domingo, maio 20, 2007

Continuação de Marte "O Governo Secreto" (3 Parte:)


** Os 10 melhores artigos publicados pela Revista UFO em seus 20 anos **

Conexão Marte


Cristóforo Barbato



Desde a década de 60, os Estados Unidos efetuam diversas missões espaciais destinadas à exploração de alguns planetas do Sistema Solar, e em particular o quarto astro, Marte. Em 1972, a NASA iniciou, com a sonda Mariner 9, uma série de expedições sistemáticas em busca de informações e dados sobre o Planeta Vermelho. Entretanto, em tais viagens ocorriam vários incidentes, todos explicados pela NASA com informações contraditórias. Uma das primeiras descobertas efetuadas por esse órgão norte-americano, e divulgada através de uma foto, foi a região marciana conhecida como Quadrângulo de Eliseu, onde predominava dois pares de estruturas piramidais tetraédricas. Um era constituído de estruturas muito grandes, cujas dimensões superavam às da planície de Gizé, no Egito. O outro era formado por pirâmides menores, dispostas aparentemente de forma romboidal. A ausência de posteriores imagens levou a NASA a desmentir tudo, sugerindo que se tratava de uma aberração ótica devido a fenômenos naturais. No entanto, tal comunicado foi rebatido por dois professores em um estudo publicado numa revista científica norte-americana. Eles propuseram quatro teorias explicativas possíveis para as imagens, mas tais teses não convenceram os estudiosos da agência espacial. Nos anos seguintes, outros pesquisadores escreveram artigos contraponto as explicações dos professores. Entre eles estavam os astrônomos Francis Graham e David Chandler que, baseando-se no fato das estruturas terem sido fotografadas com diferentes luminosidades e sob diferentes angulações, e ainda assim apresentando sempre a mesma forma, sugeriram que as imagens representassem construções artificiais. Chandler chegou a afirmar que eram “construções de seres inteligentes, no planeta Marte.” No Quadrângulo de Eliseu encontra-se ainda uma insólita formação com raios que se estendem por uma espécie de abertura central causada, segundo a NASA, pela fusão e desabamento de incessantes camadas de gelo. Se o desenho da formação for observado de cabeça para baixo evidencia-se as características de um moderno aeroporto com um centro circular e longas estruturas de acesso aos embarques. Mas como isso é possível no solo do Planeta Vermelho, que a própria NASA já constatou ser árido e desprovido de vida?
Missão Viking – Em 1976, as sondas norte-americanas denominadas Viking 1 e 2 enviaram imagens do hemisfério setentrional de Marte, onde eram visíveis algumas estruturas anômalas. Na região denominada Cydonia notou-se a presença de diversas formações misteriosamente simétricas para serem tidas como naturais. Entre elas sobressaía-se uma estranha construção com cerca de 2 km de largura e 50 m de altura, semelhante a um rosto humano, com o olhar fixo para o alto. Próximo deste havia um complexo de três pirâmides de base quadrangular e diferentes dimensões. As formações apresentavam inacreditáveis semelhanças com as pirâmides e a esfinge situadas na planície de Gizé. Como era previsível, a NASA não publicou tal descoberta, limitando-se a dizer que eram apenas luzes e sombras... Felizmente, após minuciosas análises, Vincent Di Pietro e Gregory Molenaar, ambos engenheiros eletrônicos, divulgaram a existência das misteriosas estruturas marcianas, contrariando a NASA e causando grande polêmica. Os dois consultaram os arquivos fotográficos do National Space Center e conseguiram estabelecer a exata altitude em que estava a sonda Viking 1 sobre a região de Cydonia, no momento do registro fotográfico, além de exporem importantíssimas informações que serviram para derrubar a possível natureza geológica das referidas estruturas, confirmando serem artificiais. De qualquer modo, as pesquisas de Di Pietro e Molenaar foram totalmente ignoradas pela comunidade científica internacional e pela própria NASA, como era de se esperar. Em seguida, outros cientistas também refutaram a possível origem natural das estruturas anômalas presentes em Cydonia, como Mark J. Carlotto, da Analytic Sciences Corporation. Carlotto transformou-se num grande defensor da tese de que a NASA estaria enganando a opinião pública quanto ao assunto. Foi ele quem desenvolveu, através das mesmas fotografias analisadas por Molenaar e Di Pietro, um modelo tridimensional do rosto marciano descobrindo que este prescindia do ângulo de incidência da luz solar sobre a superfície do planeta. Ou seja: fosse qual fosse a angulação da luminosidade, ainda assim o rosto teria o mesmo formato, sem distorções comuns a formações geológicas naturais.Além disso, a presença de demais formações na mesma região de Marte, tais como as pirâmides, uma denominada “Fortaleza” e outras construções de aspecto nitidamente artificiais, aumentaram a hipótese de que esses complexos não eram formações geológicas causadas por erosão ou o que quer que fosse. “Têm que ser artificiais,” defendeu Carlotto. Quem também defende essa tese é o jornalista norte-americano Richard Hoagland e seu grupo de pesquisa, a Mars Mission. Há tempos Hoagland iniciou com sua equipe uma série de estudos detalhados sobre as singulares estruturas de Marte. Ele colocou em evidência as diversas relações significativas entre as suas posições recíprocas, as dimensões e as orientações, e comprovou a enorme complexidade de tais estruturas. “As medidas envolvidas nas construções tornam impossível classificá-las de coincidências ou obras do acaso,” afirmou. Hoagland demonstra ainda que as seis pirâmides existentes em Cydonia e o rosto esculpido seriam na realidade os restos de um grande complexo edificado em Marte há cerca de 500 mil anos, segundo um complexo código matemático desenvolvido por cientistas.
Pirâmides em Marte - Além disso, o estudioso descobriu que a estrutura mais importante naquela área não era a face, mas uma pirâmide pentagonal com um eixo de simetria bilateral na direção do rosto, que Hoagland chamou de D&M, em homenagem aos pesquisadores Di Pietro e Molenaar. Carlotto trabalhou com as mesmas imagens e obteve uma resolução ainda mais precisa da pirâmide, analisando especificamente três fotogramas obtidos por vias indiretas da NASA. Um deles mostra claramente uma estrutura que tem cinco lados, dos quais os dois opostos são levemente mais longos que os outros e dotados de simetria bilateral. À direita da pirâmide encontra-se uma cratera com um diâmetro reduzido, mas cuja profundidade parece notável porque não se avista seu fundo. Sobre a borda do buraco observa-se duas formas símiles às das cúpulas.Tal complexidade morfológica é fruto do inacreditável código matemático defendido por Hoagland e em parte decifrado pelo técnico do Pentágono Errol Torun, especialista do Serviço Cartográfico do Ministério da Defesa dos EUA. Torun foi encarregado pelo governo de investigar as estruturas no solo marciano, com a intenção de desmentir oficialmente a origem artificial à qual Hoagland e outros eram favoráveis. Entretanto, Torun mudou de idéia e alinhou-se aos que sustentam a existência de uma antiga civilização em Marte, sobre a qual a agência espacial norte-americana teria conhecimento e estaria omitindo-o do mundo. O estudioso, depois de minuciosos exa exames, excluiu qualquer hipótese de origem natural para os achados, afirmando que não se conhecia fenômeno morfológico em condições de dar início a uma pirâmide pentagonal em qualquer lugar do Sistema Solar. “Uma estrutura similar não existiria nem em Marte, nem na Terra, e muito menos em outros planetas de nosso sistema”, afirmou Torun. Cydonia era, portanto, um concentrado de fenômenos artificiais. Mas quem construiu tais monumentos e por quê?Contudo, a descoberta mais surpreendente que Torun efetuou foi que a estrutura piramidal pentagonal não só foi edificada segundo as divisões áureas empregadas por Leonardo Da Vinci no conhecido desenho do homem dentro do círculo, mas também que os ângulos, as distâncias e as constantes matemáticas encontradas na pirâmide D&M são as mesmas existentes em toda a região de Cydonia – uma geometria que Hoagland definiu como tetraédrica. Ele chegou a essa conclusão graças