domingo, maio 20, 2007

O Governo Secreto 2 Parte






O Governo Secreto II Parte:




Será que existe um governo secreto e paralelo que estivesse ligado ao fenômeno OVNI? Se existe, como eles trabalham? Como arrecadam dinheiro para pesquisas e despesas sem serem descobertos?

maior potência do mundo também é a mais suspeita de ser a criadora desse governo secreto e de ter um dentro de seu próprio governo. Os Estados Unidos da América, após a 2º Guerra Mundial, tinham a economia mais forte e a tecnologia mais avançada do mundo quando se confrontaram com uma realidade assustadora, uma nave extraterrestre havia caído no deserto do Novo México.Muitas outras caíram ou foram derrubadas. Entre 1947 e 1952 suspeita-se que 16 naves foram resgatadas e mais de 65 corpos de alienígenas recolhidos. Isso causou uma paranóia nas altas cúpulas do governo que tinham acesso à essas informações e então se deu início ao acobertamento militar, o termo "Above Top-Secret". A segurança desse assunto era mais importante do que o Projeto Manhattan, o projeto de criação da bomba atômica.Em meio à agitação foi criado um grupo composto pelos maiores cientistas americanos em 1947, o "Projeto Sign". Todas informações sobre os estudos desse grupo foram mantidas em segredo. Depois vieram o "Projeto Grudge", e o mais famoso de todos, o "Projeto Blue Book", todos criados para desinformação e acobertamento de evidências.Depois a USAF, a CIA e a NSA ficaram à cargo das invetigações e, em 1947, o presidente Truman aprovou o envio do documento NSC-4 (National Security Council, ou Conselho de Segurança Nacional), com normas para a coordenação de informações sobre inteligências estrangeiras. Esse documento, e outros documentos como os NSC-10/1, NSC 10/2 e tantos outros, advertiam às pessoas envolvidas a ficarem caladas e por isso se formou um "escudo invisível" entre o governo americano e as informações sigilosas, com isso se pretendia que, se o governo de alguma forma fosse pressionado à falar algo sobre os discos voadores, ele não seria capaz de falar nada, isto é, o presidente e os seus assessores foram excluídos de saber qualquer informação relacionada aos assuntos secretos e de segurança nacional, principalmente sobre os OVNIs.O então secretário da Defesa, James Forrestal, se opôs ao segredo, e então começou a comentar com os congressistas sobre os alienígenas, Trumam interveio e pediu que ele se demitisse. Os que não sabiam o que se passava acharam que essa demissão fosse paranóia do presidente. Forrestal foi ainda internado num hospital militar por causa de um colapso mental. Temendo que ele pudesse voltar a falar mais do que antes, os "conselheiros" de Truman concluíram que ele devia ser retirado do convívio público e então no dia 22 de maio de 1949 Forrestal foi morto pela CIA.O presidente Truman antes de deixar o seu cargo mantinha os aliados americanos e também a União Soviética à par dos acontecimentos ufológicos. Eles faziam isso por causa de uma possível invasão alienígena contra a Terra, o que requereria uma união de forças de todo o planeta. As autoridades de todo o mundo começaram a traçar estratégias de defesa, mas era difícil manter esse segredo nos seus próprios países, então foi criada uma comissão neutra para coordenar e controlar esforços internacionais no assunto para burlar os sistemas normais dos governos dos países envolvidos e a população.Essa sociedade secreta se chamou: BildBurgers. O seu quartel-general ficava em Genebra, Suíça e expandiu-se tanto que tornou-se uma espécie de governo secreto muito maior do que a ONU e que hoje controla tudo. Quando o presidente Eisenhower estava no poder foi criado o "Projeto Snowbrid", que servia para dar explicações de avistamentos com sendo aparelhos militares em teste. Esse projeto construía e usava naves feitas com tecnologia convencional para dar show para a imprensa. Este projeto arrecadava dinheiro para o governo secreto, algo em torno de US$50 bilhões por ano.Ainda hoje se acredita que esse governo está agindo de forma mais secreta e intensa. Ele controla tudo, desde a criação da AIDS em laboratórios até envolvimento com o narcotráfico para arrecadar dinheiro sem chamar a atenção. São afirmações fantásticas, quase inacreditáveis, mas sempre com algo a ser pensado...será mesmo que ainda hoje, no final do século, possa existir algo assim tão bem escondido, sem deixar qualquer vestígio?



Fontes:



· Revista UFO n.º 10 e 62* CLARK, Jerome. The UFO Book: Encyclopedia of the Extraterrestrial* CLARK, Jerome. The UFO Files* GOOD, Timothy. Beyond Top Secret





Vamos Aprofundar mais nessa 2 Parte : que grifei em vermelho as Palavras criação da AIDS , bom estava eu um dia pesquisando coisas de genética e acabei me deparando com um artigo dizendo que todo o que sabemos dobre a AIDS hoje é um grande mentira um jogo de mídia , não acreditei ao principio mas quando eu terminei de ler fiquei em duvida pensando sara que é verdade mas acredito que é sim pq não existe cura , como que funciona o paradeiro de ter ou não o HIV e tudo mais então faz sentido talvez nós criamos esse vírus secretamente é claro do tipo ultra secreto nível 8 , mas também se alguém mostrasse as provas acho que seria um assunto muito debatido pq suponhamos que tentarão criar uma cura pra alguma doença e no decorrer da pesquisa o que seria uma cura se torna um vírus um vírus que escapa e não tem como conter e logo um bairro está contaminado depois uma cidade com o tempo vai se espalhando então eu acho que essa pesquisa ocorreu a muito tempo atrás para estar tão longe em todo lugar , isso seria uma teoria mas se vc ler as meterias vai começar a entender só seria uma prova de como escondem coisas da gente informação , em um mundo onde tudo é secreto , mas fico pensando que poderia criar um vírus assim não consigo imaginar , mas consigo imaginar um grupo de cientistas com um propósito criar uma cura talvez com as melhores intenção mas acabou virando um vírus que mata muitas pessoas ao ano , e ano após ano cada vez mais , mas esses vírus são novos não passam de 200 anos vai saber se não tem outros vírus por ai em cavernas congeladas ou enterradas e esquecidas pelo homem “Sapiens” bom tem várias teorias mas vamos logo á matéria ela é grande contem muitas informações eu achei interessante quando li todas espero que quem esteja lendo goste também .




O que realmente sabemos sobre AIDS?





A autora é fundadora e diretora da organização Alive & Well AIDS Alternatives, uma rede sem fins lucrativos para educação, apoio e pesquisa, em Studio City, Califórnia. É também autora do livro "E se tudo que você ouviu sobre a AIDS estiver errado?", traduzido para cinco línguas. Christine é mãe soropositiva saudável e não usa medicamentos.
Estou profundamente desapontada com pessoas progressistas, de pensamento crítico que param de pensar criticamente quando o assunto é AIDS. As mesmas pessoas que tomam cuidado com relatos da mídia e relatórios do governo aceitam, sem questionar, todos os relatos e relatórios sobre AIDS. Os mesmos ativistas que protestam contra o trabalho de empresas químicas multinacionais aceitam seus métodos característicos e seus produtos tóxicos como corretíssimos quando se trata de AIDS. No rádio, em jornais alternativos e entre as pessoas com enorme preocupação e compaixão, só há um lado da AIDS e pouca tolerância com qualquer pessoa que pense diferente. Parece que a AIDS é imune ao cepticismo saudável e é capaz de tornar liberais ardentes em convencionais ferozes e fazer seguidores submissos os nossos líderes mais inovadores.
Como mãe soropositiva e saudável, percebo que minha decisão de recusar medicamentos tóxicos para mim e para meu filho provoca profundas críticas em pessoas que — em outras situações — apóiam o pensamento independente, uma vida natural e o direito de escolha. Como diretora de uma organização alternativa de AIDS, gostaria que pessoas inteligentes e interessadas saíssem do paradigma vigente e estudassem um outro lado da AIDS. Com essa finalidade, gostaria de oferecer aos leitores a pontinha de um imenso iceberg de informações.
A AIDS não é uma nova doença. AIDS é um novo nome para uma lista — que cresce cada vez mais — de doenças antes conhecidas, não relacionadas, que incluem infecções por fungos, diarréia, tuberculose, salmonelose, algumas formas de pneumonia e de câncer. Essas doenças são chamadas de AIDS somente quando uma pessoa é soropositiva, mas todas elas também ocorrem em pessoas soronegativas. Todas têm causas bem conhecidas e seus tratamentos não tem nada a ver com o HIV.
A AIDS varia de país para país e de ano para ano. Em janeiro de 1993, autoridades do governo norte-americano que lidam com AIDS declararam que pessoas com teste HIV positivo e contagem baixa de células T – mas sem sintoma de doença – têm AIDS. Essa definição de AIDS "sem doença" fez com que o número de casos de AIDS duplicasse da noite para o dia. Desde então, mais da metade de norte-americanos diagnosticados com AIDS não têm nenhuma doença. Apesar dessa definição ampliada e dos gritos da mídia afirmando o contrário, os casos de AIDS nos Estados Unidos vêm constantemente declinando desde o segundo trimestre de 1993. É interessante que a definição de AIDS no Canadá não inclui o critério "sem doença" dos Estados Unidos. Isso significa que mais de 200.000 americanos, diagnosticados com AIDS com base na contagem das células T, não teriam AIDS se mudassem para Toronto. Também é interessante que os pesquisadores da AIDS reconhecem que apenas 3% das células T humanas estão no sangue, onde podem ser contatas por testes.
Na África, onde dizem que a AIDS prevalece, não se exige testes do HIV para o diagnóstico e a AIDS é determinada por quatro sintomas clínicos — febre, tosse, perda de peso e diarréia — sintomas indistinguíveis de desnutrição, fome, tuberculose, malária e infecções parasitárias que resultam da pobreza e da falta de água potável. Contrário aos Estados Unidos — onde oito de cada dez diagnósticos de AIDS são atribuídos a homens e 88% dos casos pertencem às categorias oficiais de "usuários de drogas injetáveis" e "homens que fazem sexo com homens" — na África se diz que as mulheres e as crianças são as principais vítimas.
Ao notar as diferenças entre a AIDS americana e a africana e outras anomalias preocupantes na hipótese "HIV = AIDS", o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, convidou no ano passado um grupo de peritos internacionais a participar de uma mesa-redonda sobre AIDS. Para obter um diálogo dinâmico e produtivo, Mbeki estendeu seu convite a médicos e cientistas que questionam a visão convencional da AIDS. Sua tentativa de abrir o debate sobre AIDS provocou desprezíveis e inflexíveis ataques da mídia, acusando Mbeki de tudo — de louco a assassino.
Relatórios da mídia sobre a África preferem estimativas angustiantes a números concretos. Por exemplo, estima-se que de quatro a cinco milhões de sul-africanos são HIV positivos, ao passo que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o total acumulado de casos de AIDS registrados nos últimos 20 anos naquele país está abaixo de 15.000. Alguns ativistas da AIDS argumentam que os números reais nada significam porque — devido ao estigma de um diagnóstico de AIDS — "AIDS" é muita vezes omitida nas certidões de óbito africanas. Entretanto, apesar dessas omissões, as supostas mortes por AIDS não estão aumentando o número de óbitos que aparecem em outras categorias, como seria esperado. De fato, o coeficiente geral anual de óbitos por todas as causas (inclusive AIDS) para os dois sexos é menos de 1% na África do Sul — um coeficiente louvavelmente baixo para um país em desenvolvimento e quase igual àquele dos Estados Unidos. Enquanto jornalistas proclamam estimativas de morte e devastação por AIDS, a população da África do Sul continua crescendo de maneira saudável 3% ao ano e a mortalidade infantil não aumentou durante a epidemia da AIDS.
As novas declarações da mídia sobre "níveis africanos" de infecção por HIV em São Francisco também são baseadas em estimativas. Esses números foram adotados em reuniões privadas de funcionários do governo e provêm de dados indefensáveis como pesquisas por telefone e pesquisas de rua. Enquanto as estimativas de HIV sobem, de acordo com o setor de epidemiologia do próprio Serviço de Saúde Pública de São Francisco, os casos de AIDS nessa cidade declinaram de forma constante desde 1993 e os índices de HIV atingiram seu apogeu há mais de dez anos.
Apesar das previsões alarmantes, 94% dos casos de AIDS americanos ainda são encontrados nos grupos de risco originais. Câncer, acidentes de carro, gripe e suicídios, cada um leva mais vidas a cada ano do que a AIDS. Embora a mídia nos alerte que a AIDS está aumentando nas minorias étnicas americanas, de acordo com o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (U.S. Centers for Disease Control), os casos de AIDS entre as pessoas de cor vêm declinando a cada ano desde 1996.
Apesar de não existir um teste real de AIDS — testar positivo para HIV não é equivalente a ter AIDS — o termo errôneo "Teste de AIDS" se tornou parte do nosso vocabulário moderno. Como mencionei, nos Estados Unidos não é necessário estar doente para um diagnóstico de AIDS, e os testes de HIV não estão realmente mostrando o HIV. Os testes de HIV não mostram o vírus nem anticorpos do HIV. Os testes de anticorpos detectam certas proteínas que não são exclusivas ou específicas do HIV e podem ser anticorpos produzidos em resposta a mais de 60 condições, que incluem resfriado, gripe, vacinas, herpes, hepatite, transfusão de sangue, parasitas, tuberculose, malária e até gravidez. O teste mais novo — de "carga viral" — que pretende medir o HIV, não detecta nem quantifica vírus infecciosos. Na verdade, o FDA, Federal Drugs Administration (agência norte-americana de controle de alimentos e remédios), exige que os fabricantes do teste declarem que o teste de carga viral "não se destina a ser usado para fazer um diagnóstico que confirme a presença do HIV".
Além disso, os medicamentos contra o HIV podem causar a maioria dos sintomas relacionados à AIDS. O AZT e outros produtos químicos usados nos diversos "coquetéis para AIDS" podem provocar cinco das doenças oficiais da AIDS (diarréia, demência, enfraquecimento muscular, diminuição de células T e linfoma), além de anemia, diabete, deformações físicas, cálculos renais, insuficiência hepática, enfarte, derrame, paralisia, necrose óssea e morte súbita. A idéia de que os novos coquetéis sejam responsáveis pela diminuição dos casos e óbitos de AIDS continua popular, porém ambos já estavam declinando antes das drogas serem liberadas para uso.
Poderia continuar indefinidamente, mas mesmo que tivesse o espaço, não teria tempo. Uma mãe soropositiva acabou de me ligar de Nova York para pedir ajuda. Ela havia admitido para o médico que parou, há um ano, de dar aos dois filhos os medicamentos tóxicos da AIDS. Por esta razão, a polícia lhe havia tirado os filhos esta manhã. Não importa que as crianças estejam com perfeita saúde e que os remédios lhes causassem diarréias constantes, anemia, fortes câimbras nas pernas e fizessem com que parassem de crescer. O importante na AIDS é a obediência!
Apesar da minha raiva e frustração, entendo as pessoas com ponto de vista apaixonado retratando a visão oficial da AIDS. Antes de começar a pensar de maneira independente, era uma educadora para várias organizações de AIDS e membro fundadora da diretoria de Mulheres em Risco. Conheço bem o desafio emocional e social ao questionar a AIDS.
Desde que comecei esse meu novo trabalho a respeito da AIDS, conheci centenas de pessoas soropositivas, de Los Angeles a Zimbábue, que, apesar dos terríveis prognósticos e das pressões, permanecem audaciosamente vivas e naturalmente saudáveis. Ao contrário da crença popular, o que temos em comum não é uma qualidade genética rara ou uma cepa especial do vírus, porém uma decisão bem fundamentada de nos liberarmos do medo através da compreensão e seguir nossa capacidade de viver com saúde. Está na hora de abrir a mente — e o coração — e dar uma chance a nossa visão e nossas experiências.

Fonte - http://www.aliveandwell.org/
Retirado do site http://www.taps.org.br/oaids05.htm






* O HIV é Inocente? *









Um grupo de cientistas defende a mais rechaçada hipótese da Medicina atual: a de que a Aids não é contagiosa. Será que eles têm razão?


Em abril deste ano, o biólogo molecular Peter Duesberg, da Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos, ficou profundamente animado ao receber uma carta assinada pelo presidente da África do Sul, Thabo Mbeki. Era um convite para participar, naquele país, de um debate sobre a relação entre o HIV e a Aids. Duesberg, o mais destacado defensor da tese de que a síndrome não é causada pelo vírus, aceitou a proposta e foi até Pretória discutir com mais 30 especialistas escolhidos pelo governo local - metade deles partilhando da sua opinião. Após acompanhar as explanações, Mbeki manteve a posição de seu país em não fornecer drogas anti-HIV para mulheres grávidas. Afinal, se o vírus não causa Aids, não faria sentido tentar evitar a sua transmissão de mãe para filho. Ainda mais considerando o alto preço dos medicamentos para um país em desenvolvimento (cada uma das pacientes consumiria cerca de 10 000 dólares por ano com a terapia padrão).
A reação da comunidade científica internacional foi imediata. Em julho, pouco antes da 13ª Conferência Internacional sobre Aids, realizada em Durban, na própria África do Sul, cerca de 5 000 cientistas de 80 países assinaram uma declaração reafirmando a tese de que o HIV causa a Aids. A crescente pressão política e a revolta interna (que incluiu desde membros do Ministério da Saúde até Nelson Mandela, o padrinho político do presidente Mbeki) fizeram com que o governo sul-africano se retirasse do debate, permitindo que alguns hospitais do país passassem a oferecer drogas anti-Aids para gestantes. Mas a polêmica trouxe os chamados "rebeldes da Aids" de volta à mídia. Duesberg, espécie de porta-voz do grupo, que vinha tendo seus artigos e idéias sistematicamente boicotados no meio científico, encontrou novo espaço. "Graças a Mbeki", disse ele na época, "a coisa está esquentando como nos velhos tempos."
Ao falar dos "velhos tempos", o cientista alemão radicado nos Estados Unidos se referia à segunda metade dos anos 80. Naquela época, ele era considerado por seus pares um dos maiores virologistas do mundo, pioneiro na descrição da estrutura dos retrovírus (categoria a que pertence o HIV). Eleito para uma cadeira na seleta Academia Nacional de Ciências americana em 1986 - e agraciado com uma dotação de verba de pesquisador emérito, da ordem de 500 000 dólares anuais - Duesberg chocou seus colegas no ano seguinte, quando tornou pública a sua tese de que a Aids não seria causada pelo HIV. Ao fazer isso, ele colocou em risco sua reputação e sua carreira: perdeu o respeito da maioria dos colegas e o financiamento para suas pesquisas. O cientista afirma que o boicote contra ele é sustentado pelos produtores de medicamentos contra o HIV (mercado que chega a movimentar mais de 2,5 bilhões de dólares por ano só nos Estados Unidos). Hoje Duesberg permanece à margem da pesquisa de ponta sobre o vírus e concentra seus esforços em atacar os pontos falhos que enxerga na teoria dominante.



* Os rebeldes da AIDS *



Os "rebeldes da Aids" surgiram em 1991. Seu nome oficial é Grupo para a Reavaliação Científica da Hipótese HIV/Aids, que hoje conta com mais de 600 cientistas em diversos países. (Duesberg só se juntou a eles em 1993.) Todos eles acreditam que não existem evidências suficientes para atribuir a síndrome ao vírus. (Duesberg cita 4 000 casos de Aids no mundo cujos pacientes não tinham o HIV.) O assunto é tão polêmico que mesmo entre os cientistas do Grupo há várias interpretações. A biomédica australiana Eleni Papadopulos-Eleopulos, fundadora do Grupo, é da facção mais radical: ela sustenta desde 1988 que o HIV simplesmente não existe, por mais que já tenha sido fotografado com microscópios e geneticamente seqüenciado - Duesberg a critica veementemente por isso. Mas o membro mais ilustre do Grupo talvez seja Kary Mullis, que ganhou o Prêmio Nobel de Química em 1993 por ter inventado o PCR (sigla em inglês para Reação em Cadeia da Polimerase), um método de identificação genética fundamental para a pesquisa contemporânea, incluindo o Projeto Genoma - e a forma mais eficaz para identificar a presença do HIV no corpo. Conhecido por seu perfil polêmico - discorda que a camada de ozônio esteja diminuindo, por exemplo - ele abandonou as pesquisas há algum tempo.
Duesberg mantém basicamente as mesmas posições desde o final dos anos 80. Ele aceita a definição corrente da Aids: um conjunto de doenças que ataca as vítimas devido à destruição de seu sistema imunológico. A sua divergência com a tese dominante está nas causas da síndrome. Em vez de ser contagiosa, a Aids seria um problema comportamental, ou uma "epidemia química". Em um artigo publicado em parceria com o colega David Rasnick, em 1997, na revista Continuum, publicação ligada ao Grupo para a Reavaliação Científica da Hipótese HIV/Aids, Duesberg formulou os pontos principais da sua hipótese. Segundo ela, todas as doenças relacionadas à Aids que excedem o seu nível normal nos Estados Unidos são causadas pelo consumo de drogas recreacionais ou medicamentos anti-HIV. "Essa hipótese é baseada no único risco novo à saúde que emergiu durante os últimos 25 anos na América e na Europa: a epidemia das drogas", escrevem os autores.Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), até 1999 cerca de 85% dos casos de Aids naquele país ocorriam em homens - em sua esmagadora maioria homossexuais e usuários de drogas. "Isso se explica porque lá cerca de 80% dos usuários de drogas intravenosas são homens e porque homossexuais masculinos usam drogas afrodisíacas, anfetaminas e cocaína", afirma Duesberg. E também porque o comportamento promíscuo, que seria mais comum entre os indivíduos desse grupo, implicaria em uma série de doenças que debilitariam o sistema imunológico. Para Duesberg, se a Aids fosse realmente contagiosa deveria ter se espalhado uniformemente pela população norte-americana. Mas e a África? Lá a síndrome ataca igualmente homens e mulheres. Duesberg rebate: a causa de imunodeficiência naquele continente não são as drogas, mas a fome. Na realidade africana, portanto, faria muito sentido o fato de a síndrome atingir igualmente os dois sexos - já que ambos são da mesma forma vulneráveis à falta de comida e aos estragos que a subnutrição faz no sistema imunológico.




* Visões opostas *






O epidemiologista norte-americano Jay Levy, da Universidade da Califórnia, em San Francisco, tem uma visão oposta à de Duesberg. Ele atribui ao "efeito fundador" a predominância de casos masculinos de Aids nos países desenvolvidos. "A infecção pelo vírus começou essencialmente na comunidade homossexual", diz ele. "O vírus se espalha mais rapidamente pelo contato anal-genital. Como esse tipo de transmissão é mais comum entre homossexuais, isso explicaria uma taxa inicial mais alta entre os homens", afirma. Dessa forma, Levy acredita que o número de mulheres norte-americanas com Aids tende a aumentar nos próximos anos.
E o descobridor do HIV, o francês Luc Montagnier, do Instituto Pasteur de Paris, como se coloca nesse debate? Ele acredita que "ainda é necessário explicar por que a Aids não é tão heterossexualmente transmitida nos países desenvolvidos". Montagnier criou há dez anos a hipótese dos "co-fatores", que seriam fatores biológicos ainda não identificados, variáveis de região para região, capazes de alterar o padrão de infecção do HIV. Como ressaltou Levy, sabe-se que o risco de se pegar Aids numa relação sexual entre homem e mulher é pequeno, se comparado ao existente no sexo entre homossexuais masculinos. Montagnier supõe que um fenômeno biológico existente nos países em desenvolvimento poderia fazer esse risco aumentar: "Se um co-fator aumentasse em 100 vezes a infectividade do HIV, a transmissão heterossexual poderia se tornar comum", diz. Essa hipótese do pesquisador francês é muito criticada pela comunidade científica internacional. Mas tem sido usada por autores "rebeldes" como indício de que o próprio descobridor do HIV estaria "voltando atrás" e desacreditando o vírus como causador da Aids.
Comparadas a essas explicações, as idéias de Duesberg tornam-se atraentes por sua flexibilidade. Mas essa mesma característica levanta dúvidas quanto à sua solidez científica. "A 'hipótese da causa química' é construída de forma inconsistente, exigindo a inclusão de novas causas à medida que o vírus se alastra pelo globo", diz o virologista Paolo Zanotto, da Universidade de São Paulo. "Se nos Estados Unidos a causa da Aids é o excesso de exposição a agentes químicos e na África é a subnutrição, na Índia seria por causa do molho curry?"
Ninguém duvida que drogas e fome tenham efeito deletério sobre o sistema imunológico, mas a maioria dos cientistas sustenta que a Aids é um fenômeno específico e, vale ressaltar, sempre causado pelo vírus - que estaria presente em todos os casos da doença. Para Duesberg e os "rebeldes", o HIV seria apenas um "passageiro", pegando carona na fragilidade das defesas do corpo de quem usa muitas drogas ou passa fome. "O vírus é inofensivo e costuma ser rapidamente neutralizado pelo sistema imunológico de indivíduos sadios", afirma.








