sexta-feira, setembro 28, 2007

MIBs - Homens de Preto Parte - 1

** Homens de Preto Parte 1-0 **

Os Homens de Preto (Men in Black) foram vistos pela primeira vez em 30 de março de 1905 em Barmouth, País de Gales. Desde então o mito acerca destas estranhas pessoas se estabeleceu principalmente nos Estados Unidos. Geralmente os relatos contêm detalhes duvidosos, alguns são até ilógicos; em quase todos os casos, aparentemente, existem mais razões para se descrer do que para crer. Os homens de preto já foram descritos com várias tipologias, mas uma coisa se mantém inalterada, ternos pretos à moda antiga e carros modelo Cadillac também negros.
Pouco depois de avistar um OVNI, a testemunha ou um investigador do caso, recebe a visita dos homens de preto. Freqüentemente ela ocorre logo depois do próprio incidente, quando não houve nenhum relatório oficial ou publicação na imprensa. A vítima está quase sempre sozinha na ocasião da visita, normalmente em sua própria casa. Os visitantes, geralmente três, chegam num grande carro preto. Nos Estados Unidos, freqüentemente num imponente Cadillac, mas raramente num modelo recente. Ao mesmo tempo que velho em termos de época, é provavelmente novo e imaculado em aparência e estado, por dentro e por fora, tendo até mesmo aquele inconfundível cheiro de "carro novo". Se a pessoa guarda o número da placa e a verifica, invariavelmente descobre que ela não existe. A entrevista é, às vezes, um interrogatório, outras, uma simples advertência. Em ambos os casos, os homens de preto, embora façam perguntas, estão claramente muito bem informados, com acesso a informações restritas. Falam com uma entonação e sintaxe perfeitas, por vezes demasiadamente perfeitas.
A visita quase sempre acaba com uma advertência para a pessoa não falar a ninguém sobre o incidente. Ameaçam freqüentemente com violência. E os homens de preto desaparecem tão subitamente quanto aparecem. Agentes de uma organização secreta? Apenas mais um dos muitos folclores urbanos? Os Homens de Preto continuam a fascinar e a mídia explora bem esse aspecto, com filmes, revistas e matérias sobre o assunto.
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** Homens de Preto **



OS Homens de Preto também são considerados por alguns estudiosos como uma espécie de extraterreste. Também são chamados de MIBs - Men in Black. São identificados como os que fazem visitam aos indivíduos que tiveram algum tipo de contato com um OVNI ( Objeto Voador Não Identificado) e avisam a eles para não contarem aos outros o que viram.
Os Homens de Preto, supostamente, usam todas as opções possíveis para silenciar uma testemunha de um contato de terceiro e quarto grau, incluindo a ameaça de morte, ou até mesmo a própria morte da testemunha se necessário.
Esses Homens de Preto são vistos usualmente em grupos de três e acreditasse serem.
Agentes que trabalham para os extraterrestres
E que São clones
E tem passagem pelo serviço de inteligência do governo
Os Homens de Preto são responsáveis por silenciar as testemunhas sobre avistamentos de OVNIs e assegurar que o assunto continue escondido do público. Eles trabalham como vendedores, trabalhadores utilitários (como por exemplo os encanadores, bombeiros, marceneiros), ou como agentes especiais do governo para ganhar acesso à testemunhas de discos voadores. Eles surpreendem testemunhas que viram extraterrestes através de ligações por telefone e inesperadas visitas.
Os Homens de Preto são também marcados por dirigir carros antigos de cor preta das cidades de Buicks ou Lincon. Eles foram imortalizados, virando mito, no filme "Homens de Preto" lançado em 1997 o qual se trata de dois agentes protegendo a Terra da escória do Universo. Por isso fique os Homens de Preto são ou foram Realidade.
As características de um ou de outros variam mas o mais comum é :
Características:


Altura: de 1 metro e 60 centímetros a 1 metro 90 centímetros;


* Peso: 74-90 quilos;


* Olhos: sensíveis à luz;


* Lábios : finos;


* Cabelo: preto;


* Pele: branco pálido;


* Sexo: masculino;


* Rosto: sem expressões emocionais;


* Vestimenta: se vestem de preto (ex: chapéu, blazer, terno, casaco).
Em muitos relatos de testemunhas eles agem como se fossem robôs ou algo assim.

