quinta-feira, outubro 04, 2007

Abdução Parte 2

Escrevi "Seqüestros Alienígenas: Investigando Ufologia com e sem Hipnose", cuja venda acaba de ser anunciada exclusivamente para leitores da revista UFO (vide edição 77, de março). No livro se verá claramente que os casos em que atuei são de pessoas, quase todas, residentes no estado de São Paulo, isso porque moro na capital. Se eu morasse no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre ou qualquer outra grande cidade, os casos seriam de lá, já que ocorrem em todo o país. A falta de hipnólogos em urologia atuantes em outros locais, graças, principalmente, ao pernicioso "lobby dos mentirosos egoístas" dificulta a pesquisa o que oculta a realidade Em meu livro rela-ciono os poucos hípnólogos em ufologia atuantes no Brasil, e os livros que escreveram.
Cada vez mais pessoas vêem discos, voadores e OVNls, algumas ocultam o fato. OVNls são objetos voadores não identificados, sem forma discoidal. Entre as personalidades brasileiras que contam ter visto estão o presidente da república e a primeira dama, dois ex-ministros, dois integrantes da Academia Brasileira de Letras, o presidente da VARIG, empresários, um deputado estadual gaúcho, compositores, cantores, apresentadores de televisão. empresário Mauricio de Sousa publica em seu site http://www.turmadamonica.com.br/ seis crônicas (101 a 106) que escreveu contando seus avistamentos, todas ilustradas com seus internacionalmente famosos desenhos e, gentilmente autorizadas a publicação de um deles exclusivamente na primeira edição do meu livro pelo que reitero agradecimentos. Alguns outros cardeais só não viram porque se recusaram a olhar pela janela do avião em que viajavam, como foram convidados.
Quem negar a realidade dos discos voadores e OVNls está duvidando dessas pessoas, e, conseqüentemente, da humanidade, Entre estrangeiros que contam ter visto há presidentes dos Estados Unidos, praticamente todos os astronautas russos e norte americanos, pilotos, cientistas e expressiva. parte da população mundial.
Meu livro conta o que essas naves vieram fazer na Terra: anduções, exames, implantes, violência. Ele é fartamente ilustrado com mapas, fotos, artes orientadas por abduzidos, aquarela, desenhos feitos em vigília e sob hipnose, raio X de implante, fotos dos principais ufólogos brasileiros que acompanharam as pesquisas, galeria de personalidades que viram OVNIS e outra dos hipnólogos em ufologia, de diversas nacionalidades etc.
Só a hipnose em ufologia consegue apurar as abduções. Parcialmente ......
Fonte: Esta Matéria eu Retirei de Um Artigo Públicado de Mário Rangel.

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** Abduzidos' por ETs têm sintoma real de trauma, diz estudo **






Os 'abduzidos' têm problemas e sintomas parecidos


Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, diz que as pessoas que alegam ter sido seqüestradas por alienígenas tendem a acreditar em fantasias e a sofrer de distúrbios durante o sono.Os cientistas dizem que os "abduzidos" também costumam acreditar tanto em suas experiências que apresentam sintomas de estresse parecidos com os sentidos por veteranos de guerra."Isso deixa claro o poder da crença emocional", disse o professor Richard McNally, um dos responsáveis pelo estudo que foi apresentado no encontro anual da Associação Americana pelo Avanço da Ciência, em Denver."Se você realmente acreditar que passou por um trauma e tiver memórias desses episódios, você apresentará as mesmas reações emocionais e fisiológicas de pessoas que realmente ficaram traumatizadas."ImplantesUm grupo de abduzidos contou suas experiências à BBC no sábado. Um deles afirmou que teve mais de uma experiência com alienígenas."Tive vários encontros com naves de alienígenas", disse um dos abduzidos, que garantiu que chegou a ter um implante alienígena colocado no corpo.Esse é um detalhe típico das histórias narradas por eles. Calcula-se o número de americanos que acreditam ter sido seqüestrados por ETs seja de cerca de 4 milhões.Os cientistas são unânimes em não acreditar nesses relatos. Então, o que leva alguém a acreditar que foi "abduzido"?O professor McNally descobriu que muitas dessas pessoastêm traços de personalidade semelhantes e sofrem de distúrbios no sono."A maioria deles já tinha as chamadas crenças da nova era. Acreditam em vidas passadas, projeção astral, cartas de tarô e assim por diante", explica o americano."Em segundo lugar, eles têm episódios de aparente paralisia durante o sono, acompanhados de alucinações."PsicólogosEssas assustadoras experiências normalmente levam as vítimas a procurar psicólogos, que freqüentemente sugerem a abdução por alienígenas como explicação – imediatamente aceita por eles, segundo o cientista.O professor McNally chegou a uma explicação racional das abduções por alienígenas, que recebeu o endosso de outros psicólogos em Denver. Para eles, as vítimas adotam uma "receita comum".No entanto, o pesquisador ressaltou que muitas pessoas realmente acreditam naquilo que contam.Em experiências em laboratórios, pedia-se às pessoas que narrassem as suas experiências. A gravação dessas histórias era, então, tocada para eles e suas reações, analisadas."Quando um veterano do Vietnã ouve a gravação de suas experiências de combate em um laboratório, seus batimentos cardíacos sobem, e ele sua mais. Se você não sofrer de Distúrbio de Estresse Pós-Trauma, você não reage dessa maneira", explicou McNally.- O aumento dos batimentos cardíacos e de transpiração é, no mínimo, tão intenso em abduzidos por alienígenas quanto em pessoas que viveram situações traumáticas genuínas.

FONTE:

BBC BRASIL.COM



17 de fevereiro, 2003 - Publicado às 12h20 GMT



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** INVESTIGANDO AS ABDUÇÕES: **



Um contato imediato de 4º grau refere-se ao avistamento de um OVNI relativamente perto, ligado ao aparecimento de alienígenas eu se aproximam, raptam e levam embora outras coisas junto com pessoas. Enquanto nem todos dos seguintes episódios listados acontecem em cada caso, muitos estão presentes. Também a ordem em que acontecem pode não ser exatamente a que mostramos a seguir:



* ATIVIDADE PRÉ-ABDUTORA
* O ALERTA (ESTÍMULO ORIENTADO)
* A CAPTURA
* ENTRADA NA NAVE
* EXCURSÃO PELO INTERIOR DA NAVE
* COMUNICAÇÃO OU MENSAGEM
* EXAME PESSOAL
* IDA PARA UM OUTRO AMBIENTE DA NAVE
* RETORNO (DEVOLUÇÃO DA VÍTIMA)
* CONSEQUÊNCIAS




ATIVIDADE PRÉ-ABDUTORA:



Este episódio inclui a atividade em que a testemunha estava engajada no exato momento do alerta. Por exemplo: ao dirigir um carro, indo para um passeio, dormindo, assistindo televisão, etc. Esta atividade apresenta uma variedade de formas eu são importantes do ponto de vista em que a experiência da abudção não é associada apenas com um ou dois avanços da conduta humana. Este episódio forma a base fundamental do qual o investigador de campo inicia seu estudo em termos de normalidade comportamental. Se todos os abduzidos fossem pessoas estranhas, fazendo coisas estranhas exatamente antes de sua alegada abdução, seria muito mais fácil simplesmente rejeitar suas narrativas. O oposto parece ser verdadeiro: são pessoas normais fazendo coisas normais.
O Manual estatístico das doenças mentais e Diagnóstico (1980), publicado pela Associação psiquiátrica Americana, relaciona 230 ocorrências separadas. Cada ocorrência constitui alguma forma de desordem psicológica. E estabelece que uma desordem fóbica é um transtorno de ansiedade que apenas 2 a 4% da população dos Estados Unidos experimenta. Assim, é preciso perguntar por que cerca de 30% da população americana alega ter visto um OVNI. Se as pessoas que alegam terem sido abduzidas estão meramente representando algum transtorno fóbico (ou seja, a abdução não ocorreu de verdade), então a estatística acima sugere que os avistamentos podem ser inteiramente diferentes de uma reação fóbica.



ALERTA. ESTÍMULO QUE ORIENTA:


Este episódio refere-se à alguma visão ou ruído que desvia a atenção da testemunha do que é normal em seu comportamento para o Fênomeno. É universal a todos os casos e parece formar a base intelectual e emocional do eu acontece mais tarde. E sem este episódio, nada além tende a acontecer.
Estes alertas apresentam várias formas, incluindo: estímulo visual (lampejo brilhante de luz, área escura vista contra o céu azul, nuvem brilhante no céu, objeto metálico em forma de disco, etc), zumbidos, som de "bip", sensações táteis como eletricidade na pele, pressão de ar ou de vento contra a pele, odores, etc.



A CAPTURA:






Inclui todos os incidentes que cercam o movimento da testemunha para algum espaço fechado (tipicamente dentro de uma nave). Nessa situação, a vítima pode: a)encontrar-se repentinamente dentro deste espaço; b)ser transportada através do espaço e do tempo; c) estar totalmente inconsciente de como sua captura ocorreu.
Verificou-se nos relatórios de centenas de casos que 44% deles incluíam um seqüestro de estrada, onde as pessoas estavam dirigindo um carro justamente antes que acontecesse a abdução. Em outros 21% dos casos, tudo aconteceu em uma casa, enquanto que em outros 33% dos relatos a vítima estava ao ar livre, nos campos ou nas cidades.
Algumas vezes a vítima relata sobre uma "estranha quietude" no local, onde as coisas apresentam uma parada completa, não havendo tráfego nas estradas, sons naturais cessam e o tempo parece tornar-se mais lento ou pára, onde há sensação de amnésia ou paralisia.
As reações iniciais tipicamente emocionais à captura, incluem: confusão, medo, surpresa, terror, preocupação ou mesmo curiosidade, alegria, êxtase.


ENTRADA NA NAVE:


Abrange desde o momento em que a captura termina até a hora em que a testemunha acha-se dentro de um espaço fechado ou num OVNI. Acontece de modos diferentes que vão da desintegração do corpo à ascensão flutuante, paralisação dentro de um raio de luz, etc.
A porta de entrada para esse ambiente é usualmente retangular, com uma rampa ou escadas. Geralmente, esta porta se fecha com tal perfeição que nenhuma borda ou emenda é visível depois que foi fechada. Há casos em que uma parede aparece subitamente para conter uma abertura por onde a vítima passa. Existem casos muito curiosos em que a própria silhueta da pessoa aparece em uma parede com cerca de um centímetro extra ao seu redor, através do qual ela caminha.


DENTRO DA NAVE:


Muitos abduzidos contam terem sido guiados através de passagens, cabines, salas e outras áreas dentro do veículo alienígena. Geralmente, os elementos são parecidos e incluem: a)paredes circulares; b)piso plano; c) teto em forma de abóbada; d) luz indireta; e) algum tipo de controle ou mesa no meio da área; f)vestíbulos curvos que impedem que se veja muito longe; g) mostradores de informações altamente avançados; h)zumbidos baixos.


COMUNICAÇÂO/MENSAGEM:


Envolve transferência de informação. A conversação pode ser apenas unidirecional ou bidirecional (neste caso, a vítima pode fazer perguntas e comentários) . A comunicação geralmente é feita na própria língua da pessoa abduzida, sendo recebida por telepatia. Raramente os lábios (quando há) se movem.
Em alguns casos uma comunicação especial é passada à pessoa. Pode ser uma mensagem altamente pessoal (relacionada ao seu futuro em particular) ou pode ser ligada à Humanidade. Neste último caso, há mensagens falando do desarmamento nuclear, do combate à poluição, etc.




EXAME PESSOAL:

Uma grande porcentagem de casos de abdução envolve algum tipo de exame nos humanos. Este exame parece-se muito aos aplicados em hospitais e clínicas modernas e pode incluir estas etapas: a) preparação; b) apalpação; c)exploração do corpo com instrumentos alienígenas; d) coleta de pele, unhas, urina, sangue, esperma, etc.
Estes exames são feitos quando a pessoa está deitada, totalmente despida e é sistemático. Ao menor sinal de dor, os Ets agem rapidamente para eliminá-la. A vítima nunca é avisada que será examinada e é forçada a fazer coisas contra sua vontade.



EXCURSÃO PARA OUTROS AMBIENTES:


Durante este estágio da abdução, a pessoa relata a viagem do veículo fechado relativamente pequeno onde ele está, para um outro lugar que é sempre muito maior. Algumas pessoas descrevem esse novo local como sendo grande feito um campo de futebol, com veículos futurísticos e túneis transportadores. Em seguida, a vítima é novamente levada à nave menor, fazendo exatamente o mesmo percurso da ida, como se fosse a repetição de um filme e sem qualquer diferença em relação ao percurso de ida.


ACOMPANHAMENTO:


Ainda com o veículo menor, a pessoa é usualmente levada para uma excursão pelo segundo grande ambiente. Na maioria das vezes, um alienígena funciona como "anfitrião" caminha ao lado da pessoa abduzida. Em outros casos, fica atrás e não aparece, sendo ouvida apenas sua voz. Esta etapa da abdução costuma ser bastante curta.



VOLTA À TERRA:


Como o retorno do seguindo ambiente, a volta à Terra é também exatamente igual à viagem de ida. Há uma espécie de cerimônia de adeus, uma saída através de uma abertura visível. Há casos em que a pessoa não se lembra de como voltou. Outras vezes, a vítima descreve sua volta como se fosse uma pluma ou uma folha flutuando ao vento. Muitas vezes, a devolução da pessoa acontece muito próximo ao local de onde foi levada. Em várias ocasiões, a vítima aparece até em outros países. É nesse momento que aparece o lapso de tempo.


CONSEQUÊNCIA:


Passado algum tempo, há distúrbios psicológicos, sociais e fisiológicos que permanecem depois que a experiência termina. As descrições mais comuns falam de: a) sonhos diferentes e freqüentes; b) fobias incomuns; c) imaginação demasiada; d) capacidade intelectual aumentada. Há mudanças de apetite, cura aparente de doenças, crenças religiosas mudadas, etc. No lado social, há divórcios, isolamento dos familiares e amigos, desemprego, etc.


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** Abdução no Brasil **

Elias Seixas de Mattos, carioca, era caminhoneiro em 1980, quando teria vivenciado uma experiência inexplicável. Seu relato, junto ao de outros dois amigos, entrou para a história da Ufologia brasileira pela riqueza de detalhes com que descreveu as situações pelas quais passou à pesquisadora Irene Granchi e ao hipnólogo Silvio Lago. Feixe de luz azuladaNo dia 25 de setembro de 1980, Elias e os acompanhantes na boléia do caminhão, seu primo Alberto Seixas Vieira e o amigo Guaraci de Souza, voltavam de Goiás, onde tinham ido deixar uma carga. Durante a viagem de volta, alguns fenômenos estranhos começaram a ocorrer, como o piscar dos faróis do veículo, mesmo desligados, e sensações de desconforto e sonolência.No caminho, quando estavam a 100 km de Conceição do Araguaia (GO), uma sensação de pressão na nuca, o retorno do pisca-pisca dos faróis e a impressão de ouvir uma voz forçaram Elias a parar. Quando saía do caminhão, ele não percebeu, mas seus colegas teriam visto um feixe de luz azulada atingi-lo. Quando já estavam todos fora da cabine, eles avistam uma espécie de 'fogo no mato' a cerca de 1,5 km e resolveram investigar. Desde o princípio, Alberto sentiu muito medo e resolveu não continuar andando naquela direção. Poucos segundos depois, Elias também foi tomado de pavor e decidiu desistir. Medo e amnésia
Assim os três voltaram, entraram no caminhão e continuaram o percurso.Elias Seixas continuou ao volante. Guaraci, o outro passageiro, carregava um chapéu de palha preso por um fio de nylon que, aparentemente sem nenhuma explicação, foi lançado pela janela. Sem entender o que aconteceu, os três resolveram novamente parar e descer do caminhão e, um por cada lado da carreta, encontrar-se-iam na traseira do veículo para pegar o chapéu. A partir daí, nenhum deles lembrava-se da seqüência de acontecimentos muito bem, exceto a sonolência com que retornaram à cabine do caminhão e o fato de chegarem à próxima parada cerca de cinco horas depois do previsto.Essa amnésia parcial combinada aos estranhos fenômenos ocorridos durante a viagem teriam feito os três buscarem a ajuda, num congresso de Ufologia, da pesquisadora Irene Granchi.


Hipnose regressiva


A partir desse primeiro contado, suas histórias –e a de Elias com mais destaque que as dos demais– foram reveladas através de várias sessões de hipnose regressiva às quais os caminhoneiros foram submetidos. Segundo seu depoimento, antes de encontrar Guarani, Elias foi surpreendido por um foco muito forte de luz e levado para uma nave. Dentro da nave, ele viu um ser de frente para uma série de alavancas. Sentado, o ser de enormes braços estava com o cotovelo na coxa, mas não curvava o tronco.Durante sua permanência na nave, o abduzido teria sido submetido a uma série de experiências. Por um momento, quando deitado numa espécie de "cama" onde seria estudado, viu um de seus companheiros, que teria dado um soco no ser que o estudava (segundo Elias eram ao todo três seres). Entre outros testes que teriam feito com Elias, o abduzido relatou que implantaram algo em seu crânio e colocaram um aparelho em seu peito. Coletaram amostras de sangue e esperma e fizeram furos em seus dedos.Elias contou ainda que foi levado para o que foi explicado pelos seus raptores como uma "base" espacial, localizada em Marte. Ali ele pode ver –sem ser visto– uma série de seres de cabeça grande, desproporcional ao corpo, e muito pequenos, que pareciam estar trabalhando.O relato continuou e Elias afirmou estar no que parecia ser uma rua, quando teria visto dois homens, um negro e outro branco, que ele percebeu serem siameses, grudados pelo braço. Ele quis tocá-los mas seu raptor não permitiu. O caminhoneiro foi então levado a uma marquise onde viu seres que pareciam bonecos plásticos, de aspecto cinzento, após o que, foi trazido de volta à Terra.


