilo que será percebido como doença mental.
Embora esteja a fazer esta relação também com base na minha experiência pessoal, do que conheço sobre ambos os fenômenos, e sendo Psicólogo Clínico, estou em crer que essa é a verdade.A psicopatologia é um fenômeno muito complexo e, por vezes, no nosso mundo humano, poderá ser atemorizador. Deverão apenas falar sobre a mesma os seus estudiosos ou a sabedoria popular e o senso comum desempenharão um papel importante? Penso que ambas estão corretas mas penso que se deverá dar a última palavra aos estudiosos. Incluo-me nesse lote, enquanto Psicólogo Clínico.Ora, nesta base, e tendo tido a experiência que descrevo neste site - Chapéu Mexicano em Linda-a-Velha, devo dizer que parece-me acertado aquilo que digo na introdução.Ora, depois do contacto OVNI e depois de, em seqüência, terem-me diagnosticado esquizofrenia, devo dizer com todas as letras que não sou, de toda a maneira, esquizofrênico. Os sintomas desta perturbação mental assemelham-se com o que passei, como controlo mental por outrem, roubo do pensamento, alterações comportamentais estereotipadas, etc., mas tenho a consciência da influência que a entidade extraterrestre causou, não me considerando eu com personalidade de tipo esquizofrênica, ou com tendência para descompensações esquizofrênicas.Por falar em comportamentos estereotipados, uma das observações que me influenciaram muito nas idéias que aqui descrevo, foi o movimento para trás e para a frente observado nos esquizofrênicos catatônicos quando comparado com o movimento que os judeus fazem a orar, que é também para trás e para a frente. Isto chamou-me a atenção, considerando eu que haveria alguma relação nisto.Enfim, depois observei ( do que a minha capacidade de observação me permitiu ) que a entidade ou outras entidades extraterrestres estavam a manipular os comportamentos dos meus familiares e pessoas mais próximas, o que me deu uma certa sensação de impotência, de que pouco poderia fazer para evitar ou controlar isso. Eram comportamentos de histeria, de agressividade, etc., em certos contextos, que eu assumi que eram de certa forma para monitorizar as minhas reacções a esses comportamentos.De outra maneira, sempre achei estranho as chamadas alucinações visuais que era como algo criado na realidade física, o que considero pouco provável de acontecer. Como também me aconteceu, acho que não passarão de fenômenos holográficos criados por entidades extraterrestres.Ademais, devo considerar que os designados "doentes mentais" serão os alvos perfeitos para servirem de hospedeiros aos contactos com outra espécie extraterrena, já que passarão despercebidos aos outros humanos, em particular por serem gozados e ridicularizados ou menosprezados, só que... e isto é muito importante... poderão não conseguir ter a estrutura mental suficiente para lidar com essa entidade... e novamente muito importante... mas isso a entidade poderá resolver muito bem.Digo isto, pois, da experiência que tenho, é de estarrecer os conhecimentos que, pelo menos no meu caso, a entidade revelou acerca da mente humana. "

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** Projecto MILAB e abduzidos **

As abduções são geralmente um fenômeno estranho e complexo.
Para sépticos,jornalistas,alguns investigadores e o publico em geral é difícil acreditar que as abduções por seres extraterrestres aconteçam fisicamente.Relatos sobre seres que entram nos quartos através das paredes, que fazem os abduzidos atravessarem janelas fechadas e que levitam até uma nave que os espetra no exterior são difíceis de ser aceites até pelos investigadores de mente aberta.No entanto, investigadores bastante conceituados tem vindo a demonstrar que o núcleo de uma abdução por extraterrestres nao pode ser explicada psicologicamente como sendo alucinações ou ilusões em massa.As investigações feitas nestas ultimas décadas tem trazido mudanças.
Investigações feitas nas ultimas décadas levantaram outra questão.Recentemente alguns abduzidos relataram que também tém sido levados por militares (MILAB) e levados para hospitais ou instalações subterrâneas.Poucos são os livros sobre abdução que descrevem este tipo de situação.Especialmente desconcertante são os fatos descritos pelos abduzidos que recordam ter visto pessoas (militares ou de outras organizações) trabalharem em conjunto com seres extraterrestres nestas instalações secretas.A presença de humanos (militares ou civis) habitando o mesmo espaço físicode seres extraterrestres excede o limite das mentes de sépticos e de investigadores de mente aberta.Os sépticos preferem acreditar que estes relatos sejam designados a incitar a atenção dos crentes da teoria da conspiração ou que ´são alucinações.Investigadores do campo do controlo da mente sugerem que estes casos são a prova de que todo o fenômeno da abdução seja uma encenação para o governo encobrir experiências ilegais.Os investigadores de mente aberta que procuram reputação como investigadores de abduções ignoram estes relatos por serem tão poucos nos seus arquivosHelicópterosA misteriosa atividade de helicópteros negros é conhecida desde os anos 60 quando mostravam um especial interesse em mutilações de gado no entanto, o investigador Raymond E. Fowler relaciona a sua presença com testemunhas de óvnis durante os aos 70.Esta atividade tem vindo a aumentar desde os anos 80 ate aos dias de hoje.Dan Wright tem presentemente 10 casos onde helicópteros negros foram vistos sobre as casas de abduzidos horas depois de terem sido levados.Estes relatos encontram-se na MUFON Transcription Project Files.Muitos abduzidos ja foram "assediados" por estes helicópteros incluindo o famoso Whitley Trieber.Alegados raptos por militaresMuitos abduzidos relatamos envolvimento de militares depois do começo das aparições destes helicópteros. As experiências de abdução de Leah Haley e Katharina Wilson estão repletas de encontros com MILAB.




MILAB envolve os seguintes elementos:Presença de helicópteros negrosPresença de estranha carrinhas ou carros perto das casas de abduzidosExposição a campos eletromagnético para desorientar,injeções para atordoar e transporte por helicóptero ou carrinha até a instalações subterrâneas ou edifícios militares.Uso de testes e implantesDiferenças entre os dois:Na maior parte das abduções normais os seres extraterrestres entram através de janelas fechadas ou paredes e os abduzidos sentem uma presença no quarto.Relatam que são paralisados mentalmente pelos seres.Com MILAB os abduzidos relatam que lhes dão uma injeção.são examinados por médicos humanos em salas retangulares e não em salas redondas como são descritas em abduções por extraterrestres.As salas, corredores e mobília são semelhantes ás de um hospital, laboratórios ou instalações de investigação...nada se compara ao interior de um ovni.Os exames são parecidos mas o abduzido é amarrado a uma mesa e numa abdução por extraterrestres a pessoa é paralisadas.Os médicos MILAB geralmente estão vestidos com batas brancas e mostram um especial interesse em implantes e em exames ginecológicas.Se o abduzido tiver um implante extraterrestre,este é retirado e substituído por um militar.Relatos de milab tem aparecido na América, Inglaterra e EuropaPor vezes os abduzidos são levados por MILAB logo a seguir de uma abdução por extraterrestres.Uma vez lá, são submetidos a longos interrogatórios, ameaçados e por fim sofrem uma "lavagem cerebral"Conclusão:É muito triste e bastante revoltante um abduzido sofrer uma abdução por extraterrestres e quando regressa a casa voltar a ser levado por seres da própria espécie para voltar a sofrer tudo de novo, para mais informações sobre milab visitem o site da MUFON”
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** Abdução, quais serão os motivos? **

Na ufologia, a abdução talvez seja a última fronteira de pesquisa com muita complexidade dos fatos referido ao seqüestro de pessoas por parte dos extraterrestres com objetivos específicos, mas na verdade não sabemos quais são na sua totalidade. O que realmente esta por traz das abduções? Será um fenômeno real? Por que os tais exames de natureza médica?






Primeiramente vou citar um caso recente de uma senhora (Sra. X) no interior do estado do Rio de Janeiro, seu relato: "Estava conduzindo meu automóvel durante a noite em direção à região serrana, quando que por volta da 1:00 da madrugada avistei um objeto circular grande com muitas luzes na parte inferior, que emitiu um feixe de luz sobre o automóvel".
Ela ficou maravilhada, durou uns poucos minutos, a viagem transcorreu normalmente, porém ela não se lembrava de ter percorrido um pequeno trecho da estrada. Após o ocorrido, por algumas vezes sua narina direita sangrava pela manhã, quando ela acordava, além de começar a ter alguns sonhos extremamente nítidos com a sensação de flutuar, sendo em alguns desses sonhos "acompanhada por seres estranhos". Até aqui um caso de abdução sem muita novidade, porém minha participação neste incidente se inicia depois que ela realiza algumas radiografias para o tratamento da sinusite e depara com algo inusitado, pois aparece no lado direito da cabeça um objeto aparentemente metálico pequeno e esférico (um implante?).





Foi recomendado o uso da hipnose regressiva à ela, mas a mesma esta relutante a isso. Podemos interpretar neste caso que provavelmente foi abduzida logo após o contato do feixe de luz do óvni que foi durante o intervalo do trecho da viagem que não se lembra (lapso de tempo?).
Com outros casos que acompanhei há um certo padrão inicial da abdução, pois no geral no começo há um avistamento de um óvni e a emissão de uma luz ou um feixe luminoso, inclusive no próprio carro e se tiverem presentes mais pessoas que não são de interesse da abdução parecem que dão um jeito de "desligarem" as mesmas. Provavelmente essa luz é responsável pelo transporte para dentro da nave, geralmente no interior de uma sala ou compartimento e em seguida é conduzida para uma metálica com certa aparelhagem em outra "sala". Em comparação com outros relatos e na literatura específica há algumas semelhanças nos procedimentos em relação à "vítima", pois na grande maioria dos casos o abduzido pode mover-se ou reagir contra, parecem ter o controle mental da "vítima" e a comunicação é telepática por parte dos ETs. Após ser conduzido à marca realizam uma seqüência de atos que lembram procedimentos de exames médicos, como por exemplo, exames na região da face (órgãos do sentido), utilizam-se de aparelhos com agulhas que inserem na região do ventre e pela vagina, incisões para retirada de tecidos na pele, até mesmo exames nos seios; às vezes fazem beber um líquido extremamente pastoso (tenho conhecimento de um caso onde a abduzida tinha grande vontade de beber leite com muita aveia devido ao ocorrido), e também examinam a coluna vertebral. Através de relatos há evidências de que tenham interesses na área reprodutiva/genética devido ao uso de aparelhos finos e flexíveis ("agulha comprida") inseridas no ventre/vagina com o objetivo de recolher e implantar óvulos que comumente causam cólicas, fortes dores e até hemorragias posteriormente.



Na literatura específica encontramos relatos, sob hipnose de mulheres que foram implantadas com embriões e desenvolveram uma gravidez, onde após algumas semanas a gravidez desaparecia por retirada do feto pelos ETs, mas pessoalmente "nunca" acompanhei um caso dessa natureza, porém em 1996 conheci uma senhora numa região do sul de MG alegando que seu filho era fruto das interferências dos ETs (o "híbrido"), mas faltava consistência no fato e a mesma negava que se fizéssemos qualquer tipo de análise no filho.


