domingo, maio 20, 2007

Continuação de Marte "O Governo Secreto" (3 Parte:)


** Os 10 melhores artigos publicados pela Revista UFO em seus 20 anos **

Conexão Marte


Cristóforo Barbato



Desde a década de 60, os Estados Unidos efetuam diversas missões espaciais destinadas à exploração de alguns planetas do Sistema Solar, e em particular o quarto astro, Marte. Em 1972, a NASA iniciou, com a sonda Mariner 9, uma série de expedições sistemáticas em busca de informações e dados sobre o Planeta Vermelho. Entretanto, em tais viagens ocorriam vários incidentes, todos explicados pela NASA com informações contraditórias. Uma das primeiras descobertas efetuadas por esse órgão norte-americano, e divulgada através de uma foto, foi a região marciana conhecida como Quadrângulo de Eliseu, onde predominava dois pares de estruturas piramidais tetraédricas. Um era constituído de estruturas muito grandes, cujas dimensões superavam às da planície de Gizé, no Egito. O outro era formado por pirâmides menores, dispostas aparentemente de forma romboidal. A ausência de posteriores imagens levou a NASA a desmentir tudo, sugerindo que se tratava de uma aberração ótica devido a fenômenos naturais. No entanto, tal comunicado foi rebatido por dois professores em um estudo publicado numa revista científica norte-americana. Eles propuseram quatro teorias explicativas possíveis para as imagens, mas tais teses não convenceram os estudiosos da agência espacial. Nos anos seguintes, outros pesquisadores escreveram artigos contraponto as explicações dos professores. Entre eles estavam os astrônomos Francis Graham e David Chandler que, baseando-se no fato das estruturas terem sido fotografadas com diferentes luminosidades e sob diferentes angulações, e ainda assim apresentando sempre a mesma forma, sugeriram que as imagens representassem construções artificiais. Chandler chegou a afirmar que eram “construções de seres inteligentes, no planeta Marte.” No Quadrângulo de Eliseu encontra-se ainda uma insólita formação com raios que se estendem por uma espécie de abertura central causada, segundo a NASA, pela fusão e desabamento de incessantes camadas de gelo. Se o desenho da formação for observado de cabeça para baixo evidencia-se as características de um moderno aeroporto com um centro circular e longas estruturas de acesso aos embarques. Mas como isso é possível no solo do Planeta Vermelho, que a própria NASA já constatou ser árido e desprovido de vida?
Missão Viking – Em 1976, as sondas norte-americanas denominadas Viking 1 e 2 enviaram imagens do hemisfério setentrional de Marte, onde eram visíveis algumas estruturas anômalas. Na região denominada Cydonia notou-se a presença de diversas formações misteriosamente simétricas para serem tidas como naturais. Entre elas sobressaía-se uma estranha construção com cerca de 2 km de largura e 50 m de altura, semelhante a um rosto humano, com o olhar fixo para o alto. Próximo deste havia um complexo de três pirâmides de base quadrangular e diferentes dimensões. As formações apresentavam inacreditáveis semelhanças com as pirâmides e a esfinge situadas na planície de Gizé. Como era previsível, a NASA não publicou tal descoberta, limitando-se a dizer que eram apenas luzes e sombras... Felizmente, após minuciosas análises, Vincent Di Pietro e Gregory Molenaar, ambos engenheiros eletrônicos, divulgaram a existência das misteriosas estruturas marcianas, contrariando a NASA e causando grande polêmica. Os dois consultaram os arquivos fotográficos do National Space Center e conseguiram estabelecer a exata altitude em que estava a sonda Viking 1 sobre a região de Cydonia, no momento do registro fotográfico, além de exporem importantíssimas informações que serviram para derrubar a possível natureza geológica das referidas estruturas, confirmando serem artificiais. De qualquer modo, as pesquisas de Di Pietro e Molenaar foram totalmente ignoradas pela comunidade científica internacional e pela própria NASA, como era de se esperar. Em seguida, outros cientistas também refutaram a possível origem natural das estruturas anômalas presentes em Cydonia, como Mark J. Carlotto, da Analytic Sciences Corporation. Carlotto transformou-se num grande defensor da tese de que a NASA estaria enganando a opinião pública quanto ao assunto. Foi ele quem desenvolveu, através das mesmas fotografias analisadas por Molenaar e Di Pietro, um modelo tridimensional do rosto marciano descobrindo que este prescindia do ângulo de incidência da luz solar sobre a superfície do planeta. Ou seja: fosse qual fosse a angulação da luminosidade, ainda assim o rosto teria o mesmo formato, sem distorções comuns a formações geológicas naturais.Além disso, a presença de demais formações na mesma região de Marte, tais como as pirâmides, uma denominada “Fortaleza” e outras construções de aspecto nitidamente artificiais, aumentaram a hipótese de que esses complexos não eram formações geológicas causadas por erosão ou o que quer que fosse. “Têm que ser artificiais,” defendeu Carlotto. Quem também defende essa tese é o jornalista norte-americano Richard Hoagland e seu grupo de pesquisa, a Mars Mission. Há tempos Hoagland iniciou com sua equipe uma série de estudos detalhados sobre as singulares estruturas de Marte. Ele colocou em evidência as diversas relações significativas entre as suas posições recíprocas, as dimensões e as orientações, e comprovou a enorme complexidade de tais estruturas. “As medidas envolvidas nas construções tornam impossível classificá-las de coincidências ou obras do acaso,” afirmou. Hoagland demonstra ainda que as seis pirâmides existentes em Cydonia e o rosto esculpido seriam na realidade os restos de um grande complexo edificado em Marte há cerca de 500 mil anos, segundo um complexo código matemático desenvolvido por cientistas.
Pirâmides em Marte - Além disso, o estudioso descobriu que a estrutura mais importante naquela área não era a face, mas uma pirâmide pentagonal com um eixo de simetria bilateral na direção do rosto, que Hoagland chamou de D&M, em homenagem aos pesquisadores Di Pietro e Molenaar. Carlotto trabalhou com as mesmas imagens e obteve uma resolução ainda mais precisa da pirâmide, analisando especificamente três fotogramas obtidos por vias indiretas da NASA. Um deles mostra claramente uma estrutura que tem cinco lados, dos quais os dois opostos são levemente mais longos que os outros e dotados de simetria bilateral. À direita da pirâmide encontra-se uma cratera com um diâmetro reduzido, mas cuja profundidade parece notável porque não se avista seu fundo. Sobre a borda do buraco observa-se duas formas símiles às das cúpulas.Tal complexidade morfológica é fruto do inacreditável código matemático defendido por Hoagland e em parte decifrado pelo técnico do Pentágono Errol Torun, especialista do Serviço Cartográfico do Ministério da Defesa dos EUA. Torun foi encarregado pelo governo de investigar as estruturas no solo marciano, com a intenção de desmentir oficialmente a origem artificial à qual Hoagland e outros eram favoráveis. Entretanto, Torun mudou de idéia e alinhou-se aos que sustentam a existência de uma antiga civilização em Marte, sobre a qual a agência espacial norte-americana teria conhecimento e estaria omitindo-o do mundo. O estudioso, depois de minuciosos exa exames, excluiu qualquer hipótese de origem natural para os achados, afirmando que não se conhecia fenômeno morfológico em condições de dar início a uma pirâmide pentagonal em qualquer lugar do Sistema Solar. “Uma estrutura similar não existiria nem em Marte, nem na Terra, e muito menos em outros planetas de nosso sistema”, afirmou Torun. Cydonia era, portanto, um concentrado de fenômenos artificiais. Mas quem construiu tais monumentos e por quê?Contudo, a descoberta mais surpreendente que Torun efetuou foi que a estrutura piramidal pentagonal não só foi edificada segundo as divisões áureas empregadas por Leonardo Da Vinci no conhecido desenho do homem dentro do círculo, mas também que os ângulos, as distâncias e as constantes matemáticas encontradas na pirâmide D&M são as mesmas existentes em toda a região de Cydonia – uma geometria que Hoagland definiu como tetraédrica. Ele chegou a essa conclusão graças ao trabalho desenvolvido pelo estudioso Stanton Tenen, que conseguiu encontrar as bases do cálculo que seria a origem da construção da pirâmide D&M através do estudo da geometria empregada na construção de alguns templos sagrados terrestres, tais como: Teotihucan (México), Gizé (Egito), Stonehenge (Inglaterra), etc. De fato, se uma pirâmide triangular é posicionada com a ponta voltada para o pólo norte de uma esfera, os ângulos a tocam na faixa de 19,5º de latitude. Numerosos templos antigos da Terra estão colocados sobre a faixa de 19,5º de latitude, assim como sólidas estruturas geológicas, como por exemplo os vulcões do Havaí. Supõe-se também que a marca escura de Netuno, os vulcões extintos de Vênus, o sinal vermelho na superfície de Júpiter, o grande vulcão Olympus em Marte e a porção mais ampla das marcas solares se encontram todos a 19,5º norte ou sul de latitude. Coincidência?Existem leis astrofísicas por nós ainda desconhecidas? Segundo Hoagland, nas dimensões e em conexão com a posição da pirâmide D&M estaria guardada uma mensagem enigmática, um código com o poder de colocar-nos em contato com forças desconhecidas ligadas aos corpos esféricos giratórios. Em diversos laboratórios estariam sendo executadas pesquisas, sempre mantidas como segredo militar, sobre esses tipos de fenômenos. Dentre os pesquisadores envolvidos nestes projetos está o físico Bruce De Palma, do Massachussets Institute of Technology (MIT). De Palma e outros cientistas sustentam que entre os corpos giratórios aconteça uma troca de energia e que a rotação abra uma espécie de “porta” para uma outra dimensão, de onde proviria uma força de natureza elétrica coerente. Essa troca de energia entre as duas dimensões estaria sempre à latitude de 19,5º, o que para De Palma poderia conduzir à realização de sistemas tipo antigravidade, viagens cósmicas através de portais dimensionais e, finalmente, ser utilizada como uma fonte de energia inesgotável. Em síntese, seria aquela fabulosa tecnologia em poder dos seres que nos visitam com suas máquinas voadores que chamamos de UFOs.
Condições Meteorológicas - Esse raciocínio, segundo pesquisadores como Di Pietro e Molenaar, seria um tanto fantasioso. Eles preferem manter os pés no chão e ater-se exclusivamente às descobertas confirmadas. Hoagland também é tido como exagerado por muitos de seus colegas, alguns dos quais defendem a teoria da artificialidade das construções marcianas, sem no entanto elocubrarem a respeito… No entanto, uma investigação sobre a hipótese de De Palma foi feita em 1989, quando a Voyager 2 passou perto de Netuno. O mundo científico norte-americano e internacional ficou desconcertado com os dados transmitidos pela sonda, tanto que reformulou todas as possibilidades feitas até o momento sobre o planeta. Netuno não se apresentava como um descampado de gelo nos limites do Sistema Solar, como se imaginava, mas como um pântano de metano com excêntricas condições meteorológicas, atravessado por fortíssimos ventos na ordem de 2.000 km/h. O oitavo astro de nosso sistema resulta um verdadeiro enigma para os astrofísicos, pois emana uma quantidade de energia três vezes superior do que aquela recebida pelo Sol. Uma resposta ao por quê de tal anomalia, segundo Hoagland, viria somente através das hipóteses de De Palma. Dessa maneira, as estruturas presentes na região de Cydonia encerrariam o conhecimento ou a ciência daquilo que une o mundo, o segredo de uma energia livre e infinita que no futuro o homem poderia ter à disposição. Hoagland também destaca que as formas mágicas da geometria tetraédrica podem ser encontradas nos célebres e tão discutidos círculos feitos nas plantações de grãos do sudoeste da Inglaterra [Ver UFO edições 61 e 65, entre outras]. Estas formações, que demostram ser correspondentes em formato e características às da região de Cydonia, aparecem com freqüência em algumas zonas do planeta, especialmente a enigmática construção medieval de Silbury Hill e Avebury, ambas situadas a cerca de 100 km a sudoeste de Londres. Nestas duas localidades existem formações aparentemente naturais e regiões megalíticas ligadas por uma misteriosa relação geométrica com duas das estruturas existentes em Marte. À leste do enigmático rosto de Cydonia encontra-se uma espécie de anel e uma colina de forma cônica denominada Tholus, com 170 m de altura e 1,5 km de diâmetro. Completamente diferente das outras regiões circunstantes, Tholus é perfeitamente circular e plano, parecendo ser contornado por um terrapleno. Se observada atentamente, nota-se nessa colina cônica a incrível semelhança de sua singular estrutura com montes artificiais de origem pré-histórica localizados no continente norte-americano e europeu. Silbury Hill é um exemplo.Outra característica marcante de Tholus é a presença de uma espécie de estrada em forma de espiral similar àquela que antigamente levava ao todo de Silbury Hill. Esta última é a mais famosa entre as colinas artificiais da Inglaterra, sendo, na verdade, o maior morro construído pelo homem em toda a Europa. Ao norte de Silbury Hill encontra-se o círculo megalítico de Avebury, onde estão situados dois círculos, seguindo um ângulo de desvio no sentido norte-oeste de 19,5º. Coincidentemente, ao norte de Tholus também existe uma cratera em forma de anel com duas protuberâncias na parte superior, localizada na mesma posição em que aparece o círculo de Silbury Hill. Hoagland adverte que se grande parte da área de Avebury fosse destruída, o que restaria seria suficiente para traçar paralelos com a área de Cydonia. “Se o mapa topográfico de Marte for sobreposto sobre o de Avebury será possível perceber que se encontram na mesma posição a pirâmide pentagonal D&M do planeta e o formato pentagonal de um terreno ao longo da localidade inglesa,” defende o jornalista. Na mesma sobreposição nota-se ainda que o rosto de Marte coincide perfeitamente com uma porção de território que vai da rodovia A4, ao norte de Beckhampton, até a oeste, numa área onde se localiza uma grande região pré-histórica da Inglaterra – estes são locais endêmicos de surgimento de círculos misteriosos nas plantações, que não se manifestam dessa forma em nenhum outro lugar do planeta. Mas as analogias não terminam por aí. A famosa jarda, unidade de medida da cultura megalítica, equivale precisamente a 2,72 pés ingleses (cerca de 90 cm), um valor constante nos monumentos de Marte. Outra coincidência? Este número também está presente no sítio arqueológico de Stonehenge, disposto na direção norte-leste da mesma região e com uma angulação de 49,6º, o que corresponde à geometria de Cydonia.O aspecto mais incrível e surpreendente decorrente dos estudos de Hoagland e de seu grupo é que na zona de Avebury e Stonehenge, depois que a sonda Viking conseguiu fotografar a região marciana de Cydonia, o fenômeno dos círculos nas plantações de grãos se manifestou com muito maior freqüência e continuidade. Esse tipo de manifestação foi objeto de estudo de Colette Dowell, colaboradora de Hoagland que, através das análises sobre modelos de círculos, constatou que quase todos eram desenhados com as unidades de medida da geometria de Cydonia. Dowell analisou, entre outras formações, uma em formato triangular surgida em Barbury Castle em 16 de julho de 1991 e conhecida como a “mãe de todos os círculos”. A formação consistia em um perfeito tetraedro de onde foi tirada a mais completa seleção de dados idênticos àqueles extraídos do estudo de Cydonia. Diversos valores foram obtidos a partir da análise feita por Dowell. Dentre eles destaca-se o número 49,6º, que é o ângulo anterior de sustentação da pirâmide D&M e a angulação do eixo de Stonehenge. Assim, tem-se a demonstração evidente de que o círculo surgido em Barbury Castle é o equivalente terrestre da pirâmide pentagonal D&M de Marte. Portanto, como textualmente afirmou Hoagland, “…nossa incessante investigação em Cydonia em relação com os círculos nas plantações confirmou a insólita suspeita de que a mesma geometria daqueles que há meio milhão de anos marcaram com figuras extraordinárias o solo marciano também, finalmente, desceram ou retornaram à Terra.” Exagero?
Sonda Phobos – No mês de julho de 1988, a ex-União Soviética enviou para Marte duas sondas denominadas Phobos 1 e 2. A tarefa principal de ambas as missões era recolher dados, fotografar a superfície de Marte e sucessivamente prosseguir para Phobos, uma das duas luas do planeta. No entanto, a primeira sonda saiu do controle da base na Terra por causa de um erro na emissão de dados no computador de bordo. Somente a Phobos 2 conseguiu chegar até Marte, em janeiro de 1989, e colocar-se em órbita paralela com a lua marciana. O objetivo principal naquele momento era alinhar a sonda com o pequeno satélite e analisá-lo detalhadamente com a ajuda de sofisticados aparelhos que seriam colocados sobre a sua superfície. Mas isso não ocorreu e, em março daquele ano, o centro de controle da missão soviética anunciou ter problemas de comunicação com a sonda. Os mesmos órgãos de informação diminuíram a gravidade do acontecimento afirmando que estavam operando para restabelecer os contatos com a Phobos 2. No entanto, cientistas norte-americanos e europeus, associados ao programa soviético, foram comunicados através de canais não oficiais sobre a efetiva natureza do problema: algo impedia o contato da sonda com o controle da missão, na Terra. Mas o que seria? Alguns dias depois, porém, enquanto a opinião pública era tranqüilizada com a alegação de que os contatos estariam sendo restabelecidos, um alto oficial da Glavkosmosa, a agência espacial soviética, insinuou que na realidade não se tinha nenhuma esperança em recuperar a sonda… Surgiram várias especulações sobre o quê realmente estava acontecendo com a Phobos 2, quando os órgãos de informação começaram a divulgar as notícias. A que mais surtiu repercussão foi a nota publicada por um conhecido jornal espanhol através de seu correspondente de Moscou. O texto trazia a seguinte redação: “O noticiário televisivo Vremya revelou que a sonda espacial Phobos 2, que estava orbitando em torno de Marte, fotografou um objeto não identificado sobre a superfície do planeta, alguns segundos antes de perder o contato com a base terrestre. Os cientistas definiram como inexplicável a última foto transmitida pela sonda, na qual se via claramente uma sutil elipse, um fenômeno que não podia ser uma ilusão ótica, porque foi fotografado com a mesma clareza tanto por objetivas coloridas como por infravermelhas.” Legítimas também foram as interrogações que nasceram por causa dessa declaração. Quais imagens estavam transmitindo a Phobos 2 quando se verificou o incidente? Sobretudo, o que havia causado a desestabilização da sonda – uma avaria técnica ou um agente externo? As respostas não tardaram a chegar. Pressionadas pelos participantes internacionais da missão Phobos, que pediam esclarecimentos sobre o ocorrido, as autoridades soviéticas forneceram o registro da transmissão televisiva que a sonda havia enviado nos seus últimos momentos de operação, exceto as gravações finais efetuadas poucos segundos antes que os contatos se interrompessem. Os desenhos visíveis da superfície marciana foram filmados com aparelho infravermelho, que capta objetos a partir do calor que irradiam, e não com a simples objetiva ótica das sondas. Em poucas palavras, a grande rede de linhas paralelas e de retângulos que aparecia naquela seqüência e cobria uma área de cerca 600 km quadrados, emitia radiações térmicas incomuns. Ademais, seria impensável que um fenômeno natural pudesse produzir um desenho geométrico tão perfeito. O único ponto obscuro para os cientistas, no entanto, era não saber exprimir um parecer sobre a efetiva natureza de tal formação. Além da gigantesca rede surgida nas imagens, o filme mostrava um perfil escuro que podia ser descrito como uma sutil elipse com as margens muito nítidas, com pontas aguçadas em vez de arredondadas. As margens não eram confusas e resultavam perfeitamente claras em relação a uma espécie de halo sobre a superfície de Marte. Segundo o doutor John Becklake, do Museu Científico Britânico, a sombra podia pertencer somente a um objeto colocado entre a sonda soviética em órbita e o planeta, pois era possível vê-la sobre a superfície. Além disso, o objeto foi filmado tanto pela máquina ótica como pela infravermelha, o que elimina qualquer eventualidade de mal funcionamento. Becklake explicou que a imagem foi feita enquanto a sonda se alinhava com a lua Phobos, e acrescentou: “Os soviéticos viram alguma coisa que não deveria estar ali e não forneceram ainda a última fotografia daquilo, para assim podermos imaginar do que se trata.”