Seres extraterrestres



Entre outras revelações feitas durante a hipnose, Elias disse que os seres informaram vir da estrela Ursa Menor. Tinham dois metros e dez altura, olhos rasgados horizontalmente, de cor brilhante, e sua vestimenta assemelhava-se a uma espécie de roupa emborrachada. Sem a regressão, Elias só se recordava de ter descido do caminhão e de já estar na cabine. Ele e seus acompanhantes só começaram a se dar conta da estranheza dos acontecimentos quando perceberam que chegaram 5 horas além do previsto na próxima parada e gastaram pouquíssimo combustível para a distância percorrida.O suposto abduzido teve ainda seqüelas físicas, como dores nos dedos e no ombro. Não reconheceu a própria filha ao chegar em casa. Também sofreu de impotência sexual durante os 4 meses seguintes ao suposto encontro, sem que os médicos que procurou, segundo ele, conseguissem chegar a algum diagnóstico. O abduzido ficou com uma calcificação no crânio que, segundo os especialistas aos quais foi levado, só poderia existir se tivesse feito uma cirurgia. A marca no peito, por terem aparentemente introduzido um aparelho, permaneceu. Até hoje Elias apresenta seu relato em congressos e palestras, tendo tornado-se um clássico e rico exemplo da abdução, amplamente aceito pela Ufologia nacional, mesmo que não se tenha notícias de um estudo aprofundado de suas seqüelas por alguma Universidade ou extração de seus supostos implantes para pesquisa em laboratórios especializados.

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Um caso interessante, pesquisado pela grande dama da ufologia brasileira Dna. Irene Granchi, aconteceu com o Sr. Severino Costa Villar, na época com 22 anos e está registrado no livro UFOs e abduções no Brasil :

"Eu estava esperando o ônibus 409 - Saens Pena-Horto. Estava encostado em uma árvore quando um senhor me perguntou as horas, eram 22:30hs. Ele agradeceu e foi se afastando para perto de uma escola próxima. Ficou olhando para o céu sem dar a mínima atenção para mais nada. Quando meu relógio marcou 22:35 hs notei uma pequena faixa de luz atingi-lo pelas costas e sua imagem foi desaparecendo diante dos meus olhos como um filme de ficção científica. Em volta do seu corpo havia uma estranha conformação, como uma corrente de energia elétrica. Fiquei pasmado assistindo aquilo tudo sem poder fazer nada e sem ter a quem recorrer no momento. O incrível disto tudo é que ele não se moveu do local quando foi alcançado pelo raio e o seu jeito de ficar olhando para cima, como se estivesse esperando por alguma coisa... Antes de desaparecer completamente pude reparar que ele não tocava com os pés no solo. Não houve outra testemunha para confirmar esse relato e também não acredito que existam homens de bom senso que concordem plenamente com a existência de vida extraterrestre como eu acredito."

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Caso Marcella

** Mulher tem contato com extraterrestres **

Em março de 1990 repentinamente o pensamento apagou e deu lugar à imagem de um Ser que se dizia extraterrestre. Não acreditei nele pensando que se tratava de um espírito. A partir desse dia, esse ser que se apresentou como Comandante DEFE passou a me chamar diariamente para passar informações e também para provar que realmente era um extraterrestre.

Após alguns meses, depois que finalmente acreditei nele, resolvi procurar por um ufólogo para que me explicasse alguma coisa sobre ufologia porque eu nada entendia disso. Em setembro daquele ano o ufólogo Arismaris Baraldi Dias aceitou analisar o meu caso.
Num dia de outubro, durante uma palestra na casa do Sr. Arismaris, descobri que os Ets faziam implantes. Então lembrei-me de uma radiografia que havia tirado em 1984 por causa de uma sinusite, onde aparecia um objeto redondo parecido com uma "porca".
Quando o Sr. Arismaris viu essa radiografia decidiu tirar outra série para ver se a presença daquele objeto se confirmava.
No dia 15 de novembro, como era um feriado, minha amiga que fazia parte do grupo de estudos na casa do Sr. Arismaris foi comigo até a residência de um outro amigo, o qual passaria o dia fazendo retratos falados de tudo o que o Comandante DEFE me passava. À noite deixamos a casa desse amigo, lá pelas 20:15, que morava numa travessa da Av. Cupecê, em São Paulo. Quando pegamos essa avenida, ela nos pareceu escura e com pouco movimento. Depois de dirigir por cerca de três quarteirões de repente já estávamos muito perto da av. Washington Luiz. Tudo estava estranho por que parecia que o caminho tinha sumido.
Somente em fevereiro de 1991 eu fiquei sabendo que existia hipnose regressiva para esses casos.
Seguindo a seqüência de minha história, no dia 14 de dezembro fiz novas séries de radiografias que demonstraram haver mesmo uma coisa dentro de meu cérebro.
Em março/abril/maio de 1991 fiz uma sessão de hipnose por mês. Em resumo, aconteceu o seguinte: Os ETs pegaram o meu carro e fomos parar dentro da nave e colocaram-nos de volta muito adiante, sumindo cerca de 3 Km.

Quando eu estava dirigindo, eles mandaram uma luz negra para que meu carro desaparecesse perante os outros. Dentro dessa luz, mandaram uma luz clara, que era o elevador. Fomos parar numa sala redonda. Enquanto minha amiga ficou paralisada acompanhada por dois seres, eu fui levada pelo Comandante DEFE para a sala de comando, depois para uma outra sala onde conversamos, juntamente com outro ser. Depois, fomos para outra sala onde o aparelho de minha cabeça foi retirado e inserido um outro. Depois disto, fui levada de volta para meu carro, sendo colocado novamente na avenida.
Em maio de 1991, um médico radiologista analisou as radiografias e constatou que o primeiro "chip" estava do lado esquerdo. Disse parecer se tratar de realmente um objeto metálico.
Em junho de 1991, o meu caso foi levado ao 9º Congresso Brasileiro de Ufologia Científica em Curitiba (PR).
Desde essa época, desenvolvo um trabalho em conjunto com o Comandante DEFE para ajudar pessoas atacadas por Ets ruins. (Existem extraterrestres bons e ruins). Esclareço também que não fui "abduzida" porque muito tempo antes já havia sido avisada que nos encontraríamos pessoalmente. Digamos que foi um encontro surpresa.
Em 28 de maio de 1996, quando estava trabalhando saí com o carro do serviço e, já no Obelisco do Ibirapuera o farol fechou. Quando voltou a abrir, eu estava no monumento das Bandeiras. Refiz por mais quatro vezes esse caminho em outros dias e constatei que jamais haveria a possibilidade de errar o caminho indo de um monumento para o outro sem perceber. Assim, voltei a fazer hipnose e tirei mais uma série de radiografias, mas apenas em 1997.
Nas radiografias ficou constatado que o objeto do lado esquerdo foi retirado, criando uma cicatriz exatamente na forma do aparelho, continuando a aparecer claramente.
Porém, agora existem dois "fios" também dentro do cérebro dando a impressão que um está na metade direita e o outro na esquerda.
Desde que comecei com meus contatos, já vivenciei tantas experiências estranhas e ao mesmo tempo interessantes, que daria para fazer um filme de "ficção real". Não sei o que haverá no futuro, apenas estou seguindo a correnteza e absorvendo o máximo do que me colocaram na frente.
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** Raptos (abduções) alienígenas **

"...a despeito do fato de nós humanos sermos grandes colecionadores de lembrancinhas, nenhuma dessas pessoas [que afirmam ter estado a bordo de um disco voador] voltou com uma simples ferramenta ou artefato extraterrestre, o que poderia de uma vez por todas resolver o mistério dos OVNIs." Philip Klass
Existe uma crença amplamente difundida, embora errônea, de que seres alienígenas viajam à Terra vindos de algum outro planeta, e que estariam fazendo experiências reprodutivas com alguns poucos escolhidos. A despeito da natureza inacreditável dessa idéia e da falta de provas dignas de crédito, desenvolveu-se um culto em torno da crença em visitas e abduções alienígenas.
Segundo a doutrina dessa seita, teriam caído alienígenas em Roswell, no Novo México, em 1947. O governo dos EUA teria recuperado a nave e seus ocupantes, e estaria se encontrando com alienígenas desde então num lugar conhecido como Área 51. O aumento nas visões de OVNIs se deveria ao crescimento da atividade alienígena na Terra. Os alienígenas estariam abduzindo pessoas em maior número, estariam deixando outros sinais de sua presença na forma dos assim chamados círculos em plantações, estariam envolvidos em mutilações no gado, e ocasionalmente forneceriam revelações como o Livro Urantia a profetas escolhidos. O respaldo para essas crenças a respeito de alienígenas e ÓVNIS consiste principalmente em especulação, fantasia, fraude e inferências injustificadas a partir de indícios e testemunhos. Fanáticos por ÓVNIS também estão convencidos de que existe uma conspiração do governo e da mídia de massas para acobertar as atividades alienígenas, tornando difícil para que eles provem que os alienígenas chegaram.
É muito provável que haja vida em algum lugar no universo, e que parte dessa vida seja muito inteligente. Há uma probabilidade matemática de que, entre os trilhões de estrelas nos bilhões de galáxias, existam milhões de planetas análogos em idade e com proximidade a uma estrela como a do nosso sol. As chances parecem muito boas de que a vida tenha evoluído em alguns desses planetas. É verdade que, até bem recentemente [janeiro de 1996], não tinha havido nenhuma prova observacional significativa nem mesmo de que existisse algum planeta fora do nosso sistema solar. Apesar disso, parece muito improvável que nossa parte do universo tenha surgido de uma forma completamente singular. Sendo assim, devem existir planetas, e luas, e asteróides, etc., em todas as galáxias e ao redor de muitas das estrelas nessas galáxias. Logo, parece alta a probabilidade de que haja vida inteligente em algum outro lugar do universo, embora seja possível que sejamos únicos.
Não devemos nos esquecer, no entanto, de que a estrela mais próxima (além do nosso sol) está tão distante da Terra que viajar entre as duas levaria mais tempo que toda uma vida humana. O fato de que nosso sol leve cerca de 200 milhões de anos para dar uma volta na Via Láctea, dá uma idéia da perspectiva que temos que ter das viagens inter estrelares. Estamos a 500 segundos a luz do sol. A próxima estrela em proximidade da Terra está a 4,3 anos-luz. Isso pode parecer próximo, mas na verdade é algo como 40 trilhões de km de distância. Mesmo viajando a 1,6 milhões de km/h, seriam precisos mais de 2.500 anos para se chegar lá. Para se fazer isso em cinqüenta anos, seria preciso viajar a mais de 1,6 bilhões de km/h por toda a viagem. A despeito da probabilidade de haver vida inteligente em outros planetas, qualquer sinal vindo de qualquer planeta no universo, enviado em qualquer direção, tem pouca probabilidade de estar na rota de outro planeta habitado. Seria tolice explorar o espaço em busca de vida inteligente sem saber exatamente onde procurar. Além disso, esperar por um sinal
pode exigir uma espera mais longa do que qualquer forma de vida, em qualquer planeta, pudesse durar. Por fim, se nós realmente recebermos um sinal, as ondas que o transportaram foram emitidas centenas ou milhares de anos antes e, no momento em que rastrearmos sua fonte, o planeta que as emitiu pode não mais ser habitável ou mesmo existir.
Assim, embora seja provável que exista vida inteligente no universo, a viagem entre sistemas solares em busca dessa vida apresenta alguns sérios obstáculos. Os viajantes ficariam fora por um tempo muito longo. Precisaríamos mantê-los vivos por centenas ou milhares de anos. Precisaríamos de equipamentos que pudessem durar centenas ou milhares de anos, e ser reparados ou substituídos nas profundezas do espaço. Essas não são condições impossíveis, mas parecem ser barreiras suficientemente significativas para tornar a viagem espacial intergaláctica altamente improvável. A única coisa necessária para uma viagem como essa que não seria difícil de se obter seriam pessoas dispostas a viajar. Não seria difícil encontrar muitas pessoas que acreditam que poderiam ser adormecidas por umas poucas centenas ou milhares de anos e despertadas para procurar por vida em algum planeta estranho. Elas parecem até acreditar que poderiam então coletar informações para trazer de volta à Terra, onde desfilariam em carro aberto pelas ruas do que quer que tenha restado de Nova York.


Abdução e estupro?


A despeito da improbabilidade da viagem interplanetária, ela não é impossível. Talvez existam que possam viajar a velocidades muito altas e que possuam tecnologia e matéria prima para construir naves capazes de viajar a uma velocidade próxima à da luz ou maior. Teriam esses seres vindo aqui para abduzir pessoas, estuprá-las e fazer experiências com elas? Têm havido vários relatos de abdução e violação sexual por criaturas pequenas e calvas, que possuem grandes crânios, queixos pequenos, grandes olhos oblíquos e orelhas pontudas ou ausentes. Como explicar a quantidade dessas histórias e sua semelhança? A explicação mais razoável para os relatos serem tão similares é que eles são baseados nos mesmos filmes, nas mesmas histórias, nos mesmos programas de televisão e nas mesmas histórias em quadrinhos.
A história de abdução alienígena que parece ter iniciado as crenças do culto da visita e experimentação alienígena é a de Barney e Betty Hill. Os Hill afirmam ter sido abduzidos por alienígenas em 19 de setembro de 1961. Barney afirma que os alienígenas colheram uma amostra do seu esperma. Betty afirma que lhe cravaram uma agulha no umbigo. Ela levou pessoas até um ponto de aterrissagem alienígena, mas só ela podia ver os seres e sua nave. Os Hill se recordaram da maior parte da sua história através da hipnose, poucos anos após a abdução. Barney Hill relatou que os alienígenas tinham "olhos envolventes," uma característica bem incomum. No entanto, doze dias antes, um episódio de "The Outer Limits" mostrava um alienígena exatamente assim (Kottemeyer). Segundo Robert Schaeffer, "podemos encontrar todos os elementos principais dos abduções por OVNI contemporâneos numa história em quadrinhos de aventuras de 1930, Buck Rogers in the 25th Century[Buck Rogers no século XXV]."
A história de Hill vem sendo repetida várias vezes. Existe um período de amnésia logo após o suposto contato. Há então geralmente uma sessão de hipnose, aconselhamento ou psicoterapia, durante a qual aparece a lembrança de ter sido abduzido e sofrido experiências. A única variação entre as histórias dos abduzidos é que alguns afirmam ter recebido implantes, e muitos afirmam ter cicatrizes e marcas colocadas em seus corpos pelos alienígenas. Todos descrevem os seres de maneira muito semelhante.
Whitley Strieber, que escreveu vários livros sobre seus supostos abduções, descobriu que tinha sido abduzido por alienígenas após psicoterapia e hipnose. Strieber afirma que viu alienígenas incendiarem seu telhado. Diz ter viajado a planetas distantes e voltado durante a noite. Quer que acreditemos que só ele e sua família podem ver os alienígenas e sua espaçonave, onde outros não vêem nada. Strieber acaba parecendo uma pessoa bastante perturbada, mas que realmente acredita que vê e está sendo molestada por alienígenas. Descreve seus sentimentos com precisão suficiente para fazer crer que ele estava num estado psicológico bem agitado antes de ser visitado pelos alienígenas. Uma pessoa nesse elevado estado de ansiedade estaria propensa à histeria e seria especialmente vulnerável a mudanças radicais nos padrões de comportamento ou crença. Quando Strieber estava tendo um ataque de ansiedade, consultou seu analista, Robert Klein, e Budd Hopkins, pesquisador de abduções alienígenas. Então, sob efeito da hipnose, Strieber começou a relembrar os horríveis seres e suas visitas.
Hopkins mostrou sua sinceridade e incompetência investigativa no programa da televisão pública Nova ("abduções Alienígenas," primeiro programa em 27 de fevereiro de 1996). A câmera acompanhou Hopkins sessão após sessão com um "paciente" muito agitado e altamente emotivo. Então, Nova acompanhou Hopkins à Flórida onde ele alegremente ajudou uma mãe visivelmente instável a incutir nas crianças a crença de que elas tinham sido abduzidas por alienígenas. Entre mais sessões com mais dos "pacientes" de Hopkins o telespectador o ouvia repetidamente fazer propaganda de seus livros e suas razões para não demonstrar nenhum ceticismo a respeito das afirmações bastante bizarras que extraía de seus "pacientes".
Nova solicitou à Dra. Elizabeth Loftus que avaliasse o método de Hopkins para "aconselhamento" das crianças cuja mãe as estava incentivando a acreditar que tinham sido abduzidas por alienígenas. Com o pouco que Nova nos mostrou de Hopkins em ação, ficou aparente que ele encorajava a criação de lembranças, embora alegasse estar recuperando recordações reprimidas. A Dra. Loftus observou que Hopkins incentivou muito seus "pacientes" a recordar mais detalhes, assim como deu muitas recompensas verbais quando novos detalhes eram revelados. Ela caracterizou o procedimento como "arriscado", por não sabermos que efeito esse "aconselhamento" terá nas crianças. Parece que podemos seguramente prever um: elas crescerão pensando ter sido abduzidas por alienígenas. A crença estará tão entranhada na memória delas que será difícil fazê-las cogitar a possibilidade de que a "experiência" tenha sido plantada por sua mãe, e cultivada por fanáticos por alienígenas como Hopkins.