Durante as abduções é comum à inserção de objetos (implantes) por um instrumento longo e muito fino semelhante a uma grande agulha pelas narinas (há casos que ocorrem pelo canal auditivo e lacrimal), que às vezes são descobertos acidentalmente (caso da Sra. X, já citado), onde na minha opinião esse implante tem funções específicas tais como monitoramento da "vítima" e até mesmo comunicação, já que muitas alegam ouvirem vozes dentro da cabeça.
Na maioria dos casos (sob hipnose) os seres que mais manipulam dessa maneira possuem pequena estatura (até 1,50 m de altura), de cor cinza na maior parte dos casos, com olhos escuros grandes (talvez seja uma película externa de proteção) onde as pupilas não são observadas, ausência de nariz ou só com furos às vezes, boca vestigial sem lábios e corpo muito magro e "delicado" que às vezes são acompanhados por seres de estatura maior.
Aparentemente, os alienígenas parecem ter objetivos reprodutivos. Será que eles não podem estar na realidade manipulando a bioenergia e os mecanismos de manutenção da vida humana? Talvez uma forma de alteração genética numa interferência científica sem precedentes.






Será isso uma possibilidade?


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** ABDUÇÕES: **

Do inglês, abduction. Esse termo tornou-se comum a partir dos anos 80. Define o relato de uma pessoa levada contra a vontade para o interior de um disco voador, onde é submetida a exames clínicos e/ou experiências. Normalmente a testemunha não se lembra conscientemente do processo e dos exames, mas apresenta sinais físicos como perfurações, marcas de retirada de sangue e até supostos implantes. Um estudo desenvolvido pelo norteamericano Budd Hopkins, especialista em casos de abduções e autor do livro "Intruders" (Intrusos, também disponível em vídeo), afirma que esse tipo de contato já pode ter atingido 2% da população do mundo.Muitos dos abduzidos dizem estar numa espécie de caverna, a maioria das crianças que somem diariamente no mundo, são vítimas de abdução. As pessoas abduzidas por naves alienígenas ainda em vôo geralmente dizem sentir, uma forte falta de ar e posterior desmaio, isso é devido ao uso de um raio azul utilizado para levantar a pessoa até a nave, esse raio tira todo o oxigênio da pessoa, inclusive de dentro das células, isso faz a pessoa morrer, quando esta chega à nave, é utilizado um outro raio para repor o oxigênio de volta às células e ao pulmão da pessoa.
Muitas das abduções têm uma natureza cruel. Os abduzidos não conseguem lembrar do que ocorreu dentro da nave, e a que experimento passaram, a não ser em regressão hipnótica. É colocado um tubo no reto do indivíduo e através de sucção é retirada a matéria fecal, para posterior estudo dos processos digestivos, provavelmente para saber o que é melhor digerido, os nutrientes aproveitados.
Os implantes são colocados através do nariz, na parte direita do cérebro, durante a colocação, o indivíduo permanece consciente, mas em estado de paralisia física e mental.
Os Zetas utilizam as pessoas em experimentos genéticos, são capazes de criar réplicas de humanos e libertá-las de volta à Terra, com a mesma consciência da pessoa matriz e mesmas memórias, com pequenas alterações para este ser subserviente à eles. Eles podem criar réplicas de órgãos humanos e realizar cirurgias de transplante sem sequer abrir a pessoa, através de teletransporte, o mesmo pode ser feito para se colocar implantes maiores no cérebro da pessoa.


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Questão UFO 19 Seqüestrados por ETs?arquivo de Quinta-feira, 8 de agosto de 2002

A testemunha, com muito medo, relata que foi seqüestrada por seres extraterrestres. À noite, do seu quarto, foi levada até uma astronave. Paralisada e submetida a experimentos de diversos tipos, descreve os ETs como sendo baixos, de aparência frágil, crânio proporcionalmente bem maior que dos humanos e grandes olhos escuros. Acordou em sua cama, sem saber explicar como voltou.

Narrativas semelhantes a esta já foram colhidas aos milhares, em todo o mundo. Testemunhas que relatam abduções, termo sinônimo de seqüestro por ETs, geralmente são arredias. Resistem em contar o que passaram. Temem "atrair novamente aquilo", ser consideradas loucas, transformar-se em motivo de rejeição ou gozação por parte de outras pessoas.
Sem dúvida, trata-se do tema mais delicado na pesquisa de contatos com ETs e OVNIs (Objetos Voadores não Identificados). Boa parte dos relatos é carregada de fortes emoções, principalmente medo e sensação de impotência, além da fala embargada. É difícil acreditar que estas pessoas estejam mentindo, inventando tais fatos.
Hipnose
O caminho mais comum é hipnotizar a testemunha para obter mais detalhes sobre o que aconteceu. Como se sabe, a hipnose é um estado semelhante ao sono, que pode favorecer o surgimento de lembranças. Mas não é milagrosa! Especialistas desta área fazem duas advertências importantes. Primeira: as crenças do hipnotizador (se ele acredita que a abdução realmente ocorreu) podem influenciar a mente do hipnotizado que, inconscientemente, acaba falando o que o hipnotizador deseja ouvir. Segunda: da mesma forma que favorece as lembranças, a hipnose aumenta as chances do surgimento de fantasias. O hipnotizado pode, sinceramente, narrar fatos que nunca ocorreram, inclusive manifestando fortes emoções!!!
Adicionalmente, esta abordagem tem sido utilizada sem os devidos cuidados. Vários dos pesquisadores (ufólogos) que investigam abduções praticam hipnose sem ter formação em psicologia ou psiquiatria nem treinamento específico como hipnólogo reconhecido por entidades médicas.


Dentro do cérebro

O neurologista Michael Persinger, da Laurentian University, Canadá, tem uma explicação para os relatos de abdução. Em laboratório, estimulou eletricamente o lobo temporal de voluntários, com resultados muito interessantes. Participantes do experimento sentiram medo, relataram que havia "mais alguém ali, no laboratório" e tiveram a nítida impressão de estar em movimento, sendo arrastados, quando, na realidade, estavam sentados em uma poltrona. Persinger propõe que certas pessoas mentalmente normais podem, espontaneamente, manifestar alucinações como as deste experimento, interpretando-as como um contato com ETs. Por mais vívidas que sejam estas imagens e sensações, estão acontecendo somente dentro do cérebro destes indivíduos. O estado entre vigília e sono favorece muito a ocorrência de distorções na percepção. É importante notar que a maioria dos relatos de abduções acontece exatamente neste estado de transição entre estar acordado e dormir.


Falsas memórias

A pesquisadora Elizabeth Loftus, da Universidade de Washington, EUA, já demonstrou cientificamente que há pessoas, mentalmente normais, capazes de formar em seus cérebros lembranças de fatos que nunca ocorreram, ou seja, falsas memórias. Em um experimento, sugeriu (utilizando persuasão e firmeza) a um grupo de pessoas que haviam se perdido em um shopping center quando crianças. Um de cada quatro dos participantes concordou e chegou a se lembrar do episódio. O detalhe é que o shopping não existia na época!!! Quanto mais a pessoa acreditar nestas falsas memórias, mais fortes são as emoções associadas a elas. Os resultados de sua pesquisa derrubam a idéia, ainda muito difundida, de que "se eu estou sentindo emoções intensas, então isto realmente aconteceu comigo". Em um documentário sobre abduções exibido no canal de TV por assinatura Infinito, Loftus alertou que o conhecido pesquisador de abduções Budd Hopkins, induz testemunhas a formar falsas memórias sobre seqüestros por ETs. Hopkins pratica hipnose e psicoterapia em pessoas que relataram abduções sem ter formação em psicologia ou psiquiatria.


Boas orientações

Mesmo já estando na casa dos milhares, não apareceram, até o momento, evidências físicas como peças, vestimentas, curativos, implantes ou algum tipo de aparelho de tecnologia não humana, que pudessem inquestionavelmente comprovar a origem extraterrestre deste tipo de seqüestradores.
Quanto mais se divulgam detalhes das chamadas abduções, mais aparecem outras pessoas explicando que também foram abduzidas. Especialistas em psicologia social sabem que certas informações muito difundidas podem alimentar o imaginário popular, aumentando as chances de ocorrência dos fenômenos mentais pesquisados por Persinger e Loftus. A grande quantidade de casos acaba não sendo um bom indicador de que estejam ocorrendo verdadeiros seqüestros de humanos por alienígenas.
Boas orientações para uma testemunha que relata uma abdução incluem: 1. Evitar hipnose para não estimular fantasias (principalmente se praticada por pessoas não qualificadas); 2. Informá-la sobre as pesquisas que podem trazer esclarecimentos como as de Michael Persinger (alucinações) e Elizabeth Loftus (falsas memórias); 3. Se os episódios estiverem acontecendo com freqüência ou causarem transtornos, não hesitar em buscar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra.

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** Principais semelhanças entre abduções e projeções astrais **





Conheça algumas das principais semelhanças entre as abduções alienígenas e as chamadas experiências de projeção astral ou viagens extrafísicas, segundo o renomado pesquisadore projeciologista brasileiro Waldo Vieira. Tais similaridades têm grande significado para um entendimento abrangente da Ufologia.


AMNÉSIA — Surge geralmente em pessoas que fazem viagens astrais e nas vítimas de abduções, que passam pelo chamado missing time, sensação de tempo perdido.


TRANSLOCAÇÃO — Sensação de transporte instantâneo a qualquer lugar. Em alguns casos, abduzidos ou contatados atravessam luzes, fumaças etc, surgindo em locais distantes ou inimagináveis.


PARALISIA — Um curioso estado de slow motion também está entre as coincidências entre as abduções alienígenas e as experiências fora do corpo.


DESORIENTAÇÃO — Sensação de estar em locais fora de padrão, sem arestas, cantos ou linhas retas também é relatada tanto por abduzidos e contatados, quanto por pessoas que exercitam viagens astrais.


CURVATURAS — Vários ambientes visitados pelos abduzidos, desde discos voadores e naves-mãe até outros planetas, apresentam uma conformação física ou arquitetura com superfícies curvilíneas. Parece que os alienígenas têm predileção por tais formas.


HUMANÓIDES — Os seres observados em viagens astrais e em abduções são ligeiramente ou muito diferentes do ser humano, mas mesmo assim humanóides. Praticamente 99% dos relatos mostram que a anatomia alienígena é composta de cabeça, tronco e membros.


TELEPATIA — A maioria dos contatos entre humanos e ETs acontece via telepática, assim como ocorre com pessoas, conhecidas ou não, que se encontram em suas experiências fora do corpo. Raramente, mas há registros, viajantes astrais encontram ETs em suas experiências e se comunicam com eles telepaticamente.


DISTÂNCIA — Abduzidos e viajantes extrafísicos compartilham uma visão da Terra de um ponto externo a ela, à grande distância.

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** Abduções Alienígenas **


- O que são as abduções alienígenas?É a alegação de pessoas de que teriam sido raptadas por seres alienígenas, sendo levadas para dentro de suas naves (a abdução propriamente dita) e submetidas a diversos experimentos - injeção de substâncias, alteração genética, implante de objetos e relações sexuais. Como este último relato é bastante freqüente nos depoimentos das vítimas, levantou-se a suspeita de que seriam fantasias alucinativas de indivíduos que teriam sofrido algum tipo de violência sexual. De fato, em muitos casos verificou-se que teriam sofrido abuso durante a infância. Além disso como muitos casos de abdução são revelados durante sessões de hipnose e regressões é possível que haja um forte efeito de sugestionamento .

- E como se explica a semelhança entre os relatos de abdução?

