domingo, julho 15, 2007

OSNIS

Historial - OSNI


A palavra comum é OVNI, mas uma outra só usada entre os amantes da ovnilogia é referente aos Objectos submarinos não identificados, também conhecidos por OSNI’s.Viajar no espaço é uma coisa e meter-se dentro de água, sofrendo o efeito de altas pressões é outra. A estrutura dos OSNI’s poderá ser bem diferente da dos outros objectos. Tudo leva a crer que assim como nós temos tractores que lavram a terra e carros desportivos descapotáveis para passear, também haverá objectos para cada fim. Não é por isso fiável o emprego dos mesmos objectos para viajar no espaço e para mergulhar na água. Na revista Evidencia OVNI de Puerto Rico vem o relato dum Portorinquenho que foi levado a visitar uma base debaixo da Sierra Bermeja. Esse camponês foi convidado a entrar numa nave e depois viu a nave onde ia dirigir-se para a dita sierra e parece que algo se abriu. Lá dentro dessa base, foi-lhe mostrada diversos tipos de aparelhos, ao que ele perguntou, porque é que o tinham convidado e lhes estavam a mostrar aqueles diferentes tipos de aparelhos?. Os seres que lhe estavam a mostrar aqueles aparelhos responderam-lhe que era para ele ir dizer lá fora o que vira.Podemos pois concluir que existem diversos tipos de aparelhos. No caso do primeiro aparelho que se estatelou em Rosewell, era uma pequena nave com umas pequenas asas que na ponta estavam retorcidas para cima e tinha capacidade para quatro pessoas.Assim diversos incidentes já se verificaram entre eles o celebre dia de 22 de Novembro de 1972, em que a marinha Norueguesa lançou cargas de profundidade contra um suposto objecto não identificado. Essa operação utilizou 24 navios de guerra, diversos aviões de reconhecimento, assim como dois helicópteros britânicos. O próprio ministro da defesa Johan Kleppe dirigiu as operações. A 27 de Novembro a Marinha Norueguesa suspendeu as operações, dizendo que o submarino que se tinha escondido no fiorde de Sogne se tinha escapado. Ora com tantos barcos como deixam escapar um submarino dum fiorde. Lógico que não era um submarino, mas sim um OSNI. A este incidente faz-me lembrar uma profecia de Lobsang Rampa que afirmou que haverá um incidente entre barcos de guerra e um objecto com seres do espaço e verificar-se-á que esses seres são diferentes de nós. Rampa num dos seus livros fala deste incidente e diz que será que os governos que compõem a NATO, esconderam-nos algo.Mas noutras partes da Terra, existem avistamentos com tanta frequência que se torna já banal. No sul da Argentina no golfo de S. Matias e no golfo de San Jorge, respectivamente a 1100 e 2000 Km a sudeste de Buenos Aires, são vistos inúmeros OSNI’s a mergulhar e a emergir.
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** Tecnologia de OVNIs subaquáticos em estudo **

Oceanógrafos e engenheiros navais estão a investigar um fenómeno que apresenta provas de presença de engenhos subaquáticos nas profundezas dos oceanos – a versão aquática dos OVNIs. Estes veículos são capazes de executar ágeis e eficientes manobras, são indetectáveis, podem navegar nas zonas mais profundas do oceano e são capazes ainda de descer para lá do nível das placas tectónicas, por baixo do oceano.Os cientistas e engenheiros estão a descobrir sólidas evidências de que estes engenhos existem em grande número nos nossos oceanos, passando despercebidos aos radares e invisíveis ao olho humano. Possuem um campo magnético à sua volta e os tubarões, golfinhos e baleias evitam estas zonas devido a interferências com os seus próprios sensores electromagnéticos.
Não existem muitos relatos de avistamentos destes objectos, pois muito poucas pessoas mergulham até às profundezas do oceano, o qual é praticamente inexplorado. Um modelo de computador revelou recentemente os seus possíveis sistemas de propulsão. Os mesmos princípios anti-gravidade aplicam-se, embora o modelo se torne muito mais complexo devido à densidade, pressão e outras variáveis.Alguns exploradores de diferentes partes do mundo relataram avistamentos de estranhos objectos subaquáticos que navegam por si próprios mas não existe nenhuma prova de que são realmente de origem extraterrestre.Alguns acreditam que há países que têm conhecimento destes engenhos e estão a tentar usar a sua tecnologia na próxima geração de submarinos e veículos subaquáticos (prática conhecida por "engenharia inversa").O maior problema do uso da engenharia inversa nestes aparelhos aquáticos é a sua ‘invisibilidade’. Como a profundeza dos oceanos é raramente explorada, o forte campo electromagnético que envolve estes objectos dificulta a sua detecção e posterior captura.De acordo com alguns ufólogos, estes engenhos extraterrestres ocupam-se modificando a paisagem das profundezas. Os acidentes com submarinos devido a colisões contra cumes e montanhas desconhecidas têm aumentado bastante nos últimos cinco anos. Em muitos países, as respectivas Marinhas têm registado estes incidentes com regularidade.Segundo alguns engenheiros existem formas de calcular e simular o movimento destes engenhos através de modelos algorítmicos complexos. Lentamente, os cientistas vão aprendendo as tecnologias e, como é de esperar, grande parte são informações absolutamente classificadas.Fonte: India Daily
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Encontros com OSNIs








O extraordinário contato com luzes anômalas tem sido registrado por testemunhas oculares através dos séculos... avistamentos em rios, lagos, mares e oceanos por todo o globo terrestre.Alguns casos:Segundo jornais alemães de agosto de 1954, quando em rota de Amsterdam para New York, o Capitão Jan Bos, da SS Groot Beer, relatou ter observado um estranho objeto luminoso subir no Oceano Atlântico a mais ou menos 90 milhas a leste do farol de Cape Cod. Tinha portas iluminadas ao redor da borda e desenvolvia uma velocidade fantástica.Dois policiais viram emergir da água em Porthcawl, na noite de 01 de setembro de 1957, algo que, de início, parecia um barco em chamas. Ele estava localizado na direção de Ilfracombe, no canal de Bristol e começou como um brilho vermelho que logo cresceu e ficou maior que uma lua cheia. Podia ser vista uma faixa negra em zig-zag em seu centro, depois decolou em uma velocidade alarmante, acompanhado de duas luzes menores, em direção do Atlântico. Os sons captados pelo hidrofone de um navio de pesquisa operado pelo Instituto Oceanográfico de Woods Hole estavam dirigidos aos osciloscópios do barco quando este sondava as águas profundas de Puerto Rico. Os cientistas a bordo ficaram confusos, pois o barulho continuava intermitentemente a uma profundidade de 30.000 pés. Este limite extremo quase que certamente exclue a presença de um outro tipo conhecido de submarino. Quando mais tarde traduziram seus registros para cartões IBM , os cientistas, para seu espanto, descobriram que os sons registrados eram de uma mudança na taxa de 100 a 180rpm. Vários dias de avaliação de dados os deixaram ainda mais surpresos...começaram a ponderar se de fato eles não tinham rastreado algum tipo de vida marinha - subsequentemente apelidando-a de "180rpm animal". O inglês Nigel Lea-Jones recorda: "Em 1972, um amigo e eu estávamos mergulhando de um bote, no Caribe, perto do litoral. Repentinamente, eu me virei e vi um objeto esférico laranja e prateado de mais ou menos seis pés de diâmetro em uma subida, exatamente acima da água. Ele estava a exatamente uns cinquenta pés de nós e estava estreitamente seguindo um curso em zig-zag. Depois de mais ou menos um minuto a superfície do objeto abriu para revelar uma janela circular escura de mais ou menos dois pés ao redor dele. Nós nos entreolhamos nervosamente e quando tornamos a olhar o objeto tinha desaparecido sem um som. Eu nunca encontrei uma resposta e a origem do objeto permanece um mistério."Trevor Tyler era um mergulhador de águas profundas com mais de 13 anos de experiência quando algo aconteceu, 270 pés abaixo da superfície do Atlântico, que resultou em sua morte súbita e inexplicável. Este inglês de 34 anos estava trabalhando sob as águas na costa da Guiné, África Ocidental, quando sem qualquer aviso seu colega de trabalho que estava no rádio ouviu um barulho metálico seguido de um grito e depois o silêncio. Imediatamente outro mergulhador foi enviado lá para baixo e achou o corpo sem vida de Tyler flutuando a 180 pés abaixo da superfície, seus braços distendidos e a roupa de mergulho inflada como um balão. Em um inquérito em 1968, uma testemunha contou como Tyler tinha obviamente retirado seu cinturão de peso antes de morrer em uma tentativa vã de subir rapidamente. Do que ele estava fugindo, ninguém saberá. Voltando para casa pelo canal de Bristol em uma tarde de fevereiro de 1965, um casal de Minehead localizou o que parecia ser uma aeronave de combate cinza. Ela estava viajando na mesma direção e eles entenderam que sua descida somente podia terminar em desastre. O motorista do carro, um oficial de rádio aposentado, rapidamente parou e pegou seu binóculo, olhando como a nave continuava até pousar no canal com um jato de fumaça negra, depois desapareceu. Uma unidade de Busca e Resgate da RAF baseada em Plymouth procurou por qualquer nave perdida ou extraviada mas não encontrou nenhuma. Cada avião foi localizado e além disso nenhum destroço foi recuperado.
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Objetos Submarinos Não Identificados - OSNIs

Donde eles vêm: Ivan T. Sanderson, biólogo e fundador da Sociedade para a Investigação de Fatos Inexplicados sugere que debaixo dos oceanos pudesse viver uma muito raça mais velha que a humana, estando milhões de anos à frente da humanidade de superfície. Esta raça evita o contato direto com as formas primitivas, os homens que habitam a superfície do planeta, e desenvolveu-se tecnologicamente em todos os campos, capaz de efetuar viagens interestelares objetos espetaculares deles que nós denominamos OVNIs e também OSNIs. O investigador John Kell supõe que as bases submarinas pudessem estar nas regiões localizadas ao norte do círculo Ártico. Os fundadores da APRO, Jim e Coral Lorenzen, sugeriam que os fenômenos OSNI formam parte das atividades de cartografia. Em 1973, a Sociedade Argentina de Investigações de Fenômenos Estranhos afirmou que, depois de muitos anos de investigações, não duvida que máquinas de outros mundos tinham estabelecido bases submarinas nos golfos de San Matias e San Jorge, na costa patagônica. E na Venezuela foram vistos tantos ovnis mergulhar e deixar o mar dos Antilhas, que muitas pessoas acreditam na existência de bases submarinas, embora as opiniões variem sobre a localização delas: nas profundezas do oceano, nas proximidades da costa ou em grandes plataformas-mãe localizadas no fundo do mar. Porém, o grande manancial submarino permanece largamente inexplorado e, como isto normalmente acontece na Ufologia, os investigadores convivem no momento com dificuldades insuperáveis.



















As extensões enormes oceânicas da Terra parecem abrigar estranhos submarinos misteriosos que são tão fascinantes como os próprio OVNIs e cujo aparecimento normalmente ainda é mais espetacular. Quando forças navais descobrem a presença de objetos submarinos não identificados (OSNIs), temem que algum inimigo penetrou em suas águas territoriais. No caso de novembro de 1981 aquele medo era justificado: Navios suecos pegaram um submarino soviético que deu uma desculpa não muito convincente para o fato de estar lá. Mas as autoridades navais se lembram de outras ocasiões em que os OSNIs os desconcertaram por serem diferentes de qualquer navio construído pelo homem e com uma capacidade de manobra incrível.












O rendimento e o comportamento de alguns OSNIs ultrapassam o dos navios convencionais, da mesma maneira que os aviões terrestres são superados pelos OVNIs. A velocidade máxima dos submarinos mais modernos é de cerca de 80km/h, mas estes submarinos misteriosos se movem pelo mar a uma velocidade três vezes maior... Quando fazia manobras no Atlântico Norte em 1963, o porta-aviões Wasp da marinha americana e outros 12 navios descobriram um grande objeto submarino que se movia a 280km/h. O objeto permaneceu nas cercanias durante quatro dias, manobrava ao redor deles e submergia a profundidades de 8200m, quando o registro de profundidade dos submarinos famosos é de 1900m. Em julho de 1972, um objeto submarino não identificado apareceu na costa do Chile a uma profundidade de 1000 m, muito superior àquela que alcançavam normalmente os submarinos convencionais daquela época.

OSNIs também aparecera nos lagos da Suécia. Um objeto que parecia ser uma cúpula foi visto no lago de Bullaren, em Bohuslan. Em Ravaslen foi observado por diversas vezes um objeto de 15m ao longo de um lago, e no lago Stenjon, em Ostergotland, foi observado um OSNI com uma espécie de torre de controle. Informes vindos de outros lagos falam de grandes objetos escuros que eram vistos debaixo da superfície. É impossível saber se eram máquinas ou monstros, como do tipo que aparece no Lago Ness. Em fevereiro de 1960, a marinha argentina caçou durante duas semanas a dois submarinos misteriosos que a princípio supôs serem soviéticos. Porém, a velocidade e a capacidade de manobra deles indignou as autoridades. Por causa da atividade contínua de Ovnis e Osnis ao longo da costa argentina, as pessoas acreditam que os marcianos operam em bases submarinas. Oito meses antes, no porto de Buenos Aires, as autoridades navais tinham tido problemas com um grande Osni prateado, veloz e em forma de peixe. No ano de 1978 houve uma enorme onda de OVNIs na Itália; foram levantados mais de 500 relatórios, e depois de eliminar os erros e as mentiras, os índices continuaram indicando a existência de uma intensa atividade que culminou nos últimos três meses do ano. Ao longo da costa do Adriático aconteceram fenômenos inexplicáveis: colunas de água se levantaram em mares tranqüilos até uma altura de 30 m; OSNIs vistos na superfície ou nas profundezas que saíram para a superfície e depois submergiram, e interferências elétricas em radares, rádios e televisões. os pescadores recusaram sair para o mar sem proteção naval. Durante a noite de 9 de novembro, Nello Valentino, capitão de um navio de guerra italiana, viu, junto com dois dos homens dele, um objeto a 1000 m de distância. O objeto subiu até alcançar 300 ou 400 de altitude e depois desapareceu. Enquanto isto aconteceu, as comunicações de rádio com a costa se interromperam. No amanhecer de 7 de dezembro, no golfo de Veneza, perto de Caorle, cerca de cem pessoas que tinham estado observando luzes no mar durante a noite, afirmaram que estranhos navios e seres emergidos das águas fizeram manobras aéreas e aquáticas.