* Debate acirrado *





Como suposta prova de que o vírus tem função neutra no que toca à Aids, Duesberg cita a demora do HIV em desencadear a doença - o que não combina com o comportamento da maioria dos outros vírus conhecidos, que ou atacam logo ou são rapidamente destruídos pelos anticorpos. Diante desse argumento, Zanotto é incisivo: "Esse cara parou no tempo". Durante muito tempo se falou em um "período de incubação" aparentemente estável do HIV: o vírus permaneceria anos inofensivo, até causar a Aids e matar o paciente. Em 1996, um estudo feito pela equipe do biofísico Alan Perelson, do Laboratório Nacional de Los Alamos, nos Estados Unidos, demonstrou que essa imagem não batia com a realidade. "Na verdade, há uma luta entre o sistema imunológico e o vírus", diz Avidan Neumann, biomatemático da Universidade Bar-Ilan, de Israel, que participou do estudo de Perelson. O tempo que o vírus fica "inativo", na verdade, corresponderia ao período em que o corpo consegue se defender dele.
Se Duesberg está certo a respeito da inocência do vírus em relação à Aids, por que as pessoas soropositivas acabam, dentro de alguns anos, desenvolvendo a síndrome? Para ele, a resposta é que a imunodepressão é causada pelas drogas anti-HIV, como o AZT, que prejudicam a reprodução das células do sistema imunológico. Segundo Rasnick, parceiro de Duesberg no artigo publicado em 1997, essa droga, que durante muitos anos foi usada como a principal arma contra a Aids, teve seu lado ruim encoberto. "Em 1986, o estudo de licenciamento conduzido pelo Instituto Nacional do Câncer e pelo laboratório Burroughs-Wellcome erroneamente subestimou a toxicidade do AZT em 1 000 vezes", afirma. "No entanto, desde 1987, a dose prescrita só foi reduzida em três vezes."
Apoiado por Rasnick, Duesberg afirma que os remédios anti-HIV representariam "Aids por prescrição médica", matando portadores do vírus. Basicamente porque, ao bloquear o vírus, bloqueia também o sistema imunológico do paciente. E pior ainda: seriam dados sem necessidade, já que os testes de Aids dão positivo quando encontram os anticorpos para o HIV - e não o vírus - no sangue dos pacientes (para ele, os anticorpos seriam justamente o sinal de que o organismo já erradicou o invasor).
Nesse ponto, Neumann, co-autor do estudo que concluiu que o tempo de incubação do HIV não significa que ele seja inofensivo, é outra voz a acusar Duesberg de anacronismo. Segundo ele, os métodos de detecção do HIV por meio de anticorpos não são mais usados sozinhos para determinar se alguém é soropositivo - e se deve ser medicado ou não. "Hoje ninguém é tratado se não se encontra o RNA (código genético) do vírus em seu organismo", diz Neumann. O estudo do laboratório de Los Alamos demonstrou também que as drogas aumentam a capacidade do organismo de resistir ao vírus; conforme elas eram administradas, a quantidade de HIV no corpo diminuía e o sistema imunológico se recuperava. Mas a Aids acaba surgindo quando uma mutação do vírus consegue passar pela barreira imunológica e pelos medicamentos (quando se usa apenas o AZT isso pode ocorrer em poucas semanas - a vantagem do coquetel é a de que é mais difícil para o HIV escapar de várias drogas). Duesberg evitou comentar o artigo em que as evidências acima foram publicadas, dizendo que não tinha acesso a ele na Alemanha - país onde passa metade do ano, atualmente. Mesmo após receber uma cópia enviada por fax pela reportagem da Super, não teceu comentários.




* Efeitos dos remédios *




Nem o mais ortodoxo defensor da tese de que o HIV causa Aids seria capaz de negar os efeitos colaterais das drogas que combatem o vírus. Os mais conhecidos são náuseas, irritações de pele, cansaço excessivo, diarréia e dores musculares. Os defensores da tese dominante reconhecem que essas drogas têm efeitos prejudiciais ao indivíduo. Mesmo assim, defendem que elas compensam o sofrimento que causam. Segundo especialistas brasileiros que defendem a ligação entre Aids e HIV, há estatísticas do Ministério da Saúde mostrando que, depois de 1996, as internações e os óbitos causados por doenças relativas à Aids caíram drasticamente. Desde então vem sendo oferecida sistematicamente aos brasileiros a terapia HAART (sigla em inglês para Terapia Anti-Retroviral Altamente Ativa), muito mais eficaz do que os antigos tratamentos contra Aids. Isso provaria que medicamentos anti-HIV combatem a Aids, exatamente o contrário do que afirma Duesberg.
Muitos especialistas nem se dispõem a argumentar contra os "rebeldes". O caso mais notório é o de Robert Gallo, que perdeu para Montagnier uma disputa de anos sobre quem seria o autor da descoberta do HIV. Amigo e companheiro de pesquisas de Duesberg durante mais de 15 anos, hoje Gallo acredita que as idéias do ex-colega "não merecem uma resposta". Stefano Lazzari, membro da Organização Mundial de Saúde, reagiu da mesma forma ao tomar conhecimento das críticas do matemático australiano Mark Craddock, partidário de Duesberg, que defende a tese de que os dados sobre a Aids na África são exagerados. "Nós normalmente não respondemos a esse tipo de declaração não-científica", afirma Lazzari. "Indivíduos que acham moralmente aceitável tentar alcançar fama negando o desastre que a Aids está trazendo aos países africanos não merecem muita atenção."
Craddock afirma que os números de casos africanos de Aids mencionados pela mídia e pela indústria são previstos por um modelo de computador da ONU. "Em tudo o que se escreve sobre o assunto, as figuras citadas são os casos estimados, não o número de casos registrados." No caso de Uganda, segundo dados da OMS, haveria 820 000 casos em 1999. Mas o número registrado pelos médicos daquele país chega apenas a 54 712. Lazzari defende a tese de que o modelo é necessário, já que na África não há estrutura adequada para o registro dos casos da síndrome. "Nós estimamos que menos de 10% dos casos de Aids são realmente reportados, devido a fraquezas do sistema de informação e a dificuldades no diagnóstico", diz ele. De acordo com Lazzari, os quase 800 000 casos registrados de 1980 a 1999 significariam mais de oito milhões de doentes de Aids na África.



* Mas e no Brasil? *



Mas e no Brasil? Como Duesberg explicaria o fato de que, entre nós, a Aids tem crescido muito mais entre as mulheres do que entre os homens, independentemente de subnutrição ou uso de drogas? Muitas vezes elas desenvolvem a doença depois de pegar o HIV do marido. Questionado sobre o avanço da Aids no Brasil, Duesberg disse que "não analisaria tal situação até ver as estatísticas e aprender mais sobre as doenças que são diagnosticadas no país como Aids".Outro ponto controverso envolve os hemofílicos. Existem dados de um banco de sangue de San Francisco que demonstram que vários indivíduos foram infectados por HIV durante a transfusão de sangue e morreram de Aids anos depois. Isso aconteceu na primeira metade dos anos 80, quando ainda não se usava AZT. Sem poder colocar a culpa nas drogas antivirais, como os "rebeldes" explicariam esses casos, ocorridos em pessoas que não usavam drogas nem passavam fome? Para Rasnick, os casos de hemofílicos que morrem de Aids podem ser atribuídos a fatores anticoagulantes usados em transfusões: alguns deles seriam tóxicos e poderiam abalar o sistema imunológico.
Eduardo Massad, professor da USP que pesquisa formas de controle de doenças infecciosas, considera que o debate com Duesberg e seus partidários é infrutífero. "Mais importante do que continuar essa discussão é, em primeiro lugar, saber que quando você previne uma infecção por HIV, você não tem Aids. E, em segundo lugar, saber que quando o indivíduo está infectado com o vírus, o tratamento aumenta muito sua sobrevida e sua qualidade de vida", diz ele. Críticas como a de Duesberg demonstram que a teoria que liga o HIV à Aids, mesmo sendo dominante no meio científico há quase duas décadas, ainda precisa ser melhor esclarecida. De outro lado, também não existem evidências científicas sólidas para afirmar que a tese dominante esteja errada. Ao que tudo indica, só o tempo trará respostas que sejam inquestionáveis e que tragam a cura. Exatamente pelo fato de a discussão ainda estar aberta, acesa e controversa, é fundamental prevenir. Se a Aids for uma síndrome causada por desnutrição e uso de drogas recreacionais, é fundamental alimentar-se bem e ficar longe de substâncias tóxicas. Se a Aids for mesmo obra do vírus HIV, é fundamental evitar a contaminação, notadamente por meio do sexo seguro.


NOVOS ESTUDOS MOSTRAM QUE AS DROGAS PARA A AIDS SÃO TÃO EFETIVAS QUANTO A POBREZA E A DESNUTRIÇÃO.

O tempo médio de soroconversão da AIDS para a morte em pessoas pobres, e que passam fome, que residem nas regiões rurais da África (sem acesso a cuidados médicos, água encanada ou eletricidade,) vivendo no Distrito de Masak, em Uganda (onde malária, disenteria e sarampo são endêmicos) não é nem um pouco diferente daquela expectativa observada em europeus, norte-americanos ou australianos que têm acesso à nutrição, cuidados com a saúde, "prolongamento da vida com " anti-retrovirils, e profilaxia contra infecções oportunistas.
Se drogas antiretrovirais forem mesmo responsáveis por melhorias dramáticas na sobrevivência dos indivíduos HIV positivos, nós deveríamos esperar uma sobrevivência dramaticamente reduzida entre aqueles indivíduos positivos que não têm acesso às drogas maravilhosas. Surpreendentemente, este não é o caso. No dia 8 de março, um número do Jornal AIDS, do Diário Médico do Conselho de Cientistas de Uganda (MRC/UVRI) publicou em relatório onde informava que, sem tratamento, os africanos infectados pela HIV estão sobrevivendo "um tempo consideravelmente mais longo do que era esperado". (1)
Na realidade, esta é uma indicação incompleta. Os ugandenses sem tratamento medicamentoso, que fizeram parte deste estudo estão sobrevivendo da mesma maneira que seus colegas HIV+ medicados que vivem no “mundo desenvolvido”. Esses dados foram publicados em 1 de abril de 2000 na revista Lancet. (2). Este estudo posterior foi conduzido pelo Grupo Colaborador, para se observar o tempo de incubação e desenvolvimento da AIDS (Grupo Colaborador) que analisaria depois, dados individuais de 13.030 indivíduos com datas conhecidas de soroconversão na Europa, América do Norte e Austrália, para que se pudesse calcular o tempo de soroconversão, evolução da AIDS e morte.
Especificamente, o tempo médio de conversão, doença e morte, foi de 9,8 anos no estudo de Uganda, se comparado com 10.1 anos para indivíduos que participaram do antigo estudo do Grupo Colaborador; o tempo mediano da soroconversão para AIDS era 9,4 e 9,3 anos para os dois estudos, respectivamente (veja nota 1).
Até mesmo e de forma milagrosa, os indivíduos infectados na idade de 15-24 anos, que participaram destes estudos, mostraram que o tempo de sobrevivência que ultrapassava 10 anos, era substancialmente melhor em ugandenses que não haviam tomado anti-retrovirais do que na sua contrapartida medicada que morava na Europa, América do Norte e Austrália (78% vs 66%).
Poderíamos pensar que estes ugandenses que vivem em zonas rurais em particular, estão vivendo bem com farta nutrição e têm todos recursos necessários para prover um ambiente que os ajudem a afastar as infecções oportunistas que surgiriam quando falhasse sua imunidade?
Os autores nos dão a resposta em um relatório separado que foi publicado dois meses antes no Diário Médico Britânico (BMJ). A "maioria da população estudada vive na mais completa miséria; a comida está sempre racionada, não há nenhuma eletricidade, e sim um excesso de pobreza”. A água fica limpa sozinha na medida em que a sujeira pousa no leito dos rios. A malária é endêmica e as infecções além do HIV, são comumente àquelas de origem bacteriana.
De forma interessante, a publicação do BMJ não faz menção sobre o tempo de evolução para a AIDS e para a morte. Os autores focalizam insistentemente os sintomas encontrados nos indivíduos infectados e, paradoxalmente, concluem que a progressão para a doença" associada com a infecção pelo HIV-1, parece ser muito rápida naquelas pessoas que vivem nas áreas rurais de Uganda." Temos que concluir que é só no mundo do HIV/AIDS que uma rápida progressão da doença está relacionada com uma sobrevivência consideravelmente mais longa." Mais adiante, na nota 3, serão discutidas as conclusões aparentemente esquizofrênicas destas duas publicações que são derivadas da mesma população de pacientes.
Em lugar de comentar a natureza contraditória dos fatos observados, os autores do estudo ugandense tentam desviar a atenção das taxas extraordinárias de sobrevivência que se observou nos seus sujeitos, enfatizando que estas taxas são "comparáveis àquelas dos tempos de sobrevivência em países industrializados antes do uso difundido de terapia antiretroviral." Tecnicamente verdadeiro, mas só porque o tempo de sobrevivência não mudou com o uso difundido de terapia antiretroviral em países industrializados!
O estudo sobre o Grupo Colaborador analisou dados de 13.030 indivíduos que tinham sofrido a soroconversão na era pré-HIV (antes de 1983), na era da profilaxia (1983-1987), na era do AZT (1987-1990), na era da monoterapia (1990-1993), e na era da terapia de combinação (HAART - 1993-1996). Ao contrário de todas as expectativas, os autores nos informam que não encontraram nenhuma evidência de sobrevivência maior do tempo de diagnostico para a AIDS em indivíduos que se tornaram soroconvertidos de 1983-96. "(2) Nenhuma diferença no período de sobrevivência ou no tempo de progressão para a AIDS nas pessoas que se tornam positivas para HIV de 1983-96, a despeito de todos os dramáticos melhoramentos nas terapias durante todos esses anos? O que isso pode significar?
Antes do tratamento com o AZT, fomos informados de que a profilaxia (Bactrim) contra PCP (pneumonia por Pneumocystis carinii) e MAC (mycobacterium avium) reduziam dramaticamente a velocidade de progressão para a AIDS e para a morte. Depois da liberação do AZT em 1987, fomos informados que o AZT reduzia dramaticamente a velocidade da progressão para a AIDS e conseqüentemente para a morte. Então em 1993, falaram-nos que a terapia combinada, reduziria dramaticamente a progressão da AIDS e, conseqüentemente, para a morte!
Na realidade, e em contraste com tudo aquilo que havia sido informado sobre as terapias com as drogas, o único grupo estudado, o Grupo Colaborador, de fato desfrutou de sobrevivência significativamente melhor dentre os indivíduos que tinham sofrido a soroconversão para HIV antes de 1983, ou seja, muito antes que chegasse a Uganda qualquer tratamento de AIDS ou tratamento profilático!
Assim é leviano dizer que a profilaxia da AIDS, o AZT, e as demais combinações de drogas para a AIDS não fizeram nada para aqueles que receberam o tratamento. Tecnicamente, não é justo dizer que a profilaxia, a mono-terapia, e a terapia combinada não fizeram nada para esses soroconvertidos naqueles anos em que estas drogas estiveram disponíveis. Temos que dizer que o efeito delas tornou as coisas significativamente pior! Os autores oferecem uma racionalização absurda para responder por esta anomalia brilhante: "A sobrevivência aparentemente melhor para aqueles indivíduos soroconvertidos antes de 1983 pode ser um artefato, porque estes indivíduos se tornaram soroconvertidos antes da descoberta do HIV-1 como o agente causativo para a AIDS." O que isso quer dizer?
Em lugar de se focalizar em 13.030 exemplos que demonstram uma falta completa de benefício para qualquer terapia anti-retroviral aplicada até 1996, os autores apresentam estes dados ao invés de mostrarem um resumo de dados sobre a sobrevivência "antes do uso difundido de HAART*". Na verdade eles querem fazer crer que com a HAART, certamente melhorar as taxas de sobrevivência. Ainda aqui, os autores não oferecem nenhum dado de seu próprio trabalho ou até mesmo uma referência de uma única publicação que nos mostre como os pacientes seroconvertidos depois da era da HAART estão lidando com as taxas de sobrevivência.
*HAART para quem não sabe é o coquetel.
Hoje, quase dois anos depois do artigo da Lancet no estudo de Grupo Colaborador, o banco de dados da PubMed ainda não lista qualquer publicação ou comentários nos resultados do estudo do Grupo Colaborador, e eu ainda não fui avisado sobre qualquer publicação que informe dados de sobrevivência ou do tempo de duração da AIDS em pessoas com datas conhecidas de soroconversão, depois de 1996, a era ostensiva da HAART.
Até mesmo se tais dados estivessem disponíveis, e se os dados fossem favoráveis à HAART, permaneceria o fato de que os 513.486 pacientes de AIDS que foram notificados ao CDC(4) antes de 1996, consumiram desnecessariamente bilhões de dólares em anti-retrovirais inúteis cuja eficiência comprometeu seriamente a qualidade de vida e talvez, até mesmo a quantidade de vida dos pacientes.
Os milhões de indivíduos e suas famílias que os amavam mereciam saber o que essas drogas agressivas promoveram na vida de seus filhos. Aqueles benefícios prometidos pela indústria farmacêutica às pessoas e às nossas instituições de saúde pública, não foram cumpridas e os jornalistas acríticos não perceberam que tudo aquilo nada mais era do que ilusão. Ninguém se deu conta que a única realidade de tudo isso foi o resultado da complacência dedicada dos pacientes de consumirem estas substâncias químicas que destruiu a sua qualidade de vida com seus terríveis efeitos colaterais sem proporcionar nenhuma solução decente. Será que nós vamos continuar a desviar nossa atenção da dor insensata daqueles que estão sofrendo em busca de uma esperança através de drogas extremamente tóxicas da era da HAART?
Enquanto os resultados dos estudos feitos com o Grupo Colaborador nos dizem que os pacientes com HIV e que estão sem tratamento em Uganda estão sobrevivendo da mesma forma que a sua contraparte que é tratada com os remédios produzidos pelo mundo desenvolvido (tais drogas são sabidamente e pode-se demonstrar isso, que são indiscutivelmente inúteis). Esse grupo não revela porque os americanos HIV positivos e europeus que têm acesso a todos os benefícios como comida, água limpa e serviços médicos, não conseguem um resultado semelhante àquele conseguido pelo grupo pobre de ugandenses. Será que há alguma coisa que pode explicar esse paradoxo?
Os ugandenses arrolados nesse estudo tinham acesso a exames regulares, prova diagnóstico, e medicamento grátis para cuidar da saúde o que poderia ter contribuído a sua sobrevivência. Porém, quando os investigadores estudaram aqueles que eram positivos para HIV e estavam naquele grupo que não tinha acesso a estas amenidades, os tempos de sobrevivência não diferiam. Os autores caracterizam estes fatos como um achado "desapontador" para o qual "eles não tinham uma boa explicação". (1) Nos parece que acesso à saúde e medicamentos é de pouca utilidade para pessoas subnutridas sem acesso à comida ou água limpa.
Pode ser então que os ugandenses que eram HIV positivo e que participaram desses estudos não são sobreviventes de longo prazo, mas vamos um pouco além, que pessoas com HIV positivos em países desenvolvidos, com acesso aos anti-retrovirais estão morrendo de maneira surpreendentemente rápida? Talvez o anti-retrovirais não sejam inúteis, mas, são de fato tão prejudiciais quanto pobreza e a desnutrição.
Para conferir esta hipótese, eu proponho um estudo onde os ugandenses recebessem condições de acesso à comida e água limpa para então avaliar as taxas de sobrevivência deles. Se tal estudo fosse feito, eu poderia dizer que nós veríamos uma sobrevivência mediana significativamente maior entre pessoas HIV positivas, uma taxa de sobrevivência que ultrapassaria de longe a contrapartida “medicada” deles no mundo desenvolvido. Mas será que tal estudo pode ser administrado? É tão pouco ético dar comida a africanos, não é?
Estas observações são consistentes com a hipótese de que os anti-retrovirais são tão efetivos para a mortalidade quanto a pobreza e a desnutrição.
Dr. Rodney Richards, PhD, trabalhou no Amgen Laboratories na fabricação do teste de anticorpos para HIV- ELIZA.
NOTAS1-Progressão para a AIDS e morte no estudo de Grupo Colaborador foi correlacionada de forma tada significativa com a idade da seroconversão. Dessa forma, os autores informam progressão da doença de acordo com as faixas etárias. O tempo mediano para evolução para a AIDS variou de 11,0 a 5,0 anos para aqueles indivíduos com idades entre 15-24 a 65+, respectivamente,; e o tempo mediano para a morte variou de 12,5 a 4.0 anos para os indivíduos entre 15 a 65+, respectivamente. Baseado na distribuição de idade dos sujeitos do estudo ugandense (1), idade entre o surgimento da AIDS e a morte foi calculada entre 9,3 e 10,1 anos, respectivamente, no estudo de Grupo Colaborador.
2. Estes dados são aproximações dos gráficos nas publicações respectivas. Veja Fig. 2 no estudo ugandense, e Fig. 1 no estudo dO Grupo Colaborador.
3. Os estudos ugandenses usaram o WHO Stageng System para definir progressão de doença. (WHO: Wkly Epidemiol Rec 1990; 65:221-8.) é diferente da definição de Bangui de AIDS ( Wkly Epid Rec 1986; 61:72-73.) que está baseado em sintomas clínicos sem o uso de testes de anticorpos o sistema WHO organizado, requer um teste de anti-HIV positivo. Tenat-se medir com exatidão a progressão de doença de acordo com quatro Fases. Organização 1: assintomático; Organização 2: sintomas moderados, inclusive perda de peso do menos 5%; Fase 3: perda de peso maior que 10%, ou infecções oportunistas tratáveis; e Organização 4 que são sinônimo da AIDS. A Organização 4 inclui muitas, mas não todas as doenças usadas pelo CDC para definir a AIDS.
O sistema organizando é progressivo e, conseqüentemente, quando uma pessoa progredir para a próxima fase, eles não podem voltar à fase anterior mesmo que estejam curados. Assim quando os autores informam, "só 17% dos participantes permaneceram cinco anos livres de sintomas depois de soroconversão", isto não é importante. Na realidade, a vasta maioria dos participantes pode estar na verdade livre de sintomas, como já dissemos. Um único episódio de sinusite, dermatite, ou infecção bacteriana, ou até mesmo 5% de perda de peso (por um mês), nesses 5 períodos de anos coloca o indivíduo na classificação de sintomático, indiferente se eles se recuperam ou não.
O fato de doença progredir para as Fases 2 e 3 é notavelmente rápido, enquanto a progressão da doença para as fazes 4 (a AIDS), ou morte, é notavelmente lenta, e nos deixa curiosos para saber: "Qual é o valor desta orhanização de sistemas? "
Referencias BIBLIOGÀFICAS
1. Morgan D et al. HIV-1 infection in rural Africa: Is there a difference in median time to AIDS and survival compared with that in industrialized countries? AIDS. 2002; 16:597-603.
2. Collaborative Group on AIDS incubation and HIV Survival including the CASCADE EU Concerted Action. Time from HIV-1 seroconversion to AIDS and death before widespread use of highly-active antiretroviral therapy: collaborative re-analysis. Lancet 2000; 355:1131-37.
3. Morgan D et al. Progression to symptomatic disease in people infected with HIV-1 in rural Uganda: prospective cohort study. BMJ. 2002 Jan 26; 324:193-6.
4. CDC. Year end HIV/AIDS Surveillance Report 1995; Vol 7:No. 2.