A suposta semelhança entre relatos de abdução é um mito. Há de fato surpreendentes similaridades entre casos de abdução, mas elas geralmente só são encontradas em relatos contemporâneos. Os relatos de abdução dos anos 50 contêm aspectos muito diferentes dos da atualidade, que provavelmente são muito diferentes dos que serão comuns em algumas décadas. Assim fica claro que as similaridades são mais fruto da influência cultural do que de experiência real compartilhada. Esta influência cultural pode até ser traçada, após o sucesso de "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", ETs com pescoços finos e alongados passaram a fazer sucesso entre abduzidos. Mas esse pescoço foi uma criação artística do filme, sem quaisquer bases mesmo em relatos de abdução anteriores.
As surpreendentes similaridades são acompanhadas de surpreendentes diferenças, mesmo entre relatos contemporâneos. O que de fato ocorre é que ufólogos freqüentemente ignoram as diferenças quando falam sobre abdução.
Analisando em detalhes diversos relatos, percebe-se que a forma como os "abduzidos" são levados ao UFO varia bastante [você pode flutuar ou ir andando, se flutuar pode atravessar paredes ou não, ser levado por uma luz ou não...], a forma como os próprios ETs se apresentam varia [dos clássicos grays passando por reptilianos e robôs ou mesmo múmias...], o que os ETs fazem varia [de análises no cérebro ou no abdômen à coleta de sêmen ou até relações sexuais com seres aparentemente humanos...], a forma com que as pessoas são devolvidas varia [a pessoa pode acordar de repente na cama, pode ser levada flutuando, pode ficar com as roupas trocadas ou não...]. Quase tudo varia.
Haveria uma seqüência de eventos que seria seguida pela maioria dos casos de abdução, porém mesmo esta seqüência comum não é extraordinária pois: 1- Nenhum caso de abdução repete todos os eventos de outro caso de forma exata, ou seja, a seqüência pode ser mantida mas alguns eventos podem faltar ou ser adicionados. 2- A lógica por trás desta seqüência de eventos é a lógica de uma narrativa. Algo esperado de uma confabulação.
A rigor, a única constante absoluta na abdução é a idéia de que ETs lhe seqüestraram. E isso porque esta é a própria definição de abdução.


- E quanto aos implantes?

Até hoje nenhum suposto implante mostrou evidências suficientemente seguras de que é de origem alienígena. Algo que deveria ser fácil de comprovar, a menos que os alienígenas intencionalmente quisessem que seus implantes fossem indistingüíveis de artefatos convencionais que podem adentrar ou surgir no corpo humano de mil e uma formas. Neste caso, é de se esperar que nunca possamos comprovar a natureza alienígena de nenhum implante, mas também estaríamos caindo em uma crença auto-sustentada que justifica a ausência de evidência a si mesma.
Curiosamente, os locais de origem de muitos supostos implantes coincide com áreas propensas à entrada de tais corpos estranhos, como o pé. "Implantes" também são por vezes formados por secreções corporais, como o famoso caso de um suposto implante retirado da área do pênis de um paciente que revelou ser fibra de algodão (presumivelmente das cuecas que ele usava) solidificada por secreções.


- Como se explica o enorme alcance da idéia de abdução? Milhões de pessoas dizem ter sido abduzidas, isso não pode ser fantasia. É bem diferente e mais sério que o ridículo fenômeno dos contatados por exemplo.


A afirmação de que milhões de pessoas acreditam ter sido abduzidas é um tanto distorcida. Ela geralmente se baseia em uma pesquisa americana com métodos duvidosos que teria concluído que 1% da população americana foi abduzida. Quanto ao alcance da idéia de abdução, Martin Kottmeyer sugere que a idéia de abdução ressoou bem porque permitia um contato entre humanos e alienígenas sem portar os inconvenientes freqüentemente associados ao simples contato.
Sendo um seqüestro:
- como é involuntário, os alienígenas não precisam fornecer provas. Um contato amigável entretanto é inverossímil se os ETs simplesmente aparecem e depois partem sem deixar algum presente;- a vítima também não dá a impressão de ser precisamente uma pessoa escolhida, na verdade ela é realmente uma vítima. Se ela é escolhida, é por algum motivo que escapa a ela mesma. Os contatados entretanto muitas vezes implicavam que eram especiais;- O seqüestro também dá todo um tom dramático que dificilmente poderia surgir em uma história de contato amigável;- A idéia também envolve sigilo, conspiração e um grande plano secreto de forma muito mais plausível que um simples contato.
E esses são apenas alguns elementos que explicam a ampla ressonância da idéia de abdução. Ela seria simplesmente uma variação da idéia de contato com os elementos necessários para explicar a ausência de evidências e ao mesmo tempo ser convincente (pode-se dizer que é um nome bem melhor projetado que o nome dos contatados).
Por outro lado, a própria noção de que a aceitação popular de uma idéia deva indicar sua veracidade é infundada, e a rigor não precisaria de refutação adicional.

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** raptos (abduções) alienígenas **

uma visão cética :


Existe uma crença amplamente difundida, embora errônea, de que seres alienígenas viajam à Terra vindos de algum outro planeta, e que estariam fazendo experiências reprodutivas com alguns poucos escolhidos. A despeito da natureza inacreditável dessa idéia e da falta de provas dignas de crédito, desenvolveu-se um culto em torno da crença em visitas e abduções alienígenas.
Segundo a doutrina dessa seita, teriam caído alienígenas em Roswell, no Novo México, em 1947. O governo dos EUA teria recuperado a nave e seus ocupantes, e estaria se encontrando com alienígenas desde então num lugar conhecido como Área 51. O aumento nas visões de ÓVNIS se deveria ao crescimento da atividade alienígena na Terra. Os alienígenas estariam abduzindo pessoas em maior número, estariam deixando outros sinais de sua presença na forma dos assim chamados círculos em plantações, estariam envolvidos em mutilação de gado, e ocasionalmente forneceriam revelações como o Livro Urantia a profetas escolhidos. O respaldo para essas crenças a respeito de alienígenas e OVNIs consiste principalmente em especulação, fantasia, fraude e inferências injustificadas a partir de indícios e testemunhos. Fanáticos por OVNIs também estão convencidos de que existe uma conspiração do governo e da mídia de massas para acobertar as atividades alienígenas, tornando difícil para que eles provem que os alienígenas chegaram.

É muito provável que haja vida em algum lugar no universo, e que parte dessa vida seja muito inteligente. Há uma probabilidade matemática de que, entre os trilhões de estrelas nos bilhões de galáxias, existam milhões de planetas análogos em idade e com proximidade a uma estrela como a do nosso sol. As chances parecem muito boas de que a vida tenha evoluído em alguns desses planetas. É verdade que, até bem recentemente [janeiro de 1996], não tinha havido nenhuma prova observacional significativa nem mesmo de que existisse algum planeta fora do nosso sistema solar. Apesar disso, parece muito improvável que nossa parte do universo tenha surgido de uma forma completamente singular. Sendo assim, devem existir planetas, e luas, e asteróides, etc., em todas as galáxias e ao redor de muitas das estrelas nessas galáxias. Logo, parece alta a probabilidade de que haja vida inteligente em algum outro lugar do universo, embora seja possível que sejamos únicos.
Não devemos nos esquecer, no entanto, de que a estrela mais próxima (além do nosso sol) está tão distante da Terra que viajar entre as duas levaria mais tempo que toda uma vida humana. O fato de que nosso sol leve cerca de 200 milhões de anos para dar uma volta na Via Láctea, dá uma idéia da perspectiva que temos que ter das viagens inter estrelares. Estamos a 500 segundos de luz do sol. A próxima estrela em proximidade da Terra está a 4,3 anos-luz. Isso pode parecer próximo, mas na verdade é algo como 40 trilhões de km de distância. Mesmo viajando a 1,6 milhões de km/h, seriam precisos mais de 2.500 anos para se chegar lá. Para se fazer isso em cinqüenta anos, seria preciso viajar a mais de 1,6 bilhões de km/h por toda a viagem. A despeito da probabilidade de haver vida inteligente em outros planetas, qualquer sinal vindo de qualquer planeta no universo, enviado em qualquer direção, tem pouca probabilidade de estar na rota de outro planeta habitado. Seria tolice explorar o espaço em busca de vida inteligente sem saber exatamente onde procurar. Além disso, esperar por um sinal pode exigir uma espera mais longa do que qualquer forma de vida, em qualquer planeta, pudesse durar. Por fim, se nós realmente recebermos um sinal, as ondas que o transportaram foram emitidas centenas ou milhares de anos antes e, no momento em que rastrearmos sua fonte, o planeta que as emitiu pode não mais ser habitável ou mesmo existir.
Assim, embora seja provável que exista vida inteligente no universo, a viagem entre sistemas solares em busca dessa vida apresenta alguns sérios obstáculos. Os viajantes ficariam fora por um tempo muito longo. Precisaríamos mantê-los vivos por centenas ou milhares de anos. Precisaríamos de equipamentos que pudessem durar centenas ou milhares de anos, e ser reparados ou substituídos nas profundezas do espaço. Essas não são condições impossíveis, mas parecem ser barreiras suficientemente significativas para tornar a viagem espacial intergaláctica altamente improvável. A única coisa necessária para uma viagem como essa que não seria difícil de se obter seriam pessoas dispostas a viajar. Não seria difícil encontrar muitas pessoas que acreditam que poderiam ser adormecidas por umas poucas centenas ou milhares de anos e despertadas para procurar por vida em algum planeta estranho. Elas parecem até acreditar que poderiam então coletar informações para trazer de volta à Terra, onde desfilariam em carro aberto pelas ruas do que quer que tenha restado de Nova York.


