domingo, junho 17, 2007

Marte 2 O Governo Secreto Parte 4


** A Pirâmide d&M **


De todas as estruturas existentes em Cydonia, a Pirâmide D&M (nome dado por Richard Hoagland em homenagem aos pesquisadores DiPietro e Molenaar) parece ser a mais importante. Mark J. Carlotto, pesquisador da Analitc Sciences Corporation, conseguiu três fotogramas dos arquivos secretos da NASA. Nestas fotografias ele pode observar que a pirâmide possui simetria bilateral perfeita.








Fotografia da Pirâmide D&M À direita da pirâmide existe uma cratera de diâmetro pequeno, mas de grande profundidade. Ao lado do buraco existem duas estruturas parecidas com cúpulas. Na imagem à direita nota-se a forma da base da pirâmide Errol Torun era especialista técnico do Serviço Cartográfico do Ministério da Defesa do Estados Unidos. Ele foi encarregado pelo governo americano de investigar e desmentir a origem artificial das estruturas marcianas. Entretanto, Errol Torun acabou convencendo-se da origem artificial das estruturas e se uniu à equipe de Richard Hoagland passando a defender estas idéias. Torun descobriu que a pirâmide foi edificada segundo as divisões áureas retratada por Leonardo Da Vinci naquele desenho do homem circunscrito ao círculo. Além disso, ele afirma que todos os ângulos, distâncias e constantes matemáticas encontrados na pirâmide são também encontrados em toda a região de Cydonia.
Outro estudioso, Stanton Tenen, descobriu que certas relações matemáticas empregadas na construção de alguns templo sagrados terrestres (entre eles: Stonehenge, Gizé, Teotihucan) foram empregados na construção da Pirâmide. Segundo Tenen, se uma pirâmide triangular estiver posicionada com a ponta virada para o norte, os ângulos a tocarão em 19,5° de latitude.








** A Cidade **

A Cidade é a denominação dada à um conjunto de pirâmides situadas à oeste da Esfinge. São cinco grandes pirâmides e algumas estruturas menores que estão alinhadas geometricamente entre si. Este conjunto está situado bem no centro da região de Cyonia, na latitude de 40°. Durante o Solstício de Verão, um observador posicionado no centro do complexo observa o sol nascer exatamente sobre a Esfinge. A sonda MGS conseguiu novas fotografias do complexo, que embora mostrem sinais de manipulação, mostram sinais de artificialidade.















** Muralha**




Trata-se de um objeto retangular, com 3 Km de extensão em seu eixo maior. De um dos lados da estrutura existe algo semelhante à uma escavação. Segundo Richard Hoagland esta estrutura não faz parte do contexto geológico da região e tem características incomuns. As análises nesta estrutura não revelaram qualquer vestígio de crateras de impacto de meteoritos, o que é incomum. A cratera ao lado da estrutura também possui características peculiares. Aquela elevação na borda da cratera tem formato tetraédrico. As duas estruturas, a torre e a muralha são mais recentes que a cratera ali existente.














** OUTRAS REGIÕES **

Vale Kasey
Numa outra fotografia, da região de Vale Kasei, podemos ver o leito seco de um rio, sendo que em uma das margens podemos notar canais retos, semelhante a um vale irrigado artificialmente.
Utopia
Na região de Utopia, foi fotografada uma estrutura pentagonal, de grandes dimensões. Na fotografia 086-A-08, da região de Utopia, nota-se uma estrutura retangular de grandes dimensões, sendo que próximo podemos notar uma montanha com um dos lados cortados. Estudos questionáveis destas fotos indicaram sinais de mineração no local.
Na mesma região de Utopia, foram encontradas estranhas formações na superfície (fotografia abaixo).













** Tholus**


Alguns quilômetros ao sul de Cydonia, existe uma outra estranha estrutura. Em alguns casos ela é citada como parte do complexo de Cydonia, pois a Pirâmide D&M possui um dos vértices apontando para esta estrutura. Trata-se de uma montanha, de 170 metros de altura e 1,5 Km de diâmetro, com uma espécie de estrada em espiral que leva ao topo. A inclinação da estrada da estrada possui a mesma angulação dos lados da Pirâmide D&M. Outro detalhe que chama a atenção para esta estrutura é que ela é muito semelhante aos morros artificiais existentes na Inglaterra.











** Acidalia **


Em Acidalia, a 900 quilômetros de Cydonia, foram fotografadas estruturas na superfície que se assemelham à túneis de vidro. Segundo a Earth and Space Sciences Division, do Jet Propulsion Laboratory é de que as marcas foram produzidas por dunas. O pesquisador Eric Laush investigou as fotografias das estruturas, analisando angulo de incidência luminosa, resolução, além de outros dados e chegou à conclusão de que as imagens não foram resultado de qualquer jogo de luz e sombras, ou seja, as estruturas são reais. Estudos realizados indicam que estas estruturas refletem a luz como um espelho.