Às 11h da noite de 1º de agosto de 1962, três pescadores franceses estavam em seus barcos, quando a uns 300m de distância apareceu um navio metálico prolongado que se movia lentamente para a superfície. Os homens acharam que era um submarino, embora de um tipo que eles não puderam identificar. As águas ficaram agitadas ao redor do objeto, e uma dúzia de seres que pareciam homens rã subiram no estranho submarino. Os pescadores os saudaram com gritos amigáveis, mas os estranhos não responderam e embarcaram. Antes de desaparecer, o último homem rã virou-se para os pescadores e retribuiu a saudação levantando o braço. Para surpresa dos pescadores, o objeto deixou o mar e flutuou sobre as ondas, emanando luzes vermelhas e verdes, e começou a girar lentamente. O objeto emitiu uma luz laranja e, descrevendo um arco elegante no mar, subiu até sumir de vista. Um mês antes, no golfo de Catalina, ao sul de Los Angeles, o capitão de um navio de pesca e seu assistente observaram pelo binóculo noturno deles, um navio estranho a uns 400m de distância. Parecia um submarino que flutuava na água; era de cor cinza aço e sem identificações. Observaram cinco seres que aparentemente trabalhavam em cima do objeto. Depois de um tempo, o submarino misterioso colocou-se em movimento e o capitão do navio pesqueiro foi forçado a manobrar para evitar a colisão. O estranho objeto passou em velocidade máxima próximo ao pesqueiro, não emitiu nenhum ruído, mas causou uma grande onda enquanto seguia pelo mar. As autoridades navais ouviram com grande interesse o relatório destes homens, e durante o interrogatório lhes mostraram modelos de submarinos estrangeiros para ajudá-los a reconhecer neles o objeto misterioso, o que resultou numa tentativa infrutífera.
A origem destes OSNIs misteriosos continua sendo ignorada, mas os objetos que foram encontrados no mar são intrigantes. Um exemplo disto é o cilindro metálico brilhante de 7m de comprimento e 3m de diâmetro do que um mergulhador espanhol achou num canal do Mediterrâneo em julho de 1970. A superfície plana e sem rebites do cilindro não apresentava nenhuma abertura, e estava tão limpa que não parecia estar há muito tempo no mar. Na manhã seguinte, o mergulhador foi olhar novamente, mas tinha desaparecido. Procurou por toda a área mas nada encontrou. Lorentz Johnson viu como um charuto radiante lançou dois objetos prolongados nas águas do fiorde de Namsen em dezembro de 1959. Tempos depois, os investigadores de OVNIs acharam, com ajuda de um sonar, um objeto de 6m de comprimento por 2m de altura, mas a uma profundidade de 90m, o que dificultou muito a tarefa de salvamento. Eles disseram que tinham observado marcas de rodas no fundo e que seguiam para mar aberto. Um OVNI que amerissou foi visto no mar do Rio de Janeiro (Brasil) em julho de 1970. O objeto deixou um cilindro avermelhado na água, que foi apanhado depois por um barco da polícia. Aparentemente, os governos do mundo estão mais interessados nestas atividades submarinas do que eles normalmente admitem, mas é desconhecido o paradeiro dos objetos que conseguiram recuperar. Nota do Editor: Num planeta com ¾ de água e com fossas abissais de 11.000m de profundidade, é evidente que existem coisas desconhecidas. O inesquecível Jacques Cousteau deve ter levado para o túmulo informações e avistamentos incríveis...

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Estranhos objetos submarinos preocupam o Canadá

A incidência de Objetos Submarinos Não Identificados (OSNIs) aumentou muito no Canadá nos últimos meses.
Os relatos vêm principalmente das regiões mais frias e cobertas de gelo. Animais marinhos que habitam a região estão desaparecendo misteriosamente.
Ufólogos temem que os bichos possam estar sendo abduzidos e usados em experiências por seres extraterrestres.
Para os militares os objetos seriam submarinos explorando o litoral canadense, rico em diamantes e água potável.
Desaparecimento de animais pode ter relação com OSNIs.

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OVNIs através dos séculos

OVNIs sobre o mar














Na revista da Sociedade Real de Meteorologia da Inglaterra, menciona-se que o capitão do barco "Dama do Lago" informou que a 22/03/1870, na latitude de cinco graus e 47 minutos Norte e longitude 27 graus e 52 minutos Oeste, os tripulantes viram um objeto estranho e fizeram notificação. Em seu informe, o capitão F.W. Banner disse que se tratava de algo parecido com uma nuvem circular, abrigando um semi-círculo dividido em quatro partes. O eixo central se estendia para fora e logo se curvava para trás. Esse objeto se deslocava de um ponto situado a 20 graus sobre horizonte, até um lugar que se achava 80 graus mais alto. Desapareceu pelo Noroeste, em sentido contrário ao vento, perdendo-se no anoitecer. O capitão fez um desenho do misterioso objeto, que se parece muito com os discos voadores de hoje.
Em 19/03/1887, o capitão de um barco holandês, C. D. Sweet, informou dois objetos voadores desconhecidos que tinham caído no mar, perto de seu navio. O capitão disse que um dos objetos era escuro e o outro muito luminoso. Afirmou com segurança que não se tratava de meteoritos. Um ano mais tarde, avistou-se sobre a Nova Zelândia um disco de forma ovalada que se deslocava à grande altura.
A 12/11/1887, os tripulantes do navio inglês Siberian puderam ver, quando navegavam perto de Cabo Raso, algo como uma gigantesca bola de fogo que surgiu do mar, elevou-se até uma altura de 15 metros, avançou até o barco, acompanhando-o durante uns cinco minutos. Depois, afastou-se e desapareceu.
Em seu número de março de 1904, o "Weather Review" - órgão oficial do Serviço Meteorológico dos Estados Unidos - informa que em 24 de fevereiro daquele ano, os membros da tripulação do navio USS Supply avistaram sobre o Atlântico uma misteriosa luz voadora que se deslocava a grande velocidade e a grande altura. Esta mesma revista noticiou um outro relato, ocorrido em Burlington, Vermont, onde foi avistada uma misteriosa nave voadora, com forma de um torpedo, sobrevoando a região. Enquanto observavam, um objeto brilhante caiu dela e explodiu antes de chegar ao solo.
Em 1885, numa data desconhecida, a Royal Gazette, das ilhas Bermudas, noticiava um avistamento em que um misterioso objeto voador com forma circular sobrevoou o local.
Como se nota, os OVNIs são observados desde tempos remotos. Estes fenômenos figuram até nos papiros de Tutmósis III, chamados de "discos áureos". O papiro data do ano 1478 A C.

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Os primeiros registros de naves extraterrestres submarinas no Brasil

Nem só de Objetos Voadores vive a Ufologia. Da mesma forma que há ÓVNIs sendo vistos em diversas regiões do mundo, existem também registros dos chamados Objetos Submarinos Não Identificados (OSNIs) pelos mares. Vários pesquisadores chegam a associar os desaparecimentos de embarcações, de aviões e de pessoas no "Triângulo das Bermudas" com OSNIs. Conheça agora as primeiras notícias no Brasil sobre esse tipo de aparelhos:


O primeiro registro oficial de um OSNI no Brasil foi em 30/06/1967, quando o navio cargueiro "Naviero," carregado de explosivos, detectou um misterioso corpo semelhante a um submarino, com 30 metros de comprimento, uma silhueta limpa e resplandecente, emitindo uma estranha luminosidade branco-azulada. O objeto desconhecido passou rapidamente debaixo do cargueiro e desapareceu.
Em 1970, oito testemunhas que estavam na Praia do Leblon, no Rio de Janeiro (RJ), observaram um objeto discóide girando na superfície da água. Tinha cerca de seis metros de diâmetro e uma cúpula transparente na parte superior, onde foram vistos dois tripulantes de fisionomia grotesca e muito pequenos, vestindo roupas brilhantes.
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BARULHO em PALMA DE MAIORCA


Palma de Maiorca, 5 de Agosto de 2002 Agência EFE via Comtex Marinheiros e pescadores e mergulhadores ouviram um estranho e persistente som vindo debaixo das águas da ilha de Maiorca ( Mediterrâneo) na costa norte
Sem se determinar o sítio exacto donde vinha esse barulho. Parecia uma maquinaria a trabalhar à distância, mas tão intensa que parecia estar a alguns centos de metros, disse à Agência EFE Josep Amengual, um experimentado mergulhador e premiado três vezes campeão de pesca sub aquática. O barulho parecia vir mesmo por baixo da superfície calma das águas, parecia originar entre a zona de Offshore da pequena ilha de Dragonera e o cabo de Formentor, no zona noroeste da costa das Baleares. É em Palma de Maiorca que está situado o centro de pesquisa subaquática , no qual os seus dezenas de membros, nunca souberam ou ouviram algo como aquele som. Um outro mergulhador Toni Carbonell, disse que o som se repetia em cada seis segundos e fazia um barulho como se um gigante tubo de metal fosse largado para o chão. Outros pescadores afirmam que o barulho é incomodativo mas que apesar do barulho, a quantidade de peixe não diminuiu relativamente a outros meses. Várias tentativas para se explicar o fenómeno foram apresentadas mas sem sucesso, incluindo a que dizia que este barulho era resultante a prospecção de petróleo perto de Tarrgona cerca de 500 Km de distância, mas que foi rejeitada devido à enorme distância. Uma outra explicação é que desde os anos 70 ao longo da costa foram vistos inúmeros avistamentos de Ovnis e em 1978 há relatos de Ovnis a saírem e a entrarem naquelas águas. Matias Morey disse que antes destes barulhos começarem já se tinha demonstrado aqui em terra, existirem bases sub aquáticas de Ovnis na zona offshore entre Punta Cala Roja e Es Morr de Sa Vaca a uma profundidade de 1.000 e 1.500 jardas( jarda=91,5 cm). Joan Miquel Batle um especialista na gravação de sons subaquáticos disse " tudo tem que ter uma explicação racional e cientifica, mas há coisas que nos ultrapassam e não conseguimos explicação". Palma de Maiorca e os mistérios dos sons submarinos O mistério de Julho de 2002 ainda persiste. Os enigmáticos sons que se produzem debaixo do mar na costa de Maiorca continuam se sucedendo, e apesar da colocação de vários hidrófones na zona não tem sido possível determinar a origem dos ruídos que continuam a afugentar os peixes dos locais. O instituto Mediterrâneo de Estudos Avançados (IMEDEA) incorporo no passado mês de Agosto oito mergulhadores catalãs nas áreas de investigação com o propósito de esclarecer a origem dos misteriosos sons que desde Julho de 2002 assustam os peixes da costa de Maiorca. Se trata de um ruído muito peculiar, como uma pedra contra um muro de metálico. Se pode escutar com uma frequência determinada, cada oito a dez segundos. Esta cadência explica Josep Amengual, tricampeão mundial de pesca submarina que estes ruídos afugentam os peixes desde diferentes pontos da costa norte, como a Dragonera, que fomenta estes ruídos em constante, umas vezes mais fortes e outras mais débeis!Por norma, de hora em hora num determinado tempo é possível se ouvir este ruído mais pormenorizado. Aunque Amenguall leva meses sem entender muito os outros mergulhadores do Centro de Investigação e Actividades Subaquáticas, (CIAS). Estes por sua vez tem seguido um padrão de localização de onde as espécies de peixes continuam a dispersar em abandono de locais derivados deste misterioso ruído, que de alguma forma parece afectar os peixes destes locais.Uma equipe de IB3 da (televisão autonómica balear) realizo uma imersão a 40 metros de profundidade, no passado mês de Julho de 2005 com o objectivo de gravar os estranhos ruídos submarinos.Estes situam com uma forte intensidade no Morro de sa Vaca, uma zona habitualmente rica em pesca, sem qualquer embarco piscatório, não havia peixes no local.Luís Enrique San Nartín, Submarinista do (CIAS), o único que pode dizer é que os peixes desapareceram, quando nesta época do ano as aguas eram para estar repletas de vida marinha. Curiosamente a migração dos peixes é um fenômeno só se produz nesta zona, visto que na outra parte da costa Maiorquina Balnear os fundos seguem com bastante vida em abundância. Projecto De Exploração Submarina Preocupados em geral pela percussão da contaminação sonora submarina em Maiorca e, em particular, pelo desaparecimento dos peixes, o IMEDA solicito ajuda no Verão de 2003 ao Concelho de Agricultura e Pesca do Governo e também a Parques Naturais no âmbito de angariarem apoio necessário para a aquisição de um hidrofone permanente e outros com outras funções mais sensíveis que podiam ser instalado a bordo de várias embarcações para estudar assim, diversos pontos do Litoral Maiorquino.“O projecto é muito ambicioso explica Alberto Alvarez, engenheiro técnico Oceanográfico do IMEDA – porque não só vamos gravar e detectar estes ruídos, como iremos conhecer o seu efeito nas espécies marinhas, algo que nunca se sabia até aqui.Podíamos dizer que o mar sempre teve ruídos! O que ocorre é que devido ao aumento de perfurações marinhas do homem em busca poços de petróleo, tem perturbado bastante as espécies marinhas”.Os ruídos poderiam vir de muitos sítios como de submarinos por exemplo, existe uma série de factores que influenciam na propagação e duração de um sinal sonoro debaixo de água. As partículas de água do mar podem dispersar, e absorver (30 vezes mais que a água doce), atenuar o amplificador em certas frequências de sons em função da sua salinidade, temperatura e pressão.Os investigadores também descobriram que os sons de baixa frequência, cujas longitudes de onda de grande amplitude, passam sobre partículas minúsculas que tendem em se desfazer mais cedo sem que produzam nenhuma perda por absorção e dispersão. O Terror dos Submergíveis Em 1943 os investigadores da Universidade de Columbia Maurice Ewing e Worzel realizaram uma experiência para provar que as ondas de baixa frequência podem percorrer grandes distâncias através do Oceano, sempre a fonte sonora se situe correctamente.Para o seu estudo provocaram explosões dentro de água de 0,450 gramas de TNT. A detonação, realizada nas Bahamas, foi detectada sem qualquer problema por receptores situados a 3.200 km de Africa ocidental. Ao analisarem os resultados de prova detectaram uma espécie de canal sonoro ao que denominaram de canal SOFAR em Inglês (Sound Fixing And Ranging), conhecido também como canal de som profundo, que havia sido descoberto pelo especialista em acústica russo Leonid Brekhovskikh, do Instituto de Física Lebedev, ao analisar os sinais recebidos no mar do Japão.A marinha norte – americana se apercebeu, que este som submarino de baixa frequência é um canal profundo que podia servir para ampliar o campo em que seria possível detectar submarinos. Assim nasceu durante a década de 1950, o “projecto Jezebel”, um sistema de vigilância por som “sonar”, que consistia em situar o fundo marinho uma série de hídrofones conectados a centros de processamento.Nem Submarinos Nem Outras Embarcações Descartadas as hipóteses dos submarinos pois estes são silenciosos, outros tipos de embarcações que não podem explicar a permanência de tempo e frequência dos estranhos sons submarinos no mar de Palma de Maiorca, também se apontou para as causas naturais que estes sons poderiam estar relacionados pela entrada de água em alguma cavidade vulcânica, algo que até ao momento não teve qualquer confirmação.Algumas Hipóteses Por esta razão alguns pescadores de caça submarina apontam estas causas como sendo a hipótese de que os sons submarinos podem ter origem de alguma perfuração petrolífera das costas de Terragona, sobre tudo porque se trata de um ruído com uma frequência concreta, como um martelo.Sem embargo esta versão não tem uma base sólida. Segundo explica Juan Batlle, engenheiro especialista em acústica marinha do Centro Oceanográfico de Baleares, se o som tivesse origem, dada a sua intensidade, também se ouviria nas costas Catalãs!O que não acontece na generalidade não sendo este som de qualquer perfuração petrolífera! Pelo que desta forma os conselhos da Agricultura e Pescas do Meio Ambiente da Catalunha asseguraram não ter qualquer semelhante ruído submarino que se escutem nas suas costas marítimas.Melhor sorte parece ter tido o presidente da Sociedade de Investigação Parapsicológicas (SEIP), Pedro Amorós, que disse ter gravado estes ruídos desde a superfície a um palmo da altura da água, entre Cala Tuent e Sa Calobra uma zona de intensa Ovnilogia.Ovnis??? E em que dadas as circunstancias, as hipóteses Ovnilógicas parecem uma vez mais nova força! A costa norte de Maiorca tem sido sempre uma zona muito frequentada por OVNIS. Som numerosos os relatos e testemunhos de pescadores que afirmam observar esferas a entrar e sair nas águas do mar, especialmente em frente a Sóller e Cala Tuent, que também mais a norte no pântano de Cuber.Um perímetro de acção que coincide com os lugares de onde se reportam os estranhos e misteriosos ruídos submarinos. Em 1978, se colocou a ideia de que em algum local da costa de Palma de Maiorca existia uma base extraterrestre.O falecido Coronel Pedro Crespí deu o seu testemunho público de umas captações de sinais por radar desde a base de Puingmaior e filtro uma fotografia de satélite do fundo marinho em que os militares Americanos estariam á procura da suposta base.Esta nunca foi detectada e o Coronel Crespí foi despedido “expulso” pelo exército. Há Alguém Debaixo Do Mar? Uma Hipótese Indemonstrável! Um dos episódios da Ovnilogia mais emblemático registado nas águas maiorquinas teve lugar a 11 de Novembro de 1979, depois de que Pep Climent fotografa um misterioso objecto saindo das águas do mar.Esta foi a origem do caso denominado “Manises”, que termino com a aterragem de emergência de um avião de passageiros da companhia TAE e da descolagem de um avião de combate militar da base dos Llanos em Albacete.Climent e o seu amigo Juan Coll acreditam que a 1.500 metros pelo mar a dentro exista uma base submarina de Ovnis, possivelmente em alguma falha marinha ou falha tectónica. Algo que nunca foi possível demonstrar.