** abdução e estupro? **

despeito da improbabilidade da viagem interplanetária, ela não é impossível. Talvez existam que possam viajar a velocidades muito altas e que possuam tecnologia e matéria prima para construir naves capazes de viajar a uma velocidade próxima à da luz ou maior. Teriam esses seres vindo aqui para abduzir pessoas, estuprá-las e fazer experiências com elas? Têm havido vários relatos de abdução e violação sexual por criaturas pequenas e calvas, que possuem grandes crânios, queixos pequenos, grandes olhos oblíquos e orelhas pontudas ou ausentes. Como explicar a quantidade dessas histórias e sua semelhança? A explicação mais razoável para os relatos serem tão similares é que eles são baseados nos mesmos filmes, nas mesmas histórias, nos mesmos programas de televisão e nas mesmas histórias em quadrinhos.
A história de abdução alienígena que parece ter iniciado as crenças do culto da visita e experimentação alienígena é a de Barney e Betty Hill. Os Hill afirmam ter sido abduzidos por alienígenas em 19 de setembro de 1961. Barney afirma que os alienígenas colheram uma amostra do seu esperma. Betty afirma que lhe cravaram uma agulha no umbigo. Ela levou pessoas até um ponto de aterrissagem alienígena, mas só ela podia ver os seres e sua nave. Os Hill se recordaram da maior parte da sua história através da hipnose, poucos anos após a abdução. Barney Hill relatou que os alienígenas tinham "olhos envolventes," uma característica bem incomum. No entanto, doze dias antes, um episódio de "The Outer Limits" mostrava um alienígena exatamente assim (Kottemeyer). Segundo Robert Schaeffer, "podemos encontrar todos os elementos principais dos abduções por OVNI contemporâneos numa história em quadrinhos de aventuras de 1930, Buck Rogers in the 25th Century[Buck Rogers no século XXV]."
A história de Hill vem sendo repetida várias vezes. Existe um período de amnésia logo após o suposto contato. Há então geralmente uma sessão de hipnose, aconselhamento ou psicoterapia, durante a qual aparece a lembrança de ter sido abduzido e sofrido experiências. A única variação entre as histórias dos abduzidos é que alguns afirmam ter recebido implantes, e muitos afirmam ter cicatrizes e marcas colocadas em seus corpos pelos alienígenas. Todos descrevem os seres de maneira muito semelhante.
Whitley Strieber, que escreveu vários livros sobre seus supostos abduções, descobriu que tinha sido abduzido por alienígenas após psicoterapia e hipnose. Strieber afirma que viu alienígenas incendiarem seu telhado. Diz ter viajado a planetas distantes e voltado durante a noite. Quer que acreditemos que só ele e sua família podem ver os alienígenas e sua espaçonave, onde outros não vêem nada. Strieber acaba parecendo uma pessoa bastante perturbada, mas que realmente acredita que vê e está sendo molestada por alienígenas. Descreve seus sentimentos com precisão suficiente para fazer crer que ele estava num estado psicológico bem agitado antes de ser visitado pelos alienígenas. Uma pessoa nesse elevado estado de ansiedade estaria propensa à histeria e seria especialmente vulnerável a mudanças radicais nos padrões de comportamento ou crença. Quando Strieber estava tendo um ataque de ansiedade, consultou seu analista, Robert Klein, e Budd Hopkins, pesquisador de abduções alienígenas. Então, sob efeito da hipnose, Strieber começou a relembrar os horríveis seres e suas visitas.
Hopkins mostrou sua sinceridade e incompetência investigativa no programa da televisão pública Nova ("abduções Alienígenas," primeiro programa em 27 de fevereiro de 1996). A câmera acompanhou Hopkins sessão após sessão com um "paciente" muito agitado e altamente emotivo. Então, Nova acompanhou Hopkins à Flórida onde ele alegremente ajudou uma mãe visivelmente instável a incutir nas crianças a crença de que elas tinham sido abduzidas por alienígenas. Entre mais sessões com mais dos "pacientes" de Hopkins o telespectador o ouvia repetidamente fazer propaganda de seus livros e suas razões para não demonstrar nenhum ceticismo a respeito das afirmações bastante bizarras que extraía de seus "pacientes". Nova solicitou à Dra. Elizabeth Loftus que avaliasse o método de Hopkins para "aconselhamento" das crianças cuja mãe as estava incentivando a acreditar que tinham sido abduzidas por alienígenas. Com o pouco que Nova nos mostrou de Hopkins em ação, ficou aparente que ele encorajava a criação de lembranças, embora alegasse estar recuperando recordações reprimidas. A Dra. Loftus observou que Hopkins incentivou muito seus "pacientes" a recordar mais detalhes, assim como deu muitas recompensas verbais quando novos detalhes eram revelados. Ela caracterizou o procedimento como "arriscado", por não sabermos que efeito esse "aconselhamento" terá nas crianças. Parece que podemos seguramente prever um: elas crescerão pensando ter sido abduzidas por alienígenas. A crença estará tão entranhada na memória delas que será difícil fazê-las cogitar a possibilidade de que a "experiência" tenha sido plantada por sua mãe, e cultivada por fanáticos por alienígenas como Hopkins.


** John Mack **

Outro entusiasta dos alienígenas é o Dr. John Mack, psiquiatra de Harvard, que escreveu livros sobre seus pacientes que afirmam ter sido abduzidos. Muitos dos pacientes de Mack foram indicados a ele por Hopkins. O Dr. Mack afirma que seus pacientes psiquiátricos não estão mentalmente doentes (então por que ele os trata?) e que não consegue pensar em nenhuma outra explicação para suas histórias a não ser a de que sejam verdadeiras. No entanto, até que o bom doutor ou um de seus pacientes apresente provas físicas de que tenham ocorrido os abduções, parece mais razoável acreditar que ele e seus pacientes estejam iludidos ou que sejam fraudes. Naturalmente, o bom doutor pode se esconder por detrás da liberdade acadêmica e do privilégio da privacidade médico/paciente. Pode fazer todas as afirmações que quiser e recusar-se a comprovar qualquer delas com base em que fazer isso seria violar os direitos de seus pacientes. Pode então publicar suas histórias e desafiar qualquer um a tirar sua liberdade acadêmica. Ele está numa posição que qualquer vigarista invejaria: pode mentir sem ter medo de ser descoberto.
O Dr. Mack também apareceu em "abduções Alienígenas" do programa Nova. Afirmou que, fora isso, seus pacientes são pessoas normais, o que é um ponto discutível se eles forem qualquer coisa semelhante aos que apareceram no programa. Mack também afirmou que seus pacientes não têm nada a ganhar por fabricarem suas histórias incríveis. Por alguma razão, as pessoas inteligentes geralmente acham que só otários são enganados ou iludidos e que, se os motivos de uma pessoa merecerem crédito, seu testemunho merece crédito também. Embora seja verdadeiro que o ceticismo em relação ao testemunho de uma pessoa seja justificado se ela tiver algo a ganhar (como fama e fortuna), não é verdadeiro que se deva confiar em qualquer testemunho dado por alguém que não tenha nada a ganhar com isso. Um observador incompetente, bêbado ou drogado, equivocado ou iludido, não deve merecer confiança mesmo se ele for tão puro como foi outrora a primavera nas montanhas. O fato de que uma pessoa seja agradável e decente, e que não tenha nada a ganhar mentindo, não a torna imune a errar na interpretação de suas percepções.
Uma coisa que o Dr. Mack não observou é que seus pacientes recebem bastante atenção por serem vítimas de abduções. Além disso, não houve nenhuma menção ao que ele e Hopkins têm a ganhar em fama e vendas de livros por encorajarem seus clientes a apresentar mais detalhes de seus "abduções". Mack recebeu US$200.000 como adiantamento por seu primeiro livro sobre abduções alienígenas. Ele também lucra com a publicidade e solicitação de fundos para seu Centro para Psicologia e Mudança Social, e seu Programa para Pesquisa de Experiências Extraordinárias. O Dr. Mack, a propósito, se impressiona bastante com o fato de as histórias de seus pacientes serem muito semelhantes. Ele também acredita em auras e indicou acreditar que alguns dos problemas ginecológicos de sua esposa talvez se devam aos alienígenas. Harvard o mantém em seus quadros em nome da liberdade acadêmica.
Outro que contribui para a mitologia dos abduções alienígenas é Robert Bigelow, um rico homem de negócios de Las Vegas, que usa seu dinheiro para dar apoio à pesquisa do paranormal (veja verbete sobre Charles Tart) e que parcialmente financiou uma pesquisa do Roper sobre abduções alienígenas. A pesquisa não perguntou diretamente aos 5.947 entrevistados se eles tinham sido abduzidos por alienígenas. Em lugar disso, perguntou a eles se tinham sofrido alguma das seguintes experiências:


-- Acordar paralisado, com a sensação da presença de alguém ou alguma outra coisa no quarto.
-- Experimentar um período de tempo de uma hora ou mais no qual esteve aparentemente perdido, mas não pôde se lembrar por que, ou onde esteve.
-- Ver luzes ou globos de luz num quarto sem saber o que as estava causando, ou de onde elas vieram.
-- Encontrar cicatrizes surpreendentes no corpo, e nem você nem ninguém se lembrar como você as obteve ou onde as conseguiu.
-- Sentir que estava realmente voando pelo ar, embora não saiba por que ou como.
Dizer sim a 4 dos 5 "sintomas" foi considerado sinal de abdução alienígena. Um relatório de sessenta e duas páginas, com introdução de John Mack, foi enviado por correspondência a cerca de 100.000 psiquiatras, psicólogos e outros profissionais da saúde mental. A implicação era de que cerca de 4 milhões de norte-americanos ou cerca de 100.000.000 de terráqueos teriam sido abduzidos por alienígenas. Como Carl Sagan ironicamente comentou: "É mais surpreendente que os vizinhos não tenham notado." A escolha do momento para a correspondência foi impecável: pouco depois da mini-série da CBS-TV baseada em Intruders de Strieber.
Alguns dos que afirmam ter sido abduzidos por alienígenas são provavelmente fraudes, alguns estão muito estressados, e alguns estão provavelmente sofrendo de um grave distúrbio psiquiátrico, mas a maioria parece ser de pessoas bem normais, especialmente propensas a fantasias. Em sua maior parte não parecem ser fanáticos por dinheiro, usando suas experiências estranhas como uma chance de aparecer na televisão ou de terem filmes feitos a respeito de suas vidas. Em outras palavras, o testemunho é freqüentemente, senão na maioria das vezes, feito por pessoas razoavelmente normais sem motivos ocultos conhecidos. Se suas afirmações não fossem tão bizarras, seria indecente desconfiar de muitas delas. Os defensores da sensatez da crença nos abduções alienígenas apontam para o fato de que nem todas as histórias possam ser atribuídas a confabulação. No entanto, a hipnose e outros métodos de sugestão são freqüentemente usados para se ter acesso a lembranças de abdução. A hipnose é não só um método sem confiabilidade para se obter acesso a memórias precisas, como também um método que pode ser facilmente usado para se implantar lembranças. Além disso, sabe-se que pessoas que acreditam ter sido abduzidas por alienígenas são muito propensas à fantasia. Ser propenso à fantasia não é uma anormalidade, se isso for definido em termos de crença ou comportamento da minoria. A grande maioria dos seres humanos é propensa à fantasia, caso contrário não acreditariam em Deus, anjos, espíritos, imortalidade, demônios, PES, Pé Grande, etc. Uma pessoa pode funcionar "normalmente" de mil e uma maneiras e abrigar as crenças mais irracionais imagináveis, contanto que essas crenças irracionais sejam ilusões culturalmente aceitáveis. Emprega-se pouco esforço para tentar descobrir por que as pessoas acreditam nas histórias religiosas que acreditam, por exemplo, mas quando alguém tem uma visão que esteja fora da faixa aceitável de fenômenos ilusórios da cultura, parece haver uma necessidade de se "explicar" suas crenças.