ao trabalho desenvolvido pelo estudioso Stanton Tenen, que conseguiu encontrar as bases do cálculo que seria a origem da construção da pirâmide D&M através do estudo da geometria empregada na construção de alguns templos sagrados terrestres, tais como: Teotihucan (México), Gizé (Egito), Stonehenge (Inglaterra), etc. De fato, se uma pirâmide triangular é posicionada com a ponta voltada para o pólo norte de uma esfera, os ângulos a tocam na faixa de 19,5º de latitude. Numerosos templos antigos da Terra estão colocados sobre a faixa de 19,5º de latitude, assim como sólidas estruturas geológicas, como por exemplo os vulcões do Havaí. Supõe-se também que a marca escura de Netuno, os vulcões extintos de Vênus, o sinal vermelho na superfície de Júpiter, o grande vulcão Olympus em Marte e a porção mais ampla das marcas solares se encontram todos a 19,5º norte ou sul de latitude. Coincidência?Existem leis astrofísicas por nós ainda desconhecidas? Segundo Hoagland, nas dimensões e em conexão com a posição da pirâmide D&M estaria guardada uma mensagem enigmática, um código com o poder de colocar-nos em contato com forças desconhecidas ligadas aos corpos esféricos giratórios. Em diversos laboratórios estariam sendo executadas pesquisas, sempre mantidas como segredo militar, sobre esses tipos de fenômenos. Dentre os pesquisadores envolvidos nestes projetos está o físico Bruce De Palma, do Massachussets Institute of Technology (MIT). De Palma e outros cientistas sustentam que entre os corpos giratórios aconteça uma troca de energia e que a rotação abra uma espécie de “porta” para uma outra dimensão, de onde proviria uma força de natureza elétrica coerente. Essa troca de energia entre as duas dimensões estaria sempre à latitude de 19,5º, o que para De Palma poderia conduzir à realização de sistemas tipo antigravidade, viagens cósmicas através de portais dimensionais e, finalmente, ser utilizada como uma fonte de energia inesgotável. Em síntese, seria aquela fabulosa tecnologia em poder dos seres que nos visitam com suas máquinas voadores que chamamos de UFOs.
Condições Meteorológicas - Esse raciocínio, segundo pesquisadores como Di Pietro e Molenaar, seria um tanto fantasioso. Eles preferem manter os pés no chão e ater-se exclusivamente às descobertas confirmadas. Hoagland também é tido como exagerado por muitos de seus colegas, alguns dos quais defendem a teoria da artificialidade das construções marcianas, sem no entanto elocubrarem a respeito… No entanto, uma investigação sobre a hipótese de De Palma foi feita em 1989, quando a Voyager 2 passou perto de Netuno. O mundo científico norte-americano e internacional ficou desconcertado com os dados transmitidos pela sonda, tanto que reformulou todas as possibilidades feitas até o momento sobre o planeta. Netuno não se apresentava como um descampado de gelo nos limites do Sistema Solar, como se imaginava, mas como um pântano de metano com excêntricas condições meteorológicas, atravessado por fortíssimos ventos na ordem de 2.000 km/h. O oitavo astro de nosso sistema resulta um verdadeiro enigma para os astrofísicos, pois emana uma quantidade de energia três vezes superior do que aquela recebida pelo Sol. Uma resposta ao por quê de tal anomalia, segundo Hoagland, viria somente através das hipóteses de De Palma. Dessa maneira, as estruturas presentes na região de Cydonia encerrariam o conhecimento ou a ciência daquilo que une o mundo, o segredo de uma energia livre e infinita que no futuro o homem poderia ter à disposição. Hoagland também destaca que as formas mágicas da geometria tetraédrica podem ser encontradas nos célebres e tão discutidos círculos feitos nas plantações de grãos do sudoeste da Inglaterra [Ver UFO edições 61 e 65, entre outras]. Estas formações, que demostram ser correspondentes em formato e características às da região de Cydonia, aparecem com freqüência em algumas zonas do planeta, especialmente a enigmática construção medieval de Silbury Hill e Avebury, ambas situadas a cerca de 100 km a sudoeste de Londres. Nestas duas localidades existem formações aparentemente naturais e regiões megalíticas ligadas por uma misteriosa relação geométrica com duas das estruturas existentes em Marte. À leste do enigmático rosto de Cydonia encontra-se uma espécie de anel e uma colina de forma cônica denominada Tholus, com 170 m de altura e 1,5 km de diâmetro. Completamente diferente das outras regiões circunstantes, Tholus é perfeitamente circular e plano, parecendo ser contornado por um terrapleno. Se observada atentamente, nota-se nessa colina cônica a incrível semelhança de sua singular estrutura com montes artificiais de origem pré-histórica localizados no continente norte-americano e europeu. Silbury Hill é um exemplo.Outra característica marcante de Tholus é a presença de uma espécie de estrada em forma de espiral similar àquela que antigamente levava ao todo de Silbury Hill. Esta última é a mais famosa entre as colinas artificiais da Inglaterra, sendo, na verdade, o maior morro construído pelo homem em toda a Europa. Ao norte de Silbury Hill encontra-se o círculo megalítico de Avebury, onde estão situados dois círculos, seguindo um ângulo de desvio no sentido norte-oeste de 19,5º. Coincidentemente, ao norte de Tholus também existe uma cratera em forma de anel com duas protuberâncias na parte superior, localizada na mesma posição em que aparece o círculo de Silbury Hill. Hoagland adverte que se grande parte da área de Avebury fosse destruída, o que restaria seria suficiente para traçar paralelos com a área de Cydonia. “Se o mapa topográfico de Marte for sobreposto sobre o de Avebury será possível perceber que se encontram na mesma posição a pirâmide pentagonal D&M do planeta e o formato pentagonal de um terreno ao longo da localidade inglesa,” defende o jornalista. Na mesma sobreposição nota-se ainda que o rosto de Marte coincide perfeitamente com uma porção de território que vai da rodovia A4, ao norte de Beckhampton, até a oeste, numa área onde se localiza uma grande região pré-histórica da Inglaterra – estes são locais endêmicos de surgimento de círculos misteriosos nas plantações, que não se manifestam dessa forma em nenhum outro lugar do planeta. Mas as analogias não terminam por aí. A famosa jarda, unidade de medida da cultura megalítica, equivale precisamente a 2,72 pés ingleses (cerca de 90 cm), um valor constante nos monumentos de Marte. Outra coincidência? Este número também está presente no sítio arqueológico de Stonehenge, disposto na direção norte-leste da mesma região e com uma angulação de 49,6º, o que corresponde à geometria de Cydonia.O aspecto mais incrível e surpreendente decorrente dos estudos de Hoagland e de seu grupo é que na zona de Avebury e Stonehenge, depois que a sonda Viking conseguiu fotografar a região marciana de Cydonia, o fenômeno dos círculos nas plantações de grãos se manifestou com muito maior freqüência e continuidade. Esse tipo de manifestação foi objeto de estudo de Colette Dowell, colaboradora de Hoagland que, através das análises sobre modelos de círculos, constatou que quase todos eram desenhados com as unidades de medida da geometria de Cydonia. Dowell analisou, entre outras formações, uma em formato triangular surgida em Barbury Castle em 16 de julho de 1991 e conhecida como a “mãe de todos os círculos”. A formação consistia em um perfeito tetraedro de onde foi tirada a mais completa seleção de dados idênticos àqueles extraídos do estudo de Cydonia. Diversos valores foram obtidos a partir da análise feita por Dowell. Dentre eles destaca-se o número 49,6º, que é o ângulo anterior de sustentação da pirâmide D&M e a angulação do eixo de Stonehenge. Assim, tem-se a demonstração evidente de que o círculo surgido em Barbury Castle é o equivalente terrestre da pirâmide pentagonal D&M de Marte. Portanto, como textualmente afirmou Hoagland, “…nossa incessante investigação em Cydonia em relação com os círculos nas plantações confirmou a insólita suspeita de que a mesma geometria daqueles que há meio milhão de anos marcaram com figuras extraordinárias o solo marciano também, finalmente, desceram ou retornaram à Terra.” Exagero?