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O primeiro relato de Homens de Preto ( MIBs, sigla em inglês ) ocorreu em 30 de março de 1905 em Barmouth, País de Gales. Descrevia homens de aspecto oriental, de comportamento estranho, que faziam perguntas grosseiras e andavam em carros grandes e pretos. Os investigadores desses relatos passaram a alertar: "...Não tentem prendê-los pessoalmente. Não os agridam fisicamente. É preciso uma abordagem cautelosa, pois eles usam técnicas hipnóticas"...Em maio de 1975, duas semanas depois de ver, de dentro do seu avião Piper Pa-24, a aparição de um OVNI, confirmada nas telas dos radares do aeroporto da Cidade do México, um jovem piloto foi seguido na estrada por quatro homens numa limusine preta:"... usavam terno e pareciam escandinavos pois eram altos, de uma cor branca estranha e não piscavam"... O piloto, que ia para uma emissora de televisão dar uma entrevista, foi forçado a parar no acostamento e intimado a não falar do que vira. Um mês depois, um dos estranhos voltou a aparecer e a ameaçá-lo, pois ia encontrar-se com J. Allen Hynek, eminente astrônomo americano e investigador dos OVNIs. Foi a última vez que o jovem viu os MIBs. Assossiados à inteligência dos EUA, KGB ou, ainda, à intervenções extraterrenas, os misteriosos MIBs já foram tema de vários filmes em Hollywood e ainda movimentam a opinião popular.



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** HOMENS DE PRETO **

Geralmente são baixos, magros e pálidos, e mais raramente altos, loiros e de pele acetinada.
São vistos usando óculos de sol, principalmente nos centros urbanos.
As vestimentas são pretas – daí seu nome – e quase sempre novas.
Deslocam-se em veículos novos – em alguns poucos casos
o modelo era antigo – pretos ou de tonalidade escura.











HOMENS DE PRETO -



Não parecem irritadiços nem malignos, mas transmitem uma sensação de ameaça e infundem medo. Parecem envoltos numa aura fantasmagórica ou sobrenatural. Surpreendem-se diante de objetos comuns como canetas esferográficas e talheres. Os gestos e o caminhar são robóticos, e os diálogos, monótonos. As perguntas se concentram em fatos estranhos ou insólitos. Falam com sotaques esquisitos, e a linguagem ora é excessivamente formal, ora recheada da gíria ultrapassada de velhos filmes policiais hollywoodianos: “Olhe amigo, se você dá valor à sua vida e à de sua família, esqueça essa história que você anda espalhando por aí”, teria dito um deles. Raramente empregam a violência física para fazer valer seus propósitos, mas não hesitam em lançar mão dela quando necessário. Apresentam-se portando identidades de oficiais das Forças Armadas ou de agentes de órgãos de contra-espionagem internacional. São seres dotados de capacidades paranormais, já que se antecipam às ações dos alvos visados. As visitas, os assédios e as intimidações se repetem até que consigam atingir seus propósitos.
CONSPIRAÇÃO - Esse é o perfil dos misteriosos e famigerados HDP, acrônimo para “Homens de Preto”, denominação proveniente do inglês MIB, de “Men in Black”, insistentemente denunciados como as figuras de proa da conspiração ufológica.
Ostentando um estatuto quase mítico, os HDP insurgiram como um dos fatores mais persistentes do fenômeno OVNI. Os primeiros relatos do pós-guerra já faziam menção a homens estranhos vestidos inteiramente de preto que chegavam de surpresa, às vezes sozinhos, às vezes em dois ou três, nas casas de determinadas testemunhas, geralmente antes que relatassem a experiência para qualquer pessoa. Quase sempre demonstrando saber mais do que um estranho poderia saber sobre a testemunha, os HDP recomendavam que não contassem a ninguém o que tinham presenciado. A sua principal missão era a de dissuadir as pessoas de falarem sobre OVNIs.


QUEM SÃO?