** ilusões culturais compartilhadas **

Aqueles que afirmam ter sido abduzidos por alienígenas podem não estar nem loucos nem dizendo a verdade. Talvez seja melhor pensar a respeito deles como pessoas que compartilham uma ilusão cultural. Eles são semelhantes às pessoas que têm as experiência de quase morte de atravessar um túnel escuro em direção a uma luz brilhante. O fato de as experiências serem comuns de forma alguma prova que elas não sejam fantasias. Elas se devem provavelmente a estados cerebrais semelhantes durante a experiência de quase-morte, e semelhantes experiências de vida e expectativas sobre a morte. As alternativas não são de que ou eles sejam totalmente loucos ou que tenham realmente morrido, ido para outro mundo e retornado à vida. Há uma explicação naturalista em termos de estados cerebrais e crenças culturais em comum.
As pessoas abduzidas por alienígenas poderiam também ser vistas como semelhantes aos místicos. Ambos acreditam ter experimentado alguma coisa que foi negada ao restante de nós. A única prova de suas experiências é a sua crença em que aquilo aconteceu e o relato que elas dão do fato. Não há nenhuma outra prova. A comparação dos abduzidos com os místicos não é tão forçada como poderia parecer à primeira vista. Os relatos de experiências místicas se enquadram em duas categorias básicas: as de êxtase e as contemplativas. Cada tipo de misticismo tem seu histórico de casos e testemunhos. Como nas histórias dos abduzidos, as de cada um desses tipos são bastante semelhantes. Os místicos do primeiro grupo tendem a descrever suas experiências indescritíveis em termos claramente análogos aos do êxtase sexual. Sair da escuridão para a luz lembra a experiência do nascimento. Os místicos contemplativos descrevem suas experiências da paz e felicidade perfeitas de maneiras que lembram uma boa noite de sono. Nos estados mais avançados do misticismo, a experiência é claramente análoga à morte: um estado de total unidade, ou seja, nenhuma diversidade, nenhuma mudança, nenhum nada. Em resumo, o fato de que experiências místicas sejam descritas de maneira semelhante por místicos nascidos em países diferentes e em séculos diferentes não é prova da autenticidade de suas experiências. A semelhança é mais indicativa da uniformidade das experiências humanas. Toda cultura conhece o nascimento, o sexo e a morte.
Os abduzidos são parecidíssimos não só com os místicos, mas também com as freiras medievais que acreditavam ter sido seduzidas por demônios, com as mulheres da Grécia antiga que pensavam ter feito sexo com animais, e com mulheres que acreditavam ser bruxas. Os conselheiros e terapeutas das vítimas são como os sacerdotes do passado que não desafiavam as crenças enganosas, mas as encorajavam e alimentavam. Fazem tudo o que estiver ao seu alcance para estabelecer suas histórias como ortodoxas. É muito difícil encontrar uma vítima de abdução que não tenha sido fortemente influenciada em suas crenças pela leitura de histórias de alienígenas, ou livros como Communion ou Intruders de Strieber, ou por assistir a filmes de alienígenas. É ainda mais difícil encontrar uma vítima de abdução que não tenha tido sua ilusão fortemente encorajada por algum conselheiro como Hopkins ou um terapeuta como Mack. Diante de uma boa dose de incentivo de uma comunidade crédula, reforçada pelos altos sacerdotes da seita da abdução alienígena, não é muito difícil entender por que há tantas pessoas hoje em dia que acreditam ter sido abduzidas por alienígenas.
Além disso, se existirem seres inteligentes o bastante para viajar pelo universo atualmente, provavelmente haviam seres igualmente inteligentes que podiam fazer o mesmo nos tempos antigos ou medievais. As ilusões dos antigos e dos medievais não eram formuladas em termos de alienígenas e naves espaciais porque isso são criações do nosso século. Podemos rir da idéia de deuses tomando a forma de cisnes para seduzir belas mulheres, ou de demônios engravidando freiras porque essas idéias não combinam com nossos preconceitos e ilusões culturais. Os antigos e medievais provavelmente teriam rido de qualquer pessoa que afirmasse ter sido capturada por alienígenas de outro planeta para fins sexuais ou de cirurgias reprodutivas. A única razão pela qual alguém leve os abduzidos a sério hoje em dia é que as ilusões deles não conflitam grosseiramente com nossas crenças culturais de que as viagens espaciais intergaláctica sejam uma real possibilidade, e que seja altamente provável que o nosso não seja o único planeta habitado no universo. Em outras épocas, ninguém teria a capacidade de levar essas afirmações a sério.
Naturalmente, não podemos descartar a possibilidade de que o desejo de acreditar esteja em ação. Mesmo assim, é um pouco mais fácil entender por que alguém desejaria ter uma experiência mística do que compreender por que alguém iria querer ser abduzido por um alienígena. Mas a facilidade com que aceitamos que uma pessoa possa querer ter uma experiência mística tem relação com nosso preconceitos culturais favoráveis à crença em Deus e ao caráter desejável da união com ele. O desejo de transcender esta vida, mover-se para um plano superior, abandonar o corpo, ser escolhido por um ser supremo para alguma tarefa especial.... cada um desses pode ser observado no desejo de ser abduzido por alienígenas tão facilmente como o de se unir a Deus ou ter uma experiência fora do corpo ( OBE).
É possível também que os abduzidos estejam descrevendo alucinações semelhantes devidas a estados cerebrais similares, como sugere Michael Persinger. Da mesma forma, os relatos de êxtase e contemplativos dos místicos podem ser semelhantes em virtude de estados cerebrais semelhantes, associados ao desligamento corporal e uma sensação de transcendência. Usando eletrodos para estimular partes específicas do cérebro, Persinger reproduziu as sensações de presença e outras experiências associadas àsexperiência de quase morte( NDEs), OBEs, experiências místicas e de abdução por alienígenas. A linguagem e os símbolos de nascimento, sexo e morte podem não ser mais que analogias para estados cerebrais. Lembranças em comum de experiências não provam que estas não foram ilusões. A experiência que as vítimas pensam ter sido de abdução por alienígenas podem se dever a determinados estados cerebrais. Esses estados podem estar associados à paralisia do sono, ou outras formas de distúrbios do sono, inclusive leves ataques epilépticos. A paralisia do sono é uma condição que ocorre logo antes que a pessoa pegue no sono (o estado hipnagógico) ou logo antes que desperte totalmente (o estado hipnopômpico). A condição é caracterizada pela incapacidade de se mover ou falar. Ela é freqüentemente associada com uma sensação de haver algum tipo de presença, uma sensação que muitas vezes causa medo, mas é também acompanhada por uma incapacidade de gritar. A paralisia pode durar apenas uns poucos segundos ou mais. A descrição dos sintomas da paralisia do sono são muito semelhantes à descrição que muitos dos abduzidos dão do que lembram ter experimentado. Alguns acreditam que a paralisia do sono seja responsável não só por várias ilusões de abduções alienígenas, mas também por outras ilusões envolvendo experiências paranormais ou sobrenaturais.
Existem, é claro, determinados distúrbios psiquiátricos que são caracterizados por ilusões. Muitas pessoas com esses distúrbios são tratadas com drogas que afetam a produção ou o funcionamento dos neurotransmissores. Os tratamentos são bastante bem sucedidos na eliminação das ilusões. Persinger tratou pelo menos uma pessoa com medicação anti-epiléptica que conseguiu fazê-la deixar de ter repetidas experiências do tipo descrito pelos abduzidos por alienígenas, e pelas que sofrem de paralisia do sono. Incontáveis esquizofrênicos e maníaco-depressivos, quando adequadamente medicados, deixam de ter ilusões sobre Deus, Satanás, o FBI, a CIA, e alienígenas.
Embora as histórias de abduções alienígenas não pareçam plausíveis, se existissem provas físicas mesmo o cético mais radical teria que tomar conhecimento. Infelizmente, as únicas provas físicas oferecidas são inconsistentes. Por exemplo, as chamadas "marcas no solo" supostamente feitas por OVNIs têm sido oferecidas como prova de que os alienígenas aterrissaram. Porém, quando os cientistas examinaram esses locais, descobriram que eles eram bastante comuns e que as "marcas" eram pouco mais que fungos e outros fenômenos naturais.
Muitos dos abduzidos apontam várias cicatrizes e "marcas de afundamento" em seus corpos como prova de abdução e experimentação. Essas marcas não são de forma alguma extraordinárias e poderiam ser explicadas por ferimentos e experiências comuns.
O tipo mais impressionante de prova física seriam os "implantes" que muitos abduzidos afirmam que os alienígenas teriam instalado em seu nariz ou em diversas outras partes de sua anatomia. Budd Hopkins afirma ter examinado um implante desse tipo e que possui MRIs (imagens de ressonância magnética) para provar numerosos casos de implantes. Quando a equipe de Nova criou uma oferta para que abduzidos deixassem cientistas analisarem e avaliarem qualquer suposto implante, não apareceu uma única pessoa disposta a ter seu assim chamado implante testado ou verificado. Assim, entre todas as provas de abdução, as físicas parecem ser as mais fracas.


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** Experimentalismos com seres humanos **

A abdução (palavra usada aqui para designar seqüestros de seres humanos por raças alienígenas supostamente superiores à nossa) acontece com pessoas aparentemente normais. Vários pesquisadores do assunto têm observado que a maioria das abduções possui raízes hereditárias, ou seja, seus antepassados também eram abduzidos. Muitas pessoas que são abduzidas desconhecem pela vida toda que passam por este processo. Isso pela sutileza com que são feitos tais seqüestros, que na maioria das vezes beiram (ou se confundem) aos sonhos.

Este delicado assunto está sendo cada vez mais pesquisado por sérios cientistas de vários países do mundo. Já se mostraram evidentes, as seqüelas em seres humanos que são submetidos às abduções. Marcas de corte na pele, disfunção do sistema nervoso, sangramentos, e até implantes no corpo. Os implantes são de origem e funcionamento desconhecidos para a nossa ciência, mas já foram coletados em diversas vítimas e analisados pelos mais experientes cientistas da área. Funcionariam, certamente, como um micro-chip, geralmente feito de metal desconhecido, inexistente em nossa natureza. Supõe-se que tais artefatos sejam implantados para monitoração de quem lhes porta.

Casos de abduções são registrados em todos os continentes do planeta. É verdade que muitos casos são forjados, tratando-se de verdadeiras fraudes promovidas por pessoas inescrupulosas, que tentam com isso, tirar proveito próprio ou financeiro. Mas, no entanto, fatos inexplicáveis envolvendo raças alienígenas (geralmente superiores à nossa no sentido tecnológico) abordando seres humanos são citados em diversas passagens da Bíblia, envolvendo visões de “anjos” e outras formas descritivas da interação de outras civilizações com a nossa no passado da humanidade.

São de tempos imemoráveis a narração de fatos envolvendo objetos voadores, descritos como “nuvens”, “carruagens de fogo”, sempre saindo de seu interior seres que eram chamados à época de “anjos” ou “emissários”. Tal como foi colocado em algumas passagens da Bíblia, também algumas tribos aborígines das mais distintas regiões da Terra (e de culturas totalmente adversas à dos Cristãos) narram fatos de natureza semelhante, onde mantiveram contato com “deuses” ou “seres descidos do céu”.

Mas, a realidade nos mostra que tais fatos nem sempre são tão angelicais e líricos, visto que por diversas vezes, ficou comprovado que seres humanos e de algumas espécies animais foram submetidos a cirurgias à revelia, experimentalismos e até mutilações físicas por parte de algumas raças alienígenas. O propósito real destes “abdutores” (que certamente, não se encontram em somente uma raça alienígena, visto a abundância dos casos) ainda é desconhecido, mas há várias hipóteses, dentre elas, uma relevante: o interesse pelo nosso material genético (óvulos e espermatozóides).

Ainda chegará um tempo, onde a humanidade mais consciente poderá analisar e discernir o sonho da realidade. Podemos dizer que em termos nacionais, a França fora o primeiro país a atirar a primeira pedra neste sentido, com a divulgação de seu substancioso “Dossiê Cometa” em 1999, o qual reconhece a existência dos extraterrestres e suas ações em nosso meio. No Brasil, os governos sempre se mostraram (publicamente) desinteressados e alheios ao assunto, mas, no entanto, sabemos que estão bem informados a respeito dessa questão.

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** Paralisia do sono **

O paciente tem uma sensação de imobilidade completa. Está consciente de tudo à sua volta. Percebe os detalhes de seu quarto, cores, porém, fica impossibilitado de se mover, de emitir sons o que o deixa de um estado perturbador a uma crise de terror.
Tenta gritar, pedir ajuda e, as vezes consegue soltar uns gemidos que faz com que alguém o ajude porque pensa que o paciente é vítima de pesadelo.
Existem outras paralisias do sono que possuem características dignas de estudos, porque apresentam outros fenômenos que devem ser investigados. Vamos separar pelo tipo de vivência que é narrada pelo paciente.

-Paralisia por *projeção – A sensação é a experimentada pela paralisia do sono. O que muda, é o cenário. Na paralisia projetiva, o paciente vê, não com os olhos que supostamente estão no corpo, mas distante do corpo. Conforme vai ocorrendo o fenômeno , observa -se que quanto mais se aproxima do corpo , mais violentamente é projetado na direção do corpo. Neste caso, o que diferencia é o referencial ou o foco, por isso mesmo chamamos de "projeção da consciência" porque o que está lúcido, se encontra "fora do corpo".