Astronave Gigantesca - Entretanto, em junho de 1990 a pilota de caças Marina Poppovich [Candidata a cosmonauta, mas sem nunca ter ido ao espaço], durante uma conferência realizada na Alemanha, difundiu para alguns pesquisadores diversas informações subtraídas de alguma forma dos cofres científico-militares da ex-URSS. Poppovich confirmou a existência do primeiro indício certo da presença de uma nave-mãe extraterrestre estacionada em nosso Sistema Solar. E mostrou duas fotografias que seriam, segundo ela, as duas últimas imagens obtidas pela sonda Phobos 2 antes de perder o contato. As fotos mostravam a lua marciana Phobos ao fundo e, em primeiro plano, algo de forma alongada. Tal objeto tinha a aparência de uma astronave gigantesca e cilíndrica, com cerca de 20 km de comprimento e 1,5 km de diâmetro, que parecia dirigir-se para a sonda espacial soviética, deixando atrás de si um rastro. A Phobos fotografou esse objeto em 25 de março de 1989, conforme afirmou Poppovich, “…e depois de transmitir a imagem para a Terra desapareceu misteriosamente,” concluiu. Os soviéticos consideraram que tivesse sido destruída ou colocada fora de uso por uma espécie de impulso de energia… Mesmo assim, segundo alguns estudiosos, tal astronave podia ser o objeto que nas imagens precedentes registradas pela sonda teria projetado a insólita sombra elipsoidal sobre a superfície de Marte. Por isso, alguma coisa de anormal aconteceu na órbita da lua Phobos e sua superfície apresentava evidentes anormalidades que deixaram perplexos os cientistas soviéticos. Phobos tem características particulares que no passado levaram diversos pesquisadores a supor que pudesse tratar-se de um corpo celeste artificial. Uma de suas principais peculiaridades é um fato que transgride uma regra própria de todos os outros satélites do Sistema Solar, a de girar em torno de seus planetas mais lentamente do que estes giram em torno de seus próprios eixos. A Lua, por exemplo, efetua um giro num período de tempo em que a Terra cumpre 27 rotações. Phobos, ao contrário, realiza uma verdadeira competição de velocidade com Marte – o dia no Planeta Vermelho dura 24h27, enquanto o giro do satélite é de 07h39! Em todo o Sistema Solar, Phobos é o único satélite que apresenta essa anormalidade. Além do mais, a luz produzida pela lua marciana é muito forte e brilhante para ser um reflexo de material rochoso, material que normalmente compõe todos os satélites, como a Lua, por exemplo. Os astrônomos definiram Phobos como “uma revolução retrógrada da Ciência” e criaram muitas hipóteses para explicar sua luminosidade – alguns afirmam que o satélite possui muito material de origem metálica em sua superfície. Olhando-a atentamente, por sinal, não se pode deixar de notar particulares sulcos ou ranhuras que prosseguem quase paralelos um ao outro. A largura destes sulcos é quase uniforme, entre 230 e 330 m. A possibilidade de que estes sinais sejam atribuídos a fenômenos naturais, escavados por água corrente ou por rajadas de vento, por exemplo, foi amplamente excluída, dado que em Phobos tais condições simplesmente não existem! Essas marcas parecem que se dirigem ou se derramam de uma cratera que cobre mais de um terço do diâmetro da lua, na qual as margens circulares são perfeitas. Os cientistas soviéticos acreditam que, em geral, há alguma coisa de artificial em Phobos por causa da sua primorosa órbita em torno de Marte, pois, além de todas estas anormalidades, os dois astros ficam bastante próximos um do outro, o que desafia qualquer lei de movimento celeste conhecida.
Lua Artificial – Já na década de 60, os pesquisadores notaram que Phobos tinha um movimento de aceleração em sua órbita em torno de Marte. Tal descoberta levou os soviéticos a sugerirem que a lua marciana era mais rápida que as suas dimensões deixassem supor. O físico I. S. Shklovsky lançou, em 1959, uma inacreditável hipótese: Phobos seria oca em seu interior. Segundo o cientista, suas evidentes anomalias eram explicáveis somente desse modo. “Um corpo cósmico pode ser oco? Tal suposição parece absolutamente descartável, mas é necessário concluir que Phobos seja de origem artificial. Talvez o mesmo pode-se dizer sobre o outro satélite marciano, Deimos, mesmo sendo suas anomalias menos evidentes”, conclui Shklovsky. Questionado sobre o tamanho das duas possíveis luas marcianas, se artificiais, ele afirmou que as massas de ambas poderiam ser da ordem de centenas de milhões de toneladas ou mais. Shklovsky disse ainda que a criação de satélites de semelhantes proporções não representava um problema completamente insolúvel para a Ciência. “Não está longe o tempo em que a teoria sobre a origem artificial dos satélites de Marte sairá do estado das possibilidades. Brevemente ela será confirmada ou então será dada uma convincente explicação para as misteriosas estranhezas dos satélites marcianos”, completou o cientista. Shklovsky não foi o único a propor uma teoria do gênero. Outros pesquisadores soviéticos lançaram suas hipóteses sobre a possível origem artificial de Phobos. Inevitáveis e inúmeras foram as críticas feitas contra tais teses, mas um artigo publicado na revista científica Nature mencionava a recente descoberta de que Phobos era muito menos densa do quê se supunha – seu interior devia ser vazio ou constituído de gelo. O texto também mencionava os misteriosos sulcos, definindo-os como “galerias” cujas paredes seriam constituídas por um material mais brilhante encontrado da superfície da lua. O fato mais importante do artigo, no entanto, era a descoberta de novas galerias sobre o satélite. Na área a oeste da sólida cratera surgiram novas “estradas” que não estavam presentes quando a Mariner 9 e as sondas Viking efetuaram as fotos da pequena lua marciana. Considerando-se que em Phobos não existe atividade vulcânica, não tem tempestades de vento, nem chuva, nem água que escorra, de que modo se originaram aquelas marcas? A solução para o enigma foi encontrada no mesmo motivo que levou à intrigante perda das sondas espaciais soviéticas e sucessivamente, e de modo mais insólito, a norte-americana Mars Observer.Em 25 de setembro de 1992 foi lançada do Centro Espacial de Cabo Kennedy, nos EUA, a sonda espacial Mars Observer. Definida como de quinta geração, sofisticadíssima e em condições de orientar-se automaticamente, o aparelho foi concebido não somente para explorar Marte de maneira mais detalhada, mas também para observá-lo por um longo período. Dentre suas tarefas previstas estava a de refazer os levantamentos fotográficos da região de Cydonia. Infelizmente, depois de onze meses de cruzada pelo espaço, em 21 de agosto de 1993 – três dias antes do início da exploração do Planeta Vermelho –, a sonda cessou de transmitir dados ao Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), de Pasadena, na Califórnia.
Ares Vallis - Em 25 de agosto, após várias tentativas de ativar os contatos, a NASA anunciou oficialmente a perda da Mars Observer. Ninguém estava em condições de saber o que realmente havia acontecido, nem mesmo o porta-voz oficial do JPL. Os engenheiros do projeto ficaram perplexos, pois na realidade a sonda foi programada para colocar-se automaticamente em posição de segurança caso seus sensores computadorizados notassem qualquer anomalia. Em tal situação, todos os instrumentos seriam excluídos, exceto um transmissor que, podendo empregar toda a potência disponível, continuaria a transmitir informações para a base na Terra. No entanto, nada disso aconteceu e a missão falhou inexplicavelmente. Sobre a NASA surtiram diversas acusações, entre as quais a de ter deliberadamente sabotado a missão quando se detectou algo anômalo que pudesse vir a comprometer a manutenção do segredo sobre estes assuntos, imposto pelas autoridades norte-americanas. Essa hipótese foi feita por Richard Hoagland e seu grupo, o Mars Mission, que afirmaram que a agência espacial norte-americana alegou a paralisação da sonda como forma de evitar a divulgação das reais informações que ela continuava a obter de Marte e de uma possível nave-mãe. Durante uma conferência à Imprensa, a equipe de Hoagland declarou a existência de um grupo especial entre os altos dirigentes da NASA que estava – e ainda está – tentando de todas as formas possíveis ocultar as desconcertantes descobertas efetuadas na superfície marciana. Marte nunca deixou de maravilhar os pesquisadores por tudo que já foi mostrado através das imagens e dados fornecidos pelas missões norte-americanas, entre elas a Pathfinder e a Mars Global Surveyor. Revelar segredos agora pareceu ser insuportável para a agência. Mas por quê?Com a expedição da Pathfinder, que durou de 1996 a 1997, os pesquisadores esperavam obter a definitiva confirmação ou o desmentido da natureza artificial das estruturas presentes na região de Cydonia. No entanto, tal expectativa não foi atendida. A sonda aterrissou numa zona desértica denominada Ares Vallis e, juntamente com o robô Sojourner, registrou diversas anomalias no planeta Vermelho. Uma dessas era a presença de colinas distantes cerca de 2 km da Pathfinder e denominadas Twin Peaks [Picos gêmeos]. Segundo Hoagland, as montanhas eram de natureza artificial, pois o relevo do morro à direita resultava idêntico ao da esquerda, exceto pelo cume. Em seu topo podia-se distinguir uma espécie de subestrutura, além do que o cume de uma das colinas de Twin Peaks apresenta disposição interna parecida com as cavidades de uma colméia de abelhas, “…o que leva a supor tratar-se de restos de grandes núcleos habitacionais,” propôs o jornalista. “Estas instalações assemelham-se surpreendentemente às estruturas terrestres encontradas no sítio arqueológico de Machu Pichu, no Peru,” concluiu. Quando essa notícia chegou ao conhecimento público, a NASA retirou imediatamente de sua rede de teleinformática e de suas páginas na Internet as fotos das duas colinas. Ainda assim, posteriormente a equipe de Hoagland encontrou evidentes e intrigantes anomalias nas várias fotos tiradas pelo Sojourner, o que constitui um indício de uma possível manipulação da agência com os negativos obtidos em Marte. Tal censura seria, segundo o pesquisador, “…a enésima demonstração da existência de uma ferrenha política de acobertamento sobre a presença de artefatos de origem extraterrestre no Planeta Vermelho.” Esta possibilidade emergiu também a partir das declarações feitas em 1996 pelo diretor da NASA, Daniel Goldin, alguns dias antes do lançamento da Mars Global Surveyor. A sonda decolou em 7 de novembro de 1996, munida de sofisticados equipamentos com o propósito de mapear a superfície de Marte. Em seu discurso sobre o fato, Goldin, quando questionado sobre a eventual possibilidade de fotografar novamente aquelas estruturas, afirmou que a agência sabia que em Marte jamais poderia ter existido civilização alguma… Se analisado atentamente o complexo de dados e as imagens fornecidas pela sonda, a hipótese da NASA resulta decididamente concreta. Não resta dúvidas disso! Ocorre, entretanto, que as informações e imagens difundidas pela agência apresentam características de terem sido manipuladas. A polêmica é grande. As informações divulgadas pela agência em abril de 1998 levaram a opinião pública norte-americana a duvidar da possibilidade artificial da face humanóide da esfinge e das estruturas piramidais presentes em Marte. Com base nas imagens obtidas da Mars Global Surveyor, apresentadas aparentemente manipuladas, os dirigentes da NASA declararam que a estrutura do rosto humano na superfície marciana simplesmente não existia. Ou melhor, que seria na verdade apenas uma normal e prosaica formação geológica, resultado de ilusórios jogos de luzes e sombras favorecidas pela escassa determinação das imagens fornecidas pela antiga Viking. Dinamite pura!
Hipótese Artificial - Ao contrário do que se esperava, no entanto, a justificativa da NASA para as insólitas estruturas existentes em Marte rendeu muito e foi longe. Tentou-se colocar uma pá de cal sobre o assunto e sepultá-lo para sempre, mas o resultado obtido foi justamente o inverso. Mark Carlotto, que como Hoagland acredita na origem artificial das formações, expressou fortes dúvidas acerca de algumas imagens transmitidas pela Surveyor. “Nas cenas fornecidas pela Viking, em 1976, a impressão de um rosto humano era inconfundível. Porém, se iluminado por baixo, parece menos evidente. Muitas das características transmitidas por essa sonda também podem ser revistas nas fotos da Surveyor, mas nestas o rosto apresenta-se gravemente corroído”, afirma Carlotto. “Isso é muito incomum e suspeito, sob o ponto de vista de uma análise fotográfica.” O cientista concluiu que possuindo perfeita simetria, precisão na borda e traços lineares no cume da face em Marte, dificilmente tais fatos pudessem mesmo ser explicados geologicamente. Contudo, antes de emitir parecer final, restam diversas questões que necessitam de respostas.A primeira delas refere-se aos traços faciais. Se estes existem, a probabilidade de que tal formação seja realmente um rosto aumenta grandemente. Mas a pergunta mais importante diz respeito às imagens de alta revelação que se assemelham aos outros complexos na região de Cydonia. Por exemplo, o lineamento e a regularidade geométrica nas paredes da estrutura conhecida como Fortaleza pode ter uma explicação geológica óbvia, assim como a disposição de quatro pequenos relevos sistematizados numa espécie de “praça”, a grande formação regular chamada de Pirâmide Principal. Esses objetos, tendo na forma relevantes características geométricas, poderiam ter conservado relativamente a própria arquitetura inicial para serem suficientemente reconhecíveis em condições de notável deterioramento. As imagens emitidas pela Surveyor em abril de 1998 mostram estruturas de aspectos naturais, consideradas como resultantes de um processo geológico normal, sem que se pudesse confirmar uma possível origem artificial das referidas formações. Pesquisadores como Richard Hoagland e Tom Van Flandern sustentam a artificialidade de todos os complexos existentes em Cydonia, e não apenas de alguns. De acordo com Van Flandern, doutor em Astronomia pela Universidade de Yale, as mais recentes imagens do rosto, divulgadas e maquiadas pela NASA, ainda assim não negam em nada sua origem artificial. Em um pronunciamento, declarou que “…com base nas fotos da Mars Global Surveyor, assim como nas velhas imagens da Viking, o rosto apresenta características como regularidade, angularidade e simetria, que corroboram todas as conclusões baseadas na hipótese da artificialidade da estrutura,” disse. Tais sinais seriam a presença de cavidades nasais, de uma boca abaixo do nariz, os cílios acima da cavidade ocular, uma pupila, uma espécie de chapéu sobre a testa e uma quase completa ausência de elementos estranhos ou que contribuam para limitar o aspecto da face. “Sem deixar margens para dúvidas, acredito que o rosto marciano é de natureza artificial,” finaliza o cientista, contrapondo-se radicalmente ao que alega a NASA. Polêmica maior impossível.Uma minuciosa análise de algumas fotos da Pirâmide Principal tiradas pela Surveyor revelaram-na com a aparência de uma pequena montanha, onde embaixo predominam pequenos cômodos estratificados – estranhas estruturas angulares e simétricas. Segundo Stanley McDaniel, porta-voz da Sociedade para Pesquisas Planetárias (SPSR), existe ainda uma peculiar estrutura à nordeste da pirâmide que necessita de investigação geológica. Um outro objeto próximo tinha o formato de um quadrado quase perfeito dentro de uma cratera circular. Para Hoagland, uma das fotografias oferece impressionante evidência de artificialidade. “Ela revela cavidades do tamanho de quartos em vários níveis sob a superfície erodida da Pirâmide Principal”, afirmou. Através de outras imagens descobriu-se também o chamado Quarteirão de Cydonia, também conhecido como a “praça” e situado no centro do complexo de monumentos marcianos. A formação é constituída por quatro pequenas estruturas piramidais que não são nem uniformes, nem simétricas – têm aparência de vidro, foram elaboradas com uma evidente alta tecnologia e estão totalmente em ruínas.
Documento Oficial - Foram descobertas também outras formações de natureza suspeita ou sobre cuja origem não se tem explicação convincente. Mesmo assim, a Surveyor não foi capaz de confirmar ou desmentir, definitivamente, a possível origem artificial das estruturas existente em Cydonia. É óbvio nosso direito de questionarmos se a NASA não estaria escondendo o que a sonda registrou. Se isto é verdade, quais razões a levam a fazer isso? As respostas, como Hoagland afirma, encontram-se num documento oficial, cuja existência é desconhecida do público, denominado Brookings Report. Este relatório foi redigido em 1958, durante a presidência de Eisenhower, que havia acabado de criar o que viria a ser a NASA de hoje. Segundo o documento, a agência deveria providenciar a mais vasta colheita de dados registrados durante as missões espaciais para depois divulgá-las à população norte-americana e ao mundo inteiro. Mas, na realidade, atrás dos bons propósitos com que aparentemente foi lançado este projeto, a opinião pública tomava conhecimento de poucas informações. Uma comissão formada por uma equipe de experts em vários campos foi encarregada de redigir um documento particular, que recebeu o título de Proposta de Estudo Sobre a Aplicação de Atividades Espaciais Pacíficas Para os Interesses Humanos ou Brookings Report. O trecho mais significativo deste relatório chama-se Implicações em Caso de Descoberta de Vida Extraterrestre e diz que “…os artefatos deixados num determinado ponto no tempo, por formas de vida pertencentes ou não ao Sistema Solar, poderão ser descobertos através das nossas atividades espaciais na Lua, em Marte e Vênus.” Hoagland argumenta que, se a NASA descobrisse e revelasse qualquer coisa alienígena, isso implicaria em problemas no sistema social terrestre. Ele afirma ainda que a agência é contraditória, pois possui propósitos de honestidade e abertura, mas redige um documento que nega essa intenção. O Brookings Report discute ainda qual seria o papel dos cientistas e das “pessoas do poder”, a partir do momento em que se constatasse qualquer indício de vida extraterrestre. “A conduta da agência, como é até hoje, é de ocultamento dos fatos para a sociedade,” garante Hoagland. “Os grupos detentores do poder, segundo o documento, poderiam ser os mais devastados pela descoberta e revelação da existência de criaturas inteligentemente superiores a nós. Isso significaria o anulação político-militar e científico-religiosa dos governos mundiais,” afirma sem restrições, no que é concordado com ufólogos de todo o mundo. As avaliações contidas no relatório não consideram as eventuais repercussões positivas que a descoberta de vida alienígena teria sobre a população do nosso planeta, mas visam unicamente proteger a própria rede de personagens e privilégios pessoais adquiridos por eles.Nesse ponto da discussão resta resolver a interrogação sobre a origem das estruturas marcianas. Hoagland propôs algumas hipóteses a respeito. Ele afirma que na Terra pode ter existido uma civilização precedente à nossa, que desenvolveu o vôo espacial e se dirigiu para Marte, construindo algumas obras para depois, por alguma razão, extinguir-se. Dessa maneira, segundo o pesquisador, descobrir-se-ia a herança terrestre. Sua segunda teoria retrata uma civilização proveniente de muito longe, de centenas de milhares de anos-luz de nós, que alcançara o Sistema Solar e desembarcara em Marte, construindo aquelas obras e um monumento “para aquele ser primitivo que um dia se transformaria no ser humano.” Em ambos os casos, Hoagland afirma que uma catástrofe teria forçado a população marciana a abandonar o próprio planeta para transferir-se a um outro: a Terra. O cientista diz ainda que o objetivo principal do rosto de Marte é criar nos terráqueos a consciência de que não são os únicos no Universo, mas que outros seres humanos deixaram um sinal – as formações marcianas – para que a Humanidade da Terra reflita e alcance a harmonia entre o desenvolvimento tecnológico .