John Mack



Outro entusiasta dos alienígenas é o Dr. John Mack, psiquiatra de Harvard, que escreveu livros sobre seus pacientes que afirmam ter sido abduzidos. Muitos dos pacientes de Mack foram indicados a ele por Hopkins. O Dr. Mack afirma que seus pacientes psiquiátricos não estão mentalmente doentes (então por que ele os trata?) e que não consegue pensar em nenhuma outra explicação para suas histórias a não ser a de que sejam verdadeiras. No entanto, até que o bom doutor ou um de seus pacientes apresente provas físicas de que tenham ocorrido os abduções, parece mais razoável acreditar que ele e seus pacientes estejam iludidos ou que sejam fraudes. Naturalmente, o bom doutor pode se esconder por detrás da liberdade acadêmica e do privilégio da privacidade médico/paciente. Pode fazer todas as afirmações que quiser e recusar-se a comprovar qualquer delas com base em que fazer isso seria violar os direitos de seus pacientes. Pode então publicar suas histórias e desafiar qualquer um a tirar sua liberdade acadêmica. Ele está numa posição que qualquer vigarista invejaria: pode mentir sem ter medo de ser descoberto.
O Dr. Mack também apareceu em "abduções Alienígenas" do programa Nova. Afirmou que, fora isso, seus pacientes são pessoas normais, o que é um ponto discutível se eles forem qualquer coisa semelhante aos que apareceram no programa. Mack também afirmou que seus pacientes não têm nada a ganhar por fabricarem suas histórias incríveis. Por alguma razão, as pessoas inteligentes geralmente acham que só otários são enganados ou iludidos e que, se os motivos de uma pessoa merecerem crédito, seu testemunho merece crédito também. Embora seja verdadeiro que o ceticismo em relação ao testemunho de uma pessoa seja justificado se ela tiver algo a ganhar (como fama e fortuna), não é verdadeiro que se deva confiar em qualquer testemunho dado por alguém que não tenha nada a ganhar com isso. Um observador incompetente, bêbado ou drogado, equivocado ou iludido, não deve merecer confiança mesmo se ele for tão puro como foi outrora a primavera nas montanhas. O fato de que uma pessoa seja agradável e decente, e que não tenha nada a ganhar mentindo, não a torna imune a errar na interpretação de suas percepções.
Uma coisa que o Dr. Mack não observou é que seus pacientes recebem bastante atenção por serem vítimas de abduções. Além disso, não houve nenhuma menção ao que ele e Hopkins têm a ganhar em fama e vendas de livros por encorajarem seus clientes a apresentar mais detalhes de seus "abduções". Mack recebeu US$200.000 como adiantamento por seu primeiro livro sobre abduções alienígenas. Ele também lucra com a publicidade e solicitação de fundos para seu Centro para Psicologia e Mudança Social, e seu Programa para Pesquisa de Experiências Extraordinárias. O Dr. Mack, a propósito, se impressiona bastante com o fato de as histórias de seus pacientes serem muito semelhantes. Ele também acredita em auras e indicou acreditar que alguns dos problemas ginecológicos de sua esposa talvez se devam aos alienígenas. Harvard o mantém em seus quadros em nome da liberdade acadêmica.
Outro que contribui para a mitologia dos abduções alienígenas é Robert Bigelow, um rico homem de negócios de Las Vegas, que usa seu dinheiro para dar apoio à pesquisa do paranormal e que parcialmente financiou uma pesquisa do Roper sobre abduções alienígenas. A pesquisa não perguntou diretamente aos 5.947 entrevistados se eles tinham sido abduzidos por alienígenas. Em lugar disso, perguntou a eles se tinham sofrido alguma das seguintes experiências:
-- Acordar paralisado, com a sensação da presença de alguém ou alguma outra coisa no quarto.
-- Experimentar um período de tempo de uma hora ou mais no qual esteve aparentemente perdido, mas não pôde se lembrar por que, ou onde esteve.
-- Ver luzes ou globos de luz num quarto sem saber o que as estava causando, ou de onde elas vieram.
-- Encontrar cicatrizes surpreendentes no corpo, e nem você nem ninguém se lembrar como você as obteve ou onde as conseguiu.
-- Sentir que estava realmente voando pelo ar, embora não saiba por que ou como.
Dizer sim a 4 dos 5 "sintomas" foi considerado sinal de abdução alienígena. Um relatório de sessenta e duas páginas, com introdução de John Mack, foi enviado por correspondência a cerca de 100.000 psiquiatras, psicólogos e outros profissionais da saúde mental. A implicação era de que cerca de 4 milhões de norte-americanos ou cerca de 100.000.000 de terráqueos teriam sido abduzidos por alienígenas. Como Carl Sagan ironicamente comentou: "É mais surpreendente que os vizinhos não tenham notado." A escolha do momento para a correspondência foi impecável: pouco depois da mini-série da CBS-TV baseada em Intruders de Strieber.
Alguns dos que afirmam ter sido abduzidos por alienígenas são provavelmente fraudes, alguns estão muito estressados, e alguns estão provavelmente sofrendo de um grave distúrbio psiquiátrico, mas a maioria parece ser de pessoas bem normais, especialmente propensas a fantasias. Em sua maior parte não parecem ser fanáticos por dinheiro, usando suas experiências estranhas como uma chance de aparecer na televisão ou de terem filmes feitos a respeito de suas vidas. Em outras palavras, o testemunho é freqüentemente, senão na maioria das vezes, feito por pessoas razoavelmente normais sem motivos ocultos conhecidos. Se suas afirmações não fossem tão bizarras, seria indecente desconfiar de muitas delas.
Os defensores da sensatez da crença nos abduções alienígenas apontam para o fato de que nem todas as histórias possam ser atribuídas a confabulação. No entanto, a hipnose e outros métodos de sugestão são freqüentemente usados para se ter acesso a lembranças de abdução. A hipnose é não só um método sem confiabilidade para se obter acesso a memórias precisas, como também um método que pode ser facilmente usado para se implantar lembranças. Além disso, sabe-se que pessoas que acreditam ter sido abduzidas por alienígenas são muito propensas à fantasia. Ser propenso à fantasia não é uma anormalidade, se isso for definido em termos de crença ou comportamento da minoria. A grande maioria dos seres humanos é propensa à fantasia, caso contrário não acreditariam em Deus, anjos, espíritos, imortalidade, demônios, PES, Pé Grande, etc. Uma pessoa pode funcionar "normalmente" de mil e uma maneiras e abrigar as crenças mais irracionais imagináveis, contanto que essas crenças irracionais sejam ilusões culturalmente aceitáveis. Emprega-se pouco esforço para tentar descobrir por que as pessoas acreditam nas histórias religiosas que acreditam, por exemplo, mas quando alguém tem uma visão que esteja fora da faixa aceitável de fenômenos ilusórios da cultura, parece haver uma necessidade de se "explicar" suas crenças.


ilusões culturais compartilhadas


Aqueles que afirmam ter sido abduzidos por alienígenas podem não estar nem loucos nem dizendo a verdade. Talvez seja melhor pensar a respeito deles como pessoas que compartilham uma ilusão cultural.
Eles são semelhantes às pessoas que têm as experiências de quase-morte de atravessar um túnel escuro em direção a uma luz brilhante, ou que vêem Jesus chamando por elas. O fato de as experiências serem comuns de forma alguma prova que elas não sejam fantasias. Elas se devem provavelmente a estados cerebrais semelhantes durante a experiência de quase-morte, e semelhantes experiências de vida e expectativas sobre a morte. As alternativas não são de que ou eles sejam totalmente loucos ou que tenham realmente morrido, ido para outro mundo e retornado à vida. Há uma explicação naturalista em termos de estados cerebrais e crenças culturais em comum.
As pessoas abduzidas por alienígenas poderiam também ser vistas como semelhantes aos místicos. Ambos acreditam ter experimentado alguma coisa que foi negada ao restante de nós. A única prova de suas experiências é a sua crença em que aquilo aconteceu e o relato que elas dão do fato. Não há nenhuma outra prova. A comparação dos abduzidos com os místicos não é tão forçada como poderia parecer à primeira vista. Os relatos de experiências místicas se enquadram em duas categorias básicas: as de êxtase e as contemplativas. Cada tipo de misticismo tem seu histórico de casos e testemunhos. Como nas histórias dos abduzidos, as de cada um desses tipos são bastante semelhantes. Os místicos do primeiro grupo tendem a descrever suas experiências indescritíveis em termos claramente análogos aos do êxtase sexual. Sair da escuridão para a luz lembra a experiência do nascimento. Os místicos contemplativos descrevem suas experiências da paz e felicidade perfeitas de maneiras que lembram uma boa noite de sono. Nos estados mais avançados do misticismo, a experiência é claramente análoga à morte: um estado de total unidade, ou seja, nenhuma diversidade, nenhuma mudança, nenhum nada. Em resumo, o fato de que experiências místicas sejam descritas de maneira semelhante por místicos nascidos em países diferentes e em séculos diferentes não é prova da autenticidade de suas experiências. A semelhança é mais indicativa da uniformidade das experiências humanas. Toda cultura conhece o nascimento, o sexo e a morte.
Os abduzidos são parecidíssimos não só com os místicos, mas também com as freiras medievais que acreditavam ter sido seduzidas por demônios, com as mulheres da Grécia antiga que pensavam ter feito sexo com animais, e com mulheres que acreditavam ser bruxas. Os conselheiros e terapeutas das vítimas são como os sacerdotes do passado que não desafiavam as crenças enganosas, mas as encorajavam e alimentavam. Fazem tudo o que estiver ao seu alcance para estabelecer suas histórias como ortodoxas. É muito difícil encontrar uma vítima de abdução que não tenha sido fortemente influenciada em suas crenças pela leitura de histórias de alienígenas, ou livros como Communion ou Intruders de Strieber, ou por assistir a filmes de alienígenas. É ainda mais difícil encontrar uma vítima de abdução que não tenha tido sua ilusão fortemente encorajada por algum conselheiro como Hopkins ou um terapeuta como Mack. Diante de uma boa dose de incentivo de uma comunidade crédula, reforçada pelos altos sacerdotes da seita da abdução alienígena, não é muito difícil entender por que há tantas pessoas hoje em dia que acreditam ter sido abduzidas por alienígenas.
Além disso, se existirem seres inteligentes o bastante para viajar pelo universo atualmente, provavelmente haviam seres igualmente inteligentes que podiam fazer o mesmo nos tempos antigos ou medievais. As ilusões dos antigos e dos medievais não eram formuladas em termos de alienígenas e naves espaciais porque isso são criações do nosso século. Podemos rir da idéia de deuses tomando a forma de cisnes para seduzir belas mulheres, ou de demônios engravidando freiras porque essas idéias não combinam com nossos preconceitos e ilusões culturais. Os antigos e medievais provavelmente teriam rido de qualquer pessoa que afirmasse ter sido capturada por alienígenas de outro planeta para fins sexuais ou de cirurgias reprodutivas. A única razão pela qual alguém leve os abduzidos a sério hoje em dia é que as ilusões deles não conflitam grosseiramente com nossas crenças culturais de que as viagens espaciais intergaláctica sejam uma real possibilidade, e que seja altamente provável que o nosso não seja o único planeta habitado no universo. Em outras épocas, ninguém teria a capacidade de levar essas afirmações a sério.
Naturalmente, não podemos descartar a possibilidade de que o desejo de acreditar esteja em ação. Mesmo assim, é um pouco mais fácil entender por que alguém desejaria ter uma experiência mística do que compreender por que alguém iria querer ser abduzido por um alienígena. Mas a facilidade com que aceitamos que uma pessoa possa querer ter uma experiência mística tem relação com nosso preconceitos culturais favoráveis à crença em Deus e ao caráter desejável da união com ele. O desejo de transcender esta vida, mover-se para um plano superior, abandonar o corpo, ser escolhido por um ser supremo para alguma tarefa especial.... cada um desses pode ser observado no desejo de ser abduzido por alienígenas tão facilmente como o de se unir a Deus ou ter uma experiência fora-do-corpo (OBE).
É possível também que os abduzidos estejam descrevendo alucinações semelhantes devidas a estados cerebrais similares, como sugere Michael Persinger. Da mesma forma, os relatos de êxtase e contemplativos dos místicos podem ser semelhantes em virtude de estados cerebrais semelhantes, associados ao desligamento corporal e uma sensação de transcendência. Usando eletrodos para estimular partes específicas do cérebro, Persinger reproduziu as sensações de presença e outras experiências associadas às experiências de quase-morte (NDEs), OBEs, experiências místicas e de abdução por alienígenas. A linguagem e os símbolos de nascimento, sexo e morte podem não ser mais que analogias para estados cerebrais. Lembranças em comum de experiências não provam que estas não foram ilusões. A experiência que as vítimas pensam ter sido de abdução por alienígenas podem se dever a determinados estados cerebrais. Esses estados podem estar associados à paralisia do sono, ou outras formas de distúrbios do sono, inclusive leves ataques epilépticos. A paralisia do sono é uma condição que ocorre logo antes que a pessoa pegue no sono (o estado hipnagógico) ou logo antes que desperte totalmente (o estado hipnopômpico). A condição é caracterizada pela incapacidade de se mover ou falar. Ela é freqüentemente associada com uma sensação de haver algum tipo de presença, uma sensação que muitas vezes causa medo, mas é também acompanhada por uma incapacidade de gritar. A paralisia pode durar apenas uns poucos segundos ou mais. A descrição dos sintomas da paralisia do sono são muito semelhantes à descrição que muitos dos abduzidos dão do que lembram ter experimentado. Alguns acreditam que a paralisia do sono seja responsável não só por várias ilusões de abduções alienígenas, mas também por outras ilusões envolvendo experiências paranormais ou sobrenaturais.
Existem, é claro, determinados distúrbios psiquiátricos que são caracterizados por ilusões. Muitas pessoas com esses distúrbios são tratadas com drogas que afetam a produção ou o funcionamento dos neurotransmissores. Os tratamentos são bastante bem sucedidos na eliminação das ilusões. Persinger tratou pelo menos uma pessoa com medicação anti-epiléptica que conseguiu fazê-la deixar de ter repetidas experiências do tipo descrito pelos abduzidos por alienígenas, e pelas que sofrem de paralisia do sono. Incontáveis esquizofrênicos e maníaco-depressivos, quando adequadamente medicados, deixam de ter ilusões sobre Deus, Satanás, o FBI, a CIA, e alienígenas.
Embora as histórias de abduções alienígenas não pareçam plausíveis, se existissem provas físicas mesmo o cético mais radical teria que tomar conhecimento. Infelizmente, as únicas provas físicas oferecidas são inconsistentes. Por exemplo, as chamadas "marcas no solo" supostamente feitas por ÓVNIS têm sido oferecidas como prova de que os alienígenas aterrissaram. Porém, quando os cientistas examinaram esses locais, descobriram que eles eram bastante comuns e que as "marcas" eram pouco mais que fungos e outros fenômenos naturais.
Muitos dos abduzidos apontam várias cicatrizes e "marcas de afundamento" em seus corpos como prova de abdução e experimentação. Essas marcas não são de forma alguma extraordinárias e poderiam ser explicadas por ferimentos e experiências comuns.
O tipo mais impressionante de prova física seriam os "implantes" que muitos abduzidos afirmam que os alienígenas teriam instalado em seu nariz ou em diversas outras partes de sua anatomia. Budd Hopkins afirma ter examinado um implante desse tipo e que possui MRIs (imagens de ressonância magnética) para provar numerosos casos de implantes. Quando a equipe de Nova criou uma oferta para que abduzidos deixassem cientistas analisarem e avaliarem qualquer suposto implante, não apareceu uma única pessoa disposta a ter seu assim chamado implante testado ou verificado. Assim, entre todas as provas de abdução, as físicas parecem ser as mais fracas.
Fonte: http://www.cetico.hpg.ig.com.br/raptoet.html

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** Experiências abdutivas Super Interessantes **


Resolvi escrever algo sobre este tema, que ainda é tão controverso e parece baralhar muita gente, precisamente porque há pouca informação sobre o assunto. E como a ignorância gera o medo e o medo trava a evolução individual e conseqüentemente a evolução da raça humana como um todo, resolvi partilhar a minha experiência de abduzida, para esclarecimento de alguns comentários incorretos publicados na revista “Super Interessante”. Quem quiser acreditar, acredite, quem não quiser paciência.
São livres de pensarem o que quiserem, até mesmo que eu sou louca, que é coisa que não me preocupa absolutamente nada. O que me preocupa são os comentários de pessoas que se dizem investigadoras e que mostram de fato saber pouco sobre o assunto. Pretendo com isto contrabalançar o artigo e que cada um tire as suas próprias conclusões e só assim começar a tirar alguns véus que impedem de ver o que deve ser visto para nossa própria salvação.Descobri que era abduzida, quando cerca de um mês depois de determinada peripécia, verifiquei no mais puro terror que tinha uma cicatriz de tiroidectomia (cirurgia feita pelos humanos à tiróide), sem nunca ter sido operada à tiróide. Fiz esta identificação técnica porque sou médica, e portanto pessoa ligada à ciência. Na verdade desde criança que eu sabia inconscientemente que havia algo errado comigo. Perante uma situação destas decidi investigar, mas sempre a achar impossível a existência deles. Fui parar à Universidade Fernando Pessoa e acabei por cair nas mãos da Dra. Gilda Moura (reconhecida investigadora do fenômeno). O terror aumentou quando houve a confirmação de abdução e surgiram mais e mais cicatrizes. Aqui gostaria de saber o que é que os referidos investigadores têm a dizer, ou melhor que explicação idiota iriam inventar.Queridos amigos o terror ficou insuportável, quando a Dra Gilda me confirmou que não havia maneira de parar o fenômeno, nem nenhum esconderijo na Terra. Imediatamente defini estratégias, ou eles ou eu, agora esta invasão de privacidade nunca. Tinha consciência que estava a lidar com algo que ia para além do conhecimento da época (estávamos na Primavera 2ooo), e que estava entregue a mim própria. Apenas podia contar com a orientação da Dra. Gilda ( que foi preciosíssima). Comecei por me oferecer para investigação, fazer a minha investigação pessoal e já que me parecia estar em condição de inferioridade, eu decidi subir a minha vibração, pelos menos se calhar conseguiria afastá-los. Para cumprir isto tudo não quis ler o quer que fosse sobre o assunto, (também não havia grande coisa), apenas contariam as minhas experiências pessoais, complementadas com regressões e tornei-me Reikiana.Sem saber, eu descobri a chave, que é a subida de vibração. A subida de vibração é amar incondicionalmente todos os seres.Depois destes 6 anos de investigação as conclusões são as seguintes:


1. A abdução existe.


2. A abdução tem sido praticada, tanto por extraterrestres negativos (fins experimentais), como extraterrestres positivos em sintonia com os Mestres nossos criadores (os Deuses da Antiguidade).