2-Paralisia por abdução alienígena – Vejamos o que posso acrescentar nesse item que possa abranger o tema, já que cada experiência tem uma característica e um cociente de percepção que varia da incosciência total, que poderá ser revista numa sessão de hipnose ou em sonhos como flash, até a uma lucidez onde poderá ser narrada a abdução com detalhes.
Nesse caso, a paralisia é provocada e não espontânea, já que serve a interesses independente da vontade do paciente. Também é consciente e feita em estado hipnótico. Não há relatos de anestésicos mesmo em operações complexas.
Existem divergências quanto a esse comportamento de não anestésicos, porém é posto em dúvida, uma vez que quase todos os profissionais da saúde como dentistas, cirurgiões, obstetras entre outros, tentam minimizar o efeito dar dor, diminuindo ou até suprimindo os anestésicos por indução hipnogênica. A paralisia ai é sentida de uma forma distinta das demais.
Ela é vista de forma passiva, isto é, ela não só não se movimenta como também não lhe é facultado o direito de se movimentar. Há , desde um pressentimento de uma autoridade impondo obediência, até humanos ou humanóides em geral que lhes dão a ordem telepática, por gestos ou por quaisquer outro veículo de comunicação.
Além de sentir a projeção da consciência, o paciente sente também a projeção do corpo físico ou outro quaisquer que desconhece. É a única sonora.
A duração do fenômeno é maior que na paralisia simples (1, 2 minutos) da astral (pode ser horas), e insólita.
Geralmente apresenta uma síndrome típica de personalidade que poderemos nos entender em um outro momento.


Outros
Catalepsia ou Letargia – (Narcolepsia) Desordem do sono caracterizado por acesso irresistível de sono profundo.O paciente perde temporariamente a sensibilidade e o movimentos voluntários. A diferença é que há rigidez muscular na catalepsia e há percepção do mundo exterior enquanto na letargia, os sinais vitais estão diminuídos e o paciente não percebe o mundo, fazendo com que as pessoas se equivoquem e o considerem morto. O gen sofre uma mutação das células nervosas, sendo portanto, uma alteração genética.
Estado de quase morte EQM – Em momentos de riscos de vida, cirurgias importantes, estados comatosos, existem relatos de pacientes que referem passar por túneis luzes, sons, sensações diversas como paz, ver pessoas especiais (entidades religiosas, familiares, seres amados) , mensagens de missão. A maioria das pessoas relatam ser uma experiência positiva.
Notas
*Viagem Astral (Esoterismo), Projeção Astral (Teosofia), Experiência Fora do Corpo (Parapsicologia), Desdobramento, Desprendimento Espiritual ou Emancipação da Alma (Espiritismo), Viagem da Alma (Eckancar), Projeção do Corpo Psíquico ou Emocional (Rosacruz), Projeção da Consciência (Projeciologia), Experiência fora do corpo (EFDC), Out-of-the-body-experience (EUA), vidheha (Índia), Vardogr (Noruega),etc.

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** As Abduções em Allagash **

Quatro estudantes de artes foram encontrados num local deserto em Allagash, ao norte de Maine (EUA) em 1976. Eles estavam no 11º dia de canoagem pelas corredeiras e iam em direção ao rio St. Francis. Somente voando seria possível chegar até lá e a fazenda mais próxima ficava à 70 milhas de distância. Chuck Ray era o guia, os outros eram Jim e Jack Weiner, gêmeos idênticos e Charles Folz. Conforme o relato eles vislumbraram uma nave na sua 2ª noite e foram abduzidos no 4º dia. Durante o primeiro avistamento eles viram uma luz no céu, mas não era uma estrela, nem planeta e por binóculos viram que era algo muito estranho. Eles pensaram que pudesse ser um balão meteorológico ou um helicóptero, que depois de 30 segundos a luz "implodir" e desapareceu. Na 4º noite eles montaram acampamento em Eagle Lake e tiveram a idéia de pescar assim que anoitecesse. Fizeram uma enorme fogueira na praia para iluminar o acampamento à noite. Ela ficaria acesa por umas 4 horas. Então eles pegaram a canoa e foram para o meio do lago. Após 20 minutos Chuck disse: "Mas que droga de gás do pântano!". Os outros se viraram e viram uma enorme bola de luz, a menos de 200m deles, com uma "faixa" que subia e descia, tinha cores vermelha e azul, fluindo e pulsando. Ela era silenciosa e estava na margem do lago sobre as árvores. Era muito maior do que um helicóptero. Charlie então pensou que poderia ser interessante se ele apontasse a sua lanterna para o objeto e começou a se aproximar jogando um faixa tubular de luz azul sobre a água, e depois os iluminou. Todos, a exceção de Charlie que queria conhecer os alienígenas, entraram em pânico e remaram desesperadamente. Charlie estava gostando do raro acontecimento, observando assombrosamente a luz chegar até 40m de distância da sua canoa.O feixe de luz era como um tubo com uma luz azul cintilante e por dentro do feixe a cor era preta. Eles estavam remando tão depressa que a canoa parecia que iria subir na praia. O OVNI estava se movendo sobre as águas e de repente "implodir" reaparecendo em intervalos pelo céu. Isso deu o efeito de um objeto estroboscópico, exceto que ele mudava como as fases da Lua.O feixe de luz azul ainda estava ligado e iluminou primeiramente a parte de trás de algumas nuvens e depois a parte da frente. Eles voltaram para o acampamento e acharam a fogueira...mas só haviam brasas. Nenhum deles quis se preocupar com isso, eles só queriam ir para a cama. Na manhã seguinte não houve nenhum comentário sobre o ocorrido, mas depois eles perguntaram à um guarda-florestal e falaram sobre o assunto.O guarda disse que eram luzes de outros pescadores e ainda comentou: "Vocês pegaram as suas armas laser, amigos? Todo mundo reclama de insetos, ursos e agora de marcianos". Doze anos depois, Jim teve um acidente que o fez ter ataques de epilepsia. Em 1983 ele foi diagnosticado e a terapia reduziu os seus ataques. Em 1988 ele começou a ter terríveis pesadelos, onde ele estava numa sala e criaturas estavam fazendo coisas muito dolorosas em seu corpo. Algumas vezes ele acordava e achava que alguém estava no seu quarto e sentia um puxão no seu ombro. Durante a falta de sono os seus ataques aumentavam.Ele procurou seus médicos e falou sobre os estudos de John Mack, o qual os médicos consideravam louco. Felizmente uma semana depois ele foi à uma reunião da MUFON e ouviu sobre Ray Fowler. Ray se interessou na história do "tempo perdido" e o fato de que 4 pessoas estavam envolvidas, sendo 2 gêmeos. Jim contou uma experiência que teve quando criança, onde ele havia saído numa nevasca. Ele caiu num buraco profundo e ficou por lá por umas 5 horas. Enquanto estava lá, dois seres encapuzados ficaram olhando para ele. Quando o encontraram suas roupas estavam completamente secas. Esses seres o lembravam dos seres de Allagash.Depois da regressão hipnótica, todos os 4 contaram a mesma história. Eles haviam sido sugados por uma nave redonda que tinha luzes rotatórias azuis e vermelhas em toda a sua superfície. Dentro dela eles foram despidos, paralisados e deitados em mesas. Uma estranha criatura, parecida com inseto, disse-lhes telepaticamente: "Vocês vão cooperar. Vocês não serão machucados".Os alienígenas tinham grandes olhos escuros e 4 dedos nas mãos, que não dependiam entre si e por isso tinham movimentos perfeitos para manipular as sondas. Eles o examinaram, tiraram materiais biológicos e outras amostras deles e inseriram sondas. Depois devolveram os quatro, sendo que um deles na canoa e os outros três no acampamento.Jack se tornou obcecado por matemática e física depois do encontro, coisa que nunca foi. A sua arte (desenhos, pinturas, etc.) tornou-se muito bizarra, levada para buracos escuros. Ele percebeu um caroço na sua perna, que logo foi removido cirurgicamente. O patologista não soube dizer o que era aquilo, e falou que mandaria para exame. Depois de 5 meses, ele lhe disse que aquilo ainda não havia sido identificado. Oito anos passaram-se, e ele foi atrás do relatório, mas o balconista disse: "Você deveria ter pegado isso enquanto estava no exército. Eles não enviaram para o CDC, mas para o laboratório do DOD". Não, ele não estava no exército, mas o relatório estava assinado por alguém da Força Aérea...Nos últimos 3 anos, ele viu por duas vezes um OVNI nas árvores atrás da sua casa. Ele não quer mais lidar com isso e o seu conselho é para não se aproximar do OVNI..."pode ser perigoso!"

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** Abdução: Um fenômeno comum entre
uma psiquiatra e seu paciente **

PACIENTE ABDUZIDO

No dia 28 de novembro de 2002, fui para a CJM onde trabalho no setor de emergência do HJM como médica psiquiatra. Mais ou menos pelas 15 horas, sentei no lugar ocupado pelo registro para analisar alguns papéis. Nesse momento, entrou o Senhor A., paciente lotado no CRIS (centro de reabilitação e integração social), solicitando uma medicação para impregnação neuroléptica.

Como sempre chamei o auxiliar de enfermagem que responde como "Mineiro", para aplicar uma ampola de Biperideno 2mg via IM. Conhecendo seu caso apenas superficialmente, mas sabendo que ele usa o decanato de Haloperidol que é uma medicação aplicada quinzenalmente, sei da necessidade do A. de desempregar.


Ao chegar o auxiliar, ele olhou espantado para o A. e disse:
- Doutora! Esse "cara" vive bebendo cachaça e gosta de tomar com essa medicação!
Olhei para A. para que ele dissesse algo em sua defesa, mas e paciente não se defendeu. Aliás, é uma atitude comum para os pacientes de longa data em manicômios como os da CJM, que passa por um processo de alienação crônica.

Um tanto irritado, o auxiliar começou a aplicar a injeção, quando uma voz imperativa, porém comedida, exclamou:
- Ah, não bebe. Eu sou prova disso!
Ato contínuo eu voltei meus olhos para o cidadão que eu pensava que estava esperando a hora da visita.
Era um homem mestiço, com expressão inteligente.
Eu e o "mineiro", naturalmente ficamos em silêncio diante de tanta segurança. Então ele continuou:
- Eu sou o irmão de A. E pago suas contas. Nunca paguei nada a não ser comida e refrigerantes.

Percebendo o nosso embaraço, ele suavizou sobremaneira:
- Acho que o senhor se equivocou em relação ao paciente. Naturalmente o senhor pode ter visto outro e pensou que fosse o A. Salvo pelo gongo, o mineiro aceitou e se desculpou e retirou-se a jato do local. Disfarçando a minha "cara no chão", abordei gentilmente o A. e perguntei se ele estava bem e ele confirmou com um sorriso e acrescentou:
- Esse é o meu irmão doutora!
No que o senhor assentiu com a cabeça.

Tranqüilizada com o "final feliz", sorri encerrando o incidente. Nesse momento, o senhor olhou fixamente para mim e indagou:
- A senhora conhece o A.?
Eu, sem saber mais como melhorar a situação respondi:
- Claro! Ele sempre vem à emergência desse hospital para fazer esse tipo de medicamento.

Ele insistiu:
- Pergunto se a senhora “conhece realmente” o A.; leu sua história?

Sem mais convicção alguma disse:
- Ele é do Cris; eu sou da emergência, logo eu o conheço como pessoa e sei de suas necessidades, mas não sou sua médica.

Ele, que se apresentou como S., questionou:
- Mas a senhora já leu seu prontuário do CRIS?
Eu disse não.
Ele insistiu:
- A senhora sabia que ele ficou assim depois que ele foi abduzido por um disco voador?
Eu o olhei fixamente. Em termos médicos, abdução não tinha sentido para mim naquela frase.
Ele percebeu e adicionou:
- Seqüestrado.