Retirado do site http://www.psipoint.com.br/aids41_haart%20e%20fome.htm

A Polêmica sobre o HIV e a AIDS

Há alguns anos atrás, possivelmente em 1998, publiquei o artigo abaixo em http://www.culturabrasil.pro.br/hiv.htm. Desde então, o que de relevante houve de modificações no tratamento da Síndrome de Imuno-Deficiência adquirida, SIDA, entre nós conhecida através da sigla anglófona AIDS, foi a diminuição das doses de AZT e também a introdução de anti-virais menos agressivos ao organismo humano. No entanto, pouco ou nada se fala ainda das causas que levam pacientes a utilizarem drogas ilícitas tais como a cocaína, a heroína ou ainda menos ainda se fala das causas que levam o ser humano a desenvolver padrões de comportamento sexual promíscuo. Sabemos de pacientes que chegam a Ter 20 relações anais passivas por dia com clientes diferentes. Imagine o que isto causa ao sistema imunológico. Então, continua-se a não se abordar de forma contundente estes comportamentos causadores de depressão imunológica e continua-se somente a prescrever anti-virais, a se indicar tratamentos psicológicos com a finalidade de levar o paciente simplesmente a aceitar sua condição de HIV positivo, a aceitar os efeitos colaterais dos medicamentos anti-virais e o único instrumento de prevenção proposto até agora é a camisinha. Nunca vi nenhum organismo governamental propor o questionamento da postura sexual de nenhum paciente! Alguma ONG o faz?
Temos ainda o problema da corrupção em nosso país.
Olhando-se a abordagem que o governo FHC, através de seu ministro da saúde, José Serra, tem dado ao problema, inspirado em proposta do PT, vemos que se baseia na distribuição "gratuita" de anti-virais e camisinhas e com isso tem sido este programa elogiado nas mídias de todo o mundo. Ora, isto seria muito bonito se tivéssemos duas certezas: 1- a de que o tratamento à base de medicamentos anti-virais somente é realmente eficiente. 2- que não há pagamento de comissões ilícitas a intermediários, a burocratas, a fabricantes e distribuidores, como tão comumente acontece. Ou será que estou equivocado e nossos funcionários públicos de alto escalão tem sido exemplos de honestidade no trato dos dinheiros públicos?
Abaixo, reparo algumas vírgulas e erros ortográficos somente e atualizo alguns endereços e telefones para que o leitor possa comparar o que pensava há anos atrás e o que está acontecendo hoje (31 de outubro de 2002).g
Veja bem. Não estou propondo um tratamento e sim questionando a abordagem oficial. Novas abordagens terapêuticas surgirão a partir do momento em que estes pontos abaixo apontados forem completamente compreendidos.



O HIV CAUSA AIDS?



Lino Guedes Pires - médico - CREMERJ 52 46825/3
Por volta de 1985 pela primeira vez fui procurado por um paciente que se apresentava apavorado devido a um resultado sorológico HIV positivo. Desde então percebi que o que naquela época matava de forma tão fulminante os pacientes "Aidéticos" era a carga emocional destrutiva da campanha publicitária que dizia: A Aids não tem cura, a Aids mata.
Então, eu era um médico formado somente há pouco mais de três anos mas, já com uma bagagem muito rica graças a experiências pessoais vividas e a muita leitura tanto dos livros do médico sueco Are Waerland, de outros autores vegetarianos e naturopatas, quanto dos textos de Wilhelm Reich que começava a estudar após conhecê-lo através do Gaiarsa.
Para mim, já naquela época suspeitava fortemente de que o HIV como causa da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida seria um dos maiores embustes já perpetrados contra a humanidade e provavelmente a maior e mais cruel arapuca jamais armada para nos explorar.
Intuitivamente e baseado nestes grandes autores raciocinava que a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida é adquirida porque os pacientes destruiam seus sistemas imunológicos através de uma alimentação equivocada e porque mentalmente estavam programados para a autodestruição. Aqui já cabe perguntar o que seria uma alimentação equivocada e o que seria estar mentalmente programado para se autodestruir. Estas respostas podem ser encontradas neste jornal e em vários livros publicados sobre vegetarianismo, macrobiótica e em diversas obras sobre psicologia e a bioenergética de W. Reich e mais ainda.
Neste ano, 1998, James DeMeo, Ph.D., diretor do Orgone Biophysical Research Lab (demeo@mind.net) (http://id.mind.net/community/orgonelab/index.htm) publicou Saharasia, um livro sobre as origens da violência na humanidade e dedicou o apêndice B totalmente ao tema da Aids onde afirma que o HIV não é a causa da Aids e apresenta um sumário de descobertas realizadas por pesquisas atuais como também lista centenas de referências a trabalhos publicados sobre os quais se apoiou para substanciar o texto. Os interessados em ler o original podem me contatar diretamente através dos tels. 021 2556 7737, através do E-mailmailto:%20linpires@iis.com.br, contatar este jornal, ou ainda solicitar o livro diretamente ao autor através do E-mail ou da home page citados acima.
Em seu livro Saharasia, DeMeo faz várias afirmações que vêm ao encontro de meu pensar. Afirma que "a alegação de que o vírus HIV causa AIDS é uma hipótese que não se apóia em fatos ou evidência e que tem se demonstrado inútil para predizer ou explicar a epidemiologia da AIDS". E continua: "Os advogados da hipótese do HIV sugerem que o HIV é significativamente diferente de todos os outros vírus e que somente a presença do anticorpo é suficiente para predizer o futuro desenvolvimento de sintomas mortais da AIDS. No entanto, em todas as outras doenças, a presença de anticorpos na ausência de um vírus ativo é um claro sinal de que o sistema imunológico do indivíduo foi exposto ao vírus e alcançou sucesso em sua resposta, vencendo-o. Considera-se alguém "imune" contra o desenvolvimento da doença ou de futuras exposições ao agente infeccioso. Com o HIV, no entanto, somos solicitados a desconsiderar esta bem conhecida resposta imunológica e acreditar que somente a presença de anticorpos é sinônimo de uma sentença de morte. Os advogados desta hipótese afirmam ainda que o vírus "esconde-se" dentro de certas células do corpo e permanece adormecido por muitos anos até que em algum momento que algo o desperta para a atividade, os sintomas aparecem. Desta maneira, o HIV é descrito como um tipo de "slow-virus" (vírus lento) que causa destruição anos após a primeira infecção sem jamais se replicar em quantidades suficientes para ser bioquimicamente significativo ou facilmente observável ( um tipo de vírus metafísico que mata mesmo quando não pode ser visto ou demonstrável). Como sempre, os "esconderijos" do HIV não foram demonstrados em qualquer grau de significância e esta ausência de "esconderijos" do HIV é um tropeço importante de várias teorias sobre a causa viral desta doença. A hipótese do "slow-virus" consequentemente passou nos últimos anos a ser seriamente questionável e a hipótese viral da AIDS padece das mesmas dificuldades".
A seguir, DeMeo afirma que a hipótese HIV da Aids não satisfaz os postulados de Koch para a identificação de um patógeno como agente causal de uma doença particular. "Estes postulados acertadamente guiaram a pesquisa microbiológica nos últimos 100 anos:
1) O organismo deve necessariamente ocorrer em cada fase de uma doença e em quantidades suficientes para causar efeitos patológicos;



2) O organismo não é encontrado em outras doenças e;



3) Após o isolamento e propagação em cultura, o organismo é capaz de induzir a doença em um hospedeiro inoculado.



O não desenvolvimento de sintomas após a inoculação é sinal de que o organismo não é agente ativo da doença.
A hipótese do HIV falha em todos estes pontos. Há muitos exemplos de pessoas sofrendo sintomas de Aids nas quais jamais se encontrou traços do HIV. Além disto, há um grande número de pessoas nas quais foram identificados traços de HIV (vírus ou anticorpos) e que permanecem livres de sintomas por vários anos. Esta dificuldade levou alguns "Fundamentalistas do HIV" a afirmar que o HIV é único no mundo viral e que os postulados de Koch não se aplicam ao HIV. Todos os anos, o grupo de pessoas identificadas como "anticorpo HIV positivo" torna-se maior, parcialmente porque os progamas de testes se expandem, mas também porque muitos dos previamente identificados como anticorpo positivos permanecem vivos e saudáveis. Muitos viveram por mais de 10 anos sem desenvolver os sintomas de Aids prenunciados ou outros problemas de saúde. E assim, o CCD (Centros de Controle de Doenças) está continuamente redefinindo e alongando o "período de latência" do desenvolvimento dos sintomas da Aids. A cada ano que passa, o período de latência é alongado em cerca de um ano adicional. Não somente o HIV se "esconde" no corpo como "adormece". Isto é claramente uma tentativa não científica para salvar uma hipótese que falha em predizer acuradamente uma patologia ou epidemiologia observada".
DeMeo afirma ainda que o "HIV é um vírus ineficiente e difícil de ser transmitido de um organismo para outro, mesmo acidentalmente, por via sexual ou mesmo através de injeção deliberada. Muitas tentativas foram realizadas para infectar primatas com a doença da Aids através de injeção direta de HIV - quando assim expostos, os primatas podem desenvolver respostas de anticorpos típicas mas, não adoecem ou morrem. Cerca de 150 chipanzés foram injetados com HIV pelo National Institute of Health em um programa que começou há cerca de 10 anos atrás e todos estão ainda saudáveis. Ferimentos com agulhas em hospitais onde profissionais são acidentalmente expostos a sangue infectado com HIV também não demonstraram sintomas de Aids. Por si, o vírus não "infecta" facilmente e produz somente a bem conhecida resposta com anticorpos e não os sintomas da Aids". Além disto, DeMeo encontrou evidências na literatura relacionada em seu artigo de que o "HIV não mata pronta ou rapidamente as células sanguíneas conhecidas como t-helper, a qual atua como seu hospedeiro. Aparentemente o HIV infecta estas células somente com grande dificuldade e uma vez infectadas lá se acomoda calmamente e sem mais durante o período de vida normal destas, sem proliferar significativamente para outras células e tecidos. DeMeo cita Peter Duesberg, um renomado estudioso de biologia celular da Universidade da Califórnia, que afirma que "precisamente esta é a natureza de retrovírus do HIV que não mata sua célula hospedeira e vive uma vida tranquila no organismo. Em laboratório o HIV é cultivado em culturas celulares com grande dificuldade e em contraste os vírus que produzem sintomas mortais se proliferam rapidamente, crescem facilmente em culturas celulares infectando muitos tipos de células e matam as células infectadas produzindo assim sintomas agudos. Vírus ativos são largamente distribuídos em tal organismo adoecido por essa virose e não são difíceis de identificar ou localizar. O HIV não faz nada disso e por essa razão Duesberg sugere que o HIV provavelmente é um retrovírus transmitido no período perinatal, presente em uma pequena percentagem da humanidade há várias gerações mas sem uma patologia associada. O HIV foi observado somente há poucos anos em razão da tecnologia para identificar e procurar retrovírus que se desenvolveu nos últimos anos. Em poucos casos evidências sugerem que o HIV pode produzir moderados sintomas análogos ao resfriado somente, não produzindo efeitos adicionais no indivíduo. Duesberg aponta o fato de que antes da descoberta do retrovírus HIV e antes da Aids ter sido identificada e proclamada como uma doença infecciosa, os indivíduos que fazem parte de grupos de alto risco morriam dos mesmos sintomas da doença e recebiam diagnósticos totalmente diferentes. Antes da Aids, os mesmos sintomas eram diagnosticados como candidíase, tuberculose, pneumonia, sífilis, anemia, demência, sarcoma e outras doenças e infecções bem conhecidas dos médicos. Hoje, o diagnóstico "Aids" é realizado em cerca de 25 sintomas de doenças diferentes...Hoje, se um paciente apresenta um destes sintomas juntamente com traços de HIV em seu sangue os médicos dizem que o mesmo "tem" Aids. Duesberg assinala a incrível potência atribuída a este único vírus, o HIV.
DeMeo afirma que historicamente as hipóteses de origens virais de inúmeras doenças não tem sido capazes de desenvolver cura ou avanço para os tratamentos. Isto é particularmente verdadeiro para o câncer e outras doenças degenerativas relacionadas ao sistema imunológico. As verbas para pesquisas de vírus haviam diminuido muito nos últimos anos e a Aids trouxe vida nova aos investimentos em pesquisas de vírus e vacinas. Um grande negócio!
No início deste artigo afirmei que já em 1985 acreditava que a Aids fosse devido a um estilo de vida autodestrutivo em termos de uma alimentação equivocada e atitudes autodestrutivas. Quando queremos curar uma doença temos primeiro que identificar a causa para então removê-la e subsequentemente tomarmos outras medidas para ajudar o organismo a se recuperar. No apêndice de seu livro Saharasia, DeMeo coloca de forma extremamente clara o por quê da Aids, antes questionando se os sintomas apresentados pelos indivíduos pertencentes aos grupos de risco são produto da exposição ao HIV ou se são o produto de doenças infecciosas oportunistas bem conhecidas que florescem em indivíduos cujo comportamento, estilo de vida, má nutrição e uso de medicamentos enfraqueceram seus organismos seriamente, levando-os a tornarem-se excepcionalmente vulneráveis e expoliados.
A seguir DeMeo afirma que os homossexuais e bissexuais promíscuos permanecem sendo o maior grupo de risco da Aids. Epidemias menores de doenças sexualmente transmissíveis incluindo sífilis, gonorréia e herpes assim como também hepatite tem ocorrido nas comunidades gays dos EUA. Infecções dos intestinos e bexiga relacionadas a contaminações são comuns. Exposição crônica a materiais infectados e microorganismos e correspondentes taxas de uso de antibióticos podem ser parte integral do estilo de vida gay onde dezenas de contatos sexuais ocorrem por semana, até por dia, realizando um grande desgaste à saúde e ao sistema imunológico. Mesmo antes da Aids, as casas de banho, a vida sexual promíscua dos gays que mais e mais "se assumiam" publicamente tornaram-se um pesadelo para a saúde pública. Este "estilo de vida" inclue o concomitante e abundante uso de várias drogas imunodepressoras legais e ilegais. Pesquisas demonstraram o abundante uso de cocaina, anfetaminas, maconha, álcool, estimulantes sexuais, afrodisíacos, nitritos amyl e butyl frequentemente ingeridos em várias misturas. Com todos estes fatores combinados pode-se prontamente perceber como um sistema imunológico danificado pode levar à doença. Particularmente o Sarcoma de Kaposi tem sido identificado como um fator resultante da exposição aos nitritos mesmo antes da era da Aids. Esta droga em particular é um relaxante do esfíncter anal que torna possível se tolerar a inserção de um pênis completamente ereto ou mesmo o punho de um homem no ânus. Estas agressões repetidas levam à ruptura dos tecidos do reto e mesmo a fístulas, tudo levando ao desarranjo do sistema imunológico. Além disto tudo, a injeção de drogas e estilo de vida que inclue freqüentemente a desnutrição e a injeção de substâncias estranhas na corrente sanguínea são também destruidoras do sistema imunológico. Geralmente, as experiências de vida de tais pessoas viciadas e pobres negligenciam a saúde pessoal e a higiene, sendo a injeção de substâncias estranhas na corrente sanguínea um lugar comum no dia a dia.
Estas pessoas são tratadas por médicos que não se posicionam de forma crítica à propaganda dos laboratórios farmacêuticos. Há, por exemplo, um grande número de indivíduos soro-positivos ao HIV que por diversos anos permaneceram completamente livres de quaisquer sintomas de Aids ou de qualquer outra doença significativa. Quando tratados com medicamentos tais quais o AZT, no entanto, estas pessoas adoecem e morrem de uma doença "desgastante". Então, DeMeo questiona, como também eu se estas mortes são devidas à infecção pelo HIV ou devido ao tóxico AZT? Segundo a história há muitos exemplos onde os médicos erradamente atribuiram a micróbios várias doenças que de fato eram produto de seus medicamentos tóxicos. A epidemia japonesa Smon terminou abruptamente quando o medicamento tóxico anti diarréico clioquinol foi retirado. A "Neurosífilis" desapareceu após médicos haverem cessado tratamentos prolongados com mercúrio e arsênico em favor da penicilina. Ambos eram considerados como causados por um microorganismo assim como a pelagra que mais tarde foi provado ser uma deficiência vitamínica. A respeito do AZT, o tratamento favorito da Aids, DeMeo afirma que esta é uma droga banida dos experimentos de tratamento de câncer retirada do uso público devido a efeitos colaterais tóxicos. De fato, afirma DeMeo, o AZT é uma droga que afeta a cadeia do DNA suprimindo funções do sistema imunológico e produzindo os mesmos sintomas atribuidos ao HIV! De acordo com Duesberg, aqueles tratados com AZT raramente sobrevivem mais do que alguns anos e os poucos estudos controlados do AZT realizados na Europa mostram que a droga por si produz sintomas idênticos aos da Aids e matam pessoas em altas percentagens de modo que ninguém sabe com certeza se os milhares de pacientes soro positivos de HIV que tomaram a droga e morreram, morreram devido à Aids induzida pelo HIV ou devido a envenenamento pelo AZT.
Em termos de prevenção, DeMeo, a meu ver, aponta corretamente que os advogados dos programas de distribuição de camisinhas não possuem evidência científica para apoiar os objetivos de sua engenharia social. Estudos sobre a segurança e eficácia das camisinhas imediatamente sugerem a incapacidade destas de impedir a passagem de partículas de tamanho equivalente a um vírus.. Dada a ausência de evidência ligando o HIV à Aids e à geralmente descuidada visão de controle sobre o que acontece com os usuários da camisinha, imediatamente fico a pensar sobre os interesses reais que existem por trás destes programas de divulgação do uso destes preservativos.


O HIV Não É a Causa da AIDS:



Um Resumo dos Últimos Achados das Pesquisas Atuais
James DeMeo, Ph.D.
Diretor, Laboratório de Pesquisas Biofísicas de Orgone
PO Box 1148, Ashland, Oregon 97520 USA demeo@mind.net
http://id.mind.net/community/orgonelab/index.htm
Reproduzido de "On Wilhelm Reich and Orgonomy, Pulse of the Planet #4, 1993.
Tradução: Lino Guedes Pires - médico - CREMERJ 52 46825/3
Acupuntura, Terapias Brandas
Estrada da Matriz, 7245, Ilha de Guaratiba, Rio de Janeiro RJ
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No último número da Pulse of the Planet (3:106-108, 1991), revisei o livro de Michael Fumento, The Myth of Heterosexual AIDS. O livro de Fumento juntou evidências conseguidas por vários cientistas de que nunca houve ou há uma "Epidemia de Aids Heterosexual" em atividade nos EUA ou além mar. Fumento documentou como os Centros de Controle de Doenças (CCD) manipularam dados epidemiológicos "ajustando" de modo não científico aqui e ali de modo que justificassem uma conclusão previamente formulada e "politicamente correta": todos, incluindo-se heterosexuais relativamente monógamos e mesmo adolescentes heterosexuais que não utilizam drogas "correm o risco da Aids". As críticas de Fumento à esta posição foram atacadas antes mesmo que a tinta secasse e seu livro suprimido e sabotado tanto pelos distribuidores nacionais de livros quanto por seu editor, os quais sofreram ataques de grupos ativistas homosexuais. O próprio Fumento perdeu seu emprego e foi objeto de perseguição e ameaças de morte por estes mesmos grupos que, como demonstrado neste livro, possuem agendas sexo-políticas compíscuas e motivações econômicas.
Neste artigo, pretendo somar forças e evidências adicionais a este assunto apresentando os estudos desenvolvidos pelo Dr. Peter Duesberg, um pioneiro da pesquisa dos retrovírus e Professor de Biologia Celular na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Duesberg é um cientista de ponta que trouxe importantes críticas à hipótese do HIV na Aids ao pódio da ciência. Os resultados de suas pesquisas me chamaram a atenção por volta de 1990, demonstrando que a AIDS não pode ser causada pelo HIV (ou qualquer outro vírus) e é portanto, como o termo AIDS originalmente implicava, uma deficiência sistêmica imunológica não infecciosa. O mais recente artigo de Duesberg de 77 páginas sobre o assunto foi publicado em um jornal de pesquisas britânico (Pharmac. Ther., 55:201-277, 1992) e contém 17 páginas de citações da literatura científica e médica. Este artigo resumirá algumas destas evidências assim como trará notas históricas adicionais. Para citações detalhadas da literatura científica, recomendo ao leitor aos trabalhos originais de Duesberg e seus associados profissionais listados ao fim deste artigo. Se o leitor ficar cético em relação às minhas afirmações aqui, deve ir à fonte e revisar estas citações antes de por de lado este resumo das críticas à propaganda oficial de que o HIV=AIDS.
Para começar, o uso do termo vírus AIDS é completamente errôneo já que presume que a AIDS é uma doença infecciosa para a qual foi identificada uma causa viral. Nem esta suposição foi provada; ambas permanecem hipóteses. A terminologia diagnóstica AIDS por si não implica causas; meramente indica severa ruptura imunológica e deficiência de um indivíduo. Temos também que ver com clareza as diferenças existentes entre HIV e anticorpo HIV; ambas não são a mesma coisa. Esta disciplina esclarecedora da terminologia é necessária precisamente porque muitos jornalistas da televisão e jornais, assim como muitos cientistas e editores científicos abandonaram o rigor de sua terminologia, revisão crítica e pesquisa.
A AIDS permanece um problema principalmente para os indivíduos pertencentes a grupos de risco identificáveis e de comportamento de alto risco passível de prevenção que ao longo do templo depletam e destroem o sistema imunológico. Estes fatores incluem: sexo anal promíscuo e contaminado como a penetração por via anal de objetos e traumas associados com troca de casais e saunas públicas, promiscuidade, uso crônico ou associado de estimulantes sexuais, afrodisíacos, drogas psicoativas, anfetaminas, álcool, antibióticos e outras substâncias que deprimem o sistema imune legais e ilegais e desnutrição. A esta lista devem ser incluídos também a ingestão de medicações venenosas tais como o AZT - um limitador da corrente do DNA - que por si produz os mesmos sintomas devastadores atribuidos à AIDS.
I. O Vírus HIV
A alegação de que o HIV causa a AIDS é uma hipótese que não se apóia em fatos ou evidências e que não se mostrou útil para predizer ou explicar a epidemiologia da AIDS.



A) Os advogados da hipótese do HIV sugerem que o HIV é significativamente diferente de todos os outros vírus e que a presença somente dos anticorpos é suficiente para predizer o futuro desenvolvimento dos sintomas mortais da AIDS. Em todas as outras doenças, no entanto, a presença de anticorpos na ausência de vírus ativos é um claro sinal de que o sistema imune do indivíduo foi exposto ao vírus e que respondeu adequadamente a ele e o venceu. Considera-se assim alguém "imune" ao desenvolvimento da doença ou a futura exposição ao agente infeccioso. Com o HIV, no entanto, somos levados a por de lado esta bem conhecida resposta imunológica e acreditar que a presença somente de anticorpos é sinônimo de sentença de morte.



B) Os advogados de que HIV=AIDS argumentam que o vírus "se esconde" em certas células do corpo e permanece "adormecido" por muitos anos até que em determinado momento algo o desperta para a atividade, após o que os sintomas aparecem. Desta maneira, o HIV é descrito como um tipo de "slow-virus" que produz danos anos após a primeira infecção sem jamais se replicar em quantidades suficientes para ser bioquimicamente significativo ou facilmente observável ( um tipo de vírus "metafísico" que mata sempre, mesmo quando não pode ser visto ou demonstrado). Porém, os "esconderijos" do HIV não foram demonstrados em qualquer nível de significação e esta ausência de demonstração de "esconderijos virais" do HIV é um obstáculo formidável para as teorias de causas virais da doença. A hipótese "slow virus" consequentemente caiu em sérios questionamentos nos anos recentes e a hipótese viral da AIDS sofre similares dificuldades.



C) A hipótese HIV da AIDS não satisfaz os postulados de Koch para a identificação de um patógeno como o agente causal de uma doença particular. Estes postulados adequadamente guiaram pesquisas microbiológicas nos últimos 100 anos. São:



1) O organismo tem que ocorrer em cada caso de doença em quantidades suficientes para causar efeitos patológicos.



2) O organismo não é encontrável em outras doenças; e



3) Após isolamento e multiplicação em cultura, o organismo pode induzir a doença em um hospedeiro inoculado. Não desenvolver sintomas após a inoculação é um sinal de que o organismo não é um o agente ativo da doença.



A hipótese do HIV falha nos itens acima. Há muitos exemplos de pessoas sofrendo de sintomas de AIDS que não apresentam traços do HIV. Mais, há muitas pessoas nas quais foram identificados traços do HIV (vírus ou anticorpos) que permanecem livres dos sintomas por vários anos. Esta dificuldade levou os "Fundamentalistas do HIV" a afirmarem que o HIV é único no mundo viral e que os postulados de Koch não se aplicam ao HIV. Todos os anos aumenta o número de pessoas identificadas como "anticorpo HIV positivas", parcialmente devido à expansão dos programas de testes do HIV e também porque muitos dos previamente identificados como anticorpo positivos permanecem vivos e saudáveis. Muitos viveram mais de 10 anos sem desenvolver os sintomas de AIDS preditos ou outros problemas de saúde. Deste modo, o CCD continuamente redefine e alonga o "período de latência" para o desenvolvimento dos sintomas da AIDS. Para cada ano que passa, o período de latência tem sido alongado em cerca de um ano adicional. Não somente o HIV "esconde-se" no organismo, ele "dorme". Isto é, é claro, uma tentativa acientífica para salvar uma hipótese que falha em acuradamente predizer uma patologia ou epidemia observada.