3. Neste momento os negativos não podem fazer mais raptos (não confundir com abdução militar).


4. O objetivo dos positivos é ajudar a nossa evolução. Por isso é que os abduzidos ficam com a consciência expandida e adquirem qualidades tais como, telepatia, clarividência, intuição mais desenvolvida


5. Outros benefícios: memória significativamente melhorada, mais criativos, algumas rugas desaparecem, o corpo fica mais jovem, mais dinamismo, maior interesse pelo desenvolvimento espiritual, desinteresse material, sensibilidade mais apurada, Consciência Crítica. Desta forma levam-nos a entrar em níveis cada vez mais subtis de percepção da realidade, neste mundo de ilusão.


6. O objetivo máximo é a aquisição de Consciência Crítica, condição para podermos viver na IDADE DE OURO DA HUMANIDADE, que se avizinha.



7. Sintomas menos agradáveis decorrentes do próprio processo:


a. problemas de ouvidos,


b. nariz,


c. garganta,



d. períodos (em regra 2ou3 dias ) de fadigas inexplicáveis, acompanhados de sintomas físicos tais como:



i. subida de tensãoii. insôniaiii. palpitações...

Infelizmente alguns casos correm mal, a maioria por desconhecimento generalizado do fenômeno, a começar por alguns ditos"eminentes" investigadores que estragam mais do que consertam, deixando os abduzidos desamparados, rotulados de excesso de imaginação, falsas recordações, imaginação coletiva e outros disparates do gênero, levando muitas vezes a casos graves do foro psiquiátrico.


8. Hábitos adquiridos, também decorrentes do próprio processo:
a. Maior rigor e organização da sua vida diáriab. Alimentação mais saudávelc. Maior observação e admiração pela natureza

9. Os abduzidos desta forma pontual, levam por arrastamento a subida da vibração da Humanidade.


10. A Terra não é o único planeta habitado. Existem muitos mais e bem mais evoluídos que nós e que nos estão a ajudar incondicionalmente neste momento tão importante da nossa história, porque quando se atinge determinado nível de evolução, não há outra forma de SER, senão o AMOR. Somos Um e somos o Todo. Muito mais podia dizer, mas os pontos essenciais foram referidos e devo dizer que quando percebi o fenômeno, esqueci o terror, os incômodos e hoje eu estou profundamente agradecida por ter sido "eleita", segundo os Mestres. Quanto à "Super Interessante", repudio este tipo de artigos tendenciosos, para vender às massas, mantendo-as alienadas.


Sra. Graça

Nota: A revista Super Interessante de Junho/2006 trazia na capa a introdução para um artigo “ Raptados por ET’s” pouco favorável às abduções, classificando as pessoas que se dizem abduzidas de terem problemas mentais.
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** Abduzido pode ter regressado **

O homem foi levado por Ets e pode ter surgido o 1º clone. Um dos mais inusitados casos de abdução ocorridos do Brasil foi certamente o do sr. Onilson Pátero, que em 22 de maio de 1973 viajava no seu opala para Catanduva (SP), onde na estrada ao passar pela ponte perto da estação elétrica de Avanhangava deu carona para uma pessoa que se apresentou como Alex num lugar onde havia um tipo de carro forte parado, ao longo da ambos estabeleceram uma cordial conversa, na qual o tal rapaz fez muitas perguntas referidas a vida de Pátero (inúmeros detalhes só foram lembrados durante as hipnoses regressivas feitas pelo dr. Max Berezovski.
Na presença de Guilherme Wirz), deixando-o em Itajobí, a pedido do carona (a 18 km de seu destino). Alex saltou na praça principal, onde viu passar de forma curiosa um outro tipo de carro forte e Onilson continuou com sua viagem, mas começou a ocorrer interferências no rádio e logo em seguida o motor começou também a falhar, forçando-o a reduzir a marcha.De repente, um forte feixe de luz azulada de cerca 20 cm de diâmetro apareceu diante ao painel, fazendo tudo onde tocava ficar transparente, inclusive conseguiu ver até as peças do motor; observou até o asfalto da estrada por baixo do automóvel quando o feixe de luz atingiu o piso ao lado dos pedais. Então, esse feixe desapareceu e apareceu uma outra luz muito mais intensa em sentido contrário na sua direção pela estrada e aí desviou o carro para o acostamento para evitar a suposta batida, neste instante percebeu um enorme objeto voador pairado à beira da estrada que estava projetando um transparente cilindro na parte inferior do objeto que descia lentamente. Pátero ficou com medo saindo correndo do carro, após correr mais de 30 metros foi atingido por um feixe de luz nas costas e foi puxado lentamente e, neste momento observara um grande foco luminoso no seu carro, tornando-o totalmente transparente como se fosse constituído de vidro e então, ficou inconsciente.Foi encontrado por um policial rodoviário chamado Clóvis Queiroz por volta das 5:15 da manhã caído no chão ao lado do seu opala com as portas abertas e luzes acesas, mas o guarda reparou em algo inusitado, pois havia chovido muito, mas pois virar o corpo de Onilson percebeu que estava completamente seco, e também no momento que o guarda tentou virá-lo, este reagiu com violência tentando fugir. Então, o sr. Onilson foi conduzido à Santa Casa de Catanduva, sendo atendido pelo médico Elias A. Chedieck, após alguns dias apareceram manchas semelhantes a hematomas por todo o corpo e seu cabelo mudou de cor, de castanho claro ficou preto, detalhe inicialmente reparado por sua esposa. Sua fantástica história ainda não terminou - em 26 de abril de 1974, aproximadamente um ano depois, o Sr. Pátero deixou Catanduva para outra viagem rotineira de trabalho e retornou à noite, mas nas proximidades de Guarantã, por volta das 23:30 h seu carro foi interceptado por um forte feixe de luz azul, obrigando-o a parar no acostamento, pois à sua frente avistou um objeto em forma de disco muito semelhante ao da 1a abdução e, percebendo que a ?novela? vai se repetir tentou fugir, mas de novo foi capturado pelo objeto por uma forte luz antes mesmo de ele pisar no chão.No interior da nave teve uma enorme surpresa ao ver Alex, o carona antes da 1a abdução, entre os tripulantes; Onilson foi levado para um outro compartimento, onde foi amarrado por cintas de aço à uma cadeira metálica por três seres encapuzados que lhe fizeram algumas análises, enquanto isso, uma fila de pessoas familiar de uma outra situação passavam bem na sua frente até quando passou a última. Aí teve um enorme susto, pois estava vendo exatamente ele mesmo com as vestimentas e óculos da 1a abdução, há um ano atrás. Seria a primeira clonagem numa abdução no mundo? Durante essa 2a abdução, Onilson percebeu que passou por lugares desconhecidos no interior da nave e seis dias depois, no meio da madrugada, foi deixado no alto de um morro na região de Colatina - Espírito Santo, cerca de 900 km de distância de onde fora raptado. A imprensa na época, designou-o como o homem que caiu do céu?. Nesta época estávamos em pleno regime militar e, curiosamente o DOPS -Departamento de Ordem Política e Social - de São Paulo também se inteirou deste assunto através de depoimento prestado pelo Dr. Max Berezovisk, na época.UM PADRÃO NAS ABDUÇÕES... O caso do Onilson revela aspectos curiosos do fenômeno da abdução, mas faz-se necessário esclarecer que antes das abduções, em geral é avistado um Ufo, sendo que o mesmo emite um feixe ou um cone de luz, onde pela qual rapta sua vítima, as vezes até seu automóvel. Em geral, o abduzido é conduzido a um compartimento com uma maca ou uma poltrona metálica, muitas vezes conectadas à uma série de aparelhos, mas a vítima não consegue esboçar qualquer reação, onde os Ets parecem possuir total controle mental do mesmo. O abduzido passa, então, por uma seqüência de atos que lembram procedimentos médicos, como exames geral pelo o corpo (no rosto, nas costas, no ventre,...), muitas vezes com ações evasivas, como o uso de finíssimos instrumentos semelhantes à agulhas ou arames flexíveis que inserem pelas narinas e, alguns casos, no canal auditivo; nessas ações há introdução de implantes em inúmeros casos, talvez com o objetivo de total monitoração da vítima.Nas mulheres abduzidas, são comuns casos onde houve à introdução de instrumentos compridos e finos na altura do ventre, até mesmo introdução pela vagina, aparentemente com o objetivo de colher ou implantar material ou talvez para uma pesquisa genética e reprodutiva; posteriormente, há ocorrência de fortes dores, cólicas e até hemorragias. Em algumas vezes, a pessoa é conectada a ventosas, por onde retiram sangue, ou a vítima a uma série de fios, na grande maioria dos casos é comum o lapso de memória promovida pelos os ETs para que à vítima não se lembre dos acontecimentos após ser devolvida, tornando à hipnose regressiva um bom instrumento de investigação para resgatar os tais fatos. Segundo alguns autores americanos, é possível reconhecer através de supostos sintomas se uma pessoa já foi abduzida:a) Uma lacuna na memória, conhecido também como tempo perdido ou missing time, ou seja, a pessoa não se lembra de um determinado período de tempo.b) Fortes fobias aparentemente inexplicadas.c) Hemorragias pelas narinas inexplicáveis, isso pode ser devido à introdução de instrumentos.d) Distúrbios noturnos repentinos, como medo de dormir no escuro, insônias, formigamentos, às vezes, com estranhas lembranças fragmentadas de fatos associados aos supostos ETs.e) Aparecimento de lesões inexplicadas pelo corpo, tais como marcas circulares, cicatrizes, arranhões, pequenas depressões e às vezes hematomas.



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** Rapto, seqüestro ou invenção **







A abdução consiste de um rapto ou seqüestro de seres humanos conduzidas por ocupantes de Ovni´s. Com o estudo ufológico podemos constatar que as abduções podem ser pacíficas ou forçadas, e ocorrem em maior número em ambientes afastados ou isolados, quando a vítima se encontra sozinha. O propósito dessas abduções ainda é desconhecido para nós, mas especula-se que elas sejam realizadas com intenções científicas, talvez para a execução de experiências genéticas. Baseado em seus estudos sobre o problema da abdução, o ufólogo Claudeir Covo dividiu o fenômeno em doze etapas, que abrangem desde a observação do futuro contatado até as conseqüências que a abdução costuma trazer para a sua vida.



1- A pré-abdução: É a fase em que os Et´s observam futuro abduzido, em sua casa ou local de trabalho.


2- O sinal: A pessoa recebe um estímulo, que servirá para controlar a sua mente. Pode ser um lampejo ou um zunido.



3- A captura: Inicialmente confusa e amedrontada, a pessoa passa para um estado de amnésia ou paralisia, como se estivesse dopada. Durante a sedução, sente alegria, êxtase e amor por parte dos alienígenas. A captura mais comum é por meio de um cone de luz.



4- A entrada no veículo: Segundo depoimentos, a porta fecha sem que se perceba uma junção.



5- A excursão dentro da nave: A pessoas é guiada por passagens, sempre por um mesmo alienígena. Os depoimentos concordam em que as paredes e o teto são circulares e a iluminação é indireta, sem fonte de luz visível.



6- A comunicação: A transmissão das mensagens é feita telepaticamente. A maioria versa sobre temas como controle da poluição, desarmamento nuclear, ensinamentos religiosos e chavões filosóficos, ou ainda sobre a vida pessoal do abduzido.


7- Exames pessoais: Em pelo menos 50% das abduções são realizados exames idênticos aos que ocorrem em hospitais. A também coleta de amostras, como pedaços de pele, mechas de cabelo, unha, sangue, fezes, óvulos ou esperma.


Os Et´s não pedem permissão para isso, mas colocam a mão na testa do paciente para fazer cessar a dor.



8- A passagem para a nave-mãe: Esse espaço é descrito como algo do tamanho de um campo de futebol, com cobertura artificial, bastante iluminado e geralmente com outras naves pequenas em seu interior.



9- A excursão pela nave-mãe: Por algum tempo, a pessoa passeia pelo interior dessa nave conduzida por um anfitrião. Nesta passagem a testemunha observa e tem contatos com outros seres. Depois, há o retorno ao disco.



10- À volta à superfície da Terra: Normalmente há uma cerimônia de adeus e a pessoa retorna ao lugar de onde foi tirada. Geralmente todas essas passagens são apagadas da memória do abduzido e ele desperta como se tudo não passasse de um sonho.



11- Os efeitos: Após o contato, os sonhos tornam-se mais intensos, surgem fobias, a imaginação se torna mais vívida e a capacidade intelectual mais acentuada. Eventualmentenotam-se cicatrizes e estigmas no corpo e a pessoa sente mudanças no apetite e na sede. Pode haver também conseqüências sociais, como alienação em relação à família e aos amigos, separação, mudança de vida.

12- A síndrome do contato: A pessoa acha que recebeu uma tarefa divina, sente medo e diz que não pode divulgar o que aconteceu. Por outras vezes, para se manter em evidência, chega a fraudar fotos e criar histórias contraditórias.



Mas ao analisarmos alguns destes passos podemos notar falhas em alguns passos. Veja algumas falhas citadas acima:


6-A comunicação: A transmissão das mensagens é feita telepaticamente. A maioria versa sobre temas como controle da poluição, desarmamento nuclear, ensinamentos religiosos e chavões filosóficos, ou ainda sobre a vida pessoal do abduzido. O que há de tão importante para um ET querer ensinar noções ambientais para uma pessoa? Ou será que ele é um ambientalista modificado ?!


7- Exames pessoais: Em pelo menos 50% das abduções são realizados exames idênticos aos que ocorrem em hospitais. A também coleta de amostras, como pedaços de pele, mechas de cabelo, unha, sangue, fezes, óvulos ou esperma. Esse passo se explica por ele mesmo. Exames iguais de hospitais. Ou seja, vou a qualquer hospital e fui abduzido na sua forma mais ridícula de entendimento.



8- A passagem para a nave-mãe: Esse espaço é descrito como algo do tamanho de um campo de futebol, com cobertura artificial, bastante iluminado e geralmente com outras naves pequenas em seu interior. E ninguém vê uma nave desse tamanho?!



10- À volta à superfície da Terra: Normalmente há uma cerimônia de adeus e a pessoa retorna ao lugar de onde foi tirada. Geralmente todas essas passagens são apagadas da memória do abduzido e ele desperta como se tudo não passasse de um sonho. Será que não foi um sonho mesmo?!


11- Os efeitos: Após o contato, os sonhos tornam-se mais intensos, surgem fobias, a imaginação se torna mais vívida e a capacidade intelectual mais acentuada. Eventualmente notam-se cicatrizes e estigmas no corpo e a pessoa sente mudanças no apetite e na sede. Pode haver também conseqüências sociais, como alienação em relação à família e aos amigos, separação, mudança de vida. Isso tudo pode ser explicado pela psicologia. Problemas mentais.



12- A síndrome do contatado: A pessoa acha que recebeu uma tarefa divina, sente medo e diz que não pode divulgar o que aconteceu. Por outras vezes, para se manter em evidência, chega a fraudar fotos e criar histórias contraditórias. Porque não contar. Porque não existe? A hipnose não é uma forma confiável de se identificar uma abdução.