LEMBRANÇAS

Nesse momento, eu viajei para o ano de 1965. Eu estava com um primo de primeiro grau chamado JLR, pelos idos de julho a novembro. Era meia noite e eu sai de sua casa para ir para a minha, do outro lado da quadra. Nesse momento, eu vi algo há uns 80 metros de mim. Parado. Luzes coloridas (vermelho, verde, azul...) girando na horizontal, como um carro de polícia. Nessa época, todos as viaturas tinham cores de tom vermelho, o que me chamou atenção. Olhando mais nitidamente, percebi que simplesmente o objeto estava parado e não tinha nada embaixo para suportá-lo. Bastante surpreendida, suspeitei de algo inusitado. Olhei fixamente e percebi que as luzes deixavam perceber algo metálico há mais de 3 metros de altura, sem suporte e que parecia côncavo. "É um disco voador". Nesse momento, pensei no perigo e olhei em volta. Há menos de 30 metros, dois homens baixos, talvez com 1,30 ou 1,40 vestidos de astronautas, vinham calmamente em nossa direção. Recordando os livros que já havia lido em todos meus 14 anos e meio, pensei em algum raio paralisante ou essas coisas similares. Em fração de segundos, tive medo de voltar para casa e eles fazerem algum mal à minha família. Pensei em seguir pela rua que ia dar numa pedreira; assim eu e meu primo nos livraríamos deles.

Desatamos a correr...

NO HOSPITAL

Olhei para o S. e creio que ele deve ter percebido a longa peregrinação mental que fiz. S. continuou. Nessa hora só estávamos eu, S. e A..
- Sinto que a senhora não é como o doutor L., que é o médico dele. Então eu vou contar para a senhora o que aconteceu. Eu refeita e curiosa olhei ansiosamente para saber o ocorrido.

- Tudo começou em novembro de 1952, em Cubatão. Eu, e mais nove moleques de minha idade (eu contava com nove anos e meu irmão A., com oito) brincávamos de polícia e ladrão quando um vento muito forte chegou de repente. Antes que tivéssemos qualquer reação, um objeto se aproximou de nós. Tinha o tamanho do maracananzinho.

Nesse momento, eu quase pus tudo a perder. Lembrei do "Independence Day". Filme de um exagero fenomenal e tão discreto como uma revoada de hipopótamos. Com minha esforçada contenção do riso (ou gargalhadas), ele continuou:

- Nisso, a "nave" parou, abriu uma porta que se embutia pelas paredes - meu pai não acreditou quando eu disse isso, porque nessa época a gente não conhecia esse sistema - e lançou uma "flecha" metálica de mais ou menos 30 cm. Começamos a correr e o primeiro abrigo para nós era a escola. Chegamos lá em mais ou menos oito minutos. Então percebi que meu irmão não estava. Como irmão mais velho, me senti (e sinto) muito mal por não ter parado para socorrê-lo. Cheguei em casa e contei tudo. Um monte de pessoas então saíram para procurar o A.. Ninguém sabia onde ele estava, até que houve um telefonema da Estação para nossa cidade, perguntando-nos se conhecíamos um menino com as características de meu irmão. Chegamos até lá e encontramos A. em choque; não reconhecia ninguém. Nós o levamos para casa e intentamos todos os médicos de Cubatão. Ele piorava a cada dia. Doutora, levamos ele para tudo que era médico e ele ficou para morrer...

- Quais os sintomas? Perguntei curiosíssima, e voltei a dizer:
- Aliás, vou fazer melhor; vou abduzir você até meu consultório para que você me conte tudo...
Ele sorriu e A. percebeu que não era hora de permanecer; orgulhoso de ver seu irmão sendo atendido com atenção (coisa que falta na nossa prática médica), ele saiu contente. Entramos em meu consultório e quando havia uma emergência eu atendia e logo voltávamos ao tema...

- Meu irmão pegou uma enorme quantidade de enfermidades, principalmente na pele. Furunculose e uma coisa... Que não sei definir...

VOLTANDO A 1952

Novamente eu fiz uma viagem até novembro de 1952, quando eu tinha 1 ano e pouco e passei por uma experiência semelhante. Eu nasci em julho de 1951. Meus pais eram muito jovens (16 e 18 anos). Aos 6 meses de idade, meus pais me mandaram para a casa de meus avós, no Sul da Bahia, em Ilhéus. Apesar de muito ricos e produtores de cacau, eles tinham vida simples e não urbana, faltando por isso , o conforto das grandes cidades.

Depois que fiz 1 ano, segundo meus pais, minha mãe teve uma visão de madrugada. Viu Jesus, bem claramente pedindo que ela fosse me buscar senão eu morreria... Ela foi direto para o aeroporto e chegou à Bahia o mais rápido que pôde. Me encontrou em estado de quase-morte. Desidratada, com furunculose e irreconhecível. Ela buscou uma farmácia e o farmacêutico a desenganou: "Ah, minha senhora!!! Essa menina não tem jeito não... A senhora tem que buscar socorro em uma cidade grande".

Minha mãe, Dona NSEP, 17 anos, sozinha e sem saber o que fazer voltou à fazenda e retaliou meus avós, acusando-os dos mais graves danos que uma pessoa poderia fazer. Isso selou uma inimizade que duraria para sempre, mesmo contra os argumentos de meus avós que disseram que a culpa recaia na babá (de dez anos) que abandonou a criança no mato e fugiu... Incógnita. Fugiu de que? Minha mãe pegou meus restos e foi para Minas Gerais. Onde sua Irmã OEP morava.

Ali, fiquei em estação de águas por 3 meses. Minha saúde foi restaurada, porém uma coisa foi percebida gradativamente. Eu estava cega de um olho, permaneciam as luzes, porém sem foco. Isso me causou um estrabismo bastante grave...

NO CONSULTÓRIO

S. falava enquanto eu comparava minha estória, a época, as doenças e tudo mais.
- S.! Que estória terrível você está me contando! Exclamei lamentando a mim mesma.
- É doutora! Eu guardarei essa culpa comigo para sempre. Eu deveria ter ficado.
- Doutora! A senhora já viu discos voadores, né?
- É... Eu vi com meu primo quando eu tinha 14 anos.
- Viu a tripulação?
- Vi.
- E depois?
- Depois? Ah!. Eu corri.
- É. Assim é melhor. Mas...Correu para onde?
- Corri para uma pedreira. Eu e meu primo.
- Ah!

Nesse momento eu me perguntava: Cadê a pedreira que eu nunca cheguei lá. Eu não me lembrava de nada; arquivei. Eu já estava sobremaneira em pânico. S. já percebia que o assunto chegou ao particular, mas não ousava perguntar.

- S.. O estrabismo que eu noto em seu irmão. Ele nasceu assim?
- Não doutora. Isso foi seqüela. Apareceu depois, sem mais nem menos. Aliás, o Chico Xavier fez uma palestra sobre isso e eu notei que ele tinha o mesmo problema de meu irmão.
Ato contínuo eu fui à minha bolsa, peguei minha carteira de motorista e apresentei ao S..

"MONOCULAR"

Ele olhava para a carteira e me olhava. Eu, séria.
Ele então, falou com voz baixa:
- Abduzida...

Creio que já se passaram mais de duas horas de diálogo. Eu então resolvi entrevistar o A..
- E aí, A.. Quer dizer que você tem um irmão e eu tomei ele de você?
A., orgulhoso de ver tanta atenção, disse sorrindo:
- Ah! Doutora! Para mim está tudo bem.
- Diga-me A., como foi aquela estória da nave?
- Eu não me lembro de nada não senhora. Só sei que eu brincava com meus amigos, ai veio um vento forte e de repente eu vi uma "seta". E tinha uma coisa muito grande que escureceu o céu.
- E como era essa seta?
- Mais ou menos deste tamanho oh! E sinalizou algo de 35cm.
Daí por diante, ele não se lembra de mais nada, nem que estava longe e sua família foi buscar. Apagou de sua memória todas as informações.

A., um paciente de décadas na CJM, já tem seus neurônios de criatividade e abstração hipertrofiada. Mas todos os eventos, ficaram correlacionados com as informações de S.; Por outro lado, eu confio mais nos meus pacientes embotados que sejam ,do que a mente criativa e enganosa dos homens de QI normais.

S. também me informou que durante alguns anos, não "acordou" para os fatos; somente com dezoito anos, quando foi servir exército no Ceará, é que começou a procurar alguma coisa que curasse seu irmão. Refere ter ido para a universidade do Ceará onde cursou pedagogia e psicologia. Não teve direito a participar dos trabalhos ufológicos porque não havia sido abduzido e só era testemunha.

Pesquisador por conta própria, autodidata em fenômenos UFOs, S. conseguiu perseguir a rota do agora já famoso (para nós) Ovni de novembro de 1952. Descobriu que ele foi visto no Ceará e ali abduziu pessoas, uma delas com o nome de Valter. Nesse suposto abduzido, na mesma época da abdução de A., foi encontrado em seu crânio, um chip (?). Foi ao estado do Pará onde se encontrou com o médico que fez a cirurgia e a retirada do chip, do tamanho de um grampo (desses que servem para grampear folhas). Após a cirurgia, o paciente Valter, não suportou a cirurgia e veio a falecer com suposta hidrocefalia.

Eu já explorara o senhor S. por horas e acabei por abduzi-lo por exatamente 7 horas, haja vista que ele ficou à minha disposição até às dez horas da noite. Ele deixou seu telefone comigo e sei que qualquer iniciativa para desvendar o caso de seu irmão será abençoada. A essa altura, eu já debulhava minha vivência para ele. Sentia uma confiança naquele senhor de 60 anos que se apunhalava por não ter se lembrado de seu irmão. Exatamente há meio século atrás...

Dois destinos...Não. Com o Valter, 3 destinos. Não muito mais destinos se cruzavam numa experiência desconhecida, numa moral estranha, que beneficia uns e destrói outros? Eu sentia agora todo meu império de crenças ruir como o Word Trade Center... Sem querer, aquele homem se apresentou para mim, num fatídico dia 28 de novembro de 2002. E ia mudar minha vida e a de minha família, talvez para sempre.
* Analigia Santos FRANCISCO é médica neuropsiquiatra e hipnóloga.

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Você já foi Abduzido?


Você pode estar sendo abduzido e nem saber disso... Veja os sintomas:

Você já sofreu a sensação de lapso temporal, em que não é capaz de lembrar do que ocorreu durante um determinado intervalo de tempo?


Você tem qualquer cicatriz, queimadura ou marca incomum em seu corpo, de origem desconhecida?

Você tem sonhos estranhos e perturbadores, mas realistas e detalhados, em que alienígenas o submetem a experimentos?


Você sofre de paralisia durante o sono ou “ataques epiléticos noturnos”?

Você sofre de sangramentos incomuns no nariz, ou acorda com o nariz sangrando?



Você sente aversão por animais (como corujas ou cervos) que tem olhos grandes?


Você sofre de qualquer ansiedade ou fobia sem explicação (como um medo opressivo de estar só)?



Você tem medo de médicos, operações médicas ou equipamentos cirúrgicos?

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** O Caso Antonio Villas Boas**





Era noite de 5 de outubro de 1957, por volta de umas 23h após ter recebido uma visita fui dormir. Estava no quarto em companhia de meu irmão João, fazia muito calor, abri a janela do quarto que dava para um terreiro, foi quando pude observar uma luz muito brilhante que iluminava todo o ambiente.

Meu nome é Antonio Villas Boas, tenho 23 anos, agricultor, vivo numa fazenda com a minha família, de nossa propriedade localizada nas proximidades da cidade de São Francisco de Sales, estado de Minas Gerais, meus irmãos e minhas irmãs moram na vizinhança.