Sonda Phobos – No mês de julho de 1988, a ex-União Soviética enviou para Marte duas sondas denominadas Phobos 1 e 2. A tarefa principal de ambas as missões era recolher dados, fotografar a superfície de Marte e sucessivamente prosseguir para Phobos, uma das duas luas do planeta. No entanto, a primeira sonda saiu do controle da base na Terra por causa de um erro na emissão de dados no computador de bordo. Somente a Phobos 2 conseguiu chegar até Marte, em janeiro de 1989, e colocar-se em órbita paralela com a lua marciana. O objetivo principal naquele momento era alinhar a sonda com o pequeno satélite e analisá-lo detalhadamente com a ajuda de sofisticados aparelhos que seriam colocados sobre a sua superfície. Mas isso não ocorreu e, em março daquele ano, o centro de controle da missão soviética anunciou ter problemas de comunicação com a sonda. Os mesmos órgãos de informação diminuíram a gravidade do acontecimento afirmando que estavam operando para restabelecer os contatos com a Phobos 2. No entanto, cientistas norte-americanos e europeus, associados ao programa soviético, foram comunicados através de canais não oficiais sobre a efetiva natureza do problema: algo impedia o contato da sonda com o controle da missão, na Terra. Mas o que seria? Alguns dias depois, porém, enquanto a opinião pública era tranqüilizada com a alegação de que os contatos estariam sendo restabelecidos, um alto oficial da Glavkosmosa, a agência espacial soviética, insinuou que na realidade não se tinha nenhuma esperança em recuperar a sonda… Surgiram várias especulações sobre o quê realmente estava acontecendo com a Phobos 2, quando os órgãos de informação começaram a divulgar as notícias. A que mais surtiu repercussão foi a nota publicada por um conhecido jornal espanhol através de seu correspondente de Moscou. O texto trazia a seguinte redação: “O noticiário televisivo Vremya revelou que a sonda espacial Phobos 2, que estava orbitando em torno de Marte, fotografou um objeto não identificado sobre a superfície do planeta, alguns segundos antes de perder o contato com a base terrestre. Os cientistas definiram como inexplicável a última foto transmitida pela sonda, na qual se via claramente uma sutil elipse, um fenômeno que não podia ser uma ilusão ótica, porque foi fotografado com a mesma clareza tanto por objetivas coloridas como por infravermelhas.” Legítimas também foram as interrogações que nasceram por causa dessa declaração. Quais imagens estavam transmitindo a Phobos 2 quando se verificou o incidente? Sobretudo, o que havia causado a desestabilização da sonda – uma avaria técnica ou um agente externo? As respostas não tardaram a chegar. Pressionadas pelos participantes internacionais da missão Phobos, que pediam esclarecimentos sobre o ocorrido, as autoridades soviéticas forneceram o registro da transmissão televisiva que a sonda havia enviado nos seus últimos momentos de operação, exceto as gravações finais efetuadas poucos segundos antes que os contatos se interrompessem. Os desenhos visíveis da superfície marciana foram filmados com aparelho infravermelho, que capta objetos a partir do calor que irradiam, e não com a simples objetiva ótica das sondas. Em poucas palavras, a grande rede de linhas paralelas e de retângulos que aparecia naquela seqüência e cobria uma área de cerca 600 km quadrados, emitia radiações térmicas incomuns. Ademais, seria impensável que um fenômeno natural pudesse produzir um desenho geométrico tão perfeito. O único ponto obscuro para os cientistas, no entanto, era não saber exprimir um parecer sobre a efetiva natureza de tal formação. Além da gigantesca rede surgida nas imagens, o filme mostrava um perfil escuro que podia ser descrito como uma sutil elipse com as margens muito nítidas, com pontas aguçadas em vez de arredondadas. As margens não eram confusas e resultavam perfeitamente claras em relação a uma espécie de halo sobre a superfície de Marte. Segundo o doutor John Becklake, do Museu Científico Britânico, a sombra podia pertencer somente a um objeto colocado entre a sonda soviética em órbita e o planeta, pois era possível vê-la sobre a superfície. Além disso, o objeto foi filmado tanto pela máquina ótica como pela infravermelha, o que elimina qualquer eventualidade de mal funcionamento. Becklake explicou que a imagem foi feita enquanto a sonda se alinhava com a lua Phobos, e acrescentou: “Os soviéticos viram alguma coisa que não deveria estar ali e não forneceram ainda a última fotografia daquilo, para assim podermos imaginar do que se trata.”
Astronave Gigantesca - Entretanto, em junho de 1990 a pilota de caças Marina Poppovich [Candidata a cosmonauta, mas sem nunca ter ido ao espaço], durante uma conferência realizada na Alemanha, difundiu para alguns pesquisadores diversas informações subtraídas de alguma forma dos cofres científico-militares da ex-URSS. Poppovich confirmou a existência do primeiro indício certo da presença de uma nave-mãe extraterrestre estacionada em nosso Sistema Solar. E mostrou duas fotografias que seriam, segundo ela, as duas últimas imagens obtidas pela sonda Phobos 2 antes de perder o contato. As fotos mostravam a lua marciana Phobos ao fundo e, em primeiro plano, algo de forma alongada. Tal objeto tinha a aparência de uma astronave gigantesca e cilíndrica, com cerca de 20 km de comprimento e 1,5 km de diâmetro, que parecia dirigir-se para a sonda espacial soviética, deixando atrás de si um rastro. A Phobos fotografou esse objeto em 25 de março de 1989, conforme afirmou Poppovich, “…e depois de transmitir a imagem para a Terra desapareceu misteriosamente,” concluiu. Os soviéticos consideraram que tivesse sido destruída ou colocada fora de uso por uma espécie de impulso de energia… Mesmo assim, segundo alguns estudiosos, tal astronave podia ser o objeto que nas imagens precedentes registradas pela sonda teria projetado a insólita sombra elipsoidal sobre a superfície de Marte. Por isso, alguma coisa de anormal aconteceu na órbita da lua Phobos e sua superfície apresentava evidentes anormalidades que deixaram perplexos os cientistas soviéticos. Phobos tem características particulares que no passado levaram diversos pesquisadores a supor que pudesse tratar-se de um corpo celeste artificial. Uma de suas principais peculiaridades é um fato que transgride uma regra própria de todos os outros satélites do Sistema Solar, a de girar em torno de seus planetas mais lentamente do que estes giram em torno de seus próprios eixos. A Lua, por exemplo, efetua um giro num período de tempo em que a Terra cumpre 27 rotações. Phobos, ao contrário, realiza uma verdadeira competição de velocidade com Marte – o dia no Planeta Vermelho dura 24h27, enquanto o giro do satélite é de 07h39! Em todo o Sistema Solar, Phobos é o único satélite que apresenta essa anormalidade. Além do mais, a luz produzida pela lua marciana é muito forte e brilhante para ser um reflexo de material rochoso, material que normalmente compõe todos os satélites, como a Lua, por exemplo. Os astrônomos definiram Phobos como “uma revolução retrógrada da Ciência” e criaram muitas hipóteses para explicar sua luminosidade – alguns afirmam que o satélite possui muito material de origem metálica em sua superfície. Olhando-a atentamente, por sinal, não se pode deixar de notar particulares sulcos ou ranhuras que prosseguem quase paralelos um ao outro. A largura destes sulcos é quase uniforme, entre 230 e 330 m. A possibilidade de que estes sinais sejam atribuídos a fenômenos naturais, escavados por água corrente ou por rajadas de vento, por exemplo, foi amplamente excluída, dado que em Phobos tais condições simplesmente não existem! Essas marcas parecem que se dirigem ou se derramam de uma cratera que cobre mais de um terço do diâmetro da lua, na qual as margens circulares são perfeitas. Os cientistas soviéticos acreditam que, em geral, há alguma coisa de artificial em Phobos por causa da sua primorosa órbita em torno de Marte, pois, além de todas estas anormalidades, os dois astros ficam bastante próximos um do outro, o que desafia qualquer lei de movimento celeste conhecida.