**A polêmica sobre o rosto marciano **



Graham W. Birdsall
A sonda Mars Global Surveyor, da NASA, tirou suas primeiras fotos da misteriosa esfinge marciana em 05 de abril de 1998 – 22 anos depois das obtidas pela Viking, em 1976. As novas fotos têm resolução 10 vezes mais nítida que as anteriores. No entanto, o famoso rosto de Marte aparece nas imagens apenas como cordilheiras e crateras. “A foto mostra as paisagens como sendo simplesmente rocha remanescente de erosão, moldada por vento ou água. Qualquer um que voasse sobre o loca reconheceria que a esfinge é natural”, declarou Alden Albee, um dos cientistas que examinou as fotografias no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Califórnia. Estava ateado o fogo às discussões. A divulgação da nova foto de Cydonia acendeu um debate feroz, pois os cientistas da agência espacial norte-americana compararam-na com tudo, exceto a uma esfinge registrada pela Viking. Segundo Michael Ravine, diretor de projetos avançados do Sistema de Ciências do Espaço Malin (MSSS), “…o rosto parece apenas uma elevação em forma de tabuleiro. São formações rochosas naturais, nada que tenha sido construído por alguma inteligência.” Já Michael Carr, geólogo do Departamento de Inspeção Geológica Americano, em Menlo Park, Califórnia, declarou que “a área captada está numa zona de transição entre uma velha região de crateras e uma recente planície baixa. Rochas oriundas da antiga formação foram impelidas até a planície e a face é uma delas.” Estaria encerrado o debate sobre a origem artificial da esfinge marciana? Parece que não, tanto que o geólogo James L. Erjavel discutiu a conclusão da NASA de que a esfinge e outras formações da região teriam sido causadas por erosão diferencial. Erjavel citou o Relatório McGill, de 1989, daquele mesmo órgão, que concluiu que Cydonia já esteve coberta por 1 km de sedimento erodível que teria sido dispersado por fortes ventos marcianos, deixando um terreno que é a combinação de resíduos desenterrados de uma cratera de planalto e ígneo intrusivo. Como prova, comparou Cydonia a uma área de cratera à leste, pois ambas mostram claramente definidas esse tipo de formação de impacto, com diâmetros de 1 km ou mais.
Dimorfiso Peculiar - No entanto, essa região possui um expressivo número de pequenas crateras menores que 1 km de diâmetro e Cydonia não tem nenhuma desse tamanho. “Este dimorfismo sugere que há uma diferença distinta entre terrenos de crateras e outros que não podem ser considerados se a ocorrência de forças erosivas fosse o fator principal no desenvolvimento morfológico da área”, sintetizou o estudioso.O pesquisador Richard Hoagland, da Mars Mission, disse que as imagens da Mars Global Surveyor são falhas – chegando apenas com 80 dos 266 tons de cinzas possíveis. “É como olhar para uma tela de chuviscos”, concluiu. No caso da esfinge, detalhes importantes da estrutura estavam confusos, deixando inexplicada a permanente questão se o rosto tinha traços simétricos em ambos os lados. Entretanto, divergindo de Hoagland, outros cientistas admitiram que os sinais da superfície mostrados nas fotografias podem ser o resultado de geologia natural e erosão, e consideraram as mesmas como honestas e não retocadas, como checou o jornalista. David Watanabe, do grupo Exoscience, considera que todas as fotografias enviadas pela sonda indicam que não há nenhum sinal de artificialidade. “Estas formações são, até onde podemos observar, naturais”, afirmou.“Nas imagens da Viking de 1976, a impressão de um rosto era evidente. Mas hoje, iluminada de baixo, a esfinge parece menos extraordinária”, disse o doutor Mark Carlotto em sua análise preliminar das imagens da Surveyor. Carlotto notou que certas linhas nessas fotos ainda sugerem artificialidade ou um contorno mal definido, previamente descrito como “capuz” ou “elmo” envolvendo a imagem e aparentando ser uma plataforma bem nítida. Já o pesquisador Tom Van Flandern possui outra posição sobre o assunto: “As feições faciais humanas que chamam a atenção são confirmadas pela foto, mesmo com luz fraca e ângulo pobre de visão. A imagem da cabeça é uma combinação simétrica do ângulo linear direito e das formas em torno, o que sugere uma forte origem artificial.” Ele diz que outras paisagens são incomuns e levantam mais perguntas que respostas. “Nada, em qualquer superfície do Sistema Solar, nem mesmo na Lua, sugere artificialidade em grau comparável,” sacramentou.
Graham Birdsall era editor da revista inglesa UFO Magazine UK.



O que pensam os especialistas


Horace Crater
Analisando-se as imagens feitas pela Viking e pela Surveyor a respeito das formações de Marte pode-se tirar algumas conclusões. Sobre o chamado Quarteirão, ou “praça”, observa-se que apenas cinco dos doze pequenos montes que eram vistos nas fotografias da Viking estão presentes nas fotos obtidas pela Mars Global Surveyor – três dos quais facetados grosseiramente e dois simétricos ao redor de um eixo. Com relação à esfinge percebe-se simetria semelhante a uma cabeça humana, sendo notável uma cavidade ocular e a possibilidade da existência de uma outra. É bastante perceptível a aparência facial da estrutura. As fotografias de ambas as sondas foram tiradas mais ou menos por cima da cabeça, de um ângulo elevado. Mas, nas da Viking, uma das faces está oculta pela sombra do Sol, enquanto que com a Surveyor o Sol permanecia à leste e o ângulo de visão da câmera era em torno de 45 graus, realçando um grande número de detalhes não presentes na primeiras imagens, de 1976. São necessários profissionais – um artista ou um perito forense – que saibam julgar os traços faciais no rosto humanóide, mesmo que os pesquisadores percebam esses sinais. O que dificultou as coisas no início foi que a primeira imagem produzida pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) foi realçada de maneira a parecer que a esfinge havia sido esmagada por um pé. Como o fator da erosão não pode ser descartado, argumentos que relacionam traços individuais a estruturas naturais sejam talvez uma conclusão precipitada. Por outro lado, esses indícios poderiam ter mais força se alguém apontasse para outros locais semelhantes, que se mostram erodidos individualmente. São imprescindíveis mais imagens – em particular as feitas por sobre a cabeça ou tomadas do lado leste e, de preferência, que o Sol esteja à leste – para um julgamento definitivo a respeito.
HORACE CRATER é professor da Universidade do Tennessee e um dos autores de The Cause for the Face e de Configurações dos Montículos na Planície Marciana.
Vincent Di Pietro
Notam-se algumas falhas nas análises das fotografias da esfinge em Cydonia. O lado que está iluminado pelo Sol nas fotos da Viking aparece nas fotos da Surveyor na escuridão. Portanto, muito pouco detalhe pode ser visto, a menos que um contraste extenso seja feito para revelar algum sinal. As imagens da primeira sonda foram tiradas diretamente sobre a cabeça marciana, a 90 graus na vertical, tendo a esfinge sido registrada totalmente centralizada. O outro aparelho fotografou a ângulo lateral do monumento, num deslocamento de 45 graus para a vertical. O primeiro indício para esta perspectiva angular foi observado na forma alongada da pequena cratera localizada no lado inferior esquerdo da face – na Viking esta formação era redonda, sendo que a curvatura pouco pronunciada do terreno sugeria uma superfície suavemente curva. Observa-se também uma estreita porção representando menos de 25% do lado direito. Enfim, as fotos da Viking e as da Surveyor têm características extremamente diferenciadas entre si, talvez por circunstâncias dos vôos e missões das duas sondas, talvez por manipulação dos fatos pela NASA.Há vários detalhes encontrados na área acima das sobrancelhas. Esta inclui uma espécie de X, que está centrado acima do nariz, além de um objeto vertical dividindo este e outros ornamentos neste local. Acredito firmemente que a imagem feita pela Surveyor no ângulo de 45 graus rende muito pouco em termos de dados adicionais sobre a porção central da esfinge e não soma nada ao conhecimento do lado que nós nunca vimos. A fotografia é proveitosa somente na verificação da simetria bilateral da estrutura, no contorno da área do “cabelo” desta e na simetria dos objetos encontrados na “testa”. Se imagens adicionais não forem produzidas pela sonda norte-americana ou outra espaçonave, acredito que o rosto de Marte ainda não possa ser considerado como obra natural.
VINCENT DI PIETRO é autor de Traços Incomuns na Superfície Marciana, que tornou-se livro de referência sobre a polêmica de Marte e os monumentos de Cydonia.
Mark Birdsall
A Mars Global Surveyor da NASA está agora engajada em focalizar algo em torno de 200 lugares que são considerados de interesse científico em Marte. Os pesquisadores de Cydonia analisaram as últimas imagens em alta resolução, que mostram uma cratera desconhecida no hemisfério sul do planeta, com diâmetro de 50 km e vestígios de ser um grande reservatório de água. Há duas surpreendentes características geomórficas na cratera. A primeira é que sua parede mostra algo semelhante a vestígios de um leito de água corrente. Há também o contato do material iluminado da parede com os do solo escuro, que se supõe, pela formação de baías e penínsulas, que sejam sinais de um reservatório de água. No entanto, outro fluído que não a água poderia ser responsável pelas imagens captadas pela última missão da NASA ao planeta, ainda que a agência relute em admitir qualquer anormalidade nas diversas fases de exploração de nosso planeta vizinho.Não é primeira e nem será a última vez que estudiosos olharão Marte com suspeita. Desde a descoberta das peculiaridades do satélite Phobos é que estudiosos vêm notando que o Planeta Vermelho é uma inesgotável fonte de mistério. E isso é espantoso para o homem terrestre por um motivo prosaico: nós mal começamos a explorar o Universo, limitando-nos a enviar alguns poucos homens à Lua e naves não tripuladas a Marte, e já notamos que não sabemos absolutamente nada sobre o espaço que nos circunda. Se em Marte já observamos tamanha quantidade de incongruências e estranhos vestígios, imaginem quando formos capaz de viajar a mundos mais distantes da Terra?
MARK BIRDSALL é conferencista, membro do grupo ufológico Quest International e ex-funcionário da publicação inglesa UFO Magazine UK.


** Minhocas em Marte? **


A foto abaixo não foi enviada pelos jipes Opportunity ou Spirit, mas sim pela Mars Global Surveyor, em junho de 1999.Assim que a NASA disponibilizou-a, várias pessoas viram "minhocas" ou "tuneis transparentes", no canto

inferior esquerdo. Veja que parece mesmo! Marte seria habitado por minhocas translúcidas gigantes



Foto enviada pela NASA (M04-00291)A imagem cobre uma área de quase 3Km, e o “tubo” ou “minhoca” tem de 50 a 100 metros de largura.




Zoom da área onde estão as "minhocas translúcidas".




Zoom da imagem original até as "minhocas translúcidas"

Assim como outras fotos estranhas de Marte, como a famosa Face de Marte, esta formação tem uma explicação.Kay Ferraro da Solar System Ambassadors program of JPL (Laboratório de Propulsão a Jato - NASA) perguntou ao geólogo Dr. Bob Anderson. Ele rapidamente sugeriu que a formação era formada de dunas transversas de areia. Isto é resultado de ventos soprando do interior dos canyos. Vários tipos de dunas tem forma penperdicular à direção dos ventos, e há vários exemplos destas dunas na Terra e em Mar
Dunas formadas pelo vento em Marte




** Estruturas Artificiais em Solo Marciano **


Em fevereiro de 1972, a sonda norte-americana Mariner 9, obteve mais de 7000 fotografias do planeta Marte, mapeando 85 % da superfície. Em várias fotografias obtidas por esta sonda observa-se canais semelhantes a leitos de rios, e estruturas anômalas na superfície, que mostravam claramente terem sido construídos por alguma inteligência.

Uma destas fotografias é da região de Eliseu, onde foi fotografado quatro estruturas em formato de pirâmides com quatro lados, cujas dimensões superam a das pirâmides encontradas no Egito. A maior delas tem 3 km de base e um de altura. Os astrônomos Francis Graham e David Chandler investigaram as fotografias desta região e acreditam na origem artificial das estruturas.


Fotografia obtida pela Mariner 9 documentando as formas piramidais em solo marciano

Em outra fotografia, de número 4212-15, observa-se uma curiosa formação que foi apelidada de Cidade Inca, devido a sua semelhança com as cidades do povo Inca. Cientistas da NASA afirmaram por ocasião das fotografias: ... "estas formações são contínuas, não mostrando brechas, e erguem-se entre as planícies adjacentes como nossas muralhas da antiguidade". Estas estruturas citadas tem em torno de 5 km de comprimento.
Abaixo você pode acessar diversas fotografias obtida pelas sondas da região chamada de Cidade Inca.













Fotografia DAS 8044333, obtida em 1972, pela sonda Mariner 9












Fotografia mais recente da região. O ângulo de luminosidade nesta fotografia é de quase 90°













Este é o tipo de imagem enviada pela sonda. Após o processamento a imagem ganha qualidade e clareza.











Imagem em alta resolução da Cidade Inca, obtida pela sonda Mars Global Surveyor.















Outra fotografia.da região com um ângulo de luminosidade diferente














MGS MOC Release No. MOC2-319, 8 August 2002 MOC image E09-00186


Além das polêmicas fotografias de Eliseu e da Cidade Inca, surgiram outras apresentando sinais interessantes. Uma delas mostra um extenso conjunto de linhas que é muito semelhante ao conjunto de linhas existente em Nazca, no Peru. Tais linhas estão localizadas na mesma região (Eliseu) onde foram fotografadas as pirâmides de quatro lados. Os astrônomos Em outras fotografias obtidas pela Mars Global Surveyor (MGS) nota-se uma série de linhas paralelas sendo que ainda não se chegou a um consenso sobre sua origem.















Os astrônomos Francis Graham e David Chandler constataram que as linhas em Eliseu assemelham-se a um terminal aeroportuário.



