sábado, setembro 22, 2007

Espécies Já Classificadas Parte "2"

Analizando: Espécimes Extraterrestres já classificadas


* GUERRA DOS MUNDOS
* A BASE DE DULCE
* MJ-12
* MK-ULTRA
* PROJETO CONTROLE MENTAL
* APROFUNDANDO PESQUISA CONTROLE MENTAL
* SEROTONINA


GUERRA DOS MUNDOS:


Pânico! É a Guerra dos Mundos!



Às oito horas da noite de dia das bruxas, em 30 de outubro de 1938, Orson Welles começou a transmitir uma dramatização de "A Guerra dos Mundos" de H.G. Wells pela estação de rádio CBS. Por uma hora ingênuos trechos de música seriam interrompidos por flashes realísticos de radialistas cada vez mais desesperados à medida que iam descobrindo e relatando que explosões em Marte e meteoritos caindo na Terra eram na verdade uma invasão alienígena em pleno curso capaz de vaporizar nossas melhores defesas com 'raios de calor'. Sete mil homens marcharam contra uma única máquina de guerra marciana, pouco mais de uma centena de sobreviventes sobraram na trágica batalha em Grovers Mill, Nova Jérsei. O nosso mundo estava sendo aniquilado, e essa era a travessura de Halloween de Welles.







Milhares de pessoas que sintonizaram o programa um pouco depois e perderam o aviso inicial de que uma dramatização estava prestes a começar teriam que esperar quarenta minutos até que uma breve nota da CBS repetisse que o programa de rádio era... um programa de rádio. Nesse meio tempo podia-se ouvir diretamente do front de batalha o ofegar nervoso dos radialistas, os gritos da população, declarações de oficiais do governo americano admitindo uma invasão alienígena mas pedindo por calma e até os sons aterrorizantes de destruição marciana.O pânico dramatizado compreensivelmente se tornou real, contrariando o inútil e fictício pedido do governo americano. As pessoas que ouviram trechos do programa começaram a fugir desesperadas para lugar nenhum, lotando as estradas; ou tentavam se esconder em celeiros. As mais corajosas carregaram suas armas e saíram à procura dos monstros marcianos, mesmo que acabassem atirando em caixas d'água, razoavelmente parecidas com as máquinas de guerra alienígenas. Houve relatos de pessoas dizendo poder ver as nuvens de fumaça dos campos de batalha, mesmo que os campos de batalha estivessem em uma pacata noite de Halloween. Algumas pessoas até enrolaram toalhas molhadas em volta da cabeça na esperança de se proteger do gás venenoso marciano, ignorando os avisos de que nem máscaras de gás funcionavam. Talvez porque tenham dito que o gás era uma fumaça negra, alguns tenham imaginado que poderiam agir como em um incêndio.Às nove horas o programa terminava e Welles confortava o público assegurando que o mundo não havia acabado e que tudo havia sido uma brincadeira de Halloween. "... Nós não podíamos ensaboar suas janelas e roubar os portões de seus jardins até o amanhecer ... então fizemos o melhor que podíamos. Aniquilamos o mundo frente a seus ouvidos ...".A travessura de Welles mudou o mundo. Na mesma época, o regime nazista já se aproveitava do poder do rádio, mas havia todo um regime poderoso por trás da máquina de propaganda. Welles provou que apenas o rádio, sem todo um regime por trás de si, poderia levar as pessoas a acreditar em algo totalmente absurdo - a invasão do planeta por marcianos - demonstrando o real poder da comunicação em massa. E que demonstração! No dia seguinte os jornais falariam sobre o pânico em primeira página e as pessoas, principalmente as que foram enganadas, estavam indignadas. Houve pressão para que Welles fosse punido e a favor de leis impedindo que algo assim jamais se repetisse. Segundo eles, Welles teria gritado 'Fogo!' em um teatro lotado.Mas esse certamente não foi o caso. É impressionante, mas naquela mesma estação, naquele mesmo horário Welles transmitia regularmente um programa popular de dramatizações, 'direto do Mercury Theater'. Ou seja, muitos sabiam que aquele programa deveria ser uma dramatização. Além disso, a introdução avisava que Welles apresentaria uma dramatização de 'A Guerra dos Mundos'. A dramatização ininterrupta durou apenas 40 minutos, quando foi feita uma pausa avisando novamente sobre o programa em andamento. Ao final de uma hora, Welles ainda viria confortar seus ouvintes mais uma vez. A despeito de tudo isso, o programa conseguiu criar um grande pânico, demonstrando que a maior parte das pessoas que se assustaram ouviram pequenos trechos e saíram desesperadas anunciando a batalha interplanetária. O que é uma demonstração ainda maior do poder da comunicação: em poucos minutos, quem sabe em poucos segundos, muitos se convenceram através do rádio ou de pessoas que estavam ouvindo o rádio de que os marcianos estavam nos invadindo!Quão irônico não é que até hoje pessoas que mal ouviram trechos do programa de Welles ainda são levadas a acreditar em erros. Um dos pilares da UFOlogia popular é o mantra ufológico, segundo o qual 'Provas de que os extraterrestres estão aqui não existem porque os extraterrestres estão aqui'. Ou seja, o governo esconde as provas de que os extraterrestres estão aqui porque eles estão aqui e esta revelação supostamente causaria pânico generalizado. E então, do nada se cita o exemplo de Welles e como ele ilustraria o pânico que a revelação de um contato geraria na população.Que alguém fale de contato com extraterrestres ao citar a transmissão de Welles revela o quanto a desconhece completamente. Welles dramatizou uma invasão alienígena, não um simples contato. Era a dramatização de 'Guerra dos Mundos', não de 'Contato dos Mundos'. Uma das primeiras coisas que os marcianos fazem é vaporizar pessoas. Tudo isso é óbvio, mas algumas pessoas parecem não conseguir entender que uma invasão alienígena certamente causaria pânico, independente de como seja divulgada. Sinceramente, se eu soubesse que há máquinas marcianas andando por aí desintegrando todas as pessoas que vê pela frente, entraria em pânico e não vejo como qualquer pessoa normal não ficaria em pânico por pelo menos alguns momentos. Hoje em dia porém nós já estamos mais vacinados em relação à mídia, e mesmo que a CNN mostrasse vídeos de marcianos pousando muitos procurariam informar-se melhor antes de enrolar toalhas molhadas na cabeça.É importante notar também que Welles estava pregando uma travessura de Haloween, e que ele pretendia causar certo pânico embora talvez não esperasse ter tanto sucesso. Ao ouvir a transmissão, até se pode compreender como as pessoas se assustaram: a dramatização é muito realista e tem um fôlego de filme de ação. O talento de Welles é indiscutível, e ele é também lembrado por seu filme 'Cidadão Kane', considerado o melhor filme de todos os tempos. Se ele queria causar pânico, certamente conseguiria. Ele queria e conseguiu como todos sabemos.







Isso também mostra o quanto as especulações de que a transmissão seria um tipo de sondagem do governo americano para avaliar o impacto de tal revelação na população são, digamos, mal informadas. Ao ouvirmos a transmissão, fica claro que Welles retrata bem o tom apocalíptico do livro de Wells e que ele pretende nos deixar assustados - se estivermos levando o programa a sério. Fica difícil fazer uma sondagem desta natureza se ela quer claramente causar pânico.Uma especulação coerente com a dramatização seria a de que nós realmente estamos sendo invadidos por alienígenas de forma hostil e que o governo estaria assim testando a população. Essa hipótese porém logo cai por terra, pois tal teste só seria eficaz se nós estivéssemos sendo invadidos de forma tão hostil quanto os marcianos de H.G. Wells. E os marcianos do livro de Wells eram uma referência ácida ao colonialismo imperialista europeu. Eles eram tecnologicamente superiores, insensíveis e matavam humanos como moscas, interessados unicamente nos recursos naturais de nosso planeta. Acho que nós podemos estar razoavelmente certos de que isso não está acontecendo, ou você pode ver máquinas alienígenas andando por aí e vaporizando multidões?A transmissão de 'A Guerra dos Mundos' por Orson Welles foi um marco histórico. Levanta grandes questões sobre a comunicação, a psicologia, a credulidade, a cultura e sobre a própria história. O engraçado é que há pouco na transmissão de Welles que seja relevante à própria UFOlogia. Era a dramatização de uma invasão alienígena altamente hostil e gritantemente óbvia que certamente não está ocorrendo, portanto não serve para especulações sobre como a população reagiria ao saber que estamos sendo visitados de forma pacífica ou pelo menos não tão hostil.Qual seria então o impacto que a revelação de um contato teria na população? A melhor resposta para isso talvez esteja no livro 'Contato' de Carl Sagan. Os paranóicos de plantão, que acham que Sagan era um agente de desinformação do governo podem ler em primeira mão como ele imaginou nosso primeiro contato. Pode-se também assistir ao filme homônimo, razoavelmente fiel ao livro e que foi supervisionado em sua parte científica pelo próprio Sagan, um dos seus últimos trabalhos antes que falecesse em 1996. Se quisermos pensar sobre um contato com alienígenas, parece mais sensato falar sobre 'Contato' do que em 'A Guerra dos Mundos'. Pelo menos a 'Guerra dos Mundos' de Orson Welles.


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** A BASE DE DULCE **

A Base Dulce

Dulce é uma pequena cidade ao norte do Novo México. Não é um local de veraneio e não tem grande movimento. Mas, segundo forasteiros, abaixo da mata fechada "Archuleta Mesa", há um segredo ligado à governo-alienígenas, encarregados de executar experimentos bizarros em humanos e animais.
Gave Valdez (policial), Manual Gomez (dono de um rancho) e Howard Burgess (cientista aposentado) ficaram curiosos a respeito de como o gado estava sendo selecionado para as mutilações (que estavam ocorrendo com muita frequência na região). Então, eles encurralaram 120 cabeças de gado de corte de Gomez e as moveram através de uma rampa estreita sob luz ultravioleta. Eles descobriram uma "substância brilhante no pescoço, na orelha e na perna direita". Exames feitos na pele atingida mostram depósitos significativos de magnésio e potássio (esse 70 vezes acima do normal).
Thomas (ex-oficial de segurança da base Dulce) afirma que haviam mais de 18.000 pequenos "Grays" na Instalação de Dulce, e que ele viu humanóides reptíleos. Um colega ficou frente-a-frente com um reptóide de 2m o qual se materializou em sua casa. Thomas tinha uma autorização Ultra-7 (ele conhecia 7 subníveis, mas poderia ter mais). Supostamente, a maioria dos aliens estão nos níveis 5, 6 e 7, com habitação alienígena no nível 5.
O único aviso em inglês era um sobre uma estação de trem, onde se lia: "Para Los Alamos". Conexões iam de Dulce para Page, instalação do Arizona, então para a base subterrânea abaixo da Área 51, em Nevada. O resto das mensagens estão escritas em linguagem alien e num sistema de símbolos compreendido por humanos e alienígenas. Ainda segundo Thomas, após o 2º nível cada pessoa é pesada (nua), recebendo então um uniforme. Visitantes recebem um traje completamente branco, com zíper. O peso da pessoa é colocada num cartão de identidade feito no computador a cada dia. Qualquer mudança no peso é anotada; se ultrapassar 3 libras, um exame físico e raios-x são pedidos.Tudo (até os elevadores) são controlados por magnetismo, até mesmo a iluminação. Não há lâmpadas normais e os túneis são iluminados por unidades fosfóricas. Alguns túneis profundos usam uma forma de anidrido fosfórico para iluminar temporariamente certas áreas. Por razões desconhecidas, os aliens não se aproximas destas zonas.
As espécies Cinza e reptóide são altamente analíticas e possuidoras de grande tecnologia. Elas tiveram conflitos com os humanos nórdicos em outras sociedades espaciais. Segundo Thomas, o chefe dos experimentos genéticos de Los Alamos e Dulce é Larry Deaven.

Níveis da Base Dulce





Nível-1:


Garagem para a manutenção da rua;





Nível-2:


Garagem para trens, naves, máquinas de furar e manutenção de discos;



Nível-4:



Estudo de aura humana, telepatia, sonhos e hipnose. Thomas diz que eles sabem como separar o corpo bioplasmático do corpo físico, e colocam uma matriz de força de vida de "entidade alienígena" dentro do corpo humano, após remover a matriz de força de vida da "alma" do humano;



Nível-6:



Particularmente chamado "Salão do Pesadelo". Aqui nós temos laboratórios genéticos, onde são feitos experimentos em focas, peixes, pássaros e camundongos, que tem seus corpos amplamente alterados. Há humanos com multibraços e multipernas. Jaulas, tanques, com criaturas humanóides com aparência de morcego, com 2,30m de altura;



Nível-7:



Filas e filas de milhares de humanos, restos de misturas humanas e embriões de humanóides mantidos em armazenamento frio. Foi quando Thomas viu isso que as coisas para ele atingiram o clímax; ele diz: "Eu freqüentemente encontrava humanos em jaulas, geralmente tontos ou drogados, mas às vezes eles choravam ou imploravam por ajuda. Nós fomos avisados de que eles eram irremediavelmente insanos e envolvidos em teste com droga de alto risco, a fim de curar a insanidade.". Thomas também alertou de que os et's não querem a terra, o ouro, os minerais ou a água que possuímos, nem mesmo a vida humana ou animal. O que os aliens querem é o poder magnético que move a Terra. Eles colhem essa força magnética de um modo desconhecido para nós.