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OSNI EM OUTÃO


Foi através de um e-mail, enviado por Pedro Coelho, que a Associação de pesquisa ovni teve conhecimento desta história, tendo de seguida realizado os esforços para uma investigação no local. Seguem-se os factos.Testemunhas: Carlos Coelho e Pedro CoelhoData: Verão de 2002, possivelmente no mês de JulhoHora: Madrugada, por volta da 01h45 da manhãLocal: Outão, Freguesia de N. Srª da Anunciada, Distrito de SetúbalCondições Atmosféricas: Céu limpo e estrelado, mar calmoDuração Total da Observação: Cerca de 30 minutosTipo de observação (Hynek): OSNIE.I.: 1º GrauEntrada de Ficheiro: 14 de Julho de 2004Investigadores: Nuno Silveira e Pedro SalgadoOs Factos:Por ocasião de uma pescaria nocturna e depois de tentativas infrutíferas de pesca, quer em Setúbal, quer na Figueirinha, perto da Serra da Arrábida, as testemunhas Carlos e Pedro Coelho (pai e filho respectivamente), decidiram ir então pescar para uma pequena praia, no Outão, perto do actual “Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão” (antigo sanatório), construído na Fortaleza do Século XVI de Sant’Iago do Outão e perto da fábrica da Cecil; local habitualmente frequentado por pescadores.Chegados à pequena praia de difícil acesso através de rochas, que se encontrava totalmente erma, observaram sensivelmente cerca das 01h45, uma pequena luz dentro de água. A luz teria a forma de um prato (redonda), com cerca de dois palmos de diâmetro e encontrando-se muito perto da superfície. Parecia ser uma massa luminosa, de cor verde fluorescente, uniforme e que apenas iluminava num sentido ascendente, para a superfície. Observaram-na primeiro no lado direito, a cerca de 45º graus da sua posição, na direcção do oceano Atlântico, a sensivelmente 15 metros de distância da costa, tendo-se deslocado em linha recta, a uma velocidade não muito rápida, mas mais rápida que um mergulhador, até cerca de 3 metros da costa, tendo se imobilizado directamente à sua frente. Durante o seu movimento a luz não deixou nenhum rasto.Confrontados com alternativas sobre a natureza da luz, negam ter sido um mergulhador, quer pelo tamanho e velocidade da luz, quer ainda pelo facto de o local ser conhecido pela perigosidade, devido há existência de fortes redemoinhos e correntes marítimas. Negam ainda que seja algo controlado à distância por alguém, pois encontravam-se totalmente sozinhos na praia.No processo de averiguação da origem da luz, a testemunha Pedro Coelho, apontou na direcção do foco, uma lanterna que tinha consigo. Ao fazê-lo, puderam constatar que atrás da luz a alguns metros dela, na direcção do mar, se encontrava um grande turbilhão na água, que produzia barulho. O turbilhão também circular, era consideravelmente maior que o foco e deu ás testemunhas a sensação de que algo estava prestes a emergir das águas. Assustado e temendo pela segurança do filho, Carlos decide que se deveriam ir embora. Precisamente no momento em que estão prestes a fazê-lo, dão-se por si encostados à muralha da praia, a cerca de 3 metros de onde se encontravam, paralisados por uma sensação que descrevem como sendo parecido a um formigueiro no corpo, “algo electrizante”, semelhante a electricidade estática, nas palavras das testemunhas. Não se lembram de terem sido projectados, nem crêem que tal tenha acontecido. Simplesmente num momento estavam à beira do mar prontos a irem-se embora, e no outro, ao abrirem os olhos, encontram-se encostados à muralha, de frente para o mar, boquiabertos e paralisados temporariamente. No momento da tomada de consciência, a testemunha Carlos Coelho dá-se por si a agarrar o pulso direito do seu filho, que se encontrava também boquiaberto e a sentir a mesma sensação de formigueiro/electrizante, que logo desapareceu, tendo voltado a mobilidade total.Atemorizados e desejosos de alguma distância da luz, abandonaram a praia através das rochas e subiram para um miradouro da fortaleza que existe por cima da praia. Aí puderam observar que o turbilhão tinha desaparecido e que a luz se deslocava novamente em linha recta, na direcção do oceano, afastando-se. Neste momento, Carlos Coelho decide então acender um verylight pequeno, especialmente desenhado para colocar na ponta da cana de pesca durante a noite, para ver se o peixe morde . Apontou-o na direcção da luz e realizou diversos movimentos com ele. O objecto voltou a regressar na direcção das testemunhas, posicionando-se e imobilizando-se à sua frente, começando a acender e a apagar, não numa sessão regular, mas sim irregular, sem padrão, como nas palavras das testemunhas, parecido ao “código Morse”. Carlos decide então “apagar” o verylight, fechando-o na palma da sua mão. Nesse momento a luz começou a distanciar-se, para logo regressar quando Carlos abriu a mão, deixando novamente a luz do verylight surgir. Esta interacção com a luz durou sensivelmente 30 minutos, tendo Carlos desenhado com a luz do verylight que deixa rasto, figuras geométricas, como quadrados, triângulos e também números. Foi todavia quando Carlos realizou um movimento errático com o verylight, que a luz começou a mudar de cor, passando do verde para o amarelo, para o laranja e depois para um vermelho muito intenso. Nesse momento ouvem um estrondo como de trovoada seca; Pedro que se tinha virado para trás, vê na direcção da Serra da Arrábida, um clarão/relâmpago branco que o cegou temporariamente, tendo nessa altura o céu adquirido uma tonalidade “vermelho eléctrico”, que depois se dissipou. Após este fenómeno a luz retomou a sua tonalidade original e respondeu mais uma vez ao verylight de Carlos. Assustados e com a sensação que a luz não teria gostado desta interacção, decidiram ir-se embora, não tendo observado o desaparecimento da luz, que seguia na direcção do oceano. Apesar de estarem completamente sozinhos na praia, não havendo o testemunho de terceiros, Pedro lembra-se contudo, de ter visto uma traineira que passou durante a ocorrência do fenómeno. Situação que Carlos todavia não se lembra.Carlos Coelho afirma que desde esta experiência, há já dois anos, que sente uma ansiedade que não consegue explicar, não sabendo o que seja, nem o que significa. Por seu turno, Pedro Coelho, que confirma ter a mesma sensação; afirmou durante a entrevista “in situ”, que se sentia bem no local, apesar de nunca antes ter tido desejo de regressar e de ter tido uma experiência assustadora.Finalmente, as testemunhas que não desejam publicidade à sua história, apenas a contaram aos seus familiares mais próximos, temendo das outras pessoas, uma atitude de escárnio. Decidiram finalmente após dois anos da experiência, relata-la à Associação de pesquisa ovni, na esperança de encontrar uma explicação para o que de certo foi uma experiência única e por enquanto inexplicável. Adenda:A testemunha Carlos Coelho lembra-se de em criança, ouvir uma história que ocorreu à cerca de 35 anos, de três pescadores que se encontravam a pescar na mesma zona. Lembra-se de ouvir que dois dos pescadores ao terem visto uma luz na água, se atiraram à mesma, tendo morrido afogados, sendo que o terceiro foi encontrado no meio da estrada de Sesimbra para a Arrábida, manifestamente perturbado e com um discurso incongruente. Mais tarde, reza a história, esse terceiro pescador lembrou-se de ter visto uns seres cinzentos que lhe espetaram coisas no corpo que lhe provocaram dores terríveis. Esta história foi também transmitida a Pedro Coelho, pela sua avó Urmezinda Coelho, mãe da testemunha Carlos Coelho.Esta testemunha refere ainda que tem conhecimento de outros casos de pescadores que também avistaram luzes ao cimo da água de várias cores. De salientar que foi também nesta zona, que o investigador Pedro Salgado, teve a sua observação OVNI em 1980.Adenda2:De constatar que de acordo com as nossas investigações, a Sra. Maria Emília Santos, conhecida por ter saído de uma cadeira de rodas por suposta intervenção de N. Srª. de Fátima, e que levou à beatificação de Deus Francisco e Jacinta Marto, a 13 de Maio de 2000, esteve internada por 28 meses, provavelmente em 1950, no Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão, na altura sanatório.Nota:Entrar em contacto com grupos locais de mergulhadores e pescadores, e descobrir a existência de histórias semelhantes.


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OBSERVAÇÕES DE O.S.N.I.s

Em todo planeta há milhares de relatos de objetos misteriosos evoluindo acima de mares, lagoas, rios, e em plenos oceanos. O número dessas ocorrências é simpelsmente espantoso e, embora a ufologia registre amis casos desses objetos no céus, os fatos verificados em mar aberto também chamam a atenção. Mas o que esses tais objetos fazem?
É lógico pensar quem em decorrência de grande movimentação que os UFOs manifesta sobre várias extensões d´agua, tais naves estariam estabelecendo bases secretas nas profundezas abissais, a exemplo do que o homem tentou fazer em sua exploração espacial, sonhando com bases na lua, de onde pudesse operar sem os desconfortos dos longos vôos interplanetários.
A ufologia até criou um termo próprio para designar tais naves: Objetos submarinos não identificados, ou simplesmente OSNIs. Na maioria dos casos, na maioria dos casos são descritos como alongados, esféricos ou cilíndricos e quase sempre tem grandes dimensões. Sua cor muitas vezes é relatada como sendo escura, mas pode ser verde, branca ou amarelada.
Um dos casos mais interessantes registrados até hoje foi o que mobilizou um contingente das forças armadas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e se deu na Noruega em 1963. Esse fato ocorreu, primeiramente, com a observação de um pescador chamado Mons Lagetig, que estava próximo da praia de Sognef Jorden.
Lagetig surpreendeu-se vendo um objeto semelhante a um periscópio emergir no mar. Em seguida, uma embarcação local captou o objeto através de radares. Parecia ser gigantesco e de cor escura. O barco de guerra Trodhein confirmou a presença do objeto através sonar de bordo e mobilizou as forças Norueguesas visto que poderia ser um submarino extrangeiro transitando por suas águas territoriais.
O governo Norueguês destacou outros 30 navios para o local, além de solicitar ajuda de uma frota da OTAN que manobrava nas águas daquele país. A ajuda Britânica e Americana se fez e logo o objeto foi localizado. Porém, misteriosamente, conseguiu escapar de todo o contingente montado na superfície.
Diante das observações, torna mais concebível a idéia de que os Ufos estariam mantendo bases de refúgio na Hidrosfera. E se isso é fato, é de esperar que tais objetos encontrem-se com embarações civis e militares, ancoradas ou em cruzeiro. Aprofundando-se no debate, deve-se também levar em consideraçãocasos de pessoas que, estando próximas da costa marítima, desapareceram por completo, sem deixar vestígios.
A hipótese foi lançada, ainda que veladamente, pelo célebre escritor e ufólogo Antonio Rivera, em seu já clássico "Os Doze Triângulos da Morte" (Plaza & Janes, 1976). Traçando uma série de linhas em um mapa sobre as quais se dão maior incidência de aparições de OVNIs (linhas ortotênicas), Rivera encontrou um ponto de confluência de tais linhas em uma zona marítima entre Ibiza e Mallorca.
E essa zona, "irradiadora de OVNIs ou OSNIs" passou a ser um dos vértices de um triângulo, que alguns ousam chamar "Triângulo da Morte do Mediterrâneo", também apontado pelo investigador santaderino (de Santander, Espanha) Jose Ignacio Amurrio, em uma onda ufológica registrada entre 1968 e 1969. Em 1981 o astrônomo Ramón Compte Porta - que então residia em Mallorca - afirmava ter visto em 23 de junho de 1953 uma grande nave de aparência triangular sobre Ibiza, e também em 22 de maio de 1960 e em fevereiro de 1961.
Em uma entrevista que concedeu ao escritor e investigador ibizenco Josep Riera, o astrônomo confessou sua crença na existência de seres extraterrestres e que Ibiza era um lugar privilegiado para observá-los. Compte definiu então o "Triângulo de Ibiza" situando-o em um dos vértices da costa, em frente ao Puig Major (Mallorca), a costa de Ibiza e o sul de Cabrera, no paralelo 39. Esses lados medem aproximadamente 150km do Puig Major a Ibiza, 120km da costa ibizenca ao sul de Cabrera e 114km de Cabrera ao Puig Major. Neste espaço a atividade OVNI seria muito intensa.
Os aficionados pela criação de pombas se surpreenderam ao saber que entre a zona do mar que separa Mallorca de Ibiza, as pombas se desorientam, como se ali houvesse um potente campo magnético que se faz operativo esporadicamente. Também ocasionalmente seguem aparecendo estranhas luzes embaixo das águas de Ibiza sem que nada, até agora, tenha conseguido elucidar este mistério.
Avistamentos de OSNIs Josep Riera, a quem entrevistei em sua casa, em Ibiza, me falou sobre a possível existência desta base aquática de OSNIs na região e como ele mesmo foi testemunha, em Fevereiro de 1976, da aparição de uma luz em San Coniera, que freqüentemente faz fato de sua presença.
"Primeiro se deslocou lentamente, desceu sobre o farol de San Coniera e logo saiu a uma velocidade alucinante. A luz do farol se apagou durante mais de um minuto e meio, quando seu tempo máximo de rotação é de 45 minutos. E a luz desceu, não pude ver se desapareceu atrás da pequena ilha ou se escondeu-se no mar". Segundo Josep Riera, em uma série de artigos que publicou nos anos 70 no "Diário de Ibiza", as ilhas Bledas, a Conejera e outras ilhotas que a rodeiam são ricas em cavernas submarinas e esconderijos, onde se escondem as moréias, os polvos e outras espécies.
"A profundidade da água é muito variável. Em alguns pontos não excede os 40m e em outros há caídas e fissuras que chegam, medidas com o sonar, a 200m". O investigador recorda que vários mergulhadores perderam a vida nestas águas, pescando ou mergulhando. Alguns escutaram estranhos ruídos em baixo de tais águas, que compararam com os golpes de um martelo a um tambor. Nunca se pode verificar a procedência destes barulhos ou estrondos metálicos. Mais avistamentos na Conejera.
Em 07 de Fevereiro de 1977, Antonio Torres Mariano, sua esposa, seu filho e a esposa deste observaram "como uma Lua inteira iluminada completamente iluminada completamente em seu interior, de cor laranja, com fortes faíscas e um ponto luminoso girando constantemente". No mesmo dia e na mesma hora às 22:15, um casal proprietário de comércio viram o mesmo fenômeno durante cinco minutos encima da ilhota de San Coniera (Conejera), a esquerda do farol. O jornalista Nito Verder e Josep Riera, publicaram em 1977 vários relatos sobre a intensa onda ufológica daquele ano sobre Ibiza, no "Diário de Ibiza", incluindo o caso de uma mulher, "Michèle B.", que residia em Castell.
No mês de abril observou, sobre o mirante de San Jose, um "sol branco e muito brilhante, comprido e grande". Além do mais, o objeto descrevia uma trajetória parabólica seguida de vários zig-zags e logo disparou até o alto até desaparecer. "Michèle B.", depois deste avistamento, começou a desenhar os rostos de supostos extraterrestres mas o assunto não pode ser aclarado.
Observação precisa Em Julho de 1978, numerosas testemunhas e um trabalhador do "Diário de Ibiza", observaram, através de um teodolito (um instrumento de medição das distâncias orientado pela bússola e por corpos celestes), dois grandes focos de luz sobre a linha do horizonte, no mar, nas costa de Santa Eulalia. Cada foco se distanciava entre si uns 6km e a luz mais intensa estava a 35m sobre o nível do mar.