**O Planeta Marte e suas mitologias **



Marte sempre foi objeto de curiosidades e lendas
desde os tempos imemoráveis, até os atuais.



Canais de Marte – agora comprovados como leitos secos de imensos rios
que existiram no passado daquele planeta. Mars Observer/Arquivo Via Fanzine.



OBSERVANDO MARTE - As primeiras dezoito fotografias do relevo marciano foram obtidas em julho de 1965 pela sonda Mariner 4, seguida pelas Mariner 6 (1967), Mariner 7 (1967), Mariner 9 (1971), Viking 1 (1976) e Viking 2 (1976), todas norte-americanas, e Mars 5 (1973), soviética. Os dados coletados não forneceram nenhum indício de vida inteligente.
Contudo, pesquisadores independentes pretenderam ver em uma das fotos enviadas pela Viking a escultura de um gigantesco rosto humano de 1,5 km de comprimento por 600 m de largura próxima a quatro pirâmides alinhadas em espantosa simetria. Os cientistas descartaram qualquer ação inteligente, explicando a singular imagem como um acaso resultante da geomorfologia do planeta ou da combinação de luz e sombras. Convencidos de que a NASA acobertava provas da existência de civilizações extraterrenas, os ufólogos prosseguiram examinando as mais de cinqüenta e cinco mil fotos das Vikings.
Na década de 1980, o norte-americano Raymond Boisvert e o austríaco Walter Hain discerniram outras estranhas configurações, ressuscitando o interesse do público. Em 1985, trinta cientistas da Universidade da Califórnia ousaram discordar abertamente da NASA. Para C. West Churchman, era “difícil acreditar que toda essa simetria possa ter sido produto de ventos e areia. Se houvesse somente linhas que formassem um rosto, eu não estaria tão convencido. Mas o fato de as pirâmides estarem alinhadas de certa forma com o rosto me obriga a crer em alguma coisa”[2].


NOVO ROSTO - Um dos que abraçaram mais fervorosamente a crença de que as pirâmides de Marte não são formações naturais foi Mark Carlotta, dono de uma empresa de computação em Boston (costa leste dos EUA). Ampliando e melhorando a resolução das imagens, descobriu um novo rosto, no qual chegou até a identificar “dentes”, que batizou de “Satã” devido a suas feições demoníacas. Os astrônomos tiveram dificuldades de contestá-lo em artigo publicado na revista inglesa New Scientist. Carlotta defendeu suas posições na revista Apllied Optics, argumentando que “a impressão das figuras faciais não é um fenômeno transitório, mas faz parte da topografia subjacente” do planeta. Cientistas do Museu Americano do Ar e do Espaço invalidaram suas técnicas, classificando-as como não-científicas[3].


MARS SURVEYOR - A crença em uma hipotética civilização marciana que erguera esfinges e pirâmides ciclópicas não arrefeceu nem mesmo quando, no início de abril de 1998, a sonda norte-americana Mars Surveyor enviou fotos da região mostrando desta vez apenas montes de areia[4]. Os ufólogos alegaram que os monumentos continuavam ali, mas momentaneamente encobertos pelas típicas tempestades de areia que costumam assolar esse hemisfério do planeta.


FOBOS - O projeto soviético Fobos terminou abruptamente deixando um enigma. Em 27 de março de 1989, a sonda Fobos-2 fotografou uma sombra alongada de cerca de 20 km de comprimento sobre a superfície de Marte segundos antes de perder o contato com a Terra, conforme noticiou o telejornal soviético Vriemia (Tempo) na noite de 30 de março. A imagem foi captada com igual nitidez pelas câmaras convencionais e pelas de raios infravermelhos. Algo semelhante havia sido registrado pela mesma sonda na semana anterior, com a diferença de que era ainda mais longo, com cerca de 30 km. A especulação de que se tratava da cauda de um foguete foi descartada pelos próprios membros da comissão espacial da URSS.