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** Mulheres abduzidas **

O Tempo perdido e estranha cicatriz após avistamento de ÓVNIUfólogos desconfiam que mulheres canadenses foram abduzidas e não sabem15/ 10/ 2003 – O ufólogo canadense Brian Vike e outros pesquisadores estão intrigados com o caso de duas mulheres da Columbia Britânica que juram não se lembrar do que ocorreu com elas durante 25 minutos, na madrugada de 31 de julho passado. Elas tiveram essa sensação de ‘tempo perdido’ – comum em abduções – depois de terem avistado um ÓVNI triangular que se aproximou de onde elas estavam. Tempos depois, uma das mulheres viu surgir estranhas marcas em seu corpo.As mulheres transitavam de carro por uma das rodovias de acesso à cidade Kelowna, na Columbia Britânica (Canadá), por volta da uma hora da manhã de 1.º de julho. De repente, elas viram o que pareciam ser três pequenas “estrelas” esverdeadas se movendo no céu, não muito longe de onde estavam. Curiosas, pararam o carro no acostamento e ficaram observando o balé de luzes no céu.Observando melhor, as duas mulheres repararam que as três luzes faziam parte de um mesmo objeto voador, com formato triangular. E mais: perceberam que as luzes começaram a se aproximar demais, até parar exatamente acima delas, a baixa altitude. Em seguida, o ÓVNI emitiu um clarão e desapareceu.Quando uma das testemunhas consultou seu relógio, viu que tinham se passado 25 minutos do momento da aparição do ÓVNI até o seu desaparecimento. Quase meia hora de ‘tempo perdido’! Vinte e cinco minutos em que nenhuma das mulheres se lembra do que ocorreu!No dia seguinte elas souberam pelo jornal que o ÓVNI triangular também foi visto por outras pessoas da região. O fenômeno foi apresentado na notícia do jornal como “um evento raro e desconhecido, ainda sem explicação”. Conforme o ufólogo Brian Vike, uma pessoa tentou fotografar o mesmo fenômeno, mas sua máquina apresentou um estranho defeito.Para aumentar o mistério, o corpo de uma das mulheres apresentou uma cicatriz esquisita. Um médico que examinou as marcas teria dito que além de não saber o que pode tê-las causado, também não sabia dizer se iriam desaparecer. O mais curioso nessa cicatriz é que ela parece ter ‘andado’ alguns milímetros em questão de dias. A mulher afetada pelas cicatrizes tem sentido muita sede e enjôos de causa desconhecida.Fonte:GPUA

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** Seqüestros Alienígenas **






Dentre o vasto panorama de fenômenos e eventos inseridos no contexto ufológico, um é motivo de grande preocupação para os ufólogos: as abduções de humanos por extraterrestres, cada vez mais numerosas e ousadas. Estudiosos do Fenômeno UFO em todas as partes do mundo já concentram suas atividades de pesquisa nos seqüestros de pessoas de todas as etnias, religiões, condições sociais, etc., que têm em comum o fato de que estiveram frente a frente com alienígenas. Tais casos acontecem há séculos, mas apenas há poucas décadas passaram a ser estudados de forma aprofundada e adequada. Hoje, estima-se que milhões de pessoas já tenham vivido tais experiências, muitas vezes traumatizantes. Entre os métodos mais confiáveis no estudo do tema está a hipnose regressiva, uma ferramenta que auxilia ufólogos a recuperar memórias distorcidas ou apagadas pelos ETs, na mente de suas vítimas. Através do emprego disciplinado de tal técnica, descobrem-se circunstâncias que propiciam uma oportunidade ímpar para a Ufologia estar ainda mais intimamente relacionada com nossos visitantes extraterrestres, desvendando seu mistério.Esta obra trata de Ufologia avançada, investigada em profundidade, sem barreiras e com uma metodologia clássica empregada de forma produtiva e aprimorada. Mário Nogueira Rangel, seu autor, é um experiente ufólogo e hipnólogo que reúne em seu livro quase uma centena de ocorrências ufológicas especiais, muitas das quais investigadas por ele mesmo. Dessas, grande maioria é composta de abduções, realizadas por seres extra planetários de vários aspectos e diferentes intenções. Para fazer seu trabalho, Rangel, que é pesquisador há quase três décadas, usou detidamente sua vasta experiência, aliando uma excepcional análise da atividade ufológica ao uso de formas avançadas de regressão hipnótica. O resultado não poderia ser diferente: Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose é um verdadeiro tratado sobre o tema, com profundidade e exatidão jamais vistas numa obra do gênero publicada em nosso país.

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** Abdução: Sonho ou Realidade? **

Milhares de pessoas no mundo inteiro dizem terem sido "seqüestradas" ou "abduzidas" por extraterrestres. Os céticos os chamam de enganadores, que só querem publicidade, etc. Uma das teorias mais aceitas no meio científico é a chamada de "paralisia do sono".
Durante a noite, enquanto dormimos, nossos músculos ficam paralisado para que o corpo não reproduza os mesmos movimentos do sono. Acontece que algumas vezes, o sistema falha e quando acordamos, ainda estamos paralisados. Isto dá a sensação de arrastamento, flutuamento, e de que há outras pessoas no quarto.
O fato é que a maioria dos relatos de abdução acontece quando a pessoa está acordada, dirigindo ou fazendo outras coisas. Esta explicação não responde a questão de abduções. Estes mesmos cientistas que vieram com esta "teoria", não conseguem explicar os ferimentos cicatrizados que costumam aparecer no corpo das pessoas abduzidas. Num momento elas estão vivendo suas vidas normalmente, no outro tudo o que lhes resta são "flashes", pequenas lembranças do que ocorreu e por vezes alguns cortes cicatrizados.
Devemos lembrar que os relatos de abduções estão presentes em toda a nossa história. Na África, assim como na América do Norte e na Europa, já foram achadas pinturas rupestres, datadas de milhares de anos, mostrando estranhos seres, ou objetos voadores, abduzindo pessoas.
A questão é: Paralisia do Sono ou Abduções? Algumas pessoas acreditam no que é mais conveniente, outras...
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** Abduções e Bio-magnetismo **


Há vários anos que tinha três folhas da revista espanhola Más Allá que o jornalista Pablo Villarubia Mauso me tinha oferecido, sobre uma senhora que vive perto de Aveiro, chamada Ana Margarida, cuja reportagem mostrava o pescoço duma senhora com uma moedas coladas, e a reconstituição dum avistamento.Essa reportagem de 1992, mostrava uma casa que tinha um telhado castanho com duas chaminés.Era a única identificação que possuía-mos, isto, numa terra perto de Aveiro, bastante grande. Assim Carla Batista e Luís Aparício dirigiram-se para essa localidade à procura dessas chaminés… Estão a ver a cena, andar de carro de rua em rua com a revista na mão á procura de um telhado com duas chaminés… por fim encontramos!
Para precaver a vida privada desta senhora não colocámos a localidade nem o nome real. Vamos aqui colocar a entrevista na primeira pessoa:(Os comentários a itálico são nossos).




Tenho sonhado com muita água resultante de cataclismos na Venezuela e na zona de Miami à já várias noites, mas não tenho tido sonhos com ETs…somente quando fiz a regressão com a psicóloga Gilda Moura, quando fui ao Porto em Março do ano passado (2004).





Carla Batista, Luís Aparício e Ana Margarida


Tenho visto muitas naves no céu por vezes muito perto de mim…Houve também outros episódios… eu desapareci de casa quando tinha um ano de idade, segundo o que os meus pais me contaram.Houve um dia em que estava na praia e vimos passar uma bola de fogo. Quando nós estávamos no início da entrevista, o marido dela entrou na sala onde estávamos e a Ana Margarida perguntou-lhe se ele recordava ao que ele retorquiu “dessas coisas beah!!”.O marido fechou a lareira e fugiu da sala onde estávamos a entrevistá-la e não quis falar sobre estes assuntos. Logo de seguida todos nós nos rimos da maneira como o marido dela. se”escapuliu” da sala…A Ana Margarida disse :“ele já viu muitas coisas, mas não quer falar disso”. Nem ele nem a minha filha (também abduzida) gostam de falar destes assuntos… continuou.Eu tenho quase a certeza que a minha filha também é abduzida…recentemente apareceu-lhe uma mancha redonda na testa mesmo na raiz do cabelo quando acordou de manhã. Durante a noite sentiu vultos escuros no quarto, sentiu alguém sentar-se na cama e o colchão a ser pressionado…depois adormeceu (ou foi desligada).

A raspadeira era o unico elemento metálico maior que havia ali em cima da secretária e não tem por isso nenhum elemento simbolico, lá por ser na forma de punhal

Muitas vezes acordo com sintomas iguais aos da menstruação. Costumo ter a faculdade de tirar a dor de cabeça das pessoas…basta por a mão na cabeça duma pessoa e passa logo. Há quatro anos ando com uma depressão profunda…choro e não sei porquê…não durmo, nem tomando xanax.Com a medicação engordei 18 quilos, fiquei hipertensa, com colesterol elevado, e os médicos não encontram a origem da hipertensão. Pedi à psicóloga Gilda Moura para me fazer uma regressão, não por aquele episódio sobre a central eléctrica que me deixou a marca na perna, mas quis ser regredida sobre o que se passou no dia 1 de Agosto de 1992. A cicatriz que tem na perna é escura e parece que lhe falta um bocadinho de carne (côncava). Este episódio aconteceu depois de fazer escavações arqueológicas nos últimos 15 dias de Julho 1992. Eram 23.15 horas e vínhamos de Talhadas.Vimos um objecto redondo e negro em que a parte de trás era mais pontiaguda. Tinha três ou quatro janelas que emitiam uma luz amarela quase laranja e havia um pormenor curioso…a luz não saía das janelas…estavam iluminadas mas não saía luz delas…nenhuma luz…não vi pessoas nas janelas, até porque aquilo passou muito rápido à nossa frente, talvez a uns oito metros de distância. O meu marido parou o carro e quando saímos já não vimos mais o objecto. (quer isto dizer que entre o avistamento do objecto e a saída para fora do carro decorreu algum tempo)Estávamos no alto da serra e via-se a uma distância enorme, depois metê-mo-nos outra vez no carro e viemos para casa. Após este incidente não falamos mais no caso, parecíamos dois “monos” dentro do carro sem dizer uma palavra até casa. Depois de fazer a regressão com a Dra. Gilda Moura, falei ao meu marido sobre o que se tinha passado nesse dia e ele disse-me que chegamos a casa eram quase 02,15 horas da manhã (2 Agosto de 1992). Dessa zona até a Aveiro são uns trinta quilómetros e de noite faz-se nuns 15 minutos. Portanto entre a saída do carro e a chegada a casa passaram-se três horas. Foi este episódio que pedi à Psicóloga Gilda Moura para ser regredida, porque eu pensei que seria o menos traumático para mim. Essa regressão foi uma coisa terrível…nas recordações que vieram parecia que estavam a dar choques eléctricos e sentia falta de ar, a seguir lembro-me de estar numa sala cinzenta…senti que estava numa mesa e a psicóloga pediu-me para retratar aquilo que via mas eu recusava-me a ver (transmitir aquilo que tinha visto), sei que dei-lhes pontapés, resistia-lhes e gritava-lhes que queria ir para casa…”deixem-me ir para a minha casa!” e chorava como uma Madalena. Eu queria mexer-me e não podia…Isto é o que me lembro e custa-me entender estas coisas. No final perguntei à Dra. Gilda até que ponto seria verdade e ela disse “nunca saberemos mas da maneira como se comportou perante aquilo que estava a reviver, dá impressão que era verdade, inclusive você até mudou de cor e estava realmente apavorada”. Na regressão eu também transmiti que me cortaram a barriga e eu não senti impressão (dor). Havia um ser atrás de mim que colocava as mãos na minha cabeça e eu não sentia dores (será uma anestesia táctil do tipo Shiatsu?). Eu estava ali na mesa, não estava presa com nada mas eu queria fugir. Esses seres não eram seres baixos, mas sim muito altos!!!, No tecto havia uma luz muito forte…nessa regressão não quis descrever os seres que tinha visto, mas nos dias a seguir à regressão começaram a vir à tona as memórias dessa noite. Comecei a recordar que esses seres estavam vestidos de preto, com fatos parecidos aos nossos, mas todos direitos, tinham uma calça e um casaco, justos ao corpo, tinham olhos azuis achinesados, mas do tipo branco (caucasiano). Um dos seres era loiro com cabelos pelos ombros. Todos os seres eram muito altos, talvez com uns dois metros de altura. Eu no fundo sinto uma raiva enorme deles… Depois da regressão comecei a ter pesadelos devido às memórias que começaram a vir ao de cima e não voltei a fazer mais regressões.Revoltava-me muito com eles por causa dos meus filhos. O meu filho quando era pequeno gritava muito e fugia a correr dizendo que estava o diabo no quarto dele. Ora nós nunca fomos religiosos, onde é que ele foi buscar aquilo com dois anos de idade? (é normal tal situação visto que diversas gerações abduzidas estão a ser seguidas, é a avó, depois vem a mãe, depois é o filho). Muitas vezes encontrei o meu filho a dormir no tapete junto à minha cama quando me levantava de manhã, visto ele sair da sua cama e procurar fugir do quarto com medo, pensando que os pais eram um refúgio seguro.Uma vez cheguei a ir buscar o meu filho à rua, pensei que eram crises de sonambulismo mas aquilo foi causado por eles ou algo que tirou o meu filho da cama e quando o trouxeram deixaram-no na rua em vez de o deixarem na cama. Dessa vez fui encontrar o meu filho de pijama e com uma almofada. Comigo também já me aconteceu acordar na sala com uma luz branca muito forte…fiquei muito intrigada como é que fui parar lá quando eu estava a dormir. Tenho já acordado com o umbigo ferido, avermelhado e com um ardor imenso. Houve também uma vez que acordei com sangue no elástico do pijama. Tive também manchas castanhas rijas na pele e que tinham qualquer coisa dentro, parecia um caroço que me apareceu de um dia para o outro… esta mancha esteve no meu corpo durante um ano. Um outro caroço que me apareceu na pele movimentava-se e eu fiquei apavorada mas depois desapareceu. Agora tenho uma mancha na perna mas já está a diminuir. Tenho agora 50 anos e amedronta-me muito as serpentes principalmente os seus olhos e tenho muitas insónias.Costumo ver na minha sala um buraco luminoso branco, também já tive manchas nas pernas e marcas.Tenho sentido um arranhar na almofada, parece que são umas garras a raspar e por vezes tocaram-me na cabeça…fiquei tão apavorada…estava acordada e deitada ao lado do meu marido, nem tive a coragem de acender a luz. Logo de seguida apaguei, (parece que foi uma forma de me desligarem), e fiquei a dormir.Sempre tive um pavor do escuro e sou claustrofóbica.Quanto às falhas de períodos, tive uma de dois meses quando tinha 30 anos.Costumo ter visões de ondas gigantescas e terramotos que irão abalar a terra. Como habilidades artísticas lembro-me só de cantar bem quando era nova.






Na zona escura da perna quando se aproxima uma bussula a agulha desvia-se para a perna



Continuo até hoje com uma habilidade que poucas pessoas têm…o bio magnetismo que me dá a possibilidade de atrair objectos independentemente de serem ou não metálicos, posso por isso colocar junto à minha pele (na zona do peito) um telemóvel e ele fica colado. Esta capacidade bio magnética começou quando eu tinha cerca de 20 anos. (Carla Batista e Luís Aparício confirmaram isso ao retirar da pele da Ana Margarida os objectos que ela tinha colado).Continuo a sentir que algo me observa, sinto presenças perto de mim quando estou em casa, parece que estão aqui, mesmo perto de mim. Uma coisa curiosa no exterior da casa, quando saio à noite não tenho nenhum tipo de medo.Tenho quatro filhos, um rapaz e três raparigas Tenho uma casa em Espanha, em Lepe onde aparecem muitos ovnis e aí já acordei na cama com os pés para a cabeça.Quando eu estava grávida só conseguia dormir com a luz acessa, eu transpirava de medo se me apagassem a luz (será que este medo era resultante do inconsciente?)Tenho muitas vezes telefonemas anónimos e ninguém fala do outro lado, aparecem ruídos quase como ventos ou pressões de ar, isto acontece muitas vezes durante a noite desde à vários anos, tanto que o meu marido mandou colocar RDIS para ver o numero donde vinha esses telefonemas…à cerca de dois meses foi o ultimo telefonema (Dezembro de 2004), mais uma vez e apesar de ter o RDIS, não apareceu a identificação. Outras vezes o telefone toca e quando vou para atender o telefone desliga-se. Houve uma vez em que deixaram no gravador das mensagens um ruído que parecia um motor a trabalhar. Também no telemóvel já tive uma vez uma chamada com ruídos.Quando era criança brincava com um ser adulto…digo adulto porque ele era muito maior que eu (amigo imaginário).Por vezes oiço sons do tipo “biiiiiiiiiiiiii” e também muitos zumbidos. Tenho tido problemas quando passo perto de lâmpadas…elas por vezes explodem. Já acordei com sangue a pingar do nariz, também já encontrei no umbigo e por consequência passou para os lençóis. Por vezes sentia um ardor no umbigo.Em Lepe onde tenho a casa aconteceu algo curioso, andava a escavar (arqueologia) em Selife e apeteceu-me ir até à praia, apesar de não gostar de praia, fui até Islantilha e vi uma nave fora do normal rectangular. Tinha nas pontas luzes. No dia seguinte só me lembro de acordar no hotel. Não consigo explicar o que me aconteceu desde o avistamento dessa noite até ao outro dia quando acordei no hotel.O curioso é que vou poucas vezes a esta casa que tenho em Espanha mas algo me fez a comprar e cada vez que lá vou tenho sempre um avistamento. Recentemente fui lá com a minha filha e ela chamou-me a atenção para uma estrela que estava a movimentar-se. Essa luz veio pelo meio das casas e veio parar mesmo por cima da nossa. Pedi ao meu marido para ir buscar a máquina fotográfica…ele trouxe-a…fiquei com a máquina na mão e não consegui fazer uma única foto…a máquina recusava-se a disparar. As cicatrizes que me aparecem são do tipo queimadura e são côncavas. Primeiro aparecia uma bolha empolada para cima e depois baixava e ficava côncava,Também já tive manchas onde sentia que existia uma coisa dura por dentro. Tenho uma cicatriz na barriga e só a descobri depois da regressão que a psicóloga Gilda Moura me fez…quando disse que me tinham cortado a barriga…depois da regressão fui verificar e estava mesmo lá essa cicatriz muito