A distância entre os observadores e as luzes era de 36km e a posição sobre o norte magnético era de 162 graus e 21 minutos. Dificilmente se obtém cifras tão precisas em relação a parâmetros de distâncias de um OVNI. Tudo graças ao teodolito que dispunha de uma luneta com 180 de aumento.
Se pode estimar com precisão a forma dos objetos. A luz mais potente possuía 17m de altura e 13m de comprimento, com uma forma simétrica e quatro focos situados sobre uma espécie de plataforma. O outro facho de luz tinha um só foco.
As duas luzes iam desaparecendo e aparecendo sem nenhum tipo de ritmo. Meia hora depois do avistamento, a 1:55 da madrugada, a distância entre os dois focos luminosos passou a 101km, começando a variar sua posição com extraordinária rapidez, até o extremo de alcançar velocidades de 30km por segundo. Em uma das ocasiões, o objeto mais luminoso submergiu, até as 3 da madrugada e voltou a levantar-se sobre o horizonte 35 minutos depois.
Outro aspecto importante do caso é que a bússola incorporada no teodolito sofreu um importante desvio magnético, igual à bússola de outra testemunha. Esta anomalia se manteve até começar a amanhecer, enquanto as luzes desapareciam lentamente no horizonte às 6 da manhã. "Lógico que não se tratavam de estrelas que, em um prazo tão grande de tempo, tivessem acendido ou desaparecido no horizonte.
Muito menos de um avião, a velocidades tão excessivas", me acrescentou Josep Riera. Outra "zona quente" de Ibiza é a ilhota de Es Vedrá, onde estranhos fenômenos ocorrem já há alguns séculos e é um dos vértices do triângulo de aparições ufológicas do Mediterrâneo.
Na frente da pequena ilha, o autor deste artigo encontrou a um nativo idoso que apenas balbuciava o castelhano e contou que, desde criança, observava muito esporadicamente, uma luz que desfilava entre algum ponto do mar e a estranha ilhota que aparece em tantos postais e que se impõe como uma grande pirâmide que emerge até um nível de 385m sobre as águas.
Fazem milhões de anos que Es Vedrá estava junto a Ibiza e hoje está repleto de cavernas de difícil acesso. A ilhota foi eleita pelo padre carmelita Francisco Palau para seu retiro espiritual em meados do século passado. O religioso teve várias visões místicas, como as estranhas luzes e até uma Virgem luminosa, que foi interpretada como manifestação do fenômeno OVNI e aparição de humanóides extraterrestres, respectivamente.
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VÓRTICES MALÍGNOS


Ivan T. Sanderson, zoólogo de curiosidade abrangente sobre os fenômenos anômalos e uma imaginação criativa amiúde capaz de antecipar-se às provas, endossou a visão de que existe uma civilização inteligente, não detectada por nós, nos oceanos da Terra. Podem ser também, diz ele, "entidades inteligentes que aqui cheguem de outros lugares" e usem os oceanos como base para evitar a detecção. No mínimo, OVNI`s são espaçonaves dessa civilização, que agem também como submarinos ( OSNI`s ).Depois de abordar o desaparecimento de navios e aviões, para ele misteriosos, Sanderson propõe que essas OINT ( Outras Inteligências ) marinhas podem estar raptando quem atravessa o oceano.

Estes desaparecimentos acontecem em quantidade desproporcional em 10 "vórtices malignos", áreas de forma losangular que se estendem em faixas paralelas em distâncias iguais acima e abaixo do Equador, com exatamente 72º de distância umas das outras. A essas dez, Sanderson acrescenta as duas regiões polares, perfazendo um total de doze vórtices malignos.



"E não pensem que o desaparecimento de aviões, navios e submarinos é a única ocorrência ali" - ele escreve. "Há outros informes estranhos que envolvem todo tipo de Objetos Aéreos Não-Identificados, OVNIS


Os vórtices, dos quais o mais famoso é o Triângulo das Bermudas – nome equivocado, segundo Sanderson – são as áreas onde as OINT operam. São também áreas onde fenômenos aleatórios ( súbitas ventanias, tempestades e águas bravas ) causam distúrbios no tempo e espaço. Naquele meio, onde é maior a probabilidade de detecção, as OINT são às vezes forçadas a gestos dramáticos para se manterem incógnitas. Quando não querem que "saibamos de sua presença e atividades, raptam o navio inteiro, com tudo que está dentro e ao redor".As provas de Sanderson são superficiais e imateriais. Em certos casos, não passam de boatos vagos a respeito de eventos inexplicados nas áreas mencionadas mas estão por aí à espera de explicações...
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Objetos Submarinos não Identificados














Foto : ilustração

Esse termo raramente encontrado refere-se ao tipo de UFOs que foram detectados sob as águas de nosso planeta. Um Objeto Submarino Não Identificado (OSNI) não parece ser basicamente diferente de um UFO. Os OSNIs foram descritos como longos objetos cilíndricos que se parecem vagamente com submarinos, embora diferentes de qualquer tipo conhecido do homem. Essa descrição é muito semelhante à dos UFOs que entram e emergem das águas. Isto levou ufólogos a propor que os UFOs podem ter uma base submarina em nosso planeta. Se suficientemente profunda, essa base estaria segura contra interferência humana. Outro grupo de ufólogos sugeriu que talvez exista uma civilização submarina composta de seres que podem ser nativos de nosso planeta. Talvez em um ponto da evolução humana, uma parte da família separou-se e retornou ao mar. Ou talvez os seres se originaram em outro planeta e, em alguma época num passado remoto, chegaram a Terra e estabeleceu-se aqui. São milhares os avistamentos de OSNIs registrados desde a década de 40. Mais de 70% do nosso planeta é coberto de água, a profundidade dos nossos oceanos é de 3 km, e o homem está começando agora a explorar as zonas que estão abaixo da superfície marítima.
As extensões enormes oceânicas da Terra parecem abrigar estranhos submarinos misteriosos que são tão fascinantes como os próprios OVNIs e cujo aparecimento normalmente ainda é mais espetacular. Quando forças navais descobrem a presença de objetos submarinos não identificados (OSNIs), temem que algum inimigo penetrou em suas águas territoriais. No caso de novembro de 1981 aquele medo era justificado: Navios suecos pegaram um submarino soviético que deu uma desculpa não muito convincente para o fato de estar lá. Mas as autoridades navais se lembram de outras ocasiões em que os OSNIs os desconcertaram por serem diferentes de qualquer navio construído pelo homem e com uma capacidade de manobra incrível.
DADOS CURIOSOSO rendimento e o comportamento de alguns OSNIs ultrapassam o dos navios convencionais, da mesma maneira que os aviões terrestres são superados pelos OVNIs. A velocidade máxima dos submarinos mais modernos é de cerca de 80km/h, mas estes submarinos misteriosos se movem pelo mar a uma velocidade três vezes maior... Quando fazia manobras no Atlântico Norte em 1963, o porta-aviões Wasp da marinha americana e outros 12 navios descobriram um grande objeto submarino que se movia a 280km/h. O objeto permaneceu nas cercanias durante quatro dias, manobrava ao redor deles e submergia a profundidades de 8200m, quando o registro de profundidade dos submarinos famosos é de 1900m. Em julho de 1972, um objeto submarino não identificado apareceu na costa do Chile a uma profundidade de 1000 m, muito superior àquela que alcançavam normalmente os submarinos convencionais daquela época. Da onde eles vêm?Ivan T. Sanderson, biólogo e fundador da Sociedade para a Investigação de Fatos Inexplicados sugerem que debaixo dos oceanos pudesse viver uma raça muito mais velha que a humana, estando milhões de anos à frente da humanidade de superfície. Esta raça evita o contato direto com as formas primitivas, que somos nós, os homens que habitam a superfície do planeta. E desenvolveram-se tecnologicamente em todos os campos, capaz de efetuar viagens interestelares objetos espetaculares deles que nós denominamos OVNIs e também OSNIs. O investigador John Kell supõe que as bases submarinas pudessem estar nas regiões localizadas ao norte do círculo Ártico. Os fundadores da APRO, Jim e Coral Lorenzen, sugeriam que os fenômenos OSNI formam parte das atividades de cartografia. Em 1973, a Sociedade Argentina de Investigações de Fenômenos Estranhos afirmou que, depois de muitos anos de investigações, não duvida que máquinas de outros mundos tinham estabelecido bases submarinas nos golfos de San Matias e San Jorge, na costa patagônica. E na Venezuela foram vistos tantos OVNIs mergulhar e deixar o mar dos Antilhas, que muitas pessoas acreditam na existência de bases submarinas, embora as opiniões variem sobre a localização delas: nas profundezas do oceano, nas proximidades da costa ou em grandes plataformas-mãe localizadas no fundo do mar. Porém, o grande manancial submarino permanece largamente inexplorado e, como isto normalmente acontece na Ufologia, os investigadores convivem no momento com dificuldades insuperáveis.
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OS LAGOS TAMBÉM TÊM SEUS OSNIs