D) O HIV é um virus de difícil e ineficiente transmissão de um organismo a outro, tanto acidentalmente, por meios sexuais, quanto por injeção deliberada. Muitas tentativas foram feitas para infectar primatas com a doença da AIDS através da injeção direta do HIV - quando assim expostos, os primatas podem desenvolver respostas de anticorpos típicas mas não adoecem e nem morrem. Cerca de 150 chipanzés foram infectados por injeção de HIV pelo National Institute of Health, em um programa que começou há 10 anos atrás e todos estão ainda saudáveis. Ferimentos com agulhas em hospitais onde o pessoal de saúde foi acidentalmente exposto a sangue contaminado com HIV também falharam em demonstrar claramente sintomas de AIDS. Por si, o vírus não "infecta" facilmente e produz somente a bem conhecida resposta de anticorpos mas não os sintomas da AIDS.



E) O HIV não mata pronta ou rapidamente as células sanguíneas do tipo t-helper que atuam como suas hospedeiras. Aparentemente infecta estas células somente com grande dificuldade e uma vez lá instalado vive calma e sossegadamente nestas células durante o período de vida destas, sem proliferar significativamente para outras células ou tecidos. Assim como Duesberg afirma, esta é precisamente a natureza do retrovírus que não mata sua célula hospedeira e leva uma vida bem tranquila no organismo. Nos laboratórios, o HIV crescerá em culturas celulares somente com grande dificuldade. Por contraste, vírus que produzem sintomas mortais proliferam rapidamente, crescem rapidamente em culturas celulares, infectam muitos tipos de células e as matam produzindo assim a sintomatologia aguda. Vírus ativos são espalhados amplamente em tal organismo adoecido pelo vírus e estes não são difíceis de encontrar ou localizar. O HIV não faz nada disso e por esta razão, Duesberg sugere que seja um retrovírus transmitido na época perinatal que tem estado presente em pequena percentagem dos seres humanos por gerações sem nenhuma patologia associada. O HIV foi observado pela primeira vez somente há alguns anos porque a tecnologia para identificar e procurar retrovírus foi desenvolvida em anos recentes. Em poucos casos há evidências de que o HIV pode produzir sintomas semelhantes a gripes suaves dentro de 24 a 48 h após a infecção em novo organismo mas, após isto não há efeitos adicionais no indivíduo.



F) Duesberg aponta o fato de que antes da descoberta dos retrovírus e antes da identificação e proclamação da AIDS como doença infecciosa, pessoas dos grupos de risco morriam com os mesmos sintomas e eram diagnosticadas de modo muito diferente. Antes da AIDS os mesmos sintomas eram diagnosticados como candidíase, tuberculose, pneumonia, sífilis, anemia, demencia, sarcomas e outras doenças ou infecções bem conhecidas dos médicos. Hoje, o diagnóstico de AIDS é realizado quando quaisquer de 25 diferentes sintomas de doenças aparecem em presença de HIV ou anticorpos HIV. Se apresentam sintomas e possuem traços de HIV em seus corpos os médicos dizem que "está com AIDS"; se não são encontrados traços do HIV, são diagnosticados como sofrendo de uma ou mais das 25 doenças originais. Duesberg aponta a incrível potência atribuida a este vírus, HIV, o qual é dito produzir tal ampla variedade de sintomas - e ainda, como discutido acima, estudos laboratoriais do HIV sugerem sua natureza obscura, sua não toxidade e sua difícil transmissibilidade.



G) A hipótese do HIV da AIDS está embasada na teoria viral das doenças. No entanto, historicamente, as teorias virais das doenças geralmente falharam em descobrir cura ou melhoria dos tratamentos. Isto é particularmente verdadeiro para o câncer e outras doenças degenerativas imunológicas. O apoio financeiro para pesquisas de vírus havia declinado abruptamente ao longo dos anos. Mas, a AIDS mudou tudo. O HIV foi trazido ao público, não em um acontecimento científico, mas em uma reunião da imprensa em Washington D.C. Em abril de 1984, Margaret Heckler, então Secretária da Saúde e Serviços Humanos anunciou que "a causa da AIDS havia sido encontrada" e então apresentou o Dr. Robert Gallo, o qual anunciou sua "descoberta do vírus da AIDS" a uma imprensa faminta por estórias. Este evento político eventualmente foi obscurecido pelo fato de que Gallo interpretou mal "sua" descoberta do HIV - de fato, ele havia adquirido suas amostras do HIV emprestadas de seu real descobridor, Luc Montaigner do Instituto Pasteur de Paris. Uma prolongada batalha legal desenvolvida para demonstrar quem iria se assenhoriar dos lucrativos direitos de patente internacionais dos testes de anticorpos de HIV, os chamados testes de AIDS que custam de U$15 a U$50 cada um. Ambos governos, americano e francês, entraram na disputa legal apoiando respectivamente seus cientistas. Mais tarde, em um acordo fora do tribunal, Gallo e Montaigner concordaram em dividir os royalties e uma nova "história oficial da descoberta do HIV" foi escrita e distribuida, pasteurizada de todas referências desagradáveis ao roubo anti-ético de idéias ou da disputa legal. Afortunadamente Gallo foi mais tarde desmascarado e ninguém digno de crédito da comunidade científica apoiou a "história oficial". No entanto, Gallo jamais foi censurado por sua conduta aética e coleciona nomas menções e medalhas quase todos os meses assim como seu laboratório está bem suprido dólares originários de impostos pagos. Em contraste, Duesberg, o maior crítico de toda esta coisa rota, foi censurado e isolado devido a suas críticas assim como extintos os fundos para suas pesquisas. Do modo como centenas de milhões de dólares do tesouro público tem sido destinados aos laboratórios dos pesquisadores do HIV=AIDS e em geralmente ineficazes e contraproducentes programas educacionais de "sexo seguro", não surge nenhum avanço no tratamento ou prevenção da AIDS. A Hipótese HIV da AIDS não produziu benefícios ao público e é um desastre total mas, é um cobiçoso alvo para interesses especiais!
II. Epidemiologia da AIDS
Como mencionado na referência prévia ao livro de Fumento, não há evidência epidemiológica demonstrando uma "epidemia de AIDS" ocorrendo fora dos grupos de risco. Os grupos de alto risco estão certamente sofrendo de muitos sintomas sérios de doenças mas as questões permanecem: São os sintomas e doenças apresentados por estes gruopos resultado da exposição à infecção pelo HIV? Ou são produto de doenças infecciosas bem conhecidas florescendo oportunisticamente em indivíduos cujo comportamento, estilo de vida, desnutrição e medicamentos os enfraqueceram gravemente, tornando-os excepcionalmente vulneráveis e expoliados?



A) Homosexuais e bisexuais de comportamento promíscuo permanecem o maior grupo de risco da síndrome da AIDS. Aqui, pode-se falar de uma subcultura com uma coleção de líquidos corporais compartilhados sofrendo infecções crônicas múltiplas. Epidemias menores de doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo-se sífilis, gonorréia e herpes como também hepatite ocorreram nas comunidades gays dos Estados Unidos. Infecções do intestino, bexiga e sistema urinário relativas a contaminações são comuns (p.ex. a síndrome do intestino do gay - the gay bowel syndrome - gotas, etc). Exposições crônicas tanto a materiais infectados quanto organismos e correspondentemente altas taxas de exposição a medicamentos antibióticos podem ser parte integral do estilo de vida promíscua gay onde dezenas de contatos sexuais podem ocorrer por semana, destruindo a saúde e o funcionamento do sistema imunológico. Mesmo antes da descoberta do HIV e da identificação da AIDS, as saunas públicas, a promiscuidade gay, os quais mais e mais "saiam dos armários", tornaram-se um pesadelo para a saúde pública. Este estilo de vida inclue o concomitante uso de várias drogas depressoras do sistema imune legais e ilegais. Entrevistas com gays e pacientes sintomáticos de AIDS demonstraram o amplo uso de cocaina, anfetaminas, maconha, álcool, estimulantes sexuais, afrodisíacos, designer drugs e nitritos amil e butil frequentemente ingeridos em várias misturas. A partir de todos estes fatores combinados pode-se prontamente perceber no que um sistema imunológico severamente danificado pode resultar. Novamente, esta é uma Acquired Immune Deficiency Syndrome (Síndrome de Imuno Deficiência Adquirida). Particularmente, o sarcoma de Kaposi foi identificado como resultante da exposição ao nitrito, mesmo antes da era da AIDS e foi especificamente ligado ao uso demasiado dos "poppers" - esta droga em particular é um dilatador do esfíncter, permitindo ao indivíduo tolerar a insersão do pênis ou mesmo o punho de outro homem no ânus (técnicas de punho). Estas vigorosas agressões aos homosexuais passivo-receptivos se correlacionam com o esgaçamento dos tecidos retais, mesmo fístulas, tudo levando à destruição das barreiras de proteção contra infecções.



B) Usuários de drogas ilegais cujas condições sociais e estilo de vida incluem doenças frequentes juntamente com desnutrição e a injeção de substâncias estranhas na corrente sanguínea, também correm o risco de depleção do sistema imune. Geralmente as experiências de vida de tais dependentes são as da pobreza e negligência da saúde pessoal e higiene, assim como da injeção de substâncias estranhas na corrente sanguínea diariamente. Ao longo dos anos estes grupos sofrem e declinam imunologicamente. Duesberg adequadamente aponta a ingenuidade incrível dos programas de propaganda da "agulha limpa" que fornecem agulhas estéreis com as quais substâncias imunodepressoras podem ser injetadas na corrente sanguínea. A cocaína, a anfetamina ou heroina que um dependente injeta pode ter sido coletada à mão na Ásia ou América do Sul, pode ser empacotada e processada em barracos sujos, misturada com solo e insetos e do mesmo modo manipulada por dezenas de pessoas possivelmente doentes quando transportadas para os EUA. No entanto, por alguma razão nos é dito que a AIDS será prevenida se estas pessoas simplesmente injetarem esse lixo com uma agulha limpa! Claramente não existe ciência por trás de tais asserções motivadas politicamente. Há bons argumentos para se dar apoio aos dependentes e descriminalizar drogas ilegais mas "combater a infecção pelo HIV" não é uma delas.



C) Indivíduos positivos ao anticorpo HIV podem também sofrer um risco à saúde devido a medicamentos para a AIDS rotineiramente administrada por médicos não críticos à propaganda dos laboratórios de drogas. Há, por exemplo, grandes números de indivíduos HIV anticorpo positivos que por vários anos permanecem livres de sintomas de AIDS ou de qualquer outra doença significativa. Quando tratados com medicamentos tais como o AZT, no entanto, estes pacientes adoecem e morrem devido à uma "doença desgastante". A questão é se eles morrem devido à AIDS induzida pelo vírus ou devido à toxidez do AZT? A história guarda muitos exemplos onde médicos erroneamente atribuiram a micróbios várias doenças que de fato eram produzidas por seus próprios medicamentos. A epidemia japonesa "Smon" terminou abruptamente quando o antidiarréico tóxico clioquinol foi retirado. A "neurosífilis" desapareceu após os médicos pararem de praticar tratamentos tóxicos com arsênico e mercúrio em favor da penicilina quando de legítimos sinais iniciais de sífilis comum. Ambos eram considerados responsabilidade de micróbios, assim como o escorbuto e a pelagra, desaparecidos quando descobertas de deficiências vitamínicas das décadas passadas foram tomadas seriamente pelos médicos comuns. A respeito do AZT, o tratamento favorito da AIDS, este inicialmente foi uma droga quimioterápica experimental banida do tratamento de câncer devido aos efeitos tóxicos colaterais. De fato, o AZT é um finalizador da cadeia de DNA que suprime as funções do sistema imune e produz muitos dos sintomas atribuidos ao HIV! De acordo com Duesberg e seus associados, pacientes tratados com AZT raramente vivem mais que alguns anos. Além disto, os poucos estudos controlados do AZT realizados na Europa demonstram que a droga por si produz sintomas idênticos aos da AIDS e mata pessoas em altas percentagens de modo que ninguém sabe ao certo se milhares de pacientes HIV positivos assintomáticos que tomaram a droga e morreram, morreram devido à uma AIDS induzida ou devido à intoxicação pelo AZT. Muitos jovens e celebridades de Hollywood que foram apresentados em programas de TV pregando "sexo seguro" e "sexo pode matar" e que mais tarde morreram de "AIDS" foram tratados com AZT desde o início, mesmo não apresentando sintomas ou poucos sintomas de má saúde no início de seus programas de ingestão de AZT. Alguns exemplos: Arthur Ashe, o tenista profissional, e Kimberly Bergalis que supostamente contraiu AIDS de seu dentista na Flórida - Bergalis apresentava somente uma leve infecção por fungos ao início de seu programa de AZT. De modo típico, a mídia noticiosa divulgou amplamente os detalhes de suas graduais degenerações e dolorosas mortes que exibiram todos os sintomas clássicos da intoxicação pelo AZT. Enquanto isto, Duesberg e outros críticos do AZT foram rotineiramente censurados nas mídias que asseguravam ao público somente boas coisas sobre o AZT e "os progressos no tratamento da AIDS".



D) Hemofílicos e crianças imuno suprimidas são frequentemente identificadas como "de grupo de risco" de AIDS. Porém, por definição, estes são grupos que já sofrem grandes problemas de saúde. Hemofílicos recebem múltiplas transfusões endovenosas por vários anos, repetidamente expondo-se a produtos sanguíneos como a outros poderosos medicamentos podem ser prescritos. O mesmo acontecendo com crianças imuno suprimidas cujas mães frequentemente são dependentes químicas (viciadas em drogas) e desnutridas. De todos estes indivíduos, somente uma pequena proporção poderiam estar infectados pelo HIV - de fato, a proporção de infectados entre os hemofílicos ou crianças imuno suprimidas nunca foi maior do que a que sempre existiu na população em geral. E mais, nunca foi demonstrado que as infecções pelo HIV ocorrem mais frequentemente entre os doentes hemofílicos agudos ou crianças imuno suprimidas do que entre os não tão agudamente doentes e que se recuperam razoavelmente. Novamente, os problemas de saúde de tais hemofílicos doentes e crianças nunca foram demonstrados como que causados pelo HIV.



E) Geralmente a promiscuidade heterossexual não tem correlação com AIDS e por si, não é fator de risco. Estudos de prostitutas de bordéis do estado de Nevada que não permitem o sexo anal e o uso de drogas demonstram a ausência de infecção pelo HIV ou sintomas semelhantes aos da AIDS. No entanto, prostitutas de rua de grandes cidades como Nova Iorque, frequentemente sofrem danos no sistema imunológico devido não à promiscuidade sexual mas, devido ao uso de drogas, má nutrição e outros fatores relacionados a viver nas ruas. O uso de drogas e a má nutrição associada é também mecanismo de depleção do sistema imunológico entre os grupos cujos "fatores de risco" é frequentemente mau identificado, por falta de informação, como simples "transmissão heterossexual do HIV". Estes grupos incluem as camadas sociais baixas das populações das cidades que fazem alto uso de drogas, estão desnutridas e apresentam outras correlações danosas ao sistema imune. Seria incorreto dizer que raça, fatores étnicos e status de imigração desenvolvem papel no risco de AIDS e do mesmo modo é incorreto que a "transmissão heterossexual do HIV" é o mecanismo pelo qual o sistema imunológico foi danificado. Os "fatores de risco" relacionados a algumas minorias raciais e grupos de imigrantes são os mesmos identificados acima para as maiorias raciais de não imigrantes: comportamento, estilo de vida, dieta e meio ambiente.



F) A "epidemia da AIDS" nos EUA e Europa é fundamentalmente diferente da africana, tendo-se a impressão de duas epidemias completamente não relacionadas entre si. Nos EUA e Europa, principalmente os elementos masculinos são afetados, tanto homossexuais ou dependentes químicos; sendo nenhum outro vírus ou doença sexualmente transmissível são assim tão seletivos. Ao contrário, a AIDS africana apresenta sintomas diferentes dos observados nos EUA e Europa, apresentando um quadro típico há muito observado pelos médicos lá. A AIDS africana aproximadamente aflige tanto homens quanto mulheres. Nos EUA e Europa a epidemia não afeta primariamente os seres mais frágeis da sociedade, crianças e velhos, que normalmente são mais propensos a desenvolverem doenças infecciosas. Ao contrário, o HIV é dito afetar os mais fortes, aqueles adultos jovens entre 20 e 30 anos. Novamente, estas diferenças epidemiológicas sexo seletivas, idade seletivas e geograficamente distorcidas não são características de outras doenças infecciosas.



G) Na África, há pouco dinheiro para medidas de saúde pública e assim o caro teste de anticorpos do HIV ou "teste da AIDS" é raramente realizado. O diagnóstico de "AIDS", tal qual hoje aceito pela Organização Mundial da Saúde e outros organismos de saúde pública é meramente a apresentação de sintomas de várias doenças relacionadas à AIDS. Através deste criativo relacionamento, vastos números populacionais na África são dados como morrendo de AIDS não provada e não documentada. Fatores tradicionais de mortalidade na África que tem sido terríveis por séculos (fome, desnutrição, parasitas, infecções e as amplamente difundidas Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST -) são ignoradas nesta febre para classificar o problema como uma doença causada por um simples vírus: o HIV. A epidemiologia da AIDS na África certamente não nos dá evidências em apoio à hipótese do HIV e de qualquer modo não pode ser usada para fazer qualquer predição significativa sobre a futura saúde de americanos e europeus.



H) Nos EUA, falazes manipulações estatísticas inflacionaram os números de indivíduos infectados pelo HIV e mortes por AIDS. Primeiramente, o CCD precocemente desenvolveu o hábito de classificar os indivíduos HIV positivos de acordo com critérios políticos não científicos. Por exemplo, imigrantes HIV positivos frequentemente não declaram homossexualidade ou uso ilegal de drogas. O uso de drogas é um crime passível de deportação e muitas nações possuem tabus sociais mais severos em relação à homossexualidade. Assim, estes grupos rotineiramente apresentaram menores números de homossexuais e usuários de drogas, inflacionando a categoria "desconhecida". Quando o público em geral começou a associar este fator "desconhecido" para nacionalidades específicas, desenvolveu-se preconceito e devido a razões sociais, grupos inteiros foram reclassificados na categoria de "transmissão heterossexual de HIV". Números revisados foram então liberados pelo CCD, mostrando um surto nos números de "transmissão de HIV através de contato heterossexual". Então, os jornais publicaram "um dramático aumento no número de pessoas infectadas pela AIDS através de transmissão heterossexual" com extrapolações para o ano 2000 sugerindo que toda a humanidade estaria infectada: p. ex.: "todos correm perigo". Somente alguns jornalistas, como Fumento, publicaram as reais razões do "aumento".



I) A definição do que constitui-se a AIDS tem constantemente se expandido, com mais doenças sendo incorporadas à lista a cada ano que passa. Hoje, não somente a tuberculose, a pneumonia, a sífilis, o herpes, a anemia, a demência, o sarcoma de Kaposi e outras doenças há muito conhecidas frequentemente agrupadas sob a bandeira da AIDS mas também, problemas tais como a síndrome da fadiga crônica e infecções por fungos estão sendo redefinidas de forma encaixarem-se na infecção pelo HIV. Estes dois últimos problemas afligem às mulheres em alta proporção e a reclassificação destes em "indicadores da AIDS" inflacionou de forma acientífica a categoria de "risco heterossexual". Quando ocorrem estas reclassificações de doenças pela mágica dos balões de números de "vítimas infectadas da AIDS", sempre sem sólidas evidências epidemiológicas ou provas, a mídia de notícias, é claro, apresentam estes novos números com o drama de sempre e falta de senso crítico.



J) As correlações entre anticorpos anti HIV, HIV ativo e sintomas de doença dos indivíduos acima nos grupos de "alto risco" nunca foram comprovadamente dados como mais do que correlações espúrias, não possuindo características casuais pertinentes. Isto é verdadeiro para todas as "doenças AIDS", erroneamente atribuídas ao HIV. Estas mesmas doenças aparecem na população em geral com ou sem evidências de exposição ao HIV. Além do mais, o anticorpo anti HIV está presente em muitos grandes segmentos da população em geral, sem que isso evidencie qualquer patologia ou doença associada - exceto quando estes indivíduos assintomáticos são assustados pela máquina de propaganda da AIDS e levados a medicarem-se com o AZT. Para provar que o HIV é a causa da AIDS e tornar o HIV = AIDS mais do que uma hipótese especulativa, seria necessário mostrar a presença do HIV em pacientes com doenças de AIDS entre os quais suas histórias pessoais não incluam: 1) homossexualismo masculino crônico com abuso de drogas associado e dependência de antibióticos, 2) ingestão massiva ou injeção de drogas legais e ilegais e, 3) uso de medicamentos tóxicos, incluindo-se o AZT. Do mesmo modo, deveria-se ter que demonstrar que o HIV não estaria presente em grupos de indivíduos saudáveis e assintomáticos. A despeito dos milhões gastos com pesquisas da AIDS, este estudo jamais foi realizado. Os argumentos de Duesberg encontraram somente ouvidos surdos e teimosamente arrogantes em sua maioria. E mais, sem fundos, nem Duesberg e nem seus colegas podem assumir por si mesmos tal estudo controlado. Os fundos para financiamento de pesquisas fluem hoje somente em direção dos Fundamentalistas do HIV.
III. A Política da AIDS



A) Os advogados dos programas de distribuição de camisinhas não possuem evidências científicas dignas de crédito para apoias os objetivos estabelecidos pela sua engenharia social. Estudos sobre a segurança e eficácia das camisinhas primeiramente sugerem a inaptidão das mesmas para impedir a passagem de partículas do tamanho dos vírus. Isto é particularmente verdadeiro para aquelas de paredes mais finas. Além disto, a taxa de defeitos das camisinhas é uma preocupação maior não questionada nesses programas. Camisinhas mais espessas resistem melhor a rompimentos mas, as mais finas são mais procuradas por proporcionarem maior sensibilidade durante a relação. No entanto, as variedades mais finas tendem a se romper com mais facilidade e todas elas diminuem o prazer sexual. As consequências deste fato são: há bastante risco assumido quando se usa camisinhas que podem perturbar a excitação do homem, causando perda temporária de ereção e a camisinha pode se desprender ou romper. A eficácia das camisinhas não é assim tão boa nem mesmo com propósitos de contrôle de natalidade - situando-se em seguida ao método rítmico simples e do coito interrompido, sendo frequentemente citados como método utilizado por mulheres entrevistadas em clínicas de aborto.
Dada a ausência de evidência ligando o HIV com a AIDS e o desempenho geralmente pobre das camisinhas levanta-se a questão dos motivos da propaganda das camisinhas. Dois elementos vêm à mente: primeiramente, as camisinhas definitivamente afastam da mulher o contrôle das práticas de contrôle de natalidade e assim naturalmente mais fadadas a funcionarem tais como a pílula e o diafragma - portanto, dada a extensão em que reduzem a praticabilidade de métodos melhores de controle de natalidade, tendem a aumentar as gravidezes indesejadas. Também parece que a propaganda e distribuição de camisinhas foram concebidas de forma a aumentar a ansiedade por sexo tanto quanto diminuir o prazer. Os ativistas da camisinha raramente citam a redução do prazer sexual associada e geralmente as distribuem como parte de histéricos programas educacionais de "sexo seguro" cujos ativistas com os quais entrei em contato demonstraram um arrogante desinteresse por quaisquer fatos ou evidências que poderiam conflituar seus avisos aos jovens escolares de que "sexo pode matar".
Fumento mostra uma crescente desconfiança dos adolescentes para com estes "educadores sexuais" - de forma crescente, os jovens estudantes simplesmente não acreditam neles, concluindo (apropriadamente) que tudo que se fala sobre AIDS nas escolas são grandes mentiras concebidas unicamente para amedrontá-los quanto a práticas sexuais. Um fato elucidativo é que antes da AIDS a maioria dos ativistas da camisinha tiveram pouco ou nenhum interesse em assuntos de saúde pública ou aconselhamento de higiene sexual. Do mesmo modo, a grande maioria é totalmente ignorante ou abertamente hostil às descobertas dos críticos da AIDS tais como Peter Duesberg. Na área de São Francisco vemos rotineiramente os maiores extremismos desta mania por camisinhas: cartazes que simultaneamente promovem camisinhas e homosexualismo - homossexuais masculinos de torso nu se beijando ou abraçando e logo abaixo uma curta frase sobre "sexo seguro". Estes "programas educacionais" públicos fartamente financiados com os impostos que pagamos ou doações de empresas farmacêuticas, cuidadosamente evitam qualquer menção a comportamentos de risco para o sistema imunológico ou os efeitos de "poppers" e outras drogas; tendo realisado pouco ou nada para diminuir danos ao sistema imune nos grupos de alto risco. A AIDS está realmente aumentando hoje entre os jovens homosexuais nas grandes cidades dos EUA. Em paralelo a isto, observamos também um aumento de gravides indesejada entre adolescentes, ao passo que a educação sexual e higiene estão sendo trocadas pela propaganda sexo negativa dos marqueteiros da camisinha.