- Quem são e o que perseguem os HDP ao pretenderem destruir ou monopolizar toda classe de documentação valiosa? Pura fantasia? Nesse caso, uma fantasia coletiva bastante coerente. Contágio social? Peter M. Rojcewicz, um folclorista versado em relatos transculturais incomuns, encontrou menções a “homens escuros” em contextos não propriamente ufológicos, o que para ele atestaria a vitalidade do arquétipo do Demônio. Paramentado de preto, o Demônio prometia aos solicitantes atender a qualquer desejo em troca de servilidade.
EM MINAS - Nos tempos coloniais no Brasil, no Estado de Minas Gerais, “figuras negras de forma humana” se fizeram presentes: “O principal protagonista, Paulo Gil, era um pardo forro que vivia nas imediações da Vila do Príncipe. Reputavam-no feiticeiro, atribuíam-lhe várias mortes, desconfiava-se de que fizera pacto. [...] Quem nos dá depoimento detalhado sobre as feitiçarias de Paulo Gil é João Batista, pardo forro de 20 anos. O feiticeiro o interpelara ‘se queria ter mandinga para ninguém poder com ele’. [...] João Batista recusou, mas Paulo Gil continuou insistindo por mais 8 dias; por fim, aquiesceu, acompanhando o feiticeiro numa excursão noturna até certa encruzilhada, onde ficou sozinho enquanto Paulo Gil se ausentava por pouco tempo. Voltou momentos depois, acompanhado de sete ou oito figuras negras, todas de forma humana, dizendo: ‘Aqui estão os nossos amigos’. Apavorado, João Batista disse ao feiticeiro que ia se retirar um instante, mas que voltaria logo; sumiu, enfiando-se em casa. Tornando a encontrá-lo, Paulo Gil o repreendeu asperamente, dizendo que fizera muito mal em desaparecer. [...] Dias depois, dormia quando acordou com forte dor no quadril: Paulo Gil o ferira para tirar seu sangue e dá-lo aos ‘amigos’, que em troca lhe asseguravam força desmesurada. João Batista renegou dos amigos, não os queria como tais. Imediatamente sobreveio um rodamoinho terrível, e o rapaz, apavorado, pôs-se a chamar por Sant’Ana. Desde então, nunca mais falou com Paulo Gil”

DAHL - No contexto ufológico moderno, Harold Dahl foi o primeiro a ser prevenido por um HDP a não divulgar seu caso. Três dias antes da visão ontológica de Kenneth Arnold, Harold A. Dahl, comandante de um pequeno barco guarda-costas, em companhia do filho de 15 anos, do cão deste, e dois membros da tripulação, patrulhavam as cercanias da ilha Maury, na Barra de Puget, a cerca de 5 km de Tacoma, Washington, não muito distante de onde Arnold viveria sua experiência. Uma camada compacta de nuvens escurecera o dia e ventos agitavam o mar. De súbito, pouco abaixo das nuvens, seis objetos prateados em forma de “roscas de padaria” despontaram e ficaram a pairar a uns 150 metros acima do barco. Mediam cerca de 30 metros de diâmetro e apresentavam um “furo central” de 7 ou 8 metros. Janelas laterais igualmente espaçadas entre si contornavam o casco. Um dos objetos parecia apresentar mal funcionamento. Dahl, receando que a máquina desarranjada caísse repentinamente no mar, por medida de segurança desviou o barco para uma praia próxima. Um dos objetos que rodeavam o defeituoso “acoplou-se” a ele como que intentando estabilizá-lo e assim se manteve por alguns minutos. Nesse ínterim, Jackson aproveitou para fotografá-los. Quando os objetos se separaram, ouviu-se um ruído surdo e o que estava desarranjado começou a alijar folhas de metal derretido através do orifício central, expelindo a seguir um material mais denso. Os tripulantes manobraram rapidamente o barco levando-o para junto dos rochedos. Entretanto, antes que se abrigassem, o metal em estado de fusão atingiu o braço do filho de Dahl e vitimou seu cão. Assim que atingiram a ilha, os OVNIs partiram em alta velocidade. O patrulheiro do porto recolhera diversos pedaços do metal esfriado na praia e tentara pedir socorro pelo rádio, porém, fortes interferências impediram o contato com a base em Tacoma. Ali chegando, Dahl providenciou os primeiros socorros para o filho e apresentou-se a seu superior, Fred L. Chrisman, a quem relatou o ocorrido e entregou as chapas fotográficas e os pedaços de metal.


HDP VISITA - Logo no dia seguinte ao incidente na ilha Maury, um homem misterioso visitou Dahl em sua residência convidando-o a acompanhá-lo até um hotel, onde gostaria de tratar de negócios. Sentados no saguão, o homem frisou que, para o seu bem e o de sua família, deveria manter tudo em segredo.