OSNIs também apareceram nos lagos da Suécia. Um objeto que parecia ser uma cúpula foi visto no lago de Bullaren, em Bohuslan. Em Ravaslen foi observado por diversas vezes um objeto de 15m ao longo de um lago, e no lago Stenjon, em Ostergotland, foi observado um OSNI com uma espécie de torre de controle. Informes vindos de outros lagos falam de grandes objetos escuros que eram vistos debaixo da superfície. É impossível saber se eram máquinas ou monstros como do tipo que aparece no Lago Ness. Em fevereiro de 1960, a marinha argentina caçou durante duas semanas a dois submarinos misteriosos que a princípio supôs serem soviéticos. Porém, a velocidade e a capacidade de manobra deles indignou as autoridades. Por causa da atividade contínua de Ovnis e Osnis ao longo da costa argentina, as pessoas acreditam que os marcianos operam em bases submarinas. Oito meses antes, no porto de Buenos Aires, as autoridades navais tinham tido problemas com um grande OSNI prateado, veloz e em forma de peixe. No ano de 1978 houve uma enorme onda de OVNIs na Itália; foram levantados mais de 500 relatórios, e depois de eliminar os erros e as mentiras, os índices continuaram indicando a existência de uma intensa atividade que culminou nos últimos três meses do ano. Ao longo da costa do Adriático aconteceram fenômenos inexplicáveis: colunas de água se levantaram em mares tranqüilos até uma altura de 30 m; OSNIs vistos na superfície ou nas profundezas que saíram para a superfície e depois submergiram, e interferências elétricas em radares, rádios e televisões. os pescadores recusaram sair para o mar sem proteção naval. Durante a noite de 9 de novembro, Nello Valentino, capitão de um navio de guerra italiana, viu, junto com dois dos homens dele, um objeto a 1000 m de distância. O objeto subiu até alcançar 300 ou 400m de altitude e depois desapareceu. Enquanto isto aconteceu, as comunicações de rádio com a costa se interromperam. No amanhecer de 7 de dezembro, no golfo de Veneza, perto de Caorle, cerca de 100 pessoas que tinham estado observando luzes no mar durante a noite, afirmaram que estranhos navios e seres emergidos das águas fizeram manobras aéreas e aquáticas. Às 23h de 1º de agosto de 1962, três pescadores franceses estavam em seus barcos, quando a uns 300m de distância apareceu um navio metálico prolongado que se movia lentamente para a superfície. Os homens acharam que era um submarino, embora de um tipo que eles não puderam identificar. As águas ficaram agitadas ao redor do objeto, e uma dúzia de seres que pareciam homens rã subiu no estranho submarino. Os pescadores os saudaram com gritos amigáveis, mas os estranhos não responderam e embarcaram. Antes de desaparecer, o último homem rã virou-se para os pescadores e retribuiu a saudação levantando o braço. Para surpresa dos pescadores, o objeto deixou o mar e flutuou sobre as ondas, emanando luzes vermelhas e verdes, e começou a girar lentamente. O objeto emitiu uma luz laranja e, descrevendo um arco elegante no mar, subiu até sumir de vista. Um mês antes, no golfo de Catalina, ao sul de Los Angeles, o capitão de um navio de pesca e seu assistente observou pelo binóculo noturno deles, um navio estranho a uns 400m de distância.
Parecia um submarino que flutuava na água; era de cor cinza aço e sem identificações. Observaram cinco seres que aparentemente trabalhavam em cima do objeto. Depois de um tempo, o submarino misterioso colocou-se em movimento e o capitão do navio pesqueiro foi forçado a manobrar para evitar a colisão. O estranho objeto passou em velocidade máxima próximo ao pesqueiro, não emitiu nenhum ruído, mas causou uma grande onda enquanto seguia pelo mar. As autoridades navais ouviram com grande interesse o relatório destes homens, e durante o interrogatório lhes mostraram modelos de submarinos estrangeiros para ajudá-los a reconhecer neles o objeto misterioso, o que resultou numa tentativa infrutífera. FROTA CONTRA OSNIS?O que aconteceu nos fiordes noruegueses em novembro de 1972, entre OSNIs e parte da frota da OTAN? Durante três semanas a marinha norueguesa, com ajuda de navios e aviões da OTAN, procurou um intruso misterioso que foi localizado de repente e foi perdido no fiorde de Sogne. Na caça intervieram várias dúzias de navios, além de helicópteros, aviões com radares, que utilizaram cargas de profundidade de todo o tipo, mas não havia jeito do estranho objeto sair para a superfície. Em 23 de novembro, um grande objeto escuro foi visto movendo-se debaixo da superfície no fiorde de Lustre, enquanto mais ou menos ao mesmo tempo, no fiorde de Aurlands, um navio de guerra detectou um estranho submarino com o radar. Naquela noite, a frota da OTAN viu seis foguetes vermelhos que saíram das profundezas do mar, enquanto próximo de lá, em um pico inacessível que cerca o fiorde de Aurlands, foram observadas luzes vermelhas e verdes. Em 24 de novembro a frota da OTAN realizou um ataque volumoso com cargas de profundidade. Apesar da chuva literal de bombas submarinas o OSNI permaneceu indiferente, como se achassem graça das armas usadas contra ele.
Mas o contra-ataque não demorou muito: De repente, apareceu uma fonte poderosa e desconhecida de interferências que interromperam completamente as comunicações e incapacitou todos os aparatos de radar, deixando todos os navios sem energia. Em 27 de novembro, uma declaração oficial das autoridades norueguesas afirmou que o submarino misterioso tinha partido, sem ser identificado. Em outros fiordes noruegueses aconteceram incidentes semelhantes, e também no litoral sueco, nas proximidades de Greenland, em áreas aparentemente e estrategicamente desprezíveis, porém nunca foi identificado, pego ou danificado qualquer objeto... A origem destes OSNIs misteriosos continua sendo ignorada, mas os objetos que foram encontrados no mar são intrigantes. Um exemplo disto é o cilindro metálico brilhante de 7m de comprimento e 3m de diâmetro do que um mergulhador espanhol achou num canal do Mediterrâneo em julho de 1970. A superfície plana e sem rebites do cilindro não apresentava nenhuma abertura, e estava tão limpa que não parecia estar a muito tempo no mar.
Na manhã seguinte, o mergulhador foi olhar novamente, mas tinha desaparecido. Procurou por toda a área mas nada encontrou. Lorentz Johnson viu como um charuto radiante lançou dois objetos prolongados nas águas do fiorde de Namsen em dezembro de 1959. Tempos depois, os investigadores de OVNIs acharam, com ajuda de um sonar, um objeto de 6m de comprimento por 2m de altura, mas a uma profundidade de 90m, o que dificultou muito a tarefa de salvamento. Eles disseram que tinham observado marcas de rodas no fundo e que seguiam para mar aberto. Um OVNI que amerissou foi visto no mar do Rio de Janeiro (Brasil) em julho de 1970.
O objeto deixou um cilindro avermelhado na água, que foi apanhado depois por um barco da polícia. Aparentemente, os governos do mundo estão mais interessados nestas atividades submarinas do que eles normalmente admitem, mas é desconhecido o paradeiro dos objetos que conseguiram recuperar. Nota do Editor: Num planeta com ¾ de água e com fossas abissais de 11.000m de profundidade, é evidente que existem coisas desconhecidas. O inesquecível Jacques Cousteau deve ter levado para o túmulo informações e avistamentos incríveis... Em novembro de 1980, no rio brasileiro Araguari, mais de 70 pessoas que esperavam uma balsa viram um objeto sólido de 5m de diâmetro surgir das águas barrentas. Por 4 minutos flutuou no ar a uma altitude de 200m e depois, lentamente, se moveu em direção ao mar.
Um dos casos mais dramáticos registrados nos anais dos OSNIs é o fato ocorrido na noite de 26 de julho de 1980. O rebocador Caioba-Seahorse efetuava um trabalho a 95 km da costa brasileira, próximo a Natal-RN, quando o contramestre viu de repente um objeto cinza de 10m de diâmetro flutuando na superfície. Ao mesmo tempo podia se ver sobre o mar uma luz brilhante que avançava rapidamente em direção deles. O contramestre virou o timão rapidamente para evitar o choque com o objeto, que então acendeu várias luzes coloridas (azul, amarelo, verde e vermelho). Naquele momento a luz brilhante já os havia alcançado e podia-se notar um corpo resplandecente de forma ovalada silenciosamente à 60m acima do OSNI flutuante. Os motores do rebocador tinham parado e a tripulação contemplou, numa mistura de medo e fascinação, como o UFO se colocava sobre o OSNI. O que aconteceu foi uma conexão. As luzes do OSNI se apagaram e os dois corpos se elevaram para o céu. Depois de permanecerem juntos por alguns minutos sobrevoando aquela área, o UFO e o OSNI mergulharam no mar. Naturalmente, este acontecimento levou as autoridades navais a abrir uma investigação de alto nível e desencadeou entre os ufólogos brasileiros várias especulações.
A tripulação do rebocador testemunhou o resgate de um UFO por outro?
Não se pode negar que as autoridades navais eventualmente puderam descobrir o que aconteceu, mas guardam isso em segredo.
No dia 30 de julho de 1967, o oficial Jorge Montoya, a bordo de um navio argentino, se encontrava em serviço, quando o barco estava navegando pelo Atlântico Sul, a 190km da costa brasileira. Os oficiais que não estavam de serviço e outros tripulantes, estavam jantando no refeitório normalmente. Ao olhar para o mar, Montoya se assustou ao ver uma estranha nave em forma de cilindro deslizar silenciosamente sobre a superfície do oceano. Ele ficou pasmado por alguns segundos e depois alertou o capitão pelo interfone. Quando o capitão Julián Ardanza chegou ao deck, a misteriosa aeronave seguia o barco paralelamente. Os dois homens o observaram por 15 minutos. A misteriosa embarcação brilhava com uma luz branco-azulada brilhante e não deixava nenhum rastro. Eles estimaram que o objeto tinha de 32 a 34m de comprimento.
Repentinamente o objeto desconhecido girou em direção ao navio mercante e produziu um brilho resplandecente ao acelerar. Submergiu por debaixo do barco e desapareceu nas profundezas do oceano.
Em uma entrevista que deu à imprensa, o capitão disse desde o começo de que aquilo não era um submarino, e que em 20 anos de serviço não havia visto nada igual.
Um dos testemunhos foi de Wesley Gruman, então com 19 anos, que na noite de 27 de março de 1979 enquanto se dirigia para Oak Bluff, observou um brilho verde em cima das dunas de areia e depois olhou para o mar. A uns 60m da costa, um objeto cilíndrico luminoso de 9m de comprimento pairava. Quando o OSNI silenciosamente se elevou, Gruman parou o carro e saiu para ver melhor aquilo. Ele tentou pegar uma lanterna que tinha dentro do carro, mas percebeu que só podia mover a cabeça. Esta paralisia durou até o objeto desconhecido desaparecer. Gruman contou também outros estranhos fenômenos que aconteceram: por alguns instantes o rádio do carro emitiu estranhos zumbidos. O outro fenômeno foi que a data do seu relógio havia se adiantado 3 dias, mas no dia seguinte ela voltou à data certa. Temos aqui uma abdução?
Em Newport, Rhode Island, EUA, John Gallagher observou uma luz em plena luz do dia de um objeto não identificado que estava saindo do mar. Em abril de 1961 ele havia trabalhado em uma casa de praia e viu uma esfera avermelhada balançar sobre as ondas. Intrigado, subiu ao segundo andar da casa para ter uma visão melhor e pôde ver então que a esfera se encontrava a uns 180m da orla. Parou, e em seguida acelerou a em direção do mar aberto. Gallagher estava certo de que não era um balão já que seus movimentos e velocidade não eram os de um objeto movido pelo vento.
Como já dissemos, os OSNIs também já foram avistados saindo de rios e lagoas. Um caso ocorrido no Canadá ilustra muito bem esse tipo de relato.
Em março de 1965, no rio San Lorenzo, nos arredores de Quebec, o capitão Calude Laurin e seu co-piloto da empresa Quebecair, puderam ver por 5 minutos um "submarino" debaixo d'água, a mais de 30km do mar aberto, posição muito perigosa para um submarino convencional. No dia 23 de maio de 1969, 3 pessoas testemunharam um objeto redondo resplandecente e que emitia faíscas vermelhas saindo do rio San Lorenzo. A investigação policial não chegou a conclusões.
O velho continente também já foi palco de relatos de OSNIs em rios.
O condutor e os passageiros de um ônibus de Londres, Inglaterra, tiveram uma grande surpresa ao presenciar um OSNI prateado e em forma de cilindro saindo das águas do rio Lea, depois de cortar os cabos telefônicos e ter deixado marcas na margem de cimento do rio. Bob Falí, conduzia o ônibus número 123 em direção de Tottenham, no dia 13 de março de 1964, quando o OSNI cruzou a avenida e mergulhou. O rio foi dragado mas nada foi encontrado. A polícia disse que talvez as pessoas tenham visto patos, o que não explica os cabos cortados e as marcas no cimento.
O Centro de Pesquisa Ufológica Russa tem uma coleção de avistamentos de "aspectos aquáticos".
Os arquivos secretos da marinha soviética contêm muitas informações importantes sobre avistamentos de UFOs. Os pesquisadores militares soviéticos também. Eles ficaram por muito tempo inacessíveis, até mesmo após a queda da URSS, mas algumas importantes informações foram liberadas.
O Sr. Krapiva assistiu à palestras dadas por veteranos oficiais de submarinos nucleares soviéticos. Eles serviram no norte da União Soviética, em bases e instalações navais secretas. Algumas vezes as suas apresentações saem um pouco do combinado e muitas estórias são contadas. Por exemplo, episódios de quando operadores de sonar soviéticos ouviam, estranhos "alvos", a grande profundidade. Seus submarinos foram seguidos por "outros" submarinos.
Os perseguidores variavam as suas velocidades à vontade, velocidades estas que eram muito maiores do que a de qualquer veículo daquela época. O tenente Oleg Sokolov, informou confidencialmente, que estudantes que estavam num submarino durante as suas aulas de navegação, observaram pelo periscópio um estranho objeto no fundo do mar. Ele não pôde identificá-lo, porque o viu pelo sistema ótico do periscópio. Isso aconteceu no início dos anos 60.
Alguns anos atrás, V.V. Krapiva, conheceu o professor Konsakov, da Universidade de Odessa. O professor lhe contou sobre uma conversa que teve com um amigo, um oficial da marinha soviética, que serviu na base naval de Sevastopol. De volta aos anos 50, esse oficial pessoalmente viu um OSNI. O objeto se moveu por trás do navio cruzador. O oficial ficou com a impressão de que o objeto saiu das profundezas do Mar Negro. O prof. Konsakov tem uma fotografia do objeto.
Em agosto de 1965, a tripulação do navio a vapor Rapuga, enquanto navegava pelo Mar Vermelho, observou um estranho fenômeno. A umas duas milhas, uma enorme esfera flamejante saiu do mar e sobrevoou a sua superfície a uma altitude de uns 150m. Uma enorme coluna de água levantou-se enquanto a esfera emergia do mar e ficou estática por um momento.
Em dezembro de 1977, não muito longe da ilha de Novy Georgy, a tripulação do barco pesqueiro Vasily Kiselev, também observou algo estranho. Saindo verticalmente da água havia um objeto em forma de "rosquinha". O seu diâmetro era de 300m a 500m. Ele estava a uma altitude de uns 5000m. O sonar do pesqueiro imediatamente apagou-se. O objeto sobrevoou a área por 3 horas e depois desapareceu.
O testemunho de Alexander G. Globa, um marinheiro do Gori, um petroleiro soviético, foi publicado na revista Zagadki Sfinza.
Em junho de 1984, o Gori estava no Mar Mediterrâneo, a umas 20 milhas náuticas do Estreito de Gibraltar. Às 16:00, Globa estava de serviço com o seu 2º comandante, S. Bolotov. Eles estavam na extensão esquerda da ponte de comando quando observaram um estranho objeto policromático. Quando o objeto se encontrava atrás do navio, parou de repente.
Bolotov estava atônito, balançando os seus binóculos e gritando: "É um disco voador! Um disco de verdade! Corre, vem, vem!!" Globa olhou através dos seus binóculos e viu o objeto. O UFO brilhava numa cor cinza metálico. A sua parte inferior era redonda e media não mais de 20m de diâmetro. Em volta dessa parte, Globa observou "ondas" de protuberâncias nela. O "corpo" do objeto consistia em 2 semidiscos. O menor na parte de cima, se movia lentamente na direção oposta. Por toda a sua circunferência, na parte inferior, Globa, viu várias luzes brilhantes. A atenção do marinheiro se concentrava na parte inferior do UFO, que parecia ser meio escura, da cor da gema de ovo e no meio Globa viu um vidro redondo. No meio da parte inferior da nave tinha algo bem visível que parecia um cachimbo. Ele brilhava com um tipo de rosa incomum, como uma lâmpada de néon. O topo do disco tinha uma coisa triangular e parecia que se movia na mesma direção da parte inferior do objeto, só que bem mais lentamente. De repente o UFO "saltou" várias vezes como se tivesse sido atingido por uma onda invisível. Várias luzes iluminaram sua parte inferior.
A tripulação do Gori tentou atrair a atenção do objeto usando sinais de luz. Naquele momento o capitão do navio, o comandante Sokdovky, estava no deck também. Entretanto a atenção do UFO foi atraído por um outro navio, árabe, que estava indo em direção da Grécia.
Os árabes mais tarde confirmaram que o objeto sobrevoou o seu navio. Um minuto e meio depois ele mudou seu curso indo para a direita e ganhando velocidade e subiu rapidamente.
Os marinheiros soviéticos observaram que quando o objeto subiu em direção às nuvens, ele parecia e desaparecia e refletia a luz do sol.
Valdimir Georgiyevich Ajaja, nos dias de hoje, é uma personalidade famosa na Associação Ufológica Russa, mas nem sempre ele foi um ufólogo e quando se tornou um, ouviu que o partido comunista não havia gostado disso. Com a ajuda de seus poderosos amigos na marinha, ele pôde escrever um pouco sobre o Triângulo das Bermudas, para Nauka I Zhihn , uma respeitada revista científica soviética. Sobretudo, ele foi um pesquisador marinho, que em numerosas ocasiões estudou as profundezas do Oceano Atlântico. Outro oceanógrafo soviético não falaria de tal assunto.
Na sua procura por informações, duas fontes o ajudaram: Charles Berlitz, autor de livros sobre o Triângulo das Bermudas e o sub-comandante Y.V. Ivanov, chefe da Diretoria de Inteligência Naval. Ajaja descobriu que a inteligência naval há muito tempo considerava os UFOs um assunto sério, mas as suas mais recentes convicções o colocaram numa "malha fina".
Os esforços da Ajaja para estudar e promover a ufologia fizeram dele um alvo dos cientistas e do Partido Comunista.
O seu nome foi "sujo" na mídia soviética, os seus trabalhos foram censurados e as suas palestras canceladas. Ele foi demitido de vários empregos e proibido de falar publicamente. De novo seus amigos lhe conseguiram um emprego e ele agora podia escrever sobre os UFOs.
No seu panfleto - Atenção: UFOs, ele declarou que a onda ufológica de 1989, que estava ainda acontecendo em 1991, tinha deixado para trás as barreiras ideológicas e a censura, que aqui estavam contra a ufologia soviética. Mas por causa dos anos de silêncio, o país ficou totalmente despreparado para o fenômeno UFO. Ele ajudou a organizar o Soyuzufotsentr para promover o estudo científico dos UFOs.
O historiador soviético A. Gorbovsky, publicou, um livro intitulado "Enigmas da História Antiga", no início dos anos 70. Para muitas pessoas na União Soviética, este livro foi uma introdução ao mundo da ufologia, paleocontato (termo russo para a hipótese dos antigos astronautas) e mistérios da nossa história.
Gorbovsky menciona um incidente que aconteceu há muito tempo no Mediterrâneo, onde pessoas observaram um objeto submarino à alta velocidade. O objeto emergiu da água e logo depois desapareceu.
O caçador de tubarões no Mar Negro, B. Borovikov, mudou de hobby quando algo incrível aconteceu.
Mergulhando na área da Anapa, ele desceu a uma profundidade de 8m, então viu seres gigantes subindo do fundo do mar. Eles tinham pele da cor do leite, mas com faces iguais a de humanóides e algo como rabo de peixes. O ser que vinha na frente viu Borovikov e parou. Ele tinha grandes olhos "inchados" como óculos. Os outros dois seres também viram o mergulhador e pararam. O primeiro acenou para o mergulhador. Ele tinha membranas entre os dedos. Todos os 3 seres se aproximaram ainda mais de Borovikov e pararam a uma certa distância, então deram meia volta e foram embora. A experiência de Borovikov foi relatada na Khronika Neobjasnimogo.
Povaliyayev estava trabalhando em Kavgolov, área de Leningrado, no inicio dos anos 90. Lá existem lagos e em um deles o mergulhador viu 3 "peixes" gigantes. Ele mergulhou mais fundo e pôde perceber nadadores com roupas prateadas. O episódio foi mencionado no seu livro Letuchi Gollandets.
O relato seguinte constitui uma prova bastante forte da possibilidade de que alguns UFOs depois de vôos supersônicos através da atmosfera, necessitam resfriar suas estruturas superaquecidas.
No verão de 1967, um grupo de escoteiros estava acampando nas margens de um lago a 32km de St. John, Canadá. Os garotos estavam dormindo e o chefe e seu ajudante tinham ido ao lago buscar água. Do meio da escuridão surgiu um UFO discóide com luzes alaranjada, vermelha, verde e azul ao seu redor. Ao entrar em contato com a água e submergir, ouviu-se um chiado de "fritura" – semelhante ao ouvido por um homem ao ver um UFO sair do rio Kamloops em 1981. O lago, de águas claras e frias, estava na manhã seguinte com cores escuras e quentes.
Outra estranha experiência foi a presenciada pelo casal Bordes, que na noite de 16 de setembro de 1955 estava pescando na represa de Titicus, Nova Iorque. Às 01h30 ainda não tinham pescado nada.















Foi quando a Sra. Bordes viu uma bola luminosa de cor rosa saindo da água e depois submergindo novamente. Eles estavam de barco perto da margem da represa e observaram uma forma escura fora d'água. Ela tinha linhas horizontais de luz brancas na base e uma luz amarela rotatória acima. O Sr. Bordes, mais curioso do que assustado, remou em direção das luzes, mas estas recuaram velozmente. Para sua mulher isso não tinha graça nenhuma, e remaram um quilômetro e meio até o cais com a luz seguindo-os a certa distância. Quando chegaram ao carro, podiam ainda ver as luzes na represa.
Ao que parece os UFOs e os OSNIs são bem interessados nas nossas águas. As especulações dos pesquisadores vão desde as possibilidades de que estejam controlando os níveis de contaminação, até a crença de que estejam poluindo a água potável.
O fato é que se conhecemos muito pouco sobre os UFOs, sabemos menos ainda sobre os objetos Submarinos não identificados.
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Objetos Submarinos não Identificados


Esse termo raramente encontrado refere-se ao tipo de UFOs que foram detectados sob as águas de nosso planeta. Um Objeto Submarino Não Identificado (OSNI) não parece ser basicamente diferente de um UFO. Os OSNIs foram descritos como longos objetos cilíndricos que se parecem vagamente com submarinos, embora diferentes de qualquer tipo conhecido do homem. Essa descrição é muito semelhante à dos UFOs que entram e emergem das águas. Isto levou ufólogos a propor que os UFOs podem ter uma base submarina em nosso planeta. Se suficientemente profunda, essa base estaria segura contra interferência humana. Outro grupo de ufólogos sugeriu que talvez exista uma civilização submarina composta de seres que podem ser nativos de nosso planeta. Talvez em um ponto da evolução humana, uma parte da família separou-se e retornou ao mar. Ou talvez os seres se originaram em outro planeta e, em alguma época num passado remoto, chegaram à Terra e estabeleceu-se aqui.



