** CYDONIA **

Em 1976, as sondas Vinking 1 e 2 realizaram um mapeamento da superfície do planeta Marte. As fotografias obtidas pelas duas missões causaram muita polêmica pois apresentavam diversas estruturas não naturais no solo. Fotografias de rios secos, rios com estruturas semelhante à canalizações, pirâmides e uma grande estrutura semelhante à um rosto humano causaram muita controvérsias. A NASA afirmou que estas estruturas foram feitas pelo vento e que efeitos de luz e sombras deram a impressão de que elas seriam artificiais.

Abaixo você pode observar a fotografia 35-A72, da região de Cydonia. Clique em algumas das estruturas para obter maiores informações sobre elas.













DiPietro e Molenaar apresentaram suas pesquisas em congresso astronômico em Washingthon, em 1981. A partir daí, outros cientistas passaram a defender a origem artificial das estruturas marcianas. Em 1985, Mark Carlotto, engenheiro eletrônico, investigou as referidas fotografias aceitando uma origem artificial para elas.
A fotografia 52-A-35 mostra uma região semelhante aos terraços cultivados no Vale Sagrado dos Incas, em meio aos Andes. A NASA afirmou sobre a região: "Marcas geométricas peculiares e tão regulares que parecem quase artificiais podem ser observadas nesta fotografias tirada pela Viking 1, em 12 de agosto, à uma distância de 2073 km. Essas marcas, que seguem, os contornos do terreno, ficam numa depressão ou bacia pouco profunda, possivelmente formada por erosão causada pelo vento. Os contornos se assemelham muito com uma vista aérea do solo arado". Michael Carr, que na época era chefe da equipe de analistas de imagens da NASA afirmou que: "...é difícil de se pensar numa causa natural para este fenômeno, porque as trilhas são regulares demais para terem sido causadas por erosão, ventos ou chuvas"...
** A Cidade **

Richard Hoagland, cientista da NASA, contestou as afirmações da NASA e realizou um estudo nas fotografias concluindo que as estruturas observadas eram artificiais. Ele foi apoiado por um grupo de cientistas que se desvincularam da NASA e passaram a estudar todas as fotografias do planeta Marte buscando novos indícios de uma civilização em Marte. O resultado deste estudo comprova cientificamente que as estruturas em solo marciano possuem um alinhamento inteligentemente ordenado. Elas foram erguidas utilizando-se conhecimentos de astronomias, matemática e geometria. Em Cydonia, por exemplo, todo o conjunto de estruturas ( a face, uma pirâmide pentagonal, uma muralha, uma fortificação e um conjunto de estruturas indicando tratar-se de uma cidade) estão alinhadas de acordo com o solstício de verão marciano, ou seja, o início do verão para aquela região. A Cidade, como ficou chamada a região do alinhamento é a maior prova da origem artificial das estruturas, pois seria impossível, por obra da natureza, surgir um conjunto peculiar tão perfeitamente alinhado. Vamos apresentar aqui, um estudo detalhado sobre a região de Cydonia. Ao final da página apresentaremos outros links que recomendamos para que você possa ter uma idéia do que realmente existe em Marte.
** Alinhamento **

A possibilidade do conjunto de estruturas de Cydonia ser algo natural caiu por terra quando os cientistas, outrora pesquisadores da NASA, apresentaram um estudo provando que as estruturas estão perfeitamente alinhadas. Se traçarmos uma linha imaginária ligando o centro do conjunto de pirâmides de quatro lados até uma outra estrutura anômala, a linha vai passar exatamente sobre A Face (Esfinge). Esta estrutura anômala possui 3 Km de extensão, sendo semelhante a uma muralha. De um dos lados da estrutura é possível notar algo semelhante à uma escavação. Se um observador estiver no olho da Esfinge, no dia do solstício (chegada do verão ou do inverno) vai observar o sol nascer exatamente sobre a muralha, pondo-se exatamente sobre o conjunto de pirâmides. Vale ressalta que o solstício de verão somente ocorre uma única vez durante o ano.
Outro detalhe interessante deste alinhamento é que existe uma relação numérica geométrica neste alinhamento. A distância entre o rosto e o penhasco é exatamente o dobro da distância entre o rosto e A Cidade. Se levarmos em conta a Fortaleza, esta progressão geométrica torna-se perfeita (ficaria assim 1: 2: 4: 8)!
Exatamente ao sul da Esfinge encontramos a pirâmide D&M, como foi chamada. Ela possui cinco lados (conseqüentemente 5 vértices). Cada vértice da pirâmide aponta para uma determinada estrutura artificial. O vértice norte divide-se em três, próximo da base da pirâmide. O central aponta para a Esfinge, a subdivisão à esquerda aponta para o que seria a entrada do conjunto de pirâmides e a subdivisão à direita aponta para a Fortaleza.. À esquerda do vértice norte, o vértice aponta para o centro do grupo de pirâmides e à direita aponta para a muralha. Abaixo você pode observar alguns alinhamentos observados na região de Cydonia. A primeira fotografia mostra a pirâmide apontando para três estruturas: o rosto, o conjunto de pirâmides e uma região no canto inferior esquerdo, da qual não temos informações. No fotografia seguinte você pode observar estudos geométricos e angulares das estruturas da região. Na terceira fotografia o mesmo estudo, apresentando novos detalhes.














Na imagem acima note que cada vértice da pirâmide aponta para uma determinada estrutura. Abaixo você pode observar as medidas angulares da Pirâmide D&M em estudos realizados por DiPietro & Molenaar. Embaixo, à direita, a pirâmide olhando-se a norte, aponta para a Cidade, à noroeste, para a Face, ao norte e para a região de Tholus à nordeste.























A polêmica sobre a região de Cydonia começou quando a Viking transmitiu para a NASA a fotografia 35A72. Vincent DiPietro, especialista em processamento eletrônico de imagens do Centro Espacial Goddard, da NASA, revisava as fotografias quando notou a existência do rosto. Ele mostrou a fotografia ao seu colega de pesquisas, Gregory Molenaar. Eles realizaram alguns estudos na fotografia, constatando sua artificialidade. Quando divulgaram seus estudos, a NASA afirmou, através do Dr. Gerald Soffen, que tudo não passava de um efeito de luz e sombras e que outras fotografias da mesma região não apresentavam nada de estranho. A comunidade científica aceitou os argumentos da NASA.










DiPietro e Molenaar não aceitaram as afirmações da NASA e decidiram investigar as outras citadas fotografias. Eles encontraram, na verdade, uma única fotografia. As condições de luminosidade nesta fotografia eram diferentes. O angulo da fotografia e a altitude também eram diferentes. Nesta fotografia a imagem do rosto permanecia com as mesmas características.
Estudos realizados no rosto, ou Esfinge, como ficou mais conhecido, indicam que a estrutura tem simetria bilateral perfeita e precisão nas bordas. Foi constatada a existência de de cavidades nasais, boca, cílios, pupila, e uma espécie de chapéu sobre a testa, semelhante aos utilizados no antigo Egito.
As fotografias mais recentes da Esfinge, obtidas pela sonda Mars Global Surveyor (MGS), apresentam novos dados sobre as estruturas marcianas. As fotografias são 10 vezes mais nítidas que as obtidas pelas Viking. Porém o que chama a atenção é a aparente manipulação nas fotografias das regiões onde existem estruturas anômalas. Em fotografias de outras regiões isto não ocorre. A fotografia da Esfinge, obtida pela MGS aparenta ter sido manipulada para descartar a possibilidade de origem artificial.
Observe a imagem abaixo: :





A imagem da esquerda foi obtida pela Viking. A imagem do centro e a da direita foram obtidas pela MGS. Note a aparência da cratera situada um pouco abaixo da estrutura. Note que ela apresenta-se um pouco distorcida. Compare as mesmas fotografias com estas outras fotografias, também obtidas pela MGS, de outra região da superfície marciana.








Um detalhe interessante pode ser notado nas fotografias acima. Elas foram obtidas de um conjunto de cânions. O tipo de erosão observado nas fotografias pode ter sido provocado por água líquida.

** A Fortaleza **




A Fortaleza está situada nos limites de A Cidade. Suas características são muito anômalas e ela se enquadra em todos os estudos matemáticos e geométricos realizados em todas as estruturas da região. Uma de suas faces está voltadas para a pirâmide principal. Especula-se que ela seria uma pirâmide cuja construção não foi concluída ou que seja uma pirâmide em ruínas.




CONTINUA ............

Continuação O Governo Secreto 3 Parte










** O Chupacabra em Amparo (SP) **



O ufólogo Juquiel dos Santos, esteve em vários locais, estudando as possíveis aparições do Chupacabra na região de Amparo. Entre elas está a que aconteceu no Jardim das Aves em 1.997. Juquiel foi chamado para presenciar algumas pegadas moldadas em gesso, no lugar onde tal criatura supostamente teria aparecido.



Tais pegadas analisadas tinham a característica de um bípede, com estatura de 1,60 metros e aproximadamente 100 Kg, devido as marcas deixadas no chão.
Na época várias pessoas analisaram o molde de gesso que foi tirado no local, mas estas não souberam diagnosticar qual era o tipo de animal. Um veterinário afirmou ser, supostamente pegadas de um felino de grande porte. Pessoas que moram nas poximidades do local, afirmam que os animais ficaram nervosos e barulhentos.



Também em 1.997, no distrito de Três Pontes, numa chácara, o suposto Chupacabra teria atacado, matando 29 galinhas com um furo no peito, sem sangue. As mortes aconteceram durante a noite, mas só notou-se que as galinhas estavam mortas por volta das 15:00 horas, pois a família não ouviu nenhum barulho. Porém, um entregador de água ouviu alguns barulhos estranhos próximo ao galinheiro, perguntando inclusive se havia algum cavalo próximo ao local. Constatou-se no galinheiro alguns vestígios do animal. Juquiel dos Santos conseguiu retirar do arame do galinheiro "Pelos" do suposto Chupacabra, o qual foi levado para análise. Também as pegadas que estavam no galinheiro eram semelhantes às do Jardim das Aves, de acordo com Juquiel dos Santos. Ele diz também que as pegadas eram novamente de um animal bípede (duas patas) de médio porte. A forma de matar era totalmente estranha, pois havia ave com um furo só e sem sangue.
A conclusão que o ufólogo Juquiel dos Santos nos dá é a seguinte : O chupacabra aparece em diversas regiões e em formatos diferentes, que vão desde um macaco até um animal exótico hematófogo (que se alimenta de sangue). O animal arranca o cérebro, visceras, olhos e corações das vítimas com "precisão cirúrgica". Para Juquiel não há motivos para alardes, pois o Chupacabra existe desde 1.958 nos Estados Unidos, México, Costa Rica, Porto Rico, Paraguai, Argentina e Chile. No Brasil supostamente tem aparecido nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Bahia.
Juquiel ainda explicou que 85% são fenômenos naturais, ou seja, predadores comuns de nossa fauna, 10% é sensacionalismo ou atos irresponsáveis de "narcisistas" (Doença Psicológica) e 5% são fenômenos misteriosos provavelmente contato extraterrestre de terceiro grau.



** Chupacabras teria atacado no Jardim Novo I, em Rio Claro (SP) **





































Crianças do bairro seguram algumas das aves mortas



Seis galinhas e um galo morreram misteriosamente na madrugada de 08/07/1997, no Jardim Novo I, em Rio Claro. De acordo com moradores do bairro, as aves foram achadas com perfurações estranhas e totalmente sem sangue. Os corpos estavam espalhados pela rua 9. As penas, arrancadas, denunciavam que as aves tentaram lutar com o animal que as matou. Segundo a reportagem do "Diário do Rio Claro", que também esteve no local, os moradores chamaram a Polícia Militar, mas ela não compareceu ao local.



O primeiro morador do bairro que se deparou com as aves mortas foi Francisco Uchôa, que contou ter ouvido barulhos desde a madrugada. Disse ainda que, por volta das três da madrugada, levantou e decidiu espiar por uma janela. Ele garante que se deparou com um bicho preto, grande e peludo. Media menos de um metro de altura. As aves mortas eram de Francisco.
Uchôa contou à reportagem do "Jornal Cidade" que as galinhas tinham três perfurações estranhas, enquanto que o galo apresentava um único furo, também misterioso. O trabalhador notou que havia pegadas grandes "como se fossem patas de um tigre" no chão de terra.
Com medo, várias vizinhas combinaram dormir juntas numa única casa, com medo do "terrível Chupacabras".












Alguns moradores nem dormiram direito, com medo do suposto Chupacabras


Maria de Fátima daSilva Costa (33)


"A matança aconteceu ao lado da minha casa. O galo e agalinha gritavam e os cachorros latiam como se quisessem atacar algum bicho estranho. De cinco em cinco minutos a arruaça começava de novo. Fiquei com medo de sair, pois podia ser uma cobra atacando, mas podia ser também um chupacabras."








Maria IrineuUchôa (34)


"Eu acordei mais ou menos às 2 horas, com os cachorros latindo e as galinhas gritando. Acordei meu marido, que abriu a janela e viu o bicho. Todo barulho demorou mais de uma hora. De manhã, vimos as galinhas mortas, sem sangue. Tenho medo que o bicho ataque de novo. Eu acho que é o chupacabras."



Neuza Zampierida Cruz (45)





"Ouvi os cachorros latindo entre uma e duas horas. Mas meu marido disse que ouviu ruídos estranhos. não estranhei muito, pois a cachorra da vizinha está no cio e achei que fosse ela fazendo arruaça. Quando levantei e vi as galinhas mortas, só com os furos e sem sangue, fiquei assustada, pois o bicho pode voltar."





Ronaldinho’ Também Foi Atacado - João Alfredo Tomás da Silva Mello na época presidia a União de Proteção aos Animais de Rio Claro. Ele esteve no Jardim Novo I, juntamente com Ana Cristina Ignatti, pesquisadora do Ufo-Gênesis. Eles souberam de uma nova "vítima" do suposto Chupacabras: o cachorro "Ronaldinho". O pobre animal apresentava um furo com mais de três centímetros de profundidade no peito. "O animal apresentava um furo redondo no peito, bem junto ao couro, para o lado do pescoço num ângulo de mais de 45 graus. Provavelmente o furo foi feito por alguém com um estilete ou um ferro redondo usado na Construção Civil", comentou João Alfredo.





João acredita também que as galinhas e o galo podem ter sido atacados por cães, uma vez que as perfurações nas aves não eram tão profundas como em Ronaldinho.
Passados mais de quatro anos do incidente não houve mais mortes estranhas naquela bairro. Nunca se comprovou que os ataques da madrugada de 08/07/1997 foram realmente de Chupacabras. O mais provável, conforme o Grupo Ufo-Gênesis verificou em vários casos semelhantes, é que alguma pessoa tenha liquidado as aves e jogado a culpa no predador extraterrestre, que na época metia muito medo em várias regiões brasileiras. Em boa parte dos casos pesquisados na região de Piracicaba os ataques foram de animais típicos do Brasil, como o Lobo-Guará e a Suçuarana, que possuem hábitos noturnos.





O cachorro "Ronaldinho" teria sido outra vítima do suposto Chupacabras








** Chile acusa NASA de esconder a verdade sobre o chupacabra **





O jornal chileno Diaro El Sur, de Concepción, Chile informou que pesquisadores chilenos anunciaram no dia 11 de junho que vão pedir ao seu governo, através do Ministério da Defesa, para que investigue a suposta responsabilidade da NASA nos ataques do Chupacabras que vêm ocorrendo naquele país nos últimos meses.
Os ufólogos disseram num congresso que existem rumores de que cientistas da NASA perderam o controle de pelo menos 3 experiências genéticas no Chile. Eles podem ser os responsáveis pela matança dos animais domésticos.
Vários animais domésticos apareceram mortos pela primeira vez em Calama, no fim de abril. Mortes parecidas também aconteceram em outras localidades.
"Muitas pessoas concordam que viram algum tipo de macaco ou mandril de aparência humana com grandes olhos se movendo rapidamente", disse o diretor do grupo Ovnivision, Cristian Riffo.
De acordo com seus pesquisadores um desses animais foi capturado pelas forças armadas chilenas nas redondezas da mina de Radomiro Tomic, em Calama, onde até mesmo um soldado morreu.
Por esta razão, Riffo disse que vai se encontrar com o ministro da defesa para esclarecer os fatos. Eles também vão pedir ao exército que explique a morte do soldado.




** Chupa CabrasO Fenômeno **




Há quase duas décadas, em termos mundiais, a imprensa mais sensacionalista e as organizações civis amadoras comprometidas com a investigação da questão UFO têm dado divulgação a um fenômeno que se popularizou sob a denominação de "Chupa Cabras". Ele começa a ser tratado ao lado de estranhas mutilações verificadas em mamíferos quadrúpedes, especialmente gado vacum, eqüinos e caprinos, além de porcos criados livres, fora do regime de cativeiro.




Nesse caso, os animais, ao serem encontrados mortos nos pastos, apresentam mutilações curiosíssimas: língua, massa encefálica, lábios, órgãos genitais, olhos, tecidos cutâneos das regiões abdominais, coração, dentre outros órgãos, isolada ou conjuntamente. A extração é cirúrgica, sofisticada, impraticável em termos da nossa tecnologia terrestre – daí a relação que se tem feito com os UFOs – apresentando, dentre outras características, incisões e cortes com separação celular, quer dizer: as células da área da incisão ou do corte não são danificadas, mas separadas, como um "zíper". Em outros casos, órgãos grandes têm sido retirados por orifícios desproporcionalmente pequenos, ou localizados em posições aparentemente sem lógica, na medida que outros pontos poderiam representar um acesso muito mais objetivo. Todo o enraizamento nervoso dos órgãos retirados acompanha o material, intacto! O animal morto apresenta-se num estado onde não há evidência de luta ou de medo. A vegetação em volta não se recupera facilmente, ficando sempre vestígios de algum tipo de radiação desconhecida, e que tem comprometido, por alguma razão, a plena recuperação do pasto, por exemplo.