Pelas estimativas de Dahl, o disco alijara cerca de 20 toneladas de metal, nunca encontradas. As fotos ficaram pouco nítidas, como se expostas à radiação. Dahl e Chrisman propuseram em comum acordo vender a história a uma revista de Chicago. O editor, desconfiado, contratou um perito para investigar o assunto. Esse perito era ninguém menos do que Kenneth Arnold, o popularizador dos discos voadores. Arnold entrevistou primeiro o chefe e “cúmplice” de Dahl, o qual contou-lhe que, 2 dias depois do incidente, embarcara numa lancha e se dirigira à ilha Maury, onde encontrara toneladas de metal derretido solidificadas na areia. Enquanto recolhia amostras, um aparelho de forma tubular, diferente do descrito por Dahl, saiu do interior de uma nuvem e pôs-se a circular sobre o local.
A investigação da USAF principiou com um telefonema interurbano de Arnold ao tenente Frank Brown, agente da Inteligência da Base Aérea de Hamilton, Califórnia. Em 31 de julho, o tenente Brown e o capitão Davidson seguiram a bordo de um avião militar a Tacoma. Ambos deveriam ouvir o relato de Arnold e recolher amostras do metal. Percebendo desde logo que se tratava de uma fraude, apressaram-se em partir. Arnold ajudou-os a embalar as amostras de metal e acompanhou-os até a porta do hotel. Um sujeito não identificado, possivelmente o mesmo que ameaçara Dahl, telefonou à redação do jornal The Tacoma Times mencionando detalhes do que reservadamente declararam Dahl, Chrisman, Arnold e os dois oficiais. Teria ele “grampeado” as conversas? Reviraram o hotel à procura de um microfone oculto, mas nada foi encontrado.


ENIGMA - Os oficiais Brown e Davidson rumaram à Base Aérea de McChord, perto de Tacoma, onde seu B-52 se achava estacionado, e mantiveram uma conferência com o oficial de Inteligência. Sem demora, decolaram de volta à Base Área de Hamilton. Poucas horas depois estavam mortos. Um mecânico e um passageiro civis que os acompanhavam à bordo salvaram-se pulando de pára-quedas. O B-25 caiu nos arredores de Kelson, Washington. Os jornais insinuaram sabotagem, posto que transportava material altamente secreto. Os dois sobreviventes declararam que o motor esquerdo se incendiara logo após a decolagem e o avião se espatifara 11 minutos depois de terem saltado de pára-quedas. Ficou a pergunta: por que Brown e Davidson nada comunicaram às bases aéreas próximas e também não saltaram? Teriam cedido os únicos pára-quedas disponíveis aos dois que, notando o fogo no motor, desligaram os circuitos elétricos?
Eis que, novamente, o homem misterioso intervém. Antecipando-se em 12 horas à liberação da notícia pela USAF, declinou à imprensa o nome dos pilotos mortos e a espécie de carga que transportavam. Em 1o de agosto, ele interveio pela última vez. Telefonou às autoridades de Tacoma e notificou que os restos do avião de transporte da Marinha desaparecido em Washington – justamente o C-46 que Arnold procurava quando avistou os seus discos – encontrava-se na encosta sudoeste do Monte Rainier. Acrescentou: “O avião foi abatido porque carregava informações que nós não queremos que sejam divulgadas”. Oito homens escalaram a geleira e localizaram os destroços do aparelho e os trinta e dois corpos dos fuzileiros navais que se encontravam a bordo.
Quase 2 anos depois, em 27 de abril de 1949, a USAF desferiu o golpe de misericórdia no caso da ilha Maury, divulgando o seguinte comunicado: “Interrogados, Dahl e Chrisman fraquejaram e admitiram que os fragmentos recolhidos eram apenas pedaços de rochas comuns aos quais atribuíram uma origem extraterrestre com o intuito de aumentar o valor comercial da história que pretendiam vender à revista de Chicago”.
HUMANÓIDE - Em maio de 1964, o bombeiro James Templeton e sua mulher fotografaram sua bela filha, de cerca de 9 anos de idade, em frente a uma bucólica paisagem de Carlisle (Cumbria). Ao revelaram o filme, notaram que havia sido captada a imagem de um humanóide trajando o que parece uma roupa de amianto inteiriça – do tipo das que os bombeiros usam em situações extremas de enfrentamento e combate ao fogo – sugerindo uma figura espacial, flutuando bem atrás da menina. Pouco depois, dois homens vestidos de preto, dirigindo um jaguar escuro, chegaram na casa dos Templeton. “Eram muito estranhos, perguntavam coisas absurdas sobre o tempo e o comportamento dos animais. Apesar de terem dito que trabalhavam para o governo, não mostraram nenhuma identificação e referiam-se um ao outro usando números. Acompanhei os homens em seu carro até o local onde fiz a fotografia, porém ficaram decepcionados quando insisti que não tinha visto ninguém. Foram embora deixando-me naquele lugar a 5 milhas de casa. Nunca mais ouvi falar deles”, contou James.