São milhares os avistamentos de OSNIs registrados desde a década de 40. Mais de 70% do nosso planeta é coberto de água, a profundidade dos nossos oceanos é de 3 km, e o homem está começando agora a explorar as zonas que estão abaixo da superfície marítima.
Os Objetos Submarinos Não Identificados também extendem as suas atividades a águas interiores. Existem relatos de OSNIs em rios, lagos, portos enseadas e nascentes – inclusive forças da OTAN já defrontaram-se com eles. Em novembro de 1980, no rio brasileiro Araguari, mais de 70 pessoas que esperavam uma balsa viram um objeto sólido de 5m de diâmetro surgir das águas barrentas. Por 4 minutos flutuou no ar a uma altitude de 200m e depois, lentamente, se moveu em direção ao mar.
Um dos casos mais dramáticos registrados nos anais dos OSNIs é o fato ocorrido na noite de 26 de julho de 1980.


O rebocador Caioba-Seahorse efetuava um trabalho a 95 km da costa brasileira, próximo à Natal, quando o contramestre viu de repente um objeto cinza de 10m de diâmetro flutuando na superfície. Ao mesmo tempo podia se ver sobre o mar uma luz brilhante que avançava rapidamente em direção deles. O contramestre virou o timão rapidamente para evitar o choque com o objeto, que então acendeu várias luzes coloridas (azul, amarelo, verde e vermelho). Naquele momento a luz brilhante já os havia alcançado e podia-se notar um corpo resplandecente de forma ovalada silenciosamente 60m acima do OSNI flutuante. Os motores do rebocador tinham parado e a tripulação contemplou, numa mistura de medo e fascinação, como o UFO se colocava sobre o OSNI. O que aconteceu foi uma conexão. As luzes do OSNI se apagaram e os dois corpos se elevaram para o céu. Depois de permanecerem juntos por alguns minutos sobrevoando aquela área, o UFO e o OSNI mergulharam no mar. Naturalmente, este acontecimento levou as autoridades navais a abrir uma investigação de alto nível e desencadeou entre os ufólogos brasileiros várias especulações.
A tripulação do rebocador testemunhou o resgate de um UFO por outro?
Não se pode negar que as autoridades navais eventualmente puderam descobrir o que aconteceu, mas guardam isso em segredo.
No dia 30 de julho de 1967, o oficial Jorge Montoya, a bordo de um navio argentino, se encontrava em serviço, quando o barco estava navegando pelo Atlântico Sul, a 190km da costa brasileira. Os oficiais que não estavam de serviço e outros tripulantes, estavam jantando no refeitório normalmente. Ao olhar para o mar, Montoya se assustou ao ver um estranha nave em forma de cilindro deslizar silenciosamente sobre a superfície do oceano. Ele ficou pasmado por alguns segundos e depois alertou o capitão pelo interfone. Quando o capitão Julián Ardanza chegou ao deck, a misteriosa aeronave seguia o barco paralelamente. Os dois homens o observaram por 15 minutos. A misteriosa embarcação brilhava com uma luz branco-azulada brilhante e não deixava nenhum rastro. Eles estimaram que o objeto tinha de 32 a 34m de comprimento.
Repentinamente o objeto desconhecido girou em direção ao navio mercante e produziu um brilho resplandecente ao acelerar. Submergiu por debaixo do barco e desapareceu nas profundezas do oceano.
Em uma entrevista que deu à imprensa, o capitão disse desde o começo de que aquilo não era um submarino, e que em 20 anos de serviço não havia visto nada igual.
Não poderíamos pensar que somente em águas brasileiras os OSNIs estariam presentes. Eles também foram vistos em águas norte-americanas.
Um dos testemunhos foi de Wesley Gruman, então com 19 anos, que na noite de 27 de março de 1979 enquanto se dirigia para Oak Bluff, observou um brilho verde em cima das dunas de areia e depois olhou para o mar. A uns 60m da costa, um objeto cilíndrico luminoso de 9m de comprimento pairava. Quando o OSNI silenciosamente se elevou, Gruman parou se carro e saiu para ver melhor aquilo. Ele tentou pegar uma lanterna que tinha dentro do carro, mas percebeu que só podia mover a cabeça. Esta paralisia durou até o objeto desconhecido desaparecer. Gruman contou também outros estranhos fenômenos que aconteceram: por alguns instantes o rádio do carro emitiu estranhos zumbidos. O outro fenômeno foi que a data do seu relógio havia adiantado-se 3 dias, mas no dia seguinte ela voltou à data certa. Temos aqui um abdução?
Em Newport, Rhode Island, EUA, John Gallagher observou uma luz em plena luz do dia de um objeto não identificado que estava saindo do mar. Em abril de 1961 ele havia trabalhado em uma casa de praia e viu uma esfera avermelhada balançar sobre as ondas. Intrigado, subiu ao segundo andar da casa para ter uma visão melhor e pode ver então que a esfera se encontrava a uns 180m da orla. Parou para em seguida acelerar a 160km/h em direção do mar aberto. Gallagher estava certo de que não era um balão, já que seus movimentos e velocidade não eram os de um objeto movido pelo vento.
Como já dissemos, os OSNIs também já foram avistados saindo de rios e lagoas. Um caso ocorrido no Canadá ilustra muito bem esse tipo de relato.
Em março de 1965, no rio San Lorenzo, nos arredores de Quebec, o capitão Calude Laurin e seu co-piloto da empresa Quebecair, puderam ver por 5 minutos um "submarino" debaixo d’água, a mais de 30km do mar aberto, posição muito perigosa para um submarino convencional. No dia 23 de maio de 1969, 3 pessoas testemunharam um objeto redondo resplandecente e que emitia faíscas vermelhas saindo do rio San Lorenzo. A investigação policial não chegou a conclusões.
O velho continente também já foi palco de relatos de OSNIs em rios.
O condutor e os passageiros de um ônibus de Londres, Inglaterra, tiveram uma grande surpresa ao presenciar um OSNI prateado e em forma de cilindro saindo das águas do rio Lea, depois de cortar os cabos telefônicos e ter deixado marcas na margem de cimento do rio. Bob Falí, conduzia o ônibus número 123 em direção de Tottenham, no dia 13 de março de 1964, quando o OSNI cruzou a avenida e mergulhou. O rio foi dragado mas nada foi encontrado. A polícia disse que talvez as pessoas tenham visto patos, o que não explica os cabos cortados e as marcas no cimento.
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O Centro de Pesquisa Ufológica Russa tem uma coleção de avistamentos de "aspectos aquáticos".

Os arquivos secretos da marinha soviética contém muitas informações importantes sobre avistamentos de UFOs. Os pesquisadores militares soviéticos também. Eles ficaram por muito tempo inacessíveis, até mesmo após a queda da URSS, mas pudemos algumas importantes informações foram liberadas.
O Sr. Krapiva assistiu à palestras dadas por veteranos oficiais de submarinos nucleares soviéticos. Eles serviram no norte da União Soviética, em bases e instalações navais secretas. Algumas vezes as suas apresentações saem um pouco do combinado e muitas estórias são contadas. Por exemplo, episódios de quando operadores de sonar soviéticos ouviam, estranhos "alvos", a grande profundidade. Seus submarinos forma seguidos por "outros" submarinos.
Os perseguidores variavam as suas velocidades à vontade, velocidades estas muito maior do que a de qualquer veículo daquela época. O tenente Oleg Sokolov, informou confidencialmente, que estudantes que estavam num submarino durante as suas aulas de navegação, observaram pelo periscópio um estranho objeto no fundo do mar. Ele não pôde identificá-lo, porque o viu pelo sistema ótico do periscópio. Isso aconteceu no início dos anos 60.
Alguns anos atrás, V.V. Krapiva, conheceu o professor Konsakov, da Universidade de Odessa. O professor lhe contou sobre uma conversa que teve com um amigo, um oficial da marinha soviética, que serviu na base naval de Sevastopol. De volta aos anos 50, esse oficial pessoalmente viu um OSNI. O objeto se moveu por trás do navio cruzador. O oficial ficou com a impressão de que o objeto saiu das profundezas do Mar Negro. O prof. Konsakov tem uma fotografia do objeto.
Em agosto de 1965, a tripulação do navio à vapor Rapuga, enquanto navegava pelo Mar Vermelho, observou um estranho fenômeno. A umas 2 milhas, uma enorme esfera flamejante saiu do mar e sobrevoou a sua superfície a uma altitude de uns 150m. Uma enorme coluna de água levantou-se enquanto a esfera emergia do mar e ficou estática por um momento.
Em dezembro de 1977, não muito longe da ilha de Novy Georgy, a tripulação do barco pesqueiro Vasily Kiselev, também observou algo estranho. Saindo verticalmente da água havia um objeto em forma de "rosquinha". O seu diâmetro era de 300m a 500m. Ele estava a uma altitude de uns 5.000m. O sonar do pesqueiro imediatamente apagou-se. O objeto sobrevoou a área por 3 horas e depois desapareceu.
O testemunho de Alexander G. Globa, um marinheiro do Gori, um petroleiro soviético, foi publicado na revista Zagadki Sfinza.
Em junho de 1984, o Gori estava no Mar Mediterrâneo, a umas 20 milhas náuticas do Estreito de Gibraltar. Às 16:00, Globa estava de serviço com o seu 2º comandante, S. Bolotov. Eles estavam na extensão esquerda da ponte de comando quando observaram um estranho objeto policromático. Quando o objeto se encontrava atrás do navio, parou de repente.
Bolotov estava atônito, balançando os seus binóculos e gritando: "É um disco voador! Um disco de verdade! Corre, vem, vem!!" Globa olhou através dos seus binóculos e viu o objeto. O UFO brilhava numa cor cinza metálico. A sua parte inferior era redonda e media não mais de 20m de diâmetro. Em volta dessa parte, Globa observou "ondas" de protuberâncias nela. O "corpo" do objeto consistia em 2 semi-discos. O menor na parte de cima, se movia lentamente na direção oposta. Por toda a sua circunferência, na parte inferior, Globa, viu várias luzes brilhantes. A atenção do marinheiro se concentrava na parte inferior do UFO, que parecia ser meio escura, da cor da gema de ovo e no meio Globa viu um vidro redondo. No meio da parte inferior da nave tinha algo bem visível que parecia um cachimbo. Ele brilhava com um tipo de rosa incomum, como uma lâmpada de néon. O topo do disco tinha uma coisa triangular e parecia que se movia na mesma direção da parte inferior do objeto, só que bem mais lentamente. De repente o UFO "saltou" várias vezes como se tivesse sido atingido por uma onda invisível. Várias luzes iluminaram sua parte inferior.
A tripulação do Gori tentou atrair a atenção do objeto usando sinais de luz. Naquele momento o capitão do navio, o comandante Sokdovky, estava no deck também. Entretanto a atenção do UFO foi atraído por um outro navio, árabe, que estava indo em direção da Grécia.
Os árabes mais tarde confirmaram que o objeto sobrevoou o seu navio. Um minuto e meio depois ele mudou seu curso indo para a direita e ganhando velocidade e subiu rapidamente.
Os marinheiros soviéticos observaram que quando o objeto subiu em direção às nuvens, ele parecia e desaparecia e refletia a luz do sol.
Valdimir Georgiyevich Ajaja, nos dias de hoje, é uma personalidade famosa na Associação Ufológica Russa, mas nem sempre ele foi um ufólogo e quando se tornou um, ouviu que o partido comunista não havia gostado disso. Com a ajuda de seus poderosos amigos na marinha, ele pôde escrever um pouco sobre o Triângulo das Bermudas, para Nauka I Zhihn , uma respeitada revista científica soviética. Sobretudo, ele foi um pesquisador marinho, que em numerosas ocasiões estudou as profundezas do Oceano Atlântico. Outro oceanógrafo soviético não falaria de tal assunto.
Na sua procura por informações, duas fontes o ajudaram: Charles Berlitz, autor de livros sobre o Triângulo das Bermudas e o sub-comandante Y.V. Ivanov, chefe da Diretoria de Inteligência Naval. Ajaja descobriu que a inteligência naval à muito tempo considerava os UFOs um assunto sério, mas as suas mais recentes convicções o colocaram numa "malha fina".
Os esforços da Ajaja para estudar e promover a ufologia fizeram dele um alvo dos cientistas e do Partido Comunista.
O seu nome foi "sujo" na mídia soviética, os seus trabalhos foram censurados e as suas palestras canceladas. Ele foi demitido de vários empregos e proibido de falar publicamente. De novo seus amigos lhe conseguiram um emprego e ele agora podia escrever sobre os UFOs.
No seu panfleto - Atenção: UFOs, ele declarou que a onda ufológica de 1989, que estava ainda acontecendo em 1991, tinha deixado para trás as barreiras ideológicas e a censura, que aqui estavam contra a ufologia soviética. Mas por causa dos anos de silêncio, o país ficou totalmente despreparado para o fenômeno UFO. Ele ajudou a organizar o Soyuzufotsentr para promover o estudo científico dos UFOs.
O historiador soviético A. Gorbovsky, publicou, um livro entitulado "Enigmas da História Antiga", no início dos anos 70. Para muitas pessoas na União Soviética, este livro foi uma introdução ao mundo da ufologia, paleocontato (termo russo para a hipótese dos antigos astronautas) e mistérios da nossa história.
Gorbovsky menciona um incidente que aconteceu à muito tempo no Mediterrâneo, onde pessoas observaram um objeto submarino a alta velocidade. O objeto emergiu da água e logo depois desapareceu.
O caçador de tubarões no Mar Negro, B. Borovikov, mudou de hobby quando algo incrível aconteceu.
Mergulhando na área da Anapa, ele desceu à uma profundidade de 8m, então viu seres gigantes subindo do fundo do mar. Eles tinham pele da cor do leite, mas com faces iguais a de humanóides e algo como rabo de peixes. O ser que vinha na frente viu Borovikov e parou. Ele tinha grandes olhos "inchados" como óculos. Os outros dois seres também viram o mergulhador e pararam. O primeiro acenou para o mergulhador. Ele tinha membranas entre os dedos. Todos os 3 seres se aproximaram ainda mais de Borovikov e pararam à uma certa distância, então deram meia volta e foram embora. A experiência de Borovikov foi relatada na Khronika Neobjasnimogo.
Povaliyayev estava trabalhando em Kavgolov, área de Leningrado, no ínicio dos anos 90. Lá existem lagos e em um deles o mergulhador viu 3 "peixes" gigantes. Ele mergulhou mais fundo e pôde perceber nadadores com roupas prateadas. O episódio foi mencionado no seu livro Letuchi Gollandets.
O relato seguinte constitui uma prova bastante forte da possibilidade de que alguns UFOs depois de vôos supersônicos através da atmosfera, necessitam resfriar as suas estruturas superaquecidas.
No verão de 1967, um grupo de escoteiros estava acampando nas margens de um lago a 32km de St. John, Canadá. Os garotos estavam dormindo e o chefe e seu ajudante tinham ido ao lago buscar água. Do meio da escuridão surgiu um UFO discóide com luzes alaranjada, vermelha, verde e azul ao seu redor. Ao entrar em contato com a água e submergir, ouviu-se um chiado de "fritura" – semelhante ao ouvido por um homem ao ver um UFO sair do rio Kamloops em 1981. O lago, de águas claras e frias, estava na manhã seguinte com cores escuras e quente.
Outra estranha experiência foi a presenciada pelo casal Bordes, que na noite de 16 de setembro de 1955 estava pescando na represa de Titicus, Nova Iorque. Às 01:30hs ainda não tinham pescado nada. Foi quando a Sra. Bordes viu uma bola luminosa de cor rosa saindo da água e depois submergindo novamente. Eles estavam de barco perto da margem da represa e observaram uma forma escura fora d’água. Ela tinha linhas horizontais de luz brancas na base e uma luz amarela rotatória acima. O Sr. Bordes, mais curioso do que assustado, remou em direção das luzes, mas estas recuaram velozmente. Para sua mulher isso não tinha graça nenhuma, e remaram um quilômetro e meio até o cais com a luz seguindo-os a certa distância. Quando chegaram ao carro, podiam ainda ver as luzes na represa.
Ao que parece os UFOs e os OSNIs são bem interessados nas nossas águas. As especulações dos pesquisadores vão desde a possibilidades de que estejam controlando os níveis de contaminação, até a crença de que estejam poluindo a água potável.
O fato é que se conhecemos muito pouco sobre os UFOs, sabemos menos ainda sobre os objetos Submarinos não identificados.
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Conclusão :

Um dos casos que não relatei nos textos logo acima foi um caso de 1973 a 100 Km de porto Rico um submarino estava fazendo sua rota comum sem imprevistos logo mais tarde o sonar captou algo eles pensarão que fosse um submarino inimigo então começou a seguir logo mais surgiu mais 3 submarinos para dar apoio na busca , então várias horas depois o objeto começou a aumentar sua velocidade e a parar , dando tempo pra marinha alcançalo . o objeto desconhecido estava a 270 Km/h e a uma profundidade de 6.500 metros abaixo da água , sendo que na época os submarinos podiam chegar a 2.000 metros no máximo , seja o que for que eles avistaram era muito mais potente e muito mais avançado do que a marinha na época e mais avançado do que os submarinos de hoje em dia . alguns dias depois eles perderam o contato com o objeto , na época ninguém foi atrás de pesquisar o assunto pq pensou que fosse algum projeto de um novo protótipo de submarino sendo testado . mas hoje em dia sabemos que não era isso.