B) No começo dos anos 90, a Burroughs-Welcome Pharmaceutical, a fabricante do AZT, foi duramente criticada por causa do AZT. Novos estudos demonstraram ausência de benefícios para os usuários da droga e efeitos negativos à saúde documentados. A Burroughs-Welcome então propos diminuição das dosagens - A crítica de Duesberg à esta proposta foi de que, com menos veneno, os pacientes levariam um pouco mais de tempo para morrerem. De modo geral, a resposta do sistema oficial da AIDS a Duesberg e outros críticos da AIDS podem ser resumidos no texto a seguir que é claramente típico em termos do modo como a Grande Ciência trata as vozes dissidentes:
Dissidência na Conferência da AIDS de Berlin
A despeito de mais de 6000 apresentações, nada de útil surgiu na IX Conferência Internacional sobre AIDS (Berlin, 7 a 11 de junho de 1993). O ambiente geral era o do desespero e confusão).
Esperanças que se direcionaram para a vacina experimental de Jonas Salk, para ser aplicada naqueles já "infectados" com HIV foram pulverizadas quando esta apresentação mostrou que a vacina não fez nada produtivo. (o escritor médico da Newsday, Laurie Garret, notou que de 9000 pessoas presentes à conferência da AIDS ouvindo Jonas Salk, algumas "tinham telefones celulares e ligavam para seus corretores de ações em Wall Street diretamente do salão")
Algum drama foi apresentado pelos frenéticos esforços da Wellcome Pharmaceutical com seu "controle de danos" seguindo-se aos rastros da Triagem Concorde (que mostrava que o AZT não ajudou aos pacientes). A Wellcome patrocinou a cobertura por satélite do simpósio, serviu almoço gratuitamente e publicou anúncios sem avalistas. Os pesquisadores da Concorde firmaram-se em seus achados de que o AZT não traz benefícios para os indivíduos HIV positivos assintomáticos - e as ações da Wellcome continuaram a cair.
De certa forma, Berlin foi um furo. Pela primeira vez em uma conferência internacional sobre a AIDS houve presença de dissidentes que vieram a Berlin a partir da América do Norte e do Sul, da África, da Índia e da maioria dos países europeus. Foi apresentado durante a semana da conferência, a versão em inglês do filme de Fritz Poppemberg, "Os Rebeldes da AIDS". Críticos da AIDS permaneceram às portas do centro de conferências com bandeiras e panfletos denunciando a "mentira da AIDS" e o "mata ratos AZT". No canal de TV aberta de Berlin, foram ao ar 9 horas programas de críticas à AIDS, produzidos por Peter Schmidt e Kawi Schneider. Por um dia, os críticos da AIDS tiveram assento no próprio Centro Internacional de Conferências.
Na primeira conferência da imprensa (6 de junho), os jornalistas questionaram os organizadores da conferência por que não foram representadas as vozes alternativas - por exemplo, Peter Duesberg. Habermehl disse que Duesberg não havia apresentado um resumo e que as vozes alternativas estavam representadas pela ACT UP (um grupo ativista homossexual). Os jornalistas não se satisfizeram e mostraram que a conferência havia emitido convites de apresentação para os membros da ACT UP, Project Inform e ao desacreditado especialista em AIDS, Robert Gallo.
Ainda no dia 6 a ACT UP realizou uma conferência para imprensa de pouca aceitação. A maioria dos 300 membros da ACT UP teve seus ingressos de 950 marcos (U$600) paga pelos organizadores. Muitos haviam viajado para Berlin e se hospedado em hotéis com piscina com todas as despesas pagas pela Wellcome. Um representante da ACT UP de Londres admitiu que seu grupo havia recebido 50.000 libras (U$75000) da Wellcome.
No mesmo dia, um programa de TV atacou os "Duesbergianos". Um representante da organização líder da AIDS, a Deutsche AIDS-Hilfe, disse que ninguém deveria dar ouvidos aos critícos da AIDS e apresentou um engenhoso panfleto de 30 páginas, "É tudo mentira? Argumentos aos críticos da AIDS". Finalmente, a narradora referiu-se aos críticos da AIDS como "ovos podres" e a câmara fez um close em um ovo quebrado.
Em conferência da imprensa no dia 7, representantes da Organização Mundial da Saúde e do Banco Mundial discutiram vastas quantias alocadas para a "prevenção da AIDS". Por exemplo, U$250 milhões foram emprestados ao Brasil de modo que a população possa ser informada sobre camisinhas e "agulhas seguras".
Em conferência para a imprensa no dia 8, Joan Shenton, da Meditel Productions of London perguntou: Não está na hora de se reavaliar a ortodoxia básica da AIDS, incluindo-se o alegado aumento heterosexual? Martin Delaney do Project Inform, um grupo da Califórnia fundado pela Wellcome e outros interesses farmacêuticos, raivosamente confrontou Shenton apertando-a pelo pulso. Delaney, que não é um cientista, foi um dos oradores apresentados. Bobert Laarhoven, um representante da Dutch Foundation for Laarhoven, um representante da Dutch Foundation for Alternative AIDS Research (SAA0) e um jornalista da revista holandesa CARE, perguntaram a Habermehl se o convite a Robert Gallo foi emitido antes ou após ter sido ele julgado culpado por "má conduta científica". Habermehl recusou-se a responder; Gallo ficou raivoso e gritou para um repórter, "Não me amole!"
No começo da noite de quarta feira, dia 9, Robert Laarhoven apresentou uma mesa de literatura com re-impressões do "Repensando a AIDS". Durante toda a tarde sua mesa foi um ponto de reunião dos críticos da AIDS. Eu havia esperado hostilidade, mais foi simplesmente o contrário - as pessoas estavam vivamente interessadas em ouvir nossas idéias.
Na quinta feira, dia 10, o Império da AIDS veio à carga. Robert Laarhoven foi abordado por representantes da conferência, polícia e um membro do contrôle de fronteiras. Seu passe de imprensa foi confiscado e ameaçado de deportação da Alemanha por haver cometido "violação criminosa da fronteira" - colocado cópias do Repensando a AIDS sobre uma mesa não autorizada. Muitos outros grupos haviam colocado literatura sobre mesas na mesma área mas, os responsáveis pela conferência não se importavam com eles. Anteriormente nesta semana a SAAO havia solicitado permissão para colocar o Repensando a AIDS na área de informativos à imprensa; tendo sido negada permissão.
Em frente ao ICC, Christian Joswig e Peter Schmidt foram atacados por várias dezenas de membros da ACT UP que destruiram cartazes, queimaram panfletos e tentaram destruir equipamentos e câmaras. Responsáveis pela conferência testemunharam estes fatos e então ordenaram às vítimas que permanecessem no mínimo a 100 metros do ICC.
Ainda no dia 10, 100 membros do ACT UP destruiram um estande pertencente ao AIDS - Information Switzerland. Cantaram obcenidades, destruiram painéis, estantes e cadeiras, rasgaram literatura e cubriram os restos do estande com 30 rolos de papel higiênico. O pecado do grupo suiço foi criticar as camisinhas.
Na conferência de imprensa final, na sexta, dia 11, uma dezena de pessoas da mídia distribuiram o texto "Ofensas Contra a Livre Expressão". Eu perguntei a Habermehl se ele iria pedir desculpas pelas ofensas contra a livre expressão pelas quais ele era pessoalmente responsável e se ele iria condenar a ACT UP por seus violentos ataques contra os direitos de outros. Ele disse que não. O moderador recusou-se a permitir que outros conhecidos críticos da AIDS, como Joan Shenton, falassem.
Se futuras conferências sobre a AIDS quiserem chamar a si próprias de "espetáculos comerciais", deixe-as. Porém, se proclamarem quaisquer afinidades com a ciência, deveriam demonstrar mais respeito para a livre expressão da indagação.
(John Lauritsen, Rethinking AIDS Newsletter, 1(7):2, July 1993)
Duesberg e aqueles que o apóiam, somando hoje algumas centenas, tipicamente foram banidos de conferências oficiais e simpósios sobre a AIDS, particularmente nos EUA. Os principais jornais científicos tais como Science e Nature tem publicado estudos seriamente capengas tentando demonstrar que drogas ilegais não causadoras de AIDS, ao lado de condenações a Duesberg e outros críticos da AIDS. Os editores destes jornais tem frequentemente se recusado a publicar críticas aos estudos que mostram onde falharam e do mesmo modo recusam-se a permitir defezas contra ataques pessoais praticados. (The 11 March 19993 Commentary in Nature, by Ascher, et al., "Does Drug Use Cause AIDS?", e e Editorial de 16 de abril de 1993 da Science são casos em vista - ambos seriamente capengas atacaram Duesberg nominalmente e não foi permitida crítica ou defesa). É a Grande Ciência trabalhando em diabólico conluio com a Grande Medicina, o Grande Governo e a Grande Mídia. Alguns fundamentalistas do HIV foram mesmo convidados ao silêncio pelos críticos da AIDS em pontos onde estavam confundindo o público e causando mortes por induzí-los à medicarem-se com o AZT, vacinas HIV e programas de sexo seguro. Enquanto estes mesmos encontros de conferências e jornais de pesquisa convidarem grupos ativistas homosexuais e darem publicidade para o desacreditado Gallo e outros milionários do HIV/AZT, Duesberg e os críticos da AIDS estão proibidos de terem acesso ao pódio, ameaçados ou fisicamente atacados.
Afortunadamente, há uma crescente compreensão pública da atmosfera de circo, de pseudo ciência e interesses mascarados trabalhando por trás da hipótese do HIV na AIDS, assim como o público está mais educado e cético quanto aos novos venenos anunciados por médicos e companias farmacêuticas. Um novo grupo de críticos da AIDS, "Projeto AIDS Internacional" foi formado aparentemente para incriminar legalmente os responsáveis pela Burroughs-Wellcome Pharmaceutical. A alegação é a de que sabiam que o AZT é tanto altamente tóxico e sem efeito contra a AIDS e mesmo assim continuaram a promovê-lo mesmo após milhares de pessoas adoecerem e morrerem devido ao tratamento.
Os fatos acima são testemunho da morte geral da ciência e do jornalismo científico crítico nos EUA. Onde está a mídia noticiosa independente? Onde estão os cientistas independentes e as sociedades científicas? A resposta é que estão todos emocionalmente imobilizados e demasiado incapacitados intelectualmente para efetivamente lidar com este assunto sexualmente inflamado que queima, ou foram comprados, ameaçados ou despedidos de cargos de influência junto ao público. Uma vasta e profunda histeria antisexual cultural a maioria das pessoas em relação ao assunto AIDS - simplesmente tagarelam como papagaios o que se vê na TV e jornais. Uma quadrilha de zeladores sexuais ruidosos agora domina a discussão. Suas agendas políticas foram publicadas e muitas vezes tornadas lei. Quase todos, desde os conservadores de direita aos radicais de esquerda, tornaram-se descerebrados apoios de uma lavagem cerebral pública anti heterosexual. Mais, há um estreito conluio de interesses monetários controlando academias, a medicina, a política e a imprensa. Dissidentes da "Verdade Oficial" de que o "HIV causa a AIDS" tem sido efetivamente silenciados. Este conluio de fatores emocionais e econômicos devotadamente impede uma discussão pública e debate do assunto.
A Grande Mentira da "epidemia heterossexual da AIDS" satisfaz os mais profundos medos e ódios da gratificação genital do homem comum. O componente emocional é o único fator que explica como e porque esta desastrosa mentira tornou-se uma nova Verdade Oficial, por que questioná-la publicamente é arriscar-se ao isolamento ou ao ataque dos "crentes" - e por que a mitologia trabalhou de modo a reforçar os maior medo do prazer e aspectos sensórios das relações humanas e contato social. A "AIDS" foi a decepcionante resposta da praga emocional a uma caótica e negada revolução sexual, assim como tem sido a decepção mais efetiva do carinho em proporções globais.
Não há prova científica válida ou mesmo evidência sugestiva a apoiar o tremendo investimento com dinheiro dos impostos que pagamos na hipótese de que o HIV causa a AIDS. Com diz Duesberg, a hipótese do HIV não é apoiada pela ciência mas mantida pelo grande poder econômico da indústria farmacêutica, pelas táticas duras de grupos com claras agendas políticas e por muita ciência de má qualidade, frequentemente por aqueles que lucram com o caso. A campanha para informar ao público que "o HIV causa a AIDS" e "todos correm risco de pegar AIDS" é claramente uma Grande Mentira e deveria ser abertamente exposta e desmascarada em todos os níveis possíveis.
Vários anos atrás foi fundado o Grupo de Reavaliação Científica da Hipótese HIV-AIDS como resultado de um esforço para a publicação da carta a seguir em vários jornais científicos proeminentes. A carta hoje tem mais de 500 assinaturas, pelo menos metade delas de Ph. Ds, M.Ds. etc). Para lembrar, a carta ainda não foi publicada em tais jornais:
"É amplamente aceito pelo público em geral que um retrovírus chamado HIV causa um grupo de doenças chamado AIDS. Muitos cientista biomédicos agora questionam esta hipótese. Nós propomos que uma completa reavaliação das evidências existentes em favor e contrárias sejam conduzidas por um adequado grupo independente. Ainda propomos que estudos epidemiológicos críticos sejam planejados e realisados."
Grupo para a Reavaliação Científica da Hipótese HIV/AIDS
7514 Girard Ave., #1-331
La Jolla, CA 92037 USA
810/772-9926 voice, Detroit
619/272-1621 fax, San Diego
PS 1997: Em anos mais recentes, foram realizados estudos científicos controlados sobre os "testes de AIDS" Western Blot e o Elisa, demonstrando altas taxas de resultados falso positivos tanto em pessoas sadias quanto doentes que haviam sofrido prévio stress imunológico de vários tipos. Os "testes de AIDS" que supostamente são "testes de anticorpos anti HIV", de fato fazem reação cruzada com anticorpos de um hospedeiro de outras doenças e materiais estranhos no plasma sanguíneo tais como cachumba, difteria, tuberculose, malária, verrugas venéreas e aproximadamente 50 outras condições produzirão anticorpos que podem gerar um "positivo" em tais "testes de AIDS". Algumas pessoas são dadas como "positivas" e alguns meses depois "negativam". Ou ainda alguém é positivo em um laboratório e a mesma amostra de sangue é negativa em outro. Mesmo episódios de gripes e antibióticos que alguém tome podem gerar resultados falso-positivos, assim como proteínas estranhas no sangue, o que ocorre em transfusões sanguíneas ou injeção de drogas. O papel do HIV no aparecimento de sintomas de doenças, assim como do aparecimento de reações positivas nos "testes de AIDS" Western Blot e Elisa permanece desconhecido, assim como a aceitabilidade pela medicina oficial, constitue um método totalmente não científico e anti-ético de proporcionar um "diagnóstico". O melhor conselho é ficar longe dos chamados "testes da AIDS" e também longe de qualquer médico que os defenda.
Mais ainda, evidências críticas adicionais vieram à luz sugerindo que o vírus HIV por si não foi completamente demonstrado de forma científica de modo a justificar sua existência, em oposição a vários artefatos celulares e partículas semelhantes a vírus que tipicamente habitam as células e o plasma sanguíneo de pessoas imunológicamente estressadas, como de muita gente saudável também. Estes novos estudos ainda provam que a AIDS não é um distúrbio infeccioso e não tem relação casual com o vírus HIV.
Se você ou uma pessoa recebeu um resultado "positivo", certifique-se que a única afirmação científica válida que pode ser feita sobre o Elisa e o Western Blot (ou kits de testes caseiros de AIDS) é a de que o indivíduo foi submetido a algum tipo de estresse imunológico, tanto no presente quanto no passado recente. Os "testes" não dizem nada concreto ou objetivo sobre a presença ou não do HIV. Por esta e outras razões, mais e mais cientistas e leigos estão questionando toda a estrutura da teoria do HIV/AIDS e os malversados bilhões de dólares de impostos que pagamos empregados em campanhas de medo, experiências de engenharia social que nossos governantes e autoridades médicas desenvolvem.
Retirado do site http://www.culturabrasil.pro.br/hiv1.htm

Uma entrevista feita por Ian Young, com Michael Ellner e Bud Weiss da HEAL (New York)
“ Pessoas que vem para os encontros da HEAL, percebem que suas jornadas são muito diferentes “