Outra característica interessante é que o animal desidrata-se sem apodrecer ou exalar mau cheiro, não atraindo abutres ou outros animais carnívoros. Essa característica, em espacial, é que liga o fenômeno ao tema "Chupa Cabras", embora no caso é a ausência de sangue que se verifica, e não de órgãos. As incisões para a drenagem sangüínea, além de se localizarem em geral em pontos, são realizadas por técnicas absolutamente desconhecidas, não resultando feridas ou ruptura de tecidos ou, então, orifícios duplos de características bem peculiares. Morto, o animal decompõem-se sem putrefação e cheiro, como no caso das mutilações.
Tanto num caso como no outro, fenômenos luminosos antecederam ou se sucederam ao episódio, além de terem sido notados testemunhos que garantem ter visto estranhas máquinas voadoras, aparelhos esquisitos suspensos no ar, além de seqüestros de novilhos, capturadas por feixes de luz provindas de "nuvens" ou bolas e pratos gigantes, com brilho metálico. Criaturas diversas também foram flagradas, apresentando normalmente aspecto grotesco, de pequena estatura (50 a 110 cm), entre "peludos", "tipos lagartos bípedes", "tipo robô", criaturas com grandes dentes e garras, dentre outros tipos mais. Alguns saíram de grutas ou entraram nelas, ou d’água (rios e lagoas), ou de máquinas do gênero "disco voador".
É verdade que humanos já foram vitimados por tais agentes desconhecidos. Os "Chupa Cabras", registros documentados por autoridades militares brasileiras nos estados do Pará, Tocantins, maranhão e Amazonas, por exemplo, atacaram pessoas, inclusive profissionais ligados à área de saúde pública e controle de endemias, dentre outros, como lavradores e pescadores, seringueiros, carvoeiros e madeireiros, ao que se sabe, por conta do sigilo oficial sobre o caso, onde, vale registrar, o falecido General Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa, no final da década passada e no início dos anos noventa.





Do que se trata isso? Em primeiro lugar o fenômeno é conhecido há muito tempo, sob as mais diversas denominações. Está no folclore de todas as culturas, à volta de todo o mundo. Em particular, no caso brasileiro, nos mitos populares interioranos e nas lendas indígenas. "Eles", os Chupa Cabras são conhecidos, não na versão em que se tem apresentado. Já foram objeto de curiosidade e respeito. Já foram "caçados" também, é verdade (Ilha do bananal e região sul-goiana de Paraúna) e até, de certa forma, também "venerados" (caboclos e indígenas aculturados, mestiços, povos da floresta).
Alguns ufológos supõe que essas criaturas sejam uma espécie de "bichinho de estimação" dos Ets para colheita de elementos necessários para investigação dos mesmos.
As possibilidades dessas criaturas serem originárias do próprio planeta Terra também é grande. Há aqueles que acreditam ser seres "intraterrenos", que sempre viveram nos subterrâneos do planeta ou em outras dimensões, e estariam deixando seu ambiente e invadindo o espaço dos humanos para se alimentar do sangue de presas fáceis como os gados, porcos, galinhas, etc. O motivo dessa invasão? Talvez estejamos também alterando o meio ambiente em que essas criaturas vivem e dessa forma forçando-os a procurarem meios de sobrevivência fora dele.
Também na região de Piracicaba, o Grupo Ufo-Gênesis esteve atendendo à várias ocorrências envolvendo supostos ataques de chupacabras à animais. Um deles em especial chamou a atenção da mídia local e teve grande repercussão devido ao fato de, apesar de não ter havido nenhuma vítima, a pessoa moradora em uma fazenda nas proximidades de Piracicaba viu a criatura que supôs ser o tal "Chupa Cabras". Na época, em 1997, a testemunha fez um retrato falado da criatura, que mais se assemelhava à um grande pássaro, com uma espécie de tromba e algumas manchas nas costas.





O desenho, um tanto quanto suspeito (pois ficava fora das maioria das descrições da criatura pelo mundo) foi visto, alguns anos depois, por um grupo de estudiosos de da cidade de São Paulo que entrou em contato com o Grupo Ufo-Gênesis em Piracicaba e disseram que ficaram muito interessados no caso, pois o retrato falado do suposto "Chupa Cabra" se assemelhava muito com uma criatura pré-histórica, que viveu na época jurássica, "O pterossauro". O citado grupo é especialista em estudos que envolvem descobertas de criaturas primitivas no mundo , e conta com um grande volume de fotos envolvendo estranhas aparições e capturas desses tipos de animais.
Recentemente o Chile acusou a NASA de ter criado e perdido o controle sobre o Chupa Cabra os chilenos disseram num congresso que existem rumores de que cientistas da NASA perderam o controle de pelo menos 3 experiências genéticas no Chile. Eles podem ser os responsáveis pela matança dos animais domésticos. Muitas pessoas concordam que viram algum tipo de "macaco" ou mandril de aparência humana com grandes olhos se movendo rapidamente.








Uma das lendas do chupa-cabra diz que ETs estão fazendo experiências com os nossos animais. Em setembro de 1960, na Bolívia, foi a primeira vez que se ouviu falar de um animal morto misteriosamente. Já em 1967, ocorreu em Denver, nos EUA. Após 11 anos, foram registrados alguns casos em Porto Rico. Em 1995, mais mutilações aconteceram no México e em Porto Rico. Um ano depois, no Brasil, e a partir de 2000 na Nicarágua, Chile, Argentina e novamente nos EUA. As ovelhas, bois, cabras, cachorros, galinhas, cavalos e gansos foram achados mortos, mutilados, sem sangue nenhum no corpo e também sem alguns orgãos.





bom isso é tudo que eu pude achar sobre Mutilação de Gado E Chupa cabras .



** Marte **







O Governo Secreto 3 Parte.


O Governo Secreto (III Parte:)






Milton Cooper nos diz que em 1955 os alienígenas decepcionaram Eisenhower e quebraram o acordo firmado anos antes. Corpos humanos mutilados por tais seres foram encontrados junto a animais, também mutilados, em todos os cantos dos EUA (hoje, em todo o mundo, intensificado pelo “Fenômeno Chupa-Cabras”, limitado até então aos animais). Os agentes do “MJ-12” descobriram que o acordo havia sido feito também com a ex-União Soviética; que os Ets estavam manipulando populações inteiras através de sociedades secretas, feitiçaria, magia e movimentos religiosos, que estavam escondendo suas listas de vítimas seqüestradas ou apresentando-as incompletas ao “MJ-12”. Este grupo, por sua vez, era formado à época por Nelson Rockfeller, o diretor da CIA, Allen Welsh Dulles, o secretário de Estado John Foster Dulles, o secretário de Defesa Charles F. Wilson, o Almirante Arthur Redford, o diretor do FBI, J. Edgar Hoover, além de mais 6 homens do “Conselho de Relações Exteriores” FRC) que pertenciam a uma sociedade secreta de acadêmicos que se auto-intitulavam de “Sociedade Jason” ou “Jason Scholars”. Eles recrutavam os membros de sua equipe das sociedades operantes dentro de universidades como Harvard e Yale. A equipe se reunia em número de 12, e por isso o nome de “MJ-12”, e era formada por oficiais e diretores do “FRC”e, mais tarde, por membros da “Comissão Trilateral”. Homens como Gordon Dean, George Bush e Zbingniew Brzezinski estavam entre eles. Esse comitê sobrevive até os dias de hoje: com Eisenhower e Kennedy foi chamado de “Comitê 5412”; na administração Johnson, “Comitê 303”; nos governos Nixon, Ford e Carter, “Comitê 40”; e, com Reagan, tornou-se “Comitê PI-40”. Milton Cooper também informa que o “MJ-12” descobriu, através dos relatos de seqüestrados, que os Ets estavam usando humanos e animais para obter informações sobre secreções glandulares, enzimas, secreções hormonais, sangue, etc., e estavam realizando horríveis experimentos genéticos, esclarecendo, assim, as mutilações. Quando questionados a respeito, os Ets explicaram que sua estrutura genética havia se deteriorado, que tinham se tornado incapazes de se reproduzir e que se fossem incapazes de restabelecer sua estrutura genética, logo sua raça deixaria de existir. O Programa Espacial

Quanto ao programa espacial oficial dos EUA {impulsionado pelo presidente Kennedy), Cooper esclarece que este programa possibilitou concentrar grandes somas de dinheiro para os verdadeiros projetos espaciais secretos. Na verdade, uma junta formada pelos alienígenas hóspedes dos EUA, uma delegação soviética e outra dos EUA, construiu uma base na Lua antes mesmo que Kennedy desse sua famosa (e muito ingênua) ordem. Desde o início da exploração espacial norte-americana, todas as atividades dos astronautas eram acompanhadas por naves alienígenas. A base lunar “Luna”foi avistada e filmada pelos astronautas da missão Äpoll. Nas fotos e filmes aparecem cúpulas, cones, altas estruturas circulares que pareciam silos, imensas naves em forma de “I”, usadas na mineração da Lua e que deixavam rastros em sua superfície, como também pequenas naves extraterrestres. O programa espacial oficial é uma farsa, um inacreditável esbanjamento de dinheiro e a maioria dos astronautas da NASA ficou severamente abalada com o que viu no espaço. Isso reflete a importância da revelação de tamanhos segredos e o efeito da ordem de se manterem calados a todo o custo (ou sofreriam graves penalidades; os assassinatos não estavam descartados. Vida em Marte Além disso, muito antes dos êxitos espaciais dos EUA, em 22 de maio de 1962, uma sonda espacial pousou em Marte e confirmou a existência de um ambiente favorável à vida humana. Não muito tempo depois, foi iniciada a construção de uma colônia no planeta Marte. Hoje, existem cidades naquele local habitadas especialmente por pessoas selecionadas de diferentes culturas da Terra. É importante frisar que, durante os últimos 40 anos, quase todas as missões espaciais russas e norte-americanas enviadas àquele planeta fracassaram; ou perdiam-se ou silenciavam “inexplicavelmente”... Para se camuflar toda a atividade espacial secreta, foi criada uma idéia de intensa concorrência entre russos e americanos por todos esses anos. Na verdade, ambos são grandes aliados. Nossos pilotos têm feito vôos interplanetários nas naves que são produto de nossa interação com os alienígenas. Estiveram na Lua, em Marte e também em outros planetas. Aliás, sobre a Lua, os governos que já colocaram homens e máquinas em sua superfície têm mentido descaradamente sobre sua real natureza (assim como Marte e Vênus). A Lua tem alguns lagos e represas feitas pelo homem e, em sua superfície, nuvens foram observadas e filmadas. Algumas dessas fotos foram publicadas no livro de Fred Stecling, “Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua”. O Governo dos EUA, a fim de ocultar isto, disse que pretende construir no futuro uma base em Marte e na Lua e que, recentemente, descobriram água dentro de uma cratera lunar... Mas, no meio de tanta sujeira e manipulação, não poderíamos deixar de citar os programas Alternativa 1, 2 e 3. Em 1957, num congresso que reuniu os maiores cientistas da época, chegou-se à conclusão de que a Terra se autodestruiria por volta do ano 2000. Isso devido à poluição, superpopulação, guerras, epidemias, cataclismas naturais, etc. Sendo assim, o general Eisenhower ordenou aos “Jason Scholars” que fizessem um estudo e recomendações a respeito. Eles não só confirmaram as previsões dos cientistas como criaram o conjunto de planos conhecidos como “Alternativas”.

A Alternativa 1 Consistia no uso de um dispositivo nuclear capaz de fazer um buraco na estratosfera, através do qual a poluição e o aquecimento escapariam para o espaço. Apesar de não aprovada na época, as centenas de explosões nucleares detonadas pelos norte-americanos e russos, a partir de 1945, acabaram por produzir um imenso buraco na camada de ozônio da Terra, gerando uma infinidade de efeitos nocivos para o planeta. Mesmo assim, ainda vemos pessoas ingênuas repetindo os argumentos ridículos usados pelos governos para justificar os desequilíbrios globais tais como gases liberados pelo gado nas pastagens, o uso excessivo de desodorantes, o gás das geladeiras, e outras bobeiras...

A Alternativa 2 Visava construir uma vasta rede de cidades subterrâneas ligadas por túneis, nas quais uma representação selecionada de cada cultura da Terra seria escolhida para preservar a raça humana em caso de uma Terceira Guerra Mundial. O resto da humanidade seria deixada na superfície (essa idéia foi abordada de forma cômica no filme “Dr. Fantástico”, de Stanley Krubick).

A Alternativa 3 Selecionava um grupo de pessoas para deixar a Terra e estabelecer colônias no espaço exterior. Isso incluía despachos de escravos humanos para serem usados no trabalho manual da construção de bases e estações (Lua e Marte). De qualquer modo, como todas as três alternativas seriam ações demoradas, elas incluíam controle de natalidade, esterilização de mulheres e a introdução de bactérias mortais (guerra biológica) para controlar ou tornar mais lento o crescimento populacional da Terra. A “AIDS” é apenas um dos resultados desses projetos. Há outros. Milton W.Cooper nos alerta que foi decidido pelos “arquitetos biológicos” governamentais, como ele os chama, que a população deveria ser reduzida e controlada – e isso visava livrar-nos dos elementos indesejáveis de nossa sociedade tais como, prostitutas, drogados e homossexuais. O geólogo e engenheiro Phil Schneider, que trabalhou na construção de várias bases secretas dos EUA, pois era perito em explosivos, foi assassinado em 1996, depois de ter sido brutalmente torturado. Ele estava convencido de que o programa “Star War”( Guerra nas Estrelas ) existe para prevenir um ataque alienígena (isto também foi colocado para o público, de uma forma um tanto jocosa, no filme “Independence Day”). Disse também, pouco antes de morrer, que a “AIDS” foi preparada pelo “National Ordinance Laboratory”, em Chicago em 1972, como arma biológica.

O Vírus da AIDS Ele diz que a razão pela qual sabia disso era que tinha visto a documentação do “Gabinete de Serviços Estratégicos” e que, para criarem o vírus, usaram excreções glandulares de animais, humanos e humanóides alienígenas. Ele afirma que quanto a esses alienígenas com os quais o governo mantém relações amigáveis, não existe defesa contra seus germes: são uma arma biológica terrível. Através de outras fontes somos informados de que o vírus da AIDS foi deflagrado numa campanha de vacinação contra hepatite em homossexuais efetuada pelo Hospital de Bethseda, nos EUA. Recentemente, mais uma vez constatei, pessoalmente, a veracidade dessas bombásticas informações ao assistir a uma reportagem da TV norte-americana intitulada “BadBlood”, onde ficava provado que os maiores laboratórios farmacêuticos do mundo “recolheram sangue contaminado de homossexuais para distribui-lo como plasma para hemofílicos!”. Já é hora de sairmos desse torpor alienante imposto pelos governos através da manipulação da mídia. Estamos sendo controlados e guiados com mentiras astuciosamente disseminadas por indivíduos que sabem como condicionar, cada vez mais, o “grande rebanho” humano, que é como eles consideram o ser humano.

Analizando a (III Parte:)

· Fenômeno chupa cabra “ mutilação de animais “

· Marte

Fenômeno Chupa cabra :

Bom ao longo de minhas pesquisas pude notar que todos os relatos e ocorrências cobre mutilação de gado não estava apenas relacionado ao gado , como vacas , bois , as vezes era raro mas pude notar pessoas também mutiladas em volta de animais “ gado “ não avia pistas ao algo que indicasse o que ou quem fez isso com eles nem marca de pneus nem rastros de pessoas na área o caso era dado como fechado mas sem provas de quem avia feito tal coisa , e também ao longo da minha pesquisa pude ler vários casos de mutilação e de chupa cabras. Tenho várias teorias uma delas é que são EBE entidade biologiaca extraterrestre talvez não jogado aqui mas posto como objetivo de sem o semtro das atenções enquanto eles abrem e estudão os gados e quem leva a culpa após isso é o tal chupa cabra outra teoria é que o chupa cabra foi criado num laboratório como pequisa avançada de manipulação genética por baixo dos panos sem que ninguém soubesse e a pesquisa saiu do controle e o experiência escapou e do nada ninguém ouve mais se falar do chupa cabra nem sobre o que ouve ou como terminou o seu paradeiro e como sempre os agentes da segurança nacional e o governo abafaram o caso e silenciaram as vitimas então eu suspeito que como a mídia não falou mais nada então ela está comprometida com as elites , e se as provas não foram encontradas foram destruídas pq eram conclusivas e com isso se pode fechar uma teoria .mas eu reuni tudo o que pude durante vários messes sobre mutilação de gado e anotei em quais regiões e quantas vezes forão encontradas as mutilações .