Muitos acham que os osnis não são seres que vivem nas profundeza dos oceanos a terra possui 75% de água e nós sabemos mais coisas na superfície do que de baixo da água a grandes profundidades a questão é que tem pessoas que defende a idéia de que seja os moradores de athantes , e outros apóiam a idéia de serem seres intraterrenos , outros afirmam que os ovnis são na verdade os próprios osnis . eu acho o seguinte os barulhos de baixo da água terremotos significa que estão escavando lá embaixo , como eu sempre falo , qual é o melhor lugar pra se esconder podendo escolher só essas 2 opções na superficie que é nas montanhas e desertos ou de baixo da água a centenas de metros de profundidade , se você pudesse escolher entre essas 2 opções qual delas seriam ? eu escolheria a de baixo da água 1 pq ninguem até hoje chegou a tal profundidade e vai demorar pra chagar .
2 pq se ninguem chegou até lá ninguem faz a mínima idéia do que tem lá em baixo isso facilitaria pra eles pq da mais certo vc fazer uma base na água e submergir no meio do oceano onde é raro alguém ver do que sair de uma montanha ou do meio do deserto onde as pessoas poderiam ver facilmente lá em baixo não eles estão sossegados os poucos que vem relatam mais não é com a mesma freqüência que uma pessoa relata quando vê um ovni passando no céu muitas vezes a noite . uma base no fundo do mar a grandes profundidades serviria para uma base onde muitos ovnis são guardados para que eles não precisem sempre ter que voltar a nave mãe ou a seu planeta , eles ficam tipo ancorados aqui na terra onde eles podem observar como nós estamos ou como nós andamos , quais as descobertas e novidades .

temos também vários casos onde os tripulantes saem para fora do osni como foi no 1 caso de avistamento de osnis no Brasil eu acredito que eles falam a verdade sim sobre as luzes as cores mas o que eles falam acho que não é real eles falam que pequenos Ceres de forma grotesca saem de dentro do objeto , bom a longa distancia tudo é pequeno agora falar que eles tinha uma forma de capa que envolvia seu corpo de cor luminosa pode até ser real mas a descrição eu não acredito que seja essa a verdadeira eu acho o seguinte e mente humana é capas de guardar informações e a própria mente exclui o que não se usa com frequência então se podemos guardar lembrar e esquecer certamente eles sabem disso onde estou querendo chegar é que acho que essas pessoas não só avistaram algo no mar ou sobe o mar mas como também foram abduzidas “lapso de tempo” quantas pessoas que avistam esse objeto olha em algo que mostre as horas e vê que horas são e que hora o objeto sumiu certo que tinha época que tinha relatos de osnis e nem relógio existia na época mas estamos falando de quando se existia relógio estou querendo chegar nessa conclusão a partir de quando eles abduzem uma pessoa eles sabem que nosso cerebelo possui um liquido que se produzirmos em grande parte podemos ter um apagam em nossa memória nós simplesmente não lembramos de nada do ocorrido então essas pessoas que relatam que viram seres de aparência grotesca pequena na verdade foi posta essas informação na mente delas para que ela fale ou relate e que fique lá registrado que eram seres pequenos com uma espécie de capa em seu corpo luminoso exatamente para que nós os civis possamos acreditar que eles são assim mesmo mas na verdade eles são bem diferente pq eles fariam isso bom pra manter a fantasia que eles tem olhos grandes e negros são magros e finos , enfim pra mim é tudo besteira eles querem que todos acreditam que eles são assim mas na verdade não são . certo que possa existir vários tipos de raças diferentes mas se nós podemos tirar a informação da nossa mente certamente podemos colocar outras eles sabem disso e então minha conclusão é que no caso osnis em outão na parte que Carlos temendo a segurança de seu filho eles decidem sair da praia ir embora quando no mesmo segundo que Carlos fala isso eles não estão onde estava a poucos segundos mais eles agora estavam a 3 metros de distancia encostado numa muralha em que havia lá e seus corpos estavam como formigueiro eles descreveram como eletrizante como eletricidade .está ai a conclusão que eu queria chegar ouve ai um lapso de tempo não se sabe de quanto tempo mais que ouve pq em um piscar de olhos eles estavam em um lugar e em outro piscar de olhos eles estão em outro , é tecnicamente impossível do corpo fazer isso ou o tempo fazer isso sem nada estar acontecendo eles causaram isso e qual é a diferença dos outros que falam que viram seres a diferença é que eles não sentiram ou não se lembram de terem saído do lugar nem que o corpo estivesse formigando para os que avistaram esses seres eles estavam ali e não saíram mais podem ter saído mas não se lembram disso . muito bem será que devemos acreditar que eles tem forma grotesca e são pequenos e possuem em seu corpo como um manto fino luminoso ou é o que eles os que estão dentro dos ovnis e osnis querem que vc acredite nisso sendo que na verdade não é . mesmo pq nesses contatos tudo ocorre como se fosse um mero sonho sabe quando vc dorme as 10 da noite e acorda de madrugada com o seu cachorro latindo sem parar e vc quer levantar e prender ele pra que o cachorro não lata mais e vc não levanta posso apostar que no dia seguinte as pessoas da sua casa vai falar vc ouviu seu cachorro latir de madrugada e vc responde ele latiu ? nossa eu pensei que foi um sonho que eu tive ! .
entende agora o formigamento a memória falsa lapso de tempo tudo liga uma coisa a outra por isso eu defendo que em alguns contatos de osnis não ocorre somente o avistamento em si mas ocorre muito mais que isso !


Em 11 de outubro de 1492 ás 22 horas uma noite calma e quente Cristóvão Colombo e seu pessoal navegavam vagarosamente por entre as partes mais profundas do atlântico e do triangulo das bermudas , abaixo deles a profundidade chagava a 6 Km.

Derrepente luzes incomuns foram vistas brilhando no fundo do oceano.
Um antigo caso remonta a época de Colombo em 1492 antes do descobrimento da América.
E tudo se passou no Santa Maria , o nome dessa pessoa era Godheres ele estava no Santa Maria com Cristóvão Colombo e avistou um objeto em forma de disco emergindo da água.
Um flash de luz com brilho diferente a tudo que se conhecia na época subitamente saltou do mar em direção aos céus assustando Colombo e sua tripulação de 120 pessoas distribuída na frota espanhola de 3 navios, em menos de 5 horas depois eles viriam descobrir a América.
Colombo mantinha um diário em seu navio e ele descreveu o que seria interpretado com fenômeno OVNI, o que eles viram de acordo com o que estava escrito foi como uma chama de uma vela que subia e descia durante a noite, não tinha como ser uma fogueira na costa pois estava muito alem do horizonte. Esse possível incidente OSNI é mais do que uma lenda.
Se Colombo viu um objeto estranho sair da água e voar ao redor de seu navio e desaparecer , pq ele não contou isso a ninguém ? pq o teriam julgado louco e o prendido instantaneamente claro.
Uma rota estratégica foi traçada e a lenda de Atlântida, sem duvida sem duvida se baseia no conhecimento provavelmente já esquecido sobre uma civilização subaquática secreta, a suposta localização de Atlântida no mediterrâneo seria conveniente para os OSNIS pois da li eles poderiam monitorar as civilização humanas e suas rotas náuticas entre a Ásia menor , Roma e Athenas. O mediterrâneo foi o berço das antigas civilizações os comerciantes Tenicios viajavam entre o oriente médio e a Grécia através dele se ouvesse uma civilização extraterrestre que quisesse espalhar suas mitologias pelo planeta o mediterrâneo seria uma base natural e estratégica para isso.

Um caso canadense segundo os experts em 1967 foi considerado um dos mais importantes e intrigante até hoje. O caso de Shag Harboor é o mais importante que já foi documentado o OVNI se locomoveu sob a água e o segundo OVNI se juntou e ele em 4 de outubro de 1967 as luzes estavam na água por volta de 23 horas e 20 minutos. Um ponto interessante desse dia foi que em toda nova escócia ouve muitos comentários sobre OVNIS. Antes da 00:00 horas de quarta-feira 4 de outubro os oficiais da policia real canadense que também presenciaram o evento, vasculharam as águas em barcos até as 03:00 da manhã com a ajuda de vários pescadores locais. Ao meio dia de sexta-feira 06 de outubro mergulhadores da marinha canadense chegaram e vasculharam a água durante todo o fim de semana , e eventualmente 7 mergulhadores foram despachados de Relly Fegs e levados há Shag Harboor, eles trabalharam duro durante o fim de semana , na manhã do de segunda-feira a busca foi dada como concluída, no relatório aparecia apenas a palavra OVNI circulada e grifada, de acordo com relatórios do governo o objeto viajava do sul para o norte ao longo do litoral da nova escócia a certa altura ele parou e ficou planando então por volta das 23:00 horas e 20 minutos o objeto mergulhou na água sob um ângulo de 45° a 270 metros da costa quando oficiais da policia canadense chagaram na costa pela velha estrada número 3 o OVNI ainda estava se movendo sob a superfície da água inclusive ele parecia deixar um rastro de espuma amarela e tensa. Uma semana depois a noticia se espalhou e ganhou as primeiras paginas do jornais canadense que dizia que umas 2 naves mergulhou no mar da nova escócia e foi se encontrar com a 1ª então a neve veio descendo numa velocidade impressionante veio passando por várias costas
E pontos e foi parar no sul da nova escócia e mergulhou no mar de Shag Harboor, as autoridades já sabiam que o objeto tinha se movido sob a água e estacionado no fundo ficando lá por uma semana, e depois disso o OSNI começou a se mover em direção do golfo meinin como guarida umas 2 naves que ajudava a concertar, e as 2 sairão da água e voaram sobre o golfo.
Fonte: Chris Styles e Don Later investigador do caso a quase meio século.

Talvez a região com maior histórico de atividades OSNIS seja ao redor de Porto Rico, assim como o misterioso Triangulo das Bermudas a ilha tem sido foco de debate OSNI há décadas. Porto Rico é considerado o berço de todas as Américas com o lugar onde há o maior número de aparição de OSNIS segundo o investigador americano Reinaldo Rios. Acredita-se que os OSNIS sejam capazes de se mover através de nossos oceanos de modo que desafia todos os princípios da física moderna. Os experts ficam imprecionado com as habilidades que as naves tem de a navegar sob a grandes profundidades, de atravessar o gelo e de cindrar os mares em velocidades sônicas. Essas naves podem viajar debaixo da água pq são impermeáveis assim como são imunes aos raios gamas aos raios cósmicos e a qualquer a coisa que possa atrapalhar sua jornada de diversos meios.

Fonte: Bill Birnes da ufo magazine e policial.

Em 1969 quando conduziam seus exercícios cotidianos de quebra de gelo da Antártida, marinheiros Americanos abordo do USS Calcaterra ( Der – 390) viram um objeto não identificados submerso que apresentava algumas habilidades impressionantes. Ivan T. Sandersor , comenta sobre um evento no ártico em que um objeto simplesmente abriu seu próprio caminho através do gelo e depois decolou.
Um objeto de pelo menos 30 metros de comprimento semelhante a um submarino emerge do oceano totalmente congelado em uma velocidade incrível.
Segundo Vladimir Ajaja Rastreador de ufo comenta de um caso que ocorreu próximo a verin grado no Inverno de 76 um OSNI quebrou o gelo manobrou de baixo da água e rompeu o gelo novamente para sair.
segundo Carl Feindt também rastreador de UFO há meio século comenta que eles derretam o gelo e que se fosse um meteoro ele quebraria o gelo em pedaços e os espalharia por todo o lado sem contar que ele caio quebrando o gelo e subiu pra cima e nenhum meteoro cai e sobe de volta.
Já o OVNI cava um buraco limpo as testemunhas dos OSNIS também revelam que quando as naves emergem elas liberam muita água.
Teorias formadas por experts falam que os OSNIS poderiam usar a água como fonte de combustível. A quem pense que a água é essencial para o processo de fusão a muitos casos em que os OSNIS plainam sobre os reservatórios de água pequenos e grandes realmente tudo indica que eles utilizem a água para ajudar sua nave de alguma maneira.
Há teorias cientificas modernas a respeito de como os OSNIS teriam desenvolvido a capacidade de se locomover através da água com tanta eficiência.
Pesquisadores cogitam tudo desde propulsão maciça a jato até bolhas de atrito que envolveria os objetos, os motores deles não são parecidos como os que conhecemos eles seriam geradores de força magnética e criariam um envelope protetor ao redor da nave que repeliria o magnetismo natural da terra e isso lhes permitiria acelerar, desacelerar, subir, descer e viajar dentro da água por exemplo, retirando energia de fluidos condutores de eletricidade a maquina consegue controlar a resistência o fluxo a velocidade a sustentação, ela pode resolver todos os problemas de locomoção e de alta velocidade dentro da água, um sistema aerodinâmico magnético funcione quando assimilar ao submarino eletromagnético que foi testado com sucesso.
Um submarino eletromagnético foi realmente construído e testado pela universidade da Califórnia em santa bárbara , aos anos 60 ele usava a capacidade natural da água salgada a conduzir eletricidade o primeiro bom resultado de um sistema de propulsão eletromagnética foi obtida em 1966, quando este submarino especial foi apresentado , este veiculo aquático se locomove exclusivamente sob forças eletromagnéticas ele não tem nenhuma parte móvel , o principio atrás disso é que a água do mar é um fluido eletricamente condutor se vc vai contra as leis do mar segundo as leis de Newton ela te empurra de volta e assim vc se move, os OSNIS podem estar usando a capacidade natural dos oceanos para atingir a velocidade super sônica, a água na verdade é um grande condutor magnético se eles usarem um processo chamado de diamagnetismo que é uma força referente fraca a água pode potencializar está força e isso explicaria como as neves conseguem se locomover tão bem na água.
Um pesquisador sugere que os OSNIS podem se mover rapidamente em meio aquático e evitar um dano maior usando os mesmos princípios de uma lâmpada comum. O OSNI corresponderia ao filamento e o campo seria o vulvo com a função de proteger o OSNI, este impediria a entrada da água que na verdade nunca chegaria a tocar o OSNI. é possível conseguir fazer isso criando uma bolha de alto cativação ao redor do objeto todo , assim o OSNI viajaria dentro de uma bolha de vapor de água por exemplo,