Moedas coladas ao corpo


ninguém. Segui-me desde Coimbra até aqui à localidade onde moro. Considero isso bastante estranho. Eu acelerava e ele vinha sempre colado a mim…deixei diversas vezes a capacidade de me ultrapassar mas esse carro veio sempre atrás…fiquei cheia de medo e quando cheguei aqui, saí e fui para o mini-mercado para ver se ele se ia embora, mas não… parou também ficou ali cerca de duas horas à minha espera…depois dirigi-me para casa e foi aí que ele se foi embora (nestes casos parece que alguém vem proteger ou visitar os projectos pessoais)Neste momento diz a Carla Batista,” parece-me que alguém me está a empurrar a cabeça”.A Ana Margarida continua…”conheço uma pessoa muito conhecida no meio ovnilógico que me disse que quando acorda de manhã, no espelho em lugar de ver os seus olhos vê os olhos de um lagarto. (Quem será?).A Carla diz “ tenho as mãos muito quentes”. A Ana Margarida continua, o meu marido adopta a atitude de não se preocupar com os avistamentos…Houve uma vez em que esteve uma luz intensa aqui perto… chamei-o… ele viu e comentou “Pois é mulher, está ali parado, quando eles poisarem diz-lhes que eu quero falar com eles”, logo de seguida voltou para a cama. (Depreendemos que o marido, não tinha interesse no assunto, tanto lhe dava aparecerem ou não).No seguimento das linhas acima sobre aquilo que estava a pressionar a cabeça da Carla é de referir que esta nossa entrevistada também sentia que algo estava ali além de nós. Eu (Luís Aparício) começei a sentir uma certa impressão na garganta, passado pouco tempo, sinto uns arrepios por todo o corpo e no final fico com umas picadas no baixo ventre. A Carla com as suas sensibilidades e a própria Ana Cristina referiam que pelo menos três entidades estavam lá. Quando eu (Luís Aparício) começei a sentir os arrepios foi quando uma dessas entidades se veio colocar atrás de mim.Eu sei que é pouco comum... fazer uma entrevista de assuntos ovnilogicos e ter esta situação. Sei também que os puristas vão vociferar contra a falta de provas e a necessidade de haver coerência científica naquilo que se escreve e que se transmite para fora. Parece que a nossa ciência é o remédio para todos os males e quem ousar escrever sobre assuntos não versados nas nossas ciências é apelidado de demente. Coloco aqui só a verdade sobre aquilo que nos aconteceu no final desta entrevista. Havia ali alguém além de nós... senti-os e interagiram com os presentes.As palavras que a Ana Margarida disse foram transcritas pela gravação de som efectuada na entrevista.Aveiro 2005/03/12Carla Batista e Luís AparícioP.S. Quero aqui dizer que Luís Aparício e a Carla Batista utilizaram neste inquérito o método de criar uma empatia entre nós e testemunha. Demos de nós experiências e conhecimentos de outros lados, pusemos a testemunha à vontade. Esta senhora falou sem preocupação… tudo saiu com a melhor das vontades. Só no espraiar das declarações da testemunha podemos analisar o todo. Os métodos utilizados nos anos 60 e 70 estão fora de uso.

A Carla relata aquilo que sentiu nesta entrevistaNa primeira parte da entrevista, não aconteceu nada, isso é normal, partilhei experiências com ela, daquilo que eu me recordo conscientemente, depois a Ana Margarida, continuou a contar as suas experiências, e poucos minutos do marido sair da sala, começei a sentir um calor imenso, vindo do meu lado direito e o calor começou a intensificar-se ao ponto de eu pensar que o meu ouvido estava a queimar-se por dentro e depois começei a sentir muito calor na cara e devo ter ficado muito vermelha, mas não disse nada a ninguém, e esperei mais uns cinco minutos. Nestes casos eu começo a sentir as coisas e calo-me, prefiro confirmar aquilo que estou a sentir para não estar a fantasiar ou a enganar-me.Após ter a certeza de que ali estava algo a produzir uma força ou calor enorme, disse ao Luís Aparício “desculpa eu estar a interromper a entrevista mas eu estou aqui a sentir um calor enorme, tenho o ouvido a queimar, tenho muito calor na cara e tenho um peso enorme em cima da cabeça”, após eu comunicar isto ao Aparício aquilo, continuámos a entrevista normalmente.Passados mais cinco minutos o calor começou a ficar mais intenso e começo a sentir uma presença do meu lado.A secretária da Ana Margarida fazia um L, eu estava do lado direito a Ana Margarida estava ao centro e o Luís Aparício estava no canto oposto esquerdo da secretária.Aí eu informei os presentes que estava ali alguém entre nós, porque eu estou a sentir uma presença mesmo aqui ao meu lado, visto essa presença ser tão forte que eu quase a vejo e continuamos a entrevista. Passado mais um pouco eu voltei a dizer “está aqui alguém connosco” e a Ana Margarida confirmou “realmente está aqui alguém connosco, eu estou a sentir a energia a aumentar”.Não sei se a energia era muita ou havia outro factor, o certo é que sentia como que um peso enorme sobre a minha cabeça, algo me estava a empurrar a cabeça para baixo.Aí o L.A. disse-me tenta levantar a cabeça, mas conforme fazia para levantar a cabeça, tinha muita dificuldade em levanta-la visto perder força no pescoço, era muita intensa a força que me obrigava a baixar a cabeça.Surgiu-me também um outro factor novo, a minha voz parecia que queria desaparecer, estava com uma vontade enorme de fechar os olhos. Cheguei a pensar que ia entrar em transe ou ir desmaiar, visto estar quase mesmo a adormecer com aqueles sintomas.






A zona dos eucaliptos em frente foi a zona onde esteve ovni, a mancha amarela serve unicamente para identificar o local da permanência


Passado um pouco a entidade que estava do meu lado direito veio a deslocar-se para o meu lado esquerdo, portanto entre mim e a Ana Margarida. Disse à Ana para me confirmar se ela tinha sentido essa mudança da entidade para o meio de nós as duas. A Ana veio a confirmar essa mudança e também me disse que estava uma energia muito grande e um grande calor ali entre nós as duas.O L.A. só perguntava ”O que é que vocês as duas sentem, vêm alguma coisa” e eu respondi-lhe que estava ali uma entidade. Passado um pouco nós sentimos a entidade saindo do meio de nós e ir-se posicionar por detrás do L.A. O L.A. voltou a perguntar o que é que estávamos a sentir e eu disse-lhe que a entidade se tinha posicionado por detrás dele. Então o L.A. diz “aonde, aonde, aonde mas eu não vejo nada” disse-lhe que ela estava mesmo atrás de dele.Quando a entidade se deslocou para detrás do L.A. eu vi um vulto branco, esfumado e para mim aquilo é normal, visto muitas vezes ter essa capacidade de ver essas entidades.O L.A. voltou a perguntar “Mas o que é que vês?”, eu disse-lhe que via a forma da cabeça, dos ombros e dos braços.Passado um pouco da entidade estar atrás do L.A. ele disse “sabes eu estou a sentir um aperto na garganta. Disse-lhe que aquilo era resultante da energia que estava atrás dele.Passado um pouco diz o L.A. “Estou a sentir uns arrepios” , aí eu percebi que apesar do L.A. não ser sensitivo, foi nessa altura que a energia ainda aumentou mais.Esse maior aumento de energia foi resultante de aparecerem mais duas presenças ao meu lado. Portanto na sala ficaram três entidades, eu a Ana Margarida e o Luís Aparício.A A.M. confirmou essa nova situação visto também ser uma pessoa muito sensível a este tipo de energias. Aí eu começei a pensar ou melhor tentei entrar em contacto com essas entidades dizendo-lhes que estava a sentir-me mal e que poderia desmaiar se continuasse a energia tão alta. Passado algum tempo a energia baixou, dando a entender que compreenderam o meu pedido, por isso fiquei com a impressão que era gente inteligente e solicita. Continuei a entrevista à A.M. mas as entidades continuaram lá, agora depois deste abaixamento da energia já tinha mais força e já conseguia levantar a cabeça e a voz estava melhor, tendo a A.M. confirmado a melhoria das condições energéticas.Acabamos a entrevista e o L.A. começou a dizer “ Eu estou a sentir picadas na barriga é como se fosse um ardor “. Disse-lhe que aquilo que ele estava a sentir era resultante do facto de ele não sentir essas energias e ele veio o caminho de volta até Lisboa, a dizer que tinha um ardor na barriga.Eu sei que nessa semana andei com a minha sensibilidade muito elevada, eu não sei se foi resultante de eu estar numa fase em que eu estaria com a minha sensibilidade mais activa ou se essas presenças que lá estiveram, activaram mais a minha sensibilidade.A semana seguinte foi para mim terrível, eu cheguei a sentir presenças na minha casa, cheguei a não dormir com medo, cheguei a dormir de luz acesa. Isto com 29 anos é quase uma vergonha, mas é verdade.Para mim acho que foi uma experiência normal, porque já estou acostumada a estas energias/entidades. Carla Batista Relato final do Luís AparícioQuero confirmar aquilo que a Carla escreve acima, adiantando que após a entrevista tive uma necessidade urgente em ir à casa de banho urinar e fiquei realmente com umas picadas enorme na área abaixo do umbigo. Também senti os problemas na garganta e os arrepios por todo o corpo, quando essa dita entidade estaria por detrás de mim.Nas duas semanas seguintes, chorava por tudo e por nada. Chorava no emprego, chorava no metro, chorava na cama, chorava à frente das outras pessoas. Disfarçava que tinha uma coisa na vista para não mostrar que estava a chorar.Mesmo agora que estou a escrever estas linhas, não posso deixar de estar profundamente emocionado. 12 / 03 /2005

Fonte: Apovni

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** Implantes Alienígenas: Somos Cobaias de ETs? **






Minha intenção ao escrever este livro foi relatar de forma clara e concisa como foram aplicadas minhas habilidades em Medicina e Ciência na pesquisa de um fenômeno totalmente desacreditado pelas comunidades científica e médica. Esse trabalho resultou nas descobertas mais surpreendentes de todas as pesquisas relacionadas ao tema até hoje.Sim, há muitas investigações sobre UFOs e centenas de livros e artigos escritos sobre discos voadores. E sim, algumas delas foram feitas por um certo número de notáveis cientistas, como o astrônomo J. Allen Hynek, o físico James MacDonald, o cientista em computação Jacques Vallée, o psiquiatra John Mack e o físico nuclear Stanton Friedman. Porém, 50 anos após o início da Era Moderna dos UFOs, o fenômeno permanece misterioso, principalmente porque a Ciência e a Medicina tradicionais consideram-no tolice, uma pseudociência.Mas se a área fosse estudada seriamente por essas comunidades, certamente haveria uma verba de milhões de dólares para uma pesquisa coordenada global. Em vez disso, no entanto, a Ufologia se vira como pode, com verbas mínimas angariadas principalmente através de membros de organizações de pesquisas ufológicas e por doações individuais de pessoas e instituições filantrópicas corajosas.A história dos esforços de minha pesquisa é cheia de coincidências, curiosidade viva e luta contra inúmeros obstáculos, incluindo a busca de apoio financeiro. Não quero aqui me vangloriar, mas sinto, honesta e humildemente, que promovi um significativo avanço na resposta à pergunta: Estamos sós no universo? Mack afirma em seu livro Abduction: “Quando pesquisamos fenômenos que existem às margens do que aceitamos como realidade, velhos mundos se tornam imprecisos ou necessitam de novos significados. Termos como abdução, alienígena, acontecimento e até realidade precisam ser redefinidos para que não sejam perdidas as sutis distinções entre eles. Nesse contexto, considerar a memória como verdadeira ou falsa pode restringir o que somos capazes de aprender sobre a consciência humana a partir das experiências de abdução que narro nas páginas a seguir”.Ao utilizar a abordagem médico-cirúrgica na análise das abduções alienígenas, também entrei em um reino onde os termos convencionais tornam-se imprecisos e devem ser cuidadosamente redefinidos para descrever experiências que parecem estar muito distantes da realidade cotidiana. Esta narrativa levará você, leitor, a uma jornada ao desconhecido. Apresento meus pensamentos à medida que ocorreram várias experiências e tive de tomar muitas decisões que me permitiram aprofundar no mistério. Também são reproduzidas fielmente as declarações dos abduzidos em quem realizei cirurgias para remoção de implantes.

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** Extraterrestres e híbridos **

Desde o início dos relatos de experiências de abdução que se tem vindo a reparar no interesse especial dos extraterrestres no nosso sistema reprodutor e pelas nossas características genéticas.Porquê e para quê?Ovniólogos, alguns cientistas e abduzidos asseguram que os extraterrestres estão a criar uma raça híbrida...Estados Unidos, 1981_ Uma editora americana publica o livro " Missing Time: A Documental Study of UFO Abductions " de Budd Hopkins - artista plástico nova-iorquino - em parceria com o ovniólogo Ted Bloecher e a psicóloga Aphrodite Clamar.O livro narra a investigação realizada em sete casos de abdução.Na raiz da sua difusão, Hopkins viu-se inundado de centenas de cartas, talvez milhares, de todos os cantos do mundo, informando-o de experiências similares, ás que relatava no seu ensaio. Por outros meios: amigos, jornalistas, ovniólogos ou colegas de profissão, Hopkins foi recebendo informação de dezenas de casos de abdução...assim decidiu investigá-los.Nova York, 1985_ Hopkins decide investigar abduções a tempo inteiro, deixando para trás toda a sua vocação artística. Viaja de costa a costa dos EUA, em busca de relatos. Um deles interessou-o particularmente... uma amiga sua apresentou-o a uma psicoterapeuta casada com um cirurgião, e mãe de dois filhos, que havia sofrido várias experiências de "tempo perdido". Quando Susan Williams_ a abduzida em causa_ começou a narrar a história a Hopkins, começou a chorar. Só recordá-la produzia-lhe uma ansiedade inexplicavel. As suas recordações eram escassas e muito espaçadas no tempo.A sua primeira experiência teve lugar em 1949, em Vermont, quando Susan tinha 16 anos. Seguia sozinha no seu carro quando decidiu parar para contemplar uma luz estranha_ não recorda mais nada, simplesmente que nessa noite havia chegado a sua casa mais tarde do que o habitual.Com a intenção de averiguar se ocorreu algo fora do normal nessa noite, Hopkins submeteu Susan a uma série de sessões de regressões hipnóticas. Em transe relatou como se sentiu elevando-se verticalmente sobre o caminho, flutuando no ar.A seguir recorda-se de estar numa sala muito iluminada e deitada sobre uma mesa_ invadida por uma sensação de tranqüilidade e de relaxamento. Junto dela encontrava-se dois humanóides que lhe colocaram uns estranhos "chips" nos lábios da vagina, abrindo-os para introduzir uma sonda fina, de folha dupla, que não lhe causava dor mas sim desconforto.Inconstentavelmente, os extraterrestres procuravam algo no interior aparelho reprodutor de Susan...mas o quê? Para Hopkins aquele relato não era novidade, em absoluto...um dos casos que já levava vários anos de investigação, e que serviu de coluna vertebral para a série " Itruders", era o de Debra Tomey_ conhecida pelo seu pseudónimo, Kathy Davis. Em algumas das suas muitas experiências de abdução, Debra relatou sob hipnose, como os seus "captores", de estatura baixa frágeis, macrocéfalos e com uns grandes, oblíquos e rasgados olhos negros...lhe introduziram uma espécie de agulha pela pélvis, momento no qual "o meu abdômen começava a inchar como se me estivessem a insuflar ar, e por debaixo do umbigo moviam-se coisas".Os relatos de operações aparentemente ginecológicas vividas por Susan, Debra e muitos outros, foram enviados ao director de obstetrícia e ginecologia de Perth Amboy Hospital de New Jercey, John Burger, As suas conclusões estremeceram Hopkins, aos seus colaboradores e com tempo, a toda a comunidade ovniológica: os relatos correspondiam a operações cirúrgicas plenamente credíveis e lógicas. Mas havia mais...o dr Burger interpretou os testemunhos das suas abduzidas como extração de óvulos por um processo muito semelhante ao nosso na produção de bebés provetaPoderia parecer uma hipótese de ficção cientifica, mas não podemos esquecer a existência de testemunhos de milhares de abduzidos para a sua confirmação...abduzidos esses que não desejam protagonismo mas sim anonimato, e que em muitos casos são pessoas de reputada qualificação cientifica e profissional. Vejamos, então (resumidamente) alguns casos realmente interessantes e importantes:Caso 1_ Tracy Knapp, teve uma experiência de abdução quando tinha 20 anos de idade. Recordou como lhe extraíram um embrião, e o depositaram num cilindro metálico e que depois foi introduzido numa caixa grande. Na realidade havia mais caixas, todas dispostas sobre uma parede e cada caixa continha um feto idêntico ao que lhe tinha sido removido.Resumindo, uma espécie de incubadora múltipla.Caso 2_ Lynn Miller, empregafda de mesa de 29 de idade_ na ocasião da experiência_ viveu uma abdução em 1985. As sessões de hipnóse revelaram como um ser alto lhe introduziu debaixo do umbigo uma agulha larga, extraindo-lhe, ao que parece um óvulo. Numa experiência posterior, introduziram-lhe algo pela vagina. Pergunta o que se passa e mentalmente os seres que ali estavam informara-na do que estavam a implantar. Fisicamente, estava a ser-lhe implantado um embrião no útero porque pouco tempo depois o teste de gravidez deu positivo.Semanas depois perdeu " misteriosamente" o feto, mas nesse período havia vivido uma experiência de abdução que recordou recordou aterrorizada sob hipnose.Ouviu como um dos seres telepáticamente disse que "está na hora de o tirar". Do útero extraíram um feto que foi depositado numa espécie de incubadora.Caso 3_ Anita Davis reviveu sob hipnose como lhe haviam extraído um embrião. O estranho humanóide que se encontrava com ela, disse-lhe que naquela sala mesma sala havia mais embriões gerados por ela: "O ser disse-me que seria possível ver todos aqueles em cuja criação eu havia tomado parte, porque os tinha começado a gestar quando tinha apenas 11 anos. Na sala vi uma fileira de depósitos que cobriam toda a parede, como aquários. Eram rectangulares. Diria que estavam suspensos, unidos num lado por um cordão, pelo qual lhes davam comida ou o que fosse. pareciam quase mortos, mas estavam a crescer.Caso 4_ Betty Andreasson viveu em 1973 uma experiência de abdução. Dentro de um ovni foi submetida a um exame físico e, mais tarde conduzida ao interior de um túnel escuro que finalizava ao que parecia noutro mundo. Ali viu imagens de morte e renascimento, e comunicaram-lhe que estava ali para testemunhar ao mundo. Noutra abdução, recordada sob hipnose, recorda como os seres idênticos aos referidos neste artigo (pequenos), extraíram do interior de uma mulher um pequeno feto. A testemunha descreve que os seres taparam a boca e o nariz do feto, inserindo-lhe umas agulhas metálicas nos ouvidos e na parte parte alta da cabeça. Posteriormente cortaram as pálpebras ao feto, e introduziram-no num cilindro com um líquido, coco se tratasse de uma incubadora. os extraterrestres informaram Betty que se viam na obrigação de fazer isto devido á humanidade estar a ficar estéril..." Identificar o processo híbrido como uma agressão é uma explicação demasiado simplista, tendo em conta a atitude do abduzido dentro do processo. Tamto homens como mulheres acabam por sentir, apesar da sua fúria, que formam parte e que foram escolhidos para um processo gerador de vida. Para alguns abduzidos esta união serve para recuperar uma irmandade perdida, quebrada quando ambos, extraterrestres e humanos, foram separados de uma origem comum".John MackNada é rejeitável nem admissível ao mesmo tempo... "