· Sanford – Colorado = 2 casos de mutilação
· Clayton – New México
· Nara vista – new México = 3 casos de mutilação
· Raton – New México
· Quemado – New México
· Tucumcari – New México
· Forrest Atchley
· Hernan Riley
· Pintada – New México
· Engle – New México
· Corona – New méxico
· Sterling – Colorado
· Chile – chácara no municipioo de Conche A Noroeste de Calama “ caso de ataque ”
· La prensa , Nicarágua em chaçarano San Lorenzo “ carcaça de chupa cabra achada ”
· Montana City – Conrad
· Kansas (E.U.A) “ primeiro caso de mutilação em 1897 ”
· Colorado Propriedade Rural “ mutlação de égua Appaloosa
· Dayton – Ohio ( E.U.A) 18 Casos de Mutilação de gado
· Nebraska
· Porto Rico
· New México
· Abiqui – New México
· Dulce – New México “ 7 casos de mutilação de gado ”
· Questa – New México “ 2 casos de mutilação de gado ”
· Pacific Werstern land company “ achado um gado mutilado ”
· Natonaço – Wyoming
· Tierra Amarilla – New México
· Condado de Weld – Estado de Colorado (E.U.A)
· Represa guapiranga são Paulo “ um homem foi achado mutilado ao lado de gados também mutilados ”
· Condado de Hempestead - Estado de Arkansas
· Flyffre – Alabama (E.U.A) “ foi encontrada na mata em Albertville ”
· Albertville ( E.U.A) “ 3 casos de mutilação ”
· Condado de Grove quak – Porto Rico
· Região de dawson – Próximo a Fyffre
· Condado de Marshall e Dekalb “ onda de mutilação ”
· Crosville – Alabama
· Harding country – Dakota do Sul
· Montcomb – Dorset – Inglaterra
· Kadima – Israel “ relato de aparição de OVNI um dia antes da mutilação ”
· Sde Uziah – Porto de ashdog – Israel “ 2 dias antes da mutilação foi visto um OVNI ”
· Oklahoma
· Wisconsin
· Ariona
· Montana
· Utah
· Iowa
· Illinois I Daho
· Oregon
· Minnesota
· Córbora “ uma senhora foi achada mutilada em volta de gados também mutilados ”

* Mutilação de Animais *

Chupacabra




O Chupacabra, assim chamado porque alimenta-se do sangue de cabras e outros animais pequenos, deixa na vítima uma estranha marca de mordida, por onde suga o sangue. Tem aproximadamente 1,5 m de altura, 30 kilos, pernas fortes, parecidas com as de canguru, mãos grandes e fortes com unhas afiadas, olhos vermelhos, caninos imensos e pele cinza-escuro. Não se sabe ainda de onde veio.

Alguns defendem que teve origem nas matas da América do Sul, há quem diga que foi visto pela primeira vez em Porto Rico em 1975, ou ainda que seriam seres trazidos por ET`s e "deixados aqui por acidente"... Uma foto muito convincente desta criatura circulou pela Internet em 1997. Como era de autoria anônima, acabou levantando suspeitas de fraude. Outro conjunto de fotos (consideradas autênticas) mostram um cadáver com todas características de um Chupacabra.



uma carcaça de chupacabra? - 30/08/00






La Prensa, de Nicaragua (30 de agosto de 2000), noticiou que estudiosos estão estudando uma estranha carcaça que pode pertencer a um dos tais chupacabras que atacou dezenas de ovelhas numa fazenda em San Lorenzo, de propriedade do Sr. Jorge Luis Talavera, e foi atingido por arma de fogo. A veterinária Giocconda Chevez, de Malpaisillo, acha que a criatura é um animal híbrido, provavelmente criado por engenharia genética.
De acordo com Edgard Orozco, chefe do Departamento de Medicina Forense do Hospital Escola de Leon, os restos do animal serão estudados por veterinários e biólogos do hospital.
Fonte: ABP News - Academia Brasileira de Paraciências (ABP)



Chupacabras ataca novamente no Chile - 19/08/00















Segundo o jornal chileno Cronica (9 de agosto de 2000), na transição entre os dias 7 e 8 de agosto, o misterioso predador conhecido como chupacabras matou seis galinhas por vampirismo numa chácara no município de Conche, a noroeste de Calama, Chile.As aves foram encontradas na manhã do dia 8 pela proprietária do imóvel, a Sra. Ana Reyes. Ela saiu para recolher os ovos e deparou-se com as galinhas mortas, depenadas, exangües e com dois furos nos pescoços. Algum predador grande abriu um buraco numa das laterais do galinheiro e matou os animais silenciosamente, já que ninguem ouviu qualquer ruído suspeito durante a noite. Nem mesmo os cães reagiram a presença de qualquer intruso !Os corpos das aves estavam intactos, apesar das penas que foram arrancadas e da aparente subtração do sangue. O buraco no galinheiro, os furos nos pescoços e algumas pegadas foram os únicos vestígios deixados pelo atacante.Fonte: ABP News - Academia Brasileira de Paraciências (ABP)

** Cattle Mutilations **











A world-wide problem, cattle are killed and the body is left in various yet similar conditions. On studying the body, it has been found that the body has been _totally_drained of blood and that there has been no trace of blood, no signs of a struggle, footprints or tire tracks found anywhere on the ground around the body. In many cases the owners heard nothing the night of the mutilation.
The typical cattle mutilation has shown repeatedly, huge oval shaped incisions around the jaw bone and in most cases the exposed jaw is completely removed, and the tongue removed from a precise incision deep in the throat. Also observed is the additional removal of at least one (1) eyeball, the udders on the female are most always removed and the sexual organs on both sexes are also most always removed.





All organ removal and incisions are done with surgical precision, and in some cases the evidence of cauterization along the incision lines has led investigators to believe the use of some sort of high heat cutting device has been administered, suggesting the strong possibility of a laser.




Bones were also clearly cut with no bone fragments around the cut. UFOs and strange "Black" unmarked helicopters have been linked with these mutilations since they have been sighted at the same time in the same area where the mutilated bovines have been found. Equally disturbing, is the fact that there has NEVER been a conviction of any human accused of committing such a cruel and hideous act.







Some may ask, "If done by UFOs, why would they be interested in cattle ?" And the answer to that may lie in the fact that cattle blood is so similar to humans that it can be used in the lab to create human blood plasma. Indicating the aliens may be studying the cattle, to find out more about us! Something to think about....



* Mutilação de Animais – Argentina *



Argentina Urgente: mais de 200 animais mutilados


09/08/2005 - Profissionais da Faculdade de Veterinária de Tandil, que investigam as mutilações de animais em La Pampa, asseguraram que já são mais de 200 casos de vacas e cavalos mortos com estranhas extirpações.

Os veterinários, que investigaram aproximadamente 130 casos, afirmam em um informe que as mutilações foram realizadas por um ''ser inteligente'', descartando a ''ação de animais predadores''. Produtores e cientistas desta universidade se reuniram no último domingo em Olavarría, onde o titular do SENASA (Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar), Bernardo Cané, afirmou que ''nesta época é comum a morte de animais'' e acredita que as mortes poderiam ser obra de ''uma misteriosa seita'' que realiza ''práticas esotéricas''. A teoria de Cané foi recebida com cautela pelos presentes, que advertiram o funcionário ''diante da perfeição dos cortes e a grande extensão onde se encontram os animais mutilados -em Buenos Aires e La Pampa-, e agora também em Santa Fe e Entre Ríos''. Cané lembrou que os Estados Unidos revelaram, tempos atrás, uns 15 mil casos e que as investigações realizadas não encontraram nenhuma evidência. Entretanto, o técnico da Entidade Reguladora de Energia Atômica, Eduardo Quintana, afirmou que em relação aos casos de animais mutilados ''não existe nada de anormal'', mas admitiu que ainda não foram realizadas investigações mais conclusivas. Enviaram à Entidade amostras de grama e terra, que serão analisadas no Centro Atômico de Ezeiza, em Buenos Aires, a fim de medir a radiação gama nos locais em que se encontram os animais mortos. UFOs SOBREVOARAM A REGIÃO Néstor Pelayo, um jornalista que reside na zona rural da localidade de General Campos, contou que em 19 de junho, enquanto estava no quintal de sua casa, avistou um UFO, conseguindo filmá-lo durante, aproximadamente, quinze minutos. Afirmou que, enquanto o objeto luminoso ''cortava'' o céu durante aquela noite -indo da direita para a esquerda, descendo e subindo-, ''as vacas não pararam de mugir''. Os animais somente se tranqüilizaram quando o UFO desapareceu, rumo ao norte. ''O objeto apareceu minutos antes das 21h00 do dia 19 de junho. Emitia uma luz brilhante, de cor vermelha, amarela e verde e consegui filmá-la durante quinze minutos'', afirmou. Pelayo disse ainda que ''primeiro surgiu ao noroeste, e logo vôou em forma horizontal e vertical, por isso sabia que não se tratava de uma avião. Depois de voar em diversos pontos do céu, o objeto desceu à noroeste, depois afastando-se rumo ao norte, desaparecendo do meu campo de visão''. MILITAR AMERICANO FOI VISTO NA REGIÃO Enquanto na mesa da SENASA não param de chegar as teorias sobre o fenômeno das vacas mutiladas, um investigador das forças armadas norte -americanas surgiu misteriosamente no aeroporto de San Fernando. A entidade busca uma resposta sobre o tema, já que o titular do SENASA, Bernardo Cané, busca uma solução nos mesmo moldes dos casos ocorridos nos Estados Unidos. Cané disse que não abandonou suas interpretações científicas e aponta a ação de ''perturbadores'' no fenômeno. Para o funcionário, não se trata de nenhum animal, muito menos do famoso ''Chupacabras''.


Fenômenos e mistérios da onda chupa-chupa serão discutidos em Colares (PA)
A região foi palco da Operação Prato e de inúmeras manifestações inexplicáveis












A praia defronte à Vila de Colares, local onde eram feitas fogueiras para espantas as luzes que vinham do céu


Conhecida no final dos anos 70 como local onde supostas naves espaciais emitiam luzes que paralisavam pessoas e lhes sugava o sangue – fenômeno chamado de chupa-chupa –, a cidade de Colares, na região nordeste do Pará, vai sediar na próxima semana um seminário sobre Ufologia. A aparição de UFOs na região e outras manifestações típicas dos municípios de Vigia, Santo Antonio do Tauá e Baía do Sol, além da montagem de um projeto turístico e ufológico para Colares estão entre os assuntos que serão debatidos. Testemunhas e vítimas do chupa-chupa também estarão presentes para relatar, quase 30 anos depois, como as aparições mexeram com suas vidas. O organizador do seminário, oficial de máquinas aposentado da Marinha Mercante e radialista Hilberto Freitas, o Beto, diretor da rádio comunitária Rosário FM, de Colares, enfrenta um problema para a realização do encontro: a falta de recursos e apoio de órgãos do município e do Estado. Ele, porém, não desanima. Acredita que o apoio surgirá, porque o seminário visa mostrar que a cultura, o folclore e os mistérios de Colares interessam ao Brasil e ao mundo.


Interesse por Colares“







As pessoas sensíveis do nosso Estado sabem que Colares está na mídia das principais publicações brasileiras e de redes de televisão como a Globo e o canal History Channel, dos Estados Unidos, assim como de revistas como a UFO, que vem dedicando nos últimos meses edições completas sobre o chupa-chupa”, explica Beto. A Globo, diz ele, fez um programa Linha Direta inteiro, em agosto passado, mostrando com seriedade e isenção jornalística como as luzes do chupa-chupa e seus efeitos sobre os moradores da região abalaram a opinião pública paraense. “Depois desse programa, muitas pessoas ligaram para mim e para a própria Globo, querendo conhecer Colares”, conta o radialista.No caso do canal de TV History Channel, um especial de mais de uma hora em rede mundial deve ir ao ar no final de dezembro. Mostrará os mistérios e uma reconstituição histórica do fenômeno. Moradores que foram vítimas das luzes, ufólogos, jornalistas e autoridades do Pará vão aparecer no programa, que também focalizará os encantos e belezas naturais de Colares. Segundo Beto, se Colares e seus dirigentes souberem aproveitar a divulgação que está sendo feita do município lá fora, para atrair turistas, irão criar uma nova fonte de captação de recursos capazes de gerar emprego e renda.


Mistérios da região.

O seminário que está sendo organizado pretende chamar a atenção para algumas afinidades e lendas do município, como as das cobras grandes com cabeças iluminadas. Relatos de pescadores dizem que estes seres costumam aparecer durante as noites, causando pavor aos que saem em seus barcos para pescar. Outro caso que será debatido no seminário será o de um ser em forma de lobisomem que tem aparecido ultimamente nas ruas de algumas localidades do município, como na vila do Ariri. No mês passado, moradores da vila acordaram com os gritos de um homem que dizia ter sido atacado pelo ser, que segundo seu relato exalava um forte cheiro de enxofre. Armados com facas, terçados e pedaços de pau, dezenas de moradores correram atrás da criatura, perseguindo-a pelas matas, mas não conseguiram alcançá-la. Acostumados com fatos estranhos que ocorrem há décadas na região, alguns moradores acreditam que o ser que chamam de lobisomem pode ter origem extraterrestre.


** Entrevista com a médica que tratou de dezenas de vítimas do chupa-chupa na Amazônia **










Médica Wellaide Cecim



Uma senhora moderna e corajosa, independente e generosa, decidida e destemida. Esses são apenas alguns adjetivos que eu usaria para definir a médica psiquiatra Wellaide Cecim Carvalho, que tive o privilégio de conhecer e o prazer de entrevistar em Belém, em 15 de agosto. Mas talvez a introdução não seja muito apropriada por causa de apenas uma palavra: senhora. Wellaide, apesar de ter um invejável currículo, é uma pessoa de espírito absolutamente jovem. Começou a faculdade de medicina aos 16 anos e a completou aos 21, entre os primeiros colocados. Teve inúmeras funções em sua vida profissional e foi nada menos do que secretária municipal de Saúde em Belém e subsecretária estadual de Saúde no Pará. Wellaide acumula ainda muitos outros títulos e hoje trabalha simultaneamente em diversas instituições médicas da capital paraense e noutras cidades. Vive num ritmo frenético – tem cinco telefones celulares – e reserva pouquíssimo tempo para si e para o lazer. Ainda assim, não descuida de suas funções familiares, nem de sua paixão, automóveis velozes. “Meu sonho de adolescente era ser engenheira mecânica”, disse ao desembarcar de um veículo japonês conversível e possante, na porta do hotel em que nos encontramos. No meio de tanta correria, ela achou tempo – logo ao chegar de seu trabalho de fim semana em Paragominas (mais de 300 km de Belém) – para conceder uma longa entrevista à equipe do canal The History Channel, dos Estados Unidos. E na mesma noite, atendeu a este editor por outras cinco horas, descrevendo detalhadamente suas fantásticas experiências na Ilha de Colares, quando lá serviu ao sair da faculdade de medicina, como médica-chefe da Unidade Sanitária da localidade.

Experiências extraordinárias.

Era seu primeiro emprego e a doutora Wellaide encontrou pela frente um cenário indescritível, jamais imaginado por ela ou mesmo por muitos outros profissionais de maior idade. Ao desembarcar na ilha, os fenômenos que ficaram conhecidos como chupa-chupa passaram a acontecer – e não pararam mais. Ela atendeu a nada menos do que 80 vítimas dos ataques, vivia num pavor cada dia maior de ser também atacada e acabou, felizmente sem violência, tendo várias experiências pessoais e muito próximas com os agressores. Sua entrevista, concedida pela primeira vez à uma publicação ufológica, é um novo marco da Ufologia Brasileira, comparável à concedida em 1997 pelo coronel Uyrangê Hollanda, e mostrará duas coisas. Primeiro, a gravidade dos fatos que ocorreram no Pará, que o Governo luta até hoje para esconder. E segundo, a imensa generosidade de uma médica recém formada em ajudar a população a suportar seu sofrimento. Vamos a entrevistada.


UFO — Como até hoje a Ilha de Colares é uma localidade muito pequena, gostaria de saber como era naquela época?

Wellaide — A ilha toda tinha aproximadamente 6 mil habitantes e na sede do município existiam 2 mil pessoas [Há números controversos sobre a quantidade de habitantes de Colares na época, chegando a 12 mil pessoas. Não há dados oficiais do Governo do Pará quanto a isso, em 1977]. Só que da beirada da ilha até a Vila de Colares, no lado oposto, havia uma estrada muito precária de chão batido. E já que meu fusca verde não conseguiu atravessar o rio, tivemos que pegar um ônibus lá, quando fui apresentada ao prefeito na época, Alfredo Ribeiro Bastos. Ele me levou para conhecer a unidade sanitária, que era um estabelecimento bem básico. Em sua composição técnica tinha uma enfermeira de nível superior, uma odontóloga e 12 técnicos em enfermagem. Eu estava acumulando as funções de médica e diretora da instituição. A vila era muito pequena e tinha luz elétrica proveniente de óleo diesel, que era mantida apenas das 18h00 às 21h00. A partir desse horário, tínhamos que andar com lamparina, vela ou lampião.

UFO — Deveria ser um desafio para você. Quais eram os casos que você via com mais freqüência no posto de saúde?

Wellaide — Geralmente, eram acidentes com arraias, muito comuns na ilha. Por esse motivo, me tornei especialista nesses animais e seus ataques. As praias em torno de Colares são infestadas por esses bichos, causando muitos ferimentos às pessoas. Atendi gente que tinha sido atingida até 80 vezes por eles.


UFO — E casos de observação e ataques por supostos seres extraterrestres, você atendeu a muitas vítimas? Como foi seu primeiro caso?

Wellaide — Aconteceu no segundo semestre de 1977, no mês de julho. A primeira vítima foi uma moça jovem que vivia na zona rural. Ela foi levada à Unidade Sanitária de Colares extremamente apática e com uma grande fraqueza muscular. Não conseguia falar ou ouvir qualquer coisa, além de não ter reflexo algum. Chegou carregada ao hospital e pensei que tivesse sido acometida por alguma doença, como malária ou hepatite. Perguntei a seus familiares o que havia acontecido e se ela tinha alguma enfermidade pregressa grave, e me falaram que não. Disseram que ela fora atacada por uma “luz” quando estava deitada na rede na varanda de sua casa. Que luz poderia ser aquela, me perguntei.

UFO — Qual foi sua opinião sobre esses fatos, naquela época, e como você lidou com sua conclusão de que não poderiam ser alucinações?

Wellaide — Na verdade, eu não tinha uma opinião concreta sobre os casos, mas pensava que poderiam ser algum tipo de alucinação visual combinada com autoflagelação. Realmente, não sabia o que eram os ataques e tinha muitas dúvidas. Demorei bastante para perceber que não poderiam ser delírios, até por causa do meu ceticismo e eu ser uma médica recém formada. Se isso acontecesse agora, jamais teria demorado tanto tempo para compreender os fatos e não perderia a oportunidade de colher dados importantes, que hoje enriqueceriam muito a pesquisa dos ufólogos. Minha imaturidade e, talvez, falta de humildade profissional, por ser nova na profissão, atrapalharam muita coisa.