As leis da física terrestre muda drasticamente sob a água, levar um veiculo submarino a uma velocidade supersônica demanda uma quantidade de energia maior do que a que se pode produzir atualmente, um veiculo de um metro e meio que viaja numa velocidade do som do ar, precisara de um motor de 15.000 cavalos de potencia para que o mesmo veiculo atinja a velocidade do som de baixo da água vai precisar de um motor de 1.000.000 de cavalos de potencia. Mesmo sendo cientificamente possível que os OSNIS transpasse os oceanos em velocidades superior sônica como teria sido construído a tecnologia adequada para conduzir este feito os inúmeros mistérios que envolve essas naves podem demorar para que sejam desvendadas e é o que pode ser o que estimula o extress e a maior discussão entre os pesquisadores. Se eles são hostis e vieram para colonizar a terra já o fizeram a milhões de anos, podemos ser o fruto da criação deles , a terra pode ter sido conquistada nós trabalhamos para eles, e eles vivem aqui, e todo planeta pode ser deles.
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Analizando OSNIS:

· Atlântida

· Triangulo das Bermudas

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Atlântida, o continente perdido

A Atlântida teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja existência ou localização nunca foram confirmadas. Platão, filósofo grego, foi o primeiro a falar sobre o assunto. Pouco se sabe de Atlântida, segundo o filósofo, a ilha foi destruída por um desastre natural cerca de 9000 anos antes da sua era. Este tema vem sendo abordado há anos e tem gerado diversas opiniões. Muitos estudiosos interpretam como uma metáfora de uma catástrofe global, outros acreditam que seja pura mitologia. Para outros, a Atlantida não é apenas um continente perdido. Lá existia uma civilização avançada com tecnologia bem desenvolvida. Mas a verdade é que até hoje não existe nenhuma evidência arqueológica ou geológica. As pesquisas continuam, volta e meia, você houve falar de um grupo de pesquisadores que tenta achar algo que ajude a decifrar este enigma. Há ainda, teorias que defendem a idéia de que, na verdade, a Atlântida teria se mudado para outro planeta com ajuda de extraterrestes.
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Os acontecimentos sobrenaturais do Triângulo das Bermudas
O Triângulo das Bermudas é uma área do Oceano Atlântico de 3.900.000 Km, entre Bermuda, Porto Rico e Fort Lauderdale. A região é considerada mística devido aos acontecimentos sobrenaturais. O mistério se dá devido ao desaparecimento de inúmeros navios, barcos e aviões que atravessaram a região. Algumas pessoas acham que as leis da física não se aplicam ao Triângulo das Bermudas. Outras apostam que os desaparecimentos são na verdade, abduções! Os cientistas acreditam que, os eventos podem ser explicados devido aos distúrbios provocados pelo campo magnético da Terra. Mas a verdade é que, muitos dos casos, continuam até hoje sem explicação. Alguns fatos ocorridos no Triângulo das Bermudas:
1800 Pickering (Nave USS): desaparecido com 90 tripulantes.
1814 Wasp (nave USS): desaparecido com 140 tripulantes.
1824 Wildcat (nave USS): desaparecido com 14 tripulantes.
1840 Rosalie (barco francês): encontrado meses depois no Triângulo, com as velas recolhidas, carga intacta, navegando, sem nenhum vestígio de sua tripulação.
1843 Grampus (nave USS): desaparecida com 48 tripulantes a bordo.
1854 Bella (escuna): encontrada abandonada nas Índias ocidentais.
1855 James B. Chester: encontrado abandonado no sudoeste das Açores.
1872 Mary Celeste (barco): desaparecido em novembro de 1872 com 10 tripulantes. Achado em dezembro, também, sem ninguém a bordo.
1880 Atlanta (fragata britânica): desaparecido em janeiro, levava 290 pessoas a bordo.
1902 Freya (barco alemão): ficou apenas um dia desaparecido, encontrado no dia seguinte, no mesmo local de sua saída, mas sem nenhuma pessoa a bordo.
1908 George R. Vreeland (escuna): desaparecido com sete homens.
1909 Spray, Martha S. Bement, Maggie S. Hart, Auburn e Atina R. Bishop: desapareceram com suas tripulações.
1910 Nina (navio USS): desaparecido com 17 homens.
1913 George A. Lawry (escuna): desapareceu ao leste de Jacksonville, Flórida.
1914 Benjamin F. Poole (escuna): desapareceu ao leste de Wilminton, na Carolina do Norte.
1915 Sumiram dois cargueiros neste ano: Bertha L. Basker e Silba.
1918 Cyclops (navio): desapareceu com 308 pessoas a bordo.
1920 Amélia Zeman (escuna): transportava enxofre de Nova York a Europa, passando pelo Triângulo.
1921 Neste ano, desapareceram: Bagdad (escuna), os barcos à vapor, Monte San Michele, Esperanza de Larrinaga, Ottawa e os navios de carga Steinsud, Florino e Svartyskog.
1924 Raifuku Maru (cargueiro japonês): chegou a pedir ajuda pelo rádio, mas nunca foi encontrado.
1925 Desapareceram o barco Cotopaxi e o cargueiro Raifuku Maru.
1926 Desapareceram o navio de passageiros Porta No-ca e o cargueiro Suduffco.
1931 Stavenger (cargueiro): desaparecido com 43 homens a bordo.
1932 John and Mary: desapareceu em abril de 1932.
1938 Anglo-Australian: desaparecido em março de 1938. Pediu socorro quando estava próximo as ilhas Açores. Sua tripulação era de 39 homens.
1940 Gloria Colite: desaparecido em fevereiro de 1940, achado depois, mas sem tripulação.
1944 Rubicon (cargueiro cubano): desapareceu em 22 de outubro de 1944.
1945 Vôo 19 (avião): desaparecido com 4 homens a bordo com excessão do comandante e o piloto;
Super Contellatión (avião da marinha norte americana): desaparecido em 30 de outubro. Estava com 42 pessoas a bordo.
Martin Mariner (hidroavião): desaparecido depois de 20 minutos de vôo. Levava 13 tripulantes a bordo.
1947 C-54 (avião do exército dos EUA): desapareceu em 1947 e nunca foi encontrado.
1948 Desapareceram o Star Tiger (avião comercial ingles), o DC-3 (avião particular, comercial), Avro 688 TUDOR IV (avião comercial).
1949 TUDOR IV (avião comercial): desapareceu em 17 de janeiro de 1949.
1950 Desapareceram o cargueiro Sandra e o avião comercial Globemaster.
1952 York (avião de transporte britânico): desaparecido com 33 passageiros a bordo fora a tripulação.
1955 Connemara IV: desapareceu em setembro de 1955. Apareceu também sem tripulação.
1956 Martin P-5M (hidroavião): sumiu com 10 tripulantes a bordo.
1957 Chase YC-122 (avião cargueiro): desaparecido com 4 passageiros a bordo.
1962 KB-50 (avião das Forças armadas dos EUA): desapareceu em 8 de janeiro.
1963 Desapareceram: o cargueiro Martine Sulphur Queen, o pesqueiro Sno’Boy, dois aviões das forças armadas dos EUA, Stratotankers KC-135 e o avião Cargomaster C-132.
1965 Flyng Boxcar C-119 (avião comercial): desaparecido com 10 passageiros a bordo.
1967 Witchcraft (embarcação de cruzeiros marítimos): estava amarrado em frente ao porto de Miami. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo.
1973 Dois cargueiros sumiram neste ano, Anita e Milton Atrides.



Alguns cépticos argumentam que os factos não apoiam a lenda e que não existe mistério a ser solucionado, nada a necessitar de explicação. O numero de naufrágios na zona não é extraordinário, dado o seu tamanho, localização e o tráfego que recebe. Muitos dos navios e aviões que foram identificados como desaparecendo no Triangulo das Bermudas não estavam sequer no Triangulo. Até agora, não foi apresentada nenhuma prova cientifica de qualquer fenómeno invulgar envolvido nos desaparecimentos. Portanto, nenhumas explicações "cientificas", incluindo o metano a soltar-se do fundo do oceano, as perturbações magnéticas, etc., são necessárias. O verdadeiro mistério é como o Triangulo das Bermudas se tornou um mistério.
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Os Mistérios do Triângulo das Bermudas

Evitado por aviadores experientes e desprezado por pilotos céticos, a zona foi pouco estudada. Um dos que notaram seus fenômenos de modo científico foi o professor Wayne Moshejian, físico da Universidade de Longwood, Virgínia. Observou que, a partir de 1975, satélites da órbita polar ANOA ( Administração Nacional de Oceanografia e Atmosfera ), a uma altitude de 1500km, apresentavam defeitos apenas quando se situavam sobre a região das Bermudas. O prof. Wayne crê que haja algum tipo de energia externa sob a água ou um enorme campo magnético que apaga as fitas magnéticas nas quais as imagens são registradas, mas que por causa misteriosa, tal energia não interfere no padrão orbital do satélite. Defeitos nos instrumentos são comuns na superfície marítima do Triângulo, situado no Caribe, antigamente batizado de Mar dos Sargaços devido à quantidade de algas e entulho submarino; pilotos de pequenas e grandes embarcações, assim como os de aeronaves comerciais falam de freqüentes mudanças de navegação por bússolas desorientadas, a ponto de isto ter se tornado uma piada entre profissionais: um piloto começa a suar frio manejando os botões enquanto o co-piloto lhe diz: "Sabia que estamos no Triângulo da Bermudas?" - O comandante interrompe: "Não posso me preocupar com isso agora, nossa bússola se descontrolou!". Piada ou não, de 1800 a 1976 foram computadas pesadas perdas de aviões e navios na área e que não deixam rastros ou sobreviventes: 143 sumiram sem deixar traços de óleo, destroços ou corpos flutuando. Relatos de testemunhas alarmadas ou gravações de comandantes prestes a morrer nos revelam cenas de pesadelo: Um Cessna 172 é literalmente caçado por uma "núvem", com perda do piloto;Um avião da Eastern Airlines sofreu perda de altitude, aterrizando em outro local, não programado. Os passageiros verificaram que seus relógios pararam na hora da sacudida, sendo que a fuselagem estava quase derretida por hipotético jato de calor; Um membro da tripulação do Queen Elisabeth II vê um avião em rota de colisão com seu navio, mas aquele desaparece no mar como se este se abrisse para ele; Uma grande "Lua Nascente" emerge do oceano, sendo observada pelo pessoal da USS Josephus Daniels, destróier; o navio é forçado a mudar de curso e o diário de bordo é apreendido no porto;Alguns oficiais e comandantes afirmam que sentem uma sensação de estranheza e que a visão do mar os engana, fazendo crer que não há terra sob a nave, que o aspecto do oceano muda de cor, que não distinguem o horizonte, ou seja, não observam a habitual linha divisória entre o mar e o céu, mas sim um nevoeiro esbranquiçado ou mesmo verde. Outro mistério, aparentemente sem ligação com o Caribe, é o desaparecimento da família Gerard Gilbert do iate Luny, encontrado à deriva a trinta milhas da praia de Almofala, Ceará; a embarcação vazia de tripulantes, vagava repleta de objetos de valor em seu interior, o que descarta a ação de piratas. O diário de bordo dava como última localização do Luny a ilha de Cabo Verde, Atlântico, em 3 de Dezembro de 1993, sendo o Iate encontrado em 16 de Janeiro de 1994. O Triângulo maldito, na verdade um trapézio, vai da Flórida a Porto Rico, local de forte presença ufológica, e de Bermuda até Flórida novamente. Existem mais onze regiões no mundo, onde a gravitação e o magnetismo fazem das suas, alterando o espaço e o tempo: entre Marrocos e Algéria, Planalo do Irã, Pacífico Norte, Polo Norte e o Mar do Diabo (Japão-Filipinas); ao sul temos Ilhas Caledônias, no mar Índico temos a região entreMadagascar e Moçambique, Ilhas Tubudi no Pacífico Sul, Ilha de Páscoa e a nossa ensolarada Cabo Frio... além do Polo Sul, claro. Pequenos submarinos de pesquisa (leia-se espionagem) encontram, vez por outra, uns animaizinhos estranhos que os paleontologistas distraídos supõem terem sido extintos: os Plessiosauros. Acidentes mais prosaicos são motivados, na região, entre embarcações e baleias e até enormes cargueiros que atropelam barcos menores. Existem ainda as proverbiais e violentíssimas tempestades com redemoínhos gigantescos, que podem engolir um barco de médio porte. Mas quando se trata de aviões, a coisa se complica, embora os erros de leitura, de direção, do piloto, do mau tempo repentino custem vidas. Por essa razão, estudos feitos reservadamente pelo exército americano sugerem aos pilotos que contornem a área o mais possível, se bem que aeronaves comerciais e navios a cruzam sem nada relatar. Firmas particulares e multinacionais conhecidas demonstram interesse no local e no Atlântico norte (Açores), mas nada divulgam sobre suas pesquisas. Até hoje, as hipóteses variam sobre o desaparecimento de tantos veículos: Acidentes técnicos, erro humano, tempestades repentinas, choques com animais marinhos, vulcanismo submarino (Anel de Fogo), anomalias magnéticas, síndrome do pânico na população sem motivo aparente, bolhas d’água que se elevam e tragam tudo o que estiver ao redor, OVNIs e OSNIs, ação de piratas, ação de rede de tráfico de drogas e contrabando, empresas particulares ou governamentais que sequestram tonelagem para fins escusos, armadilhas de tempo em que os pilotos não identificam o local e as condições, abalroamentos não declarados entre duas embarcações e mais... Seja qual for o motivo, a região merece acurada análise de organismos internacionais independentes e científicos, capazes de resolver o mistério; enquanto o assunto estiver nas mãos de uns poucos, mortes e prejuízos continuarão a acontecer, preço muito alto a pagar pelo afã de lucros ou por totalitária intervenção extraterrestre. Devemos evitar o descaso ou criminosa omissão.
O interessante é que Barcos eram encontrados abandonados pela tripulação, com a sua carga intacta e por vezes com a comida ainda quente nas mesas, outros, e aviões também, desapareciam misteriosamente sem deixar rasto e por vezes poucos minutos depois de terem estabelecido contacto informando que tudo estava bem. Em terra, estranhos fenómenos aconteciam.

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FECHAMENTO : ARQUIVO OSNI

FIM DO RELATÓRIO : 20 / 07 / 07

INVERSTIGADORES RESPONSAVEIS : LUCAS LUCIANO


CONCLUSÃO FINAL :

Em termos de teoria as matérias estão ricas em informações mas voltando ao lado cientifico e concreto não há provas que ligue acontecimentos e locais portanto oficialmente ninguém tem as provas necessárias e mesmo que tiver não ira revelar antes das hora pq nem todo mundo está preparado para a verdade é só uma questão de evolução, ainda as pessoas não estão evoluídas o suficiente para entender a verdade que na realidade tem que ser vista com a mente aberta e os olhos mais abertos ainda . Eu pessoalmente acredito em algumas teorias sim e até citei uma ou duas ao decorrer das matérias, mas no lado Professional então a conclusão final de OSNIS é que há fatos que não podem jamais ser deixados de lado mas os fatos sem provas hoje em dia não resolve nada mesmo sendo verdadeiras não há como provar e não há evidencia concreta e palpável que possa ser apresentada e catalogada então o caso OSNI continua

INEXPLICAVEL.
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3 comentários:

Anônimo disse...

Oi, tava olhando aqui na Net e achei seu blog legal sobre o Triângulo das Bermudas, eu achei aqui na Net também um Cientista, eu acho, que fez uma teoria explicando o que ocorre por lá. Pelo que eu vi é meio estranha, más tudo que envolve o Triângulo das Bermudas é estranho rsrs.... más também é meio interessante o que ele fala lá.
Vou deixa o link aqui:
http://www.scribd.com/doc/16300279/Teoria-sobre-o-Triangulo-das-Bermudas
Falou.

Anônimo disse...

Oi, gostei muito do seu blog, não terminei de ler tudo mas vou lendo aos pouco e obitendo as minha concluções.
Sou um pesquisador de OVNIs e estou começando agora com OSNIs, que também é muito interessante, agradeço pelas as suas informações
valeu e um abraço.

Anônimo disse...

muito interessante seu blog,vou adiciona-lo ao meu m forte abraço!