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** Um dos maiores casos de abdução da história! **






Hermínio e Bianca falando durante uma das muitas conferências a respeito da marcante experiência que passaram. Acusados de “teleguiados”, eles dizem que, num certo sentido, todos nós, humanos, somos robôs.
Um controvertido encontro de 3° grau com a equipe do extraterreno Karran modificou completamente a vida do casal Hermínio e Bianca Reis, um ex-pastor das Testemunhas de Jeová e uma dona-de-casa. Presenças obrigatórias em relatos e simpósios de ufologia, os dois contam, nesta entrevista exclusiva, os muitos obstáculos que tiveram de superar, desde as acusações de serem meros robôs teleguiados até os desconfortos da popularidade. Além disso, discorrem com naturalidade sobre a presença, já entre nós, de seres de outros planetas. Seus encontros com Karran são dos mais bem documentados da fatalidade ufológica.
Um grupo de alunos, deitados no chão, aguarda as instruções de seus professores ou “guias”, que os conduzirão através das várias etapas do exercício de “saída consciente da matéria”.
Um novo tipo de culto? Não. Apenas um dos grupos orientados pelo casal de mineiros Hermínio e Bianca Reis, que se tornaram o caso mais controvertido de contato de 3º grau já ocorrido no Brasil, e que, baseados em ensinamentos de extraterrestres, ministram cursos sobre as práticas e técnicas da filosofia de vida extraterrestre – cursos esses que já contam com grande número de alunos, entusiasmados com as novas idéias, e que vêm causando polêmicas entre adeptos e céticos.
Parte de toda essa controvérsia advém da maneira sensacionalista com que o assunto foi tratado num programa de televisão, transmitido em rede nacional. A entrevista ocasionou, na época, diversas críticas por parte de pesquisadores, que julgaram insensato expor um assunto tão importante nas bases em que foi explorado naquele show .
Entretanto a presença do casal diante das câmeras provocou imediatamente uma discussão de caráter nacional com relação à questão discos voadores. As conferências do “casal do disco voador”, como são conhecidos, geram sempre grande entusiasmo do público, que se aglomera ao redor dos dois, bombardeando-os de perguntas e dúvidas.
Novamente, aqui, parte da controvérsia se faz evidenciar nas opiniões de alguns ufólogos, os quais acham injusto que duas pessoas reconhecidamente leigas no assunto sejam tomadas como especialistas nele.
A aventura de Hermínio e Bianca começou em 1976, numa noite de janeiro, quando viajavam em seu carro do Rio de Janeiro para Belo Horizonte. Era muito tarde e a visão de um “balão” luminoso no céu os fez parar – fato que aconteceu o seu “seqüestro” com carro e tudo para dentro da espaçonave. Já no disco, eles encontraram o alto e belo Karran, extraterrestre que se tornou amigo dos dois e, através deles, também uma “celebridade”.
Aquele foi o primeiro de uma série de quatro contatos ou encontros com Karran. O caso Hermínio e Bianca é um dos poucos em que os “seqüestrados” não perderam a lembrança do acontecido e ainda se envolveram tanto com os extraterrestres que outros contatos foram estabelecidos.
Digno de nota foi o terceiro deles, em que Hermínio tirou fotos da nave deixando o solo. Estas fotos, que mais mostram “jogos de formas de luz” do que propriamente a silhueta de um disco voador, foram exaustivamente estudadas em laboratórios pelo pesquisador de UFOs Alberto Francisco Carmo.
O resultado das revelações foi apresentado em março de 1979, no Primeiro Congresso Brasileiro de Ufologia, em São Paulo, que contou com a presença do papa da ufologia, o astrofísico americano Allen Hynek. Alberto Francisco conclui:”...ou estas fotos são autênticas, revelando parte de uma supra – realidade que não conhecemos, ou então o sr. Hermínio da Silva Reis é um amador genial...”
Na nossa opinião, o que mais incita à controvérsia no caso de Hermínio e Bianca é o fato deles insistirem na tese de que os extraterrestres são sempre bem intencionados, ou seja, todos os extraterrestres que nos visitam vêm com a missão pacífica de compreender-nos e ajudar-nos a penetrar numa etapa do desenvolvimento e conhecimento humanos.
O assunto ainda se tornou mais delicado quando Hermínio, ex-pastor das Testemunhas de Jeová, divulgou detalhes impressionantes sobre discussões de caráter teológico que mantivera com o extraterrestre, chegando a fazer profundas declarações sobre as origens da vida na Terra.
Em geral, os pesquisadores divergem em suas opiniões sobre Hermínio e Bianca. Alguns preferem não discutir o assunto, temendo o risco da controvérsia e da especulação; outros admitem a veracidade do “seqüestro”, mas preferem manter-se à distância quando são chamados a testemunhar; outros, ainda, chegam às fronteiras da paranóia, afirmando terem os dois se tornado verdadeiros robôs, manipulados pelos extraterrestres, cujo único propósito é o de dominar o mundo.
Apenas uma coisa é certa: apesar das diferentes reações de leigos e especialistas a respeito desse caso, o “casal do disco voador” continua sua caminhada, procurando, através dos ensinamentos dos extraterrestres, levar as pessoas ao maior conhecimento de si mesmas e do mundo em que vivem.
“A ligação dos UFOs-misticismo não é correta”
Sabe-se que vocês participam de todos os congressos de ufologia, onde ouvem muitos cientistas e pesquisadores apresentarem diversos trabalhos. O que vocês acham dessas pesquisas?
Hermínio: Nos congressos, prestamos muita atenção aos trabalhos de todos os pesquisadores. Isso nos abre perspectivas amplas sobre o assunto, inclusive a respeito de nosso trabalho. Os pesquisadores estão fazendo o seu trabalho, como nós estamos fazendo o nosso.Porém, eu e Bianca tivemos uma experiência física. Estivemos dentro de uma máquina; conversamos com gente de carne e osso como nós. Nessa ocasião, não só ouvimos muito como perguntamos muita coisa. Há outras pessoas como nós, que podem falar sobre o assunto e deveriam participar dos congressos mas não participam. Alguns pesquisadores ainda têm muitas dúvidas sobre a existência dos discos voadores. Uma pessoa que participa de um congresso de ufologia para expor trabalhos sobre o assunto Deve ter certeza de que eles existem. Certeza daquilo que está falando. Nesses congressos, onde você deveria ouvir e aprender sobre UFOs, as pessoas saem com medo deles. E isso não é positivo.
De acordo com as conclusões do congresso de ufologia de Brasília, pôde-se perceber que há, de certa forma, dois tipos de pesquisador: o clássico, que cataloga depoimentos, e os anticlássicos ou místicos como James Hurtak que associam a ufologia à arqueologia, ocultismo e ao próprio inconsciente humano. O que vocês acham desses dois tipos de pesquisa?
Hermínio: Acho que são válidos desde que representem o fato como ele se deu e não na a sua opinião sobre o assunto. A propósito, essa ligação misticismo/discos voadores não é correta. Eu mesmo já fui um místico até o dia em que tive contato direto com o fato; então passei a observá-lo como ciência, não como religião.
“Não somos manipulados por “eles”
Muitos pesquisadores dizem que o caso de vocês é um tanto controvertido e que vocês até hoje não apresentaram “provas” ou “mostras” de que a experiência aconteceu realmente. Como vocês respondem a isso?
Bianca: Mas o que seria uma “prova convincente” para os pesquisadores?
Um pedaço de papel? Um pedaço de tecido da roupa de Karran? Alguns pesquisadores ficariam satisfeitos; outros, não.O que seria uma prova para alguns não seria para outros.Karran nos autorizou a tirar fotos que comprovam que estivemos com extraterrestres. Fotos que foram testadas cientificamente comprovando as diferenças com as coisas daqui. Para muitos ainda não foi o suficiente. Agora, o que é uma prova? Então eles diriam: trazer Karran pessoalmente. Mas esta é uma prova que satisfaz às pessoas individualmente. Outras não acreditarão em você. Agora eu coloco uma pergunta: e se agora eu trouxesse Karran até aqui? Talvez as pessoas dissessem que ele era muito humano para ser de outro planeta. Elas não vão acreditar que ele é extraterrestre, pois a grande maioria acha que, para eles serem de outros planetas, devem necessariamente ser diferentes. E existem muitas pessoas de outros planetas iguais a nós. Portanto, isso não seria uma prova.
Vocês contaram tudo o que sabem aos pesquisadores?
Bianca: Na medida do possível, sim.
O que você quer dizer com “na medida do possível ”?
Bianca: Eles nos pediram para não divulgar certos fatos e nós mesmos achamos que certas coisas não deveriam ser mencionadas em público.
Há pesquisadores que acham que vocês estão sendo usados por Karran e seu povo, e que, desde o primeiro contato, vocês se tornaram robôs, apesar de crerem estar agindo de própria vontade.
Como vocês encaram essas afirmações?
Bianca:Acho que robôs todos nós somos. Uns usados de uma forma, outros de outra. Não sou manipulada por eles. Quando Karran diz alguma coisa, ele explica e te convence a lutar por aquilo que está dizendo. Da mesma maneira que uma pessoa luta por uma religião,por uma ciência, um ideal político ou qualquer outra coisa. Se as pessoas acham que somos robôs, elas devem pensar melhor e ver que existe um monte de robôs por aí – alguns manipulados pelo poder, pelo dinheiro, ou até pelo sexo.
Sabemos que após o contato direto, Bianca, você também passou a funcionar como um tipo de receptor e que Karran fala com você quando esta próximo da Terra. O que foi feito dentro do disco para tornar isso possível?
Bianca:Lá dentro, através de um aparelho dele (bem entendido que não foi implantado nenhum aparelho em mim), Karran registrou ondas mentais provenientes do meu cérebro – ondas mentais que todos emitimos, mas que não conhecemos ainda. Através dessas ondas eles se comunicam, ampliando-as, e elas são transmitidas para mim.São ondas minhas. São freqüências mentais minhas. Por isso eu compreendo e me comunico com eles assim. Conversando normalmente, já estou emitindo freqüências que chegam até os aparelhos, e eles estando com as máquinas ligadas, imediatamente recebem as minhas ondas também.
Antes da experiência, você apresentava algum sintoma de paranormalidade ou sensitividade?
Bianca: Não. Nunca prestei atenção nisso. Pode ser até que tivesse.
Vocês conheceram outros extraterrestres além de Karran?
Bianca: Sim.
Hermínio: No mês de janeiro de 1977, quando Karran veio pela segunda vez, ficamos conhecendo uma pessoa que estava vivendo aqui no Brasil e que nos encontrou e nos levou até Karran e vice-versa. Essa pessoa chamava-se Zir.
Qual era a aparência física de Zir?
Hermínio: Primeiramente, suponhamos que eu tomasse Zir como uma prova. Se eu chegasse até alguém e dissesse que Zir era de outro planeta, as pessoas não acreditariam, porque ele é igual a qualquer pessoa. Visualmente, Zir não dá provas de ser um habitante de outro planeta. Apenas em circunstancias especiais, que ele nos mostrou, pudemos notar que a circulação sanguínea dele não é do mesmo tipo que a nossa. Por exemplo, nossas veias são dispostas em sentido vertical, as dele são em sentido circular.
As de Karran também?
Hermínio: Não. Zir era diferente de Karran.
Então Zir não vem do mesmo planeta que Karran?
Hermínio: Não. Apenas serviu de intérprete naquele momento.
Então Zir morava na Terra?
Hermínio: Zir estava trabalhando aqui. Mas voltando à particularidade da circulação sanguínea ser diferente – fato que é quase imperceptível, pois só pudemos notar isso bem de perto com lanternas deles -, Zir também nos disse que tinha dois corações e que, antes de vir para cá, fora adaptado para viver aqui. Durante a noite, Zir usava filtros no nariz para manter-se em equilíbrio com nosso tipo de respiração.
Zir tinha uma profissão aqui?
Hermínio: Ele trabalhava no campo. Era um lavrador e se vestia como tal. Em suas mãos havia até calos. Usava roupas simples e pretas, feitas de tecido nosso.
Zir ainda vive na Terra?
Hermínio: Pelo que me consta, não. Ele estava doente naquela época. Sofrera um acidente e disse que ia embora.
Você disse que ele serviu de intérprete?
Hermínio: Karran falava seu próprio idioma e Zir ouvia e traduzia para nós em português.
Dentro do disco, esse processo foi feito através de uma máquina, certo?
Hermínio: Sim, por máquinas.Mas Bianca informou que Karran está aprendendo português.
Hermínio: Só que, nessa segunda vez, Karran ainda não falava português.
Quer dizer que há realmente extraterrestres morando na Terra?
Hermínio: Sim. Karran nos disse que existem extraterrestres vivendo aqui, assim como há seres humanos da Terra vivendo no planeta de Karran.
Qual é a missão dos extraterrestres entre nós?
Hermínio: Karran nos disse que, por motivo de um acidente no planeta Terra nosso cérebro ficou bastante avariado, bloqueado. Por isso, eles resolveram acompanhar nosso desenvolvimento mental através dos tempos.
Aproxima-se o grande cataclismo
Vocês sabem se algum outro acidente irá ocorrer?
Hermínio: Sim. Mas Karran explicou que será um acidente necessário, porque nosso planeta precisa voltar à sua posição original. Retornando á situação inicial, então as coisas irão melhorar. Naturalmente, tudo voltará ao normal, inclusive os sobreviventes serão bem diferentes do ser humano atual. Não haverá bloqueios e eles usarão seus cérebros na totalidade.