** Os militares sabiam tudo sobre os ataques
Entrevista exclusiva com Carlos Mendes, jornalista **













Jornalista Carlos Mendes

De todos os personagens envolvidos diretamente na onda chupa-chupa, ocorrida na Região Amazônica, um tem um repertório especialmente rico para contar. Trata-se do jornalista paraense Carlos Augusto Serra Mendes, que na época trabalhava no extinto O Estado do Pará e foi incumbido para fazer a cobertura dos inúmeros casos de avistamentos de UFOs e ataques a pessoas na Ilha de Colares (PA) e região. Curiosamente, no entanto, Mendes não teve qualquer observação nem mesmo contato com os objetos voadores não identificados que lá operavam, por mais que tentasse. “Eles nunca apareciam onde eu estava. Às vezes eu ia a uma localidade onde durante semanas os fenômenos estavam ativos. Mas era só eu chegar e parar tudo”, desabafa. O jornalista nos recebeu para uma entrevista em Belém, em 13 de agosto, e mostrou ser um “acervo humano” de tudo o que se refere a UFOs na Amazônia, em especial a Operação Prato. Então um jovem jornalista durante a época da ditadura, Mendes sofreu forte pressão dos militares para que arrefecesse a publicação de suas matérias sobre o chupa-chupa. Ele era constantemente seguido quando ia às áreas atacadas e mesmo em Belém, quando fazia a cobertura de fatos que nada tinham a ver com Ufologia. “Eles sabiam quem eu era e me acompanhavam o tempo todo”. Ele chegou a conviver com o coronel Uyrangê Hollanda, então capitão, e o descreve – ao contrário de muitos outros de seus contemporâneos – como um homem forte e opressor, determinado e ditador. Esta é, certamente, uma figura bem diferente daquele Hollanda que a Ufologia Brasileira conhece através da Revista UFO. “O capitão era um homem muito difícil, praticamente inacessível e inabordável”. Mendes estava sempre em ação com seu colega Biamir Siqueira e o repórter fotográfico José Ribamar dos Prazeres. Ambos chegaram a ter contatos próximos com o chupa-chupa, e Ribamar fez centenas de fotos dos fenômenos. Uma de suas grandes contribuições à Ufologia foi reparar um erro histórico, que atribuía à Força Aérea Brasileira (FAB) a autoria de todas as imagens de discos voadores publicadas desde 1977. Mendes esclareceu que muitas delas, que a FAB alega serem suas, foram na verdade obtidas por Ribamar, que, numa ocasião, teve suas fotos e até mesmo negativos confiscados pelos militares. “Foi uma ameaça muito forte e intimidadora”, disse o jornalista, lamentando que seu chefe de redação cedera às pressões da Aeronáutica e entregara todo o material requisitado por eles. Vamos à entrevista.

UFO — Por favor, conte-nos como foi seu contato com o fenômeno chupa-chupa?

Mendes — Aconteceu de forma quase obrigatória, pois na época eu trabalhava no jornal O Estado do Pará, hoje extinto, e fui pautado para cobrir os casos que estavam ocorrendo. Como sempre gostei de Ufologia, eu ia com prazer. Sempre tive uma grande curiosidade e também muito ceticismo com relação ao assunto. Andava sempre com revistas e livros sobre os discos voadores e na redação do jornal todos sabiam que eu era interessado por Ufologia. Alguns colegas brincavam, mas todos respeitavam meu interesse.


** Cronologia de Casos de Mutilações e Ataques **

Abaixo um histórico de casos coletados por ufólogos, jornalistas, médicos veterinários, autoridades locais e pelo Federal Bureau of Investigation (FBI). Esta lista é uma pequena amostra da quantidade de casos ocorridos pelo mundo afora. Só nos Estados Unidos, já foram registrados mais de 10 mil mutilações de gado. Sabe-se que muitos criadores não relatam muitas das mortes. Também o próprio governo americano está empenhado em ocultar esta estranha colheita.
Apresentamos abaixo todos os casos que chegaram a nosso conhecimento. Estamos preparando um estudo baseado nestes dados. O estudo estará disponível neste site a partir das próximas semanas.

19 de abril de 1897 *

O primeiro registro de mutilação de animais ocorreu no estado de Kansas (EUA). Um jornal local publicou em 19 de abril de 1897, que um fazendeiro local observou, junto com sua família, um objeto em forma de charuto içar e capturar um bezerro de sua propriedade. O fazendeiro se chamava Alexander Hamilton.
Poucos dias depois da observação, o bezerro foi encontrado em uma propriedade vizinha, mutilado, sem órgãos internos, sangue e alguns tecidos

* No ano de 1958 *
Um sargento do exército americano foi seqüestrado por um OVNI diante de vários militares. Alguns dias depois, o coropo do militar foi encontrado mutilado. Os cortes observados no cadáver eram idênticos aos encontrados em animais mutilados nas décadas seguintes.
· 7 de Setembro de 1967 *
Em 7 de setembro 1967, uma égua da raça Appaloosa, desapareceu enquanto pastava, em uma propriedade rural no estado Colorado (EUA). Ela foi encontrada no dia 9 de setembro, descarnada do pescoço para cima. Os órgãos internos e o sangue estavam ausentes


· Ano de 1973 *

Em 1973, em Pasadena, uma senhora voltava de um jogo de bingo, com sua família, quando testemunhou uma mutilação sendo realizada por tripulantes de um OVNI em um animal.


· Outubro de 1973 *

No mês de outubro de 1973, ocorreram 18 casos de mutilação em Dayton, Ohio (EUA).



* Ano de 1974 *

O ano de 1974, foi marcado pela onda dos ladrõs fantasmas de gado, em vários estados americanos.


* Agosto de 1974 *

Várias mutilações são reportadas no Nebraska.




* Ano de 1975 *

Em 1975, vários animais foram mortos e mutilados sob circunstâncias misteriosas em Porto Rico. O mistério, que ficou como conhecido como o vampiro da Mooca, ficou insolúvel até hoje.

· Fevereiro de 1975 *

Em Porto Rico, vários caprinos foram encontrados mortos, durante uma onda de aprições de OVNI`s sobre a ilha. Todas elas apresentavam uma abertura circular no ventre. Todas as mortes não puderam ser explicadas pelas autoridades locais.





* 28 de agosto de 1975 *

Uma bezerra foi encontrada morta no Novo México. O corpo do animal estava sem a vulva. Não havia qualquer rastro próximo ao animal. (caso investigado pelo FBI).

· 30 de agosto de 1975 *

Um búfalo foi encontrado morto em Abiquiu, Novo México. Foram retirados os órgãos sexuais, e o reto. Foi encontrado um grande molhado e uma marca no cotovelo. (caso investigado pelo FBI).

* 4 de outubro de 1975 *

Um búfalo foi encontrado morto em Sanford, Colorado. Foram removidos em cortes precisos a língua, as orelhas, testículos, pênis e reto. Nas proximidades do local da morte haviam algumas árvores que tinham galhos quebrados. (caso investigado pelo FBI).

· 9 de outubro de 1975 *

Um bezerro de propriedade de Sam Britt, foi encontrado morto e muilado a 33 milhas de Clayton, Novo México. Os órgãos sexuais e o reto com o ânus foram retirados cirurgicamente. Ao redor do corpo não haviam rastros ou sinais dos autores da mutilação. (caso investigado pelo FBI).

· 10 de outubro de 1975 *


Uma vaca Black Angus foi mutilada em Nara Visa, Novo México. Foram extraídos cirurgicamente desta vaca a vagina e o reto. Não havia qualquer marca, rastro, sinal ou pegada nas proximidades do animal. (caso investigado pelo FBI).

· 11 de outubro de 1975 *

Uma vaca foi encontrada morta em Springer, Novo México. Foi extraído com precisão cirúrgica o olho esquerdo. Nenhum traço ou rastro foi encontrado nas proximidades. (caso investigado pelo FBI).

· 11 de outubro de 1975 *

Em Springer, Novo México, uma vaca foi encontrada mutilada em circustâncias estranhas. Seus olho esquerdo e suas mamas estavam ausentes. Ao redor do corpo não haviam rastros ou sinais dos autores. (caso investigado pelo FBI).




· 11 de outubro de 1975 *

Em Raton, Novo México, um búfalo foi encontrado mutilado. Os órgãos genitais foram retirados cirúrgicamente. Nenhuma marca, rastro ou pegada havia nas proximidades do animal. (caso investigado pelo FBI).

· 15 de outubro de 1975 *

Um búfalo foi encontrado morto em Springer, Novo México. Os órgãos genitais, ânus e o reto. Nenhuma marca, sinal, rastro ou pegada foi encontrada pelos agentes do FBI que investigaram o caso.



· 20 de outubro de 1975 *

Um búfalo foi morto e mutilado em Sanford, Colorado. Foram removidos os testículos, o pênis, reto, língua e orelha esquerda. Não foi encontrado qualquer rastro no local. (caso investigado pelo FBI)

· 24 de outubro de 1975 *

Uma vaca foi morta em circunstâncias misteriosas em Quemado, Novo México. O FBI investigou o caso, mas não divulgou dados a respeito do caso.

· 29 de outubro de 1975 *


Um búfalo foi morto e mutilado em circunstâncias estranhas em Tucumcari, Novo México. Foram retirados cirurgicamente os órgãos genitais e a língua. Não haviam rastros no local. (Caso investigado pelo FBI).

· 30 de outubro de 1975 *

Novo caso de mutilação ocorreu em Nara Visa, Novo México. Desta vez foi uma vaca Black Angus.Ela estava sem os órgãos sexuais, língua e orelha esquerda. (caso investigado pelo FBI).

* 5 de novembro de 1975 *

Um bezerro foi mutilado em Tucumcari, Novo México. Os órgãos sexuais, e partes moles foram retirados cirurgicamente. Nenhum rastro foi encontrado nas redondezas. (Caso investigado pelo FBI).



· 9 de novembro de 1975 *

Um novilho e sua mãe foram mortas em circusntâncias estranhas. Elas eram de propriedade de Forrest Atchley. Foram retirados o reto e o ânus dos dois animais. Nenhuma marca foi encontrada nas redondezas que pudesse identificar o autor da morte. (Caso investigado pelo FBI).

· 11 de novembro de 1975 *

Uma vaca preta de propriedade de Herman Riley foi mutilada. A língua foi retirada e o olho ficou exposto. Nenhuma marca foi encontrada próximo ao corpo. (Caso investigado pelo FBI).

· 12 de novembro de 1975 *

Um novilho recém nascido foi mutilado foi mutilado. Ele estavam sem os órgãos sexuais e não havia nenhuma marca de pegadas ou rastros do autor da mutilação. (caso investigado pelo FBI).

· 26 de dezembro de 1975 *

Uma vaca Black Montleyt foi mutilada em circunstâncias misteriosas em Pintada, Novo México. No corpo havia um corte total do reto, úbere, dois buracos na jugular, no lado direito, um furo entre as pernas dianteiras, um pequeno corte querendo atingir o coração. Dois buracos, na frente e atrás dos ossos do quadril, do mesmo tamanho do pescoço e um no lado direito da espinha que parecia ter sido feito quando a vaca estava se levantando. Faltavam os órgãos sexuais e a úbere. No local da morte havia apenas rastros de pássaros pequenos típicos da região.(este caso foi investigado pelo FBI).

· 19 de janeiro de 1976 *

Um novo caso ocorreu em Pintada, Novo México. Desta vez o animal estava sem os órgãos sexuais e língua. Não havia rastros nas redondezas do animal. (esta caso também foi investigado pelo FBI)

· 12 de fevereiro de 1976 *

Uma Hereford de dois anos de idade foi morto e mutilado em Engle, Novo México. Foi retirado cirurgicamante a úbere do animal. Como havia chovido uma noite antes do achado do corpo, o FBI não descobriu rastros na região.

· 15 de maio de 1976 *

Em Corona, Novo México, um touro Black Angus foi mutilado, sendo retirado seus testículos. Não havia rastros no local do corpo. (caso investigado pelo FBI)

· 20 de abril de 1976 *


Um bezerro foi encontrado mutilado em Sterling, Colorado.Havia um corte circular por onde foi retirado o reto e cauda.












· 24 de abril de 1976 *

Por volta das 3 horas da manhã foi encontrado um búfalo mutilado em Dulce, Novo México. Instantes antes, Mauricio Gomez observou um objeto voador nas proximidades do local onde foi encontrado o animal. O caso foi investigado pelo FBI. Não havia marcas ao redor do corpo.

· 13 de junho de 1976 *

Em Dulce, ocorreu uma mutilação. (infelizmente o documento do FBI referente ao caso está ilegível).


· 27 de junho de 1976 *

Um terneiro, com pouco tempo de vida foi mutilado no Novo México. A orelha e o olho direito foram removidos, além da lingua. Havia uma incisão circular e o penis foi removido. Toda a área retal também estava removida. Não havia marcas ao redor do corpo.





· 30 de junho de 1976 *

Uma vaca foi mutilada em Questa, Novo México. O olho esquerdo e a úbere foram removidos. Não havia marcas ao redor do corpo.


· 10 de julho de 1976 *

Um touro foi mutilado no Novo México. Seus órgãos genitais e sua língua foram removidos. A área retal também foi removida. Na manhão do dia 8 um helicóptero branco foi observado sobre a região. Não havia marcas ao redor do corpo.


· 21 de agosto de 1976 *

Um touro foi morto em Hernandez, Novo México. Os órgãos sexuais foram removidos. Não havia marcas ao redor do corpo.

· 6 de setembro de 1976 *

Um bezerro de propriedade da Pacific Western Land Company foi mutilado. A cauda e o reto foram removidos. Não havia marcas ao redor do corpo.

· mês de abril de 1978 *

Um suíno é morto em circusntâncias misteriosas em Natrona Co., Wyoming.

· 24 de abril de 1978 *

Outra mutilação de gado ocorreu, desta vez em Dulce, Novo México. Infelizmente o documento do FBI referente ao caso está ilegível.

· 7 de maio de 1978 *

Um touro foi mutilado em Sanford, Colorado. Os órgãos genitais foram removidos, além da língua e toda a área retal. Não havia marcas ao redor do corpo.

· 11 de maio de 1978 *

A 23 milhas de Dulce, no Novo México, um uma vaca Black Angus e um Hereford foram mortos em circustâncias estranhas. Eles estavam sem o reto, órgãos reprodutivos, língua e orelhas.O sangue estava róseo e escasso, Dois dias depois o sangue dos animais ainda não havia coagulado. O caso foi investigado pelo FBI.

· 28 de maio de 1978 *

Outra mutilação de gado ocorreu, desta vez em Dulce, Novo México. Infelizmente o documento do FBI referente ao caso está ilegível.

· 18 de junho de 1978 *

Outra mutilação de gado ocorreu, desta vez em Tierra Amarilla, Novo México. Infelizmente o documento do FBI referente ao caso está ilegível.

· Ano de 1981 *

Em 1981, no Condado de Weld, no estado do Colorado (EUA), uma ovelha foi encontrada mutilada.

· Ano de 1988 *

Em 1988, um homem foi encontrado mutilado em circunstâncias estranhas nas margens da represa de Guarapiranga, em São Paulo. As marcas no corpo da vítima são idênticas às que tem sido encontradas em animais de todo o mundo.

· 10 de março de 1989 *

Em 10 de março de 1989, cinco vacas prenhas foram encontradas mortas em uma propriedade rural no Condado de Hempestead, no estado de Arkansas (EUA).

· 31 de janeiro de 1992 *

Em Caldwell, Kansas, foi encontrada uma vaca mutilada. Uma parte de sua cabeça estava descarnada. Os cortes eram precisos e limpos. O corpo estava sem sangue e não haviam rastros nas proximidades.











· 20 de outubro de 1992 *

Em 20 de outubro de 1992, começou uma onda de mutilações na região de Fyffe, Alabama (EUA). John Straw, fazendeiro da região de Albertville encontrou uma de suas vacas morta e mutilada em uma floresta.


· Final de outubro e começo de novembro de 1992 *

No final de outubro e começo de novembro de 1992, ocorre uma onda de mutilações em Albertville (EUA).



· novembro de 1992 *

Em novembro de 1992, o departamento de polícia de Fyffe, no Alabama, realizou investigações sobre mutilações que ocorreram na região.




· 9 de janeiro de 1993 *

No dia 9 de janeiro de 1993, Tommy Cole, chefe de polícia de Albertville, relatou que um de seus bezerros, em sua fazenda foram mortos e mutilados. Após isto os departamentos de polícia de Albertville e Fyffe uniram esforços na investigação das mutilações.

· Terceira semana de janeiro de 1993 *

Menos de uma semana depois, nova onda de mutilações se abateu sobre Albertville.

· Quarta semana de 1993 *

Mais uma semana e um novo caso de mutilação ocorreu, desta vez no condado de Grove Oak, perto de Fyffe.


· 31 de janeiro de 1993 *

Em 31 de janeiro, uma nova mutilação, agora, na região de Dawson, também próximo a Fyffe. Um rancheiro teve uma vaca Black Angus mutilada.



· Início de fevereiro de 1993 *

No início de fevereiro de 1993, ocorreram 9 casos de mutilações nos condados de Marshall e Dekalb.

· 7 de fevereiro de 1993 *

Em 7 de fevereiro de 1993, em Crossville, Alabama, um bezerro da propriedade de David McClendon, foi encontrado mutilado. O bezerro tinha apenas três semanas de idade.

· 26 de maio de 1993 *

Foi encontrado um bezerro macho, de três meses de idade, na região de Harding County, Dakota do Sul. Havia na carcaça uma incisão circular perfeita, de onde haviam sido retirados os órgãos genitais, ânus e reto.Foi retirado também uma orelha, um olho e a língua.












· julho de 1993 *

Um bezerro macho foi morto e mutilado em Montcomb, Dorset, Inglaterra, em julho de 1993. Assim como outros casos já catalogados este animal apresentava-se com um corte circular por onde foram retirados a cauda e toda a área retal. (Fonte: http://www.earthfiles.com/ (Linda Mouton Howe)).