Resumido do livro Segredo Cósmico, de William F. Hamilton III


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** MJ – 12 **

Magic vs. "Majic"Uma Comparação da Criptoanálise Pré-Guerra de Códigos Japoneses e o Espúrio "Majestic 12"

Em dezembro de 1984, um pacote foi entregue na casa de Jaime Shandera, um produtor de televisão e escritor de Los Angeles. Ele continha um rolo de 35 mm de filme não processado que, quando revelado, provou conter fotografias de supostos documentos de governo secretos que descreviam a recuperação de uma nave extraterrestre caída no deserto do Novo México em 1947. Especificamente, os documentos eram (pretensamente) um memorando do Presidente Truman para o Secretário de Defesa Forrestal, autorizando que ele começasse a "Operação Majestic 12"; um memorando de sete páginas ao presidente eleito Eisenhower, relatando a ele o status das operações Majestic 12 no estudo (e encobrimento) do acidente no Novo México; e um memorando de Robert Cutler, um assistente do Presidente Eisenhower, ao Chefe da Força Aérea Nathan Twinning.
Por várias razões, a maioria das pessoas concluiu que estes documentos são fraudes totais. Sua proveniência é desconhecida, há erros sérios em sua preparação e estrutura, e as alegações deles estão freqüentemente em conflito com fatos históricos conhecidos. A UFOlogia está repleta de fraudes, de estórias de contatados nos anos cinqüenta ao absurdo filme da "autópsia alien" de apenas alguns anos atrás. O caso Majestic 12 é mais ambicioso que o resto. O(s) forjador(es) deliberadamente brincam com personagens reais, de presidentes, a generais, a cientistas famosos, envolvendo-os em uma conspiração espúria para encobrir a "verdade" de um acidente OVNI. Desde a liberação da estória Majestic 12 há dez anos atrás, o cabal fantasma de militares e cientistas se tornou uma base do folclore UFO, figurando até mesmo na série de TV "Dark Skies" como o grupo secreto que comanda todos os Estados Unidos por detrás das cenas. Como tantos outras partes falsas do folclore UFO, Majestic 12 provavelmente nunca irá embora. Uma pergunta mais relevante poderia ser: De onde ele veio? Há candidatos principais para a honra duvidosa de ter criado os falsos documentos. Não é meu propósito aqui apontar o dedo de culpa; se os leitores forem curiosos e pesquisarem a literatura disponível reconhecerão quem são os suspeitos. Meu propósito aqui é sugerir quais influências não-OVNI inspiraram os forjadores a criar o misterioso Majestic 12. Códigos Mágicos e Falsificações Majestosas Nos documentos, duas abreviações em código são usadas em lugar do nome completo "Majestic 12", e elas são "MJ12" e "Majic". O uso do último é particularmente interessante já que representa, acho eu, uma tentativa deliberada de ligar o falso grupo de encobrimento UFO a uma real operação secreta conhecida como "Magic" (Mágica). Assim as pessoas que soubessem algo sobre a história de operações de inteligência nos anos quarenta poderiam associar os dois rótulos em suas mentes, e o Magic real emprestaria credibilidade ao Majic falso. "Magic" era o nome de cobertura usado para o deciframento da máquina japonesa de codificação diplomática em 1940. Os japoneses haviam introduzido uma nova máquina avançada de codificação, a Tipo 97, ou "Bei Gwa" (Máquina "B") em 1937 para salvaguardar suas mensagens diplomáticas de olhos estrangeiros. O projetista chefe do Bei Gwa era o Capitão (posteriormente Almirante) Jinsaburo Ito que partiu da habitual mecânica de máquinas de codificação operadas por rotor (como a máquina Enigma alemã) para incorporar interruptores de passo rotativos no mecanismo. Os interruptores de passo introduziram transposições adicionais no processo de codificação para dez à quinta potência (10 x 10 x 10 x 10 x 10). Os japoneses acreditavam que a Bei Gwa era imune à decodificação. Esse não era o caso. Um time americano de criptoanalistas, conduzido pelo brilhante William F. Friedman, começou a atacar as mensagens Bei Gwa em 1938. Usando métodos estatísticos avançados que Friedman foi um dos primeiros a avançar, os americanos rapidamente determinaram a natureza da máquina de código japonesa, mas levaram dois anos para quebrar o código. A inovação veio quando um jovem criptolólogo do Exército, Harry Lawrence Clark, teorizou que os japoneses não poderiam estar usando rotores em sua máquina e deduziu que interruptores de passo eram a chave. Depois disso, uma máquina de ensaio foi montada em grande segredo, e o código Bei Gwa estava comprometido. O nome de cobertura americano para o código Bei Gwa era "Púrpura". O almirante Walter S. Anderson, chefe do Escritório de Inteligência Naval (ONI) em 1940, deu à quebra do "Púrpura" o nome de código "Magic" (Mágica). Este era um rótulo caprichoso naquele momento, uma referência tanto ao brilhantismo incrível dos criptoanalistas como também ao tom oculto ligado à criptografia desde a Idade Média. Mensagens japonesas individuais, uma vez decifradas, eram chamadas de "magics" (mágicas), com M minúsculo. Pessoas que tinham acesso a mensagens "Púrpura" eram conhecidas como "Ultras". Por causa da importância extrema do conhecimento de que o Bei Gwa tinha sido quebrado, "Magic" também se tornou uma classificação de segurança, muito mais alta que Top Secret. Toda a vantagem ganha em ler mensagens japonesas seria perdida se os japoneses soubessem que o Bei Gwa estava comprometido. Tão convencidos estavam os japoneses da infalibilidade da Máquina B que eles nunca a abandonaram, até mesmo quando houve evidência de que os americanos a haviam penetrado. A história do Magic permaneceu um segredo nacional durante algum tempo depois da guerra, assim como a solução anglo-franco-polonesa da máquina de códigos alemã Enigma. Pelos anos 60 livros começaram a aparecer sobre a quebra de "Púrpura": The Broken Seal de Ladislas Farago e The Codebreakers de David Kahn ambos saíram em 1967. Em 1970 um grande filme de semi-documentário, Tora! Tora! Tora! foi lançado, que descrevia dramaticamente a operação "Magic", a segurança cercando-a e o grupo pequeno de líderes americanos que sabiam sobre isto. [Algumas palavras sobre nomes de código e como os militares norte-americanos as usavam. Durante a Segunda Guerra Mundial, a criação de nomes de código foi sistematizada, e foram compiladas em livros listas de codinomes aprovados ara uso oficial. Codinomes nunca eram reutilizados, e às vezes uma operação poderia ser renomeada se seu propósito mudasse ou sua segurança fosse comprometida. Assim a invasão do Norte da África foi chamada "Torch" (Tocha), a operação da Normandia "Overlord", etc. Na "declaração do operador cinematográfico" associada com o filme da autópsia alien, era alegado que a recuperação de corpos alienígenas no deserto em 1947 possuía o codinome "Anvil" (Bigorna), mas foi logo notado que "Anvil" era o primeiro codinome para a invasão do sul da França em 1944. Convenientemente, "Anvil" desapareceu das versões impressas da declaração do operador cinematográfico da autópsia alien... Seria interessante pesquisar os arquivos para ver se o codinome "Majestic" foi alocado a qualquer operação na Segunda Guerra Mundial.] O(s) forjadore(s) que criaram os documentos Majestic 12 sabiam bastante sobre história para incluir generais proeminentes e cientistas reais na lista de alegados membros. Eles escolheram cuidadosamente 12 homens que estavam todos mortos antes de 1984 e assim não poderiam negar já ter sido membros do MJ12. O membro mais incomum (do ponto de vista dos aficionados OVNI) era o Dr. Donald Menzel, o astrônomo de Harvard que publicou alguns livros sarcásticos e superficiais desmascarando OVNIs. Quando um pouco de pesquisa trouxe a "revelação" de que Menzel havia trabalhado para algumas agências de inteligência durante a guerra e possivelmente depois dela, isto foi saudado como prova de que ele era um membro do MJ12, e de fato como prova de que o MJ12 realmente existiu. O fato claro é, quase todos os cientistas nos EUA tiveram algum papel na guerra e na guerra fria que se seguiu, seja em pesquisa e desenvolvimento de fato ou como consultores em assuntos nos quais eles eram peritos. A carreira de inteligência de Menzel é escassamente surpreendente a qualquer um que entenda como os recursos nacionais da América foram utlizados durante a guerra. Magic vs. "Majic": Uma Comparação Desta forma, quanto o(s) fraudador(es) MJ12 emprestaram da história real de "Magic"? Com a falta de sua confissão não há forma de saber, mas os paralelos fornecem comparações úteis:





























Estes paralelos demonstram amplamente a possível inspiração pelo "Magic" histórico para o falso "Majic". Em conjunto com a falta de conhecimento da procedência e os erros nos próprios documentos, não parece haver nenhuma razão para considerar os documentos MJ12 como qualquer coisa além de ficção -- e ficção mal-feita, se for assim.

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** MK-ULTRA **


MK-Ultra-Ultra: O CIA e a radiação

History e organização da agência de inteligência central

02/04/2005. A agência de inteligência central (CIA) foi criada em 1947 pelo ato da segurança nacional, que estabeleceu também o departamento da defesa (DOD) e do conselho da segurança nacional (NSC). O CIA foi modelado pela maior parte após o escritório dos serviços estratégicos, que serviram enquanto a organização principal da inteligência de ESTADOS UNIDOS durante a guerra de mundo II. A agência recentemente criada foi autorizada acoplar na coleção de inteligência extrangeira (isto é, espionage). análise e ações secretas, entretanto, foi proibida de acoplar em polícias domésticas ou em funções internas da segurança. Nonetheless, o CIA acoplou em um programa da experimentação humana doméstica dos 1950s nos 1970s.Os componentes do CIA muito provável para ter sido associado com toda a experiência são o escritório da inteligência científica (OSI) no directorate da inteligência, o escritório da segurança, a divisão técnica dos serviços (TSD) no então-then-Directorate das plantas (DDP, agora directorate das operações), e (ao menos de 1962) o escritório da pesquisa e do desenvolvimento (ORD) no directorate da ciência e da tecnologia. Começando nos 1940s atrasados, a OSI analisada e disseminated a inteligência científica, e médica extrangeira a respeito do desenvolvimento e de testar de armas atômicas e interagiu com o DOD e o commission da energia atômica (AEC) nestas edições. O TSD funcionou o projeto MKULTRA, discutido abaixo. A experimentação humana foi feita antes de MKULTRA por OSI e pelo escritório da segurança e, após MKULTRA, por ORD.Experiências Para datar, o CIA não encontrou nenhum registro ou a outra informação que indicam que conduziu ou patrocinou experiências humanas da radiação.Busca Dos Registros Em resposta à diretriz orientadora presidencial de janeiro 1994, o CIA conduziu uma busca agência-larga para a informação sobre as experiências humanas da radiação que pode ter conduzido. Na reunião inicial do comitê em abril 1994, o CIA indicou que a busca abrangeu uma revisão eletrônica de aproximadamente 34 milhão originais, uma revisão manual de 480.300 originais, e quase 50 entrevistas. O CIA indicou também que não tinha encontrado nenhum original se relacionar às experiências conduzidas por outras agências. O comitê, entretanto, tem desde que os registros encontrados que indicam que os oficiais do CIA participaram nos grupos de DOD em que as experiências humanas da radiação, including aquelas que envolvem a colocação das tropas em armas atmosféricas testam, foram discutidos e planeados. Como discutido abaixo, o CIA está continuando a procurarar pelos originais que relacionam-se estes e outras atividades.Começando nos 1950s adiantados, o CIA acoplou em um programa extensivo da experimentação humana, usando as drogas, psicológicas e outros meios na busca das técnicas controlar o comportamento humano CIA não encontraram assim distante nenhuma evidência que as experiências da radiação em seres humanos eram parte deste programa. Originais do CIA e do CIA de inspector do general (IG) do relatório um estado 1963 entretanto completamente claramente que o MKULTRA era um programa ''concernido com a pesquisa e o desenvolvimento dos materiais biológicos e radiological químicos capazes do emprego em operações clandestine para controlar o comportamento humano.'' (ênfase adicionada) o relatório de IG indica que ''as avenidas adicionais ao controle do comportamento humano tinham sido designadas. . como apropriado à investigação sob a carta patente de MKULTRA, including a radiação , campos de electroshock. vários do psychology, sociology, e anthropology, graphology, substâncias do harassment, e dispositivos e materiais paramilitary.'' (ênfase adicionada) o programa incluiu a experimentação unwitting em seres humanos com métodos do LSD (diethylamide ácido lysergic), brainwashing, e o outro da interrogação.O programa humano do comportamento de CIA's originado em 1950 e motivated por Soviete, por chinês, e para o norte pelo uso korean de técnicas do controle da mente. Começou sob o nome BLUEBIRD do código (e era mais atrasado sabido como a ALCACHOFRA) e foi operado pelo escritório da segurança e da OSI com sustentação de outros escritórios. MKULTRA começou formalmente em abril 1953 como um mecanismo especial, clandestine financiar para a pesquisa humana do comportamento de DOD. O programa era o assunto das investigações pelo commission de Rockefeller em 1975, comitê da igreja do senate em 1976, e os hearings pelo senator Kennedy em 1975 e em 1977, entretanto, estes comitês não focalizaram em experiências da radiação, e nenhuma tal informação foi encontrada por elas.O CIA tem dito o comitê que MKULTRA envolveu a experimentação humana usando cada pesquisa ''avenida'' alistada no original de MKULTRA à exceção da radiação. A agência anotou também que a maioria dos registros de MKULTRA estiveram destruídos deliberadamente em 1973 pela ordem do então-Diretor dos helms centrais de Richard da inteligência de setembro adiantado 1991, que a agência encontraram um original que trabalho sumariado feito para a ALCACHOFRA que indica que ''[ a adição do i]n ao produto químico do hypnosis. e a pesquisa psychiatric os seguintes campos foram exploradas ... 7) outros manifestations. físicos including o calor e a pressão fria, atmosférica, a radiação .'' (ênfase adicionada) o Although lá não é nenhuma indicação deste original que a radiação estêve explorada em seres humanos diretamente. faz claramente que o CIA ''explorou'' a radiação como uma possibilidade para o uso defensivo e ofensivo de técnicas brainwashing e outras interrogating. Em um outro projeto de MKULTRA, o CIA forneceu secreta financiar para a construção de uma asa do hospital da universidade de Georgetown nos 1950s de modo que tivesse um locale para realizar testar clínico de seus programas biológicos e químicos. Dr. Charles F. Geschickter, um doutor de Georgetown que conduzisse a pesquisa de cancer e experimentasse com a terapia de radiação, agido como a tampa para o financiamento do CIA. O CIA tentou também em vão alistar AEC para co-fund o projeto apelando a seu interesse na pesquisa da radiação de Geschickter. Geschickter testified antes que congress em 1977 que fundo ajudado dinheiro do CIA seus laboratório e equipamento do radioisotope. Assim, o dinheiro do CIA parece ter ajudado a pesquisa médica radiação-relacionada do fundo como uma tampa para o interesse real da agência na pesquisa química e biológica.Os registros obtidos DOD e o departamento da energia (CORÇA) e pela equipe de funcionários de Comitê dos arquivos nacionais mostram que o CIA estêve representado nos grupos biomedical da chave DOD em que das experiências humanas e da política experimental do ethics foram discutidas e planeadas. Ao menos três oficiais do CIA eram membros do comitê de DOD nas ciências médicas (CMS) 1948 a 1953 e reuniões assistidas e recebido do ''a orientação programa'' do painel comum de DOD nos aspectos médicos da guerra atômica. Como relatado em outra parte, o painel comum era o centro para para o recolhimento da informação e o planeamento a experimentação médica, including as experiências humanas, relacionando-se à guerra atômica; para o exemplo, este painel ajudado coordenada o programa de colocar agrupa-se na vizinhança de testes atmosféricos das armas nucleares. Em 1948 o CIA participou também nas discussões a respeito da formação proposta de uma organização médica da inteligência das forças armadas, durante que se sugeriu que o CIA estaria na carga de inteligência atômica, biológica e química extrangeira de um viewpoint médico das ciências. Os representantes do CIA no CMS trabalharam para a OSI (e o seu precursor, a filial científica). Este escritório teve a responsabilidade principal para analisar e disseminating a inteligência extrangeira da energia atômica. Chaired o comitê comum da inteligência da energia atômica (JAEIC, sabido também como o comitê nuclear comum da inteligência), um corpo do interagency que ajudasse a análises e a atividades coordenadas por Departamento responsável para monitorar programas extrangeiros das armas nucleares. Chaired também o comitê científico da inteligência do interagency as.well.as o comitê médico comum da inteligência das ciências, de qual coordenou a inteligência científica e médica para o governo. Estes dois comitês forneceram a inteligência médica ao comitê médico da política das forças armadas, que jogou também um papel ativo no planeamento e em overseeing a pesquisa da radiação e a experimentação humana para DOD. Este escritório trabalhou também nos projetos BLUEBIRD e a ALCACHOFRA, ao menos uma dos oficiais que assistiram a reuniões do CMS também analisou a inteligência médica para o escritório de atividades humanas da experimentação da segurança sob BLUEBIRD e ALCACHOFRA.O CIA historicamente empregou as facilidades de outras agências, including DOD e CORÇA (e seus predecessors) para ajudar na pesquisa da agência. Para o exemplo, em CIA 1965 incorporado em um memorando de compreensão com o laboratório de Lawrence Livermore de AEC para executar um número de projetos para o escritório de CIA's da inteligência científica. O CIA foi pedido para procurarar pelos originais relacionados especificamente ao trabalho executado sob este acordo que pôde se relacionar às experiências humanas da radiação.No que diz respeito ao history de políticas do ethics de CIA's, o programa da experiência de MKULTRA gestated 1951 a 1952. Este era o período very em que o CMS de DOD, com participação do CIA, acoplou nas discussões que aquele conduziu à secretária do enactment 1953 da defesa de uma política do ethics para as experiências humanas baseadas no código de Nuremberg. O relacionamento entre estas discussões do código de Nuremberg (e política) e atividades de CIA's MKULTRA é um assunto do inquérito do comitê.Com o curso de MKULTRA, o CIA patrocinou experiências numerosas em seres humanos unwitting. Após a morte de um tal indivíduo (Olson frank, um cientista do exército que fosse dado o LSD em 1953 e o suicide cometido um a semana mais tarde), uma investigação interna do CIA advertiu sobre os perigos de tal experimentação. Dez anos mais tarde, um relatório de 1963 IG recomendou a terminação de testar unwitting; entretanto, o deputado diretor para os helms de Richard das plantas (quem assentaram bem mais tarde no diretor da inteligência central) continuou a advogar testar secreto na terra que ''a potencialidade operacional positiva para usar drogas está diminuindo, devido a uma falta de testar realístico. Com conhecimento crescente do último modelo, nós somos mais menos capazes de permanecer acima com os avanços soviéticos neste campo. ''o comitê da igreja anotou que'' os helms atribuíram a cessação de testar unwitting ao risco elevado do embarrassment à agência as.well.as o problema que moral anotou que nenhuma situação secreta melhor tinha sido planejada do que aquela que tinha sido usado e que ' nós não temos nenhuma resposta à edição moral ' '' Os revelations seguindo de MKULTRA e do outro presidente unethical Gerald Ford das práticas do CIA emitiram a primeira ordem executiva em atividades da inteligência em 1976 que, entre a outra ''experimentação proibida matérias com as drogas em assuntos humanos, a não ser que com o consentimento informed, na escrita e testemunhado por um terceiro partido disinterested, de cada tal assunto humano e de acordo com os guidelines emitidos pelo commission nacional para a proteção de assuntos humanos para a pesquisa biomedical e behavioral.'' As ordens executivas subseqüentes por presidentes Jimmy Carter e Ronald Reagan expandiram a diretriz orientadora para aplicar-se a toda a experimentação humana: ''nenhuma agência dentro da comunidade da inteligência patrocinará, contrair-se-á para, ou conduzir-se-á a pesquisa sobre assuntos humanos a não ser que de acordo com guidelines emita pelo departamento da saúde, da instrução, e do bem-estar. O consentimento informado do assunto será documentado como necessário por aqueles guidelines.'' A CIA emitiu os guidelines que executam a ordem executiva e forneceu-os ao comitê.