Descrição do interior da nave. Vê-se a “máquina tradutora” e os capacetes ligados ao casal, para conversações com tradução imediata.
Esse outro acidente será natural ou provocado pelo homem?
Hermínio: Karran me disse que inicialmente esse acidente foi provocado por uma grande descarga de energia solar. Naturalmente, esse retorno do planeta ao seu eixo também será provocado pelo Sol. Mas ele poderá ser apressado pelo homem.
Quando vai ocorrer esse acidente?
Hermínio: Karran me disse que está bem perto. Bem perto mesmo.
Embora não sejam místicos, vocês normalmente não têm diferenças ideológicas com os místicos como os rosacruzes,os teosofistas. Mas essa notícia do acidente que para muitos corresponde à idéia do Apocalipse, não seria um assunto dentro das fronteiras da mística?
Bianca: Pode até ser. Mas quando ele falou do acidente para nós, falou com a mesma naturalidade com que nós estamos falando tudo à você. Ele não contou coisas misteriosas, secretas.
Hermínio: A propósito, esse retorno ao eixo da Terra não significa um castigo, ou que Deus irá salvar os bons e destruir os maus. O mar, quando retomar sua posição inicial, atingirá tanto bons quanto maus. Para os extraterrestres, todos somos iguais.
Hermínio, você era pastor de uma religião cujos adeptos são normalmente considerados fanáticos. Quando você discutiu assuntos de natureza religiosa com Karran, o que foi que ele falou sobre Jesus Cristo e as idéias existentes na Bíblia?
Hermínio: A palavra pastor não era usada naquela época. Eu era um ministro de Deus e fui atuante como chefe de uma congregação por doze anos. Eu pregava, mas isso não quer dizer que eu era uma pessoa de grande importância na religião.
Na época em que se deu esse contato – 12 de janeiro de 1976, na estrada Matias Barbosa – eu já tinha me afastado me afastado do meu ministério por razões puramente particulares, e não por causa do assunto “disco voador”. Esse assunto me afastou ainda mais da religião e não da Bíblia.
Desde então, venho descobrindo muitas evidências na Bíblia sobre a existência de extraterrestres aqui na Terra. Posso dizer que hoje leio muito mais a Bíblia do que antes, e que aprendi muito mais a respeito de Deus do que antes.
O deus de Karran é o mesmo em que nós acreditamos?
Hermínio: Sim, mas o deus de Karran não é o deus pregado pelas religiões. Esse Deus que nós conhecemos não existe. Karran disse que Deus ama todos nós sem distinção. Que o Criador não necessita de nós como servos, e sim como filhos. Assim, eu, de escravo de Deus passei a ser filho de meu Pai. E meu Pai é um homem rico, não é pobre.
Ele é dono de tudo, de todas as coisas que recebemos; e Deus não cobra nada por aquilo que Ele nos dá.
Como você vê hoje a figura de Jesus Cristo?
Hermínio: Quando conversei com Karran sobre a Bíblia, ele falou de um Pai Criador. Então perguntei se na terra dele havia muitas leis, como havia aqui na Terra. Ele me disse que na sua terra eles também receberam as mesmas leis que foram dadas a nós por aquele que conhecemos por Jesus Cristo, mas que não o conheciam por esse nome, “Não o conheço assim”, disse-me ele.
Então, ele completou dizendo trechos dessa lei:
“Amar ao próximo é amar ao Criador”; “Toda vez que tocarmos nosso próximo, é como se estivéssemos tocando em nós mesmos”; e: “Toda vez que ofendermos o próximo estaremos ofendendo a nós mesmos”.
Estas são as leis que eles conhecem. E é por isso que não concordo com pesquisadores que falam de tripulantes de disco voador violentos, agressivos, que falam de guerras em outros planetas. Chegam a dizer que Karran era um “bandoleiro do espaço”. Se você algum dia fizer contato com extraterrestres, verá que são pessoas bondosas, dedicadas, e raramente existe um registro nosso mostrando que o extraterrestre foi agressivo. Normalmente, nós é que agredimos primeiro.





Eliminar os bloqueios do cérebro

Existem casos documentados – um exemplo clássico é o de Villas-Boas – da existência de cruzamentos (até forçados) entre terrestres e extraterrestres. Isto não seria uma evidência de uma conduta agressiva em relação aos homens?
Hermínio: Não. O que ocorreu com o dr. Villas-Boas foi um tipo de experiência científica.
Todos os extraterrestres são bons? Têm intenções boas em relação a nós?
Bianca: Sim. Por exemplo, suponhamos que eles fossem maus, que tivessem a intenção de tomar nosso planeta. Ora, diante da tecnologia que têm, da capacidade mental que têm, se eles fossem pessoas más, já teriam feito o mal há muito tempo. Então, eu não acredito que sejam maus, porque até hoje não invadiram nosso planeta.
Sabe-se que muitas pessoas foram queimadas, sofreram choques emocionais, psicológicos, e perderam a capacidade de trabalhar, sem contar os casos de pessoas que foram forçadas ao relacionamento sexual.
Vocês acham que esse seria um comportamento de pessoas que querem o bem dos seres humanos?

Bianca: Ainda hoje estive discutindo com a pesquisadora – d.Irene Granchi – a respeito de pessoas que ficaram impossibilitadas de trabalhar por problemas mentais, etc. Mas acontece que pessoas sofrem dessa maneira a ponto de ficarem impossibilitadas atuar aqui na Terra só porque viram ou entraram num disco, se levassem um tombo também ficariam loucas. Se houvesse qualquer tipo de acidente, ela ficaria afetada como ficou diante de um disco voador, porque fisicamente ela já não estaria bem.
Então Karran não mencionou a existência de extraterrestres com intenções ruins a nosso respeito?
Bianca: Não. Apenas existem maneiras diferentes de ação dos extraterrestres. Alguns são muito precavidos. Se eles estão parados e a pessoa vai na direção deles, eles paralisam a pessoa mesmo.Só então podemos ver isso como uma agressão. Mas eu pergunto: se nós estivéssemos no lugar deles, não faríamos a mesmíssima coisa? Você sabe que nós não somos “bonzinhos” coisa nenhuma. Pela quantidade de crimes que existe em nosso planeta...
Karran verificou com vocês o caso de um extraterrestre que foi preso pelo FBI nos Estados Unidos, em 1953 ou 1954?
Bianca: Karran mencionou até o lugar – Ohio – e completou dizendo que não foi uma nave só que caiu, e sim duas; e que na ocasião, após o acidente, alguns tripulantes já estavam mortos, havendo somente um com vida. Os extraterrestres da terra do sobrevivente viriam apanhá-lo. Só que, quando chegaram, essa pessoa já fora levada. Então, a nave que veio buscar o tripulante destruiu apenas os restos dos discos que sofreram o acidente. Ele ainda me disse que aqui na Terra há corpos de pessoas de outros planetas. Só que não sei onde estão.
Por que vocês nunca escreveram um livro sobre os contatos que tiveram?
Hermínio: Porque realmente o assunto do livro é tão controvertido quanto o assunto “disco voador”. Você tem nos acompanhado e sabe que, até o presente momento, o esboço original não está em nossas mãos. Está em mãos de outras pessoas. À medida que novos contatos vão acontecendo e nossas opiniões vão se consolidando sobre as coisas que já conhecemos, com informações mais exatas, estamos pensando em colocar esses quatro encontros em um livro só, com fotografias obtidas no terceiro contato.
Além disso, desde o primeiro encontro em que ele nos falou do acidente que nos bloqueou o cérebro, existia também eu - Hermínio. Minha religião não admite a existência de um espírito dentro de nós, algo que sobrevivesse à perda da matéria. Conversei sobre isto com Karran e ele me disse que não falava comigo – matéria, porque eu como matéria não poderia falar nada com ele sem a minha real presença.
Então ele nos ensinou uma técnica para sairmos conscientemente de nossa matéria, para provar-me que eu não era apenas matéria como nós pensávamos.
Em que encontro ele ensinou isso?
Hermínio: Desde o primeiro encontro ele falou sobre isso. E nos encontros seguintes, Bianca foi quem mais trabalhou essa técnica, porque eu tinha que viajar e ela podia ficar em casa, fazendo o exercício. Com isso, ela conseguiu resultados muito mais rápidos do que eu.
E qual é a finalidade de sair do corpo?
Hermínio: Não. Sair do corpo, muita gente faz. O problema é sair da sua matéria consciente.Preparar sua matéria para uma saída consciente e um retorno consciente, ou eliminando o bloqueio existente em nosso cérebro. Mas os exercícios não terminam com a saída e o retorno consciente da matéria; eles têm que continuar a ser praticados fora da matéria em grupo.
Há alguma outra finalidade além dessa? Qual a utilidade dessa técnica?
Hermínio: Não sei se vou ser bem explícito, mas o que eu tenho a dizer é que além de você sair do corpo, de provar a si mesmo que você existe,você estimula um tipo de glândula da cabeça que, através de exercícios com o nervo ótico, é irrigada, fazendo com que ela funcione, porque antes ela foi atrofiada.
Através desse exercício, você vai usar uma parte do cérebro que nós não usamos e não estamos habituados a usar. É justamente aquela área do cérebro que está bloqueada.
Segundo Karran, não existe mais motivo para esse bloqueio, porque as matérias que estão nascendo agora são boas – sem defeito. Nós apenas não estamos usando toda a nossa capacidade mental porque nos esquecemos de como usá-la. A técnica de trabalhar esse lado da mente também nos foi ensinada e ela nos favorece as lembranças anteriores.
Após seus contatos com Karran, confirmou-se para você a idéia de que reencarnação existe?
Hermínio: Não segundo uma doutrina, e sim como uma técnica. Não quero usar essa palavra “reencarnação”; prefiro “troca de matéria”. Não quero usar um termo que possa causar uma questão mística. Você retorna novamente à matéria, porque você foi feito para usar matéria. É uma lei natural feita pelo Criador. Existe uma semelhança com aquilo que chamamos reencarnação para pagar um carma, para pagar pecados, e por aí afora.
O que Karran nos disse não foi isso. Você volta por uma causa natural das coisas, não para pagar algo que está devendo.

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** ABDUÇÃO COM CURA **









Desde que começou a era moderna dos UFOs ou ÓVNIS, no final dos anos 40, aproximadamente, cada aspecto relacionado ao tema foi sujeito a um exame intenso. Hoje, os ufólogos se tornaram altamente especializados.Existem livros sobre abduções, sistema de propulsão dos UFOs ou ÓVNIS, acobertamento do governo e assim por diante. Contudo um dos pontos que tem sido muito ignorado são os efeitos médicos de contatados com UFOs- em outras palavras, as curas ufológicas. A cura por meio dos UFOs não é um fenômeno novo.Na verdade quase todos os grandes investigadores já pesquisaram casos deste tipo .
Em casos extremamente raros, os alienígenas asseguram a cura de algumas enfermidades que incomodam os abduzidos. Isso não é dito de qualquer modo ao contatado que pensa que os irmãos do espaço são alienígenas benevolentes vindo à terra para curar o câncer. Primeiramente, em circunstâncias especiais, parece que os alienígenas se sentem obrigados a preservar a espécie para seus próprios propósitos.Como disse um abduzido:'É manutenção de equipamento'''.
Alguns contatos são mais sinistros, traumatizantes e misteriosos, porém outros parecem ter a intenção de curar e educar.Muitos abduzidos já experimentaram ou testemunharam situações de cura, desde pequenos ferimentos à pneumonia e leucemia infantil. Há ate um caso relatando a cura de uma atrofia muscular em uma perna, decorrente de poliomielite.
Como se pode observar através das estatísticas, a cura de uma doença não é um sintoma comumente relatado em encontros com UFOs.Mas quantas pessoas experimentaram essas curas? Podemos fazer cálculos somente baseados no casos relatados. O primeiro indício pode ser encontrado no livro UFO abductions: the measure of a mystery, de Thomas E. Bullard. Das 270 abduções contidas nessa obra, há 30 casos de curas ufológicas. Em outras palavras, 11% dos abduzidos relataram uma cura. De acordo com Bullard:" O outro lado dos permanentes efeitos colaterais são os 13 casos em que testemunhas saíram da abdução curadas de alguma enfermidade . Uma boa parte da curas parece resultar de uma intervenção deliberada, já que os efeitos nocivos poderiam ser acidentais .
Conforme as análises das estatísticas preliminares, 13% ( 4 CASOS ) dos efeitos fisiológicos causados pelos UFOs são casos em que pessoas alegam terem sido curadas por extraterrestres, e não deveriam ser tão surpreendentes assim visto que a característica central do maior número de relatos de abdução consiste de exames médicos. Revisando a literatura de UFOs e abdução existem mais de cem casos de restabelecimento de saúde.
As alegações de enfermidades sanadas vão desde um simples resfriado ao câncer, de 105 curas relatadas , 24 envolvem pequenos ferimentos na carne, 16 doenças menores e indisposições, 7 envolvem os olhos, 4 o sistema de revestimento dos órgãos, 6 os pulmões, 31 doenças crônicas sérias e 11 envolvem curas de Câncer .Há vários casos bem conhecidos de curas ufológicas na literatura. Dentre os inúmeros relatos o seguinte é certamente um dos mais curiosos. Em 03 de setembro de 1995 o subdelegado Robert Goode e o Delegado Billy McCoy estavam dirigindo pela auto estrada 36, sul de Damon, Texas. Os dois policiais estavam voltando de um jogo de futebol em uma escola. O delegado estava sentindo fortes dores por causa de um ferimento pequeno decorrente de uma mordida do jacaré de estimação de seu filho, no dedo indicador de sua mão esquerda. O dedo estava vermelho e inchado .De repente McCoy viu luzes estranhas surgirem do lado direito da estrada. O policial parou o carro no acostamento e as mostrou para Goode. Foi então que o companheiro também viu as luzes. Nesse momento, os UFOs se aproximaram dos policiais, que não puderam vislumbrar detalhes , pois tudo tudo ficou iluminado.
McCoy conta: "O interior do carro ficou completamente iluminado pela luz".O braço esquerdo de Goode estava para fora da janela quando o facho de luz o atingiu , fazendo com que sentisse um calor indescritível. Nesse momento , os policiais foram embora do local. Pouco depois , Goode percebeu que seu dedo não estava mais doendo. Lembra o policial: De repente, notei que meu dedo não estava incomodando e então tirei as bandagens. Caramba, se você visse, não diria que eu tinha sido mordido .McCoy reforçou a história de Goode, dizendo:"O inchaço tinha desaparecido e o dedo parecia bem melhor".Há muitos outros casos de tratamentos ufológicos conhecidos, incluindo o de um médico francês que foi curado de uma ferida em seu tornozelo e de paralisia parcial.
Outro caso que ilustra quão avançados estão os alienígenas no campo da medicina. É o caso de um jovem que foi curado de uma doença extremamente rara, que poderia ter sido fatal, na cidade de Santa Clara, na Califórnia.Quando Ted tinha 18 meses de idade, os médicos diagnosticaram nele uma rara desordem congênita conhecida como angioma - uma malformação vascular no cérebro.Essa condição, caracterizada por uma pressão tremenda no cérebro, comumente causa Epilepsia. No caso de Ted , os vasos sangüíneos cerebrais estavam anormalmente largos, provocando uma variedade de sintomas devastadores. Seu quadro era tão grave que os médicos lhe deram apenas alguns anos de vida. Com três anos de idade , ele sofria de visão dupla e paralisia parcial, sendo incapaz de falar ou comer sozinho. O crescimento do lado direito de seu corpo estagnou.Nessa época, sua condição começou a melhorar miraculosamente ..
O garoto foi hospitalizado para uma cirurgia exploratória, na qual os cirurgiões descobriram que os tecidos anormais não só tinham parado de crescer, como também tinham encolhido. Os médicos não foram capazes de dar maiores explicações sobre essa substancial melhora. Contudo, anos mais tarde, sob hipnose, Ted lembrou ter sido levado a bordo de um UFO.Em seu Em seu interior, deitaram-no sobre uma mesa e ligaram estranhas luzes sobre sua cabeça. "Quando eles ligaram os aparelhos", disse Ted "um raio de luz apareceu. Era muito reto e fino, como uma agulha ou raio laser O raio atingiu minha cabeça, mas não doeu".O contatado recorda-se de que os alienígenas cortaram e abriram sua cabeça e examinaram seu cérebro."Eles tocaram em toda minha cabeça, até encontrarem a dilatação. E diminuíram seu tamanho com a ajuda de uma luz a laser", esclareceu.
De acordo com seu testemunho, a luz tinha a "largura de uma teia aranha e parecia ser quase como a seda".Pouco tempo depois, foi colocado sobre a sua cabeça um outro instrumento, semelhante a um aparelho de sucção, e a substância cinza provocada pelo raio laser foi removida. Repuseram a parte superior de seu cérebro e cicatrizaram-na com um outro instrumento que emitia raios de luz"Dessa vez, ao invés de cortar, raio emendou o corte da minha cabeça",explicou Ted, e completou:"As células se juntaram novamente e não deixaram marcas de cicatrizes, pois não existem indícios de que o crânio foi aberto.
As curas por UFOs têm comumente sido relegadas ao universo do contatado. Contudo, os dados mostram que 45% dos casos ocorreram com abduzidos, em contraposição aos 28% que envolveram contatados propriamente ditos.Surpreendentemente 22% envolvem pessoas que não tinham relação anterior com UFOs. Também é curioso que as estatísticas mostrem que mais homens relatam curas: 64%, contra 34% de mulheres. Há também padrões para a maneira como as curas são feitas: 26% envolvem operações cirúrgicas a bordo dos UFOs, enquanto que 21% algum tipo de raio de luz e 13% instrumentos alienígenas mantidos sobre o corpo, sem incluir as operações cirúrgicas.Aparentemente, 13% das curas ocorreram próximas a UFOs. Em 9% dos casos há a presença de pílulas, pomadas ou outro medicamento, 5% envolvem injeções e outros 5% curas pelo poder mental dos alienígenas. Vale a pena repetir que as curas efetuadas estão além de nossas capacidades médicas.

2 comentários:

alirio disse...

e magnifico,ler maravilhas deste tipo como a que eu pude ler aqui,isso abre a nossa mente. tais cazos de abdusãoes e tambem de curas, como a que eu pude ler aqui, eu tbm se posivel queria fazer uma viaje o nosso amigo e inter galatico karam , foi um prazer e saibam agora os amigos que e mais um leitor? alirio reinke . abrasso?

BLOGSAP-Bi@ disse...

Nossa!Eles curam pessoas!!Podiam curar o meu avo =(, ele é muito doente.