SUPOSTA ABDUÇÃO - Na noite de 11 de setembro de 1976, o psiquiatra e hipnotizador Herbert Hopkins trabalhava sozinho em casa quando recebeu o telefonema de um homem que dizia representar um grupo de pesquisas de OVNIs de Nova Jersey (grupo esse fictício, conforme apuraria mais tarde). O homem propôs que conversassem nem que fosse por um minuto a respeito de um caso que Hopkins andava pesquisando: a suposta abdução de dois homens ocorrida em outubro de 1975, durante o clímax de uma onda ufológica no Estado do Maine. O psiquiatra concordou prontamente, o que o levaria a refletir acerca dos motivos que o teriam levado a aceder dessa maneira. O desconcertante é que Hopkins não estranhou o fato de, dali a menos de um minuto, o homem, trajando impecáveis terno e gravata pretos e uma camisa branca resplandecente, já estar batendo à sua porta. “Não vi carro algum, e ainda que tivesse vindo de carro, não poderia ter chegado tão depressa da cabina telefônica mais próxima”. Hopkins revelou detalhes do caso sentando-se ao lado do estranho, que pediu que destruísse a informação referente a abdução. Quando a conversa começou a aprofundar-se no tema dos OVNIs, Hopkins percebeu que a voz do estranho começava a falhar, e a um certo momento notou que ele falava cada vez mais devagar, como em câmera lenta. Seus movimentos estavam vacilantes quando se levantou estremecendo e dirigiu-se até a porta pedindo desculpas e dizendo que teria de ir embora. Despediu-se dizendo: “Minha energia está acabando... Hora de deixá-lo. Até logo”. Só depois que o homem saiu, a passos trôpegos, Hopkins se deu conta de sua estranha aparência bem como da estranheza geral do encontro. O visitante vestia um antiquado traje preto que, no entanto, parecia novo. Além do mais, era completamente calvo, imberbe, não possuía sobrancelhas ou cílios, seu rosto era inteiramente branco e a boca realçada parecia usar batom.

SET MURPHY - Talvez o mais absurdo e inacreditável caso envolvendo HDP seja o de Set Murphy. A investigação por ele conduzida em 1976 no povoado de Thomasville, Estado de Georgia, levou-o a concluir que todos os adolescentes na faixa dos 14 aos 20 anos haviam sido seqüestrados pelos HDP e por eles convertidos em agentes hipnotizados, cuja missão consistia em vigiar de perto ou assassinar pessoas contatadas por OVNIs. Murphy, no entanto, não conseguiu juntar provas consistentes disso e, certo dia, ao voltar para casa, constatou que sua família havia desaparecido. A palavra “stendeck” – abreviatura em inglês de “stay on deck” (“mantenha-se coberto”) – anotada em um pedaço de papel sobre sua mesa, o fez abandonar seus negócios e seu país.

HDP VISITA EDITOR - A revista norte-americana UFO viu-se às voltas com o assédio de HDP em 1977. Às 18 horas, todos tinham ido embora, menos o editor Jeff Goodman, que ficara trabalhando em um projeto especial. O telefone tocou e do outro lado da linha um homem com voz cavernosa advertiu: “Pela sua segurança pessoal, não se aprofunde no fenômeno OVNI. Evidentemente desconhece a gravidade do que investiga. O preço a pagar por indiscrições nessa área é muito mais alto do que imagina”.


A partir de então, fatos estranhos começaram a suceder. Notaram um carro preto estacionado em frente à residência de Charles Cowler, diretor associado da revista, e em frente aos escritórios da Official UFO em Nova York. Durante as chamadas telefônicas ouvia-se zumbidos insuportáveis. Os editores se sentiam vigiados. O mais bizarro foi a chegada de um novo e estranho companheiro de redação, o senhor Ron, que não sabia comportar-se socialmente e ignorava a forma correta de utilizar um talher. Cowley recebeu um telefonema em que lhe disseram: “Ouça com atenção. O senhor não imagina quão próximo encontra-se da morte. O senhor está sendo vigiado. Cada movimento seu é monitorado. Guarde bem as fotos tiradas por um de seus profissionais. Se o senhor vier a publicá-las, morrerá”. Até então, ninguém tinha prestado atenção nas fotos tiradas casualmente por Jack Clakeley em Petulie, Ohio, em que apareciam a figura de um humanóide e um objeto oval suspenso no ar. No dia seguinte, 16 de dezembro, três homens usando ternos escuros e óculos de Sol assaltaram a redação ameaçando jogar o editor do 12o andar caso não entregassem as fotos, trancadas na caixa-forte. Depois de arrombá-la e confiscarem o material, um deles disse a Goodman: “O senhor é um homem de sorte”.