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** MK-ULTRA **

A CIA colocou um ponto final em seu ameaçador programa MK-ULTRA ou apenas o atualizou, incluindo uma série de armas magnéticas e microimplantes de cérebro? Em 28 de Novembro de 1953, Frank Olson jogou-se pela janela do décimo andar de um hotel em Nova Iorque. Ele era um cientista que havia trabalhado na Chemical Corps Special Operations Division do exército dos EUA, e seus problemas tinham iniciado a partir de uma reunião realizada nove dias antes. A reunião foi dirigida por Sidney Gottlieb diretor de serviços técnicos da CIA. Sem que os assistentes da reunião soubessem, Gottlieb tinha adquirido uma certa quantidade de LSD e queria experimenta-lo secretamente. Colocando o LSD na bebida de Olson, deu-lhe a garrafa e sentou-se para esperar os efeitos. Olson, começou a sofrer efeitos secundários de descoordenação. Posteriormente, um dos assistentes da reunião Bem Wilson, recordou que Olson "estava psicótico". Frank Olson morreu em 1953. Sua família acusou a CIA de "morte legal", denunciou que Olson estava desequilibrado no momento de sua morte, em razão de ter tomado, sem saber grandes doses de LSD. Gottlieb e seu chefe, Allen Dulles, começaram uma operação de encobrimento de 20 anos dos fatos que rodeavam a morte de Olson. O professor James Starrs, fotografado segurando um molde da caveira de Frank Olson, dirigiu a investigação forense da morte de Olson. Starrs chegou a conclusão de que não existiam provas suficientes de que sua morte não passara de um suicídio. Sidney Gottlieb (acima), que foi acusado de ministrar grandes doses de LSD a Olson, também foi chamado pra testemunhar. Lavagem Cerebral Tratava-se do supersecreto projeto MK-ULTRA da CIA. O projeto nasceu a partir de um projeto anterior, o Bluebird , que oficialmente teria sido criado para fazer frente aos avanços soviéticos nas técnicas de lavagem cerebral. Porem a Cia tinha outro objetivo: "estudar métodos de controle dos indivíduos". O marco foi a experiência da "narco-hipnose", que é combinação de drogas alteradoras da mente com uma cuidadosa programação hipnótica. Em plena evolução, o projeto Bluebird passou a ser chamado de Projeto Artichoke (Projeto Alcachofra). Era um programa "ofensivo" de controle da mente no qual estavam envolvidas as divisões de espionagem das forças aéreas, marítimas e do exercito, assim como o FBI. A finalidade do projeto é descrita em um memorando de 1952, onde é dito: Podemos obter o controle da mente de um indivíduo até o ponte em que seja possível executar nossos desejos contra a sua vontade ou contra as leis naturais, como a própria proteção? O objetivo era a criação de um assassino programável. Uma equipe da CIA foi formada para viajar pelo mundo inteiro. Sua tarefa era comprovar as novas técnicas de interrogação e garantir que as vitimas não se lembrassem de que foram interrogadas e programadas. Inúmeros tipos de drogas foram utilizadas, desde a maconha até o LSD, da heroína até o pentotal sódico, um narcótico utilizado como anestésico, vulgarmente chamado de "soro da verdade". No dia 13 de abril de 1953, nasce o programa MK-ULTRA da CIA, com uma finalidade muito mais ampla do que as anteriores. Nos documentos oficiais é descrito como um "projeto guarda-chuva", com 140 "subprojetos". Muitos subprojetos dedicavam-se a provas ilegais para um possível em campo, outros estavam dedicados a eletrônica. Um deles, explorava a possibilidade de "ativar o organismo humano através do controle remoto". Porem, o mais importante de tudo isso, prevalecia o principal objetivo da lavagem cerebral de indivíduos para serem utilizados como informantes e espiões, mas sem saberem do que se passava. Experiências Ilegais Quando foi formada em 1947, a CIA somente estava autorizada em atuar em "ultramar". Desde o principio, a equipe do MK-ULTRA quebrou essa condição e começou a fazer testes com cidadãos desprevenidos dos Estados Unidos. Nunca se saberá exatamente o alcance dos testes ilegais. Richard Helms, diretor da CIA e arquiteto-chefe do programa, ordenou de todos os arquivos do MK-ULTRA, antes de deixar o seu cargo em 1973. Apesar destas precauções, alguns destes documentos não foram destruídos e tornaram-se públicos no final da década de setenta. Os documentos colocavam em evidência o grande cinismo da agência de espionagem. Um projeto particularmente detestável foi realizado pelo Dr. Harris Isabel, diretor do Hospital de Serviço Público de Lexington, Kentucky, uma instalação especializada em dependência de drogas. Quando a CIA solicitou que descobrissem uma gama de drogas "sintéticas", Isabel começou a fazer experiências com residentes negros detentos. Diariamente lhes eram ministradas grandes doses de LSD, mescalina, maconha e outras substâncias. Como recompensa pela participação da experiência, os residentes recebiam "doses" de morfina de alta qualidade, dependendo de sua cooperação. Levado às subcomissões do Senado, em 1975, Isabel não viu nenhuma contradição em proporcionar as drogas pesadas aos doentes muitos viciados que estavam sob sei tratamento. Perante a indignação pública, a CIA anunciou que tinha substituído os programas de controle mental. Victor Marchetti, que trabalhara na CIA por 14 anos, disse que isso não era verdade. Implantes Cerebrais Diante de uma possível investigação, a agencia apressou-se em tirar a importância de sucesso do MK-ULTRA, dizendo que não havia conseguido obter progresso reais. Milles Copeland, outro agente veterano da CIA, expressou suas duvidas sobre isso. Copeland revelou a um jornalista que, "o comitê do Congresso que investigou estes assuntos, só obteve uma idéia superficial do que realmente aconteceu". Outra fonte do interior da comunidade de espiões diz que, depois de 1973, os esforços da CIA direcionaram-se cada vez mais para o campo da psico-eletrônica. Não podiam extrair mais nada da narco-hipnose. O neuropsicólogo José Delgado pesquisava a estimulação eletrônica do cérebro. Implantando uma pequena sonda no cérebro, Delgado descobriu que podia exercer um enorme poder sobre o indivíduo. Utilizando um dispositivo que foi chamado de "estimulador cerebral", que funcionava com ondas de rádio FM, podia comandar eletronicamente uma ampla gama de emoções, incluindo a ira, o palpite sexual e o cansaço. Em 1966, Delgado anunciou que seus resultados apoiavam "a desagradável conclusão de que o movimento, as emoções e o comportamento podem ser controlados através de pulsadores, como se faz com os robôs". Financiado pela Office of Naval Research, Delgado olhava para o futuro, quando a sociedade puder "psico-civilizar-se". Apesar da miniaturização dos implantes, o seguinte avanço importante foram as microondas. Colocando um voluntário em um campo eletromagnético, o Dr. Ross Adey, da Universidade da Califórnia, fez uma terrível descoberta. Empregando algumas ondas de rádio específicas, Adey podia interferir nas ondas cerebrais do indivíduo. Durante os anos 50 e 60, foram ministradas grandes doses de LSD em mais de cem soldados britânicos. Essas experiências eram realizadas para saberem o que poderia ocorrer se o inimigo ultilizasse a droga contra as forças britânicas. Outro cientista, Allen Frey, descobriu que podia induzir os sonhos à distância nos indivíduos submetendo-os a ondas eletromagnéticas. Descobriu também que podia produzir sons diretamente no interior da mente de um voluntário. Desde os primeiros trabalhos de Frey, Joseff Sharp, o médico do Walter Reed Army Institute of Research, pôde transmitir palavras através de microondas. Situado no interior de um campo magnético, Sharp ouviu e compreendeu as palavras que um colega lhe transmitia. No âmbito da medicina, isto significou uma importante inovação, pois representaria um imenso benefício para a surdez. Contudo, as comunidades militares e de espionagem dos Estados Unidos capitalizaram estas descobertas. Os programas de pesquisa sobre o eletromagnetismo nunca foram revelados, apesar da Ata de Liberdade de Informação. Controle Remoto Em 1974, J. F. Scapitz, um cientista financiado pelo Departamento de Defesa, pensou em combinar os estudos de hipnose do MK-ULTRA com as técnicas de microondas. Em um anteprojeto apresentado ao Departamento de Defesa, Scapitz dizia: "Será demostrando que a palavra falada pelo hipnotizador poderá ser dirigida através de energia eletromagnética modulada para as regiões subconscientes do cérebro. Isto, dizia, poderia ser conseguido sem o emprego de nenhum dispositivo técnico de recepção de mensagens". Os agentes dos Estados Unidos poderão intervir a distância na mente de um indivíduo. Scaptz foi ainda mais longe dizendo: "Isto poderá ser obtido sem que a pessoa em questão perceba o que está lhe acontecendo". Desde então, pouca informação foi descoberta sobre o assunto, segundo a imposição de uma rígida norma de segurança. Apesar disto, informações fragmentadas continuam sendo publicadas. O que se pode deduzir delas nos passa uma imagem desoladora. Existem provas de que, por trás das iniciativas norte-americanas do Non Lethal Defence esconde-se a tecnologia do controle mental e da alteração do comportamento. O anúncio feito em 1995, de que as armas não letais, incluindo-se as microondas de alta potência e os dispositivos de freqüência de rádio, devem ser legalizados, foi recebido com consternação. O programa "Outras Operações Não de Guerra" abre o caminho aos militares para movimentarem-se no campo civil, amparando-se em um suposta maios eficácia na luta contra o narcotráfico, o terrorismo e outras atividades ilegais. Muitos cidadãos consideram que este argumento é uma mera desculpa. Temem o uso generalizado das tecnologias que alteram a mente e acreditam que a democracia está correndo perigo, considerando-se os abusos já cometidos pelo governo. Implantes em Miniatura Um número crescente de pessoas denunciam que tiveram dispositivos implantados, capazes de exercer uma manipulação mental. A Internet oferecem imagens de radiografias cerebrais que mostram implantes. É difícil comprovar a sua autenticidade. Pessoas como Robert Naeslund (radiografia de seu crânio acima) foram alvo de implantes. "Estes transmissores mudaram a minha vida de diversas formas e me atormentam com o seu uso constante", disse. Não há dúvida de que existem implantes em miniatura. Uma pesquisa realizada por Jane Affleck revelou um documento da NASA de 1970 -Implantable Biotelemetry Systens- que mostrava implantes do tamanho de uma moeda. Atualmente, diz-se que existem implantes da espessura de um fio de cabelo. Grupo de Pressão A Rede Internacional Contra o Controle da Mente, com sede na Suécia, conduz uma campanha para que se acabe com esta prática, e afirma que tal técnica é utilizada por serviços de segurança do mundo inteiro. Informa incidências nos Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Dinamarca e Grã-Bretanha, destacando que esta prática é um agrave infração aos direitos humanos. O grupo informa que existem vítimas nas quais foram implantados transmissores, assim como eletrodos e cristais de transmissores de rádio. Supõe-se que esta forma de controle da mente -que foi denominada estimulação eletrônica do cérebro ou telemetria biomédica- utiliza-se para enviar mensagens diretamente ao cérebro. Também podem-se registrar e analisar a atividade cerebral de um indivíduo. Como era esperado, a resposta que o grupo de pressão tem recebido dos políticos tem sido um desmentido, ou que os organismos relacionados com os serviços se segurança não dão satisfação de seus atos ao público. Massacre de Jonestown Existem muitos rumores se que, por trás do massacre de Jonestown, havia uma experiência de controle mental realizado pela CIA, que ocorreu na Guiana em novembro de 1978. O relatório oficial diz que 913 membros do culto do Templo do Povo dirigido pelo reverendo Jim Jones, suicidaram-se em massa bebendo cianureto. O massacre ocorreu pouco tempo depois de um congressista dos Estados Unidos, enviado para investigar os abusos dos direitos humanos em Jonestown, ser assassinado pelos discípulos de Jones. Porém, um legista local declarou que 80% dos mortos tinham falecido por tiros ao invés de envenenados. As teorias da conspiração sustentam que a CIA tinha transferido suas operações do MK-ULTRA dos hospitais mentais e das prisões para a área dos cultos religiosos em crescente expansão. Vítimas de Controle Mental Na Grã-Bretanha, o caso mais famoso é o de Joe Vialls. Nos anos oitenta, viu-se envolvido na controvérsia que rondou as suspeitosas mortes de vários cientistas. Acossado por sinais acústicos que lhe alteravam a mente, Vialls entrou em contato com a Fundação Médica para a Assistência de vítimas da Tortura de Londres. Anthony Verney viajou grandes distâncias para catalogar algumas experiências pessoais muito assustadoras. Os relatórios de um cidadão britânico que vivia perto de uma estação de comunicações, apresentam notáveis semelhanças com os casos relatados pelas vítimas norte-americanas.