Bud Weiss
Na virada do Milênio , a administração médica tradicional assemelha-se cada vez mais às nações comunistas nos seus últimos anos , ou aos dinossauros nos dias anteriores à queda do cometa . O estabelecimento médico tornou-se um monstro , uma besta desajeitada cujo custo está subindo por causa de sua ineficácia . Não obstante , é uma besta com milhões de parasitas ; para se ter uma idéia , um sistema como esse usado na administração da AIDS cria uma infinidade de empregos ( em torno de 18 milhões só , nos EUA). Ao mesmo tempo , no início do século vinte e um a medicina está lutando para emergir , na pratica e na política .
De todas as técnicas atuais , uma da mais fascinantes é a hipnoterapia que surgiu com Anton Mesmer no Século XVIII. Agora , como os hipnoterapistas estão aplicando seus conhecimentos não-ortodoxos na crise da AIDS , algumas de suas intrigantes idéias estão sendo confirmadas por uma ciência relativamente nova chamada de psiconeuroimunologia.
O hipnoterapista profissional , Michael Ellner é o Presidente da HEAL ( Educação de Saúde Ligada à AIDS ) na cidade de Nova Iorque. Ele tem trabalhado com pessoas afetadas pela AIDS desde os meados dos anos oitenta. Bud Weiss, também da HEAL, é um assistente social psiquiátrico com boa experiência em teatro . Eu conversei com eles em Manhattan, logo depois de assistir uma reunião da HEAL no bairro de Greenwich Village, que foi encerrada com "relatos de melhoras " obtidos através da hipnose . Michael começou a reunião falando sobre as origens da HEAL na época em que a organização auxiliava as pessoas com AIDS com o fornecimento de refeições balanceadas e nutritivas.
Michael Ellner: " A HEAL foi criada por Jim Fouratt, Gene Fedorko e vários outros amigos . Naquele tempo , ninguém sabia o que era a AIDS ; havia muita superstição e medo . Vários colegas tiveram GRID ( um dos nomes iniciais da AIDS ) diagnosticada e estavam vendo a si próprios como sobreviventes de longo prazo e vinham às reuniões da HEAL para falar sobre os recursos que usavam para manterem-se vivos . Foi a primeira vez que eu havia ouvido falar sobre os sobreviventes. Isto despertou meu interesse e eu comecei a falar com vários deles e a procurar outras pessoas que pudessem ajudar . Como um hipnoterapeuta, eu estava muito interessado em trabalhar com uma doença catastrófica como era o caso da AIDS , naqueles primeiros tempos . Assim , eu quis estudar estes sujeitos . Eu pensei, “ Há algo de especial com eles ”. Eu tinha trabalhado com Michael Chekhov, do Acting Estúdio , onde um dos sujeitos havia morrido de AIDS . Foi uma experiência horrível . Ele morreu muito isolado porque não queria que a família dele soubesse que era gay . Isto me perturbou muito . Então , fui para o hospital para ver o sujeito ."
Michael compartilhava a versão pessoal dele da fantasia de Svengali, que logo se transformou em Horizonte Perdido: " Ele era um sujeito realmente deslumbrante . Ele seria um ator famoso e eu seria o hipnotista dele. Ele estava morrendo nesse período . Parecia que tinha noventa anos . Era o tipo de situação onde você diz a si mesmo : Se houver qualquer forma de ajudá-lo eu gostaria de encontrá-la. Pensei que poderia ajudar as pessoas a meditar e usar a visualização (uma forma comprovada de cura ). Talvez eu pudesse ensinar as pessoas a usarem a auto-hipnose. Assim , eu fui para todos os lugares onde houvessem grupos de pessoas com AIDS , começando com a GMHC. Quando eu examinei o material deles e escutei o que tinham para dizer , comecei a pensar que o que eles faziam era mais prejudicial do que bom . Eu ouvi coisas terríveis ! "
Ian Young: "Foi por isto que eles ficaram contra o que você tinha aprendido em hipnoterapia? "
Michael: " Sim . Totalmente contra . As pessoas eram encorajadas a acreditar que a sua doença era terminal . Isto os conduzia a um comportamento mais despreocupado. E os grupos de apoio , em vez de discutirem o que era bom , o que estava funcionando, ficavam obcecados por sintomas , o que só dava vantagem para a hipocondria . Há um grande número de pessoas envolvidas com o indivíduo quando ele começa a apresentar sintomas . Mas há uma gama de trabalhos a serem feitos , começando com o Simontons. Milton Erickson foi, talvez , um dos hipnoterapistas mais importantes . Assim , eu fui a vários grupos e nesse trajeto , eu conheci Michael Callen e Michael Hirsch, que estavam começando recentemente a Coalizão de PWA. E Michael Hirsch tinha feito uma palestra no Centro Social Gay & Lésbico sobre como as pessoas não estavam envolvidas com a questão do auxílio . Na época eu lhes disse que vinha tentando oferecer ajuda há mais de seis meses e tudo que eu havia conseguido foi ficar frustrado. Michael Hirsch disse que ninguém por ali pensava na hipnose porque na verdade , você pode estar oferecendo um vodu . Ele comentou que aquelas pessoas tinham medo de tudo e por isso , eles não iriam a um hipnólogo. Foi nessa ocasião que ele me falou da HEAL.
" Em 87, eu comecei a ir às reuniões principais como voluntário . Eles estavam muito ansiosos com a reunião e sobre o que ouviriam à noite . Nós formamos um círculo social onde poderíamos falar e dar informação num ambiente seguro . A idéia das reuniões era a de promover um interrogatório. Minha idéia era que , na medida em que promovêssemos um interrogatório, estaríamos promovendo uma melhora do ego porque isso implicaria em conscientização. Depois de um tempo , eu me tornei o Diretor Executivo do grupo .
"O projeto de alimentação era um segmento separado, provavelmente nosso melhor programa , um programa extraordinário . Foi chamado inicialmente de HEAL Cozinha e depois , acabou saindo fora da HEAL como um projeto de alimentação com vida própria . Eu ficava emocionado de estar associado com estes grupos , que proviam as pessoas com comida conforto , porque isto tem muito valor para a saúde .
Bud Weiss: "E milhares de pessoas morrem todos as anos por causa de desnutrição nos hospitais só porque comem comidas que são feitas nas cozinhas deles.
Ian: Como você se ligou à HEAL?
Bud Weiss: " Como assistente social , eu tinha trabalhado com crianças que sofriam de transtornos de personalidade e com gangues de rua . Trabalhei durante algum tempo em teatro profissional e ensinei psicodrama . Eu estava envolvido com a hipnose como diretor de seminários da Sociedade Milton Erickson. Nessa época conheci Virgínia Satir, uma mulher fantástica e, através dela, me interessei pelo trabalho com o câncer . Eventualmente eu gastei algum tempo com Simontons no Texas, em um projeto baseado no trabalho que utilizava a visualização e que , ao mesmo tempo , reconhecia que a agonia era um meio de vida . Para Simontons, o câncer e doenças denominadas como “ terminais ” eram um modo de controlar o stress da vida . O Simontons tinha feito um estudo com cerca de 140 pacientes terminais . Eles tinham doenças que não poderiam deixá-los viver mais que cinco anos . Assim , eles esperavam estar mortos dentro desse período , mas , ao invés disso, 70% deles estavam vivos e 30% não tinham mais nenhum sinal do câncer . O trabalho deles consistia em curar as pessoas alterando seus sistema de convicções .
A “ doença terminal " é um modo legítimo de se matar alguém . Se o paciente puder ver isso claramente e começar a usar um sistema de visualização onde ele se vê melhorando e voltando à vida comum , contribuindo com a vida , ele pode se recuperar . Esta minha aprendizagem durou um tempo muito longo . Nós vivemos num mundo que nos ensina a impotência diante da vida e assim , deixa-nos fora dela. Se nós tomamos consciência disso e passamos a ter tais coisas de forma clara na nossa cabeça , podemos fazer a diferença no mundo . Os pacientes de câncer com os quais eu estava trabalhando eram as pessoas velhas e que não estavam muito interessadas em continuar a viver . Na verdade , eu estava tendo que ajudar as famílias a deixarem-nas ir embora . Foi nesse momento que surgiu a AIDS . E eu observei o mesmo problema que tinha visto com o câncer ! Eu pensei, “ Menino , aqui vamos nós outra vez !” Eu sabia que alguém estava fazendo algo diferente com os pacientes de AIDS e eu tinha que encontrá-los. Quando eu fui para uma reunião da HEAL, eu pensei, “Achei!”
Ian: "A primeira pessoa com quem eu cruzei e que tinha uma abordagem diferente foi Louise L. Hay, que trabalha com uma ciência de fundo da Mente . Essa ciência está baseada no trabalho de Phineas Quimby que começou como hipnólogo. Depois , através de John Lauritsen, eu descobri Casper Schmidt que era um psicanalista e também fazia hipnoterapia."
Bud Weiss: " Eu estava envolvido com Werner Erhard e Marco . Quando eu trouxe este material para Marco , percebi que ele estava aberto para minhas colocações porque me respeitavam como terapeuta ; e eles tinham vivenciado a cura de tumores em grandes grupos terapêuticos . Mas o problema é que eles tomavam AZT e “estão mortos agora "
Michael: " Eu passei um dia com Larry LeShan, o pai da medicina corpo / mente e apresentei meu material sobre o tratamento para a AIDS a ele , muito cuidadosamente. Ele disse que parecia fazer sentido mas não faria nada sobre aquele assunto porque ele se sentia muito velho para ser dissidente e enfrentar a “ bucha ”."
Ian: " Ele não tinha ouvido falar de Bertrand Russell! "
Michael: " Eu me tornei Presidente da HEAL em 1992 e fiz com que ela tomasse uma nova direção . Uma delas foi a de desafiar a idéia do HIV e assim por diante . Eu sentia que seria um irresponsável se soubesse o que sabíamos e não divulgássemos isso para as pessoas."
Bud Weiss: " Nós falamos para as pessoas sobre desintoxicar o corpo já que isto o ajuda a se libertar de parasitas de uma forma segura e substituir as antimicrotoxinas, antibacterianos , antifungais e antiinflamatórios por substâncias provenientes de ervas como alho , babosas e vitaminas . Recomendávamos o uso de sucos verdes para limpar o sangue .
Michael: Medicina chinesa", medicina de Ayurvedic... "
Bud Weiss: "Herbert Benson, o cabeça do grupo da mente / corpo de Harvard, em seu livro “ Cura Infinita ”, fez uma revisão das pesquisas sobre cura e concluiu que 70% de todas as curas são mentais . Na verdade tratam-se de sistemas de convicções , com atitudes espirituais que funcionam como algo extremamente poderoso . E com a AIDS , até mesmo mais do que com o câncer , você encontra muitas pessoas cujas vidas não fazem o menor sentido . Quando eles recebem um diagnóstico de HIV+, encontram uma condição perfeita . Eu continuo vendo isso durante todo o tempo : agora há algo que faz com que eles se sintam autorizados a se tornarem mártires ".
Ian: "E o sistema da AIDS reforça esse sistema de crenças porque , uma vez que você se torna HIV+, todos os tipos de ajuda chegam até você. Você recebe boas-vindas, comiseração e parece, fica de acordo com a comunidade , ou , pelo menos , com uma determinada comunidade. Você ouve muitas e muitas vezes , aquela frase : “ Eu nunca soube o quanto eu era amado até eu pegar AIDS . "
Bud Weiss: "É um culto de morte que dá sustentação à indústria farmacêutica que , por sua vez , não é toda constituída de pessoas más. Na verdade eles estão fechados numa forma de pensar onde julgam que ajudam as pessoas , cada vez mais pessoas e pessoas pobres a chegarem à morte . Só isso !
Michael: "A América tem um culto à juventude . Na cultura gay observa-se que você não encontra um modelo para as pessoas gays mais velhas. E eu ouvi dúzias e dúzias de pessoas falarem que não havia nada mais patético do que uma bicha velha e sozinha . E as pessoas estavam plenamente de acordo com aquelas imagens de um tipo de pessoa solitária e isolada, um homem velho , sozinho e deprimido. Assim há um preconceito muito forte contra o envelhecimento. Eu comecei a pensar se para algumas pessoas a AIDS não seria uma solução , algo que as ajudasse a evitar os dramas desencadeados por essa condição .
" Quando tudo isso começou, eu não tive nenhum pensamento direto sobre os homossexuais e os não-homossexuais. Eu era uma criança dos anos 60 e estava sexualmente aberto e de bem com a vida . Agora , na medida em que estou fazendo esse trabalho , as pessoas assumem que eu sou um homem gay com AIDS e, assim , eu tive que me confrontar com o que eu sentia e não percebia. Eu sentia vergonha de ser um homossexual ! Só pude perceber isso pelo modo como fui tratado pelas pessoas . Porque até então , eu não tinha a menor noção de como as pessoas nos tratavam. Eu nunca tinha estado sujeito ao ódio dos anti-homossexuais. Eu nunca imaginei que existisse algo assim . Agora , de repente , as pessoas estavam me tratando assim . Eu achei que não estava envergonhado porque alguém pensou que eu era gay , mas , na verdade , eu estava envergonhado pelo jeito com que as pessoas tratavam umas as outras. Quão ameaçadores eles eram. Era até pior se eles pensassem que você tinha AIDS . Até mesmo profissionais de saúde estavam assustados. Ninguém , por mais competência que tenha, pode descrever o sentimento causado pela discriminação ; você só saberá se tiver a oportunidade de experimentar . Ironicamente, por outro lado , as pessoas próximas estavam comentando que eu era a revelação de um tipo de homossexual que odeia homossexuais só porque eu não queria tomar AZT. Nesse sentido , elas achavam que eu queria que todos os homossexuais morressem! Bem , os que tomaram morreram. Eu estou aqui !"
Bud Weiss: "Robert Bly, em seu livro “A Sociedade do Irmão ”, fala sobre a real perda de conexão entre os pais e filhos , e mães e filhas, e entre os avós e netos . E, muito do movimento gay , é uma tentativa de recuperar essa ligação e retomar a dedicação de um indivíduo pelo outro . Mas não há nenhuma cultura para apoiar a re-conexão. E assim , os homossexuais estão tão desiludidos que não estão conseguindo achar um sentido para suas vidas . A fantasia de uma família é outra questão que está envolvida na criação de uma comunidade . Há um desespero porque as coisas não funcionam nesse sentido . Você realmente tenta , você arrisca tudo , você sai do armário , mas , o que você quer e precisa não está disponível . E quando uma doença é apresentada, essa é a escapatória . As paradas gays são tentativas de criar uma comunidade . Durante o Dia do Orgulho Gay , a comunidade é criada instantaneamente e lá encontra-se um sentimento de pertencer a uma família , uma grande família , que se desfaz no dia seguinte ."
Michael: " Eu também comecei a estudar o AZT e me ocorreu que o AZT poderia ser o causador da pneumonia , por pneumocystis. Isso me lembrou da experiência de profilaxia contra a sífilis nas saunas ; ela parecia funcionar porque mascarava os sintomas da sífilis . Assim as pessoas não estavam atentas às suas infecções porque os antibióticos as mascaravam. Eu pensei que algo semelhante poderia estar acontecendo com as pessoas que tomavam Bactrim e AZT. Parecia que os remédios estavam ajudando, mas , na verdade , só estava mascarando um processo de degeneração . Michael Callen acreditou na profilaxia mas não observou que os demais pacientes de seu médico , estavam todos mortos . Assim eu pensei: Ou o tratamento do médico é especial ou o Michael é um desses seres- humanos incomuns que podem tolerar qualquer tipo de tratamento ? Ele odiou isso ."
Quando discutíamos como o poder das convicções pode afetar as pessoas , o Michael falou sobre o papel da " lógica de transe " em hipnose e na sugestão pós-hipnótica.
Michael: " Em demonstrações de hipnose as pessoas comerão uma cebola acreditando ser uma maçã e experimentarão a cebola como uma maçã . Quando você tira as pessoas do transe , em quase todos os casos , elas insistem que não foram hipnotizadas e ficam chocadas ao verem suas ações nos filmes . Um hipnotista fez uma simulação que recebeu o nome de Moontalk ( língua da lua ). Ele hipnotizou três pessoas muito depressa e contou para a primeira delas que ela seria um emissário que tinha vindo da Lua e, portanto , só poderia falar o Moontalk ( linguagem nativa ). O segundo hipnotizado, recebeu a instrução de que ele seria a única pessoa aqui na Terra que poderia interpretar o Moontalk, e ao terceiro indivíduo , foi sugerido que ele seria cético , mas , elegante . Assim a primeira pessoa começa a falar um monte de bobagens numa língua que ninguém conhece. A segunda pessoa traduz elaboradamente o que ouve e a terceira pessoa balança sua cabeça de forma desaprovadora. Depois , quando são questionados sobre como eles poderiam falar Moontalk, dizem que estudaram a língua na escola ou que a aprenderam com suas famílias na lua ou que lá , todo mundo fala Moontalk na televisão . Foi assim que eu comecei a ver exemplos de lógica de transe , que se aplica à AIDS .
"Estas são partes de uma alucinação . E há dois tipos de alucinações : alucinações positivas, onde você vê coisas que não estão lá e as alucinações negativas , mais perigosas, onde você não vê coisas que estão bem à sua frente . E eu notei que para muitas das pessoas para quem eu estava mostrando as evidências ( evidência que o HIV não causa a AIDS , por exemplo ) não podiam ver o que eu estava lhes mostrando. Então foi ai que eu reconheci a lógica do transe . Muitas delas foram hipnotizadas! E as pessoas podem ser muito imaginativas e criativas na sua lógica de transe .
Ian: " Quando você tenta discutir essas informação com as pessoas e elas fazem que não vêem ou fingem que as conclusões que você tirou sobre os fatos , não estão lá , bem na frente delas. Eles haviam sido programadas para não verem estas coisas ? "
Michael: "A resposta mais comum , aparentemente , tem a ver com o New York Times ! Eu pergunto para as pessoas : “ O que levaria você a prestar atenção no que estou dizendo? Então , eles respondem: Se tivesse sido publicado no New York Times . Assim eu comecei a escrever cartas ao Times , chamando a atenção deles para a afirmação falsa de que a AIDS é uma doença sempre fatal . Provavelmente sou tão vulnerável sobre minhas convicções e devo ter sido enganado por eles em muitas outras áreas de minha vida . Há bem pouco tempo tive a sorte de presenciar algo . Eu tive uma sacada . Winston Churchill dizia que era muito comum que as pessoas tropecem muitas vezes nas mesmas verdades . Isso ocorre uma infinidade de vezes durante sua vida , mas , elas continuam seu caminho sem reconhecê-las. No meu caso , eu percebi que estava numa situação onde eu tropeçava na verdade . Eu estava no lugar certo e no momento certo . E eu não podia ignorar o fato porque se o fizesse, perderia todas as chances de fazer algo a respeito disso.
"Casper Schmidt predisse que a AIDS terminaria ao redor de 1997, mas , que a doença estava sendo “remixada” artificialmente e que havia uma grande manipulação rolando por trás de tudo aquilo . Mas você sabe, às vezes uma pessoa diz : Percebi esse negócio e botei os diabos para correr , e agora , eu me encarrego de minha vida e de minha saúde . Eu despedí meu médico e me tornei responsável por mim .' E esse pode ser um elemento perigoso ."
Ian: " Em algum lugar a luz vai brilhar . Poderia brilhar e iluminar a paisagem e assim , você pode passar a ver as coisas pela primeira vez . Então se você ainda está vivo , tudo o que você pode fazer é pegar as coisas que viu."
Michael: "E a hipnose realmente é a arte de virar as coisas , a arte da linguagem ".
Ian: "O que você tem a dizer sobre as pessoas que se recuperam? "
Michael: Há muitas histórias boas. Mas sempre que as pessoas recuperam sua saúde , elas desaparecem. Alguns voltam ocasionalmente . Mas o problema é que , todo mundo em volta delas, fica de sanguessugas sobre elas . Quantas evacuações intestinais você teve naquele dia ? O que você come? Eles acabam desenvolvendo pequenos grupos que não estão de acordo com o doente . Nessa de preocupação , elas atrapalham. Outros recuperam a saúde e voltam para a farra . Eu noto que algumas pessoas que eu admirei por muitos anos , e que se encarregaram de suas vidas , que deixaram de ficar obcecadas com suas células T, que não tiveram nenhum desafio de saúde e que poderiam dizer a você porque o HIV não causa a AIDS , fizeram um teste ELISA, foram sugestionadas e acabaram introduzidas na carga viral , nos inibidores de protease, e deixaram de vir à HEAL. Uma mulher me disse: “é mais fácil de levar o remédio do que ficar brigando com meu médico .”
Bud Weiss: "As pessoas que sofrem a pressão do horror , mobilizam-se para sobreviver . Mas a sobrevivência não é o bastante . É só o primeiro passo . Você tem que sair fora de si e estar interessado na sua comunidade . É por isso que as organizações não funcionam. Elas só estão querendo a sobrevivência , sobreviver sem saber por que ! Elas matarão para sobreviver ."
Michael: " Para mim , uma crise significa um momento realmente decisivo na vida de alguém . Representa uma oportunidade para o engrandecimento. Assim eu comecei a dizer , este não é o ponto de retorno , é um momento decisivo . A HEAL é experimental. Se algo não funcionar, nós mudamos. Eu não quero seguidores . Em todos os outros grupos você vê horas e horas dedicadas à lealdade aos mestres . Para mim , isso é um insulto . Se as pessoas saem por ai dizendo: O Michael falou..., elas não estão entendendo o essencial, para dizer a verdade, não estão entendo nada. Esse tipo de gente eu quero longe , eu posso sair e dizer o que penso por minha própria conta ."
Quando eu deixei o Michael e Bud, pensei numa história que o Michael tinha me contado. Os membros da HEAL estavam compartilhando informação sobre como curar as lesões de KS. Alguns usavam cartilagem de tubarão , alguma vitamina C, preparações de gel de babosa e outros usavam a terapia de urina . Muitos deles punham um band-aid nas suas lesões para proteger as aplicações que haviam feito . Também havia um cara que havia usado um band-aid mas não havia utilizado nenhum medicamento . A lesão dele desapareceu da mesma forma que a dos outros! '. Seria o poder da sugestão , um efeito placebo notório ? Quais são, então, os limites do incrível poder da mente ?
Michael Ellner's book Quantum Focus, on creative healing and states of excellence, is available through HEAL, PO Box 1103, Old Chelsea Station, New York, NY 1103.
Retirado do site http://www.psipoint.com.br/


* AIDS SEM O HIV *
Por: Dr. Robert Root-Bernstein


Casos de AIDS sem a presença do HIV não são novidade . Eles são informados na literatura médica desde o ano de 1986. Esses casos são pesquisados desde 1986 em pessoas não infectadas por longos períodos (6 meses a vários anos ) e utilizam-se os exames ELISA, Western Blot e PCR, para determinar a presença ou ausência do HIV. Os pacientes desenvolveram baixas contagens de células CD4, o Sarcoma de Kaposi, Candidíase disseminada, Tuberculose disseminada, trombocitopenia, e outras infecções oportunistas (Root-Bernstein, 1990, Pers . Biol. Med., 33:480). Também podem ser observados casos que estão, de acordo com a definição de AIDS dada pelo CDC de Atlanta, na literatura médica desde 1872, ou seja, bem antes que as autoridades assumissem que o HIV estava por ai. (Huminer et al., 1987, Rotação . de Inf. Dis., 9:1102).
O número de casos de AIDS sem a presença do HIV é significativo . A partir de 1989, o CDC informou que 5% de todos os casos norte-americanos de AIDS e que tinham sido testados para HIV, apresentaram resultados negativos . Nenhuma estatística sobre o assunto foi informada pelo CDC depois de 1989.
A existência de casos de AIDS sem a presença do HIV é a prova de que esse vírus , se existir , não é a causa da AIDS , ou seja, não pode ser a causa da imunodeficiência adquirida. Podemos até pensar que o HIV tenha algum papel nessa história de AIDS , mas , o HIV não é o agente de imunossupressão primária na AIDS .
Se os agentes imunossupressivos podem causar AIDS em pessoas que não são portadoras de HIV, eles também podem causar a AIDS em pessoas infectadas pelo HIV. Essencialmente todos os pacientes de AIDS são pessoas que sofrem de vários comportamentos de risco para imunossupressão, e que podem atuar simultaneamente. O reconhecimento público dos casos de AIDS sem o HIV, torna insustentável a possibilidade de não considerarmos a idéia de que estes agentes (sejam eles quais forem), são suficientes para causar a AIDS . É improvável que um vírus novo , previamente desconhecido , esteja relacionado aos casos de AIDS sem o HIV. Dada a grande quantidade de trabalhos feitos com o HIV durante os últimos anos , a possibilidade de que um novo vírus linfotrópico relacionado à AIDS tenha sido negligenciado por quase todos os laboratórios do mundo , é nula . Essa é uma hipótese remota . É mais provável que muitos daqueles casos de AIDS livres do HIV sejam devidos a causas desconhecidas de imunossupressão que não foram devidamente consideradas pelos investigadores . *
* O Dr. Robert Root-Bernstein, é um dos cientistas médicos que fazem parte do grupo que propõe uma revisão da hipótese de que o HIV seja a causa da AIDS . Quando este artigo foi escrito , o Dr. Root-Bernstein ainda acreditava que seus colegas cientistas não poderiam ter cometido um erro (inventado) tão grande quando apontaram o vírus HIV como causa da AIDS . Posteriormente , em seu livro , ele começa a mostrar as impossibilidades existentes na afirmação de que o HIV é a causa da AIDS . Há, nessa edição de Psipoint, alguns comentários sobre o livro do Dr. Robert Root-Bernstein.
Fonte : Rethinking AIDS Agosto de 1992

Retirado do site http://www.psipoint.com.br/aids45_aids%20sem%20o%20HIV.htm

* AIDS: A Grande Trapaça *

HIV não causa Aids. HIV não causa nada. Uma declaração cambaleante dado o exagero e aceitação pelo estabelecimento científico e, através deles pelo público, de que o vírus HIV é a única causa da Aids. O HIV é um vírus fraco e não afeta o sistema imunológico. E a Aids não é transmitida sexualmente. Há dois tipos principais de vírus. Usando a analogia do avião, você poderia chamar um destes vírus de "piloto". Ele pode mudar a natureza de uma célula e deixá-la doente. Isto normalmente acontece muito depressa depois que ele a infecta. E então há o vírus "passageiro" que vive fora da célula, entra pra dar uma volta, mas nunca afeta a célula ao ponto de causar doenças.
O HIV é um vírus passageiro!
Então como diabos ele conseguiu o título de vírus mais ameaçador do mundo? A pessoa que anunciou que o HIV causava Aids foi um americano, o Doutor Robert Gallo. Desde então ele tem sido acusado de má-conduta profissional, o seu teste foi exposto como fraudulento, e dois dos executivos do seu laboratório foram considerados culpados de infrações criminais. Dezenas de milhares de pessoas fazem testes para anticorpos de HIV todos os anos e Dr Gallo, que patenteou o seu "teste", ganha royalty por cada um deles. Luc Montagnier, o sócio de Gallo na teoria HIV-causa-Aids, admitiu em 1989: "O HIV não é capaz de causar a destruição do sistema imunológico que é visto em pessoas com Aids". Quase 500 cientistas ao redor mundo concordam com ele. Assim como o Dr. Robert E Wilner, autor do livro "A Decepção Mortal. A Prova de que Sexo e HIV não Causam Aids".
O Dr. Wilner até mesmo injetou o vírus HIV em si mesmo em um programa de televisão na Espanha para apoiar as suas reivindicações. Outros doutores e autores chegaram às mesmas conclusões, entre eles Peter Duesberg PhD e John Yiamouyiannis PhD, no livro deles, "Aids: A Boa Notícia é que o HIV não Causa essa doença. A Notícia Ruim é que "Drogas Recreativas" e Tratamentos Médicos Como o AZT Causam". Este é um título longo, mas resume a situação. Pessoas estão morrendo de Aids por causa dos tratamentos usados para "tratar" a Aids! Isso funciona assim: agora é aceito pelo estabelecimento e pelas pessoas que o HIV causa Aids, o sistema construiu este mito em cima do seu diagnóstico e "tratamento". Você vai para o doutor e lhe dizem que seu teste de HIV deu positivo (positivo somente para os anticorpos do HIV, na verdade eles não fazem o teste para o próprio vírus). por causa da propaganda, muitas pessoas já começam a morrer emocionalmente e mentalmente quando lhes dizem que eles são HIV-positivos. Eles foram condicionados a acreditar que a morte é inevitável.
O medo da morte os leva a aceitar, freqüentemente até exigir, os altamente exagerados "tratamentos" que supostamente vão parar a manifestação da Aids. (Mas eles não vão.) O mais famoso é o AZT, produzido pela organização Wellcome, possuída pelos... espere por isto, Rockefellers, uma das principais famílias manipuladoras na Nova Ordem Mundial (NWO).
O AZT foi desenvolvido como uma droga anti-câncer para ser usada em quimioterapia, mas foi considerado muito tóxico até mesmo para isso! O efeito do AZT no "tratamento" do câncer foi o de matar células - simplesmente isso - não só matar células cancerosas, mas também células saudáveis. A questão seguinte (e isto é aceito até mesmo pelo estabelecimento médico), era: o AZT mataria as células cancerosas antes que tivesse matado tantas células saudáveis que matasse o corpo? Esta é a droga usada para "tratar" o HIV. Qual é o seu efeito?
Ele destrói o sistema imunológico, CAUSANDO assim a Aids. As pessoas estão morrendo do tratamento, não do HIV. Aids é simplesmente o colapso do sistema imunológico para o qual há infinitas causas, nenhuma delas é sexualmente transmissível. Essa é outra trapaça que tem rendido uma fortuna para os fabricantes de preservativos e criado um medo enorme ao redor da expressão de nossa sexualidade e da liberação e expansão de nossa força criativa.
O que tem acontecido desde A Grande Trapaça é que agora qualquer um que morre por causa de uma fraqueza no sistema imunológico é dito ter morrido do abrangente termo, Aids. Isso é até mesmo posto no diagnóstico. Se você é HIV positivo e morre de tuberculose, pneumonia, ou 25 outras doenças não relacionadas, agora conectadas pelos Trapaceiros à "Aids", você é diagnosticado como tendo morrido de Aids. Se você não é HIV positivo e morre de um dessas doenças, você é diagnosticado como tendo morrido dessa doença, não Aids. Isso manipula o quadro diariamente para indicar que só HIV-positivos morrem de Aids.
Isso é uma mentira.
Muitas pessoas que morrem de Aids não são HIV-positivos, e a razão para que o número das mortes causadas pela Aids não tenham subido às nuvens como o predito, é que a grande maioria das pessoas diagnosticadas HIV-positivas nunca desenvolveram Aids. Por que?
Porque o HIV não tem nada a ver com a Aids.
Qualquer coisa que destrói o sistema imunológico causa Aids, e isso inclui as chamadas drogas recreativas. A vasta maioria das mortes nos Estados Unidos envolvem homossexuais, e isto perpetua o mito de que a Aids tem algo a ver com sexo. Mas os homossexuais no EUA estão entre os maiores usuários das drogas que doutores genuínos têm ligado à Aids. Prostitutas que freqüentemente tomam drogas pegam Aids, prostitutas que invariavelmente não tomam drogas não adquirem Aids. A elevação da Aids nos Estados Unidos corresponde perfeitamente com o aumento no uso de drogas - a maioria das quais são disponibilizadas às pessoas nas ruas através de elementos dentro do Governo dos EUA, incluindo Bill Clinton e George Bush. Na África, o colapso do sistema imunológico, agora conhecido como Aids, é causado por falta de boa comida, de água limpa e pelos efeitos gerais da pobreza. Hemofílicos não morrem por causa de sangue infectado com HIV, eles morrem, da mesma forma que eles faziam antes da fraude Aids, de um erro no próprio sistema imunológico deles. O sistema imunológico deles ataca proteínas externas no sangue infundido, e em raras ocasiões ele pode ficar confuso durante esse processo e atacar a si mesmo. O sistema imunológico deles, em efeito, comete suicídio. O HIV é irrelevante pra isso. Contudo quantas pessoas que hoje foram diagnosticadas HIV-positivas estão tendo as suas vidas destruídas pelo medo de que os sintomas da Aids começarão a qualquer momento?
A indústria da Aids vale agora bilhões de libras por ano e faz uma fortuna inimaginável para a indústria de drogas controlada pelos Rockefellers e pelo resto da Elite Global.