Lua Artificial – Já na década de 60, os pesquisadores notaram que Phobos tinha um movimento de aceleração em sua órbita em torno de Marte. Tal descoberta levou os soviéticos a sugerirem que a lua marciana era mais rápida que as suas dimensões deixassem supor. O físico I. S. Shklovsky lançou, em 1959, uma inacreditável hipótese: Phobos seria oca em seu interior. Segundo o cientista, suas evidentes anomalias eram explicáveis somente desse modo. “Um corpo cósmico pode ser oco? Tal suposição parece absolutamente descartável, mas é necessário concluir que Phobos seja de origem artificial. Talvez o mesmo pode-se dizer sobre o outro satélite marciano, Deimos, mesmo sendo suas anomalias menos evidentes”, conclui Shklovsky. Questionado sobre o tamanho das duas possíveis luas marcianas, se artificiais, ele afirmou que as massas de ambas poderiam ser da ordem de centenas de milhões de toneladas ou mais. Shklovsky disse ainda que a criação de satélites de semelhantes proporções não representava um problema completamente insolúvel para a Ciência. “Não está longe o tempo em que a teoria sobre a origem artificial dos satélites de Marte sairá do estado das possibilidades. Brevemente ela será confirmada ou então será dada uma convincente explicação para as misteriosas estranhezas dos satélites marcianos”, completou o cientista. Shklovsky não foi o único a propor uma teoria do gênero. Outros pesquisadores soviéticos lançaram suas hipóteses sobre a possível origem artificial de Phobos. Inevitáveis e inúmeras foram as críticas feitas contra tais teses, mas um artigo publicado na revista científica Nature mencionava a recente descoberta de que Phobos era muito menos densa do quê se supunha – seu interior devia ser vazio ou constituído de gelo. O texto também mencionava os misteriosos sulcos, definindo-os como “galerias” cujas paredes seriam constituídas por um material mais brilhante encontrado da superfície da lua. O fato mais importante do artigo, no entanto, era a descoberta de novas galerias sobre o satélite. Na área a oeste da sólida cratera surgiram novas “estradas” que não estavam presentes quando a Mariner 9 e as sondas Viking efetuaram as fotos da pequena lua marciana. Considerando-se que em Phobos não existe atividade vulcânica, não tem tempestades de vento, nem chuva, nem água que escorra, de que modo se originaram aquelas marcas? A solução para o enigma foi encontrada no mesmo motivo que levou à intrigante perda das sondas espaciais soviéticas e sucessivamente, e de modo mais insólito, a norte-americana Mars Observer.Em 25 de setembro de 1992 foi lançada do Centro Espacial de Cabo Kennedy, nos EUA, a sonda espacial Mars Observer. Definida como de quinta geração, sofisticadíssima e em condições de orientar-se automaticamente, o aparelho foi concebido não somente para explorar Marte de maneira mais detalhada, mas também para observá-lo por um longo período. Dentre suas tarefas previstas estava a de refazer os levantamentos fotográficos da região de Cydonia. Infelizmente, depois de onze meses de cruzada pelo espaço, em 21 de agosto de 1993 – três dias antes do início da exploração do Planeta Vermelho –, a sonda cessou de transmitir dados ao Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), de Pasadena, na Califórnia.
Ares Vallis - Em 25 de agosto, após várias tentativas de ativar os contatos, a NASA anunciou oficialmente a perda da Mars Observer. Ninguém estava em condições de saber o que realmente havia acontecido, nem mesmo o porta-voz oficial do JPL. Os engenheiros do projeto ficaram perplexos, pois na realidade a sonda foi programada para colocar-se automaticamente em posição de segurança caso seus sensores computadorizados notassem qualquer anomalia. Em tal situação, todos os instrumentos seriam excluídos, exceto um transmissor que, podendo empregar toda a potência disponível, continuaria a transmitir informações para a base na Terra. No entanto, nada disso aconteceu e a missão falhou inexplicavelmente. Sobre a NASA surtiram diversas acusações, entre as quais a de ter deliberadamente sabotado a missão quando se detectou algo anômalo que pudesse vir a comprometer a manutenção do segredo sobre estes assuntos, imposto pelas autoridades norte-americanas. Essa hipótese foi feita por Richard Hoagland e seu grupo, o Mars Mission, que afirmaram que a agência espacial norte-americana alegou a paralisação da sonda como forma de evitar a divulgação das reais informações que ela continuava a obter de Marte e de uma possível nave-mãe. Durante uma conferência à Imprensa, a equipe de Hoagland declarou a existência de um grupo especial entre os altos dirigentes da NASA que estava – e ainda está – tentando de todas as formas possíveis ocultar as desconcertantes descobertas efetuadas na superfície marciana. Marte nunca deixou de maravilhar os pesquisadores por tudo que já foi mostrado através das imagens e dados fornecidos pelas missões norte-americanas, entre elas a Pathfinder e a Mars Global Surveyor. Revelar segredos agora pareceu ser insuportável para a agência. Mas por quê?Com a expedição da Pathfinder, que durou de 1996 a 1997, os pesquisadores esperavam obter a definitiva confirmação ou o desmentido da natureza artificial das estruturas presentes na região de Cydonia. No entanto, tal expectativa não foi atendida. A sonda aterrissou numa zona desértica denominada Ares Vallis e, juntamente com o robô Sojourner, registrou diversas anomalias no planeta Vermelho. Uma dessas era a presença de colinas distantes cerca de 2 km da Pathfinder e denominadas Twin Peaks [Picos gêmeos]. Segundo Hoagland, as montanhas eram de natureza artificial, pois o relevo do morro à direita resultava idêntico ao da esquerda, exceto pelo cume. Em seu topo podia-se distinguir uma espécie de subestrutura, além do que o cume de uma das colinas de Twin Peaks apresenta disposição interna parecida com as cavidades de uma colméia de abelhas, “…o que leva a supor tratar-se de restos de grandes núcleos habitacionais,” propôs o jornalista. “Estas instalações assemelham-se surpreendentemente às estruturas terrestres encontradas no sítio arqueológico de Machu Pichu, no Peru,” concluiu. Quando essa notícia chegou ao conhecimento público, a NASA retirou imediatamente de sua rede de teleinformática e de suas páginas na Internet as fotos das duas colinas. Ainda assim, posteriormente a equipe de Hoagland encontrou evidentes e intrigantes anomalias nas várias fotos tiradas pelo Sojourner, o que constitui um indício de uma possível manipulação da agência com os negativos obtidos em Marte. Tal censura seria, segundo o pesquisador, “…a enésima demonstração da existência de uma ferrenha política de acobertamento sobre a presença de artefatos de origem extraterrestre no Planeta Vermelho.” Esta possibilidade emergiu também a partir das declarações feitas em 1996 pelo diretor da NASA, Daniel Goldin, alguns dias antes do lançamento da Mars Global Surveyor. A sonda decolou em 7 de novembro de 1996, munida de sofisticados equipamentos com o propósito de mapear a superfície de Marte. Em seu discurso sobre o fato, Goldin, quando questionado sobre a eventual possibilidade de fotografar novamente aquelas estruturas, afirmou que a agência sabia que em Marte jamais poderia ter existido civilização alguma… Se analisado atentamente o complexo de dados e as imagens fornecidas pela sonda, a hipótese da NASA resulta decididamente concreta. Não resta dúvidas disso! Ocorre, entretanto, que as informações e imagens difundidas pela agência apresentam características de terem sido manipuladas. A polêmica é grande. As informações divulgadas pela agência em abril de 1998 levaram a opinião pública norte-americana a duvidar da possibilidade artificial da face humanóide da esfinge e das estruturas piramidais presentes em Marte. Com base nas imagens obtidas da Mars Global Surveyor, apresentadas aparentemente manipuladas, os dirigentes da NASA declararam que a estrutura do rosto humano na superfície marciana simplesmente não existia. Ou melhor, que seria na verdade apenas uma normal e prosaica formação geológica, resultado de ilusórios jogos de luzes e sombras favorecidas pela escassa determinação das imagens fornecidas pela antiga Viking. Dinamite pura!