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MKULTRA: CIA mutila e assassina milhares atrás do ‘controle da mente’

Fonte : Jornal Hora Do Povo Dia 05 de dezembro de 2003



Pevertidos e facistas do monopólio degeneram o Estado americano com o “programa de controle de mentes da CIA”, que foi o maior escândalo de uma história sanguinária de assassinatos, terrorismo e embustes
O “MKULTRA”, como era denominado o programa de controle de mentes da CIA (as iniciais MK são de “Mind Kontrol” – a palavra “controle”, em inglês “control”, grafada com “k”, como em alemão) foi, provavelmente, o maior escândalo de uma história sanguinária de assassinatos, terrorismo e embustes - em suma, fascismo sem peias. Esta é a primeira de uma série de reportagens sobre o assunto.
Em 1975, no meio das investigações sobre os crimes da CIA – abertas depois de Watergate e da descoberta de que a CIA perseguiu dentro dos EUA (o que, além de imundo, é ilegal) os opositores à guerra do Vietnã -, revelou-se que desde 1953 a CIA (e o Pentágono) havia submetido cidadãos dos EUA e de outros países a “experiências” com o objetivo declarado de adquirir o “segredo do controle da mente” das pessoas. Sem que soubessem, provavelmente milhares de pessoas foram expostas à radiação, drogadas – sobretudo com LSD, mas também com misturas de drogas muitas vezes mais letais -, ou torturadas em testes “comportamentais”, ou submetidas a uma “reprograma-ção” mental para criar robôs-humanos com o objetivo de assassinato. Muitos foram levados à loucura e, pelo que se pode inferir com certeza, muitos à morte. Soube-se que a CIA havia espalhado o LSD pelos EUA e outros países – antes de 1953 só havia no mundo um pequeno estoque, no laboratório suíço Sandoz.
Um dos projetos do MKU-LTRA, por exemplo, era o de criar assassinos “insuspeitos”, isto é, assassinos involuntários, inconscientes, robôs, para que não pudessem ser ligados à CIA. Um documento de 14 de fevereiro de 1954, relata uma experiência com duas “voluntárias”: sob hipnose, “a senhorita [nome apagado] foi instruída (tendo expressado medo de armas de fogo) a que usasse qualquer método a sua disposição para despertar a senhorita [apagado] (agora em um sono hipnótico profundo). Se isso falhasse, ela deveria pegar uma pistola próxima e atirar na senhorita [apagado] Ela foi instruída de que sua raiva deveria ser tão grande que não hesitaria em ‘matar’ se falhasse em acordá-la. A senhorita [apagado] levou a cabo estas sugestões e, em seguida, caiu em um profundo sono. Depois que apropriadas sugestões foram feitas, ambas acordaram. A senhorita [apagado] expressou sua negação de que a seqüência acima descrita tivesse acontecido” (CIA Mori ID 190691. P. 1).
Quanto à grande maioria, que não era de voluntários, com bastante razão, Alan Scheflin, jurista que há anos exige na Justiça a liberação de todos os documentos do MKULTRA sem trechos apagados, diz que “uma pessoa que diz ter sido vítima de um programa de controle da mente do governo está geralmente sob risco de não ser acreditada e de ser considerada mentalmente insana. E, de fato, há muitos que são vítimas de alucinações neuróticas. Mas (....) nós sabemos que existem vítimas verdadeiras porque nós sabemos os experimentos a que eles foram submetidos” (Jim Bron-skill, “Playhouse of Horrors”, Hamilton Spectator, 13/09/1997).
submundo nazista
Por exemplo, Linda McDonald tinha 25 anos quando, devido a uma depressão pós-parto, problema relativamente comum, recorreu a um ambulatório num departamento de psiquiatria de uma universidade – a incensada McGill, de Montreal, Canadá. O ambulatório fazia parte de uma seção do MKULTRA, estabelecida naquele país por ordem do diretor da CIA, Allen Dulles, sob comando de um americano, Ewen Cameron, o mesmo que, como presidente da Associação Mundial de Psiquiatria, vivia acusando os soviéticos de “uso político da psiquiatria” e pedindo a expulsão da URSS da entidade.
Linda McDonald, evidentemente, não sabia que estava entrando nesse submundo nazista. Em seu depoimento, no processo que moveu contra a CIA quase 20 anos depois, ela relatou que foi isolada num quarto, drogada durante 86 dias, recebendo 102 eletrochoques, o que foi confirmado pelo prontuário de sua inter-nação. Como não havia nenhuma indicação médica para esse “tratamento” de uma depressão pós-parto, foi-lhe pespegado um falso diagnóstico de “esquizofrenia aguda”. Certamente, também não havia indicação alguma dessa estupidez sádica para esquizofrenia, mas essa doença era – como até hoje – muito menos conhecida que uma depressão e, mais do que hoje, muito mais ameaçadora. No processo que Linda moveu, a CIA pagou uma indenização para encerrá-lo.
Um dos torturadores de Linda, um certo Peter Roper, que tinha um diploma de medicina e até um doutorado em psiquiatria, afirmou que “o objetivo era apagar os padrões de pensamento e comportamento que eram prejudiciais ao paciente que estava doente, e substituí-los por padrões saudáveis de pensamento e comportamento”. O depoimento de Robert Loguey, outra vítima do mesmo laboratório secreto, é bastante esclarecedor sobre esses “padrões saudáveis”: durante uma infinidade de tempo, Robert foi colocado num quarto isolado em que, durante 23 horas por dia, era obrigado a ouvir uma gravação com uma única frase - “você matou a sua mãe”. Também nesse caso, a CIA pagou indenização para encerrar o processo.
Um paciente do New York Psychiatric Institute, Harold Blauer, morreu em 1953, depois de uma dose cavalar de um derivado sintético da mes-calina, um alucinógeno encontrado em alguns cogumelos venenosos. Era a quinta dose que era administrada a ele, que queixava-se pungentemente do sofrimento após as outras “injeções”, das quais desconhecia o conteúdo.
Blauer procurou a instituição por estar sofrendo, após seu divórcio, de depressão. O psiquiatra que o atendeu, Paul Hoch, era do MKULTRA – a CIA tinha um contrato com o Departamento de Higiene Mental de Nova Iorque, para que pacientes fossem usados pelo seu programa de controle de mentes. A alta de Blauer do hospital já esta prevista para algumas semanas depois. Em 1987, depois de um processo movido por sua família, o governo americano foi condenado como responsável por sua morte.
A um grupo de “voluntários” (não se sabe voluntários para quê) foram administradas altas doses de LSD durante 77 dias. Vários envolvidos receberam dinheiro para instalar “dispositivos” elétricos em pacientes.
Há muito mais nos depoimentos – e, verdadeiramente, coisas muito mais escabrosas. Roper diz, numa excelente reportagem do programa “Fifth Estate”, da TV canadense CBC, que o MKULTRA “deve ter sido estimulado pelos efeitos das (sic) tropas americanas da guerra na Coréia, que pareciam ter sido submetidas a lavagem cerebral”.
Todos os criminosos do MKULTRA disseram a mesma coisa em seus depoimentos. No entanto, não houve um único caso de soldado americano na agressão à Coréia onde se comprovasse qualquer coisa a esse respeito, e já faz 50 anos que os americanos foram derrotados. Jamais houve um único caso, aliás, onde os comunistas, democratas e patriotas tenham realizado qualquer “lavagem cerebral”. Tanto é verdade que, além da falta de qualquer caso, os arquivos da KGB estão abertos há mais de 10 anos e nada se achou.
O MKULTRA começou muito antes da agressão a Coréia, com outros nomes, assim como continuou depois do seu propalado encerramento, também com outros nomes – e ninguém pode ter certeza de que não continua até hoje, sobretudo considerando que essa obsessão por controlar as mentes das pessoas é uma parte inseparável e essencial do fascismo ianque, que não se contenta com a gigantesca lavagem cerebral que a sua mídia submeteu o povo norte-americano depois da II Guerra.




Em 1947 - três anos, portanto, antes da agressão ao povo coreano - já havia um programa de “controle de mentes”, o Projeto Chatter, na época sob direção da Marinha americana. A CIA não existia ainda, mas o fascismo nos EUA, já.
Essencialmente, era a mesma coisa do MKULTRA, apenas em dimensões mais modestas. Em 1950, meses antes da agressão, a própria CIA estabeleceu o Projeto Bluebird, com as mesmas finalidades. E, em agosto de 1951, começou o Projeto Artichoke. Não se tem, por sinal, a data precisa de encerramento desses “projetos”. Sabe-se, por exemplo, que o Artichoke ainda estava ativo em 1956, três anos depois do início do MKULTRA. Portanto, este último não foi propriamente uma unificação dos outros, assim como não foi uma substituição do MKNAOMI, um projeto de igual caráter iniciado em 1952, em conjunto com o exército americano. Há comprovação documental de que até 1970 o MKNAOMI funcionou, junto com o MKULTRA e outros programas (todas a informações que acabamos de mencionar encontram-se no mencionado relatório do Senado dos EUA, parte XVII, “Testing And Use Of Chemical And Biological Agents By The Intelligence Community”, págs. 387/389, 1975).




** TENTATIVA DE DESTRUIÇÃO **



O leitor deve ter notado que nos referimos bastante, até agora, às vítimas da seção do MKULTRA que a CIA estabeleceu no Canadá. O motivo é que a documentação a respeito dela é muito mais completa que a sobre os crimes perpetrados nos EUA. Tanto assim que existem 127 processos de vítimas – ou de famílias de vítimas, no casos dos mortos – do MKULTRA no Canadá, e quase nenhum nos EUA. Até agora a CIA somente foi obrigada a reconhecer duas mortes nos EUA: a de Blauer e a de Frank Olson, tema da nossa próxima reportagem.
O motivo foi a destruição dos arquivos, inclusive dos registros de nomes das vítimas. Muitas delas, possivelmente, nem registra-das foram – entre outros “truques”, como a CIA chamava isso, foi estabelecida uma rede de bordéis, onde LSD e outras drogas eram administradas aos freqüentadores, enquanto os voyeurs do MKULTRA “observavam” as reações através de um espelho duplo instalado na parede do quarto. A isso a CIA chamou “Operação Midnight Climax”.
Em 1975, diante da Comissão Church, o chefe do MKULTRA, um psicopata de nome Sydney Gottlieb, declarou que toda a documentação referente ao programa tinha sido destruída em 1973 por ordem verbal do então diretor geral da CIA, Richard Helms. Em seu depoimento, Helms confirmou, acrescentando que foi por sugestão de Gottlieb que havia dado a ordem. Helms e Gottlieb tinham formado uma dupla desde a década de 50. E 1973 foi o último ano dos dois no serviço ativo da CIA.





Vinte anos antes, em 1953, o MKULTRA foi uma proposta do então adjunto do vice-diretor de Planos (isto é, de operações encobertas) da CIA, Richard Helms, ao diretor-geral, Allen Dulles. Helms propunha “pesquisas para desenvolver uma capacidade de uso encoberto de materiais biológicos e químicos. Essa área envolve a produção de várias condições psicológicas que poderiam apoiar operações clandestinas presentes e futuras” (Memorando de Helms a Dulles, 03/04/53, Relatório Church, pág. 390). A história sobre “lavagens cerebrais” feitas na Coréia é, nesse memorando, claramente um encobrimento. Ela só aparece depois de Helms destacar o “potencial ofensivo” da sua proposta. Dulles ficou entusiasmado: 10 dias depois ele a aprovou.
É pertinente notar que o mesmo Dulles, nomeado por Johnson para a Comissão Warren, seria o principal mentor do insustentável e absurdo relatório que tentou encobrir a conspiração que redundou no assassinato de Kennedy.



Kennedy havia nomeado um novo inspetor-geral e um novo diretor-geral, John McCone, para a CIA. Em 1963, meses antes do assassinato de Kennedy, um dos funcionários da inspetoria, John Vance, em uma auditoria na Divisão de Serviços Técnicos da CIA, descobriu a existência do MKULTRA. Nessa época, Helms tinha sido promovido a vice-diretor de Planos da CIA. O inspetor-geral, então, “falou ao vice-diretor de Planos, que concordou que o diretor-geral devia ser comunicado, indicando, entretanto, que não estava seguro se era necessário comunicar ao diretor-geral sobre este ponto” (Rel. Church, pág. 401). A frase é tortuosa, mas apenas porque é o retrato do caráter de Helms.
Dias depois, Hel-ms disse ao inspetor que havia comunicado a existência do MKULTRA ao novo diretor-geral, e que McCone “não indicou discordância e, portanto, os testes continuarão”. Os “testes” eram, principalmente, a administração de LSD a não-voluntários, vítimas inocentes “em situações sociais”, como disse Helms no memorando a Dulles. Oun seja, funcionários civis e militares em reuniões de trabalho, pacientes de hospitais psiquiátricos, prostitutas e seus clientes em bordéis, estudantes e professores nas universidades, prisioneiros e “membros do público em geral”.
O chefe direto dessa porcaria nazista, Sydney Gottlieb – o mesmo que foi enviado ao Congo na tentativa da CIA de envenenar Lumumba – “era conhecido por torturar as vítimas fechando-as em câmaras de privação sensorial, fazer gravações da terapia de pacientes psiquiátricos e depois obrigá-los a ouvir suas declarações mais auto-degradantes a todo volume, após serem drogados com LSD” (cf. o sintético e fundamentado artigo “MKULTRA”, na Wikpedia)
No entanto, o inspetor-geral desconfiou do comunicado de Helms. Preparou uma versão do seu relatório “somente para os seus olhos” para o diretor-geral – e McCone, depois de lê-lo, suspendeu o projeto. Isso foi em maio de 1963.



Em dezembro de 1963 – portanto, após a morte de Kennedy, ocorrida em novembro – Helms enviou ao diretor-geral um memorando propondo a reativação do MKULTRA. Depois, em junho de 1964, quando McCone havia sido substituído na direção da CIA por um general de nome Carter, o MKULTRA foi retomado, como relata o Relatório Church, cujos autores acreditaram que a administração escondida de LSD havia parado em 1963, apesar de Gottlieb e Helms continuarem a mandar no MKULTRA por mais 10 anos.



As investigações de 1975, pelas comissões dos senadores Frank Church e Edward Kennedy (que através da Subco-missão de Saúde, que presidia, investigou as experiências em seres humanos), devido à destruição dos documentos internos do MKULTRA, tiveram que se basear somente nos testemunhos, em alguns memorandos da direção da CIA, e, sobretudo, em dois relatórios – de 1957 e 1963 – de inspetores-gerais.