AGENTES OU ALIENS? - Pensou-se inicialmente que os HDP fossem agentes do governo, da CIA ou das Forças Armadas. Tal suposição perdeu força com o tempo, provavelmente porque as excentricidades dos HDP extrapolaram o campo das conspirações federais. Gray Barker e James E. Moseley juntaram cerca de seiscentos casos de visitas de HDP. O próprio Bender em Flying saucers and the three men, descreve um deles como tendo olhos semelhantes a lâmpadas de lanterna. Alguns autores chegaram ao cúmulo de sugerir serem eles provenientes de tribos indígenas do Círculo Polar Ártico, os quais estariam a serviço de extraterrestres.

O pesquisador Alvin Lawson sugere que todas as presenças alienígenas relacionadas com aparições de OVNIs parecem corresponder aos arquétipos que, segundo Jung, escondem-se nas imagens subconscientes de todos nós. Um visitante real poderia desencadear na mente da vítima imagens arquetípicas que gerariam uma fantástica seqüência de fatos, como em um sonho. Para Lawson, o verdadeiro enigma não está no que a vítima vê, e sim no que provoca a aparição das imagens arquetípicas: um quebra-cabeça cuja solução é desconhecida. “Estou convencido de que as declarações das testemunhas refletem o que seu sentido captou, quer dizer, que eles, na realidade, sentiram-se na presença de algo”.

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Mas é claro há pessoas que acham que a questão dos MIBS são Por exemplo essas :

Que viagem!!! gora eu fiquei curiosa : algum de vocês acha que o Homens De Preto realmente existam Deixo logo a minha opinião: Acho que não passa de folclore!!! Não acredito!!!

É uma tremenda besteira, sem pé nem cabeça. Esse povo tem mesmo uma imaginação muito fértil...

Pode provar que os MIBS existam ?

isso é coisa de estadunidense idiota é bem do tipinho deles povinhu burro....

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É A PESSOAS QUE NAUM SÓ FALAM ISSO MAS TAMBEM AFIRMAM COM TODA A CERTEZA AS CRITICAS LOGO ACIMA E ISSO EU PEGUEI DE UMA LISTA DE DESCUÇÃO NA NET. EM UMA O INTERNAUTA FALA COMO VCS PODEM VER LOGO ACIMA pode provar que os MIBS existem ? EU PERGUNTARIA VC PODE ME PROVAR QUE ELES NAUM EXISTEM ???

BOM CONTINUANDO A MATÉRIA :

** MIBs em Lisboa **


Uma pequena pesquisa ou entrevista que achei na net perdida .

Entrevistador : Anabela Sofia o que é que viu de especial na sua rua em 1996?Anabela Sofia– Depois de me terem aparecido aquelas recordações mais intensas e depois de ter visto a luz azul no meu quarto, passados uns dias e durante uma semana inteira, apareceu um carro estacionado um pouco acima da esquina da minha rua, mesmo em frente ao banco, sempre estacionado no mesmo sítio. O carro era todo preto muito brilhante e muito bonito, com vidros fumados, muito limpinho, parecia um carro saído do stand.

Entrevistador : Qual era a marca do carro?

Anabela Sofia – Não me lembro, sei que era um carrão topo de gama muito lindo e esteve ali estacionado durante uma semana. A única anormalidade que o carro tinha é que era de topo de gama, de resto era todo normal. Durante o dia o carro não estava ali e à noite arranjavam sempre maneira de por ali o carro no mesmo sítio. O carro estava ali estacionado a noite inteira e depois de manhã desaparecia e nunca cheguei a vê-lo partir.Algo muito estranho, quando se sabe que é muito difícil ali estacionar um carro, visto a rua estar sempre cheia de carros, quanto mais estacionar sempre no mesmo sítio.



Entrevistador : Havia gente dentro do carro?