Hipótese Artificial - Ao contrário do que se esperava, no entanto, a justificativa da NASA para as insólitas estruturas existentes em Marte rendeu muito e foi longe. Tentou-se colocar uma pá de cal sobre o assunto e sepultá-lo para sempre, mas o resultado obtido foi justamente o inverso. Mark Carlotto, que como Hoagland acredita na origem artificial das formações, expressou fortes dúvidas acerca de algumas imagens transmitidas pela Surveyor. “Nas cenas fornecidas pela Viking, em 1976, a impressão de um rosto humano era inconfundível. Porém, se iluminado por baixo, parece menos evidente. Muitas das características transmitidas por essa sonda também podem ser revistas nas fotos da Surveyor, mas nestas o rosto apresenta-se gravemente corroído”, afirma Carlotto. “Isso é muito incomum e suspeito, sob o ponto de vista de uma análise fotográfica.” O cientista concluiu que possuindo perfeita simetria, precisão na borda e traços lineares no cume da face em Marte, dificilmente tais fatos pudessem mesmo ser explicados geologicamente. Contudo, antes de emitir parecer final, restam diversas questões que necessitam de respostas.A primeira delas refere-se aos traços faciais. Se estes existem, a probabilidade de que tal formação seja realmente um rosto aumenta grandemente. Mas a pergunta mais importante diz respeito às imagens de alta revelação que se assemelham aos outros complexos na região de Cydonia. Por exemplo, o lineamento e a regularidade geométrica nas paredes da estrutura conhecida como Fortaleza pode ter uma explicação geológica óbvia, assim como a disposição de quatro pequenos relevos sistematizados numa espécie de “praça”, a grande formação regular chamada de Pirâmide Principal. Esses objetos, tendo na forma relevantes características geométricas, poderiam ter conservado relativamente a própria arquitetura inicial para serem suficientemente reconhecíveis em condições de notável deterioramento. As imagens emitidas pela Surveyor em abril de 1998 mostram estruturas de aspectos naturais, consideradas como resultantes de um processo geológico normal, sem que se pudesse confirmar uma possível origem artificial das referidas formações. Pesquisadores como Richard Hoagland e Tom Van Flandern sustentam a artificialidade de todos os complexos existentes em Cydonia, e não apenas de alguns. De acordo com Van Flandern, doutor em Astronomia pela Universidade de Yale, as mais recentes imagens do rosto, divulgadas e maquiadas pela NASA, ainda assim não negam em nada sua origem artificial. Em um pronunciamento, declarou que “…com base nas fotos da Mars Global Surveyor, assim como nas velhas imagens da Viking, o rosto apresenta características como regularidade, angularidade e simetria, que corroboram todas as conclusões baseadas na hipótese da artificialidade da estrutura,” disse. Tais sinais seriam a presença de cavidades nasais, de uma boca abaixo do nariz, os cílios acima da cavidade ocular, uma pupila, uma espécie de chapéu sobre a testa e uma quase completa ausência de elementos estranhos ou que contribuam para limitar o aspecto da face. “Sem deixar margens para dúvidas, acredito que o rosto marciano é de natureza artificial,” finaliza o cientista, contrapondo-se radicalmente ao que alega a NASA. Polêmica maior impossível.Uma minuciosa análise de algumas fotos da Pirâmide Principal tiradas pela Surveyor revelaram-na com a aparência de uma pequena montanha, onde embaixo predominam pequenos cômodos estratificados – estranhas estruturas angulares e simétricas. Segundo Stanley McDaniel, porta-voz da Sociedade para Pesquisas Planetárias (SPSR), existe ainda uma peculiar estrutura à nordeste da pirâmide que necessita de investigação geológica. Um outro objeto próximo tinha o formato de um quadrado quase perfeito dentro de uma cratera circular. Para Hoagland, uma das fotografias oferece impressionante evidência de artificialidade. “Ela revela cavidades do tamanho de quartos em vários níveis sob a superfície erodida da Pirâmide Principal”, afirmou. Através de outras imagens descobriu-se também o chamado Quarteirão de Cydonia, também conhecido como a “praça” e situado no centro do complexo de monumentos marcianos. A formação é constituída por quatro pequenas estruturas piramidais que não são nem uniformes, nem simétricas – têm aparência de vidro, foram elaboradas com uma evidente alta tecnologia e estão totalmente em ruínas.
Documento Oficial - Foram descobertas também outras formações de natureza suspeita ou sobre cuja origem não se tem explicação convincente. Mesmo assim, a Surveyor não foi capaz de confirmar ou desmentir, definitivamente, a possível origem artificial das estruturas existente em Cydonia. É óbvio nosso direito de questionarmos se a NASA não estaria escondendo o que a sonda registrou. Se isto é verdade, quais razões a levam a fazer isso? As respostas, como Hoagland afirma, encontram-se num documento oficial, cuja existência é desconhecida do público, denominado Brookings Report. Este relatório foi redigido em 1958, durante a presidência de Eisenhower, que havia acabado de criar o que viria a ser a NASA de hoje. Segundo o documento, a agência deveria providenciar a mais vasta colheita de dados registrados durante as missões espaciais para depois divulgá-las à população norte-americana e ao mundo inteiro. Mas, na realidade, atrás dos bons propósitos com que aparentemente foi lançado este projeto, a opinião pública tomava conhecimento de poucas informações. Uma comissão formada por uma equipe de experts em vários campos foi encarregada de redigir um documento particular, que recebeu o título de Proposta de Estudo Sobre a Aplicação de Atividades Espaciais Pacíficas Para os Interesses Humanos ou Brookings Report. O trecho mais significativo deste relatório chama-se Implicações em Caso de Descoberta de Vida Extraterrestre e diz que “…os artefatos deixados num determinado ponto no tempo, por formas de vida pertencentes ou não ao Sistema Solar, poderão ser descobertos através das nossas atividades espaciais na Lua, em Marte e Vênus.” Hoagland argumenta que, se a NASA descobrisse e revelasse qualquer coisa alienígena, isso implicaria em problemas no sistema social terrestre. Ele afirma ainda que a agência é contraditória, pois possui propósitos de honestidade e abertura, mas redige um documento que nega essa intenção. O Brookings Report discute ainda qual seria o papel dos cientistas e das “pessoas do poder”, a partir do momento em que se constatasse qualquer indício de vida extraterrestre. “A conduta da agência, como é até hoje, é de ocultamento dos fatos para a sociedade,” garante Hoagland. “Os grupos detentores do poder, segundo o documento, poderiam ser os mais devastados pela descoberta e revelação da existência de criaturas inteligentemente superiores a nós. Isso significaria o anulação político-militar e científico-religiosa dos governos mundiais,” afirma sem restrições, no que é concordado com ufólogos de todo o mundo. As avaliações contidas no relatório não consideram as eventuais repercussões positivas que a descoberta de vida alienígena teria sobre a população do nosso planeta, mas visam unicamente proteger a própria rede de personagens e privilégios pessoais adquiridos por eles.Nesse ponto da discussão resta resolver a interrogação sobre a origem das estruturas marcianas. Hoagland propôs algumas hipóteses a respeito. Ele afirma que na Terra pode ter existido uma civilização precedente à nossa, que desenvolveu o vôo espacial e se dirigiu para Marte, construindo algumas obras para depois, por alguma razão, extinguir-se. Dessa maneira, segundo o pesquisador, descobrir-se-ia a herança terrestre. Sua segunda teoria retrata uma civilização proveniente de muito longe, de centenas de milhares de anos-luz de nós, que alcançara o Sistema Solar e desembarcara em Marte, construindo aquelas obras e um monumento “para aquele ser primitivo que um dia se transformaria no ser humano.” Em ambos os casos, Hoagland afirma que uma catástrofe teria forçado a população marciana a abandonar o próprio planeta para transferir-se a um outro: a Terra. O cientista diz ainda que o objetivo principal do rosto de Marte é criar nos terráqueos a consciência de que não são os únicos no Universo, mas que outros seres humanos deixaram um sinal – as formações marcianas – para que a Humanidade da Terra reflita e alcance a harmonia entre o desenvolvimento tecnológico .