Dois anos depois, em 1977, o escritor John Marks, na época preparando seu livro sobre o MKULTRA (“The Manchurian Candi-date”) solicitou, invocando a lei, uma pesquisa nos arquivos da CIA e a conseqüente liberação dos documentos porventura achados sobre o programa. Nessa época, o governo havia mudado, e o presidente Carter travava uma luta surda, se bem que algo tímida, para colocar a CIA dentro de certos limites. Foram descobertas, então, seis caixas de documentos do MKULTRA no Retired Records Center - o arquivo morto da CIA em Washington. Estavam numa seção do arquivo, a de Orçamento, onde não foram procuradas nem pelos destruidores - em 1973 -, nem pelos pesquisadores da Comissão Church, em 1975.
Iniciando a investigação dos novos achados, em 1977, o senador Kennedy assim os resumiu:
“Dois anos atrás, a Subcomis-são de Saúde do Senado ouviu depoimentos dados com frieza sobre as experiências da CIA em seres humanos. O Adjunto do Diretor da CIA revelou que cerca de 30 universidades e instituições foram envolvidas em um programa ‘extensivo de testes e experiências’ que incluíam testes de drogas escondidos em cidadãos ‘de todos os níveis sociais, altos e baixos, americanos natos e estrangeiros’ [citação de um memorando de Helms a Dulles, de 1953]. Vários desses testes envolviam a administração de LSD ‘em situações sociais, escondido dos indivíduos’. (....) A Agência admitiu que esses testes faziam pouco sentido científico. Os agentes que davam monitoramento não eram observadores científicos qualificados. Os indivíduos que eram alvo dos testes raramente estavam acessíveis além das primeiras horas do teste. Em numerosos casos, o indivíduo alvo do teste ficou doente por horas ou dias, e um efetivo acompanhamento era impossível. Outras experiências foram igualmente ofensivas. Por exemplo, viciados em heroína foram recrutados para participar de experiências com LSD em troca de um prêmio – heroína. Talvez o mais perturbador foi o fato de que a extensão das experiências com seres humanos era desconhecida. Os registros de todas essas atividades foram destruídos em janeiro de 1973, por orientação do então diretor da CIA, Richard Helms. E nenhum – nem um único indivíduo – pôde ser achado que lembrasse dos detalhes, nem o diretor da CIA que ordenou a destruição dos documentos, nem o funcionário responsável pelo

programa, nem algum de seus associados. Nós acreditávamos que os registros, incompletos como eram, eram tão completos como podiam ser. (....) Esses novos registros foram descobertos pela agência em março. Sua existência não foi conhecida do Congresso até julho. Os registros revelam uma decididamente mais ampla série de experiências do que anteriormente pensávamos. Oitenta e seis universidades ou instituições estavam envolvidas. Novos casos de comportamento anti-ético foram revelados” (Relatório da audiência conjunta do Comissão de Inteligência e da Subcomissão de Saúde e Pesquisa Científica do Senado dos EUA, 03/08/1977, págs. 6/8) .


** manual de truques **


Em suma, somente nessas seis caixas, havia referência a 149 “projetos”. Havia, inclusive, um “manual de truques” para orientar os que administravam LSD e outras drogas a pessoas inocentes. Como disse um dos denunciadores do MKULTRA, Mark Zepezauer, autor de um livro sobre a CIA (“The CIA’s Greatest Hits”), apesar disso ser somente uma pequena parte em relação ao que foi destruído, “a história que sobreviveu já é demasiado sórdida”.

FONTE: JORNAL HORA DO POVO DIA 05 de Desembro de 2003
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** PROJETO MOUNTAUK **

CONTROLE DA MENTE

Esta é uma entrevista de uma pessoa chamada Andy Pero. Eu conheci Pero, através de Preston Nichols, autor de vários livros sobre o Projeto Montauk, em que ele tomou parte.
Na seção do nosso livro “PHOENIX UNDEAD: O Projeto Montauk e Campo Herói Hoje”, apresenta uma autobiografia descrita por Pero, identificado no livro pelo pseudônimo de ‘Mr. Coffe”.


Esta é a mais nova informação do sobrevivente do terrível programa de controle da mente ligado diretamente a operações do infamante Projeto Montauk; com atividades que também incluíam alguns dos mais avançados trabalhos experimentais no campo da relatividade e física quântica que foram sempre executados, incluindo experimentos interdimensionais e de viagem no tempo.
Particularmente, Pero’s fez comentários e elucidações sobre sua ligação com Montauk, sendo assunto extremamente interessante e acrescentando a nos fornecer, um novo discernimento do extraordinário conceito fragmentado da tecnologia utilizada neste projeto.
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** PROJETO SUPER-HOMEM **


Uma entrevista exclusiva com Andy Pero, o sobrevivente de um PROJETOS SECRETOS <<<>>>> projeto secreto de controle da mente, intencionado a criar o super soldado com habilidades psiônicas.


Por Eve Frances Lorgen, M.A. http://www.alienlovebite.com/superman2/superman2.htm
Andy Pero, involuntariamente sujeitou-se á um programa de controle da mente derivado do Projeto Monarch num controle de programa de mente baseado num trauma similar ao que Cathy O’Brien descreve em sua autobiografia por Mark Philips, “tranceformation of America”.
Andy Pero alega ter sido criado através de uma cominação de manipulação genética, num controle de mente Silva, que resultou em feitos e habilidades psiônicas sobre humanas. Além disto, Mr. Pero alegou que foi usado inconscientemente em um assassinato secreto á um Candidato Manchuriano, e também, em missões secretas ligadas ao Projeto montauk, assim como em viagens no tempo. Andy Pero inicialmente esteve em público contando sua história em Agosto de 1988, em um convite especial feito na época por Preston nichols, sendo as palestras promovidas por Bob Eure do Philadelphia, PA.


Eu fiquei tão impressionado com o testemunho de Andy, quando estive entrevistando-o pessoalmente, de forma que sua história pudesse ser compartilhada por leitores de revistas desconhecidas. Para aqueles que não estão familiarizados comigo, eu trabalho já a 10 anos investigando e sendo conselheiro de experiências ufológicas, abduções e ocasionalmente de sobreviventes, das mais variadas formas de traumas anômalos, como de rituais abusivos e de controle da mente. É porquê meu conhecimento em abduções aliens, paranormalidade, desconhecido e de traumas anômalos, eu reconheço Andy como um extraordinário sobrevivente do trauma baseado no controle da mente, e sua história não deveria ficar oculta.


EL: De onde você é originalmente e quando que seu treinamento começou? EL: Where are you from originally and when did your training begin?
AP: Eu nasci em Fallon, Nevada, em Novembro de 1969. Meu pai foi um tenente na base aérea Naval de Fallon, naquela época. Eu acredito que minha primeira experiência começou no tempo que eu estava com dois anos e meio de idade. Quando eu tinha cinco anos de idade, minha família morava em Munich, Alemanha e eu me lembro de ter freqüentados dois jardins de infância diferentes na Alemanha, a primeira era perto da base militar de tropas do exército de McGraw, e a outra classe de jardim de infância era em inglês. Eu tenho visões de memórias de sessões de tortura de quando eu tinha 2 anos de idade, em que eu fui sujeito a tratamentos de choque, com agulhas introduzidas nos meus ouvidos e genitália. O que eles os controladores/manipuladores faziam, era usar o trauma ao extremo para separar a mente do corpo. Eles faziam isto para desmembrar minha mente em várias partes, para que futuramente pudesse ser programada, para fazer coisas como proezas de um super-homem. Basicamente eles disconectavam todos os impulsos normais de um cérebro humano, como emoções e tudo o mais que basicamente estivesse existindo, e então, reprogramavam uma nova unidade. Eles faziam isto para remover todo o medo, de forma que quando eles programassem novas habilidades, você não teria mais este instinto, e Pero respondeu “mas eu não posso, eu estou com medo...”. Eles programaram você para fazer, e não para pensar”. Em essência, eles manejavam e programavam sua mente como se isto fosse um computador.


EL: Quem são as pessoas que lideram esses programas secretos, como o Monarch e o Projeto Montauk e onde que eles executam essas atividades? EL: Who are the people running these secret programs like the Monarch and Montauk Projects, and where do they conduct their activities? AP: Nosso próprio governo. Um de meus manipuladores que tentou fazer lavagem cerebral em mim, tentando fazer com que eu acreditasse que ele fosse meu pai era simplesmente um nazista. Eu coloquei seu apelido de Adolph, porque ele tinha uma aparência ariana. Depois da segunda guerra mundial muitos cientistas nazistas foram trazidos para os E.U.A, através de nossa própria agência de inteligência, que em tempos passados trabalharam em pesquisas de controle da mente nos campos de concentração. Eu acredito que eles sejam, um grupo de remanescentes nazistas, que trabalham em conjunto com diferentes departamentos do governo dos E.U.A e com os militares. Muitos de meus treinamentos e sessões de tortura, foram feitos, na Universidade de Rochester, Nova York. Eles me levavam para um quarto particular, no sótão ou para o andar superior da biblioteca. O laboratório aonde foram realizadas a maioria das programações a que eu fui submetido, foram na Base Aérea Nacional de Roma, Nova York. E eu também fui usado na época, na cadeira Montauk em Camp Hero, Montauk, L.I e também na cadeira em Atlanta, Ga, na base da força aérea Dobbins. A instalação de Montauk, localizada em Camp Hero, L.I, foi reaberta pelo departamento da Marinha e está atualmente ativa. Basicamente, essas bases subterrâneas estão localizadas no país inteiro. E cada uma tem uma finalidade e especialidade distinta. Existe uma instalação em Rochester, NY, Paramus, NJ, em Atlanta, Ga, Base da força Aérea Dobbins, e em Camp Hero, montauk, L.I e muitas outras. No Paramus, NJ, está localizada uma instalação aonde eles fazem muitos programas sexuais, com agentes femininas. A maior parte delas, 99% são agentes femininas involuntárias que foram destacadas para vários projetos de controle da mente e que estão sendo enviadas para serem promovidas há alguns destes projetos.


EL: O que foram algumas das coisas que os programadores de controle de mente fizeram você fazer? EL: What were some of the things the mind control programmers made you do?
AP: Eu me lembro que minha mãe me matriculou no curso Silva de controle da Mente, quando eu estava com 10 anos. Isto é uma espécie de auto hipnose aonde você estuda para atingir níveis diferentes da sua mente, para fazer auto cura, relaxamento, visualização, entortar colheres com a força da mente, coisas deste tipo. Esta época foi também, quando eu presenciei dois militares estranhos que me visitavam periodicamente durante minha infância, especialmente nos eventos esportivos. Eu fiz de maneira extremamente excepcional o curso Silva de controle da mente ( e os esportes), tanto que os dois militares me disseram, “Eu fiquei sabendo que você tem umas habilidades muito especiais”. Um dia você irá trabalhar para nós. Na época eu não compreendi, mas mais tarde, os dois homens foram muito importantes nos treinamentos que eu tive, até a minha época da universidade. Logicamente eu não compreendi isso até que a minha memória retornou. Eu fui muito bem nos esportes e meu QI era de gênio, mas eu gaguejava muito até os meus vinte anos, tanto que todo mundo pensava que eu fosse meio retardado. A gagueira foi devido a todos os tratamentos de choques elétricos. Eu me lembro de ter sido submetido a muitos choques elétricos tendo sido colocado num tanque d’água e obrigado a respirar debaixo d água. Conseqüentemente eu afoguei várias vezes e revivi, por causa da auto cura criada na minha mente. Eu aprendi a criar meu próprio laboratório mental através do curso Silva de controle da mente, cheio de uma super potente cura que poderia curar qualquer dano. Eu fui forçado a suportar coisas além de feitos de força e sobrevivência sobre humanas possíveis de serem atingidas.


EL: Me fale mais sobre as várias habilidades super humanas que você descobriu ter? EL: Tell me more about the various superhuman abilities you discovered you had?
AP: Os manipuladores me puseram em um estado de transe onde eu seria instruído a pular para fora de uma escada de baixa altura. Na minha mente, eu pensava que estava somente pulando de uma banqueta ou algo de baixa altura. Na realidade, eu estava progressivamente sendo direcionado a pular de alturas cada vez mais altas até o ponto em que eu poderia pular de edifícios e até mesmo de aviões sem pára-quedas. Quando eu estava subordinado ao controle da mente, eu poderia fazer qualquer coisa que me fosse ordenado, desde que eu acreditasse nelas. Eu poderia fazer 200 ou mais flexões sem problema, algumas vezes durante meia hora ou até que me mandassem parar. Eu era capaz de levantar um haltere de 272 kg, e fazer agachamentos quando eu estava na universidade, entre (250-750kg), enquanto eu estava sob o treinamento do controle da mente em um laboratório perto de Rochester, NY. Nos meus saltos eu caía como um gato, calmo e relaxado, sem medo, me concentrando como um lazer na aterrizagem.


EL: Existem outros como você próprio que tiveram treinamentos e experiências parecidas? EL: Are there others like yourself who have had similar training and experiencies?
Eu acho que existam milhares de outras pessoas e crianças que foram usadas e muitas delas desapareceram. Muitas morreram durante o processo. Eles foram considerados descartáveis. Alguns que sobreviveram aos muitos programas rigorosos ficaram conhecidos como os garotos de Montauk. Duncan Cameron é uma dessas pessoas. Geralmente os garotos e rapazes são treinados para serem mensageiros assassinos e super soldados e até mesmo psiônicos matadores. As mulheres são usadas geralmente como agentes sexuais. A história de Cathy O’Brien’s é um exemplo.

EL: Que tipos de no tempo que você se lembra de ter participado? EL: What kinds of special missions or time travels experiments do you remember taking part in?
AP: Existiam épocas que eu me lembro de ter estado num pequeno aeroporto em Rochester, sendo apanhado por um avião de guerra F-16 e tendo ido para um deserto numa área do sudoeste para treinamento militar ou percurso de obstáculos ou missões de assassinatos. Eu me lembro de ter visto outros homens com camisetas negras e calças, no mesmo curso de treinamento. Outras vezes eu me vi num porta aviões no mar. Depois das missões eles me levavam de volta para a universidade. Eu não me lembrava de nada que tinha acontecido durante horas ou dias. Todas essas missões foram realizadas quando eu tinha 15 anos de idade e entre 1988 e 1992 sob um profundo programa hipnótico, onde eles apagaram minhas memórias ou até que minha memória começasse a voltar. Me foi ensinado também, manusear vários tipos de armas, carregando e limpando cada modelo com suas próprias características especiais e atirando exatamente nos alvos repetidamente e perfeitamente, sem pensar, exatamente fazendo.


EL: Me fale mais sobre o seu envolvimento no Projeto Montauk? EL: Tell me more about your involvement in the Montauk Project?
AP: Eu fiz parte de um programa derivado do Projeto Montauk, chamado de cadeira Montauk. Basicamente a cadeira Montauk foi desenvolvida para conduzir o ser humano e a sua alma ao ponto zero de referência para facilitar a viagem no tempo. O que a cadeira basicamente fazia era separar a mente do corpo. Os operadores da cadeira pensavam e a energia vibracional aumentava, tendo uma proteção ao se olhar para as antenas, que ficavam sobre a cadeira, de onde a energia era enviada para o computador, e novamente para um processador, e então era amplificada várias centenas de vezes. A informação era enviada para uma rede de cristais de energia livre organizados num círculo. Então, qualquer um dos pensamentos eram amplificados e num período de tempo, um buraco abria-se no quarto. O buraco tinha entre 5 á 6 metros de largura e grande o suficiente para se passar um caminhão através. Em Camp Hero, Montauk, o local representa um ponto de referência de biorritmos da terra e neste ponto da terra é aonde a viagem no tempo é mais facilmente executada, quando a terra é o ponto de origem.