Anabela Sofia – Eu sentia que o carro tinha lá alguém, houve até uma vez que eu levantei-me durante a noite, porque acordei a lembrar-me do carro. Recordo-me de pensar “Vamos lá a ver se o carro ainda lá está” e quando fui à janela ainda estava o carro estacionado. Depois dessa semana deixou de aparecer.

Entrevistador : Nunca viu ninguém lá dentro?


Anabela Sofia – Não porque os vidros eram fumados, não me lembro se o vidro da frente era fumado, também nunca vi vultos lá dentro, tive a sensação que estava lá alguém dentro do carro. Aquele tipo de carro não era o tipo de carro habituado estar estacionado cá no bairro, ainda hoje é raro aparecer um carro daquele tipo.


Entrevistador : Nunca viu ocupantes na rua?

Anabela Sofia – Não, nunca vi ninguém na rua que fosse ocupante desse carro.

Entrevistador : Já viu pessoas a segui-la vestidas de preto na rua?

Anabela Sofia – Pessoas todas de preto seguindo-me já aconteceu, perto do Corte Inglez em Março de 2003, não estava a chover e quando saí de lá à noite cerca das 23 horas, vim a pé pela Avª António Augusto de Aguiar. Conforme eu vinha, comecei a ter a percepção de estar a ser seguida e dá-nos a vontade de olharmos para trás para confirmar. Nesse trajecto até ao jardim da Gulbenkian, vinha a acelerar o passo, sempre com a sensação forte nas costas de alguém me estava a seguir e eu antes de chegar aos sinais, olho para trás e pensei “Hoje calha-me a mim ser assaltada”. Ao olhar para trás vejo um fulano alto todo vestido de preto, pele clarinha, (mais tarde a Anabela Sofia refere-se a ele como sendo muito bonito) e vinha a uns metros atrás de mim. Eu pensei “Sacana estás a seguir-me”. Ele deve ter sentido que eu estava a desconfiar dele e no cruzamento na Praça de Espanha, os carros estavam parados e eu passei por entre eles para o outro lado da avenida.Depois olho para trás e vejo o fulano atrás de mim e em vez de parar seguiu para a Avenida de Berna e algumas vezes olhava para trás.


Homens de negro do Atrium Saldanha

Entrevista:

Eu fui com uma amiga chamada Leonarda e estávamos na zona dos restaurantes. Ela é que deu conta deles, ela é que deu o alarme, porque segundo a Leonarda, eles já nos vinham a seguir antes de nos sentar-mos nas mesas.


Entrevistador : Quantos eram eles?

Anabela Sofia – Eles eram três, eu não vi a cara deles, mas segundo a descrição dela, um deles era mais velho de meia-idade, e os outros dois eram mais novos. Todos eles eram altos e bem constituídos. Houve um deles que lhe olhou nos bem nos olhos da Leonarda e ela pode verificar que tinha os olhos pretos.Mas eu não lhes vi a cara, porque eles foram sentar-se a umas mesas atrás de mim, a Leonarda é que estava de frente para eles é que os viu. Algo fez para eu não os olhar. Ela é que deu conta que eles passavam pela nossa mesa onde nós estávamos. Cada vez que eles passavam eles olhavam com um olhar muito estranho para nós.Também havia outras mesas ali perto com gente jovem. Havia uma mesa ao lado com quatro raparigas estudantes de farmácia, porque eu ouvi o tema da conversa delas e estavam também a tirar apontamentos de estudo.Segundo a Leonarda, por vezes eles, dispersavam-se e ia um para cada sítio e depois passavam novamente pela nossa mesa.Lembro-me de ver passar os indivíduos entre as mesas, mas vejo a parte dos blusões e das calças, parecia que algo me impedia de olhar para cima para lhes ver a cara, notei que eles vinham vestidos de preto. Pensei cá para mim “estes devem ter a mania que devem ser vanguardas ou metálicos ou …”. Vejo que eles se sentaram numa das mesas atrás de mim.A Leonarda disse-me “Oh! Anabela Sofia, aquele tipo que está ali atrás de ti, deitou-me um olhar, até parece que me trespassou com o olhar, ele é mesmo esquisito”.Perguntei-lhe “Mas quais tipos”. Ela disse-me estão ali atrás três tipos de preto a olhar muito para a gente. Já há pouco passaram aqui perto das nossas mesas umas três vezes. Eles estão ali a beber água e um deles deitou-me cá um olhar!!! Foi mesmo estranho.Depois estivemos ali na conversa e a Leonarda começou a ficar nervosa porque eles não tiravam o olhar da gente. Eu não via nada porque estava de costas, não sei porquê, mas algo não me deixava olhar para trás. Nem me passou pela cabeça olhar para trás. Ela começou a ficar em paranóia e quis sair um pouco e então disse-me “Vou ali ao balcão buscar os cafés”. Segundo o relato da Leonarda, conforme ela se dirige para o bar eles levantam-se, dois afastam-se e um deles vai atrás dela. Esse que vai atrás dela era aquele que estava a olhar muito para ela quando estava sentada.A Leonarda foi a um dos bares do Átrium Saldanha e estava à espera de ser servida. Aquele que se destacou estava mesmo colada a ela, se ela ia para um sítio ele seguia-a de imediato para esse lugar, se ela ia para outro lugar ele também seguia-a.