FRACASSO E SUCESSO - As duas sondas da malograda missão a Marte partiram em julho de 1988. A Fobos-1 no dia 7 e a Fobos-2 no dia 12. Carregavam os mesmos equipamentos, exceto um aparelho de medição de raios X emitidos pelo sol, exclusivo da primeira. Com isso esperava-se que o projeto tivesse continuidade caso se perdesse contato com uma delas. A Fobos-1 desapareceu apenas 1 mês após seu lançamento sem enviar praticamente nenhum dado. Antes de entrar na órbita de Marte em 29 de janeiro de 1989, a Fobos-2 cumpriu ao menos duas etapas da pesquisa: análise do vento solar e mapeamento parcial da superfície marciana. Os soviéticos só haviam acumulado fracassos em matéria de exploração do planeta vermelho. Das sete sondas da série Mars enviadas entre 1960 a 1973, apenas uma foi bem-sucedida, ao passo que as duas norte-americanas Viking constituíram sucessos espetaculares[5].
MARS OBSERVER - Entretanto, o fato é que as falhas ocorriam em ambos os lados. Das mais de vinte missões a Marte desde 1960, a maioria sofreu pane nas comunicações e desapareceu subseqüentemente. A NASA perdeu contato com a Mars Observer em 21 de agosto de 1993, apenas 3 dias antes que entrasse na órbita de Marte. Lançada em setembro de 1992, a Observer deveria marcar a retomada da exploração de Marte pelos norte-americanos 17 anos depois das Vikings. Realizaria um levantamento completo da topografia e da baixa atmosfera marciana[6].


SUPERCIVILIZAÇÃO - Enquanto a NASA tentava retomar contato com a Mars Observer, denunciava-se uma conspiração para encobrir os indícios de uma supercivilização naquele planeta. Richard Hoagland, ex-consultor da NASA e agora diretor do grupo Mars Mission (Missão Marte), integrado por vários cientistas egressos do programa espacial, apontava as fotos tiradas pelas Vikings da região de Sidônia como provas incontestes de vida inteligente marciana. Calculava que a altura da “cara feliz” era comparável a das finadas torres do World Trade Center, em Nova York. Segundo Stanley McDaniel, da Sonoma State University, a NASA sonegava informações em cumprimento a diretivas oficiais estabelecidas na década de 1960 em um relatório da Brookings Institution, a qual recomendava que toda eventual descoberta em torno da vida extraterrestre fosse mantida em sigilo para evitar distúrbios políticos e pânico generalizado. Davi Webb, ex-membro da comissão espacial, disse que a NASA simplesmente ignorou seus pedidos para proceder uma varredura em busca de “complexos arquitetônicos” em Marte. A Mars Observer estava equipada para fotografar objetos do tamanho de um caminhão em sua superfície. O geólogo Michael Malin, um dos envolvidos na missão, lamentou “a constante intromissão de gente que quer ver vida em Marte”[7].

ESTUDOS - Dois estudos independentes, publicados na revista Science, reforçaram a idéia de que Marte teria abrigado vida há bilhões de anos atrás. Um deles foi realizado por pesquisadores do Instituto Tecnológico da Califórnia em Caltech. O outro, por cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison, da Universidade de Edimburgo (Escócia) e da NASA. Ambos apoiavam a hipótese de que os glóbulos de carbonato encontrados no meteorito haviam se formado em temperaturas compatíveis com a existência de vida.


METEORITO NA ANTÁRTIDA - O meteorito ALH8401 (Allan Hills) foi recolhido em 1984 na Antártida. Em 6 de agosto de 1996, a NASA anunciou ter encontrado microorganismos no meteorito: glóbulos de carbonato, resultantes da ação de organismos vivos, e microfósseis semelhante às bactérias filamentosas terrestres. O anúncio, referendado em discurso pelo presidente dos EUA Bill Clinton, eletrizou o mundo, mas não convenceu parte da comunidade científica, que reagiu com ceticismo.
Os críticos afiançaram que os glóbulos teriam se formado sob temperaturas bastante elevadas; superiores a 650o, nas quais a vida seria praticamente impossível, ou mesmo que teriam se formado na Terra, descartando a origem marciana do meteorito. “Tudo que observamos é consistente com atividade biológica, mas ainda não podemos excluir a possibilidade de que processos inorgânicos os tenham formado. Ainda não provamos que isso representa vida em Marte, mas conseguimos refutar a hipótese de que os glóbulos teriam se formado em temperaturas muito altas”, reagiu John Valley, um dos autores do estudo.

DE MARTE PARA A TERRA - O meteorito teria se desprendido de Marte há cerca de 15 milhões de anos e caído na Terra há cerca de 13 mil anos. O método usado pelos pesquisadores, chamado microssonda, permitiu que analisassem minúsculas amostras retiradas de pontos com 25% do diâmetro de um fio de cabelo. A vantagem do método é que ele permitiu analisar profundamente os carbonatos e fazer as primeiras medidas in situ (no local) dos glóbulos. “Pela primeira vez, pudemos ver o que analisamos”, disse Valley. Os resultados mostraram que os carbonatos se formaram em temperaturas abaixo de 100o C, propícias para o desenvolvimento de vida. Uma semana antes da publicação dos estudos, o Conselho Nacional de Investigação dos EUA pediu à NASA que amostras do solo marciano fossem postas em quarentena com o objetivo de impedir contaminação por organismos terrestres[9].

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