Meu papel no projeto da cadeira montauk era para utilizar meus dons de visualizações, para focalizar meus pensamentos em pontos específicos de épocas da história, que foram determinadas para mim. A cadeira era conectada a um sofisticado sistema de computador e amplificava o pensamento, de modo que quando um pensamento ou época no tempo era visualizada, o computador simulava um portal do tempo baseado neste período de tempo. Uma série de portais do tempo foram feitos, até que uma coleção de períodos do tempo e portais, foram se acumulando. A cadeira também era utilizada, para aumentar extremamente a visualização dos pensamentos, para se criar materializações na terceira dimensão baseados nos pensamentos dos operadores. Preston Nichols escreveu vários livros sobre o Projeto Montauk e descreveu um incidente em que Duncam Cameron criou um monstro na época que operava a cadeira Montauk. Uma certa missão de viagem no tempo foi chamada de Projeto Cruzeiro do Sul. Esta missão foi empreendida para vencer a segunda guerra mundial a favor dos aliados. O quê o governo dos E.U.A fez foi usar a viagem no tempo para voltar na época de 1940 para nos ajudar a ganhar a guerra. Nós cederíamos aparelhos de comunicações, armas e tecnologias de componentes fabricados na década de 1940s. Estes aparelhos seriam entregues na década de 40 juntamente com uns desenhos sobre como fabricá-los usando peças da década de 40. Eu participei de algumas dessas entregas, e uma vez, eu fui enviado para a Alemanha e em outra ocasião para a Inglaterra. Não me foi permitido falar com qualquer pessoa, exceto, entregar meu pacote e retornar rapidamente para nossa época. E isto tudo foi feito sob uma profunda programação hipnótica, e dessa forma, eu não tive muita liberdade para explorar. Eu tinha gasto não mais do que duas horas nestas entregas.


EL: Você se lembra de algum dia ter encontrado ou visto algum extraterrestre? EL: Have you ever encountered any extraterrestrials or seen any aliens in any of your underground base memories?
AP: Eu acredito que o Departamento da Marinha firmou algum acordo com os alienígenas Cinzentos/greys, para trocar tecnologias entre mulheres e crianças, na condução de experiências de fertilização. Isso é o que está acontecendo agora numa base subterrânea perto de Miami/Flórida. Umas das minhas lembranças mais perturbadoras é ter sido levado por um corredor nesse laboratório subterrâneo e ter visto jaulas eletrificadas com mulheres e crianças gritando por socorro. Eu vi os aliens Greys( 4 pés de altura com grandes olhos negros) e também seres répteis com 7 pés de altura em algumas de minhas experiências. Me disseram que eu tive muitas crianças de experimentos alienígenas e que eu também fui abduzido pelos greys. Em uma ocasião eu fui apresentado na época a um ser reptiliano em uma base subterrânea no ano de 1989-1990. De início eu vi um ser ariano de 7 pés de altura com aparência humana.. Ele caminhou em minha direção e sua imagem ficou embassada como se algo interferisse com a sua energia. Ele fez alguma coisa no dispositivo do seu cinto e me chamou, “Ok, eu ti mostro.” Ele então apertou algum botão no seu cinto e então eu vi sua imagem mudando para uma criatura tipo lagarto da altura de 7 pés que parecia pesar em torno de 400 lb/200 kg. Eu fui apresentado a um grupo de seres que se diziam ser de um sub-grupo do Illuminatti. O grupo era formado por uns 40 à 50 homens, todos com 1 m e 85cm de altura ou mais, brancos e de uma idade indeterminada, em média 70 anos, mas eu acho que eles eram mais velhos, considerando a tecnologia que eles tinham acesso. Eles se reuniam numa sala de reunião que eu acho que era numa base subterrânea, talvez Camp Hero, Montauk. Eles se sentaram em volta de uma mesa de madeira no formato de uma bola de futebol Americano. Cada cadeira tinha uma luz em cima e tinha um tipo de monitor de TV e um controle que saía da mesa. Também tinha uma tela enorme localizada na parte da frente da sala. Eu tenho razões para acreditar que nem todos os Illuminatis são humanos, mas que na verdade são seres alienígenas com aparência humana.
EL: Quem você acha que são os grupos ou pessoas que comandam o show nos E.U.A ou até mesmo na terra? Como os alienígenas se encaixam em tudo isto? EL: Who or what groups do you think are running the show here in the US or even on Earth? How do the aliens fit into all of this?


AP: Isto é muito complicado, mas basicamente existe 4 versões ou grupos na N.W.O, todos com programação variadas. O primeiro grupo engloba os ( E.U.A e Europa Ocidental, Ex: Inglaterra, Alemanha e França). O segundo grupo engloba Europa Ocidental e Oriental e os E.U.A. O terceiro grupo é de países do oriente, e o quarto é da Arábia Saudita Ocidental e todo o dinheiro do petróleo. Também tem os grupos de fora do mundo ( alienígenas do tipo nazista, futuros humanos chamados de Zardanianos, Reptilianos, Greys e Draconianos) que também tem um pé no plano da N.W.O. Por enquanto, os grupos europeus e ingleses de dinheiro velho, juntos com as facções nazistas remanescentes Judias e Americanos que formam o grupo que sempre foi conhecido e associado como Illuminati e ligados a facções secretas. Esse enorme grupo internacional controla a mídia, força policial, militares, etc. O Illuminati também faz parte do plano da N.W.O que inclui membros como George Bush, Principe Charlies e outras pessoas importantes. Quanto aos alienígenas, acho que a maioria dos aliens Greys estão sob a autoridade ou colaboração dos Reptilianos Draconianos com os Illuminatis, baseado em algumas de minhas experiências e memórias que ainda estão retornando a mim. Alguns destes grupos dos Greys estão em conflito com a agenda dos Reptilianos Dracos, que vem realizando suas próprias ações (programas de hibridização humano/Grey), assim dizendo. Eles planejam entrar na densa matéria espectral querendo obter um corpo emocional e uma habilidade para ascender para dimensões mais elevadas. Eles estão usando humanos para executar esta via entre híbridos humanos/aliens. Mas os humanos possuem a chave em termos de terem uma essência trina ou unidade de existência, física, emocional e espectral.


EL: Quando você começou a se lembrar de suas memórias? Como você conseguiu ou consegue interferir na programação por eles instalada? EL: When did you start remembering your memories? How did or can you break the programming they install?
AP: Algumas das minhas primeiras memórias surgiram na época que eu estava morando com um companheiro de quarto em Atlanta, Geórgia em 1996. Nós fomos a um boliche e eu tive uma visão com a forma de um homem vestido como um rinoceronte, com os dizeres “Jogue boliche com bolas Rinoceronte”. Isso me lembrou que Rinoceronte era o nome que os meus manipuladores nazistas me chamavam. O meu companheiro de quarto me ouviu dizer “eu sou Rinoceronte e eles me chamaram de Rinoceronte”. Ele se emocionou e me perguntou, “onde você escutou isso” e ele parecia sério e me perguntou. Pela sua reação eu mais tarde compreendi que ele tinha sido um dos meus programadores e manipuladores. A primeira lembrança, que fez com que eu me lembrasse de estar sendo eletrocutado e estar gritando de dor, em uma das minhas numerosas sessões de tortura. Então depois desta primeira recordação, outras recordações começaram a surgir. Foi como se a minha mente estivesse abarrotada e as memórias subconscientes estivessem acontecendo. Meus programadores de controle da mente deliberadamente bloquearam minhas memórias para que eu não me lembrasse. Quando eu, pouco a pouco, comecei a me lembrar, eu escrevia anotações para eu mesmo e as escondia. Então eu encontrava as minhas anotações, depois de ter esquecido tudo, porque o meu companheiro de quarto começava a perceber que eu começava a me lembrar de tudo. Aí ele repetidamente me colocava em transe , apagava minha memória e eu esquecia tudo que eu tinha acabado de me lembrar até então, mas tudo desmoronou, porque eu deliberadamente escondia as anotações e fingia para meu companheiro de quarto que não sabia de nada. Eu pensava que ele era um amigo, mas ele era simplesmente outro controlador e manipulador que queria me manter no programa. Eu me lembro que eu não conseguia me lembrar dos meus sonhos durante 10 anos. Mas agora eu consigo me lembrar. Eu estou purificando meu corpo, limpando a minha mente e conseguindo minhas habilidades de volta.


EL: Como eles fazem para manter o controle total sobre as pessoas que estavam e ainda estão em projetos de controle da mente? EL: How do they control EVER all these people who have been and are still in mind control projects?
AP: A essência das táticas de controles deles, é de separar a mente na época da juventude. Isto acarreta um processo de trauma, tortura, degradação e humilhação da pessoa. O processo é diferente para cada pessoa, mas em essência, eles surtem efeito na sua mente subconsciente, descobrindo aquilo que é a sua principal parte pessoal. Eles então basicamente usam isto contra você para torná-lo submisso e quebrar a sua resistência. O que acontece é que um indivíduo que tem habilidades mentais especiais é selecionado cedo ( muitas vezes eles são de famílias de militares ou de multi gerações de famílias, abusadas por rituais satânicos). Então, eles estão sujeitos a várias etapas de terror e horror para separá-los das suas próprias mentes. Isto é um processo de progressiva dissociação e compartimentalização da mente e da personalidade. Eles controlam a sua mente através de várias complicadas técnicas de comandos e técnicas de hipnose, até eles criarem o perfeito candidato Manchuriano.( veja a narração de Greenbaum por D.C. Hammond). Eles programam você para fazer alguma coisa, então apagam sua memória. Basicamente eles programam sua mente, como se isto fosse um computador. Uma vez que eles instalam uma palavra mágica, e tudo o que eles tem a fazer é dizer essa palavra e você está sobre o controle deles. Isto acontece numa idade prematura, assim fica fácil para eles lhe controlarem, se vocês estiverem condicionados e dissociados dentro de várias personalidades. Outro método de controle da mente é aquele em que eles enviam uma pessoa especial em sua vida, treinadores e manipuladores, que se mostram como seus amigos, professores, “desprogramadores”, companheiros de quarto, namoradas, etc. Que estão atualmente trabalhando para os projetos de controle da mente. Alguns estão trabalhando inconscientemente, e não sabem até mesmo que estão sendo usados de uma certa maneira. Isso faz com que seja difícil de se confiar em qualquer pessoa.


EL: Existe mais alguma coisa que você possa falar sobre estes projetos ou aconselhar outros que tiveram passado através de experiência parecida e como eles próprios podem ficar livres destas influências? EL: Is there anything else you can say about these projects or advice to others who have gone through similar experiences, like how they can be set free from its influence?
AP: Para aqueles que querem ficar longe da influência dos programas de controle da mente, você deve ter um forte instinto de guerreiro para fazer o que é certo, sem ligar para que os outros estão fazendo. Sua única prisão é a primeira que você constrói para você mesmo. Você deve se conectar com seu eu superior para quebrar o mal que está ao redor de nós e não sujeitar-se a fazer a maldade, justamente porque os outros vem fazendo. Mantenha seu fundamental juízo do que é certo e errado. Isto tudo retorna para o básico conflito entre o bem e o mal. Isto é como as forças negras no poder do planeta que tentam penetrar no paraíso ou para dimensões superiores.


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** Espiões psíquicos **

Em 1995, o governo dos EUA extinguiu um projeto de vinte anos para desenvolver agentes psíquicos. Agora o governo ignora o caso. O que estaria ocultando?
Pat Price, ex-delegado de policia da California foi um agente psíquico. Foram-lhe mostrados mapas com coordenadas e lhe feitas perguntas.
Price respondeu um relatório de cinco paginas que descrevia a área em questão, os edifícios que existiam no lugar e seus interiores como também os móveis das salas e os nomes que estavam sobre as mesas de trabalho. Suas últimas palavras pareciam insensatas: “Bola de saída”;”bola quatro”;”bola oito”;”caçapa lateral”,etc. Ele estava lendo os nomes codificados de alguns arquivos que encontravam-se dentro de um armário em uma das salas.
Pat Price desconhecia, mas acabou descrevendo o Gabinete de Segurança Nacional (GNS) de um centro secreto de comunicações situado á 210 quilômetros de Washington. Price nunca esteve naquele local e o relatório foi feito do outro lado do país, no Stanford Research Institute (SRI), na California. Os resultados impressionaram. A notícia chegou a GNS que acabou iniciando uma investigação sobre Price.

Durante os dois anos seguintes até sua morte em 1.975, Price trabalhou em projetos secretos militares. Os projetos Scanate, era uma série de testes financiados pela CIA para determinar se a percepção extra sensorial (PES) poderia ser utilizada no campo da espionagem. Nascia assim um novo tipo de agente: o espião psíquico.


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** A Conexão Nazista **

A Segunda Guerra Mundial desencadeou uma serie de
experiências de clarividências.
Dizem que em 1.941 os conselheiros psíquicos de Stalin preveram
a morte de Hitler e a derrota da Alemanha.
O alto comando nazista de Berlim, obcecado pela astrologia e
pelo paranormal, criou então o Instituto Pendulum para a
detecção de movimentos de embarcações inimigas com a ajuda
de pêndulos e cartas marítimas.
Cientes deste fato em Londres, os britânicos propagaram a noticia
de que possuíam especialistas em pêndulos cujo resultados eram
excelentes. Os alemães ficaram consternados, principalmente
porque nesta época estavam perdendo muitos submarinos.
Entretanto, foi durante a Guerra Fria que a espionagem psíquica
realmente floresceu. O que sabe-se, é que o bloco comunista
era o mais desenvolvido nesta área. Grandes quantias de capital
foram investidas em programas de poderes mentais.


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** Experimentos Mortais **

O êxito final, segundo o bioquímico tcheco Milan Ryzl - que antes
de mudar-se para os EUA em 1.967 havia visitado os laboratórios
psíquicos soviéticos -, era a ligação com o pensamento.
O doutor Nicolai E. Khoklov, que desfiliou-se da KGB em 1.954,
afirmava que estavam sendo empreendidas experiências com
armamentos “psicotronicos” para destruição psíquica de mísseis,
inutilização de sistemas de radar e alteração dos componentes
eletrônicos de computadores.
Khoklov assinalou que em uma experiência conseguiram fraturar
a coluna vertebral de uma pessoa utilizando este tipo de energia.
Verídicos ou não tais casos, os EUA encontravam-se em condições
inferiores no campo paranormal. Em 1.971, o astronauta Edgar
Mitchell, da nave espacial Apolo 14, tentou sem êxito uma
comunicação telepática do espaço com um especialista. No ano
seguinte a NASA tentava criar então uma máquina que facilitasse
a comunicação telepática através do espaço.
O projeto foi impossível de ser empreendido, entretanto, os
cientistas que foram contratados - Harold Puthof e Russell Targ,
do SRI da California - prosseguiram com as pesquisas e a NASA
continuou financiando-os. Aproximadamente 70% do orçamento
do SRI era proveniente de contratos governamentais.
Em 1.972, Targ e Puthof, doutores especialistas em física quântica
e em raios laser e microondas, receberam a visita de Ingo Swann,
um paranormal e pintor modernista de Nova York, membro da
Sociedade Americana de Estados Psíquicos (SAEP). Ele estava
pesquisando um método de “espionagem”, para se visualizar
psiquicamente lugares e coisas. Targ e Puthof perceberam o
grande potencial desta capacidade mental e organizaram então
uma equipe dotada com poderes psíquicos, conduzida por Swann
e Pat Price.
As experiências foram sucedidas e em pouco tempo, os serviços
de espionagem interessaram-se por esta descoberta. Em outubro
de 1.972, ocorreu uma reunião secreta, onde estavam presentes
Puthof e um anônimo pesquisador. Segundo Swann, eles
receberam um adiantamento de 50 mil dólares para
“desenvolverem um método que pudesse ser utilizado para
espionagem”.


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** Financiamento Secreto **

O novo patrocinador, chamado de “o aspirante da Costa Leste”,
mas que na verdade se tratava da CIA, deu um prazo de 80 dias
ao SRI para que encontrasse um método de espionagem psíquica.
A equipe começou então a trabalhar no que foi denominado de
projeto Scanate.
Em julho de 1.973, depois de meses de experiências e testes, a
equipe de SRI encontrou um fenômeno que poderia satisfazer as
exigências da CIA após apresentação dos resultados por Puthof
quando em uma semana Swann recebera as primeiras
coordenadas do serviço secreto. A espionagem psíquica
finalmente estava sendo colocada em prática.