O AZT, “medicamento nunca antes ministrado
a pessoas”1 está sendo amplamente
usado no tratamento da AIDS. Esta prática baseia-
se em centenas de estudos que indicam
que o medicamento aumenta o nível das células
T4, diminui a ação do HIV e retarda o
aparecimento das doenças relacionadas à
AIDS em portadores do HIV, prolongando assim
as suas vidas.2 O uso do AZT, quer como
terapia quer como profilaxia (“intervenção
precoce”), é receitado pelo resto da vida.
A pesquisa Concorde rejeita o AZT
e a contagem das células T4
A pesquisa Concorde3 significou uma
grande derrota para o AZT.O estudo, de proporções
(1749 testados) e duração (mais de
3 anos) sem precedentes, concluiu que o
AZT não prolonga a vida dos portadores do
HIV. Confirmou, também, estudos anteriores
indicando que o medicamento eleva muito
pouco a contagem de células T4 e por curto
período, sem provocar melhora no estado
clínico do paciente. Assim sendo, a pesquisa
Concorde levou à decisão de rejeitar a contagem
de células T4 como indicador do sucesso
do tratamento ou do estado clínico. Essa
rejeição foi confirmada por outras pesquisas,
de forma explicita4 a 8 ou não intencional.9
Ironicamente, os dados do Concorde
eram similares aos dados de testes rápidos
anteriores, que resultaram em relatórios favoráveis
ao AZT.O que fez do Concorde um estudo
diferente foi, não só o longo tempo de
duração, mas também os critérios – ou metas
– utilizados para avaliar o AZT: aparecimento
de sintomas de AIDS e morte. Os estudos anteriores
analisaram os pacientes apenas durante
poucos meses e basearam sua avaliação
no efeito do AZT sobre a contagem das células
T4. Quando os autores do Concorde reanalizaram
seus dados, utilizando a contagem
de células T4 como critério – em vez de condições
clínicas – e um curto período de observação
(característico dos estudos anteriores),
eles também se “decidiram” a favor do
uso do AZT. Concluíram que o AZT produz
um aumento temporário na contagem das
células T4, porém nenhum benefício clínico
de longa duração (maior sobrevida ou menos
sintomas).
As lições do estudo Concorde não foram
levadas em consideração. O AZT continua a
ser a base do tratamento da AIDS e os critérios
clínicos continuam ofuscados por substitutos
não clínicos. Ainda agora em julho,
Volberding, em artigo na Nature Medicine,
exigiu terapias baseadas somente nos níveis
de HIV “independentemente... do estado clínico.”
(Uma excelente crítica dos critérios
não clínicos da pesquisa da AIDS está na edição
de 1 de outubro dos Annals of Internal
Medicine, p. 605).
Leia os reconhecimentos
A pesquisa Concorde foi financiada, em
parte, pelo fabricante do AZT, o laboratório
Glaxo-Wellcome (antiga Burroughs-Wellcome
até ser incorporada à Glaxo). Isto torna o
Concorde excepcional. Quase todas as outras
grandes pesquisas (controladas e randomizadas)
que apresentaram conclusões dúvidosas
ou decididamente negativas quanto à
eficácia terapêutica ou profilática do AZT,
4 a 8, 10 a 19 foram financiadas por outras fon-mas.


* Porque os medicamentos antiviróticos
não podem curar a AIDS *



Tim Hand, Ph. D.*
“A infecção pelo HIV por sí só não parece oferecer risco,
a menos que seja tratada com antiviróticos.”
Fonte: Reapprasing AIDS, vol. 4 nº 9 setembro de 1996, Le Jolla, CA, EUA.
* Tim Hand é professor adjunto da Universidade Oglethorpe em Atlanta, EUA, onde leciona farmacologia comportamental, neurociência e endocrinologia.
Há pelo menos 12 anos ele é um “soropositivo saudável.”Atualmente ele está escrevendo um manual com o título “Drugs, The
Brain, and Behavior.” (Drogas, a mente e o comportamento).
TIM HAND 7/29/04 4:58 PM Page 1
tes e não pela Wellcome. Isso também foi o
caso em outros estudos, mostrando que o
AZT é imunosupressivo,20, 21 não tem capacidade
de reduzir os níveis de HIV de forma duradoura
22 a 24 e que possui propriedades farmacocinéticas
que descartam a possibilidade
de que possa ter o efeito desejado nos soropositivos.
25 a 27
Ausência de benefício clínico é uma coisa:
dano real é bem outra. Estudos independentes
comprovaram que no caso de soropositivos
sem sintomas de AIDS (que recebem
AZT como profilático contra a AIDS), o AZT
acelera o declínio clínico4, 10, 11, 12, 17, 19 e
piora a qualidade de vida,6 às vezes provocando
a morte antes mesmo de aparecer
qualquer manifestação da AIDS.10, 28 A população
de hemofílicos, que (apesar de soropositivos)
gozava de sobrevida recorde antes
que a profilaxia da AIDS fosse introduzida, viu
essa tendência reverter-se depois de 1987.29
Portanto, a sobrevivência mais longa observada
nos aidéticos durante os últimos anos está
ocorrendo apesar do AZT, não por sua causa.
Após a divulgação da pesquisa Concorde
e posteriores confirmações, seria de se esperar
um dramático afastamento do AZT, tanto
como foco das pesquisas (devido ao rigor
científico) como na prática médica (devido
ao Juramento Hipocrático). Seria até mesmo
de se esperar uma melhora na qualidade das
pesquisas e relutância em lançar medicamentos
prematuramente no mercado.
Em vez disso, o Glaxo-Wellcome continua
a promover o AZT com estudos enganosos
que banalizam a toxicidade. O Grupo
Europeu-Australiano de Colaboração,31 por
exemplo, afirma que o AZT beneficia soropositivos
saudáveis e que “efeitos colaterais clínicos
ou hematológicos são raros.” Apoiado
pela Fundação Wellcome, esse estudo contém
alguns dos erros técnicos e estatísticas
mais incríveis que podem ser encontrados
na literatura médica. Esse amontoado de asneiras
foi denunciado em uma série de cartas
hostis dirigidas ao editor do New England
Journal of Medicine (329:1895 e 330:1758).
Na maioria dos campos da ciência, e mesmo
na medicina, um estudo tão falho jamais teria
passado pelo crivo de uma revisão científica
competente.
Mulheres e crianças primeiro
O laboratório Glaxo-Wellcome não só está
mantendo o seu mercado consumidor do
AZT com estudos enganosos, como também
procura expandi-lo penetrando nas maternidades.
Connor e outros,32 com apoio da
Wellcome, relataram que ao ministrar AZT a
gestantes e recém-nascidos (nascidos há poucas
horas) diminuem as chances de transmissão
do HIV para o feto.Editoriais Orwellianos,
na mesma edição do New England Journal
of Medicine (331:1223), apelam para “um
grande esforço a fim de persuadir as mulheres
a fazerem o teste do HIV e a convencer as
soropositivas a tomarem AZT.”
A possibilidade de a citotoxina prejudicar
os fetos não foi abordada. Os dissidentes
foram poucos, tímidos e anônimos.33 Como a
maioria dos agentes quimioterapêuticos atinge
tecidos cuja divisão celular é muito rapida,
são geralmente classificados como “teratogênicos”,
i.é, substâncias que causam danos ao
feto quando consumidos pela gestante (quimioterápicos
são geralmente classificados como
teratogênicos no Physician’s Desk
Reference). Sendo o AZT originalmente criado
como medicação anti-cancerígena – devido
à sua capacidade de interferir com células
humanas de crescimento rápido – a pressa
com que querem ministrá-lo a gestantes é
alarmante. Os médicos estão tão concentrados
na utilização do AZT para impedir a transmissão
vertical (de mãe para feto) do HIV,que
esquecem a teratogenicidade do AZT e até a
teratogenicidade da cocaína,34 freqüentemente
consumida por essas mulheres.
As gestantes, geralmente, são avessas ao
consumo de medicamentos. Isto é perfeitamente
justo, principalmente se os medicamentos
têm ação citotóxica indiscriminada,
como é o caso do AZT. Para transpor esse
obstáculo, a Glaxo-Wellcome lançou, no ano
passado, uma campanha publicitária dirigida
às gestantes “para encorajar as soropositivas
a submeterem-se ao tratamento com AZT.”
(Veja o anúncio publicado na revista Science
de 4 de agosto, 1995). Isso lembra a campanha
publicitária profundamente desonesta,
porém extremamente eficaz, da Glaxo-
Wellcome dirigida aos homens gay.35 A direção
da Glaxo-Wellcome espera, inclusive, tes-
2
TIM HAND 7/29/04 4:58 PM Page 2
tar combinações do AZT e seu parente químico
3TC em gestantes na África. Nos Estados
Unidos, a ineficácia clínica e a toxicidade do
AZT para o fígado e a medula óssea não impedem
a Burroughs-Wellcome de procurar a
dosagem “ótima” do AZT para uso pediátrico
em crianças soropositivas.36
A inércia prevalece: uma cacofonia
de novos antiviróticos
Embora a integridade científica indique
o afastamento do AZT, os pesquisadores da
AIDS continuam firmemente ligados à catastrófica
abordagem do “ataque ao HIV” e estão
inundando um mercado voraz e pouco
seletivo com uma nova geração de “antiviróticos”
semelhantes ao AZT. São eles o ddC,
ddI, 3TC e d4T, que podem ser ministrados
isoladamente ou em combinação.37 Como
no caso do AZT, os estudos mais otimistas
sobre os novos antiviróticos são de curta
duração (menos de seis meses) e concentrados
em metas obsoletas, como contagem de
CD4 e carga viral*, em vez da ausência de
doenças a longo prazo.38 a 41 O otimismo
também é rotineiro quando o autor de um
artigo é, ao mesmo tempo, detentor de patentes
governamentais para os medicamentos
examinados.38, 40, 42 Metas irrelevantes,
tempo de acompanhamento insuficiente e
apoio financeiro da indústria que produz o
medicamento também contaminam os relatórios
excessivamente entusiásticos sobre
os inibidores de protease recentemente publicados.
43 a 45
Os dados mostram que os novos antiviróticos,
similares ao AZT, são altamente tóxicos
e totalmente inúteis para protelar o declínio
clínico.46 a 51 Jablonowski,48 por exemplo,
constatou que o tempo de sobrevivência para
pacientes recebendo ddI era ainda menor
do que para aqueles que tomavam o AZT.
Assim como o AZT, os novos antiviróticos
eventualmente podem “evitar a AIDS” provocando
“a morte sem antes aparecer um evento
definidor de AIDS.” No entanto, os médicos
estão sempre mudando os pacientes para um
ou mais dos novos medicamentos quando o
AZT “falha”.Novas combinações não testadas
de medicamentos são procuradas com afinco.
39, 52, 53 O provável resultado a longo prazo
desses estudos já está previsto em um estudo
combinado54 em que a sobrevivência
era mais prolongada entre aqueles pacientes
que receberam pouquíssimo ou nenhum medicamento
antivirótico. (Esse estudo é excepcional,
por comparar um novo antivirótico
com um placebo, em vez de compará-lo a outro
medicamento).
Como os primeiros testes com o AZT,os
testes com os novos antiviróticos são exercícios
transparentes e cínicos destinados a legitimação
desses medicamentos.** Procurase
em vão por qualquer consideração para
com o assombroso histórico desses compostos.
David Ho55 no desejo de “golpear o HIV
cedo e forte”, compara a rápida detecção do
HIV e imediata terapia com combinações de
antiviróticos com a detecção prematura e
tratamento imediato do câncer de mama.
Tais comentários poderiam ser encarados
com mais seriedade se os clínicos envolvidos
com o tratamento da AIDS tivessem acumulado
o histórico daqueles que tratam do
câncer de mama.
O que áreas estagnadas
da medicina têm em comum
A trágica situação da pesquisa no tratamento
da AIDS não é única. Quando comparada
com outras áreas marcadas pela falta de
progresso – alcoolismo e abuso de drogas –
as semelhanças são espantosas:56, 57
◆ Apoio e financiamento abundante por parte
do público.
◆ O índice de sucesso do tratamento é baixo
ou impossível de verificar, mas parece ser
alto porque é inflacionado por altas taxas
de desistência, metas não válidas e curto
tempo de observação.
◆ Apego obstinado a formas de tratamento
fracassadas.
◆ Pesquisa conduzida a partir de hipóteses
etiológicas fracas, irrefutáveis ou que retornam
sempre ao ponto de partida.
3
* O teste de “carga viral” não encontra nenhum vírus, mas apenas partículas de material genético que podem ser de um vítus ou não.
Portanto, a carga viral é uma nova técnica sem sentido. (”Viral Load of Crap”, Paul Philpott e Christine Johnson em Reappraising AIDS
vol 4 nº 10, outubro de 1996).
** O fabricante não é mencionado ou citado apenas como fornecedor do medicamento e de um placebo correspondente.
TIM HAND 7/29/04 4:58 PM Page 3
◆ Comunidade científica ampla, com treinamento
limitado, que é sustentada por um
sistema “paraprofissional”* de suporte e
tratamento (líderes de grupos de apoio,
“conselheiros”,“educadores” e outros) ainda
maior.
◆ Pacientes vulneráveis, desesperados e desinformados
demais para serem dissuadidos
por uma ciência inepta, profissionais
mal credenciados, conflitos de interesse e
tratamentos fracassados. Presas fáceis de
provas fracas e relato de fatos isolados,
consideram qualquer medicação melhor
do que nada.
Talvez haja mecanismos psicológicos similares
que motivam as pessoas a tomarem
tanto antiviróticos como psicotrópicos.Com
ambos os tipos de medicamentos, há uma recompensa
imediata e de curta duração (aumento
da contagem de CD4; o “pique”) seguida
de punição lenta, difusa e difícil de detectar
(declínio físico; a “queda”) que, paradoxalmente,
leva ao consumo cada vez
maior.
Sobreviventes por longo prazo
evitam medicamentos antiviróticos
Embora soropositivos saudáveis, cuja
condição “não evolui”, sejam considerados
raros e sortudos, é possível que sejam bem
mais numerosos do que os doentes e moribundos.
Os sobreviventes por longo prazo
são o novo tema nas publicações e muitos
comentaristas parecem perplexos por esses
felizardos terem tão pouco em comum.
Entretanto, uma leitura cuidadosa revela que
eles têm um fator crucial em comum.
Relatórios esporádicos,58, 59 assim como numerosos
estudos científicos60 a 68 (as referências
incluem trabalhos dos laboratórios
de Anthony Fauci, principal pesquisador governamental
do HIV e de David Ho) revelam
que a maioria desses sobreviventes evitam
os antiviróticos. É preciso procurar bem para
descobrir isso: o fato é mencionado de
passagem nas seções de Métodos e nunca
nos títulos, resumos ou debates mais visíveis.
O editorial de David Baltimore sobre
dois desses estudos69 nem ao menos mencionou
que os sobreviventes evitam os antiviróticos.
Nenhum desses estudos foi financiado
por um laboratório farmacêutico.
É interessante, que quase todos esses
estudos sugerem um papel de proteção para
as células T8 e/ou fagócitos naturais nos
sobreviventes saudáveis. Muitos destacam a
importância de manter a imunidade através
das células em vez de “golpear o HIV.” (A
propósito, muitos desses estudos mostram
que a carga viral nas pessoas em que a
doença não evolui varia bastante e se sobrepõe
à dos pacientes em que a doença evolui.
Logo, o simples fato de alguém estar infectado
pelo vírus HIV parece constituir
pouco risco, a menos que a pessoa seja tratada
com antiviróticos).
A procura de novas drogas anti-AIDS de
qualquer tipo pode ser um caminho errado
– assim como a procura de medicamentos
para curar a dependência de drogas.** Como
para as dependências, o papel correto da
medicina pode estar no tratamento das seqüelas
do problema e não no tratamento do
problema propriamente dito (por exemplo,
tratar a cirrose do fígado, mas não o “alcoolismo”;
tratar a toxoplasmose, mas não a “infeção
pelo HIV”, a causa imaginária da AIDS).
Precisamos de “anti-medicamentos” e não de
novas “curas.” Em vez de sobrecarregar os aidéticos
com antiviróticos, antidepressivos,
hormônios, ervas chinesas e inibidores da
protease, por que não evitamos simplesmente
as drogas, inclusive o álcool e o fumo?
Por que não evitamos a desnutrição e a
falta de sono reparador?
Porém, não é provável que essa orientação,
para que se evitem os riscos, seja bem
aceita. A tendência de pesquisadores e clínicos
é rejeitá-la, porque diminui a sua importância
e porque o desenvolvimento de novos
medicamentos sustenta o sistema de pesquisa
da AIDS.O público tampouco vai gostar de
evitar os riscos, porque as pessoas, de modo
4
* “Paraprofissionais” bem intencionadas, mas com pouco conhecimento científico, têm grande influência nas decisões sobre o tratamento.
Consideram sua própria experiência atual ou anterior com a doença como treinamento suficiente. Sua reação à discordância científica honesta
é freqüentemente autoritária (“Vocês estão simplesmente rejeitando”). Estão “ocupados demais salvando vidas” para se envolverem
nas discussões dos cientistas.
** Peele57 e Fingarette56 dão a entender que – para quem deseja vencer a dependência de drogas e alcoolismo – as práticas médicas estabelecidas
mais causam danos do que ajudam.A cura espontânea é possível, e até provável, sem tratamento psiquiátrico ou farmacológico.
TIM HAND 7/29/04 4:58 PM Page 4
geral, duvidam do poder de recuperação do
organismo e estão totalmente condicionadas
a resolver seus problemas de saúde na farmácia.
A noção de uma “cura” mágica tem forte
apelo para a imaginação, embora provavelmente
seja tão falha no caso da AIDS quanto
no caso da dependência de drogas.
Alternativas para “atacar as causas”
“Novas normas fisiológicas não são
equivalentes às normas existentes antes
do aparecimento da doença, (confirmando)
o fato fundamental de que
a vida não reconhece a reversibilidade.
Mas, se a vida não admite a volta
ao estado antigo, ela admite reparos
que são realmente inovações fisiológicas...
(Saúde) não é mais do que a capacidade
de instituir novas normas
biológicas. Significa a possibilidade de
alguém adoecer e se recuperar.
Nenhuma cura é uma volta à inocência
biológica. Curar- se significa receber
novas normas de vida.”
Georges Canguilhem,
“The Normal and the Pathological”
(O Normal e o Patológico).
As pesquisas querem encontrar uma cura
e não admitem qualquer meio termo entre
a cura e a morte (tal como uma adaptação à
AIDS – “a instituição de novas normas biológicas”).
A palavra remissão não se encontra
na literatura sobre a AIDS,muito menos a palavra
recuperação.O efeito de tal visão sobre
pacientes submetidos ao tratamento vitalício
com citotóxicos não pode ser bom.
Constatando que o enfoque de “ataque
às causas” era infrutífero, alguns pacientes
com AIDS e ativistas70 abandonaram o estabelecimento
da AIDS e aliaram-se a médicos pesquisadores
independentes.71, 72 Livres do carreirismo
oportunista e da inércia bovina da
ortodoxia que envolve a AIDS, esses pesquisadores
já se haviam concentrado no fortalecimento
da imunidade e na manutenção de
contagens elevadas de células T8 (citotóxicas)
e fagócitos muito antes que esses temas
entrassem na moda na literatura médica. Essa
abordagem tem por objetivo estabelecer uma
nova norma fisiológica (contagens elevadas
de células T8 e fagócitos costumam ser consideradas
anormais). Não se procura restaurar
um estado pré-AIDS ou pré-infecção, como
acontece no caso dos tratamentos das infecções
bacterianas com antibióticos. A eficácia71,
72 e o fundamento teórico12, 73 a 76 dessa
abordagem têm base científica, mas não é
provável que venha a ser financiada e pesquisada
em testes clínicos,porque não é uma novidade
e, não pode ser patenteada.
Seria uma espécie de justiça poética se
esses e outros “loucos” sem qualquer verba
do governo,sem apoio dos gigantes da indústria
farmacêutica, e sem acesso automático
ao jornal New York Times, sobrevivessem à
AIDS por suas próprias técnicas, enquanto os
cada vez mais irrelevantes, auto-aprovadores
e super financiados “sábios” da instituição
AIDS continuassem vagando como sonâmbulos
de uma fórmula anti-HIV para outra.
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AIDS...
uma nova doença?



Uma cuidadosa análise científica mostra
uma visão totalmente diferente
William e Claudia Holub
Life Systems,
Melville, New York



Este artigo publicado em 1988 pela American Clinical Products Review, é um resumo
do livrinho “AIDS...careful scientific scrutiny provides a totaly different view” contendo
uma revisão da literatura publicada sobre AIDS que provoca graves dúvidas e oferece
uma hipótese nova para enfrentar a crise da AIDS.
Dr. William Holub é PhD em bioquímica clínica humana e membro do Colégio Americano
de Nutrição. Ele é membro de 18 associações científicas de âmbito mundial. Durante 25 anos
tem sido ativo como professor universitário, consultor, conselheiro, pesquisador, palestrante e
perito convidado para programas de TV e rádio. Ele é autor de mais de 120 artigos e co-autor
do livro “Nutrition... Health in the 80’s.”
Claudia Holub é escritora, educadora, editora de uma revista, representante da La Leche
League e co-autora do livro “Nutrition... Health in the 80’s.”