**A polêmica sobre o rosto marciano **



Graham W. Birdsall
A sonda Mars Global Surveyor, da NASA, tirou suas primeiras fotos da misteriosa esfinge marciana em 05 de abril de 1998 – 22 anos depois das obtidas pela Viking, em 1976. As novas fotos têm resolução 10 vezes mais nítida que as anteriores. No entanto, o famoso rosto de Marte aparece nas imagens apenas como cordilheiras e crateras. “A foto mostra as paisagens como sendo simplesmente rocha remanescente de erosão, moldada por vento ou água. Qualquer um que voasse sobre o loca reconheceria que a esfinge é natural”, declarou Alden Albee, um dos cientistas que examinou as fotografias no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Califórnia. Estava ateado o fogo às discussões. A divulgação da nova foto de Cydonia acendeu um debate feroz, pois os cientistas da agência espacial norte-americana compararam-na com tudo, exceto a uma esfinge registrada pela Viking. Segundo Michael Ravine, diretor de projetos avançados do Sistema de Ciências do Espaço Malin (MSSS), “…o rosto parece apenas uma elevação em forma de tabuleiro. São formações rochosas naturais, nada que tenha sido construído por alguma inteligência.” Já Michael Carr, geólogo do Departamento de Inspeção Geológica Americano, em Menlo Park, Califórnia, declarou que “a área captada está numa zona de transição entre uma velha região de crateras e uma recente planície baixa. Rochas oriundas da antiga formação foram impelidas até a planície e a face é uma delas.” Estaria encerrado o debate sobre a origem artificial da esfinge marciana? Parece que não, tanto que o geólogo James L. Erjavel discutiu a conclusão da NASA de que a esfinge e outras formações da região teriam sido causadas por erosão diferencial. Erjavel citou o Relatório McGill, de 1989, daquele mesmo órgão, que concluiu que Cydonia já esteve coberta por 1 km de sedimento erodível que teria sido dispersado por fortes ventos marcianos, deixando um terreno que é a combinação de resíduos desenterrados de uma cratera de planalto e ígneo intrusivo. Como prova, comparou Cydonia a uma área de cratera à leste, pois ambas mostram claramente definidas esse tipo de formação de impacto, com diâmetros de 1 km ou mais.
Dimorfiso Peculiar - No entanto, essa região possui um expressivo número de pequenas crateras menores que 1 km de diâmetro e Cydonia não tem nenhuma desse tamanho. “Este dimorfismo sugere que há uma diferença distinta entre terrenos de crateras e outros que não podem ser considerados se a ocorrência de forças erosivas fosse o fator principal no desenvolvimento morfológico da área”, sintetizou o estudioso.O pesquisador Richard Hoagland, da Mars Mission, disse que as imagens da Mars Global Surveyor são falhas – chegando apenas com 80 dos 266 tons de cinzas possíveis. “É como olhar para uma tela de chuviscos”, concluiu. No caso da esfinge, detalhes importantes da estrutura estavam confusos, deixando inexplicada a permanente questão se o rosto tinha traços simétricos em ambos os lados. Entretanto, divergindo de Hoagland, outros cientistas admitiram que os sinais da superfície mostrados nas fotografias podem ser o resultado de geologia natural e erosão, e consideraram as mesmas como honestas e não retocadas, como checou o jornalista. David Watanabe, do grupo Exoscience, considera que todas as fotografias enviadas pela sonda indicam que não há nenhum sinal de artificialidade. “Estas formações são, até onde podemos observar, naturais”, afirmou.“Nas imagens da Viking de 1976, a impressão de um rosto era evidente. Mas hoje, iluminada de baixo, a esfinge parece menos extraordinária”, disse o doutor Mark Carlotto em sua análise preliminar das imagens da Surveyor. Carlotto notou que certas linhas nessas fotos ainda sugerem artificialidade ou um contorno mal definido, previamente descrito como “capuz” ou “elmo” envolvendo a imagem e aparentando ser uma plataforma bem nítida. Já o pesquisador Tom Van Flandern possui outra posição sobre o assunto: “As feições faciais humanas que chamam a atenção são confirmadas pela foto, mesmo com luz fraca e ângulo pobre de visão. A imagem da cabeça é uma combinação simétrica do ângulo linear direito e das formas em torno, o que sugere uma forte origem artificial.” Ele diz que outras paisagens são incomuns e levantam mais perguntas que respostas. “Nada, em qualquer superfície do Sistema Solar, nem mesmo na Lua, sugere artificialidade em grau comparável,” sacramentou.
Graham Birdsall era editor da revista inglesa UFO Magazine UK.