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** Início do Acobertamento **

A partir deste momento, os indivíduos envolvidos com o projeto
de “espionagem” psíquica, conseguiram forca para persuadir os
dirigentes do Pentágono sobre o potencial militar paranormal.
Os êxitos aumentavam á medida que as pesquisas avançavam,
mas ao mesmo tempo crescia o caráter confidencial do projeto.
Contudo, em 1.975, com a morte de Pat Price, foi anunciado que
a espionagem psíquica tinha
chegado ao fim, mas esta era a versão oficial. Porem, através de
uma investigação realizada em 1.978, foi demonstrado que 5
dos 14 laboratórios de parapsicologia tinham sido contratados
por autoridades governamentais. Em janeiro de 1.980, o governo
norte americano voltou a solicitar os serviços do SRI em razão
dos seqüestros de vários americanos pelo Ira.

Apesar de negar, o governo dos EUA continuou financiando
projetos secretos nesta área. Em 1.977, uma nova operação - o
Projeto Grillflame forneceu ao exercito e aos serviços secretos,
espiões psíquicos. Foi criado então um novo centro de
“espionagem”, em Forte Mead (Maryland), com especialistas
psíquicos do Centro de informação de Segurança (CIS) do Exercito.


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** Operação “STARGATE” **

Oficialmente, o projeto Grillflane extinguiu suas atividades em
1.983, mas na verdade, prosseguiam em sigilo financiados por
verbas do Pentágono. Mudou-se o nome do projeto -denominava-
se agora “Centerlane” - mas a Agência da Informação
da Defesa manteve os mesmos objetivos.


As autoridades estavam impressionadas com os resultados.
Segundo o Gal. Edmund Thompson, a técnica de “espionagem”
era real e “não estávamos interessados em explica-la, nem em
esclarecer sobre sua utilização”.


Ao que parece, a equipe de Grillflane investigou assuntos
paranormais por todo o mundo. Entre seus sucessos, estão
incluídos: a procura de túneis secretos entre a Coréia do Norte e
a Coréia do Sul; a localização de um bombardeiro soviético que
havia sido atingido na África; o assassinato do Presidente Park
na Coréia do Sul; a localização de testes nucleares e a captura de
um espião soviético na China como também descrições
detalhadas dos campos de treinamentos dos terroristas do
Hezbolla no Oriente Médio e informação estratégica do paradeiro
do Gal.


Mu’ammar al-Gaddafi durante o ataque aéreo á Trípoli.
Sem garantia de sucesso, foram abertas investigações sobre a
espionagem psíquica dentre outros projetos do Pentágono.
As conclusões das investigações em Fort Mead, continuam sendo
sigilosas mas em 1.986 o projeto STARGATE foi definitivamente
cancelado. Ou será que não?

Em 1.995, de acordo com uma nota oficial, Fort Mead foi fechado.
Uma contradição, já que teoricamente não funcionava há 9 anos.
Considerando-se a pouca confiabilidade das afirmações, parece
que o exército continua interessado em parapsicologia.
Depois do fechamento “oficial” de Fort Mead, o comandante
Edmund fundou uma firma chamada Psi-Tech, para prosseguir com
estudos na área psíquica. Dames tinha muitos clientes, e dentre
eles, o governo dos EUA. Posteriormente, a Psi-Tech foi dissolvida.


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** O Circulo se Fecha **

A espionagem psíquica poderia pertencer ao setor privado? Joseph
McMoneagle, o primeiro oficial do exército á ser treinado para o
projeto Grillflane acredita que não:”Posso assegurar-lhe
categoricamente como um psíquico e como membro do projeto
que o Grillflane está fechado e não será ativado novamente. O
governo nunca contratou psíquicos civis e não o fará futuramente,
uma vez que não pode controlá-los. “Esta foi uma das razões pelas
quais o projeto foi criado”.


Mas talvez a palavra final sobre o assunto tenha sido dita pelo
Stanfield Turner, ex-diretor da CIA. Quando que em 1.995
perguntaram-lhe se o governo prosseguia utilizando o serviço de
especialistas psíquicos quando ele declarou numa nota: “Nenhum
oficial do Serviço de informação jamais ocultaria alguma valiosa
fonte de informação”.

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** Armas de controle psicotrônico contra cidadãos **

Militares norte-americanos estão desenvolvendo tecnologias de controle mental remoto, para utilização contra milícias e manifestações públicas. Estas novas tecnologias armamentistas, desenvolvidas inicialmente pelos agentes da KGB soviética, baseam-se na utilização de ondas eletromagnéticas e acústicas de baixíssima freqüência (20 a 35 Hz), causando desorientação, dores e em casos extremos a morte.


O governo americano possui dispositivos capazes até mesmo de simular seqüestros por UFOs, projetando imagens holográficas de modo a implantar pequenos "chips" nas supostas vítimas, com a finalidade de seu monitoramento contínuo.


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** O Projeto de Controle Mental **


A CIA colocou um ponto final em seu ameaçador programa MK-ULTRA ou apenas o atualizou, incluindo uma série de armas magnéticas e microimplantes de cérebro?
Em 28 de Novembro de 1953, Frank Olson jogou-se pela janela do décimo andar de um hotel em Nova Iorque. Ele era um cientista que havia trabalhado na Chemical Corps Special Operations Division do exército dos EUA, e seus problemas tinham iniciado a partir de uma reunião realizada nove dias antes.


A reunião foi dirigida por Sidney Gottlieb diretor de serviços técnicos da CIA. Sem que os assistentes da reunião soubessem, Gottlieb tinha adquirido uma certa quantidade de LSD e queria experimenta-lo secretamente. Colocando o LSD na bebida de Olson, deu-lhe a garrafa e sentou-se para esperar os efeitos. Olson, começou a sofrer efeitos secundários de descoordenação. Posteriormente, um dos assistentes da reunião Bem Wilson, recordou que Olson "estava psicótico".













Frank Olson morreu em 1953. Sua família acusou a CIA de "morte legal", denunciou que Olson estava desequilibrado no momento de sua morte, em razão de ter tomado, sem saber grandes doses de LSD.
Gottlieb e seu chefe, Allen Dulles, começaram uma operação de encobrimento de 20 anos dos fatos que rodeavam a morte de Olson.




O professor James Starrs, fotografado segurando um molde da caveira de Frank Olson, dirigiu a investigação forense da morte de Olson. Starrs chegou a conclusão de que não existiam provas suficientes de que sua morte não passara de um suicídio. Sidney Gottlieb (acima), que foi acusado de ministrar grandes doses de LSD a Olson, também foi chamado pra testemunhar.
LAVAGEM CEREBRAL
Tratava-se do supersecreto projeto MK-ULTRA da CIA. O projeto nasceu a partir de um projeto anterior, o Bluebird , que oficialmente teria sido criado para fazer frente aos avanços soviéticos nas técnicas de lavagem cerebral. Porem a Cia tinha outro objetivo: "estudar métodos de controle dos indivíduos". O marco foi a experiência da "narco-hipnose", que é combinação de drogas alteradoras da mente com uma cuidadosa programação hipnótica.
Em plena evolução, o projeto Bluebird passou a ser chamado de Projeto Artichoke (Projeto Alcachofra). Era um programa "ofensivo" de controle da mente no qual estavam envolvidas as divisões de espionagem das forças aéreas, marítimas e do exercito, assim como o FBI.
A finalidade do projeto é descrita em um memorando de 1952, onde é dito: Podemos obter o controle da mente de um indivíduo até o ponte em que seja possível executar nossos desejos contra a sua vontade ou contra as leis naturais, como a própria proteção? O objetivo era a criação de um assassino programável.
Uma equipe da CIA foi formada para viajar pelo mundo inteiro. Sua tarefa era comprovar as novas técnicas de interrogação e garantir que as vitimas não se lembrassem de que foram interrogadas e programadas. Inúmeros tipos de drogas foram utilizadas, desde a maconha até o LSD, da heroína até o pentotal sódico, um narcótico utilizado como anestésico, vulgarmente chamado de "soro da verdade".
No dia 13 de abril de 1953, nasce o programa MK-ULTRA da CIA, com uma finalidade muito mais ampla do que as anteriores. Nos documentos oficiais é descrito como um "projeto guarda-chuva", com 140 "subprojetos". Muitos subprojetos dedicavam-se a provas ilegais para um possível em campo, outros estavam dedicados a eletrônica. Um deles, explorava a possibilidade de "ativar o organismo humano através do controle remoto". Porem, o mais importante de tudo isso, prevalecia o principal objetivo da lavagem cerebral de indivíduos para serem utilizados como informantes e espiões, mas sem saberem do que se passava.
EXPERIÊNCIAS ILEGAIS
Quando foi formada em 1947, a CIA somente estava autorizada em atuar em "ultramar". Desde o principio, a equipe do MK-ULTRA quebrou essa condição e começou a fazer testes com cidadãos desprevenidos dos Estados Unidos.
Nunca se saberá exatamente o alcance dos testes ilegais. Richard Helms, diretor da CIA e arquiteto-chefe do programa, ordenou de todos os arquivos do MK-ULTRA, antes de deixar o seu cargo em 1973. Apesar destas precauções, alguns destes documentos não foram destruídos e tornaram-se públicos no final da década de setenta. Os documentos colocavam em evidência o grande cinismo da agência de espionagem.
Um projeto particularmente detestável foi realizado pelo Dr. Harris Isabel, diretor do Hospital de Serviço Público de Lexington, Kentucky, uma instalação especializada em dependência de drogas. Quando a CIA solicitou que descobrissem uma gama de drogas "sintéticas", Isabel começou a fazer experiências com residentes negros detentos. Diariamente lhes eram ministradas grandes doses de LSD, mescalina, maconha e outras substâncias. Como recompensa pela participação da experiência, os residentes recebiam "doses" de morfina de alta qualidade, dependendo de sua cooperação. Levado às subcomissões do Senado, em 1975, Isabel não viu nenhuma contradição em proporcionar as drogas pesadas aos doentes muitos viciados que estavam sob sei tratamento.
Perante a indignação pública, a CIA anunciou que tinha substituído os programas de controle mental. Victor Marchetti, que trabalhara na CIA por 14 anos, disse que isso não era verdade.
IMPLANTES CEREBRAIS
Diante de uma possível investigação, a agencia apressou-se em tirar a importância de sucesso do MK-ULTRA, dizendo que não havia conseguido obter progresso reais. Milles Copeland, outro agente veterano da CIA, expressou suas duvidas sobre isso. Copeland revelou a um jornalista que, "o comitê do Congresso que investigou estes assuntos, só obteve uma idéia superficial do que realmente aconteceu". Outra fonte do interior da comunidade de espiões diz que, depois de 1973, os esforços da CIA direcionaram-se cada vez mais para o campo da psico-eletrônica. Não podiam extrair mais nada da narco-hipnose.
O neuropsicólogo José Delgado pesquisava a estimulação eletrônica do cérebro. Implantando uma pequena sonda no cérebro, Delgado descobriu que podia exercer um enorme poder sobre o indivíduo. Utilizando um dispositivo que foi chamado de "estimulador cerebral", que funcionava com ondas de rádio FM, podia comandar eletronicamente uma ampla gama de emoções, incluindo a ira, o palpite sexual e o cansaço.
Em 1966, Delgado anunciou que seus resultados apoiavam "a desagradável conclusão de que o movimento, as emoções e o comportamento podem ser controlados através de pulsadores, como se faz com os robôs". Financiado pela Office of Naval Research, Delgado olhava para o futuro, quando a sociedade puder "psico-civilizar-se". Apesar da miniaturização dos implantes, o seguinte avanço importante foram as microondas. Colocando um voluntário em um campo eletromagnético, o Dr. Ross Adey, da Universidade da Califórnia, fez uma terrível descoberta. Empregando algumas ondas de rádio específicas, Adey podia interferir nas ondas cerebrais do indivíduo.

















Durante os anos 50 e 60, foram ministradas grandes doses de LSD em mais de cem soldados britânicos. Essas experiências eram realizadas para saberem o que poderia ocorrer se o inimigo ultilizasse a droga contra as forças britânicas.
Outro cientista, Allen Frey, descobriu que podia induzir os sonhos à distância nos indivíduos submetendo-os a ondas eletromagnéticas. Descobriu também que podia produzir sons diretamente no interior da mente de um voluntário.
Desde os primeiros trabalhos de Frey, Joseff Sharp, o médico do Walter Reed Army Institute of Research, pôde transmitir palavras através de microondas. Situado no interior de um campo magnético, Sharp ouviu e compreendeu as palavras que um colega lhe transmitia. No âmbito da medicina, isto significou uma importante inovação, pois representaria um imenso benefício para a surdez. Contudo, as comunidades militares e de espionagem dos Estados Unidos capitalizaram estas descobertas. Os programas de pesquisa sobre o eletromagnetismo nunca foram revelados, apesar da Ata de Liberdade de Informação.
CONTROLE REMOTO
Em 1974, J. F. Scapitz, um cientista financiado pelo Departamento de Defesa, pensou em combinar os estudos de hipnose do MK-ULTRA com as técnicas de microondas. Em um anteprojeto apresentado ao Departamento de Defesa, Scapitz dizia: "Será demostrando que a palavra falada pelo hipnotizador poderá ser dirigida através de energia eletromagnética modulada para as regiões subconscientes do cérebro. Isto, dizia, poderia ser conseguido sem o emprego de nenhum dispositivo técnico de recepção de mensagens".
Os agentes dos Estados Unidos poderão intervir a distância na mente de um indivíduo. Scaptz foi ainda mais longe dizendo: "Isto poderá ser obtido sem que a pessoa em questão perceba o que está lhe acontecendo".
Desde então, pouca informação foi descoberta sobre o assunto, segundo a imposição de uma rígida norma de segurança. Apesar disto, informações fragmentadas continuam sendo publicadas. O que se pode deduzir delas nos passa uma imagem desoladora.
Existem provas de que, por trás das iniciativas norte-americanas do Non Lethal Defence esconde-se a tecnologia do controle mental e da alteração do comportamento.
O anúncio feito em 1995, de que as armas não letais, incluindo-se as microondas de alta potência e os dispositivos de freqüência de rádio, devem ser legalizados, foi recebido com consternação. O programa "Outras Operações Não de Guerra" abre o caminho aos militares para movimentarem-se no campo civil, amparando-se em um suposta maios eficácia na luta contra o narcotráfico, o terrorismo e outras atividades ilegais.
Muitos cidadãos consideram que este argumento é uma mera desculpa. Temem o uso generalizado das tecnologias que alteram a mente e acreditam que a democracia está correndo perigo, considerando-se os abusos já cometidos pelo governo. IMPLANTES EM MINIATURA












Um número crescente de pessoas denunciam que tiveram dispositivos implantados, capazes de exercer uma manipulação mental. A Internet oferecem imagens de radiografias cerebrais que mostram implantes. É difícil comprovar a sua autenticidade.
Pessoas como Robert Naeslund (radiografia de seu crânio acima) foram alvo de implantes. "Estes transmissores mudaram a minha vida de diversas formas e me atormentam com o seu uso constante", disse.
Não há dúvida de que existem implantes em miniatura. Uma pesquisa realizada por Jane Affleck revelou um documento da NASA de 1970 -Implantable Biotelemetry Systens- que mostrava implantes do tamanho de uma moeda. Atualmente, diz-se que existem implantes da espessura de um fio de cabelo.