MIB com telemóvel



Algo estranho no meio destes seguimentos. Algo mesmo fabuloso aconteceu. O telemóvel dele tocou e ele atendeu. Ela não conseguiu saber que tipo de língua seria, se era de um país de leste ou outra língua.A seguir ao telefonema, ele simplesmente desapareceu, de referir que ele estava a cerca de um metro de distância dela.Entretanto e enquanto esta cena estava a acontecer com a Leonarda, eu vejo um casal novo na mesa à minha frente e vejo o rapaz a olhar muito para mim, mas descaradamente.A rapariga que estava ao lado desse rapaz dizia-lhe “Éh pá, não olhes, não dês estrilho, estás a olhar descaradamente”.Aí comecei eu a pensar “Ai o caraças, mas afinal o que é que este também quer”, e conforme ele olhava para mim eu disfarçava e olhava para um balcão que estava do outro lado.A rapariga que estava ao lado do rapaz começou a acenar-me e dizendo “Olha, olha, olha” e aí eu disse-lhe “É para mim, o que é que se passa”.A rapariga disse-me “ ah! não leves a mal, mas é para vos avisar que têm estado aí uns fulanos a passarem por aí e cada vez que passam olham para vocês de uma maneira muito estranha, tenham cuidado, eles têm pinta de serem malucos, tenham cuidado, até parecem aqueles gajos de Leste que andam aí por causa da prostituição, vejam lá porque cada vez que eles passam por aí dão-vos um olhar muito estranho”.Eu agradeci-lhe e disse que já tinha reparado nisso.Entretanto chega a Leonarda e disse-me “Eu não trouxe os cafés porque a máquina do café estava avariada, trouxe só um bolo”.Eu disse à Leonarda “sabes dos três homens que nos estão a controlar e que já passaram aqui várias vezes, este casal que está aqui à frente também os viram e notaram algo de anormal neles e o olhar deles”.Ela disse-me “há pouco um deles olhou-me de tal maneira que parece que eu fiquei ferida”.A partir do tal telefonema os homens deixaram de serem vistos, eu ainda me levantei para ir buscar um café para mim e outro para ela. Eu estava frustrada por não ter conseguido ver a cara deles. Olhava para todos os lados e não os vi.Depois eu voltei com os cafés para a mesa e foi aí que ela começou a contar-me umas cenas semelhantes que lhe tinha acontecido na vida dela.A Leonarda contou que ia numa estrada em Benfica (Lisboa) a conduzir e de repente viu um carro preto um BMW ou outra marca.


CONTINUA...............

2 comentários:

cotatos do universo disse...

Sou ufologo amais de trinta anos e dentro dos festivais de besteiras que tenho visto de quem escreve sobre ufologia, não tem nada mais fantasioso do que os chamados homens de preto, tão verdadeiros quanto a história do chapeuzinho vermmelho, vamos estudar o fenomeno seriamente se não não chegaremos a lugar nenhum, e vou deixar bem claro porque tenho conhecimento de causa o unico contato, unico e verdadeiro foi o de Antonio Villas Boas, fora este caso tudo não passa de especulações mediocres, todos os que escrevem sobre ufologia estão escrevendo materias de ficção pura ficção, portanto ufologia se resume a um unico caso. Célio VIDAL

Natália disse...

Olá, tenho apenas 12 anos,e sou interessada sobre o tema.Fiz até um blog muito interessante sobre ufologia : http://nataliaufologia.blogspot.com/
Por favor, entrem no meu blog, postem e fiquem por dentro de tudo no mundo da ufologia!!! :D
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