O que pensam os especialistas


Horace Crater
Analisando-se as imagens feitas pela Viking e pela Surveyor a respeito das formações de Marte pode-se tirar algumas conclusões. Sobre o chamado Quarteirão, ou “praça”, observa-se que apenas cinco dos doze pequenos montes que eram vistos nas fotografias da Viking estão presentes nas fotos obtidas pela Mars Global Surveyor – três dos quais facetados grosseiramente e dois simétricos ao redor de um eixo. Com relação à esfinge percebe-se simetria semelhante a uma cabeça humana, sendo notável uma cavidade ocular e a possibilidade da existência de uma outra. É bastante perceptível a aparência facial da estrutura. As fotografias de ambas as sondas foram tiradas mais ou menos por cima da cabeça, de um ângulo elevado. Mas, nas da Viking, uma das faces está oculta pela sombra do Sol, enquanto que com a Surveyor o Sol permanecia à leste e o ângulo de visão da câmera era em torno de 45 graus, realçando um grande número de detalhes não presentes na primeiras imagens, de 1976. São necessários profissionais – um artista ou um perito forense – que saibam julgar os traços faciais no rosto humanóide, mesmo que os pesquisadores percebam esses sinais. O que dificultou as coisas no início foi que a primeira imagem produzida pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) foi realçada de maneira a parecer que a esfinge havia sido esmagada por um pé. Como o fator da erosão não pode ser descartado, argumentos que relacionam traços individuais a estruturas naturais sejam talvez uma conclusão precipitada. Por outro lado, esses indícios poderiam ter mais força se alguém apontasse para outros locais semelhantes, que se mostram erodidos individualmente. São imprescindíveis mais imagens – em particular as feitas por sobre a cabeça ou tomadas do lado leste e, de preferência, que o Sol esteja à leste – para um julgamento definitivo a respeito.
HORACE CRATER é professor da Universidade do Tennessee e um dos autores de The Cause for the Face e de Configurações dos Montículos na Planície Marciana.
Vincent Di Pietro
Notam-se algumas falhas nas análises das fotografias da esfinge em Cydonia. O lado que está iluminado pelo Sol nas fotos da Viking aparece nas fotos da Surveyor na escuridão. Portanto, muito pouco detalhe pode ser visto, a menos que um contraste extenso seja feito para revelar algum sinal. As imagens da primeira sonda foram tiradas diretamente sobre a cabeça marciana, a 90 graus na vertical, tendo a esfinge sido registrada totalmente centralizada. O outro aparelho fotografou a ângulo lateral do monumento, num deslocamento de 45 graus para a vertical. O primeiro indício para esta perspectiva angular foi observado na forma alongada da pequena cratera localizada no lado inferior esquerdo da face – na Viking esta formação era redonda, sendo que a curvatura pouco pronunciada do terreno sugeria uma superfície suavemente curva. Observa-se também uma estreita porção representando menos de 25% do lado direito. Enfim, as fotos da Viking e as da Surveyor têm características extremamente diferenciadas entre si, talvez por circunstâncias dos vôos e missões das duas sondas, talvez por manipulação dos fatos pela NASA.Há vários detalhes encontrados na área acima das sobrancelhas. Esta inclui uma espécie de X, que está centrado acima do nariz, além de um objeto vertical dividindo este e outros ornamentos neste local. Acredito firmemente que a imagem feita pela Surveyor no ângulo de 45 graus rende muito pouco em termos de dados adicionais sobre a porção central da esfinge e não soma nada ao conhecimento do lado que nós nunca vimos. A fotografia é proveitosa somente na verificação da simetria bilateral da estrutura, no contorno da área do “cabelo” desta e na simetria dos objetos encontrados na “testa”. Se imagens adicionais não forem produzidas pela sonda norte-americana ou outra espaçonave, acredito que o rosto de Marte ainda não possa ser considerado como obra natural.
VINCENT DI PIETRO é autor de Traços Incomuns na Superfície Marciana, que tornou-se livro de referência sobre a polêmica de Marte e os monumentos de Cydonia.
Mark Birdsall
A Mars Global Surveyor da NASA está agora engajada em focalizar algo em torno de 200 lugares que são considerados de interesse científico em Marte. Os pesquisadores de Cydonia analisaram as últimas imagens em alta resolução, que mostram uma cratera desconhecida no hemisfério sul do planeta, com diâmetro de 50 km e vestígios de ser um grande reservatório de água. Há duas surpreendentes características geomórficas na cratera. A primeira é que sua parede mostra algo semelhante a vestígios de um leito de água corrente. Há também o contato do material iluminado da parede com os do solo escuro, que se supõe, pela formação de baías e penínsulas, que sejam sinais de um reservatório de água. No entanto, outro fluído que não a água poderia ser responsável pelas imagens captadas pela última missão da NASA ao planeta, ainda que a agência relute em admitir qualquer anormalidade nas diversas fases de exploração de nosso planeta vizinho.Não é primeira e nem será a última vez que estudiosos olharão Marte com suspeita. Desde a descoberta das peculiaridades do satélite Phobos é que estudiosos vêm notando que o Planeta Vermelho é uma inesgotável fonte de mistério. E isso é espantoso para o homem terrestre por um motivo prosaico: nós mal começamos a explorar o Universo, limitando-nos a enviar alguns poucos homens à Lua e naves não tripuladas a Marte, e já notamos que não sabemos absolutamente nada sobre o espaço que nos circunda. Se em Marte já observamos tamanha quantidade de incongruências e estranhos vestígios, imaginem quando formos capaz de viajar a mundos mais distantes da Terra?
MARK BIRDSALL é conferencista, membro do grupo ufológico Quest International e ex-funcionário da publicação inglesa UFO Magazine UK.


** Minhocas em Marte? **


A foto abaixo não foi enviada pelos jipes Opportunity ou Spirit, mas sim pela Mars Global Surveyor, em junho de 1999.Assim que a NASA disponibilizou-a, várias pessoas viram "minhocas" ou "tuneis transparentes", no canto

inferior esquerdo. Veja que parece mesmo! Marte seria habitado por minhocas translúcidas gigantes



Foto enviada pela NASA (M04-00291)A imagem cobre uma área de quase 3Km, e o “tubo” ou “minhoca” tem de 50 a 100 metros de largura.




Zoom da área onde estão as "minhocas translúcidas".




Zoom da imagem original até as "minhocas translúcidas"

Assim como outras fotos estranhas de Marte, como a famosa Face de Marte, esta formação tem uma explicação.Kay Ferraro da Solar System Ambassadors program of JPL (Laboratório de Propulsão a Jato - NASA) perguntou ao geólogo Dr. Bob Anderson. Ele rapidamente sugeriu que a formação era formada de dunas transversas de areia. Isto é resultado de ventos soprando do interior dos canyos. Vários tipos de dunas tem forma penperdicular à direção dos ventos, e há vários exemplos destas dunas na Terra e em Mar
Dunas formadas pelo vento em Marte




** Estruturas Artificiais em Solo Marciano **


Em fevereiro de 1972, a sonda norte-americana Mariner 9, obteve mais de 7000 fotografias do planeta Marte, mapeando 85 % da superfície. Em várias fotografias obtidas por esta sonda observa-se canais semelhantes a leitos de rios, e estruturas anômalas na superfície, que mostravam claramente terem sido construídos por alguma inteligência.

Uma destas fotografias é da região de Eliseu, onde foi fotografado quatro estruturas em formato de pirâmides com quatro lados, cujas dimensões superam a das pirâmides encontradas no Egito. A maior delas tem 3 km de base e um de altura. Os astrônomos Francis Graham e David Chandler investigaram as fotografias desta região e acreditam na origem artificial das estruturas.


Fotografia obtida pela Mariner 9 documentando as formas piramidais em solo marciano

Em outra fotografia, de número 4212-15, observa-se uma curiosa formação que foi apelidada de Cidade Inca, devido a sua semelhança com as cidades do povo Inca. Cientistas da NASA afirmaram por ocasião das fotografias: ... "estas formações são contínuas, não mostrando brechas, e erguem-se entre as planícies adjacentes como nossas muralhas da antiguidade". Estas estruturas citadas tem em torno de 5 km de comprimento.
Abaixo você pode acessar diversas fotografias obtida pelas sondas da região chamada de Cidade Inca.













Fotografia DAS 8044333, obtida em 1972, pela sonda Mariner 9












Fotografia mais recente da região. O ângulo de luminosidade nesta fotografia é de quase 90°













Este é o tipo de imagem enviada pela sonda. Após o processamento a imagem ganha qualidade e clareza.











Imagem em alta resolução da Cidade Inca, obtida pela sonda Mars Global Surveyor.















Outra fotografia.da região com um ângulo de luminosidade diferente














MGS MOC Release No. MOC2-319, 8 August 2002 MOC image E09-00186


Além das polêmicas fotografias de Eliseu e da Cidade Inca, surgiram outras apresentando sinais interessantes. Uma delas mostra um extenso conjunto de linhas que é muito semelhante ao conjunto de linhas existente em Nazca, no Peru. Tais linhas estão localizadas na mesma região (Eliseu) onde foram fotografadas as pirâmides de quatro lados. Os astrônomos Em outras fotografias obtidas pela Mars Global Surveyor (MGS) nota-se uma série de linhas paralelas sendo que ainda não se chegou a um consenso sobre sua origem.















Os astrônomos Francis Graham e David Chandler constataram que as linhas em Eliseu assemelham-se a um terminal aeroportuário.



** CYDONIA **

Em 1976, as sondas Vinking 1 e 2 realizaram um mapeamento da superfície do planeta Marte. As fotografias obtidas pelas duas missões causaram muita polêmica pois apresentavam diversas estruturas não naturais no solo. Fotografias de rios secos, rios com estruturas semelhante à canalizações, pirâmides e uma grande estrutura semelhante à um rosto humano causaram muita controvérsias. A NASA afirmou que estas estruturas foram feitas pelo vento e que efeitos de luz e sombras deram a impressão de que elas seriam artificiais.