Todos os meus irmãos trabalham na fazenda comigo em longas e planas plantações.


Em primeiro instante pensei em ser a luz da luz, mas era muito forte e muito branca, chamei meu irmão que se encontrava no quarto junto de mim, pacato e acomodado não levantou e falou para irmos dormir, fechei as venezianas do quarto e deitei, porém não conseguia dormir.
Movido por minha curiosidade abri a janela novamente e constatei que a luz estava ali parada, imóvel, no mesmo lugar que a havia deixado, num piscar de olhos percebo a luz vindo em minha direção, bato a janela com força e acordo meu irmão, que agora, pôde constatar sobre o que falava, ficamos ali observando a luz entrando pelas frestas da janela e se movendo em direção ao telhado, e da luz se fez a escuridão.

'Rebatia-me tentando escapar de suas garras, impossível,
estava preso tão firmemente que nunca poderia livrar-me, gritei,
pedi por socorro, enquanto isso, arrastavam-me até a nave'


Era noite de 14 de outubro do mesmo ano, estava eu e meu outro irmão trabalhando com o trator por volta de umas 22h30, estava frio, céu claro e estrelado. Por volta de 1 hora da manhã observei ao céu uma luz avermelhada a qual julguei ser uma estrela, porém a julguei cedo demais, pois estava aumentando seu tamanho e se aproximando de mim. Em poucos minutos estava coberto pela luz emanada pelo objeto que se encontrava mais ou menos uns 50 metros acima de minha cabeça, pensei em fugir, mas em comparação à velocidade da luz, a marcha do trator era muito lenta, correr!? Não, poderia ter causado uma fratura em minha perna. O medo tomou conta de mim, não sabia, afinal, o que aconteceria comigo, o trator não respondia ao meu mando de aceleração.

O objeto moveu-se à alguns metros à minha frente e pousou, pude perceber que era alguma espécie de nave fora do comum, apresentava uma forma ovalada com três pontas metálicas, não pude distinguir sua cor devido à grande luminosidade, na parte superior, algo rotacionava em alta velocidade emitindo uma luz vermelho fluorescente. Conforme o objeto se aproximava do chão, a parte superior rotatória ia diminuindo suas evoluções, pude perceber três suportes metálicos descendo para sustentar o objeto.

Não hesitei e nem pensei duas vezes, acelerei o trator ao máximo que pude, desviei-me do objeto, mas minha fuga foi frustrada, alguns metros a frente o motor do trator parou por completo e os faróis se apagaram, tentei religá-lo mas foi em vão, desci do trator e corri, o máximo que podia e que meus músculos permitiam, fuga frustrada, fui seguro por um ser que mal chegava à altura dos meus ombros, reagi aplicando-lhe um soco que o desequilibrou, assim me deixando livre para completar minha fuga, inútil, fui alvejado por outros três seres da mesma espécie do primeiro, agarrado pelos lados e pelos pés, fui-me ao chão, não consegui esboçar uma reação se quer.







Rebatia-me tentando escapar de suas garras, impossível, estava preso tão firmemente que nunca poderia livrar-me, gritei, pedi por socorro, enquanto isso, arrastavam-me até a nave, à cada grito meu, espantados ou curiosos, olhavam para a minha cara, mas sem afrouxarem as garras.
Cheguei ao objeto que se encontrava a alguns metros do chão apoiado nos pés, uma porta se abriu de cima para baixo e pude perceber que era constituída do mesmo material do objeto, um metálico muito brilhante, a escada era instável e oscilava a cada tentativa de fuga da pessoa.
Era pequena, suficiente para apenas duas pessoas, uma ao lado da outra, ao qual tiveram muita dificuldade para fazer-me andar sobre aqueles degraus.


Após infinitas tentativas frustradas de fuga de minha parte conseguiram colocar-me dentro do objeto, trancafiando-me em um pequeno recinto quadrado, a sala era muito iluminada, as luzes do teto refletiam o bonito teto metálico polido nas paredes.
'Gritei, xinguei, debati-me tentando impedir a ação, os cinco pararam,
olharam-me e fizeram tentar entender e compreender o que eles queriam'

A porta de entrada da nave se fechou, dentro uma forte luz que se igualava à luz do dia fez com que a porta desaparecesse após de fechada, só sabia que estava ali pela saliência dos degraus da escada. O pequeno ser apontou para uma porta que se encontrava aberta, entendi que era para entrar no próximo recinto, já que não me restava outra saída, caminhei.

Entrei num recinto com a mesma luminosidade e brilho da sala anterior, porém esta é oval e com alguns móveis, no centro da sala chamou-me a atenção uma grande coluna que ia até o teto com um pequeno afinamento no meio, para meu ver, aquela coluna estaria ali a modo de sustentação, e não somente, de enfeite. Os objetos eram metálicos, entre estes, uma mesa de desenho esquisito e algumas cadeiras parecidas com a que temos nos balcões de bares. A mesa era fincada ao chão unicamente por um pé, as cadeiras recebiam três saliências laterais por uma argola fixa ao chão, ao que dava total mobilidade para todos os lados.











Ainda preso pelas garras dos estranhos seres, que insaciavelmente conversavam sobre eu, não quero dizer que emitiam palavras, mas um som que era totalmente irreconhecível e inimaginável, após algum tempo a conversa parou e os cinco seres que me acompanhavam desde a minha captura começaram a me despir.

Gritei, xinguei, debati-me tentando impedir a ação, os cinco pararam, olharam-me e fizeram tentar entender e compreender o que eles queriam, voltaram a me despir até que fiquei completamente nu, durante todo o meu show a parte, eles não me feriram e nem sequer rasgaram a minha roupa.

Estava nu e com muito medo. Não fazia a mínima idéia do que eles queriam fazer comigo.


'Todos os investigadores que me entrevistaram concluíram
que a minha história é verdadeira, meu relato é sempre esse, o mesmo'

Pude perceber que um deles estava com uma espécie de esponja na mão a qual começou a passar um líquido em meu corpo, a esponja era macia, porém não das comuns que conhecemos, e o líquido era transparente e inodoro, porém não era água. Não senti minha pele nem oleosa e muito menos gordurosa, o líquido fez-me senti um frio intenso, um frio que era aumentado pela noite fria e pelo meu medo, após algum tempo, o líquido secou e não senti mais nada.

De repente senti-me muito cansado e exausto e deitei-me numa espécie de um sofá, a porta se abriu a minha frente e por ela adentrou-se uma mulher semi-humana, à qual mantive relação sexual. Após algum tempo, no fim da relação, a mulher semi-humana apontou para a minha barriga e depois para o céu.

Após isto fiz um breve passeio pela nave, sempre acompanhado pelos seres que sempre conversavam entre si, mas nunca comigo, ao olhar pela janela pude perceber que estávamos viajando a uma grande velocidade.

Após isto, não me recordo sobre mais nada!

Demorei para contar isso à minha família e demorei mais ainda para levar isto a público, tinha medo do que poderia acontecer comigo, após assumir toda essa minha experiência, fui entrevistado por vários ufólogos. Todos os investigadores que me entrevistaram concluíram que a minha história é verdadeira, meu relato é sempre esse, o mesmo, não mudo sequer uma palavra ou um detalhe, são sempre os mesmos.

Talvez nunca possa ser explicado meu caso, talvez, eu nunca ganhe direito pelo o que aconteceu comigo, mas uma coisa eu afirmo e defendo, isto aconteceu comigo!

* Esta crônica foi escrita à partir do depoimento dado por Antonio Villas Boas em 22 de fevereiro de 1958, na cidade do Rio de Janeiro, no consultório do doutor Olavo Fontes com a presença do jornalista João Martins.

**Antônio Villas Boas, já falecido, era agricultor em Minas Gerais, depois formou-se advogado. Seu caso tornou-se o maior clássico da Ufologia brasileira, sendo o caso nacional que mais mereceu destaque espontâneo na mídia internacional.

- Foto: autor desconhecido, fonte:
http://www.conspiracyarchive.com/
- Ilustrações: autor desconhecido, fonte:
http://www.gnosisonline.org/



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** ABDUÇÕES **

AS ABDUÇÕES – ou simplesmente raptos ou seqüestros – demonstram um outro ângulo de uma incrível seqüência de estórias contadas por pessoas de todo o mundo, de classes sociais distintas e de todas idades e sexos. Quais seriam os reais motivos destas abduções?
Na madrugada do dia 26 de novembro de 1979, três jovens do povoado de Cergy-Pontoise (arredores de Paris), Frank Fontaine, Jean-Pierre Prevot e Salomon N´Diaye carregavam um caminhão com objetos que pensavam vender durante o dia num mercado das proximidades. Repentinamente viram no céu uma “bolha de fogo” que sobrevoava as casas. Aquilo desceu e se deteve. Fontaine decidiu aproximar-se com o veículo e averiguar de que se tratava. Como passara um bom período desde sua partida e ele não regressara, seus amigos foram procurá-lo. Afirmam que encontraram o caminhão no meio do caminho, rodeado por uma forte névoa, Frank Fontaine não estava em lugar algum. Avisaram à gendarmeria que não conseguiu descobrir nada, Consultados os serviços de radar dos aeroportos mais próximos, declararam não ter detectado nada anormal no espaço aéreo.

** SETE DIAs DEPOIS **



Sete dias durou a incerteza sobre o destino de Fontaine. Durante essa semana, os comentários sobre discos voadores alcançaram seu ponto alto na comarca, até que o jovem reapareceu da mesma forma estranha como desaparecera, Salomon N’Diaye diz que ouviu uma noite alguém que batia na sua porta. Desceu para abrir e encontrou seu amigo Frank, que parecia ter perdido a noção do tempo: falava como se em vez de ter passado uma semana apenas tivessem passado dois minutos. A volta de Fontaine causou um grande impacto na pequena cidade. Alguém disse tê-lo visto “aparecer” dentro de um halo luminoso. O jovem declarou ter experimentado uma estranha alucinação; não lembrava nada desses sete dias passados, embora estivesse convencido de que tinha sido seqüestrado por um ÓVNI.



** APARECE O EXTRATERRESTRE HAURRIO **



Posteriormente os três jovens disseram ter entrado em contato com uma entidade extraterrestre que chamavam de “Haurrio”. A história de Fontaine levantou fortes controvérsias entre os especialistas franceses. Para uns trata-se, sem dúvida, de uma história montada pelos três jovens, para outros ainda existem aspectos importantes do incidente que não encaixam numa convencional explicação de fraude, seja uma ou outra coisa, o certo é que ocaso Cergy-Pontoise é pelas suas características e também pelas polêmicas que apresenta um fato típico de “abdução”.



** A DIFÍCIL DEMONSTRAÇÃO DOS RAPTOS **



As “abduções” (ou “raptos”) constituem necessariamente a página mais sub jugante mas, também, a mais controvertida do variopinto “dossiê” dos objetos voadores não identificados, Raras vezes podem ser demonstradas já que algumas técnicas aplicadas, como depois veremos com a hipnose, não são conclusivas, mas apresentam muitos aspectos complexos e significativos para poder negá-las. Os investigadores, excessivamente cautelosos, as têm ejn consideração no último canto dos seus arquivos e para os divulgadores sensacionalistas as abduções são nem mais nem menos que manifestações do esperado “contato”, Provavelmente o caminho correto se situe fora destas duas éticas. As abduções se estão produzindo atualmente no mundo inteiro com uma freqüência tal que, necessariamente, nos dão a pensar. Sua mesma proliferação é o indício mais claro de que há algo real por trás delas, Mas além das abduções vêm efeitos físicos e


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