“AIDS” não é uma nova doença
“AIDS” não é uma epidemia mundial
“AIDS” não é gay ou sexualmente transmitida
“AIDS” não é causada pelo HIV ou qualquer micróbio
“AIDS” não reage a nenhuma vacina contra o vírus HIV
“AIDS” não pode ser detectada por um exame de laboratório
“AIDS” é dar um novo nome à doenças antigas
“AIDS” pode ser interrompida e também revertida
“AIDS” é causada por contato excessivo com tóxicos
“AIDS” reflete um estilo de vida profundamente carente
“AIDS” é causada por terapias médicas muito agressivas
“AIDS” é um problema social

Uma análise da literatura científica sobre
AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida),
realizada nesses últimos anos, levanta
sérias dúvidas e mostra uma hipótese bem diferente
para enfrentar a crise chamada “AIDS”. A
AIDS pode, simplesmente, ser o resultado de
um estilo de vida em que diversos fatores destroem
a saúde e das mudanças que, recentemente,
tornaram o atendimento médico mais agressivo
e defensivo. Enfrentar a AIDS, neste caso,
não significaria buscar a cura, mas a necessidade
de uma reavaliação cultural e científica dos
conceitos e dos dados existentes na comunidade
científica e leiga.
Há inúmeras afirmações a respeito da AIDS,
mas poucas são baseadas em dados científicos
comprovados. Por isso, a maior parte do conhecimento
aceito, na realidade, são perguntas que
não foram respondidas — perguntas sobre AIDS
que ainda esperam por um esclarecimento científico:
•AIDS é realmente uma doença nova, definida?
•Homossexualidade ou um estilo de vida sexual
têm algo a ver com a doença?
•AIDS é sempre fatal?
•AIDS pode ser contraída?
•AIDS pode ser transmitida?
•Algum vírus ou micróbio está realmente implicado?
•AIDS pode ser causada pelo abuso de drogas?
•AIDS pode ser causada pelo abuso de medicamentos?
•Quais fatores, no estilo de vida das vítimas de
AIDS, provocam imunossupressão?
•Alguma das terapias usadas aumenta a imunidade?
•Existe um teste para detectar a AIDS?
•Pneumonia por Pneumocystis carinii é realmente
causa de morte?
•AIDS é realmente uma epidemia?
•Preservativos — ou abstinência sexual — podem
prevenir AIDS?
•AIDS teve origem na África?
Se realmente existe uma forma alternativa de
responder a estas perguntas, então, a verdadeira
natureza da AIDS pode não estar no lugar que a
mídia sugere.
As origens duvidosas da AIDS
Um exame cuidadoso dos primeiros 100 casos
de AIDS mostra claramente que estes indivíduos
estavam doentes — mas por razões bem definidas
e não por causa de seu estilo de vida sexual.
Assim começou a escalada de casos. Não havia
nenhuma doença nova, somente um novo nome
para uma antiga doença com nova causa.
Às vezes, a ciência médica muda os critérios
diagnósticos para uma doença de tal forma que a
“velha” doença desaparece, e a incidência de uma
“nova” doença aumenta. Um bom exemplo disso
aconteceu entre 1955 e 1966, quando o número
de casos de poliomielite cresceu na exata medida
em que desapareceu uma doença semelhante
chamada meningite asséptica ou viral.1
Originalmente, o diagnóstico de AIDS seguia
os seguintes critérios: jovem do sexo masculino.
abaixo de 40 anos, com sarcoma de Kaposi e/ou
pneumonia por Pneumocystis carinii (PCP), sem
motivo para imunossupressão.2 a 6 Especificar
“ausência de causa aparente para imunossupressão”
indica um grave bias, porque está bem
documentado que desnutrição, abuso de drogas,
doença crônica, depressão, etc., podem causar
imunossupressão. Em 1983, os critérios foram
ampliados para incluir “qualquer infecção oportunista”
e qualquer idade ou sexo.7,8 Em 1985, o
diagnóstico de AIDS foi atribuído a qualquer
infecção, qualquer pneumonia e qualquer problema
dos gânglios linfáticos, qualquer teste
positivo, em qualquer indivíduo, podia agora ser
chamado AIDS, com classificação nova e abrangente
que incluía os rótulos AIDS, pré-AIDS e
ARC (complexo relacionado a AIDS).9 O amplo
rótulo AIDS também foi aplicado às doenças
infantis.10 Em setembro de 1987, a nova definição
de AIDS incluía todos os critérios mencionados
além de outras 31 doenças crônicas e dez
linfomas.11 Os CDC, Centros de Controle de
Doença, em Atlanta, forneceram diretrizes detalhadas
para prevenção, sem qualquer dado para
justificar os conselhos.12
O rótulo AIDS pode ser aplicado a qualquer
pessoa com infecção aguda ou até mesmo assintomática
e inchaço constante dos gânglios linfáticos,
qualquer doença crônica e patologia neurológica,
qualquer infecção secundária, câncer
secundário e outras com ou sem teste confirmatório.
11,13 Segundo os resultados de autópsia, 40
a 60% das causas de morte declaradas são erradas.
14
Mais e mais fatos mostram que AIDS é
essencialmente um novo nome, aplicado a uma
grande variedade de antigas doenças e que o
assim chamado teste de AIDS ou HIV pode ser
apenas um teste para doença crônica. Tanto os
critérios diagnósticos quanto diversos exames
de laboratório, supostamente específicos para
AIDS, mostraram correlação muito próxima
com: hipogamaglobulinemia, transplantes de
medula óssea, tumores malignos, patologias

Interrogações

neurológicas relacionadas com deficiências
nutricionais, miastenia grave, esclerose múltipla,
tuberculose, malária, leucemia, 35 outras
infecções comuns, a maior parte das doenças
auto-imunes (lupo, artrite reumatóide e uma
centena de outras doenças), SCID, mononucleose
infecciosa e outras.15 a 24 Existe até mesmo
uma correlação entre hospitalização freqüente
e AIDS.17
Não o vírus, mas uma confluência
de co-fatores?
Existe consenso entre diversos cientistas de
que o HIV, com os anticorpos que ele provoca,
não é a causa principal da AIDS, mas que as causas
mais importantes são uma série de outros
fatores (i.é, desnutrição, vacinação, abuso de
drogas, quimioterapia, etc.).25 a 30 O consenso se
deve à porcentagem muito baixa (cerca de 10%)
de pessoas, teoricamente expostas ao vírus, que
desenvolvem a AIDS.31 Isso confirma o papel de
muitos co-fatores que contribuem para a imunossupressão.
Assim, a suscetibilidade pode ser o fator preponderante
na AIDS, não os micróbios. Em
obras com 224 referências, do Dr. Patrick
Donovan e do Dr. Herb Joiner-Bey, muitos fatores
de suscetibilidade são descritos, incluindo: infecções
simultâneas, uso de antibióticos, desnutrição,
intolerância alimentar, síndromes de má
absorção, stress, fumo, falta de sono e exercício.
31,32 Este conceito de co-fator é apoiado por
muitos cientistas na área de pesquisas sobre
AIDS.32 a 36 Em geral, a aplicação de derivados
do sangue, transfusões, fatores protéicos, etc.
provocam imunossupressão gravíssima.35
Pode ser que o sexo não esteja
envolvido, embora a sexualidade
seja um fator de saúde
Alega-se que a AIDS é sexualmente transmissível.
Como prova, é apresentado um estudo em que
um grupo de homens com AIDS teve 1100 parceiros
durante um período de 10 a 15 anos e um
grupo de controle sem AIDS teve 500 parceiros.
Resultados do estudo indicam, então, que a promiscuidade
sexual causou a transmissão da
doença.37 Temos, porém, que fazer uma pergunta
óbvia: se um indivíduo procurava tantos parceiros
homo ou heterossexuais (tendo, em média,
dois parceiros diferentes por semana), talvez seu
estilo de vida não favorecia nenhum tipo de relacionamento
saudável. De qualquer maneira,
estudos posteriores não confirmaram qualquer
correlação entre promiscuidade e soropositividade.
38 Em um artigo publicado em 1983,39 um
gay muito observador observou que uma cultura
muito homofóbica criou uma “doença cuja cura
exige a volta a todos os estilos que tentaram nos
inculcar...”
Outra pesquisa indica o sexo anal como fator.
Em uma experiência, esperma introduzido no
ânus de um coelho provocou o aparecimento no
sangue de anticorpos ao esperma e uma possível
imunossupressão.40 Esta experiência foi mal conduzida
porque os efeitos a longo prazo não foram
avaliados, e outras substâncias e outros orifícios
(i.é, orais e vaginais) não foram testados. Na realidade,
esperma introduzido na vagina tem chance
muito maior de provocar resposta imunológica,
porque as paredes da vagina são mais permeáveis
que as paredes do ânus.
Outro estudo mostrou que maior porcentagem
de homossexuais (10,6% versus 0,5%)
tinham anticorpos ao HIV quando o sexo anal
era praticado.41 Entretanto, o grupo que praticava
sexo anal tinha outras diferenças que
poderiam explicar a disparidade, isto é, eles
tinham um maior número de parceiros, um
histórico mais longo de outras doenças (gonorréia)
e, principalmente, um tratamento mais
prolongado com medicamentos contra uma
série de doenças.
Outros estudos não mostraram anticorpos a
esperma em pacientes de AIDS.42 Inflamações
anais mostraram alguma correlação com anticorpos
mas somente em pacientes com tratamento
médico crônico.43
Assim, até agora, a evidência científica ligando
AIDS à homossexualidade não existe.
AIDS pode ser conseqüência
de um estilo de vida abusivo,
seguido de um excesso
de medicamentos e terapias
imunossupressivos
Dos casos originais de AIDS, mais de 90%
foram reconhecidamente de usuários de drogas.
Entretanto, diversos remédios comuns e drogas
ilegais (Tabela 1) contribuem direta e indiretamente
para a imunossupressão através de desnutrição
e precário estado de saúde.44 a 49
Tabela 1
Os nitritos, drogas absorvidas por inalação para
aumentar o orgasmo, foram utilizados principalmente
por muitos homossexuais e são substâncias
fortemente imunossupressivas.44,45,48 É interessante
que, nas duas cidades em que havia maior incidên-

Medicamentos comuns e drogas
que deprimem a imunidade
e estão claramente associados à AIDS:
Álcool
Anfetaminas
Cloreto de Etila
Cocaína
Heroína
LSD
Maconha
Mescalina
Metadona
Morfina
Nicotina
Nitrito de amido
Nitrito de butila
Óxido Nitroso
Pó de anjo (PCP)
HOLUB A 7/27/04 3:01 PM Page 6
cia de AIDS, também a utilização de inalantes a base
de nitritos era maior.44 Estas duas cidades eram
Nova Iorque e São Francisco.44 O cenário do uso de
drogas e AIDS na Europa é muito parecido.45,47,49
O amplo “tratamento” médico de pacientes de
AIDS é estranho, considerando que os médicos
continuam dizendo que não existe tratamento
para AIDS. Este paradoxo é resumido pelo Dr.
Peter Mansell: “Pessoas que você sabe que provavelmente
morrerão perguntam o que podem fazer e
você é forçado a dizer: não tenho a mínima idéia”.50
A questão de doenças provocadas por medicamentos
(iatrogênicas), é um ponto crítico na definição
da AIDS. Pode ser o fator principal na mortalidade
e morbidade crescente. É também o fator
mais documentado neste artigo.50 a 78
Descobriu-se que vítimas do sarcoma de
Kaposi que recusavam tratamento tinham uma
sobrevida muito maior,56 e possivelmente, um
medicamento usado para este sintoma específico
da AIDS, Mitozantrona, causava o acréscimo de
mortes.58 Outra droga usada no tratamento de
sarcoma de Kaposi, Cetoconazol, causa grave
hepatotoxicidade, que é imunossupressiva.
Cocaína e AIDS
Uma substância decisiva que parece ter levado
ao aparecimento da AIDS na época é a
Cocaína. Quase podíamos rebatizar a síndrome
como “Síndrome da deficiência imunológica
adquirida pela Cocaína” ou “CAIDS”.
Quase tudo que sabemos do uso de cocaína
coincide com a “misteriosa” aparição da AIDS.
Por exemplo, entre 1970 e 1978, 1 a 4 g por mês
eram usados de forma intranasal por usuários de
cocaína; entre 1978 e 1982, 1 a 3 g por semana se
tornou hábito; por volta de 1982 até hoje, apareceram
“crack” e “cocoa base” e o uso continua
crescendo.80 Entre 1982 e 1984, a pureza da
cocaína aumentou e o preço caiu. Se o aumento
do uso de cocaína for comparado com o aumento
dos casos de AIDS — ano a ano — constatamos
uma relação exata e direta.80,81 O grupo que
faz o maior uso inclui rapazes do Nordeste e do
Oeste dos EUA.81 De 1981 a 1984, o atendimento
de emergências relacionadas com cocaína triplicou.
Também triplicaram os óbitos relacionados
à cocaína.81,82 O crack foi introduzido e é
amplamente usado desde 1981, principalmente
em Nova Iorque e São Francisco83 — as mesmas
duas cidades com maior incidência de AIDS.83 O
abuso da cocaína contribui para a perda de peso,
desnutrição, baixa imunidade, e — como na
maioria dos casos é inalada — provoca maior
impacto nos pulmões, onde a maioria das vítimas
de AIDS têm problemas.59,82 a 85 A cocaína
foi relacionada à PCP, outra característica importante
da AIDS.86
O HIV provoca AIDS ou é somente
outro oportunista?



Até agora não foi comprovado que o HIV
desempenha qualquer papel na causa da AIDS. O
HIV é encontrado em qualquer parte do corpo.
Foi encontrado em quase todas as partes do
mundo. A sua infecciosidade é menor que 3%.87
Ele existia muito antes de 1980 88 e pode ter existido
há séculos. Por que, então, foi escolhido como
causa da AIDS?
O HIV parece estar presente em toda a parte
do corpo (sangue, cérebro, líquor, sêmen, saliva,
lágrimas, etc.).89 a 95 Portanto, não está relacionado
especificamente com as células T, como se
alega.96,97
O HIV não apenas parece estar em todas as
partes do mundo,98 a 102 como parece ser totalmente
diferente nos diversos locais98 e abranger
amplo espectro de vírus distintos.101,103 De fato,
quanto mais observamos, mais variantes encontramos.
103
Constantemente, através de toda literatura, é
mencionado que outros fatores desempenham
um papel na AIDS.104,105 Entretanto, esse alerta
parece ser ignorado na medida em que aumentam
as verbas e a tecnologia para testes do HIV,
medicamentos contra o HIV e vacinas contra o
HIV — apesar da falta de provas científicas mostrando
a validade desses caminhos.
A procura de um vírus não é tarefa fácil. Não
podem ser vistos, nem diretamente apontados
em qualquer amostra de tecido humano. Na realidade,
para toda a pesquisa do vírus é preciso
conseguir seu crescimento sobre cultura de tecidos
anormais. Nenhuma das descobertas ou
resultados podem realmente ser extrapolados aos
processos implicados na saúde ou doença humana.
77 É possível — como acontece com a maioria
dos germes cultivados em meio artificial —
que os vírus isolados e considerados vírus da
AIDS nem mesmo existam nos seres humanos
com a síndrome. De fato, os vírus são provavelmente
o resultado artificial do processo de repetida
transferência de material celular que cresce
em ambiente sintético usando nutrientes sintéticos.
Germes identificados por culturas em tecidos
têm pouca semelhança com os germes originais
coletados.106
Finalmente, para afastar qualquer idéia de
que o HIV desempenhe papel na AIDS, o virólogo
P. Duesberg, em 1987, publicou um extenso
estudo (com 278 referências) que claramente
mostrou porque o HIV não poderia ser o responsável
pela AIDS.107 Seu estudo indica que o HIV
não poderia causar a AIDS, porque:108
1. A percentagem de portadores sintomáticos é
baixa. Varia entre 0 e 5% no grupo de risco do portador,
o que sugere um co-fator ou outra causa.
7
HOLUB A 7/27/04 3:01 PM Page 7
2. O período latente de AIDS é de vários anos,
quando normalmente há um período de poucos
dias ou semanas para reprodução e efeitos patogênicos
e imunológicos diretos.
3. Não existe nenhum gene com função tardia
de AIDS, visto que todos os genes virais são
essenciais para a reprodução.
4. Níveis extremamente baixos de atuação e
infiltração põem em dúvida a necessidade do
vírus para causar AIDS ou qualquer outra doença
com que é associado.
5. O vírus é inativo ou latente em portadores
com e sem AIDS. Por essa razão, ele não é
transmitido como agente independente de uma
célula.
6. Dizem que os vírus matam células-T, mas os
vírus dependem de mitose para reprodução e não
destroem células em infecções assintomáticas.
7. Portanto, o vírus da AIDS poderia ser apenas
a infecção oportunista mais comum das pessoas
sujeitas ao risco de ter AIDS, porque os
retrovírus não são citocidas e — diferente da
maioria dos vírus — persistem como infecções
latentes, não patogênicas.
Realmente existe um teste para AIDS?
Seguindo o histórico dos testes para AIDS,
nós nos defrontamos com o pior tipo de ciência
imaginável. Uma série de fatores no sangue
foram considerados específicos para AIDS,
embora nem um único estudo tenha usado controles.
Para provar a existência de uma “nova
doença”, o teste precisa ser feito num grupo considerado
doente de AIDS e em outro grupo com
os mesmos sintomas ou doenças (sarcoma de
Kaposi, PCP, etc.) que não é considerado doente
de AIDS. Dessa forma seria possível mostrar que
o teste tem alguma capacidade para distinguir a
nova doença. Mas isso nunca foi feito.
No começo da “epidemia” de AIDS, o teste do
decréscimo de linfócitos-T era muito usado para
fazer o diagnóstico. Este teste não poderia detectar
a AIDS porque todas as infecções e outras
enfermidades graves provocam esses resultados.
108,109 Mais tarde, foi demonstrado que essa
diminuição de células-T ocorre com a mesma freqüência
em homossexuais que não são soropositivos.
110 Portanto, o teste não é específico para
AIDS, mas para qualquer doença.111
Outros testes que apareceram tiveram o mesmo
fim. Alfatimosina 1, neopterina, betamicroglobulina,
anergia, etc. todos eram inicialmente
considerados específicos para AIDS. Depois, foi
comprovado que são positivos em muitas doenças
crônicas como leucemia, miastenia grave (MG),
desnutrição, esclerose múltipla, qualquer infecção,
abuso de drogas, vacinações e efeito colateral
da maioria dos medicamentos.15,25,112,113
O teste hoje disponível está repleto de problemas
que o tornam praticamente inútil. Abaixo, apresentamos
uma relação de alguns dos problemas mais
graves que o teste ELISA, amplamente usado, apresenta.
Esse teste mostra somente a presença de
grande quantidade de anticorpos no sangue.
1. O teste apresenta ampla taxa de resultados
falso-positivos (identifica falsamente um paciente
como sendo soropositivo quando na verdade não
é).114,115 Há muitos falso-positivos entre mulheres116
e sua capacidade de confirmar AIDS é
menor que 20%.116 Dados mais recentes indicam
97% a 99% de falso-positivos em pessoas que não
pertencem aos grupos de risco.117 a 122



2. O teste é positivo em muitos casos de alcoolismo,
malária, qualquer doença auto-imune (fator
em muitas doenças crônicas), artrite, esclerose
múltipla, miastenia grave, lupo e outras 200
doenças.122 a 128



3. O teste mostra falso-positivo se a amostra
de sangue é aquecida, congelada, guardada por
muito tempo ou não totalmente coagulada.123,128
Na realidade, 95% que testam positivo não têm o
vírus.126



4. O teste Western-Blot, supostamente mais
específico, é mais caro e menos sensível, e também
apresenta um número elevado de falso-positivos.
124,125,129
E os hemofílicos e as transfusões?
Devido às constantes injeções de substâncias
que provocam uma resposta imunológica, os
hemofílicos sempre correram o risco de sofrer de
séria imunossupressão, de contrair infecções e
doenças crônicas. Isso não é novidade. Logo,
nesse grupo, a “AIDS” também não constitui um
fenômeno recente e não pode ser atribuída à contaminação
viral. Na antiga Alemanha Oriental,
por exemplo, a “AIDS” era praticamente inexistente,
embora os hemofílicos usassem muitos
produtos importados do “caldeirão da AIDS”
(América).157 Os testes não indicam correlação
entre a “AIDS” e a hemofilia.156 a 159
Com relação a transfusões, a situação é praticamente
a mesma. Transfusões, assim como vacinas
ou a introdução de proteínas “estranhas” no
organismo, provocam uma forte reação imunológica.
Se esta reação imunológica ocorre em uma
pessoa doente, desnutrida ou debilitada, segue-se
uma rápida imunossupressão. Portanto, as infecções
crônicas observadas após a maioria das
transfusões, assim como a subsequente imunossupressão162,164
a 167 e a síndrome similar à
“AIDS”, devem-se a outros fatores clínicos (medicação,
estado nutricional, etc.) e não ao vírus da
“AIDS”.160 a 168

Mulheres, crianças e AIDS
Nos primeiros casos relatados, as mulheres
foram descritas como “anteriormente sadias”. No
entanto, ao examinarmos seu histórico clínico,
ficamos surpresos — o que significa “anteriormente
sadias”?169,170 Essas mulheres tinham longo
histórico de uso de drogas, infecções crônicas,
anemia, etc. Em outras palavras, ficavam doentes
com frequência e eram freqüentemente medicadas
— por isso “contraíram AIDS”.169,170
A essa altura, os meios de comunicação também
já haviam incutido no público paranóia,
medo e até mesmo ira vingativa.171 Conhecemos
a clássica história de duas mulheres que receberam
transfusões e a quem foi comunicado que
pegariam “AIDS” e morreriam.172 Bem, uma
delas continuou com saúde e a medicina chamou-
a de “sortuda”, a outra ficou doente e foi
tachada de “aidética”.172 O que aconteceria com
você se lhe dissessem (e você acreditasse) que
iria morrer e que deveria voltar sempre ao hospital
para fazer testes e submeter-se a tratamentos
durante anos a fio enquanto esperam — você
e a medicina — pelos sinais da “doença fatal”?
Debaixo de tamanha tensão, a maioria das pessoas
ficaria muito doente. Uma mãe adotiva
chegou a confessar que quase deixou o filho
morrer porque temia que ele tivesse contraído
“AIDS” no hospital.173
Nas crianças, a “AIDS” é detectada e tratada
da mesma maneira que nos adultos, portanto, o
resultado é o mesmo.174 Porém, o número de
crianças supostamente “infectadas” que realmente
adoecem de “AIDS” é muito pequeno. Assim,
outros fatores foram sugeridos.174 Para essas
crianças, a “terapia” é tão agressiva e letal como
para os adultos.174 Cerca de 90% da suposta
“transmissão materna” pode ser explicada porque
as mães, na maioria dos casos viciadas em
drogas, estavam muito doentes e recebiam medicação
antes e depois do parto.175 Lembre-se,
qualquer coisa que agride o organismo da gestante
afeta também o feto. Trata-se, portanto, de
“transmissão” de doença ou simplesmente de falta
de cuidados adequados?
Um estudo de crianças com “AIDS” mostrou a
seguinte situação em comparação a um grupo de
crianças sem “AIDS”:176
200% mais injeções
96% mais vacinas
60% mais cirurgias
59% mais internações hospitalares
31% mais transfusões
Parece que, quanto mais tratamento recebemos,
mais ficamos doentes e mais “pegamos AIDS”.
A mídia incute falso pavor ao público quando
afirma que amamentar ao peito transmite a
doença — embora o único caso citado não fosse
comprovado.177
Outras doenças — como a encefalopatia
infantil progressiva — foram interpretadas como
sendo “AIDS”. No bebê indicado, a encefalopatia
pode ser explicada pelos seguintes dados em seu
histórico: alimentação por mamadeira, inflamação
do fígado, desnutrição, infecções crônicas e
um longo tratamento com valium, SMZ + TM,
nistatina e injeções de gamaglobulina.178
AIDS como desnutrição
...As provas esmagadoras são ignoradas pela
mídia e pela comunidade médica (Tabela 2). As
anomalias neurológicas recentemente descritas
são as mesmas que podemos observar em deficiências
nutricionais,20 como desmielinização
causada por carência de folato.138
Tabela 2
Origem da AIDS



Um debate estranho apareceu na literatura
médica entre 1984 e 1987: cientistas americanos
insistiam que a África era a origem do vírus da
AIDS, enquanto cientistas africanos não conseguiam
confirmar esta declaração.134,139 a 147
Não havia qualquer teste positivo significante140,143,145,146
e os testes positivos tinham forte
correlação com DPC,137 malária,141 linfoma de
Burkitt e outras doenças relacionadas a desnutrição
crônica.145,148 Essas correlações são suficientes
para explicar a alta taxa de falso-positivos.
141,148 Mesmo o sarcoma de Kaposi representa
uma doença diferente com poucas reações
positivas de AIDS.134,135 Também havia correlação
entre AIDS e hospitalização freqüente e tratamento
com medicina alopática.139,140,142,143,145
Muita informação errada tem sido divulgada sobre
AIDS na África. Após uma viagem de seis semanas,
visitando 26 cidades e povoados em 16 países

Principais características clínicas
de AIDS e de DPC
(desnutrição protéico-calórica) 130 a 137
• Histórico de perda de peso
• Infecções múltiplas
• Deficiência imunológia
• Aumento do Sarcoma de Kaposi
ou linfoma de Burkitt
• Decréscimo da imunidade mediada por células
• Decréscimo da função das células-T
• Baixos níveis de soroalbumina, transferrina, etc.
• Decréscimo de células-T ou taxa invertida
• Decréscimo de resposta in vitro
de linfoproliferação ao ataque de antígenos
• Decréscimo de linfócitos
• Anemia
• Anergia (nenhuma reação na pele
à agressão imunológica)
HOLUB A 7/27/04 3:01 PM Page 9
abaixo do Saara, o médico Félix Konotey-Ahulu, do
Cromwell, Hospital de Londres, observou que as
declarações da imprensa eram muito exageradas.
149 Ele afirmou: “Africanos e europeus inteligentes
se perguntam: Por que a mídia universal
parece ter conspirado com alguns cientistas para se
tornar gratuitamente tão extravagante com a mentira?...
Este exagero jornalístico se mostrou muito
dispendioso... Africanos em além-mar sofreram
agressão racial... o turismo sofreu injustamente... e
apareceu uma tensão entre médicos brancos que
trabalham na África... muitos brancos com grande
afeição pela África... estão ainda mais revoltados
com os efeitos da mídia mundial sobre aquele continente”.
E os preconceitos raciais relacionados à
AIDS na África estão também atingindo os negros
nos EUA.150 a 152
As únicas doenças realmente endêmicas na
África são desnutrição, degradação ambiental,
pobreza, falta de higiene e práticas sexuais insalubres.
35
Uma nova esperança no cenário da AIDS
Apresentamos uma nova hipótese para a
situação da AIDS. Mostramos que a AIDS pode
ser reflexo de grave ação pouco científica exercida
sobre problemas sociais, culturais e médicos
que aumentavam nos últimos anos. Talvez não
estejamos enfrentando uma “nova epidemia fatal”
e sim antigos problemas como preconceito,
estilo de vida abusivo, técnicas médicas excessivamente
agressivas, ganância, omissão frente aos
pacientes desnutridos e tratamento desumano,
racismo, paranóia cultural, jornalismo sensacionalista,
exploração médica, stress, pesquisa
médica míope com conclusões não-científicas e
anedóticas. Estas são acusações pesadas, mas o
apoio científico para modelos alternativos153 e
enfoques alternativos32,33,37,154,155 já existem. É
hora de submeter a AIDS a séria revisão científica,
começando de novo. Somente assim poderemos
encontrar respostas para nossas perguntas
sobre AIDS e evitar a “crise”.

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Para mais informações no Brasil
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Tel.: (011) 572 0466 Fax: (011) 572 0465


Um engano não se torna verdade
por meio de ampla divulgação,
nem a verdade se torna um engano
porque ninguém a enxerga.
M. K. Gandhi



Um comentário:

Anônimo disse...

necessario verificar:)