Abaixo você pode observar a fotografia 35-A72, da região de Cydonia. Clique em algumas das estruturas para obter maiores informações sobre elas.













DiPietro e Molenaar apresentaram suas pesquisas em congresso astronômico em Washingthon, em 1981. A partir daí, outros cientistas passaram a defender a origem artificial das estruturas marcianas. Em 1985, Mark Carlotto, engenheiro eletrônico, investigou as referidas fotografias aceitando uma origem artificial para elas.
A fotografia 52-A-35 mostra uma região semelhante aos terraços cultivados no Vale Sagrado dos Incas, em meio aos Andes. A NASA afirmou sobre a região: "Marcas geométricas peculiares e tão regulares que parecem quase artificiais podem ser observadas nesta fotografias tirada pela Viking 1, em 12 de agosto, à uma distância de 2073 km. Essas marcas, que seguem, os contornos do terreno, ficam numa depressão ou bacia pouco profunda, possivelmente formada por erosão causada pelo vento. Os contornos se assemelham muito com uma vista aérea do solo arado". Michael Carr, que na época era chefe da equipe de analistas de imagens da NASA afirmou que: "...é difícil de se pensar numa causa natural para este fenômeno, porque as trilhas são regulares demais para terem sido causadas por erosão, ventos ou chuvas"...
** A Cidade **

Richard Hoagland, cientista da NASA, contestou as afirmações da NASA e realizou um estudo nas fotografias concluindo que as estruturas observadas eram artificiais. Ele foi apoiado por um grupo de cientistas que se desvincularam da NASA e passaram a estudar todas as fotografias do planeta Marte buscando novos indícios de uma civilização em Marte. O resultado deste estudo comprova cientificamente que as estruturas em solo marciano possuem um alinhamento inteligentemente ordenado. Elas foram erguidas utilizando-se conhecimentos de astronomias, matemática e geometria. Em Cydonia, por exemplo, todo o conjunto de estruturas ( a face, uma pirâmide pentagonal, uma muralha, uma fortificação e um conjunto de estruturas indicando tratar-se de uma cidade) estão alinhadas de acordo com o solstício de verão marciano, ou seja, o início do verão para aquela região. A Cidade, como ficou chamada a região do alinhamento é a maior prova da origem artificial das estruturas, pois seria impossível, por obra da natureza, surgir um conjunto peculiar tão perfeitamente alinhado. Vamos apresentar aqui, um estudo detalhado sobre a região de Cydonia. Ao final da página apresentaremos outros links que recomendamos para que você possa ter uma idéia do que realmente existe em Marte.
** Alinhamento **

A possibilidade do conjunto de estruturas de Cydonia ser algo natural caiu por terra quando os cientistas, outrora pesquisadores da NASA, apresentaram um estudo provando que as estruturas estão perfeitamente alinhadas. Se traçarmos uma linha imaginária ligando o centro do conjunto de pirâmides de quatro lados até uma outra estrutura anômala, a linha vai passar exatamente sobre A Face (Esfinge). Esta estrutura anômala possui 3 Km de extensão, sendo semelhante a uma muralha. De um dos lados da estrutura é possível notar algo semelhante à uma escavação. Se um observador estiver no olho da Esfinge, no dia do solstício (chegada do verão ou do inverno) vai observar o sol nascer exatamente sobre a muralha, pondo-se exatamente sobre o conjunto de pirâmides. Vale ressalta que o solstício de verão somente ocorre uma única vez durante o ano.
Outro detalhe interessante deste alinhamento é que existe uma relação numérica geométrica neste alinhamento. A distância entre o rosto e o penhasco é exatamente o dobro da distância entre o rosto e A Cidade. Se levarmos em conta a Fortaleza, esta progressão geométrica torna-se perfeita (ficaria assim 1: 2: 4: 8)!
Exatamente ao sul da Esfinge encontramos a pirâmide D&M, como foi chamada. Ela possui cinco lados (conseqüentemente 5 vértices). Cada vértice da pirâmide aponta para uma determinada estrutura artificial. O vértice norte divide-se em três, próximo da base da pirâmide. O central aponta para a Esfinge, a subdivisão à esquerda aponta para o que seria a entrada do conjunto de pirâmides e a subdivisão à direita aponta para a Fortaleza.. À esquerda do vértice norte, o vértice aponta para o centro do grupo de pirâmides e à direita aponta para a muralha. Abaixo você pode observar alguns alinhamentos observados na região de Cydonia. A primeira fotografia mostra a pirâmide apontando para três estruturas: o rosto, o conjunto de pirâmides e uma região no canto inferior esquerdo, da qual não temos informações. No fotografia seguinte você pode observar estudos geométricos e angulares das estruturas da região. Na terceira fotografia o mesmo estudo, apresentando novos detalhes.














Na imagem acima note que cada vértice da pirâmide aponta para uma determinada estrutura. Abaixo você pode observar as medidas angulares da Pirâmide D&M em estudos realizados por DiPietro & Molenaar. Embaixo, à direita, a pirâmide olhando-se a norte, aponta para a Cidade, à noroeste, para a Face, ao norte e para a região de Tholus à nordeste.























A polêmica sobre a região de Cydonia começou quando a Viking transmitiu para a NASA a fotografia 35A72. Vincent DiPietro, especialista em processamento eletrônico de imagens do Centro Espacial Goddard, da NASA, revisava as fotografias quando notou a existência do rosto. Ele mostrou a fotografia ao seu colega de pesquisas, Gregory Molenaar. Eles realizaram alguns estudos na fotografia, constatando sua artificialidade. Quando divulgaram seus estudos, a NASA afirmou, através do Dr. Gerald Soffen, que tudo não passava de um efeito de luz e sombras e que outras fotografias da mesma região não apresentavam nada de estranho. A comunidade científica aceitou os argumentos da NASA.










DiPietro e Molenaar não aceitaram as afirmações da NASA e decidiram investigar as outras citadas fotografias. Eles encontraram, na verdade, uma única fotografia. As condições de luminosidade nesta fotografia eram diferentes. O angulo da fotografia e a altitude também eram diferentes. Nesta fotografia a imagem do rosto permanecia com as mesmas características.
Estudos realizados no rosto, ou Esfinge, como ficou mais conhecido, indicam que a estrutura tem simetria bilateral perfeita e precisão nas bordas. Foi constatada a existência de de cavidades nasais, boca, cílios, pupila, e uma espécie de chapéu sobre a testa, semelhante aos utilizados no antigo Egito.
As fotografias mais recentes da Esfinge, obtidas pela sonda Mars Global Surveyor (MGS), apresentam novos dados sobre as estruturas marcianas. As fotografias são 10 vezes mais nítidas que as obtidas pelas Viking. Porém o que chama a atenção é a aparente manipulação nas fotografias das regiões onde existem estruturas anômalas. Em fotografias de outras regiões isto não ocorre. A fotografia da Esfinge, obtida pela MGS aparenta ter sido manipulada para descartar a possibilidade de origem artificial.
Observe a imagem abaixo: :





A imagem da esquerda foi obtida pela Viking. A imagem do centro e a da direita foram obtidas pela MGS. Note a aparência da cratera situada um pouco abaixo da estrutura. Note que ela apresenta-se um pouco distorcida. Compare as mesmas fotografias com estas outras fotografias, também obtidas pela MGS, de outra região da superfície marciana.








Um detalhe interessante pode ser notado nas fotografias acima. Elas foram obtidas de um conjunto de cânions. O tipo de erosão observado nas fotografias pode ter sido provocado por água líquida.

** A Fortaleza **




A Fortaleza está situada nos limites de A Cidade. Suas características são muito anômalas e ela se enquadra em todos os estudos matemáticos e geométricos realizados em todas as estruturas da região. Uma de suas faces está voltadas para a pirâmide principal. Especula-se que ela seria uma pirâmide cuja construção não foi concluída ou que seja uma pirâmide em ruínas.




CONTINUA ............

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