** GRUPO DE PRESSÃO **


A Rede Internacional Contra o Controle da Mente, com sede na Suécia, conduz uma campanha para que se acabe com esta prática, e afirma que tal técnica é utilizada por serviços de segurança do mundo inteiro. Informa incidências nos Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Dinamarca e Grã-Bretanha, destacando que esta prática é um agrave infração aos direitos humanos.
O grupo informa que existem vítimas nas quais foram implantados transmissores, assim como eletrodos e cristais de transmissores de rádio.
Supõe-se que esta forma de controle da mente -que foi denominada estimulação eletrônica do cérebro ou telemetria biomédica- utiliza-se para enviar mensagens diretamente ao cérebro. Também podem-se registrar e analisar a atividade cerebral de um indivíduo.
Como era esperado, a resposta que o grupo de pressão tem recebido dos políticos tem sido um desmentido, ou que os organismos relacionados com os serviços se segurança não dão satisfação de seus atos ao público.



** MASSACRE DE JONESTOWN **


Existem muitos rumores se que, por trás do massacre de Jonestown, havia uma experiência de controle mental realizado pela CIA, que ocorreu na Guiana em novembro de 1978.
O relatório oficial diz que 913 membros do culto do Templo do Povo dirigido pelo reverendo Jim Jones, suicidaram-se em massa bebendo cianureto. O massacre ocorreu pouco tempo depois de um congressista dos Estados Unidos, enviado para investigar os abusos dos direitos humanos em Jonestown, ser assassinado pelos discípulos de Jones. Porém, um legista local declarou que 80% dos mortos tinham falecido por tiros ao invés de envenenados.
As teorias da conspiração sustentam que a CIA tinha transferido suas operações do MK-ULTRA dos hospitais mentais e das prisões para a área dos cultos religiosos em crescente expansão.


** VÍTIMAS DE CONTROLE MENTAL **


Na Grã-Bretanha, o caso mais famoso é o de Joe Vialls. Nos anos oitenta, viu-se envolvido na controvérsia que rondou as suspeitosas mortes de vários cientistas. Acossado por sinais acústicos que lhe alteravam a mente, Vialls entrou em contato com a Fundação Médica para a Assistência de vítimas da Tortura de Londres.
Anthony Verney viajou grandes distâncias para catalogar algumas experiências pessoais muito assustadoras. Os relatórios de um cidadão britânico que vivia perto de uma estação de comunicações, apresentam notáveis semelhanças com os casos relatados pelas vítimas norte-americanas.

** CONTROLE DA MENTE **

O controle mental está obviamente muito relacionado com a religião, que é , para mim, a melhor forma de controlar as pessoas ou controle mental em massa já inventado.
Assim como propagandas e televisão. Mas o controle da mente vai muito mais fundo do que isso. Os projetos de controle da mente nos illuminati-repitilianos que são produzidos literalmente milhões de “robôs” mente-controlados que são programados para levar a cabo a agenda da illuminati.
Há muitas formas eletrônicas através das quais isto é feito hoje, mas um dos métodos-chave é controle da mente baseado no trauma. Onde pessoas são traumatizadas por abuso sexual, violência, são forçadas a testemunhar e tomar parte em rituais de sacrifício humano e outros incontáveis horrores. Tais experiências ativam o mecanismo da mente que bloqueia recordações de trauma extremo.
Um exemplo disso, o qual muitas pessoas experimentaram, é quando elas não podem recordar de um grave acidente de carro. Elas podem se lembrar de antes e depois do acidente, mas não do impacto. A mente ponha uma barreira amnésica ao redor da memória ou as lembranças são deletadas pelo nosso próprio cerebelo que absorve e deleta milhões de informações por minuto então assim nós não temos que continuar vivendo o acidente. Isso é uma boa coisa , mas a illuminati tem desenvolvido métodos de usar está técnica para traumatizar uma mente seguidamente até que ela se fragmente em várias barreiras amnésicas desconectadas. Eles então programam esses diferentes fragmentos da mente como tarefas diferentes. As tarefas são pré-programadas para serem ativadas com um “gatilho” , que pode ser uma palavra, uma cor, um som, ou o que quer que seja.
Uma vez que o gatilho é determinado, o programa se fecha e a pessoa fará tudo o que ela foi programada para fazer.
Lembraram ; assassinar alguém; enlouquecer como uma arma em uma escola o que conduz para políticas de controle de armas , e assim por diante.
Os campos de concentração da Alemanha nazista sobre a supervisão de Josef Mengele, foram uns principais centros para tais experimentos. Mengele foi levado para os E.U.A e América do sul depois da guerra pelo illuminati com o nome de dr. Green ou Greenbaum para continuar o seu projeto, isto resultou no notório projeto de controle mental. MK-Ultra.
O centro de armas navais china lake no deserto da Califórnia foi umas das suas primeiras bases de operação.
O tempo mais efetivo para começar este processo de criação de robôs humanos é antes da idade de cinco ou seis anos.



































** OS MICRO, MICRO, MICRO-CHIPS, O QUÃO PEQUENOS ELES REALMENTE SÃO **

Um cientista que trabalhava pra CIA contra a sua vontade me disse, há dois anos atrás, que na verdade os microchips eram tão pequenos que eles estavam sendo inseridos através de injeções durante a "vacinação". Essa é outra razão crucial para não vacinarmos nossas crianças.Aqui está a imagem que prova como eles são pequenos. Ela foi tirada em uma universidade da Inglaterra, a qual está desenvolvendo a tecnologia de micro-chips. Por favor sinta-se livre, como com tudo neste site, para copiá-la e passá-la adiante.David Icke






























Legenda da foto: fotografia excêntrica ...uma formiga carrega um micro-chip de 1-mm em suas mandíbulas em uma fotografia promocional liberada pelo centro de tecnologia de precisão da Universidade de Huddersfield. O centro diz que é o primeiro na Inglaterra a calibrar medidas e instrumentos a 1/10.000 de um milímetro.

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** PROJETO MOONSTRUK **

Com base nos estudos rudimentares de Jacques d' Arsonval , a CIA decidiu criar o Projeto Moonstruk. O objetivo era o de tentar desenvolver emissores-receptores de pequenas dimensões que seriam implantados no cérebro e nos dentes dos "incautos"; estes implantes seriam ali colocados sem conhecimento das vítimas, durante intervenções cirúrgicas ou raptos. Estes implantes seriam produzidos pela empresa AT&T que já tinha colaborado durante a II Guerra Mundial com o OSS - Office of Strategic Services no Projeto MANHATTAN (construção da primeira bomba atômica).























Na imagem acima à esquerda vemos uma radiografia do crânio com implantes, antes de serem retirados pela narina direita a Robert Naesland (imagem à direita). Robert Naesland afirma que aqueles objetos foram implantados pela SAPO o equivalente Sueco do MK Ultra.

Inicialmente, os testes foram feitos em mendigos, em prostitutas e nos sem abrigo. O objetivo essencial consistia em tentar alterar o comportamento dos seres humanos sem o conhecimento destes, através da excitação eletrônica do cérebro - E.S.B. . Estes implantes trabalhavam na base de altas freqüências HF - ELF .


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** PROJETO BLUEBIRD - PROJETO ARTICHOKE **

Facilmente se constatou que nos anos 50 a tecnologia, ao nível da eletrônica, não se encontrava minimamente desenvolvida, pelo que tornava-se difícil efetuar "apenas" eletronicamente um controlo mental por emissões de "radiofreqüências". Foi então testado um novo método: associado aos implantes, era ministrado LSD e aplicados choques elétricos. Assim surge em 20 de Abril de 1950 o Projeto Bluebird que em Agosto de 1951 passa a designar-se Projeto Artichoke . O objetivo era o de "apagar" memórias vividas e implantar falsas memórias. Esse trabalho foi desenvolvido com base nas experiências feitas pelos chineses conforme descreveu no seu livro publicado em 1951 por Edward Hunter ex-oficial da CIA intitulado "BRAIN-WASHING IN RED CHINA. THE CALCULATED DESTRUTION OF MEN'S MIND"


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** PROJETO MK-ULTRA - PROJETO MK-SEARCH **

Em 3 de Abril de 1953, foi criado pela CIA o Projeto MK-ULTRA - Candidatos Manchus , ,dividido em 149 subprojetos . O objetivo principal era o de, eletronicamente, "apagar" a memória das "vítimas" - E.D.O.M. utilizando remotamente radiofreqüências de VHF, UHF e HF, e "implantar" falsas memórias e criar humanos com personalidades múltiplas, inclusive como "serial killers", altamente especializados e treinados em diversos tipos de armas.

Segundo o investigador Colin A.Ross Doutorado pela Universidade de Alberta e especializado em Psiquiatria pela Universidade de Manitoba, E.U.A, e presidente do International Society for the Study of Dissociation, as Universidades de Harvard, Yale e John Hopkins eram instituições pertencentes ao MK-ULTRA onde eram feitas experiências com estudantes involuntários. Em 7 de Junho de 1964 é criado o Projeto MK-SEARCH de idêntica natureza, subdividido em 7 subprojetos.

Uma pequena chamada de atenção: o termo "Candidato Manchu" mais conhecido por "Manchurian Candidate", foi dado a conhecer em 1959, por Richard Condon quando, após ter colaborado com a CIA, publicou um livro sobre este tema naquele ano , tendo este sido um "best seller". O curioso nesta questão é que a pessoa anteriormente referida, era irmão do Dr. Edward Condon, Físico e Prof. da Universidade de Colorado, Chefe do Programa de Investigação sobre os OVNI's da Universidade de Colorado, àrea civil, no Projecto Blue Book, e que apresentou em 12 e 13 de Junho de 1967, através do capitão da Força Aérea dos Estados Unidos, Van Diver, o célebre relatório de 937 páginas sobre sobre o fenômeno OVNI designado por Relatório da Comissão Condon para os OVNI's.

Voltando ao tema, as experiências destes dois projetos o MK-ULTRA e o MK-SEARCH resultavam do seguinte: antes das memórias "vividas" serem apagadas, transformavam as vítimas em "vegetais"; para isso, era administrado aos "pacientes" um "cocktail diário para dormir", (por um período de 15 a 30 dias a que designavam por "terapia do sono") composto por 100 mg de nembutal, 100 mg de torazina, 100 mg de seconal, 150 mg de veronal e 10 mg de fenergan e, de 2 a 3 vezes por dia, eletrochoques de 110 volts. Esta "terapia" foi inicialmente testada num hospital de Montereal (Canadá), sob a supervisão do psiquiatra Dr. Ewen Cameron, diretor do Allen Memorial Institute e que foi eleito, em 1953, presidente da American Psychiatric Association (Associação Psiquiátrica Americana) e, mais tarde, presidente da World Psychiatric Association (Associação Psiquiátrica Mundial).

Paralelamente, no National Institute of Health (Instituto Nacional de Saúde , EUA), em Washington, o Dr. John Lilly efetuava testes em cérebros de macacos, cujas conclusões seriam posteriormente aplicadas em humanos, descobrindo 600 pontos no córtex cerebral, onde, à distância, e por meios radioelétricos, podiam ser "transmitidas ordens subliminares"


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** SEROTONINA **

Depressa se constatou quais eram os resultados: quanto mais elevadas as radiofreqüências enviadas ao receptor,
- maior é a sua percepção;
- aumentam os casos de amnésia;
- numa conversação longa, começam a produzir-se raciocínios ilógicos, causando confusão mental;
- os períodos de depressão aumentam, bem como a ansiedade, a irritabilidade e a insônia;
- crescem os sintomas de cansaço;
- aumentam a distorção na visão, na audição e a anemia e os sintomas associados à esquizofrenia.

Sabe-se hoje, que alguns dos sintomas associados à esquizofrenia resultam de um elevado nível de Serotonina 5HT ou baixo nível do metabolismo da Serotonina 5HIAA.







A serotonina é um dos mais de 100 tipos de neurotransmissores conhecidos que existem no nosso cérebro, e que quando o seu nível é elevado, são responsáveis por esquizofrenias, psicoses e algumas doenças tais como a de Alzheimer, e Anorexia entre outras; ou, quando o seu metabolismo é baixo , induzem as pessoas a praticarem crimes violentos, o suicídio, a terem insônias, depressões, bulimia, a praticarem exibicionismo, etc.

Em resumo: quanto mais radiofreqüência for absorvida pelo cérebro dos seres humanos, mais violentamente eles se comportam.




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6 comentários:

rodrigo disse...

Para quem ja leu esse site e quer provas do que foi lido, abaixo indico alguns filmes e documentarios que podem ser vistos no you tube, os filmes sao:

FILME TEORIA DA CONPIRAÇÃO (VARIAS VERDADES DITAS E MOSTRADO TECNICAS DE CONTROLE MENTAL POR DROGAS)

FILME SOB DOMINIO DO MAL (FALA SOBRE MICOS CHIPS E LAVAGEM CEREBRAL)

FILME MISSAO IMPOSSIVEL 3
(O FILME TODO PASSA COM O OBJETIVO DE TIRAR O MICRO CHIO DO ATOR PRINCIPAL PARA QUE ELE NAO MORRA, E O MICRO CHIP E IGUAL A ESSES QUE VIRAM ACIMA).

rodrigo disse...

ABAIXO LINKS PARA VEREM DOCUMENTARIOS DO YOU TUBE SAO LEGENDADOS EM PORTUGUES E MOSTRAS AS TECNIAS E O SOBRE OS PROJETOS DE CONTROLE MENTAL USADAS PARA CONTROLAR VC!

rodrigo disse...

Vários videos e trailers, que trazem uma mensagem de alerta para a Humanidade.
Que mostram como as pessoas são controladas, mantido na total ignorância
e rastreado até seus mínimos movimentos e ações através dos implantes dos microchips.
Mostra quem está por trás. A Nova Ordem Mundial - The New World Order - Illuminati,
Skull and Bones, Maçonaria, Sociedades Sectretas, Governo Oculto, conspirações para
desirformar as pessoas que estão mostrando e falando a verdade, e muito mais.
No final uma bela apresentação sobre o tamanho de nossas planetas,
sistema solar, galaxia e universo, inclusive com imagens do Hubble, para
que todos possam ver que , além de nosso minusculo planete terra, há
muito mais vida no cosmos.




Veja completo! esse Documentário de 1:43 minutos legendando em Português no link abaixo:


http://video.google.com/videoplay?docid=-7914732530776048865&hl=en

rodrigo disse...

Abaixo link do Youtube para que possa Ver e Rever quantas
vezes desejar, esse documentário sobre os Illuminati e a Nova Ordem Mundial.


O documentário esta divido em duas partes completas
com legendas em Português:


Parte 1:

http://video.google.com/videoplay?docid=-3003808349578828393


Parte 2:

http://video.google.com/videoplay?docid=-1989360616961956170


Esse Dvd tem reportagens de:
DAVID ICKE, ANTHONY J. HILDER, TED GUNDERSON, JORDAN MAXWELL & CHRIS EVERARD




Reportagem sobre implementação de mais de 5 mil Micro Chips
aqui no Brasil esse ano:


http://www.secure.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=53


Peço que Divulgue o maximo que puder!

rodrigo disse...

Vejam o filme FILME INIMIGO DO ESTADO
mostra como podemos ser localizados através de micro chips em canetas, botons, etc.,..

Rodrigo disse...

Baixo o video que contem cenas dos experimentos do Projeto Mk Ultra para controle mental , o video esta legendado em portugues:

http://www.4shared.com/file/24910968/aaafcd58/CONTROLE_MENTAL_-_CIA_-_PROJETO_MK_ULTRA_LEGENDADO_BRASIL.html