· Em janeiro de 1995 *

Quatro ovelhas de propriedade da família Gueta, de Kadima, Israel, foram encontradas mutiladas. Elas tinham os focinhos tosados, com um buraco de 5 cm em um lado da face. O buraco atravessava o osso da face. Nas marcas não havia qualquer sinal de sangue. Uma noite antes do achado, um OVNI foi observado sobrevoando a região.

· Em junho de 1996 *
Um cavalo foi morto em circusntâncias estranhas, próximo de Moshav Givati, Israel. Chaim Matal, dono do animal afirma que viu quatro seres pequenos, parecidos com orientais mutilarem seu cavalo.

· 1° de maio de 1997 *
Quatro ovelhas de propriedade de Amos e Miriam Glam, de Sde Uziah, perto de Ashdod, Israel, foram encontradas mutiladas. Elas tinham os focinhos tosados, com um buraco de 5 cm em um lado da face. O buraco atravessava o osso da face. Nas marcas não havia qualquer sinal de sangue. Duas noites antes do achado, um OVNI foi observado sobrevoando a região.

Documentos Governamentais sobre Mutilações e Ataques

Na década de 70, o estado do Novo México foi alvo de uma grande onda de mutilações de animais. Noite após noite foram encontrados animais mortos sempre nas mesmas circunstâncias:
órgãos sexuais removidos cirurgicamente
orelhas, removidas junto com o bloco auditivo interno
olhos removidos
sangue drenado
uberes e aparelhos reprodutores das fêmeas totalmente retirado
órgãos internos ausentes, sem um corte de onde possa terem sido retirados
mucosas bucais ausentes
ausência de rastros, pegadas ou outros sinais que identifiquem o autor
presença de substâncias líquidas esverdeadas,
demora na decomposição do corpo
ausência de cheiro característico de decomposição
A situação ficou crítica e até o FBI foi chamado para investigar e encontrar os autores das mortes. Existem centenas de páginas a disposição de pesquisadores e ufólogos. Nesta página vamos comentar estes documentos para vocês terem uma idéia do que ocorreu, quem esteve envolvido, fatos confirmados, laudos, memorandos, jornais americanos, e relatórios do FBI.


** Chupacabra no Brasil **

O misterioso animal apelidado de Chupacabra provocou, em junho de 1997, uma onda de pânico na região de Campinas, 99 Km de SP. Segundo moradores de dez cidades da região, o animal arranca o cérebro, vísceras, olhos e coração das vítimas com "precisão cirúrgica".

Os pesquisadores trabalham com três possibilidades para sua origem : extraterrestre, mutação genética natural ou provocada em laboratório ( pelo cruzamento de duas espécies ). Para o ufólogo Osvaldo Mondini, do CEPEX ( Centro de Estudos e Pesquisas Exológicas ) de Sumaré, SP, as mortes misteriosas começaram após a aparição de um objeto voador não-identificado em Americana. De acordo com Mondini, a rota do Chupacabra teve início em Sumaré, onde ele teria sido visto pela primeira vez. Depois ele teria passado por Hortolândia, Campinas e Capivari. Os últimos vestígios do animal teriam sido encontrados em Rafard.

Sobre o "Chupacabras"

Já ouviu falar em "Chupacabras"? Onde você estava em 1997, quando uma onda de pânico atingiu todo o Brasil e não se falava em outra coisa, senão a misteriosa criatura que atacava e mutilava inexplicavelmente vários tipos de animais? Na região de Piracicaba apareceram dezenas de animais mortos com estranhas perfurações, notadamente galinhas.
Devido à possibilidade do "Chupacabras", ser extraterrestre, o Grupo Ufo-Gênesis tornou-se referência na investigação do fenômeno, sendo procurado por fazendeiros de várias cidades. O pânico tomava conta das pessoas. Em Rio das Pedras muita gente evitava sair à noite. Em Piracicaba, um psiquiatra ficou surpreso com o medo que um cliente seu, adolescente, demonstrava pela criatura. Tudo isso estimulado pela Imprensa sensacionalista. Isso incentivou brincadeiras de mau gosto: em São Pedro um rapaz pintou seu corpo com tinta verde e saiu assustando todo mundo, até ser preso pela polícia.
Em outro caso, um caseiro de uma chácara resolveu vingar-se do patrão e matou todas as suas galinhas, atribuindo as mortes ao "Chupacabras". O caseiro foi desmascarado por veterinários ligados ao Grupo Ufo-Gênesis.

* ORIGENS

- O termo "Chupacabras" começou a ser usado em março de 1995. Arnaldo Garcia, radialista de uma importante emissora de Porto Rico, relatou ataques misteriosos de um predador desconhecido contra animais daquele país, principalmente cabras. Garcia apelidou o bicho de "Chupacabras", já que suas vítimas apareciam sem qualquer vestígio de sangue no corpo. Com seu relato, milhares de outros casos surgiram, inclusive em outros países. Descobriu-se que os primeiros ataques em Porto Rico eram de 1975.

* TEORIAS

- Existem 4 possibilidades para tentar explicar os ataques de "Chupacabras". Há a possibilidade de se tratar de uma criatura feita em experimentos científicos. Outra hipótese seria a confusão das pessoas entre um ser imaginário e o ataque de predadores naturais (onças, por exemplo). As duas outras teorias são da origem extraterrestre do bicho: cruzamento de criaturas extraterrestres com animais da Terra ou predador de outros planetas.

Aliens teriam mutilado cãesem São Pedro (SP)

Vários filhotes de cachorro apareceram mortos em circunstâncias estranhas em uma chácara existente nas proximidades de São Pedro. Os animais mortos eram irmãos e tinham cerca de quatro meses de idade. Um dos filhotes apareceu mutilado e seu corpo foi examinado por uma veterinária que prefere manter-se no anonimato. Segundo a proprietária dos caezinhos mortos, a veterinária ficou impressionada com a mutilação do filhote. Ela contou ao Grupo Ufo-Gênesis suspeitar que os animais foram mortos por Ets, já que teria encontrado marcas de um possível pouso de uma nave em sua chácara.











Local onde teria pousado uma suposta nave extraterrestre

As mortes começaram em 16 de junho de 2000. No dia 23 daquele mês um caozinho apareceu morto com estranhas perfurações no corpo. Suspeitando tratar-se do ataque de alguma cobra, a proprietária da chácara telefonou ao Museu de Zoologia da USP, Carmem (nome fictício) observou que os filhotes mortos eram todos da mesma ninhada e poderiam estar sendo vitimados por alienígenas. Suas desconfianças aumentaram quando ela notou que alguns corpos desapareceram de onde tinham sido enterrados.
O caso vem sendo acompanhado desde aquela época pelo Ufo-Gênesis, que ainda não chegou à nenhuma conclusão.





























Outro ataque do chupacabra?

O que teria acontecido a um aposentado de 53 anos? É essa a pergunta que se fazem os médicos do IML de São Paulo.


Um cadáver foi encontrado no mês de abril de 1997, na represa de Guarapiranga, zona Sul de São Paulo. A forma como o corpo se encontrava, quando foi resgatado, era macabra: estava mutilado externamente e não possuía nenhum orgão interno. A vítima tinha como hábito pescar numa ilha deserta, localizada no meio da represa. Para isso ia a nado, vestindo apenas uma cueca. Os médicos não conseguem explicar a forma como foram retirados os orgãos. No corpo do aposentado foram encontrados pequenos furos simetricamente recortados, impossíveis de serem feitos no meio do mato, que induzem a hipótese de que os orgãos tenham sido sugados. Embora tenha sido achado com a roupa de baixo ainda no corpo, o cadáver do aposentado estava sem os testículos, com o pênis ereto e escurecido. Seu ânus estava perfurado e sem o reto. Braços, umbigo, pernas e pés também possuiam o mesmo escurecimento. Foram ainda retirados olhos, orelha, língua e todos os orgãos internos. O mais aterrorizante foi a única conclusão a que a equipe do IML chegou: "essa vítima apresenta lesões com características de reação vital", o que indica que estava viva enquanto sofria as mutilações. Todos os indícios levam a crer que o aposentado foi atacado por um chupacabra






















** Região do Santa Rita pode ter "Chupacabras" **

Pelo menos três ataques de um suposto "Chupacabras" ocorreram nos bairros Dois Córregos e Santa Rita, em Piracicaba, entre agosto e setembro deste ano. Muitas galinhas foram mortas de forma inexplicada, com sinais de mutilação. Pesquisadores do Grupo ufo-gênesis estiveram nos locais atingidos, munidos inclusive com detectores de radiação. Com base em relatos vindos do Paraná e Interior do Estado de São Paulo, tudo indica que as aves foram mortas pelo Intruso Esporádico Agressivo (IEA), nome que os ufólogos brasileiros dão ao "Chupacabras. Um veterinário fez autópsia em uma das aves mortas e mostrou-se surpreso com a forma inexplicável do ataque, em que havia sinais de cauterização nos ferimentos.
O "Jornal de Piracicaba" noticiou um ataque misterioso contra dez galinhas na madrugada do dia 3l de agosto último, em uma chácara do bairro Dois Córregos. A reportagem do jornal procurou saber a opinião de uma veterinária sobre o misterioso ataque. Sem ter ido ao local e examinado pessoalmente as aves, a veterinária arriscou o palpite de que as galinhas teriam sido mortas por algum morcego ou outro animal qualquer. O grupo Ufo-gênesis conversou com a proprietária da chácara e apurou que a forma como as galinhas foram abatidas é semelhante ao ataque de "Chupacabras". No prazo de um mês, novos ataques ocorreriam nas redondezas, também de forma intrigante.
Dois novos ataques ocorreram na divisa entre os bairros Dois Córregos e Santa Rita. O primeiro caso foi na madrugada do dia l6 de setembro, quando 7 galinhas apareceram mortas. Dois cães latiam insistemente, chamando a atenção do proprietário, que saiu de casa verificar o que estava acontecendo. Ao pisar num galho seco do terreno, o homem acabou assustando o que ele descreveu como "um animal estranho, de cor escura, com cerca de um metro de altura e que corria em saltos. Passado algum tempo, ele examinou o local e achou 7 galinhas mortas. Todas tinham grande perfuração nas costas, sem sangue nos corpos. Havia também perfurações menores no peito e abdômen.
Na madrugada do dia 22 de setembro, novo ataque ocorreu no mesmo local, vitimando outras 9 galinhas. O Grupo ufo-gênesis foi acionado. Os pesquisadores Esdras Martins Almeida e Norberto Galani estiveram na chácara e constataram que a criatura que matou as galinhas usou muita forca para invadir o galinheiro. Três marcas, possivelmente provocadas por garras. Usando um contador Geiger, verificou-se que havia vestígios leves de radioatividade no local, considerados dentro dos padrões normais. A pequena radioatividade só foi constatada na área dos ataques. Os pesquisadores verificaram também que o processo de decomposição das galinhas foi lento e anormal, não apresentando o mau cheiro característico.
Também na madrugada de 22 de setembro, um novo caso no bairro Santa Rita, aparentemente provocado pelo mesmo predador misterioso: neste ataque, apenas uma galinha foi vitimada. Dois dias depois, outras 8 aves foram abatidas inexplicavelmente. Desta vez, uma galinha, mesmo apresentando ferimentos, sobreviveu e pôde ser examinada por um veterinário ligado ao Grupo ufo-gênesis. Mesmo viva, esta galinha tinha um mau cheiro terrível, o mesmo descrito em várias partes do mundo onde ocorreram ataques do IEA. A impressão que dava era a de que a ave estava apodrecendo em vida.
Na autópsia, o veterinário comentou não ter visto nada parecido e que era difícil emitir um laudo a respeito, além de ter enfatizado que o que atacou aquela galinha "não foi animal conhecido de nossa fauna". Outro dado muito curioso é que até mesmo as larvas que ajudavam na decomposição das aves tinham coloração pálida, bem diferente das larvas comuns, dando a impressão de que até esses vermes foram afetados pelo material que resultou do ataque do IEA.
Os pesquisadores Esdras Martins e Norberto Galani comentaram que a chácara onde o último ataque ocorreu é cercada por um muro de 2,70 m de altura e dificilmente seria escalado por um predador comum (suçuarana, cachorro, etc). Outro detalhe que chamou a atenção é que um feroz cão da raça Fila guarda o local e que, durante o ataque do IEA, ele não esboçou qualquer reação. Esse cão é considerado tão feroz que, recentemente, foi recusado pelo canil da Polícia Militar de Piracicaba. O que seria capaz de intimidar esse cão? Que animal conhecido poderia arrombar um muro reforçado, ou escalar 2,70 m de altura? As investigações continuam!


** Ataque de chupacabras no Brasil**






O jornal O Estado de São Paulo (6 de novembro de 1999) informou que pode ter ocorrido mais um ataque do misterioso chupacabras na cidade de Sorocaba, SP. Na sexta-feira, 5 de novembro, 30 galinhas foram encontradas mortas, exangues, no Parque São Bento, com perfurações nos pescoços. O Sr. Laércio Longo, proprietário das aves, disse que nenhuma delas foi devorada e que todos os ovos depositados no galinheiro permaneceram intactos. Incidente semelhante ocorreu na cidade quatro meses atrás. O pesquisador Thiago Luiz Ticchetti entrevistou o Dr. Rodrigo Teixeira, veterinário do Zoológico Municipal de Sorocaba, e foi informado que o atacante pode bem ter sido um gato selvagem ou algum outro animal de porte similar. Disse que o sangue das galinhas pode ter sido aproveitado pelo predador ou absorvido pelo solo. O veterinário não parece inclinado a crer na existência de uma criatura misteriosa.



** Misteriosas mutilações de gado - 07/01/2002 **

O misterioso fenômeno das mutilações de gado nos EUA voltou aos noticiários. Desde meados da década de 70, autoridades civis e militares vem tentando solucionar os estranhos casos de animais que são encontrados exangues e com partes do corpo e das entranhas extraídos com cortes de refinada precisão. Os aparelhos usados nas incisões são desconhecidos pelos cirurgiões e funcionam simultaneamente como um termocautério, cauterizando os tecidos lesionados.Normalmente são cortadas as partes macias dos animais (língua, genitália, olhos etc.) e removidos órgãos internos tais como os rins, o coração e o fígado. Tudo é executado silenciosamente nos pastos e sem causar o menor derramamento de sangue. Os mutiladores não deixam pistas, causando grande constrangimento aos investigadores da polícia.Predadores não se aproveitam das carcaças dos bovinos,preferindo manter distância delas.Agências do Birô Federal de Investigações (FBI) dos EUA se envolveram em estudos minuciosos de milhares de casos e não conseguiram explicar a quase totalidade deles. Curiosamente, muitos incidentes parecem associados a aparições de objetos voadores não-identificados (OVNI) e até mesmo os agentes da polícia federal admitem a realidade de uma provável vinculação.Em junho de 2001, começaram a surgir novos casos em fazendas no Estado de Montana. Conrad e municípios vizinhos estão sendo atingidos por uma vaga de mutilações. Os acontecimentos tem sido acompanhados pelo jornal Great Falls Tribune e uma síntese foi inserida na página da empresa jornalística em:http://www.greatfallstribune.com/news/stories/20020103/topstories/1410092.html
20020103/topstories/1410092.html

** Casos de Mutilações e Ataques relacionados aos OVNIs **







A Ufologia até a década de 50 estava às voltas com seres angelicais, que traziam paz e esperança. Na década de 60, este panorama começou a mudar. Primeiro vieram as abduções, que já podem ser consideradas como um ato maléfico, criminoso, e ameaçador, pois pessoas são retiradas de suas casas ou onde quer que estejam, não importa se seja um quartel militar, uma igreja ou sede de governo. Eles raptam sem pedir autorização à ninguém e devolvem a vítima desorientada, às vezes com distúrbios físicos e psicológicos. E eles não dão nada em troca.
A partir de 1967, eles se tornaram ainda mais ousados, atacando e mutilando animais de diversas espécies, de diversas partes do planeta. Eqüinos e bovinos foram os mais atacados. Nas páginas seguintes, caro visitante, você verá fotos detalhadas (incluindo de animais mortos), ilustrações, estatísticas e dados sobre o lado mais impressionante da Ufologia, que é, sem dúvida, o estudo mais impressionante de todos os tempos.

** Ultimas Notícias sobre Mutilações e Ataques **







Segundo Francisco Fazio Baiz, ufólogo argentino, em 14 de setembro de 2002, uma senhora foi encontrada morta em Córdoba. Nas proximidades do corpo haviam dois animais mutilados. A polícia local afirmou à imprensa que a morte poderia ter alguma relação com a mutilação de animais que vem abalando a Argentina desde junho. A senhora apresentava as mesmas marcas de mutilações em seu corpo, semelhantes aos encontrados nos animais. Segundo o ufólogo argentino, a polícia não tem explicações para o ocorrido e evita fazer qualquer tipo de declaração.
Publicado em 17/10/02
A Argentina vem sofrendo uma onda de mutilações de animais. A maioria dos casos de concentra na região de La Pampa, onde várias vacas foram mutiladas. Jornais locais estão abordando o mistério em suas edições diárias. Segundo o jornal virtual argentino Noticias On line, de 20 de junho de 2002, já foram mortos mais de 200 animais, desde o dia 10 de junho. Em todos os animais mutilados foram constatadas as mesmas características. Falta de órgãos internos, sem sangue, cortes precisos parecendo terem sido produzidos por algum tipo de laser. O veterinário argentinos estão desconcertados. Os primeiros animais mutilados ainda não entraram em decomposição. Em todos os casos não foram encontrados rastros nas proximidades dos animais mortos.






Abaixo temos um caso de mutilação de gado ocorrido na Argentina em 2002 (à esquerda), e um quadro com vários casos de mutilação de gado ocorrido nos Estados






CONTINUA....................................